29 de novembro de 2006

Lei que proíbe a “homofobia”: Câmara dos Deputados aprovou lei que torna crime todo e qualquer ato contrário ao homossexualismo

Lei que proíbe a “homofobia”: Câmara dos Deputados aprovou lei que torna crime todo e qualquer ato contrário ao homossexualismo

Para mais informações, veja a matéria abaixo, do Estadão. Embora o artigo não mencione igrejas explicitamente, é impossível garantir que católicos e evangélicos não serão atingidos e perseguidos, pois a Bíblia, livro comum entre eles, é explicitamente contra todos os atos homossexuais.

Se o governo Lula está assim tão empenhado em eliminar a oposição ao homossexualismo, terá inevitavelmente de mirar as igrejas cristãs, pois em toda a sociedade não há nenhum outro lugar em que se condene, com base na Bíblia, tanto o homossexuaismo quanto as igrejas cristãs. Todas as leis contra a homofobia em outros lugares do mundo já estão ameaçando pastores. Nesse sentido, o comentário do Dep. Pastor Pedro Ribeiro é relevante, pois a lei contra a homofobia do governo Lula não pune as manifestações vergonhosas de obscenidade homossexual, mas pune exclusivamente quem se sente chocado com essas obscenidades. Assim, pode-se também dizer que a

Câmara dos Deputados aprovou lei que torna crime a condenação da Biblia ao homossexualismo

Vejamos o artigo original, do Estadão.

Câmara aprova lei que incrimina preconceito contra gays

O projeto, que tramitava na Câmara desde 2001, prevê prisão de até cinco anos

Denise Madueño

BRASÍLIA ― A Câmara aprovou nesta quinta-feira o projeto de lei que torna crime a discriminação ou o preconceito de pessoas por sexo, gênero, orientação sexual e identidade de gênero ― que abrange transexuais e travestis. O projeto é considerado prioritário pelo movimento de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (GLBT) e tramitava na Câmara desde 2001.

Pelo projeto, quem praticar atos de discriminação poderá ser punido com até cinco anos de prisão.

Pela proposta, quem “impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público” em virtude dessas características, poderá ser punido com dois a cinco anos de prisão. O projeto modifica leis que já proibiam a discriminação por raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, incluindo a discriminação por orientação sexual, gênero, sexo e identidade de gênero como crime e determinando as mesmas penas. Além da lei contra o racismo (lei 7.716), o projeto também modifica o Código Penal e a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

“O Brasil deu um grande passo. Outros países já adotam legislação parecida”, comemorou a deputada Iara Bernardi (PT-SP), autora do projeto. “Com o projeto, eles (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) têm um aparato legal para se defender”, completou a deputada. O projeto ainda precisa ser votado pelo Senado para depois ir à sanção do presidente da República antes de se tornar lei.

Pelo projeto, é crime impedir, recusar ou proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, que seja aberto ao público, de pessoas por sua orientação sexual. Também passa a ser crime a discriminação na hospedagem em hotéis, pensões ou motéis; no sistema de seleção educacional; no recrutamento ou promoção funcional ou profissional e no aluguel e compra de imóveis. As penas, para quem cometer o crime, vão de um a cinco anos de prisão.

O projeto foi aprovado em votação simbólica, quando não há registro dos votos dos deputados no painel eletrônico, e causou protesto do deputado Pastor Pedro Ribeiro (PMDB-CE). Representante da Assembléia de Deus, o deputado não percebeu quando o projeto foi votado. “O Inocêncio (deputado Inocêncio Oliveira, vice-presidente da Câmara, que presidia a sessão) anunciou a votação em sussurro e quando fomos despertar já era tarde”, afirmou. “O projeto torna crime não a ação que choca a sociedade, mas sim a ação de quem se sente chocado. As pessoas podem optar pelo que quiserem sem sofrer sanções, mas quem é contra não pode contestar ou protestar”, criticou o deputado.

Fonte: Estadão

26 de novembro de 2006

Avança o imperialismo homossexual no Brasil

Avança o imperialismo homossexual no Brasil

Julio Severo

“Abaixo o imperialismo americano!” gritam os esquerdistas do Brasil. De acordo com a filosofia esquerdista que hoje domina boa parte do Brasil, os valores e produtos vindos dos Estados Unidos devem ser rejeitado. Eles alegam que “os brasileiros precisam aprender a valorizar o que é do próprio Brasil”.

Se os brasileiros de fato começarem a valorizar o que é do Brasil, a esquerda se extinguirá, pois as idéias socialistas, marxistas, comunistas, esquerdistas e progressistas não são do Brasil. São da Europa, em grande parte, e também dos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo em que supostamente atacam o “imperialismo cultural” americano, os esquerdistas do Brasil o promovem sob diversos aspectos.

O imperialismo americano no Brasil é forte e se revela, entre outras questões politicamente corretas, na introdução pioneira de leis de ação afirmativa em favor dos negros. Essas leis e idéias são cópia fiel do que criaram há várias décadas políticos americanos de tendência socialista. Os políticos e líderes esquerdistas do Brasil estão por trás de todos os projetos de ação afirmativa, efetivamente impondo no Brasil o imperialismo cultural americano.

De maneira bastante semelhante, praticamente, todas as medidas sociais, legais e políticas em favor do homossexualismo são cópias exatas de tudo o que já vem sendo feito há anos nos EUA.

O lado podre dos Estados Unidos impõe o aborto, o homossexualismo e as ações afirmativas, que privilegiam uma raça contra outra. É desse lado que os esquerdistas do Brasil gostam. É esse lado que eles promovem com tanto empenho. Portanto, ninguém tem maior interesse, vontade e força de impor o imperialismo cultural americano sobre os brasileiros do que os políticos e líderes de esquerda.

O lado podre dos Estados Unidos está muito bem representado no Brasil. Assim como nos EUA, no Brasil os adeptos da podridão americana vêem o aborto e o homossexualismo como direitos humanos.

Muito longe, então, de ser novidade, tudo o que o governo Lula vem fazendo em favor do aborto e do homossexualismo apenas revela seu amor à podridão americana.

Copiando o radicalismo podre dos esquerdistas dos EUA, o governo Lula lançou o programa Brasil Sem Homofobia. Recentemente, o governo decidiu investir mais 4 milhões de reais nesse programa.

Copiando o radicalismo podre dos esquerdistas dos EUA, o governo Lula deu, em novembro de 2006, 70 mil reais para o Movimento Gay de Minas. E há muitos outros grupos homossexuais recebendo dinheiro e privilégios do governo federal.

Copiando o radicalismo podre dos esquerdistas dos EUA, a Câmara dos Deputados em Brasília aprovou lei que torna crime de homofobia toda oposição ao homossexualismo.

Meu amigo Zenóbio lamentou, com tristeza, a aprovação dessa lei, do Projeto de Lei nº 5003/2001, que torna crime qualquer manifestação contrária em razão da “orientação sexual” e “identidade de genero”. Para ele, os ativistas pró-homossexualismo de todo Brasil conseguiram em uma primeira fase tornar crime qualquer tentativa de mostrar que o caminho da homossexualidade não é correto segundo os preceitos bíblicos. Zenóbio diz:

A pena prevista nesta lei é de 2 a 5 anos de prisão, sendo crime inafiancável.

Não se esta falando de ter conduta discriminatória em razão de pessoas, mas sim de comportamento, de prática de vida. Nós devemos amar a todos independente da situação. Entretanto, Jesus nos ensina o caminho da santificação e dos valores corretos a serem seguidos….

Queridos irmãos, hoje, infelizmente, passa a ser um marco histórico negativo contra a liberdade de pregação da Palavra de Deus no Brasil, pois a Palavra de Deus nos exorta a conhecer a verdade e ela nos libertará. Essa lei tenta calar a boca do pregador que ensina os valores imutáveis da Palavra de Deus.

É preciso orar mais, muito mais, pois estamos passando por um processo de “ditadura legislativa” onde as leis estão sendo usados contra a liberdade [dos cristãos].

O imperialismo americano chega até o Brasil devidamente camuflado no imperialismo homossexual, feminista, abortista, etc. Os esquerdistas do Brasil pretendem ainda fazer muito mais para implantar o imperialismo cultural americano no Brasil.

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Leia também:

Brasil Sem Homofobia: o que o governo Lula está fazendo para impor o homossexualismo no Brasil

O uso e abuso gay da palavra preconceito

17 de novembro de 2006

Rick Warren provoca polêmica, de novo

Rick Warren provoca polêmica, de novo

Julio Severo

Jesus era muitas vezes polêmico, pelos padrões religiosos de sua época, pelo simples fato de que ele acolhia os pecadores, a fim de salvá-los. Além disso, os pecados deles eram sempre expostos, no processo de convicção que ocorre quando alguém se aproxima de Jesus. Por isso, quando mesmo homens importantes chegavam às reuniões de Jesus, eles não eram adulados com oportunidades para se dirigir às multidões alcançadas por Jesus. As multidões de Jesus eram só para Jesus e seu ministério de libertação. Políticos sem salvação ou santidade tinham de fazer o que toda a multidão fazia: sentar-se aos pés do Mestre e ouvir, a fim de aprender.

Entretanto, a polêmica que ronda hoje muitas igrejas é diferente da polêmica em torno do ministério de Jesus. As multidões de nossos dias que se reúnem nas igrejas são exploradas por pastores que as colocam não aos pés de Jesus, mas aos pés dos ímpios. Nas últimas eleições municipais, numa reunião de líderes da Igreja Renascer, Marta Suplicy, defensora declarada do aborto e do homossexualismo, teve oportunidade de falar do púlpito. Talvez essa seja uma fraqueza das megaigrejas e superapóstolos: envolver-se, principalmente em questões políticas e eleitorais, em polêmicas que favorecem a glória dos ímpios, não a glória de Deus.

É polêmico (e politicamente incorreto) hoje dizer que a Bíblia condena o homossexualismo e oferece esperança para os homossexuais que se entregam a Jesus. Mas esse tipo de polêmica as megaigrejas e superapóstolos e superbispos evitam com vigilância máxima.

Recentemente, Rick Warren, autor do livro “Uma Vida Com Propósitos”, envolveu-se em pelo menos duas grandes polêmicas. Ele viajou a Síria e louvou esse país como se fosse uma nação onde há paz e onde cristãos e muçulmanos convivem pacificamente. Warren simplesmente preferiu se manter em silêncio quanto ao papel da Síria no patrocínio do terrorismo sistemático contra Israel e a antiga interferência síria no Líbano, fortalecendo e equipando os muçulmanos radicais contra os cristãos e contra Israel.

Com sua igreja de mais de 30 mil membros, Warren sente que o púlpito não pertence somente a ele… Pastores verdadeiramente consagrados sabem que o púlpito não pertence a eles. Pertence exclusivamente a Jesus, e só homens com compromisso sério com Jesus podem ocupá-lo. Mas não é exatamente dessa forma que Warren pensa. Para comprovar que é diferente, Warren convidou o senador Barack Obama para falar do púlpito à sua enorme congregação da Igreja Saddleback na Califórnia, em 1 de dezembro de 2006.

Obama é conhecidos nos EUA por não respeitar os valores da Palavra de Deus. Quando era legislador estadual, Obama trabalhou ativamente para preservar a disponibilidade do aborto em todos os nove meses de gravidez. Há muito tempo, Obama apóia o avanço do lobby ativista homossexual em seus esforços de destruir o casamento tradicional. Ele apoiou a criação de direitos especiais para indivíduos que se engajam no homossexualismo com o único propósito de privilegiá-los nas questões de moradia, emprego, etc. Ele vem patrocinando de modo firme leis antipreconceito que acabarão amordaçando os pastores que crêem, conforme a Bíblia, que a conduta homossexual é errada.

Quando uma enfermeira conscienciosa chamada Jill Staneck denunciou publicamente que um hospital de Chicago deixava morrer de fome e negligência bebês que nasciam vivos de operações de aborto, o poderoso político Obama se levantou para atacar a simples enfermeira.

Assim, Obama não tem as qualidades bíblicas para ocupar o púlpito de uma igreja que glorifica o Senhor Jesus. Claro que as portas de todas as igrejas precisam estar abertas para ímpios como Obama, Marta Suplicy, Bill Clinton, Lula, etc. Mas o lugar para eles não é o púlpito, onde nada de bom eles têm para pregar. O lugar deles é o banco, para exclusivamente ouvir a mensagem libertadora do Evangelho.

Aos megaapóstolos brasileiros, que cedem o púlpito para tipos como Martas Suplicy, e aos megapastores americanos, que cedem o púlpitos para tipos como Obama, uma megaverdade da Palavra de Deus:

“Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem à escuridão. Pelo contrário, tragam todas essas coisas para a luz.” (Efésios 5:11 NTLH)

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

15 de novembro de 2006

A vitória ambígua dos democratas

A vitória ambígua dos democratas

Olavo de Carvalho, de Washington DC

O marquês de Sader diz que a esquerda é "responsável pelos melhores momentos da história da humanidade". Vou lhes dar um exemplo entre outros inumeráveis. Em 1975, os soldados americanos se retiraram do Vietnã, deixando o campo livre para os comunistas, que então promoveram a matança de três milhões de civis vietnamitas e cambojanos, o mais hediondo episódio de genocídio da segunda metade do século XX, superando em mais de três vezes o total de mortos da guerra. O resultado era mais que previsível, mas os amorosos pacifistas que se esforçaram para torná-lo realidade jamais foram cobrados na grande mídia pelo crime imensurável que ajudaram a praticar. Alguns, como Noam Chomsky, ainda fizeram o possível para ocultá-lo, e por isso são honrados até hoje como exemplos de honestidade intelectual.

Outro belo momento, que poderá levar o marquês ao êxtase, anuncia-se para breve no Iraque, caso os radicais de esquerda do Partido Democrata americano, embriagados pela vitória fácil na Câmara e no Senado, se deixem levar pelo entusiasmo pacifista de John Murtha, Nancy Pelosi e outros que tais.

É difícil que isso chegue a acontecer, pois, quando tiveram a chance de levar à prática a proposta de retirada imediata que advogavam da boca para fora, os democratas recuaram mais que depressa. Eles sabem perfeitamente que o Irã, atualmente já o maior fornecedor de recrutas para o terrorismo iraquiano, está pronto para ocupar o território do país vizinho ou pelo menos para realizar ali uma matança sem precedentes tão logo veja os soldados americanos pelas costas. E uma coisa é falar mal do governo, outra é compartilhar das responsabilidades de governo. Uma dessas responsabilidades, que George W. Bush agora se sente aliviado de poder dividir com seus críticos mais ferozes, é a de decidir o que fazer com Kim Il-Jung. Mais provável e mais iminente do que uma retirada do Iraque é um ataque à Coréia do Norte. Neste momento, os EUA estão reforçando suas tropas na Ásia e dando os retoques finais ao plano de bombardear com mísseis Tomahawk as instalações coreanas de processamento de plutônio em Yongbyon. Há outras opções militares menos devastadoras, mas alguma delas terá de ser levada à prática em breve, a não ser na hipótese de que Kim volte atrás nos seus planos já anunciados de atacar os EUA. Entre os democratas, alguns esperam ou dizem esperar que ele seja induzido a isso pelas pressões da Coréia do Sul e sobretudo da China. Mas aí a coisa se complica espetacularmente, porque, segundo o relatório em preparo pela U.S.-China Economic Security Review Commission (Comissão de Revisão da Segurança EUA-China), cuja versão oficial deverá ser divulgada ainda este mês, a China, ao mesmo tempo que fingia apoio aos EUA, ajudava secretamente o programa norte-coreano de armas nucleares. O relatório baseia-se em informações de testemunhas diretas. Partes do documento foram passadas ao jornalista Bill Gertz por assessores parlamentares, de modo que ninguém no Congresso pode verossimilmente alegar completa ignorância a respeito. No tempo em que os democratas eram apenas oposição, informações como essa os ajudavam a espremer o pobre George W. Bush na parede, obrigando-o a escolher entre o risco de ignorar a ameaça e o de tomar sozinho uma decisão impopular. Agora, quem está na parede são eles.

Esse é só um dos motivos por que, nos círculos conservadores, ninguém está lamentando muito a derrota republicana. É verdade que os jornalistas brasileiros nem falam disso. Apanhar de petistas enragés não há de tê-los tornado mais inteligentes, nem extinguido em seus corações as afeições esquerdistas que já se tornaram a sua segunda natureza. A esta altura, eles estão comemorando a dupla vitória democrata nos EUA como se fosse o começo do fim da “direita religiosa”, se não do abominável Império americano inteiro.

Mas, se é verdade que o povo americano está mesmo cansado da guerra no Iraque, nunca a política internacional, sozinha, decidiu uma eleição nos EUA. Ninguém duvida de que o Partido Republicano pagou pelos pecados de George W. Bush, mas a rejeição nacional ao presidente tem muito menos a ver com a guerra do que com as atitudes dele com relação a gastos públicos, imigração e legislação eleitoral – e, nessas três áreas, ele não errou contra os democratas, e sim com o apoio entusiástico deles. Deles e dos chamados Rinos ( republicans in name only , “republicanos só no nome”), como John McCain e Lincoln Chafee.

O exemplo mais notório foi a lei de imigração. Enquanto o país inteiro clamava por medidas drásticas contra a imigração ilegal, o presidente tramava com os rinos e os democratas um plano ridículo que não só anistiava os invasores mas lhes dava mais direitos do que os imigrantes legais jamais tiveram. A proposta despertou tanta revolta que os republicanos conservadores na Câmara dos Deputados frustraram o esquema, trabalhando contra seu próprio presidente e suprimindo da lei contra a imigração ilegal o dispositivo de anistia. Isso foi em dezembro. Então já havia conservadores chamando Bush abertamente de “traidor”.

Bush complicou muito sua própria situação quando deu apoio a uma nova legislação eleitoral que limitava severamente a ação das ONGs não-partidárias. Ora, essas ONGs como por exemplo a National Rifle Association, a American Family Foundation e sobretudo os think tanks como a Heritage Foundation ou a Claremont Foundation, são a principal força do movimento conservador americano. É claro que os democratas, que nunca conseguiram montar um think tank que funcionasse, adoraram a nova regra e os conservadores viram nela uma traição explícita de Bush à causa que professou defender.

Mais motivo ainda para revolta o presidente deu quando violou ao mesmo tempo duas leis sagradas do conservadorismo, gastando um dinheirão do governo para aumentar a interferência estatal na educação infantil, com a ajuda, é claro, dos democratas. A repugnância dos conservadores ao excesso nos gastos públicos é tradicional, mas sua resistência à educação estatal, que era apenas moderada, se transformou em ódio ostensivo quando ficou claro que as escolas americanas estavam se tornando centros de doutrinação politicamente correta orientados... pela ONU.

O pior de tudo foi a súbita revelação dos planos secretos do Council on Foreign Relations para dissolver as fronteiras entre os EUA, o Canadá e o México, praticamente eliminando a nação americana como unidade política independente. A idéia já era antiga, mas quando alguém levantou a lebre e um cidadão apelou ao FOIA (Freedom of Information Act), obrigando o governo a divulgar os documentos sobre o assunto, o que se descobriu foi que Bush já estava formalmente comprometido com os governos do Canadá e do México a realizar o plano. O Partido Republicano, onde há tantos membros do CFR quando no Democrata, não podia nem aprovar uma coisa dessas nem romper abertamente com o presidente. Confuso e indeciso, optou por fazer-se de morto, o que era o mesmo que pedir aos eleitores que o sepultassem.

Mas é claro que nem toda a justa irritação dos conservadores contra Bush poderia transformá-los em esquerdistas. O que eles fizeram foi o que havia de mais inteligente a fazer: escolheram os mais conservadores entre os candidatos democratas, e votaram neles. Deste modo, o sucesso do Partido Democrata não foi nem uma vitória da esquerda nem uma derrota do conservadorismo. Foi uma derrota de um presidente ambiguamente “tucano” e de seus aliados rinos.

Entre os republicanos, o comentário geral é que o partido tem de abandonar o bushismo e voltar à boa e velha linha conservadora de Goldwater e Reagan, que Bush, por momentos, fingiu representar.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/noticias_online/705083.htm

13 de novembro de 2006

Acadêmicos alemães lançam a “Bíblia politicamente correta”

Acadêmicos alemães lançam a “Bíblia politicamente correta”

9 de novembro de 2006 (CNA/CWNews.com) — Um grupo de 52 “especialistas” bíblicos lançou uma nova versão da Bíblia em que uma linguagem inclusiva e o “politicamente correto” substituíram alguns ensinos “divisivos” do Cristianismo a fim de apresentar uma “linguagem mais justa” para grupos tais como feministas e homossexuais.

De acordo com a agência noticiosa AFP, a nova versão das Escrituras Sagradas foi apresentada numa feira de livros em Frankfurt. Intitulada A Bíblia numa Linguagem Mais Justa, a tradução mostra Jesus não mais se referindo a Deus como “Pai”, mas como “nossa Mãe e Pai que estão no céu”. De forma semelhante, Jesus não mais é mencionado como o “Filho”, mas em vez disso como “filho” de Deus. O título “Senhor” vem substituído por “Deus” ou “o Eterno”. O diabo, porém, ainda é mencionado com pronomes masculinos. “Uma das grandes idéias da Bíblia é a justiça. Fizemos uma tradução que faz justiça às mulheres, aos judeus, e aos que são negligenciados”, disse o Pastor Hanne Koehler, que dirigiu a equipe de tradutores.

Em dezembro de 2005, Matin Dreyer, pastor e fundador da seita “Jesus Freaks” [Loucos de Jesus], publicou a Volksbibel (a Bíblia do Povo), numa suposta tentativa de tornar a mensagem do Cristianismo mais “acessível”. Jesus “volta”, em vez de ressuscitar, e multiplica “hambúrgueres”, em vez de pães e peixes. Na parábola do filho pródigo, o filho mais novo desperdiça sua herança em danceterias e acaba “limpando banheiros do McDonald’s”.

Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.cwnews.com/news/viewstory.cfm?recnum=47556

11 de novembro de 2006

A Anatomia de uma Queda

A Anatomia de uma Queda

Augustus Nicodemus

Pois é, mais um escândalo na nossa conta. Caiu o Ted Haggard, famoso pastor pentecostal nos Estados Unidos um dos vinte e cinco evangélicos mais conhecidos e influentes daquele país, segundo a revista Time, apontado como sucessor de Billy Graham. Haggard foi demitido de sua igreja e despojado do pastorado, depois que um prostituto gay denunciou que por três anos foi cliente de Haggard. Após uma negação inicial, veio a confissão. Haggard caiu, e com ele cairam algumas coisas.

1) Caiu a confiabilidade dos megaministérios. Como disse Montaigne, "Não importa a altura do trono, o rei ainda senta-se no seu traseiro." Algo anda errado no evangelicalismo mundial das últimas décadas. Jim Baker, Jimmy Swaggart, entre outros, e agora Ted Haggard, todos com perfis similares: megastars, pastores de megaigrejas, em cujas paredes seus retratos se dependuravam em profusão, líderes de cruzadas morais, estrelas de programas evangélicos de televisão. Só me lembro de Provérbios: "a soberba precede a queda". Não estou dizendo que todo megapastor é soberbo e sim que eles se
tornam vulneráveis com maior facilidade.

2) Caiu a certeza de que ser gay é realmente uma escolha moral. Gays em todo mundo se regozijaram com a queda de Haggard e se fortaleceram na confiança de que ser gay é genético. Agora ficou ainda mais fácil acreditar que quem é, é mesmo, não tem como lutar contra, ainda que passe a vida numa cruzada heterossexual contra os gays, como Tedd Haggard.

3) Caiu o último escrúpulo daqueles que só estavam esperando um sinal das circunstâncias para cruzar a linha final. "Se Haggard, sendo pastor famoso, viveu vida dupla durante muitos anos, por que eu não posso fazer a mesma coisa?" Só Deus sabe quantos não foram encorajados a cair também com Haggard.

4) Caíram um pouco mais as chances de que faremos parte daqueles poucos que terminam seus ministérios honrados, incólumes e de ficha limpa, ao mesmo tempo em que aumentou a desconfiança de que podem haver muitos mais como Ted Haggard, totalmente envolvidos com o ministério cristão, líderes espirituais, pastores de igrejas e ao mesmo tempo vivendo uma vida dupla. Nos Estados Unidos e no Brasil.

5) Caiu um pouco mais a sensação de vergonha e de culpa (quando existente) de ex-líderes evangélicos, que caíram antes e foram disciplinados, despojados e ostracizados pelo público evangélico que antes os idolatrava. "Ah, mais um. Não fui o único. Outros também caem. Quantos mais caírem, menos me sentirei culpado e discriminado. Queria ver agora a cara dos fariseus que me condenaram".

6) Caiu o nosso semblante diante dos gritos de alegria, escárnio, zombaria e malícia dos inimigos de Deus e da Igreja. Leia os comentários dos ímpios nos sites que publicaram a notícia da queda de Haggard. Em alguns, recomendam que Haggard se suicide. Outros, rejubilam-se com sua queda e com a "prova" de que a religião nada mais é que repressão. Outros, blasfemam contra Deus e contra Cristo. Meu coração se aperta e oro "não sejam envergonhados por minha causa os que esperam em ti, ó Deus de Israel" (Salmo 69.6).

Contudo, ao mesmo tempo em que essas coisas caíram com Ted Haggard, outras subiram.


1) Subiu o conceito bíblico da responsabilidade de darmos contas de nosso pastorado. Embora Haggard fosse um megapastor de uma igreja de cerca de 10 mil pessoas, estava debaixo da autoridade de um grupo de quatro outros pastores, que foram os que o demitiram e disciplinaram. Isso fez bem para ele. E faria muito bem a líderes evangélicos que fundaram suas próprias igrejas e denominações, que são seus próprios patrões e não respondem a ninguém pelo uso do dinheiro dos fiéis, sua vida pessoal e sua conduta como líder. Somente quando vira caso de polícia e de justiça é que eles são
chamados a responder por seus atos.

2) Subiu o nível de alerta entre os pastores que realmente temem a Deus. "Aquele que está em pé, veja que não caia" (1Co 10.13). Espero que tenha aumentado a convicção de que o pecado penetrou e corrompeu mais profundamente a alma humana do que até mesmo a nossa doutrina da depravação total reconhece. "Em mim não habita bem algum" (Romanos 7).

3) Subiu a consciência da seriedade da luta que travamos diariamente contra o pecado. Eu acredito na confissão que Haggard fez. Acredito no que ele disse, que lutou a vida toda contra a impureza, a tentação, a luxúria, a lascívia, e que ganhou algumas vezes e perdeu outras. Ao contrário de outros líderes evangélicos
inclusive no Brasil que ao serem apanhados nunca realmente confessaram nem assumiram sua inteira culpa, Haggard fez isso. Acredito no que ele disse: que todas as coisas erradas que ele fez são contrárias ao que ele (ainda) acredita e pregou sua vida toda. Acredito que uma pessoa pode passar a vida inteira numa luta encarniçada contra hábitos pecaminosos e finalmente cair vencida no campo de batalha, após perder a sua lucidez, seu bom-senso e a própria razão. Pode acontecer na verdade, está acontecendo hoje, agora com muitos pastores e líderes, uma guerra secreta contra o pecado que eles aborrecem. O nível de alerta subiu. O caso Haggard mostra onde tudo pode terminar. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/

Entendendo (um pouco) o escândalo de Ted Haggard

Entendendo (um pouco) o escândalo de Ted Haggard

Lee Grady

Nunca é fácil analisar o motivo por que um líder cristão caiu em pecado. Será que algo poderia ter evitado essa tragédia recente?

A maioria das pessoas nunca tinha ouvido falar de Ted Haggard quando me sentei com ele numa lanchonete na cidade de Colorado Springs em 1993 para conduzir uma de suas primeiras entrevistas com os meios de comunicação cristãos. Ele conversou sobre suas muitas noites de oração na área desértica Jardins dos Deuses perto do Pico Pikes. Ele contou como bruxas de Manitou Springs tinham deixado restos de animais na entrada de sua casa. Ele disse como “caminhou em oração“ por uma propriedade perto de sua igreja e a reivindicou para Deus — e como foi mais tarde comprada para ser a sede de Focus on the Family.

Quando escrevi essa matéria de capa sobre Ted para a revista Charisma ganhei um amigo íntimo, e até considerei a possibilidade de ir trabalhar para ele. Sua personalidade sociável, seu compromisso estimulante com o trabalho de equipe em vez de querer “ser o centro do show”, sua paixão pela oração e pelo evangelismo e seu enorme coração para ajudar a próxima geração me fez querer me mudar da Flórida para a região das Montanhas Rochosas.

Quase me tornei fã fanático de Ted Haggard. E quem não quereria segui-lo? Ele é imensamente divertido, calmamente franco acerca de suas lutas pessoais e desejoso de conectar líderes na igreja que não se vêem olho no olho. Ele se tornou um modelo para se imitar e um exemplo.

Não fiquei surpreso quando a Igreja Nova Vida de Ted começou a experimentar crescimento explosivo. Com esse crescimento, veio mais e mais exposição aos meios de comunicação — e logo Ted era o representante perfeito do movimento evangélico dos Estados Unidos. Seu sorriso de garoto aparecia na capa de todas as revistas importantes do país, e ele muitas vezes era requisitado para dar respostas cristãs necessárias nos noticiários. A maioria de nós ficou aliviada que alguém com tal estilo não religioso e refrescantemente honesto poderia ser nosso porta-voz.

Mas todos nós respiramos com dificuldade na semana passada quando Ted confessou que ele esteve envolvido com um prostituto em Denver. Tudo parecia como um sonho ruim quando ele saiu de licença de sua posição como pastor de sua igreja e demitiu-se de seu posto na Associação Nacional de Evangélicos. Para mim, a realidade só atingiu com força total quando ele contou para sua igreja: “Sou mentiroso e enganador”.

Assim à toa, outro líder havia caído.

Ironicamente, foi Ted quem me deu esperança de que os líderes evangélicos americanos poderiam ser tornar relevantes para sua cultura e acessíveis aos meios de comunicação. Ted também me ensinou lições valiosas acerca de integridade e prestação pessoal de contas. É por isso que foi tão devastador que esse homem tivesse tal fracasso moral humilhante diante de uma audiência hostil.

Não dá para entender o pecado. Por isso, provavelmente nunca entenderemos o motivo por que essas tragédias ocorrem. Mas fiz um resumo final de três coisas que precisamos nos lembrar ao avaliar essa situação:

1. Ted merece nosso apoio de longo prazo. Os líderes da Igreja da Nova Vida já removeram Ted de seu papel pastoral — uma medida que ele e sua esposa, Gayle, apoiaram completamente. A disciplina bíblica adequada foi aplicada, com rapidez e dignidade. O que a família Haggard precisa agora é de nossas orações por sua plena recuperação.

2. Precisamos nos guardar da armadilha do orgulho. Nós americanos amamos nossas personalidades famosas. Nós as criamos, e então ficamos observando-as se implodirem. Não estou culpando ninguém pelos pecados de Ted, mas acho que há algo doente acerca do jeito que criamos ídolos imponentes, até mesmo na igreja.

O Ted Haggard que conheci em 1993 era um homem de oração que não se importava se alguém reparasse no trabalho que ele estava fazendo em Colorado Springs. Mas depois de passados 10 anos, ele se achou em algumas situações bem precipitadas, inclusive reuniões na Casa Branca e entrevistas regulares com o New York Times. Será que conseguiríamos permanecer humildes com esses tipos de oportunidades?

Depois que o televangelista Jim Bakker caiu em adultério e foi para a cadeia por crimes financeiros, ele admitiu que seu grande erro foi o orgulho. O orgulho é geralmente a raiz da maioria dos fracassos morais. Quando caímos no orgulho, a graça para resistir à tentação vai diminuindo.

3. Temos de lidar diretamente com o desafio do homossexualismo. Logo que se noticiou o pecado de Ted Haggard na semana passada, os ativistas gays ficaram se gabando em cima da hipocrisia aparente dos cristãos que se opõem ao homossexualismo por um lado e nele se envolvem em segredo por outro. Os ativistas homossexuais querem que mudemos nossa mensagem. Eles querem que confessemos que algumas pessoas simplesmente nascem gays e têm o direito de gozar o sexo gay com a aprovação de Deus.

Não podemos reescrever a Bíblia, mas temos de oferecer para nossa sociedade mais do que condenação piedosa ao homossexualismo. Só a graça de Jesus pode revelar para as pessoas a necessidade de pureza — e lhes dar o poder de quebrar a prisão do pecado. Embora Ted Haggard caísse da graça, ele colocou sua vida nas mãos dAquele que pode consertar o que está destruído nele. Espera-se que seu eventual testemunho de restauração ajudará muitos outros a fazer o mesmo.


J. Lee Grady é editor da revista Charisma.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: Charisma Online: Making (Some) Sense of the Ted Haggard Scandal, 8 de novembro de 2006.

8 de novembro de 2006

Depressão: A origem do desejo de morrer

DEPRESSÃO: A ORIGEM DO DESEJO DE MORRER

Julio Severo

Emil Brunner disse: “O que o oxigênio é para os pulmões, a esperança é para o sentido da vida”.[1] A falta de esperança ou sentido na vida quase sempre acaba levando à depressão. Esse problema sério atinge até mesmo jovens que não têm deficiência física.

O maior causador da depressão em muitos casos é o sentimento de solidão. Esse sentimento pode estar presente de diferentes maneiras em pessoas de todas as idades. Nenhuma criança ou adulto é imune a seus ataques.

Pesquisas revelam que a solidão é o maior problema que os adolescentes de hoje enfrentam. Em seu livro Lonely, But Never Alone (Solitário, Mas Nunca Sozinho), Nicky Cruz concluiu:

Embora alguns suicídios sejam provocados por drogas, a maioria dos suicídios e tentativas de suicídio tem como origem a infelicidade, o medo ou a solidão. Os que recorrem ao suicídio sentem-se sós no mundo.[2]

O especialista em ética Paul Ramsey diz: “Se o ferrão da morte é o pecado, o ferrão de quem está morrendo é a solidão. O abandono sufoca mais do que a própria morte, e dá mais medo”.[3] As mudanças nas atuais estruturas sociais estão deixando as pessoas mais vulneráveis à solidão.

Há um século, a maioria absoluta dos lares era normalmente composta de muitas crianças e jovens, e os avós. Havia muita companhia. O centro da vida espiritual e social era o lar.

Como não havia ainda o moderno sistema de previdência social, os idosos eram sustentados pelos filhos e conviviam com os netos. As crianças nasciam na própria casa, e os amigos e os parentes ficavam ao redor da mãe grávida.

O lar era o lugar em que os parentes deficientes recebiam carinho e assistência material e espiritual. O lar também era o lugar em que os parentes doentes ou idosos morriam no aconchego da família, não no ambiente frio e indiferente dos agitados hospitais. Por causa dessa união familiar, a grande maioria das pessoas não estava aberta a aceitar o suicídio como solução para o sofrimento. A força da família prevalecia contra as más idéias e influências.

Em seu livro When Is Right To Die? (Quando é Certo Morrer?), Joni Eareckson Tada, que ficou paralítica do pescoço para baixo por causa de um grave acidente, diz:

Jamais foi a intenção do nosso Criador que carregássemos sozinhos uma carga de sofrimento. Esse é o propósito de as pessoas viverem espiritualmente unidas — Deus deliberadamente planejou as pessoas para precisarem umas das outras. Se queremos que nossas necessidades mais íntimas sejam supridas, temos de nos unir com pessoas de esperança e fé.[4]

Joni reconhece que temos necessidade de companhia de pessoas de fé e esperança. No passado recente, a maior parte dos lares cristãos supria bem tal necessidade e era um lugar onde crianças, jovens, adultos e idosos riam e choravam juntos, trabalhavam e brincavam juntos. Mas agora as pressões são tantas que os lares têm menos espaço para crianças e mais espaço para o materialismo. As tendências sociais estão tornando os lares um lugar tumultuado onde é difícil encontrar companhia. Essa mudança carrega dentro de si não só as sementes da desolação, mas também têm causado distanciamento entre as pessoas dentro da própria família, o que é um solo fértil para a solidão.

Considere, por exemplo, a solidão que existe na vida das famílias chinesas, onde os casais só têm autorização de ter um único filho, que passará grande parte de sua infância não no lar, mas em instituições estatais de educação. Mesmo que a criança pudesse permanecer mais em casa, não haveria ninguém para cuidar dela, pois as leis e costumes atuais chineses, seguindo fielmente as idéias socialistas, estabelecem que tanto o marido quanto a esposa têm a obrigação de sair para trabalhar fora no mercado de trabalho.

A política de planejamento familiar do governo socialista da China só permite um filho por casal, e toda gravidez extra é sentenciada a um aborto médico forçado pelas autoridades. As conseqüências futuras? A população idosa terá, de modo geral, só um filho vivo para ajudá-los. O futuro da China será dominado por multidões de idosos solitários.

Dificuldades para as famílias de hoje

Além disso, o congestionado modo de vida nos conjuntos habitacionais populares desencoraja o desenvolvimento de relacionamentos calorosos e duradouros com outras famílias no conjunto. O estilo de vida das pessoas que vivem em apartamentos também impede a formação desses relacionamentos íntimos tão essenciais para o desenvolvimento saudável de uma família que está crescendo.

Nesse tipo de estrutura social, o idoso acaba inevitavelmente sendo colocado num asilo. Os homens e as mulheres que vivem confinados em asilos são solitários porque estão separados dos amigos e familiares. Na Europa e EUA, o padrão agora é o idoso fora ou distante da família. Uma das conseqüências é que os idosos estão recorrendo às drogas. O noticiário da CNN de 14 de janeiro de 2001 revela:

Aumenta o número de idosos alcoólatras e dependentes de drogas nos EUA. Um estudo realizado pelo governo norte-americano revelou que 17 por cento das pessoas com idade acima de 60 anos nos Estados Unidos são dependentes de álcool e de drogas que exigem prescrição médica.[5]

Além da solidão, outra questão séria é que uma população idosa tende a enfrentar mais doenças crônicas e necessitar de mais assistência. As despesas com a saúde também são elevadas na velhice.

Agora que os especialistas estão acordando para a realidade de que o governo não poderá sustentar por muito tempo os idosos, seria o momento ideal de a família voltar a assumir sua responsabilidade tradicional para com os parentes dependentes. Nenhuma instituição governamental ou particular consegue se igualar à assistência de carinho e atenção que só uma família saudável pode oferecer. Mas as famílias estão diminuindo, em grande parte devido ao sucesso das práticas negativas de planejamento familiar. E em muitos casos o divórcio está destruindo os lares. A família enfrenta grandes dificuldades para desempenhar seu papel tradicional de cuidado de crianças e idosos.

Uma das dificuldades é que as famílias estão sofrendo importantes mudanças. De acordo com a tendência de hoje, as esposas jamais devem depender do marido, nem os idosos depender dos filhos adultos, nem as crianças pequenas depender dos pais. Em vez disso, os cidadãos são condicionados a depender do governo. Para as esposas, o governo dá condiçóes para trabalhar fora. Para as crianças, creches. Para os idosos, asilos. Assim, a família se torna até certo ponto descartável. Mas o governo não tem conseguido preencher as funções espirituais e emocionais que a família foi divinamente projetada para preencher, principalmente quando está unida a Deus.

Por que as pessoas querem a eutanásia

A desestabilização da família é o principal motivo do aumento dos casos de depressão nos idosos, doentes e deficientes nos países ricos. E, na maioria dos casos, a depressão é a responsável pelos desejos e atos de suicídio. É um fato bem conhecido que muitas tentativas de suicídio são uma forma que um indivíduo encontrou de expressar sua necessidade de socorro.[6]

O termo “depressão” tem dois significados relacionados. Uma pessoa saudável normal sofre mudanças de temperamento e fica deprimida às vezes, mas esse não é o tipo de depressão que os psiquiatras discutem e tratam. Diz-se que uma pessoa está deprimida quando a profundidade ou duração da depressão vai além do que as pessoas saudáveis experimentam. Os psiquiatras definem a depressão como uma desordem mental caracterizada por prolongados sentimentos de desespero e rejeição, muitas vezes acompanhados de cansaço, dores de cabeça e outros sintomas físicos.

De acordo com a CNN, a Organização Mundial de Saúde prevê depressão como segunda maior causa de morte em 20 anos. A depressão será a segunda maior causa de morte e incapacidade no mundo, principalmente nos países industrializados, até 2020, e os distúrbios mentais e neurológicos, como Alzheimer e epilepsia, que já afetam 400 milhões de pessoas, deverão aumentar nos próximos 20 anos, alertou a Organização Mundial de Saúde.[7] Assim, enquanto por motivos econômicos e demográficos alguns políticos, filósofos e médicos estarão justificando a eutanásia como solução, fatores como a depressão poderão dar aos doentes e aos idosos a disposição necessária para aceitá-la.

Os defensores da eutanásia promovem o chamado “direito de morrer” como uma forma melhor e mais aceitável de cometer suicídio. A depressão, grave doença crônica e opressão espiritual tornam o suicídio uma opção para quem se encontra doente e desgostoso com a própria existência. Mas, já que o termo suicídio parece pesado e desagradável, o direito de morrer passou a ser utilizado como uma palavra substituta, embora tenha basicamente o mesmo significado e as mesmas conseqüências.

Eutanásia, medicina e a Palavra de Deus

Contudo, quando examinamos essa questão com a ajuda do Espírito Santo e sua Palavra escrita, podemos ver bem claramente que a autoridade de dar ou tirar a vida pertence somente a Deus. A autoridade dele também abrange os doentes, os deficientes, os recém-nascidos com graves problemas de saúde, etc. (cf. Êxodo 4.11).

Não só a Bíblia, mas também os homens mais íntegros da medicina sempre reconheceram que não compete ao ser humano julgar o valor de uma vida inocente, principalmente nas situações envolvendo vulnerabilidade física, emocional e espiritual. Para esses homens, a preservação da vida e da saúde sempre foi a meta mais importante da medicina. Hipócrates, considerado o pai da medicina, disse:

Não darei a ninguém nenhum medicamento mortal, mesmo que me peçam, nem darei conselhos nesse sentido. Da mesma forma, não darei a uma mulher nada que produza aborto.[8]

Essa declaração também é conhecida como juramento de Hipócrates, que os estudantes de medicina sempre fizeram. Esse antigo juramento coloca o médico na posição de protetor, não destruidor, da vida. A Associação Médica Mundial é clara com relação às responsabilidades dos médicos e recomendou que os profissionais da medicina façam o seguinte juramento:

Comprometo-me solenemente a consagrar minha vida para servir a humanidade… Exercerei minha profissão com consciência e dignidade. Minha principal consideração será a saúde do meu paciente… Manterei o máximo respeito pela vida humana, desde o momento da concepção.[9]

A Associação Médica Americana declarou, em 1997, que a depressão clínica é a maior evidência de que o doente terá desejo de cometer suicídio e mostrou que a grande maioria dos que se matam não escolheu o suicídio por causa de algum problema de dor física intratável. Só 4% dos suicidas são doentes terminais, e geralmente eles estão sofrendo de alguma doença mental tratável.

O problema de dor insuportável não é o fator responsável pela esmagadora atitude pró-suicídio nos países avançados. A Associação Médica Americana diz: “Não há nenhuma prova de que um número crescente de doentes esteja morrendo com dores intensas. Pelo contrário, os meios potenciais para controlar a dor progrediram recentemente… As dores da maioria dos doentes terminais podem ser controladas durante o processo em que o paciente está morrendo sem que se precise recorrer a doses pesadas de sedativos e anestesia. Para um número bem pequeno de pacientes, pode ser necessário fazer o doente dormir mediante sedativos em seus últimos dias de vida a fim de impedi-lo de sofrer dores intensas… Considerando o fato de que há hoje mais e mais meios de controlar as dores, não é de surpreender que as reivindicações de suicídio mediante assistência médica não estejam vindo principalmente de doentes que estão buscando alívio de dores físicas… Os sintomas de intolerável dor física não são o motivo por que a maioria dos pacientes pede a eutanásia”.[10]

A principal causa da depressão em pacientes terminais são as dores que não foram controladas ou foram mal controladas. As pessoas conseguem agüentar razoavelmente até certo ponto quando acreditam que a dor será eliminada, mas se o paciente perde a esperança de que a dor será controlada e crê que a dor nunca acabará, ele pode acabar em séria depressão. É uma situação infeliz, principalmente porque os atuais recursos da medicina permitem controlar as dores físicas.[11]

O desespero leva o doente depressivo a recorrer a qualquer meio que o livre do sofrimento, inclusive uma morte deliberada. O movimento pró-eutanásia se aproveita dos casos mais tristes de pessoas doentes para atacar o respeito tradicional pela santidade da vida humana e para defender o “direito de morrer” para elas. Não há dúvida que muitos doentes depressivos não desprezariam a oportunidade de receber o direito de morrer. Uma pessoa desesperada, doente ou saudável, é capaz de fazer qualquer coisa para fugir do sofrimento.

As limitações da medicina

Há muitos recursos modernos para controlar as dores físicas, porém precisamos entender e reconhecer que há também necessidades espirituais e que o ser humano, tendo ou não um diploma de médico, não tem todas as respostas e soluções para o sofrimento dos outros ou até de si mesmo. Só Deus tem essas respostas. Ele tem soluções adequadas para todas as nossas necessidades, físicas ou não.

Apesar de que a medicina oferece muitos recursos, não devemos fazer como Asa, que “confiou nos médicos” (cf. 2 Crônicas 16:12b). Só Deus consegue intervir plenamente na área do sofrimento humano. Só ele merece nossa total confiança. E é preciso considerar também o fato de que há médicos que recorrem ao espiritismo em favor de seu trabalho e pacientes. Conheço médicos que colocam debaixo da cama de seus pacientes hospitalizados objetos de contato para a atuação de espíritos na vida do paciente que está sobre a cama. Ainda que o médico tenha boas intenções, sem perceber o paciente assim acaba sendo envolvido por forças da escuridão que inspiram pensamentos de suicídio e morte. A revista Physician de novembro/dezembro de 2000 traz alguns artigos interessantes e úteis sobre a influência da Nova Era e espiritismo em muitos tratamentos médicos ou nos próprios médicos.

Mas, mesmo sem envolvimento espírita, os médicos não são perfeitos. Às vezes em sua limitação, eles chegam realmente a se contradizer. Janet e Graig Parshal, em seu livro Tough Faith, apresentam uma cronologia das posições que a medicina tem assumido, por exemplo, na questão do consumo do sal e a hipertensão:

Em 1950, os médicos diziam que o sal causa a hipertensão.

Em 1960, eles diziam que o sal não causa a hipertensão.

Em 1970, eles diziam que o sal causa a hipertensão.

Em 1980, eles diziam que, na realidade, o sal alivia a hipertensão.

Em 1998, a revista oficial da Associação Americana de Medicina avaliou 114 estudos nessa questão e concluiu que o sal não afeta a hipertensão de nenhum modo.[12] Se às vezes há contradições assim, o que poderia ocorrer em situações mais sérias envolvendo a própria vida de um paciente? A medicina não é perfeita. O que os médicos aceitam hoje como solução poderá ser amplamente condenado por médicos de amanhã.

O Dr. Payne, que trabalha como médico há anos, afirma:

Outro problema com a ciência médica é sua natureza, que está sempre mudando. É comum os estudantes de medicina aprenderem que 50 por cento do que lhes ensinam será obsoleto dentro de cinco anos. Já que o treinamento que eles recebem para alcançar esse conhecimento requer mais cinco ou dez anos depois da sua formação universitária, é evidente que seu trabalho médico de tempo integral após a formação não lhes permitirá ter o tempo necessário para permanecerem em dia com todas as novidades.[13]

A quem recorrer?

Idealmente, os médicos deveriam fazer o possível para trazer alívio para o doente no sofrimento, sem nunca perderem de vista que as decisões de vida ou morte, o socorro e o alívio mais importantes estão nas mãos de Deus. É ele quem pode ministrar a cura mais importante, para o espírito, alma e corpo. Por isso, tanto pacientes quanto médicos precisam reconhecer a necessidade de se colocar debaixo da autoridade daquele que tem total controle sobre a vida e a morte.

A Bíblia é bem clara que o Senhor é quem guarda, preserva, protege e cuida da nossa vida: “O Senhor te guardará de todo o mal; ele guardará a tua vida”. (Salmo 121:7) O prazer e alegria de Deus é criar, não matar, socorrer, não destruir. Especificamente com relação à depressão, Deus “é socorro bem presente na angústia” (cf. Salmo 46:1). Nos momento de maior tristeza e falta de esperança, ele está de braços aberto para nos ajudar. Basta que o chamemos, pois ele promete responder. Ele promete nos visitar e estar conosco nas horas de aflição. Ele promete também nos livrar e dar honra (cf. Salmo 91:15).

Quase todos os que tentam ou chegam mesmo a cometer suicídio sofrem de depressão. O suicídio não é um fenômeno que não foi estudado. Especialistas na área de suicídio estão de acordo em que a principal causa para as idéias de suicídio são as doenças mentais, embora os cristãos tenham a noção correta de que muitas vezes a origem desses pensamentos é demoníaca. Mas, independentemente da posição cristã, estudos indicam que 95 por cento de todos os que tentam ou cometem suicídio sofrem de alguma desordem mental diagnosticável. O pedido de morte deles na maioria das vezes representa o clamor de alguém pedindo socorro.

Os doentes (inclusive os que sofrem de doenças terminais) ou as pessoas saudáveis pedem a morte como uma maneira de expressar seu pedido de ajuda. É a depressão que os estimula a desejar a morte, não uma doença mortal. E a depressão pode ser tratada.

Tragicamente, a depressão muitas vezes não é diagnosticada nos pacientes, apesar de que o diagnóstico e o tratamento geralmente eliminam o desejo de morrer. A resposta correta para as pessoas que pedem ajuda para se matar com ajuda médica é o diagnóstico e o tratamento da depressão que está estimulando o desejo de morrer.

Não se deve supor que a depressão se limita só às pessoas que não conhecem Jesus. Joni Eareckson Tada, que dirige um ministério evangélico para deficientes, registrou uma experiência que teve:

Hoje de manhã eu tive muita dificuldade de sair da cama. Minha paralisia estava me deixando com raiva. Balancei a cabeça e resmunguei de ódio: “Meu corpo é só sofrimento. Eu o odeio!”

Mas minha atitude foi horrível, porque o inimigo tem profundo ódio do meu corpo e tudo o que eu estava fazendo era concordar com ele. Ele se enche de alegria quando critico meu corpo. E ele gostaria de levar você a fazer a mesma coisa. Quer você esteja se aproximando das dores finais de uma doença terminal, quer você esteja em depressão profunda, o diabo sente prazer quando nos ouve falando mal do nosso corpo.

Por que? Porque nosso corpo, mesmo estando coberto de rugas ou gordura, e apesar dos danos sofridos com doenças ou a velhice, foi feito conforme a imagem de Deus. Nosso coração, mente, mãos e pés estão marcados com o toque das mãos do Criador. Não é de estranhar, nem um pouco, que o diabo queira que nós matemos nosso corpo.

Eu recitava a conhecida e antiga verdade de que “Deus tem um plano para nosso corpo de carne e sangue”. É por isso que o diabo considera o meu corpo uma ameaça. Ele entende que quando entrego a Deus meu corpo (embora esteja paralítico), meus pés e mãos se tornam armas poderosas contra as forças da escuridão.

A sociedade não são as autoridades que se reúnem para inventar tendências políticas e culturais. A sociedade somos nós. Nossas ações e decisões são importantes. O que fazemos ou não afeta todos os que estão ao nosso redor.[14]

Na Bíblia vemos exemplos de homens de Deus que tiveram de vencer a depressão em suas circumstâncias particulares. Elias foi um deles. Depois de derrotar os seguidores do deus Baal e ver a manifestação da glória de Deus, ele ficou muito alegre e realmente achava que todos, inclusive o Rei Acabe e sua esposa Jezebel, o apoiariam no seu desejo de conduzir o povo de Israel de volta aos caminhos de Deus. Mas não foi o que aconteceu¼

“O rei Acabe contou à sua esposa Jezabel tudo o que Elias havia feito e como havia matado à espada todos os profetas do deus Baal. Aí ela mandou um mensageiro a Elias com o seguinte recado: Que os deuses me matem, se até amanhã a esta hora eu não fizer com você o mesmo que você fez com os profetas! Elias ficou com medo e, para salvar a vida, fugiu com o seu ajudante para a cidade de Berseba, que ficava na região de Judá. Deixou ali o seu ajudante e foi para o deserto, andando um dia inteiro. Aí parou, sentou-se na sombra de uma árvore e teve vontade de morrer. Então orou assim: Já chega, ó Deus Eterno! Acaba agora com a minha vida! Eu sou um fracasso, como foram os meus antepassados. Elias se deitou debaixo da árvore e caiu no sono. De repente, um anjo tocou nele e disse: -Levante-se e coma. Elias olhou em volta e viu perto da sua cabeça um pão assado nas pedras e uma jarra de água. Ele comeu, e bebeu, e dormiu de novo. O anjo do Deus Eterno voltou e tocou nele pela segunda vez, dizendo: Levante-se e coma; se não, você não agüentará a viagem. Elias se levantou, comeu e bebeu, e a comida lhe deu força bastante para andar quarenta dias e quarenta noites até o Sinai, o monte sagrado. Ali ele entrou numa caverna para passar a noite, e de repente o Deus Eterno lhe perguntou: O que você está fazendo aqui, Elias? Ele respondeu: Ó Eterno, Deus Todo-Poderoso, eu sempre tenho servido a ti e só a ti. Mas o povo de Israel quebrou a sua aliança contigo, derrubou os teus altares e matou todos os teus profetas. Eu sou o único que sobrou, e eles estão querendo me matar! O Deus Eterno disse: Saia e vá ficar diante de mim no alto do monte. Então o Eterno passou por ali e mandou um vento muito forte, que rachou os morros e quebrou as rochas em pedaços. Mas o Eterno não estava no vento. Quando o vento parou de soprar, veio um terremoto; porém o Eterno não estava no terremoto. Depois do terremoto veio um fogo, mas o Eterno não estava no fogo. E depois do fogo veio uma voz calma e suave. Quando Elias ouviu a voz, cobriu o rosto com a capa. Então saiu e ficou na entrada da caverna. E uma voz lhe disse: O que você está fazendo aqui, Elias? Ele respondeu: Ó Eterno, Deus Todo-Poderoso, eu sempre tenho servido a ti e só a ti. Mas o povo de Israel quebrou a sua aliança contigo, derrubou os teus altares e matou todos os teus profetas. Eu sou o único que sobrou, e eles estão querendo me matar! Então o Deus Eterno disse: Volte para o deserto que fica perto de Damasco. Chegando lá, entre na cidade e unja Hazael como rei da Síria. Unja Jeú, filho de Ninsi, como rei de Israel e unja Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, como profeta, para ficar em lugar de você. As pessoas que não forem mortas por Hazael serão mortas por Jeú, e todos os que escaparem de Jeú serão mortos por Eliseu. Mas eu deixarei sete mil pessoas vivas em Israel, isto é, todos aqueles que não adoraram o deus Baal e não beijaram a sua imagem”. (1 Reis 19:1-18 BLH)

Embora tenha ficado tão deprimido que quisesse morrer, Elias abriu espaço em sua vida para o Deus que em tudo intervém. E ele recebeu um socorro, animo e chamado especial na visitação sobrenatural que Deus lhe fez. Tempo de depressão, lembremo-nos, é tempo de abrir a vida para a visitação sobrenatural de Deus.

© Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Notas:

[1] Citado por Billy Graham. Revista Decision (Billy Graham Evangelistic Association: Minneapolis-EUA, 1990), p. 1.

[2] J. Oswald Sanders, Facing Loneliness (Discovery House Publishers: Grand Rapids-EUA, 1988), pp. 35,36.

[3]Beth Spring & Ed Larson, Euthanasia, Spiritual, Medical & Legal Issues in Terminal Health Care (Multnomah Press: Portland, Oregon (EUA), 1988), p. 173.

[4] Citado in: Living (Lutherans for Life: Benton-EUA, inverno de 1995), p. 13.

[5] http://cnn.com.br/2001/saude/01/12/dependencia/index.html

[6] J. C. Willke, Assisted Suicide & Euthanasia (Hayes Publishing Co.: Cincinnati-EUA, 1998), p. 103,104.

[7] http://cnn.com.br/2001/saude/01/09/depressao/index.html

[8] Dr. & Mrs. J. C. Willke, Abortion: Questions & Answers (Hayes Publishing Company, Inc.: Cincinnati-EUA, 1990), p. 189.

[9] Dr. & Mrs. J. C. Willke, Abortion: Questions & Answers (Hayes Publishing Company, Inc.: Cincinnati-EUA, 1990), p. 190,191.

[10] J. C. Willke, Assisted Suicide & Euthanasia (Hayes Publishing Co.: Cincinnati-EUA, 1998), p. 109,110.

[11] Robert L. Sassone, How To Protect Your Loved Ones From Pain (American Life League: Stafford, EUA, 1996), capitulo 2.

[12] Janet & Graig Parshal, Tough Faith (Harvest House Publishers: Eugene-EUA, 1999), p. 21.

[13] Franklin E. Payne Jr, Biblical/Ethical Medics (Mott Media Inc: Milford, EUA, 1985), p. 40.

[14] Citado in: Living (Lutherans for Life: Benton-EUA, verão de 1995), p. 12.