31 de maio de 2007

IPPF, a maior empresa de aborto do mundo, entra no debate do aborto no Brasil

IPPF, a maior empresa de aborto do mundo, entra no debate do aborto no Brasil

Gente, Veja Online desta semana traz matéria sobre a IPPF. A IPPF é a maior e mais antiga entidade de planejamento familiar do mundo, fundada pela teosofista Margaret Sanger. Por pura coincidência, a IPPF é também a maior e mais antiga entidade de aborto do mundo, sempre trabalhando pela legalização do aborto em todos os países, inclusive Brasil.

Conheci Carmem Barroso pessoalmente muitos anos atrás quando ela trabalhava para a IPPF numa entidade brasileira que supostamente atuava para o “bem-estar” das famílias. O Estadão de hoje informa que essa mesma entidade vai orientar mulheres que querem abortar.

A IPPF é especialista na deturpação de fatos, informações e estatísticas para alcançar seus objetivos de promover aborto, controle da natalidade, educação sexual pornográfica e homossexualismo. A IPPF foi a responsável pela legalização do aborto nos EUA, onde existe uma lei brutal e selvagem que permite matar os bebês desde a concepção até o momento do parto. Veja meu artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2002/04/aborto-tragdia-ou-direito.html

No artigo abaixo, de Veja Online, IPPF criou supostos números elevados de abortos no Brasil. Antes da legalização do aborto nos EUA, a IPPF fez a mesma coisa.

Para quem desejar conhecer mais sobre o monstro IPPF, recomendo o livro “Grand Illusions The Legacy of Planned Parenthood” (Grandes Ilusões: O Legado do Planejamento Familiar), escrito pelo Dr. George Grant, pastor presbiteriano. O livro, que é bestseller nos Estados Unidos e é recomendado pelas maiores lideranças evangélicas dos EUA, pode ser comprando aqui: http://www.amazon.com/Grand-Illusions-Legacy-Planned-Parenthood/dp/1581820577

O único livro evangélico no Brasil que fala um pouco da IPPF é De Volta Ao Lar, que foi traduzido por mim. Você pode encomendá-lo diretamente de Edições Cristãs: http://juliosevero.blogspot.com/2007/03/lanamento-de-volta-ao-lar.html

Há também um excelente livro católico sobre a IPPF, que você pode encomendar aqui: http://www.providaanapolis.org.br/ippf.htm

Leia também meus artigos

Direitos Reprodutivos para Todos

Gravidez na Adolescência

Sexo e Responsabilidade

Existe também um DVD excelente sobre abortos e a IPPF, chamado O Grito Silencioso.

Julio Severo

www.juliosevero.com.br

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Brasil faz 1 milhão de abortos inseguros por ano

Um relatório da Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF, na siga em inglês) divulgado nesta sexta-feira diz que 1 milhão de abortos considerados inseguros são feitos no Brasil a cada ano. Segundo o documento, intitulado "Morte e Negação: Abortamento Inseguro e Pobreza", as mulheres pobres, jovens e nordestinas são mais vulneráveis aos abortos inseguros no Brasil, onde, no ano passado, a média diária foi de 686 internações no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento de complicações pós-aborto.

O estudo da entidade, que atua em mais de 150 países, revela que a média brasileira no ano passado foi de 2,07 abortos induzidos por grupo de 100 mulheres. O problema é mais grave na região Nordeste, onde a taxa é de 2,73, maior que a média nacional. A Região Sul foi a que apresentou a menor taxa, de 1,28 por 100 mulheres. O relatório aponta o baixo poder econômico, o pequeno acesso aos serviços de saúde e a alta taxa de analfabetismo do Nordeste como as principais causas do problema na região.

De acordo com a diretora da IPPF, Carmem Barroso, o número elevado de abortos no Brasil é sobretudo um problema socioeconômico. "O Nordeste é a região mais pobre do Brasil, onde as mulheres têm menos acesso à informação, menos acesso aos meios de evitar uma gravidez e que portanto se vêem desesperadas com a gravidez indesejada e recorrem ao aborto em maior número", afirmou a diretora, em entrevista coletiva para apresentação do relatório.

Adolescência - Segundo ela, outro fator de preocupação é que as mulheres brasileiras engravidam cada vez mais cedo, o que aumenta o número de abortos entre meninas e adolescentes. De acordo com o estudo, em 2005 foram registrados 2.781 atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS) de meninas de 10 a 14 anos para tratamento de complicações pós-aborto. Entre as mulheres de 15 a 19 anos, foram 46.504 atendimentos.

A Federação Internacional de Planejamento Familiar calculou a ocorrência de um caso de aborto em cada grupo de 138 adolescentes na região Norte, contra um aborto em 318 adolescentes na região Sul. "As meninas de 10 a 14 anos são as que têm menos informações e menos recursos para evitar uma gravidez e menos recursos para se submeter a um aborto mais seguro", afirmou a diretora da IPPF, acrescentado que o aborto é um problema coletivo e não individual.

Fonte: VEJA Online, 30 de Maio de 2007.

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