29 de janeiro de 2007

Governo Lula tenta tornar o sexo homossexual um direito humano desde a América do Sul até a América do Norte

Governo Lula tenta tornar o sexo homossexual um direito humano desde a América do Sul até a América do Norte

Gudrun Schultz

WASHINGTON, D.C., Estados Unidos (LifeSiteNews.com) — Uma proposta do governo Lula que torna a orientação sexual um “direito inalienável” com plena proteção de direitos humanos está sob consideração na Organização dos Estados Americanos (OEA), denunciou recentemente Focus on the Family, do Dr. James Dobson.

O documento especificamente identifica a orientação sexual e “identidade de gênero”, inclusive escolhas de identidade bissexual e transgênero, como direitos humanos.

“O documento diante da OEA menciona orientação sexual 15 vezes”, disse Thomas Jacobson, representante de Focus on the Family na ONU. “Além disso, o documento contém termos como ‘crimes de ódio’ e linguagem camuflada favorecendo o aborto”.

“O recado dessa proposta é que alguém pode praticar qualquer espécie de conduta sexual que seja consensual com qualquer outra pessoa”, disse Jacobson, “sem nenhuma referência a casamento, sem nenhuma referência à responsabilidade com os filhos que resultarem dessa união e sem limite algum nos tipos de conduta”.

O governo Lula apresentou a proposta para a OEA depois que seus embaixadores não tiveram sucesso com sua resolução semelhante na ONU em 2003, 2004 e 2005. A OEA inclui 34 países do Norte, Centro e Sul do continente americano, inclusive o Canadá, EUA e México.

“Quando os embaixadores do Brasil prepararam a resolução, eles disseram que queriam proteger direitos humanos que não estavam sendo protegidos em outros documentos — eles queriam proteger novos direitos — e especificamente mencionaram a orientação sexual”, disse Jacobson. “Orientação sexual é uma palavra código para proteger os direitos homossexuais, mas não se limita aos direitos homossexuais”.

“Nos últimos três anos, a ONU passou a considerar a orientação sexual como significando gays e lésbicas — mas também bissexuais e transgêneros. Inventaram também o termo ‘identidade de gênero’. O governo brasileiro, em seus esforços de promover o reconhecimento internacional de ‘direitos’ homossexuais, vem sofrendo influência pesada da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos”.

Yuri Mantilla, diretor de assuntos governamentais internacionais de Focus on the Family, relata que a campanha pró-homossexualismo é muito mais profunda do que parece: “O que está acontecendo aí é um confronto de cosmovisões, um confronto de idéias e um confronto de ideologias”.

Mantilla disse que o debate acerca do homossexualismo ilustra o conflito crescente entre as nações secularistas, relativistas morais, onde a orientação sexual e o aborto são classificados como direitos humanos, e as nações que sustentam “uma perspectiva bem clara e correta da lei natural acerca de direitos humanos”.

“Esperamos que [a resolução do Brasil] não prevaleça”, disse Mantilla. “Esperemos que as nações da América Latina e os Estados Unidos compreendam que essa resolução é uma opinião extremista da realidade e que esse tipo de linguagem não deveria estar num tratado internacional — e não deveria ser aprovado, do jeito que está agora”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br, www.juliosevero.com

Fonte: “Brazil-Backed Treaty Seeks to Make Homosexual Sex a ‘Human Right’ in North and South America”, LifeSiteNews.com, 12 de dezembro de 2006.

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