6 de fevereiro de 2007

Paranóia alemã: crianças podem optar pelo homossexualismo, mas não podem optar por uma educação escolar cristã em casa

Paranóia alemã: crianças podem optar pelo homossexualismo, mas não podem optar por uma educação escolar cristã em casa

Julio Severo

De acordo com a matéria “Menino alemão muda de sexo aos 12 anos” do site gay MixBrasil, um menino nascido em Hamburgo foi identificado como transexual aos 12 anos por uma junta médica alemã e começou seu tratamento de readequação sexual, com hormônios e terapia.

O garoto tem tudo o que um menino tem, inclusive órgão sexual masculino. Mas pelo fato de que psicólogos e assistentes sociais viram nele inclinações homossexuais, o governo alemão, sem nenhuma dificuldade, abriu caminho para que as inclinações anormais do menino prevaleçam sobre a natureza masculina que Deus lhe deu. O menino está recebendo pleno apoio e assistência estatal para sua mudança sexual, e até já recebeu novo registro. Seu nome, que era Tim, agora é Kim.

Havia época em que a própria classe médica encaminhava meninos assim para assistência psiquiátrica a fim de libertá-los do risco de inclinações homossexuais. Hoje, é praticamente proibido dar esse tipo de assistência. Por outro lado, se um tratamento psiquiátrico não pode ser imposto em casos necessários de meninos com inclinações anormais, as tendências politicamente corretas mandam e impõem tal tratamento nos casos em que o Estado julga que uma criança se desviou do padrão aceito pelo governo. Isto é, um menino pode se desviar dos padrões sexuais normais sem se preocupar com a oposição estatal ou imposições psiquiátricas. O que um menino ou menina não pode fazer é se desviar dos padrões estatais. Nesse caso, o Estado não poupará nenhuma medida, agressiva ou não, para tratar os “infratores”.

O governo alemão poupa facilmente um menino, por amor ao homossexualismo, não “forçando-o” a receber ajuda para ser normal. Mas essa “bondade” do Estado alemão não se aplica aos cristãos. O governo alemão deixa as crianças seguirem o que quiserem sexualmente, por mais pervertido que seja. Mas não dá liberdade às crianças quando o assunto envolve fidelidade aos princípios cristãos.

O governo alemão, que havia declarado que “alinhará as convicções religiosas das famílias às exigências estatais”, agora removeu uma menina de 16 anos de sua família e a colocou numa instituição psiquiátrica para crianças.

De acordo com o noticiário WorldNetDaily, aproximadamente vinte agentes policiais invadiram o lar da menina e a levaram à força em frente de sua família chocada, numa verdadeira encenação de filme de terror na Alemanha, onde os cristãos são proibidos de dar aos filhos educação escolar em casa. Essa proibição se 0rigina diretamente de lei do governo de Adolf Hitler, mas ainda está em vigor. Hitler criou a lei especificamente para que o governo nazista mantivesse total controle sobre todas as crianças em idade escolar.

Meses atrás, agentes policiais haviam invadido outro lar e levado as crianças para a escola à força. Na época, o governo alemão declarou: “A fim de evitar essa situação no futuro, as autoridades educacionais estão em conversação com a família afetada para buscar possibilidades para alinhar as convicções religiosas da família à exigência de freqüência escolar, que não mudará”. Assim, o governo deixou claro que não mudará sua posição, mas exigirá mudança de posição das famílias evangélicas.

O Estado alemão mostra que agirá de modo inflexível com as convicções bíblicas dos cristãos, mas tal inflexibilidade não se aplica às inclinações homossexuais de meninos em necessidade de assistência.

A estudante no caso mais recente se chama Melissa Busekros. O governo removeu a custódia dos pais e colocou a menina na Unidade Psiquiátrica Infantil de Nurembergue. O governo alemão, que decidiu que Tim pode escolher ser Kim, agora também decidiu “soberanamente”: Melissa não pode escolher receber educação escolar em casa num ambiente cristão. Nenhuma força e violência no caso de Tim, mas tratamento diferente para Melissa.

O pai, Hubert Busekros, disse: “O que está sendo feito a uma menina sensível e musical, só porque os burocratas querem transformá-la em exemplo [para as outras famílias cristãs que pensarem em educar os filhos em casa]? Em suas iniciativas fanáticas de forçar a freqüência escolar a todo custo, eles sem dificuldade aceitam o trauma causado para a ingênua e adorável Melissa”.

A organização Netzwerk Bildungsfreiheit, que defende os pais evangélicos da Alemanha que educam os filhos em casa, condenou a conduta brutal das autoridades e exigiu que libertem Melissa e a retornem à sua família imediatamente.

O caso começou no verão de 2005, quando Melissa, então com 15 anos, foi informada de que teria de repetir a sétima série de uma escola pública, devido às suas notas baixas em matemática e latim.

“A situação na sala de aula desempenhou grande parte na criação de todo esse problema: os elevados níveis de barulho e aulas canceladas a impediam de receber a assistência educacional que ela precisava durante as horas de aula”, declarou Netzwerk Bildungsfreiheit.

Já que ela tinha boas notas em todas as outras matérias, ela e seus pais decidiram que ela receberia aulas escolares individuais em seu próprio lar, a fim de suprir suas necessidades. Ela ainda participava das aulas de música e cantava no coral da escola.

Mas as autoridades escolares estavam descontentes, e a expulsaram da escola. Por isso, a família Busekros continuou educando-a em casa. No fim do ano escolar 2005-2006, a entidade estatal Jugendamt [equivalente ao Conselho Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente] interveio para garantir a exigência estatal de freqüência escolar compulsória.

Pouco depois, assistentes sociais acompanhados por dezenas de agentes policiais apareceram no lar de manhã, exigindo que Melissa lhes fosse entregue imediatamente, sob ordem judicial, que dizia: “O Jugendamt [Conselho Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente] é por meio desta ordem instruído e autorizado a conduzir a menina, se necessário com o uso de força, a uma audiência e poderá obter apoio policial para esse propósito”.

A adolescente foi levada à Unidade Psiquiátrica Infantil, onde foi interrogada por aproximadamente quatro horas. Depois, ela foi enviada de volta ao lar. Contudo, o pior estava ainda por vir.

No dia primeiro de fevereiro de 2007, o juiz da Vara da Infância juntamente com membros do Jugendamt [Conselho Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente] e quase vinte agentes policiais “marcharam para o lar dos Busekros, para transportar Melissa à Unidade Psiquiátrica Infantil”.

Netzwerk Bildungsfreiheit afirmou que o governo alemão justificou suas ações com base nos resultados psiquiátricos, de que a menina estava, na suposição deles, com um atraso de um ano e que ela sofria de fobia escolar.

Não se sabe quando os pais e irmãos de Melissa poderão vê-la de novo, já que as autoridades envolvidas no caso estão impedindo a “paciente” de ter qualquer contato com a família e amigos.

Um líder alemão, que não se identificou por medo de represálias do governo, afirmou: “Não estamos longe de uma ditadura intolerante em nosso país. Os direitos dos pais estão sendo cada vez mais abolidos. Se você não educa do jeito que o Estado quer, o Jugendamt [Conselho Tutelar dos Direitos da Criança e do Adolescente] sem demora faz uma análise para ver se pode remover a custódia de seus filhos. Enquanto você pratica sua fé num prédio de igreja, você não tem problemas, mas logo que você age de acordo com sua fé, por exemplo, na educação de seus filhos, a liberdade acaba rapidamente”.

Ele assemelhou a situação atual da Alemanha à situação das famílias evangélicas sob o governo nazista, ou “como na antiga União Soviética dos comunistas”.

A situação alemã piorou recentemente quando, ao apelarem para o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, as famílias alemãs que estão sendo perseguidas receberam dos juízes decisão favorável ao controle estatal alemão na educação de seus filhos. Tal decisão deixou o governo alemão livre e confiante para aumentar sua cruel perseguição contra as famílias evangélicas que educam os filhos em casa.

Na Alemanha, se seu filho menor de idade quiser ser homossexual, o governo não se oporá e até ajudará. Nesse caso, a atitude estatal é demonstrar “compreensão e tolerância”. Mas se seu filho quiser ter aulas escolares em casa, num ambiente evangélico, a atitude do governo poderá ser diferente, traumática cruel. Por determinação estatal, as crianças alemãs podem escolher o homossexualismo, mas não podem escolher a educação escolar em casa.

No Brasil, as famílias evangélicas correm riscos semelhantes. Enquanto o governo brasileiro dá mais e mais liberdades para o homossexualismo e introduz meios de influenciar, através das escolas, crianças nessa direção, os pais evangélicos que decidem dar aos filhos educação escolar em casa sofrem ameaças dos Conselhos Tutelares dos Direitos da Criança e do Adolescente, que utilizam o Estatuto da Criança e do Adolescente para garantir e forçar as exigências do Estado sobre as famílias na área da educação.

Nos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá e outros países, a educação escolar em casa é um direito legalmente protegido, um direito importante que as famílias evangélicas conquistaram com muito sacrifício, suor e oração.

Países como Brasil e Alemanha, que são signatários da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças, são obrigados a forçar as crianças a freqüentar escolas institucionais. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente e os Conselhos Tutelares dos Direitos da Crianças e do Adolescentes foram criados especificamente para atender às exigências da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças.

No caso da Alemanha, o Estado, com total impunidade e presunção, decide oficialmente permitir que um menino se aprofunde em inclinações homossexuais e decide oficialmente proibir que uma menina receba educação escolar em casa. Os mesmos psiquiatras e autoridades paranóicos da Alemanha que julgam como normal a homossexualização de um menino também julgam como anormal a educação cristã de uma menina. Graças aos poderes de invasão que a ONU lhe está dando, o Estado está interferindo em áreas que deveriam estar totalmente sob o controle direto das famílias. Assim, cada vez mais a família perde direitos, autoridade e respeito e o Estado entra como substituto para ser mãe estatal, pai estatal e autoridade absoluta nas decisões de saúde e educação das crianças.

Tanto a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças quanto o Estatuto da Criança e do Adolescente são completamente inúteis para proteger as crianças do homossexualismo e suas influências, mas são extremamente úteis como instrumentos estatais para “proteger” as crianças da educação escolar ministrada em lares evangélicos. A meta é manter as crianças enclausuradas na doutrinação da educação institucional estatal.

Por causa do empenho de grupos evangélicos de defesa dos direitos da família, os Estados Unidos até hoje não assinaram a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças. Talvez esse seja o motivo principal por que a educação escolar em casa é um movimento tão popular e próspero entre os evangélicos americanos. Há hoje mais de 2 milhões de crianças americanas sendo educadas em casa.

Para mais informações sobre a educação escolar em casa, visite o blog Escola em Casa.

A menina Melissa e sua família precisam de nosso apoio. Se quiser ajudar, mande suas mensagens urgentemente para:

Embaixador Prot von Kunow

Embaixada da Alemanha no Brasil

SES - Avenida das Nações, Qd. 807, lote 25

70415-900 Brasília, DF

Caixa Postal 030

70359-970 Brasília – DF

Tel: (061) 442-7000 / Fax: (061) 443-7508

E-mail: info.brasilia@alemanha.org.br

Por favor, ore fervorosamente por Melissa, para que Deus a livre de toda lavagem cerebral dos psiquiatras e para que Deus visite seus pais e irmãos nesse momento de desespero.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.julisevero.com

6 comentários:

Emerson Eduardo Rodrigues disse...

Mas o governo nazista nao permitia em qualquer hipótese que os homens virassem gays e era extremamente patriarcal...
O governo da GRANDE PORCA GNÓSTICA HIPERBÓRICA VEGAN, os adoradores da m...de Kali, vao destruir tudo!!

Julio Severo disse...

Emerson, a propaganda nazista usava o padrão de família tradicional do mesmo jeito que a propaganda política moderna usa o termo "direitos humanos", para defender tudo (assassinos, estupradores de crianças, etc.), menos as vítimas inocentes.

Qualquer historiador sério poderá lhe dizer o óbvio: o movimento nazista era, pelo menos na cúpula, essencialmente homossexual. Veja este livro: http://www.objetiva.com.br/livro_ficha.php?id=590

A própria União Soviética se dizia grande defensora dos direitos humanos, enquanto trucidava milhões de inocentes.

Essa defesa era pura fachada.

A defesa que a Alemanha nazista fazia da família tem tanto valor quanto a defesa que o governo do PT faz à família.

Só burro para não ver a mentira...

Emerson Eduardo Rodrigues disse...

Julio,

É admirável o seu trabalho, tanto para mim, que eu reproduzo com muita frequencia no facebook e tenho discussoes homéricas com todo o tipo de trolls. Você é um guerreiro e homem de Deus de verdade,queria fazer um trabalho como você faz, agora, nao desejei fazer qualquer apologia ao nazismo, eu conheci "nazistas" e parente deles, e eu acho que qualquer homossexual que tentasse algo no Reich, iria para o forno. Nao vou defender as monstruosidades que o Hitler fez, e é claro, tem muita invençao naquilo tudo, mas à verdade é que eles poderiam ser tudo, menos gays...Agora esta midia que manipula tudo, é fácil forjar livros, mas eles estao tomando do própio veneno com o feminismo misânddrico que os Illuminatis colocaram no mundo....feminismo é a cria do sionismo dos Sabios de SIAO, nao confundir o povo de Deus com estes filhos das trevas que aplicam o Talmud e o Manifesto Scum nos homens "gentios" com o mais alto grau de perversidade...
Gostaria de falar contigo pelo skype, eu quero com toda a sinceridade ajudar o seu trabalho de alguma forma, me adiciona: eng.emerson.eduardo.rodrigues

Julio Severo disse...

Na verdade, Emerson, o governo nazista se aparentava "pró-família", para enganar. Ele se aparentava "cristão", para enganar. E também se aparentava "não homossexual", igualmente para enganar.

Esse Protocolo dos Sábios de Sião era um livro usado pelos nazistas. Não dou a mínima importância para o que os nazistas achavam importante.

Developed for IT and Telecom Engineers disse...

Tudo bem Júlio, eu concordo e te apoio incondicionalmente em tudo aquilo que você fala. Inclusive eu reproduzo os seus textos no meu facebook pessoal.
A verdade meu caro, é que o senhor foi injusto e nao pesquisou à fundo o ideal nazista, que era anti cristao também. Mas nao sejamos injustos, eles queriam extirpar o homossexualismo do seio alemao, e como os ingleses adoram uma pederastia e nao é de hoje, eles incitaram a guerra contra a Alemanha, e hoje estamos ai, com toda esta degradaçao moral por causa de quem?? Nao é do Hitler nao. Ele era anti cristao,mas foi tao mais injustiçado quanto o senhor. Nao vou defender o que é injusto, leia este blog, é profundamente revelador, inclusive para o senhor aumentar a riqueza das suas informaçoes. No mais, lhe desejo que tenha sabedoria para fugir dos ataques das feministas, gayzistas e toda a escória. Quem é contra o homossexualismo, feminismo misândrico ( veja o exemplo de um fenomeno que esta destruindo os homens, os CUCKOLDS ) tem o meu total apoio. Hitler só perdeu a guerra porque ele nao estava aliado a Cristo. Holoconto? Alguém acredita nisto????

Julio Severo disse...

Cara, não escreva sobre o que você não sabe. Hitler e a cúpula nazista eram homossexuais. Veja este livro em português: http://www.objetiva.com.br/livro_ficha.php?id=590

Há também o livro Pink Swastika, do meu amigo Scott Lively.

Hitler era pagão, bruxo e gay.