OEA privilegia o homossexualismo
Governo do Brasil apresentou na Organização dos Estados Americanos (OEA) uma resolução que proíbe discriminação por “orientação sexual”, e agora essa resolução está sendo usado por grupos homossexuais internacionais para avançar a ideologia homossexual em todo o continente americano.
O homossexualismo na OEA. Plano e estratégias com o apoio da UNAIDS (agência da ONU que trabalha na questão da AIDS). Aliança com o feminismo. Nomes e organizações.
O movimento GLTB (gays, lésbicas, transexuais e bissexuais) anunciou seu “desembarque no sistema interamericano”, patrocinado pelo Secretário Geral da OEA, o chileno José Miguel Insulza. Uma amostra a mais da perversão do sistema internacional de direitos humanos (NG
Segundo declarações do lobby homossexual, a ausência na Organização dos Estados Americanos (OEA) de representantes da Santa Sé e dos países islâmicos transforma esse fórum em lugar ideal para impor o homossexualismo com a força do direito internacional (NG
Como no caso do reconhecimento do aborto como “direito humano”, que as ONGs abortistas davam por garantido na década de
Homossexualismo na OEA: na Assembléia Geral
“Durante a
O presidente da Organização de Transexuais pela Dignidade da Diversidade, Andrés Rivera, leu as queixas do movimento homossexual internacional: “nossa diversidade, que é uma contribuição para a riqueza da humanidade, em lugar de ser celebrada, é castigada através de formas múltiplas de discriminação e violência que restringem nossos direitos e seu pleno gozo”.
Os homossexuais entregaram aos representantes dos países americanos uma declaração cuja finalidade pretende “garantir o desenvolvimento pleno e sustentável para as pessoas”. A declaração diz: “Apelando para a Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração dos Direitos Humanos, as minorias sexuais recomendam os seguintes pontos à OEA:
“Que os Estados investiguem seriamente todas as denúncias de violações dos direitos humanos das pessoas LGBTTTI, que atentem contra a vida, dignidade e integridade psicológica, física e sexual”.
“Que os Estados apliquem sanções aos responsáveis das violações, ofereçam indenizações efetivas às vítimas, instruam à polícia e tomem medidas preventivas para que essas violações não voltem a ocorrer”.
“Que os Estados revoguem as leis que criminalizam condutas sexuais consensuais entre pessoas adultas e elaborem, implementem e executem leis antidiscriminação e revisem sua legislação para eliminar toda norma que penalize e discrimine as pessoas por sua orientação sexual, expressão e identidade de gênero”.
“Que os Estados implementem políticas de igualdade para superar a exclusão social da comunidade LGBTTTI; desenvolvam campanhas contra a homofobia, lesbofobia, transfobia, bifobia, interfobia que incluam capacitação para funcionários estatais e para a comunidade em geral, e instituam o
“Que a Assembléia Geral adote o projeto de resolução CP/CAJP-
“Que os Estados implementem as recomendações emanadas dos informes apresentados pelas organizações LGBTTTI perante o Sistema Internacional e Regional de Direitos Humanos”.
“Que os Estados eliminem os obstáculos que limitam a liberdade de associação e impedem a participação efetiva das organizações da comunidade LGBTTTI no sistema da OEA”.
“Que os Estados se comprometam a garantir que a composição da Comissão Interamericana de Direitos Humanos inclua a diversidade da comunidade das Américas, inclusive a igualdade de gênero”.
“Que em todos os documentos oficiais referentes à discriminação se inclua a orientação sexual, expressão e identidade de gênero como categorias protegidas.
Plano e estratégias com o apoio da UNAIDS. Aliança do feminismo.
Com referência aos dias que antecederam a Assembléia Geral, outro comunicado da imprensa oficial dos grupos gays e lésbicos afirmou: “Como parte de um processo coletivo, Global Rights, Mulabi-Espacio Latinoamericano de Sexualidades y Derechos e IGLHRC (Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos) começamos a trabalhar juntos no final de
“De
“Estabelecemos alianças e compromissos de trabalho em conjunto com representantes do movimento afrodescendente e do movimento feminista que participam da OEA há anos e com cuja experiência estamos aprendendo. O evento contou também com a participação de Arístides Royo (ex-presidente da República do Panamá e chefe da missão permanente do Panamá perante a OEA), Carlos Quesada (coordenador do Programa para a América Latina de Global Rights), Dante Negro (diretor da Secretaria de Direito Internacional da OEA), Jéssica Grebeldinger (especialista da Secretaria das Cúpulas das Américas), Julieta Montaño (candidata à Comissião Interamericana de Direitos Humanos recomendada pelo movimento feminista) e Aparicio Robles (representante alternativa do Panamá perante a OEA)”.
Durante a Assembléia Geral pudemos conversar também com o presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Florentín Menéndez, que se mostrou muito interessado nas informações que lhe fornecemos”.
Assinam: Integrantes do movimiento LGBTTTI e aliados presentes na
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
Fonte: OEA PRIVILEGIA EL HOMOSEXUALISMO, NOTICIAS GLOBALES, Año X. Número




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