14 de maio de 2007

“Gay” e homofobia: na República Federativa de Sodoma, o que vale é a ficção

“Gay” e homofobia: na República Federativa de Sodoma, o que vale é a ficção

Julio Severo

Resumo: O feio é bonito e o bonito é feio. O mau é bom e o bom é mau. A escuridão é luz e a luz é escuridão. Essa é a realidade que estamos permitindo que políticos inescrupulosos e militantes homossexuais imponham sobre toda a sociedade.

A obsessão da moda entre algumas criaturas estranhas e radicais que habitam o Congresso Nacional é lutar contra a homofobia, como se muitas pessoas na sociedade estivessem obcecadas por um medo, nojo ou ódio irracional e incessante contra os homens que têm como principal ocupação na vida enfiar o pênis no ânus de outros homens. Nessa categoria, eles vêem todos os que não aceitam as práticas homossexuais. Eles simplesmente não perdem a oportunidade de automaticamente rotular de homófobos todos os inocentes que, na visão deles, têm “fobia” ao homossexualismo — uma fobia que, assim pregam os porta-vozes do movimento homossexual, leva a assassinatos e agressões de homossexuais.

Os radicais do Congresso têm a cura perfeita para essa “doença”. A cura é aprovar sem demora leis contra a homofobia. Assim, os parlamentares esquerdistas, sempre incapazes e ineptos para resolver a vasta maioria dos problemas do Congresso Nacional e do Brasil — sem mencionar os problemas de suas próprias vidas particulares —, agora se acham habilitados a exterminar a fobia “assassina” e “violenta” contra o homossexualismo que eles enxergam na população brasileira.

O que é realmente homofobia? Ou, mais especificamente, o que é fobia?

Fobia não pode ser classificada simplesmente como “medo”, como dizem muitos. A fobia verdadeira é uma aversão irracional. É por isso que não dá para convencermos, pelo uso da razão, uma pessoa a deixar de ter fobia. Por definição, a fobia é irracional.

As pessoas usam essa palavra de modo incorreto. Alguém poderia, por exemplo, dizer: “Tenho fobia de sofrer acidente de carro”. Esse medo não é “fobia”. A fobia é sempre irracional. Portanto, a palavra certa aí é medo. O medo é racional (embora possa se manifestar além das proporções diante de certas realidades). A fobia não é racional.

Então, de onde vem a palavra “homofobia”? Os sodomitas se apossaram dessa palavra, exatamente como eles se apossaram da palavra “gay” [gay, em inglês, costumava nos bons tempos significar alegre]. No entanto, não há nada de alegre no que eles fazem sexualmente: eles enfiam ou recebem o pênis no ânus, enfiam quase metade do braço no ânus, lambem o ânus uns dos outros, bebem urina uns dos outros, se sujam de fezes uns com outros, etc. Essa é a relação homossexual em seu estado mais puro. Por isso, não há nenhuma fobia na aversão que alguém normal tem aos atos sujos, nojentos e horrendos que os homossexuais praticam.

Não temos medo deles, nem temos nenhuma aversão irracional a eles. Temos uma aversão racional às práticas deles, com base nas coisas de dar nojo que eles fazem.

Eles não são gays [alegres], pois é impossível viver alegre tendo como ocupação principal na vida achar um homem em quem enfiar o pênis. E nós não somos homófobos, porque não temos nenhum ódio irracional aos homossexuais. O que temos é uma aversão saudável, lógica e racional a tudo o que é nojento, inclusive as praticas homossexuais. O próprio Deus acha o homossexualismo detestável: “Nenhum homem deverá ter relações com outro homem; Deus detesta isso”. (Levítico 18:22 NTLH) Deus tem boas razões para ter ódio do homossexualismo. E nós temos boas razões para ter nojo do que Deus odeia.

Entretanto, não mais vivemos num mundo em que a razão tem alta prioridade. É por isso que o homossexualismo vem sendo sistematicamente desligado de suas conexões naturais com doenças, nojo e abuso sexual de meninos. E é por isso que esses problemas graves estão aumentando, junto com o aumento do homossexualismo. Comprovadamente, o aumento da AIDS e outras doenças sexuais e intestinais tem uma ligação forte com a atividade homossexual.

Se depender da mídia esquerdista, o homossexualismo é totalmente saudável e bom — e as doenças que esse comportamento provoca estão ligadas a outras causas. De modo semelhante, se depender da imprensa liberal, o abuso de meninos está ligado aos padres (e, por conseqüência, aos valores cristãos), não ao homossexualismo — como se a Igreja Católica e outras instituições não tivessem problemas de homens tarados infiltrados que praticam o homossexualismo. A crise de abuso sexual de meninos na Igreja Católica é uma crise de homossexuais tarados dentro da Igreja Católica. E onde há homossexuais tarados, há abuso sexual de meninos, seja na igreja, num consultório de pediatra, numa escola, etc. Seria agora interessante que os mesmos investigadores e jornalistas desenterrassem os segredos da taradice homossexual dentro do governo e dentro da mídia brasileira. Se onde há ética há tarados homossexuais, o que dizer então de lugares onde a ética é raridade?

O homossexualismo traz problemas detestáveis em seu rastro. Esses problemas já são bem óbvios no Brasil, onde o governo Lula, com seu vasto programa federal Brasil Sem Homofobia e seus muitos investimentos em vergonhosas paradas gays e em atividades repressoras da temível Gaystapo, espera transformar a República Federativa do Brasil em República Federativa de Sodoma. O Brasil, que já é tradicionalmente conhecido como paraíso mundial da prostituição, inclusive infantil, torna-se assim um destino desejável para multidões de turistas homossexuais dos países ricos. Para garantir essa atração, o mesmo governo que está dando verbas invejáveis aos grupos homossexuais escolheu como Ministra do Turismo Marta Suplicy, antiga defensora do aborto e do homossexualismo. Se Lula merece ser presidente da República Federativa de Sodoma, então ninguém melhor para representar o Brasil diante dos turistas de outros países do que a famosa Martaxa Suplício.

É por isso que Deus detesta o homossexualismo. Aceitar e favorecer amplamente o homossexualismo nas leis é aceitar, irremediavelmente, a loucura social e, fatalmente, o aumento das doenças e abuso de meninos.

Portanto, seria muita injustiça chamar de “gays” os homens que enfiam o pênis no ânus de outros homens, pois em suas práticas sexuais contra a natureza eles não são felizes e não trazem nenhuma felicidade para ninguém, nem para suas próprias vidas, nem para o restante da sociedade, principalmente vulneráveis adolescentes e meninos. Só existe um único fato genuinamente justo na palavra “gay”. Assim como a ideologia homossexual inteira, o termo inglês gay é puro produto imperialista, no verdadeiro sentido da palavra. Praticamente toda a linguagem, argumentos e luta estridente da militância homossexual do Brasil é tão “original” e nacional quanto a própria palavra “gay”.

Seria também injusto deixar que os militantes homossexuais insistam em nos rotular como homófobos. Temos nojo racional do homossexualismo, um nojo que toda pessoa normal tem.

Se agressão, violência e assassinato de homossexuais é homofobia, então ninguém merece mais a etiqueta de homófobo do que os próprios militantes homossexuais, pois tanto Hitler quanto seus capangas nazistas de alto escalão eram homossexuais enrustidos que matavam homossexuais não tão enrustidos. Provavelmente, ninguém matou mais homossexuais do que Hitler, e ninguém escondeu tão bem a própria homossexualidade do que ele.

Entretanto, hoje quem é que atira a palavra nazista nos cristãos que pregam os textos da Bíblia que condenam o homossexualismo? Hitler fez sucesso porque os alemães deixaram que suas propagandas mentirosas e ficções culturais perversas prevalecessem. Ele detestava a realidade, a verdade e a Bíblia. Hoje, nós estamos deixando que os radicais militantes homossexuais e seus aliados — que, por coincidência, detestam a realidade, a verdade e a Bíblia — usem também propagandas mentirosas e ficções culturais perversas, que de modo insistente e esquizofrênico nos pintam como violentos e nazistas e retratam a eles como eternamente bondosos.

Se quiser conferir o que é a “bondade” homossexual em ação, experimente ver como os homossexuais “apaixonados” tratam seus amantes masculinos: com ciúme doentio, a ponto de agredir e matar por questões mínimas. Recentemente, um homossexual foi preso por manter em cárcere privado seu amante homossexual, que sofria maus tratos e agressões. Em outro caso, um adolescente homossexual foi torturado e morto por um jovem homossexual de 18 anos porque o amante lhe transmitiu uma doença sexual. Essa é uma pequena amostra da realidade homossexual, envolvendo maus tratos, agressões, tortura e morte.

Assim, quem mais é digno do rótulo de homófobos do que os homossexuais? Com grande violência ocorrendo de homossexuais contra homossexuais, por que deixamos que os militantes homossexuais dirijam sua fúria contra nós através de opressivas leis contra a homofobia, leis que jogam sobre nós a culpa da violência que já é parte natural de suas relações? Um fato pouco divulgado é que a população é vítima de criminosos homossexuais. Na Bahia, um casal homossexual jovem matou a tiros e facadas cinco pessoas, entre mulheres e crianças. Essa é uma pequena amostra da realidade homossexual, envolvendo tiros, facadas e chacina.

No entanto, para garantir a ficção de que somos espancadores e assassinos de homossexuais e para combater a realidade de que o homossexualismo traz doenças e representa perigo para os meninos, existe o programa Brasil Sem Homofobia. Diante desse quadro de pura distorção da realidade, as imensas paradas gays do Brasil, financiadas pelo governo, são verdadeiras comemorações.

Na verdade, de modo geral a população é muito mais homofoboba do que homofóbica, pois deixa que os doutrinadores homossexuais a enganem com propagandas mentirosas que sistematicamente a educam a ver os ativistas homossexuais como eternos anjos de bondade e a fazem ver as outras pessoas como potenciais agressores desses anjos. A população é tão homofoboba que entrega com absoluta submissão seus filhos à doutrinação pró-homossexualismo das escolas públicas e dos canais de TV.

Na terra da ficção perversa, onde o homossexualismo nada tem a ver com abuso sexual de meninos, onde o homossexualismo nada tem a ver com o aumento de doenças sexuais e intestinais e onde os homossexuais são sempre representados como vítimas, a verdade não é bem-vinda.

Na terra da ficção perversa, onde a homofobia é “doença” apenas de gente normal e onde os seres homossexuais são incapazes de ferir uma mosca, a realidade é bobagem.

Na República Federativa de Sodoma, o que vale é a ficção. “Dez por cento da população brasileira são homossexuais” é uma das grandes ficções oficiais, pois quase ninguém sabe que essa estatística foi importada diretamente do fraudulento Relatório Kinsey, mesmo que hoje se reconheça que os homossexuais são pouco mais de 1 por cento da população. Como a própria palavra “gay”, a estatística dos dez por cento é tão usada pelo governo Lula e pelos meios de comunicação que todos os brasileiros acham que representa informação séria e legitimamente nacional. O governo Lula, que tanto se orgulha de ser “antiimperialista”, só usa argumentos e dados imperialistas na sua promoção do homossexualismo.

Contudo, que diferença isso faz? A população aprendeu a crer mais no que a propaganda pró-homossexualismo diz do que no que a realidade mostra. No Brasil, no que depender dos políticos e dos ativistas homossexuais, todos os que não são homossexuais são potencialmente culpados do “crime” da homofobia. Mas, na realidade, o maior crime dos brasileiros que não são homossexuais é serem homofobobos diante das muitas mentiras homossexuais.

A atividade sexual homossexual pode trazer consigo muito sofrimento, infelicidade, doenças, maus tratos, agressões, torturas, mortes e chacinas, de homossexuais para homossexuais e de homossexuais para normais. Mas pelo menos eles se contentam com um fato. Há motivos de sobra para eles se “alegrarem” e comemorarem: com tantos homofobobos no Brasil aceitando passivamente a doutrinação sistemática do programa federal Brasil Sem Homofobia, com um governo que dá tanto do nosso dinheiro para os grupos homossexuais e com uma mídia liberal e esquerdista que acusa a oposição ao homossexualismo de homofóbica e nazista, os militantes homossexuais só poderiam ser “gays”.

Para imensa alegria dos corruptos e para a imensa tristeza do povo, cujo dinheiro é sistematicamente roubado por exageradas políticas de impostos para engordar os bolsos de políticos astutos, na República Federativa do Brasil o crime, a mentira e a safadeza compensam. Para a imensa alegria dos militantes homossexuais e dos políticos esquerdistas e para a imensa tristeza do povo, cujo dinheiro é sistematicamente roubado para financiar a homossexualização das escolas e da sociedade, na República Federativa de Sodoma o homossexualismo compensa em grau muito mais elevado.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

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Um comentário:

Anônimo disse...

Impressionante seus artigos sobre as práticas homossexuais, sobre a permissividade do governo brasileiro para com essa realidade. Tenho convicção, já tinha antes, mas agora de forma mais contundente, de que "o mundo jaz no maligno", conforme a Bíblia nos adverte. Deus te abençoe e te guarde, irmão.