12 de maio de 2007

Anistia Internacional afirma publicamente nova política de promover a legalização do aborto

Os grupos de direitos humanos têm uma fama horrível no Brasil de defenderem tudo — de estupradores a assassinos. Agora, a maior entidade de direitos humanos do mundo vai mostrar que merecem a fama que têm no Brasil. Em vez de defenderem, por exemplo, as centenas de milhares de cristãos que correm risco real de serem torturados e martirizados anualmente, a Anistia Internacional prefere defender a legalização do assassinato de bebês na barriga de suas mães. Precisamos urgentemente ajudar a abortar as políticas assassinas da Anistia Internacional.

Julio Severo

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Anistia Internacional afirma publicamente nova política de promover a legalização do aborto

Gudrun Schultz

LONDRES, Reino Unido, 12 de maio de 2007 (LifeSiteNews.com) — A Anistia Internacional finalmente está confessando que adotou uma nova política que apóia o aborto.

Depois que grupos pró-vida desmascararam na semana passada que a Anistia Internacional (AI) adotou secretamente uma posição pró-aborto, autoridades dessa entidade confessaram na quarta-feira que a AI começaria a fazer campanhas de pressão para que o aborto seja legalizado no mundo inteiro.

Widney Brown, diretora principal de políticas e campanhas, disse a Reuters que a diretoria da AI concordou com a mudança de políticas no mês passado.

No passado, essa entidade que sempre fez campanhas a favor dos direitos humanos mantinha uma posição de neutralidade na questão do aborto. Embora a AI tenha dito que não está apoiando o aborto como direito humano, mas está simplesmente lidando com “circunstâncias específicas” envolvendo situações de estupro ou perigo para a saúde das mulheres, a política da AI realmente pede uma moratória em todas as penas criminais contra o aborto.

“‘Descriminalização’ significa a eliminação de todas as penas criminais (inclusive prisão, multas e outros castigos) contra aqueles que estão buscando, obtendo, fornecendo informações acerca de, ou realizando abortos”, declara o documento.

Brown negou que a Anistia Internacional tenha tentado manter em segredo a nova política. “Não temos necessidade nenhuma de divulgar nossas decisões”, disse ela.

Entretanto, num documento traçando a nova política aos membros , que estava enterrado numa página restrita de Internet da AI americana acessível apenas aos membros, a agente avisou: “É muito importante estar consciente do seguinte fato: Essa política não será revelada ao público nesta época. Conforme o Comitê Executivo Internacional da Anistia Internacional escreveu a todas as filiais: “A nova posição não deverá ser divulgada em publicações. Isso significa que nenhuma filial da AI deverá disponibilizar notas à imprensa ou fazer declarações públicas e nenhum tipo de comunicação externa sobre a nova decisão”.

Muitas organizações internacionais fizeram objeção à proposta da AI de começar a lutar no mundo inteiro pela legalização do aborto depois que essa informação foi desmascarada há dois anos.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: LifeSiteNews.com — 11 de maio de 2007.

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