9 de abril de 2007

O primeiro embate legal entre igreja e homossexualismo na Inglaterra

Até a Igreja Anglicana, que costuma ser bastante liberal nas questões homossexuais, está agora sofrendo perseguição. Um bispo anglicano, que nada tem contra a contratação de homossexuais não-praticantes para funções dentro da diocese, está sendo processado porque não quis contratar um homem ativamente envolvido em práticas sexuais homossexuais. Assim, com a aprovação da Lei de Orientação Sexual na Inglaterra, agora até os cristãos liberais estão em apuros.

Julio Severo

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O primeiro embate legal entre igreja e homossexualismo na Inglaterra

Bispo anglicano está sofrendo processo porque não quis empregar um homossexual sexualmente ativo para trabalhar com os jovens da igreja

Hilary White

HEREFORD, Inglaterra, 5 de abril de 2007 (LifeSiteNews.com) — Numa ação que poderá se tornar um importante precedente legal para a Lei de Orientação Sexual, que foi aprovada recentemente na Inglaterra, um bispo anglicano está no banco dos réus se defendendo por se recusar a empregar um homem que leva um estilo de vida homossexual ativo.

O Rev. Anthony Priddis, bispo anglicano de Hereford, rejeitou a acusação de discriminação injusta, dizendo que ele se recusou a empregar John Reaney para trabalhar com os jovens da igreja porque Reaney confessou estar envolvido em atividade sexual fora do casamento.

Reaney, de 41 anos, de Llandud-no, de Gales, está processando a Diocese de Hereford, afirmando que ele teve um emprego negado porque ele é homossexual. Sua queixa está recebendo o apoio da entidade homossexual Stonewall, o grupo de lobby político notoriamente anticristão em grande parte responsável pela imposição da Lei de Orientação Sexual.

A “orientação” de Reaney não era a questão, disse o bispo, “mas o estilo de vida do sr. Reaney tem o potencial de causar impacto na liderança espiritual, moral e ética dentro da diocese”.

A doutrina cristã de pureza sexual é ainda o ensino e posição oficial da Igreja da Inglaterra, e o Bispo Priddis disse: “O que está em questão é o estilo de vida, prática e conduta sexual, quer o pretendente a emprego dentro da igreja seja homossexual, heterossexual ou transexual”.

“O ensino da Igreja faz distinção entre orientação sexual e prática e estilo de vida”, disse o Bispo Priddis. “Não cometemos discriminação contra o sr. Reaney por causa da sexualidade. Se assim fosse, nem o chamaríamos para uma entrevista”.

Antes da aprovação da Lei de Orientação Sexual, a Lei de Igualdade de 2006 isentava as organizações religiosas das leis antidiscriminação. As igrejas e organizações religiosas fizeram campanhas contra a aprovação da Lei de Orientação Sexual, dizendo que essa lei daria aos ativistas homossexuais poder para processar os religiosos. Mesmo assim, a lei foi aprovada.

O caso Reaney, que poderá se tornar precedente, é considerado o primeiro dos embates legais que ainda se esperam entre direitos homossexuais e direitos religiosos.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews.com — 5 de abril de 2007.

2 comentários:

nivaldo ribeiro da silva disse...

Não pode deixar mesmo esta certo o bispo a palavra de Deus dis dos frutos bons e dos frutos maus, por isso os maus frutos estragam os bons frutos. e o mesmo não tem intenção de trabalhar e um enviado do cão para destruir os jovens,e todas essas pessoas que concordam com o homossexsual presizam conhecer Jesus para se libertar.
este e meu comentario.

telmo disse...

Essa conversa de que tem orientação sexual, mas não a prática efetiva é conversa pra boi dormir. Nem digo um líder, mas como um cristão poderá ter uma vida espiritualmente ativa e produtiva, contradizendo claramente diversos preceitos bíblicos extensamente esplanados na Bíblia? Está muito certo o sacerdote inglês em sua conduta. Devemos amar, respeitar a todos, mas deixar a liderança de uma juventude a cargo de um expert sexualmente pervertido é coisa abominável.