Governo Lula tenta tornar o sexo homossexual um direito humano desde a América do Sul até a América do Norte
Gudrun Schultz
WASHINGTON, D.C., Estados Unidos (LifeSiteNews.com) — Uma proposta do governo Lula que torna a orientação sexual um “direito inalienável” com plena proteção de direitos humanos está sob consideração na Organização dos Estados Americanos (OEA), denunciou recentemente Focus on the Family, do Dr. James Dobson.
O documento especificamente identifica a orientação sexual e “identidade de gênero”, inclusive escolhas de identidade bissexual e transgênero, como direitos humanos.
“O documento diante da OEA menciona orientação sexual
“O recado dessa proposta é que alguém pode praticar qualquer espécie de conduta sexual que seja consensual com qualquer outra pessoa”, disse Jacobson, “sem nenhuma referência a casamento, sem nenhuma referência à responsabilidade com os filhos que resultarem dessa união e sem limite algum nos tipos de conduta”.
O governo Lula apresentou a proposta para a OEA depois que seus embaixadores não tiveram sucesso com sua resolução semelhante na ONU em
“Quando os embaixadores do Brasil prepararam a resolução, eles disseram que queriam proteger direitos humanos que não estavam sendo protegidos em outros documentos — eles queriam proteger novos direitos — e especificamente mencionaram a orientação sexual”, disse Jacobson. “Orientação sexual é uma palavra código para proteger os direitos homossexuais, mas não se limita aos direitos homossexuais”.
“Nos últimos três anos, a ONU passou a considerar a orientação sexual como significando gays e lésbicas — mas também bissexuais e transgêneros. Inventaram também o termo ‘identidade de gênero’. O governo brasileiro, em seus esforços de promover o reconhecimento internacional de ‘direitos’ homossexuais, vem sofrendo influência pesada da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos”.
Yuri Mantilla, diretor de assuntos governamentais internacionais de Focus on the Family, relata que a campanha pró-homossexualismo é muito mais profunda do que parece: “O que está acontecendo aí é um confronto de cosmovisões, um confronto de idéias e um confronto de ideologias”.
Mantilla disse que o debate acerca do homossexualismo ilustra o conflito crescente entre as nações secularistas, relativistas morais, onde a orientação sexual e o aborto são classificados como direitos humanos, e as nações que sustentam “uma perspectiva bem clara e correta da lei natural acerca de direitos humanos”.
“Esperamos que [a resolução do Brasil] não prevaleça”, disse Mantilla. “Esperemos que as nações da América Latina e os Estados Unidos compreendam que essa resolução é uma opinião extremista da realidade e que esse tipo de linguagem não deveria estar num tratado internacional — e não deveria ser aprovado, do jeito que está agora”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br, www.juliosevero.com
Fonte: “Brazil-Backed Treaty Seeks to Make Homosexual Sex a ‘Human Right’ in North and South America”, LifeSiteNews.com,




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