13 de abril de 2007

Hepatite B: Os perigos de se proteger recém-nascidos de DSTs

Hepatite B: Os perigos de se proteger recém-nascidos de DSTs

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Em 16 de setembro de 1998, Lyla Rose Belkin, uma menininha de cinco semanas, morreu, apenas 15 horas depois de receber sua segunda injeção de imunização da Hepatite B.

O pai dela, Michael Belkin, que reside em Seattle, disse ao noticiário United Press International, que sua filha era cheia de vida e alerta antes de ser vacinada. Depois, ela se tornou agitada e chorosa, e então caiu de repente num sono e morreu 15 horas depois da vacina. De acordo com Belkin, o médico-legista disse que o cérebro de Lyla havia inchado — uma reação que alguns pesquisadores crêem que pode ser provocada pela vacina.

“Quase todo recém-nascido é hoje saudado em sua chegada ao mundo com uma injeção contra uma doença sexualmente transmissível, quando na verdade os bebês não estão em risco dessa doença. O governo obriga a vacinação dos bebês porque não consegue obrigar os drogados, as prostitutas, os homossexuais e os heterossexuais promíscuos a se vacinarem”, Belkin relatou numa comissão do Congresso dos EUA em 18 de maio de 1999.

“Os pais precisam entender que o sistema político e médico que injeta vacinas nas veias de seus filhos é corrupto e cientificamente falho”, disse Belkin a UPI. “Os pais precisam por conta própria estudar esse assunto com muita profundidade e investigar essa questão: Qual é o risco de se pegar uma reação adversa como graves problemas neurológicos das vacinas versus o risco de se pegar complicações neurológicas da doença?”

De acordo com uma reportagem da UPI em 2003, os arquivos dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças continham um total de 32.731 casos de possíveis reações após vacinações de Hepatite B desde 1991, inclusive 10.915 visitas às salas de emergência, 685 reações de risco de vida, 3.700 hospitalizações, 1.200 problemas físicos graves e 618 mortes.

— editores da revista Whistleblower.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: Edição de abril de 2007 da revista Whistleblower, pág. 15.


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