28 de maio de 2007

Quando os que não aceitam o comportamento homossexual são tratados como criminosos

Quando os que não aceitam o comportamento homossexual são tratados como criminosos

Julio Severo

Na ficção, o lobo se veste de ovelha para poder enganar e assim conseguir uma boa refeição. O engano faz parte do mal. Um anjo de luz pode, por trás das aparências, esconder um terrível demônio.


O lobo da realidade não age diferente. Vem devidamente disfarçado. Os lobos do momento são os oportunistas políticos que querem nos convencer de que, para proteger os homossexuais de violências, o Congresso Nacional precisa aprovar leis contra a discriminação e contra a homofobia.


A lei mais ameaçadora em questão é o PLC 122/2006. Para que um projeto de lei vire lei, precisa primeiro ser aprovado na Câmara dos Deputados e depois no Senado. O PLC 122/2006 já foi aprovado na Câmara, na perfeita surdina, num dia em que o presidente da Câmara, um comunista, e simpatizantes do movimento homossexual viram que poderiam pegar desprevenidos os que não aceitam as pretensões dos que querem impor uma tirania gay no Brasil. Os deputados pró-homossexualismo armaram seu circo “democrático” e votaram praticamente sozinhos, e o presidente da Câmara teve todo o cuidado de não avisar com antecedência, a fim de garantir a vitória homossexual. Só um lobo poderia agir com tanta astúcia.


O PLC 122/2006 nada mais é do que a forma mais pura de tirania homossexual. Esse projeto de lei diz:

Art. 8ºA — Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Art. 8º-B - Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Segundo parecer do Dr. Venâncio Josiel dos Santos, da OAB de Mato Grosso do Sul: “Nenhum cidadão ou cidadã livre, detentor de bons usos e costumes, poderá chamar a atenção de duas pessoas do mesmo sexo que estejam se abraçando ou se beijando em público, ou mesmo praticando um ato mais ‘íntimo’. Ainda que tal interpelação seja feita de forma educada, com toda a diplomacia, a fim de evitar a visão dessa cena grotesca de seus filhos menores e com a personalidade ainda em formação, a pessoa interpelante estará infringindo ao artigo 7º do PLC 122/2006, o que configura um verdadeiro absurdo. Se aprovada essa Lei com este artigo redigido na forma como está, o Congresso Nacional estará basicamente legalizando a relação homossexual em público, e revogando explicitamente o artigo 61 do Decreto-Lei nº 3.688, de 03/10/1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata da ‘Importunação Ofensiva ao Pudor’. Segundo exegese desse artigo, ninguém deve ser importunado em lugar público ou acessível ao público por atos ou fatos ofensivos ao pudor”. A aprovação do PLC 122/2006 garantirá que todos sejam importunados pela imoralidade homossexual em público.

Para quem “importunar” o comportamento imoral, lascivo e obsceno de dois homens se beijando em público, inclusive na frente de famílias e crianças, a nova lei, de autoria de uma deputada do PT, estabelece penas que podem chegar até cinco anos! “Importunar” a imoralidade homossexual estará no mesmo nível de gravidade de um estupro ou assassinato!

A lei petista vai mais longe, prevendo cadeia, com pena de até cincos anos, para diversos tipos de pessoas inocentes:

  • A mãe que, preocupada com a segurança moral e física de seu filho, despedir uma babá por causa da descoberta de comportamento lésbico.

  • O diretor de seminário teológico que excluir um estudante por causa da descoberta de conduta homossexual.

  • O patrão que demitir um funcionário que manifestar assédio homossexual ou outras atitudes sexuais impróprias ou ameaçadoras.

  • O pastor ou padre que pregar contra o homossexualismo.

  • Os diretores de escolas católicas e evangélicas que se recusarem a aceitar alunos e professores que demonstrarem problemas de conduta homossexual.

  • Um cristão que tentar ajudar um homem a sair do homossexualismo poderá ser enquadrado na categoria de crime de preconceito contra o homossexualismo.

  • Se um menino sofrer a influência homossexual de más amizades, más tendências ou simplesmente da propaganda pró-homossexualismo disfarçada de educação nas escolas públicas, um pai ou mãe que tomar medidas para ajudar o filho poderá ir para a cadeia por crime de discriminação.

  • Um psicólogo que tentar ajudar um homem a sair do homossexualismo.

O PLC 122/2006, apresentando os homossexuais praticantes como ovelhas e vítimas, justifica pesadas agressões legais e cadeia para homens e mulheres inocentes — exclusivamente para “proteger” o homossexualismo de alguns indivíduos. As leis brasileiras, que pouco ou nada fazem para punir parlamentares e políticos corruptos, finalmente mostrarão que sabem agir.


Pela primeira vez na história do Brasil, uma lei protegerá totalmente uma conduta que a Bíblia sempre classificou como abominação e que a medicina sempre considerou como ameaça à saúde. Em nome do direito “democrático” de livre expressão, tudo pode ser livremente criticado e zombado, inclusive Deus, Jesus Cristo e a Bíblia. Os artistas são especialistas nesse tipo de zombaria anticristã, onde o sagrado é profanado. Agora, com o homossexualismo sendo elevado ao pedestal das divindades pagãs que não podem ser questionadas nem criticadas, a inversão completa-se: o profano se tornou sagrado.


Tudo o que falta para o PLC 122/2006 virar lei é a aprovação no Senado. Dada a obsessão do governo petista pelas questões homossexuais, é certo que os senadores a aprovarão. Depois, só faltará a sanção do Presidente Lula, cujas opiniões não são segredo para ninguém. O Programa Brasil Sem Homofobia, ligado diretamente à presidência da República, é claro em sua pretensão de eliminar toda opinião contrária ao homossexualismo no Brasil.


Por “compaixão”, a única alteração que poderia ser feita na lei seria mudar as penas de prisão para reeducação, de modo que em vez de ir para a cadeia, o infeliz condenado seja obrigado a freqüentar aulas dadas por ativistas homossexuais ou por um “profissional” aprovado pelo governo, onde o assunto principal será respeito ao homossexualismo. Depois de muitas “aulas”, a vítima finalmente terá a mente “transformada” de alguém que foi submetido à reabilitação psiquiátrica, repetindo roboticamente: “Eu sou opressor e discriminador. Os militantes homossexuais são vítimas. É preferível ser homossexual do que normal. O homossexualismo é bom”. Aliás, esse tipo de lavagem cerebral vem sendo utilizada pela própria mídia liberal há anos, de modo que cedo ou tarde todos poderão acabar conscientemente ou não fazendo as mesmas repetições robóticas. O Brasil assim terá uma população inteira de papagaios “antidiscriminação”.


O argumento principal que serve de base para promover o PLC 122/2006 e outras leis anti-homofobia é o fato de que pouco mais de uma dezena de homossexuais são assassinados por ano. Com base nessa estatística (que nada é em comparação com os 50 mil assassinatos que o restante da população sofre num Brasil que, mesmo sem guerra oficial, é muito mais violento do que o Iraque), a autora petista do projeto acha justificável legalmente ameaçar todo o restante da população. A lei petista simplesmente trata todos os que não são homossexuais como potenciais opressores, ameaças e assassinos de homossexuais.


Mas a realidade é muito diferente do que alegam os propagandistas pró-homossexualismo. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)


Além disso, a realidade aponta um fato preocupante: Os assassinos homossexuais. Os dez maiores assassinos dos Estados Unidos, por exemplo, eram homossexuais. Coincidência? O próprio Hitler e sua cúpula nazista eram homossexuais. Mas o “segredo” de Hitler e de seus “homens” nazistas sempre foi muito bem acobertado, assim como é muito bem acobertada hoje a “sexualidade” de médicos e outros profissionais pegos no crime de abusar sexualmente de meninos. Ninguém nos meios de comunicação ousa mencionar o fato de que eles são homossexuais, como se a palavra homossexualismo fosse sagrada demais para estar ligada aos crimes de abuso sexual contra meninos.


Casos de criminosos homossexuais são noticiados sempre com a mutilação de todo termo que leve o público a ver a homossexualidade do criminoso. É um acobertamento sistemático que protege o homossexualismo de suas ligações naturais com a violência e o crime.


Guardar o segredo homossexual de assassinos, genocidas e tarados é uma tradição que vem desde os tempos de Hitler. Só o poder de Cristo pode trazer luz, verdade e libertação para quem vive debaixo dessa “cobertura”. Um ex-homossexual, liberto pelo poder de Cristo, confessou que havia adotado uma criança propositadamente para cometer abusos sexuais. O PLC 122/2006 prevê prisão para os que ousarem tentar “discriminar” os homossexuais, até mesmo na questão de casamento homossexual e adoção de crianças, embora o abuso sexual de meninos esteja tão ligado ao homossexualismo, desde tempos remotos, que tem até um nome: pederastia (relação sexual entre homens e meninos).


Esse tipo de abuso e também as agressões e assassinatos cometidos por homossexuais são muito bem acobertados pelos ativistas homossexuais e pela mídia. É como se homossexualismo em si nada tivesse a ver com violência.


Entretanto, e se o mundo fosse hoje habitado exclusivamente por homossexuais — haveria paz? É fato reconhecido que a vida em comum dos homossexuais envolve rotineiramente muitas brigas e violências, inclusive mortes, unicamente por ciúmes: homossexuais “apaixonados” exigem poder e domínio sobre seus amantes masculinos. A violência faz parte das relações homossexuais.


Talvez devamos aceitar de bom grado a pena de cadeia imposta pela deputada petista autora do PLC 122/2006. Pelo menos, enquanto todos estivermos presos, não seremos mais assediados por homossexuais tarados em banheiros de shoppings e outros lugares. Nossos filhos não mais correrão o risco de sofrer estupro por parte de algum médico homossexual. Não haverá perigo de cairmos nas mãos de um assassino serial homossexual sádico. E não mais precisaremos ir às praças ou outros lugares públicos, onde as manifestações de “afetividade” homossexual serão livres, doa a quem doer.


Com a criminalidade andando a solta em todo o Brasil, obrigando a população a levantar muros em volta de suas casas e a colocar grades em janelas e trancas nas portas, como se estivéssemos numa penitenciária, o golpe de misericórdia virá dos homossexuais. Com eles no comando das leis, a norma será cadeia para os normais. Os homossexuais e os criminosos ficarão soltos, livres para fazerem o que bem quiserem, enquanto nós ficaremos amontoados em celas.


O que é normal será anormal e criminoso, e o que é anormal será legalmente tratado como normal, em necessidade de proteção e privilégios. Esse será o começo da tirania, da força bruta legal, utilizada ostensivamente sobre nós a pretexto de proteger o homossexualismo.


Essa é a “realidade” que nos espera, se aceitarmos a mentira que de que o homossexualismo confere automaticamente aos seus praticantes a etiqueta de “inocentes vítimas oprimidas” em necessidade de leis anti-homofobia.


O ruim dessa história inteira, que não é infelizmente ficção, é que enquanto os lobos maus — que são os militantes homossexuais — estão vestidos de ovelhas indefesas, eles impõem às ovelhas inocentes o rótulo de lobos ameaçadores, cruéis e selvagens.


A bandeira (e desculpa) principal do PLC 122/2006 é o combate ao preconceito. Naturalmente, na lógica politicamente correta, os lobos precisam de proteção contra a discriminação das ovelhas. No nome da luta contra o preconceito, vale tudo: mentir, falsificar informações e estatísticas, inverter a realidade, adulterar e perverter fatos, pintar os militantes homossexuais como seres angelicais e bondosos e reservar para quem não aceita o comportamento homossexual apenas calúnias, difamações e cadeia.


Bem-vindo à era dos lobos oprimidos e das ovelhas opressoras!

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. Ele dirige seu blog no seguinte endereço: www.juliosevero.com

Publicado originalmente no Jornal Interação, edição impressa e online: http://igeva.com.br/ojornalinteracao/?dinamico/1278//1390

3 comentários:

luiz henrique Bittencourt disse...

Julio Severo, eu peço encarecidamente que você tenha fé na união de nós cristãos desse país para vencer mais este absurdo. Nós, como quase 25% da população ddo Brasil, podemos sim nos manifestar e acabar com qualquer possibilidade de aprovação dessa lei absurda, que não vai apenas contra os evangélicos, mas também contra católicos e todos aqueles que são cristãos e não possuem suas mentes tomadas por essa propaganda pró-homossexual ignorante que tenta levar a ignorância à toda população desse país. Qualquer cidadão com o mínimo de informação tem dezenas de motivos para se por contra este projeto de lei tirano e que representa o ápice da ignorância e tirania. Nós devemos começar exercendo o nosso poder político para com os senadores, exigindo a não aprovação dessa lei, e devemos também, não cometer o mesmo erro de quando essa lei foi aprovada pela câmara, fiscalizando o seu andamento dia a dia e informar o maior número de pessoas para que se coloquem contra esta agressão aos direitos de nós cidadãos na forma dessa censura. Várias grandes instituições já se colocaram contra este ultraje dos nossos políticos, uma delas foi a Universidade Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo que liberou nota oficial repudiando a aprovação desse projeto de lei na Câmara Municipal, e se colocando absolutamente contra a aprovação dessa lei inconstitucional no senado.

ana disse...

querido julio severo tenho certeza q vc vai ser uma pessoa abençoada p Deus sempre, o q esta fazendo pelas pessoas q são realmente cristãs, ainda vou ver seus artigos espalhados nos 4 cantos desse pais, o mal nunca venceu o bem, essas pessoas precisam de ensinamentos como os seus e do pastor silas malafaia , bençãos de Deus p vc . abraços

Julio Severo disse...

Cássia, é só vc se identificar e eu publico seu comentário, com minha resposta.