28 de agosto de 2006

Homossexualismo e psicologia

"A Associação Americana de Psicologia não tem conflito algum com os psicólogos que ajudam aqueles que sofrem atração homossexual indesejada".
 
Gerald P. Koocher, presidente da Associação Americana de Psicologia.
 
Fonte: CitizenLink, Daily Update, 25 de agosto de 2006: APA President Signals Policy Change on Homosexuality

24 de agosto de 2006

Nem todos têm AIDS

Nem todos têm AIDS

Michael Fumento

Manifestações em favor de campanhas de prevenção se destacaram durante a abertura da XVI Conferência Internacional da AIDS em Toronto, Canadá, na semana passada. Oh, que tristeza! É tarde demais. No mesmo dia, o jornal Washington Post colocou uma foto na sua primeira página mostrando um homem com uma camiseta onde se lia: “Nós todos temos AIDS”. Pode jogar fora as camisinhas, esqueça a abstinência e não se incomode de fazer um teste. Ou qual é a parte do “todos” que você não entende?

É sério. Esse tipo de propaganda é só um exemplo de como ideologias políticas sempre aleijam as campanhas contra a AIDS. Ninguém realmente crê que nós todos temos AIDS. Mas muita gente está engolindo a idéia paranóica de que “Todo o mundo está em risco”. Não há dúvida que tal idéia atrapalha todo esforço de mirarmos a atenção naqueles que de fato estão em risco. A ciência inteira da epidemiologia (que começou quando o médico londrino John Snow mapeou os casos de cólera em sua cidade e descobriu que estavam todos agrupados ao redor de uma única bomba d’água) depende de se identificar os fatores de risco para se obter uma melhoria. No caso de Snow, bastou-lhe remover o cabo da bomba d’água e a epidemia cessou.

Ele teve a sorte de não ter de lidar com ativistas carregando cartazes dizendo: “A água não causa a cólera. O que causa a cólera é o preconceito e a ignorância!”

Desde 1985, quando a revista Life retumbou em imensas letras vermelhas, “Agora Ninguém Está a Salvo da AIDS”, os ativistas vêm lutando furiosamente contra a idéia de que a AIDS atinge como alvo aqueles que se envolvem em determinadas condutas. No entanto, nas duas décadas posteriores a AIDS permanece nos EUA uma doença predominante em homens homossexuais e usuários de drogas intravenosas. Menos de 39.000 americanos foram diagnosticados com AIDS em 2004 (dados mais recentes de que se dispõe), e menos de 16.000 morreram de AIDS. Isso significa 1 de cada 770 e 1 de cada 1.875 respectivamente. O fato é: quase todo mundo está a salvo da AIDS.

Mas é claro que a atenção principal dessa conferência é a questão internacional da AIDS, que todos sabemos está varrendo continentes inteiros do mapa. Uma alta autoridade de Uganda disse que dentro de dois anos sua nação “será um deserto”. O programa Nightline da ABC News declarou que dentro de 12 anos “50 milhões de africanos poderão morrer de AIDS”.

O problema é que essas predições foram feitas em 1986 e 1988. Contudo, desde 1985, a população de Uganda duplicou. Os 50 milhões de mortos para o ano 2000 do programa Nightline demonstraram ser 20 milhões em 2005, de acordo com as estimativas da ONU. Além disso, “na África abaixo do Saara, a região mais atingida pela epidemia da AIDS, os dados também indicam que o índice de incidência do HIV já chegou ao ponto máximo na maioria dos países”, de acordo com o Relatório da UNAIDS 2006.

Essas estatísticas são da própria agência da ONU que vem exagerando de modo flagrante a ameaça mundial da AIDS. Por exemplo, em 1998 essa agência estimou que 12% dos ruandeses de 15-49 anos de idade estavam infectados; hoje diz que é só 3%. Que diferença, hein? Por outro lado, outras agências haviam estimado uma estatística ainda mais horrível: que 30% dos ruandeses estavam infectados. De acordo com James Chin, uma ex-autoridade da ONU que realizou algumas das primeiras estimativas globais do HIV, tais estatísticas inventadas são “pura propaganda para defender interesses ideológicos”.

Entretanto, o ex-presidente americano Bill Clinton declarou aos participantes da conferência: “É difícil imaginar como o mundo poderá crescer, a menos que lidemos com a AIDS”. A verdade é que o crescimento da população mundial é mais acelerado nas regiões mais duramente atingidas pela AIDS.

Quanto à alegação bizarra de que ainda nos resta lidar coma AIDS, a UNAIDS relata que 1.3 milhão de pessoas nos países de renda baixa e média receberam terapia antiretroviral em 2004, cinco vezes mais do que o número de 2001. O sangue doado passa hoje por testes até mesmo nos países mais pobres. O nível de testes e educação nas nações mais pobres aumentou muito.

Enquanto isso, os gastos mundiais com a AIDS foram em média 1.7 bilhão de dólares entre 2002-2004, mas chegaram a 8.3 bilhão de dólares em 2005 e o orçamento para 2007 é 10 bilhões. O tamanho imenso dessa verba, e o desejo de tirar uma fatia, é tudo o que você precisa saber para entender como a conferência de Toronto conseguiu atrair de modo impressionante 24.000 participantes que são com todo acerto rotulados de “a indústria da AIDS”. Apesar disso, a UNAIDS insiste, esses 10 bilhões não serão o suficiente.

Ninguém está se importando com o fato de que até mesmo o atual orçamento para lidar com a AIDS está tirando dos recursos que deveriam ser investidos para combater a malária e a tuberculose. Anualmente, essas duas doenças matam juntas duas vezes mais pessoas do que a AIDS. A terapia antiretroviral para tratar a AIDS não cura ninguém e embora custe relativamente pouco no Terceiro Mundo — 300 a 1.200 dólares por ano — em comparação com a América do Norte, pode-se curar a tuberculose com 65 dólares de medicamentos. Dá para impedir a malária na África e Ásia por uma ninharia utilizando-se o DDT, mas os ambientalistas radicais e a União Européia bloquearam sua utilização naquelas regiões que mais precisam.

Pobres vítimas da malaria e da tuberculose. São obrigadas a morrer, porque não têm uma doença politicamente correta.

Michael Fumento é autor de The Myth of Heterosexual AIDS (O Mito da AIDS Heterossexual) e especialista em saúde e ciência no Instituto Hudson em Washington, D.C., EUA.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.spectator.org/dsp_article.asp?art_id=10252

19 de agosto de 2006

Os judeus, os cristãos e a pedra de tropeço

Os judeus, os cristãos e a pedra de tropeço

J. Lee Grady

Embora seja certeza que temos um chamado para amar e proteger Israel, não podemos nos retrair da responsabilidade de compartilhar Jesus ao povo judeu.

Enquanto os foguetes do Hezbolá estão caindo sobre o norte de Israel e o presidente do Irã está prometendo varrer o Estado judeu do mapa, os líderes israelenses estão surpresos de saber que os evangélicos dos Estados Unidos são seus melhores amigos. Estamos expressando solidariedade à nação de Israel como nunca antes.

Isso é uma boa coisa — pois em tempos passados os cristãos eram culpados de entreter o anti-semitismo. Somos gratos que estamos ajustando nossas atitudes e nossa nação está se colocando ao lado da democracia e contra os terroristas.

Contudo, o comodismo com Israel criou um dilema teológico complicado. Embora sintamos uma obrigação bíblica de proteger os judeus do ódio étnico (e realmente temos de protegê-los), temos também a ordem oficial de compartilhar o evangelho a judeus e gentios sem distinção. Afinal, o próprio apóstolo Paulo — o mais famoso judeu a se converter para o Cristianismo — nos disse que a mensagem de Cristo foi enviada “aos judeus primeiro” (Romanos 1:16).

Para complicar as coisas, alguns judeus crêem que o evangelismo cristão é uma forma de anti-semitismo — como se converter uma pessoa à fé em Jesus a deixasse despida de suas qualidades e características judaicas. Por esse motivo, alguns cristãos que se envolveram no ativismo pró-Israel realmente pararam totalmente de compartilhar o evangelho aos judeus. Alguns até criaram estranhas doutrinas que sugerem que os judeus, por causa de promessas de Deus na Antiga Aliança, têm a garantia de passagens especiais para o céu, como se eles não precisassem de Jesus para salvá-los de seus pecados.

Compreendo que estou me arriscando ao dizer isso, mas vamos usar alguma lógica aqui. Cremos ou não na Bíblia? Se os cristãos no livro de Atos — a maioria dos quais eram judeus que tinham se convertido para Cristo — compartilhavam com muita ousadia Jesus em todo o Israel e outros países, por que deveríamos desistir dessa tarefa?

Sou grato que Susan Perlman e meus outros amigos no ministério Judeus para Jesus (JPJ) na cidade de San Francisco não desistam. Durante todo o mês de julho, 150 funcionários e voluntários de JPJ foram até a cidade de Nova Iorque e região, inclusive Long Island e norte de Nova Jersey. Eles distribuíram quase 2 milhões de panfletos evangélicos nas ruas, enviaram quase 500 mil revistas pelo correio e exibiram um filme sobre Jesus para 80 mil judeus hasídicos que falam iídiche.

E JPJ teve a alegria de anunciar que 241 judeus fizeram a oração para receber Cristo como seu Messias durante a campanha “Eis o teu Deus”. Além disso, 13 canais de televisão fizeram reportagem sobre JPJ e todos os grandes jornais publicaram artigos, inclusive a imprensa judaica.

É claro que os críticos apareceram com força total. JPJ espera tal reação toda vez que compartilha sua fé aos judeus. Mas um funcionário de JPJ respondeu: “Se eles soubessem o que sabemos sobre Jesus, eles se uniriam a nós para proclamar o evangelho, não para se opor a ele”.

Deus não é esquizofrênico. Ele nos chama não só para amar o Estado de Israel, mas também para proclamar a mensagem de Cristo aos judeus. Uma responsabilidade não cancela a outra.

E enquanto estamos tratando do assunto de Israel e controvérsia, permita-me arriscar-me mais ainda ao dizer que Deus também espera que nos importemos com nossos vizinhos árabes — e compartilhemos Cristo a eles também. Os cristãos árabes que vivem em lugares tais como Belém, Beirute e Bagdá muitas vezes são colocados em segundo plano e ficam esquecidos no meio da violência do Oriente Médio. Eles sabem, talvez melhor do que ninguém, que Jesus é a única esperança de reconciliação naquela região devastada pela guerra.

É de modo especial desanimador para nossos irmãos árabes cristãos quando eles nos vêem apoiando ações militares israelenses, mas escondendo dos judeus a mensagem de Cristo. Para eles, parece que estamos colocando nossa confiança em armas e bombas inteligentes, em vez do poder do evangelho.

De que maneira reagimos a essa crise complicada? Temos de defender o direito de Israel existir e apoiar todo esforço para deter o terrorismo, quer seja promovido pelo Hezbolá, al-Qaida ou o governo iraniano. Temos de orar pela paz de Jerusalém, que inclui orar pelos 1.3 milhões de árabes que vivem no Estado de Israel.

E temos, acima de tudo, de concordar com a oração do apóstolo Paulo. “E assim todo o Israel será salvo”. (Romanos 11:26) Qualquer trabalho a favor de Israel que façamos não poderá ser verdadeiramente bíblico se cedermos em nossa obrigação de compartilhar o amor de Cristo àqueles que Ele primeiro veio salvar.

J. Lee Grady é editor da revista Charisma.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Charisma Online: Jews, Christians and the Stumbling Block, 18 de agosto de 2006.

14 de agosto de 2006

Dr. James Dobson manifesta apoio a Israel

Dr. James Dobson manifesta apoio a Israel

O Dr. James Dobson está profundamente preocupado com as vítimas inocentes de ambos os lados do conflito no Oriente Médio, particularmente mulheres e crianças, mas ele não vacila na hora de expressar de que lado estão seus sentimentos. Milhões de cristãos amam Israel, observa o fundador de Focus on the Family, e “lamentam profundamente o ódio que está sendo expresso para com essa terra santa e seu povo”. E com base em informações que ele recebeu de contatos próximos tanto no Líbano quanto em Israel, ele chegou a essa conclusão. “Não há dúvida de quem são os agressores nesse atual conflito”, diz Dobson, “e entendemos que Israel parece estar sob ameaça de aniquilação”. Ele nota que Israel, com uma população de aproximadamente de 5 milhões, está “cercado por 500 milhões de muçulmanos cujos líderes estão determinados a expulsá-los de Israel”. Mas o franco líder evangélico permanece esperançoso de que Deus concederá um “milagre no campo de batalha”, de modo semelhante ao que Ele fez por Davi, o jovem pastor de ovelhas, contra Golias, o soldado filisteu. “Enquanto estamos orando sem cessar pelas vítimas inocentes no Líbano, permanecemos firmes com Israel e os judeus, e estamos orando pela ‘paz de Jerusalém’”, declara Dobson. [Jody Brown]

Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/8/142006h.asp

13 de agosto de 2006

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias

Julio Severo

As imposições do Estado brasileiro sobre a família baseiam-se principalmente no Estatuto da Criança e do Adolescente, documento criado para atender às exigências da Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. Essa Convenção, aprovada em 20 de novembro de 1989, foi lamentavelmente assinada pelo governo brasileiro.

Para as famílias, quais são as desvantagens da Convenção sobre os Direitos da Criança?

A Convenção impõe limitações rigorosas no direito de um pai ou mãe dirigir e treinar seus filhos.

Os pais correm o risco de sofrer processos por qualquer tentativa de impedir que seus filhos se envolvam com filmes ou atividades que eles considerem impróprios.

O artigo 14 da Convenção determina que as crianças têm a garantia de “liberdade de pensamento, consciência e religião”, indicando que a ONU atribui às crianças o direito legal de se opor aos esforços dos pais de lhes dar uma criação cristã. Além disso, o artigo 15 assegura às crianças o direito de “livre associação”, isto é, independente da vontade dos pais e até mesmo contrariando a vontade deles, os filhos podem se envolver com quem quiserem. O único que tem o direito de interferir é o Estado. Quando a ONU conseguir fortalecer a Convenção em nível mundial, os pais poderão ser proibidos de impedir seus filhos de se associar com amizades que eles considerem censuráveis.

Em 1995, a ONU repreendeu a Grã-Bretanha porque, em violação à Convenção, “dava aos pais permissão de remover os filhos de aulas de educação sexual nas escolas públicas sem consultar as crianças”.

Por causa da pressão de grupos evangélicos, o governo americano até hoje não assinou a Convenção sobre os Direitos das Crianças, de modo que nos EUA as responsabilidades e direitos das famílias não foram completamente anulados pela subordinação dos interesses das famílias aos interesses do Estado e da ONU. Os líderes evangélicos americanos então demonstraram muito mais inteligência do que os líderes evangélicos do Brasil, que nem mesmo chegaram a perceber o que estava acontecendo quando o presidente Fernando Collor assinou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 13 de julho de 1990, com o objetivo exclusivo de implantar no Brasil as normas da Convenção sobre os Direitos das Crianças.

Collor, que sofreu impeachment por corrupção, conseguiu, antes de sair do governo, subordinar o Brasil aos interesses da ONU e, conseqüentemente, subordinar mais ainda os direitos da família brasileira aos interesses estatais.

Enquanto muitos líderes evangélicos do Brasil estão envolvidos num “evangelho” social que os torna meros robôs da ideologia socialista e os deixa inúteis e cegos para tudo o que é realmente importante do ponto de vista legitimamente bíblico, líderes evangélicos dos EUA lutam, de modo corajoso e quase solitário, contra as agressões às famílias que as políticas da ONU representam.

O verdadeiro Evangelho social leva Jesus, não o socialismo, para a sociedade. Inspira e fortalece na sociedade os valores imutáveis da Palavra de Deus, não as idéias do satanista Karl Marx.

Por amor a esse Evangelho e ao futuro e bem-estar de suas próprias famílias, os evangélicos do Brasil, sejam líderes ou não, deveriam também entrar na luta contra o Governo Mundial que está se levantando no horizonte para arruinar tudo o que ainda resta de bom, justo e certo entre nós.

Afinal, por que deixar os evangélicos americanos lutarem sozinhos por uma causa que é importante para todas as famílias do mundo inteiro?

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Importantes artigos para leitura:

Governo Mundial

O abuso estatal contra o ordem familiar

9 de agosto de 2006

A Bíblia pervertida de Hitler

A Bíblia pervertida de Hitler

Como Hitler escreveu seus próprios mandamentos bíblicos

Mark Ellis

Descobriu-se uma Bíblia retratando a versão de Adolf Hitler dos Dez Mandamentos.

O ditador ordenou que o livro fosse reescrito a fim de eliminar todas as referências aos judeus.

Na Bíblia nazista, encontrada numa igreja alemã, o governo que roubou, matou e saqueou por onde passava na Europa descartou mandamentos como “Não matarás”, “Não furtarás” e “Não cobiçarás a mulher do teu próximo”.

E Hitler ordenou aos seus teólogos que alterassem os Dez Mandamentos — e acrescentassem mais dois — num esforço para promover o ideal ariano do livro Alemães com Deus.

Os novos “Mandamentos” incluíam “Honra teu Führer e teu mestre”, “Evita toda hipocrisia” e “Guarda o teu sangue puro e tua honra santa”.

O livro, impresso em 1941 e enviado a milhares de igrejas, tinha o propósito de ser leitura essencial em todos os lares da Alemanha nazista junto com a autobiografia, Minha Luta.

Hitler odiava os ensinos das igrejas cristãs, crendo que não tinham lugar em sua visão de super-homens germânicos governando raças inferiores que possuíam conceitos “ultrapassados”, tais como misericórdia e amor.

Mas ele conhecia o poder das igrejas cristãs na Alemanha e não podia bani-lo da noite para o dia. Em vez disso, seu plano era “nazificar” gradualmente as igrejas, começando com um centro teológico que ele estabeleceu em 1939 para reescrever a Bíblia.

Ele nomeou professores para trabalhar na versão nazista e eliminar todas as referências aos judeus e à compaixão.

Contudo, mais importante para Hitler era a erradicação de palavras judaicas, inclusive Aleluia, Jeová e até Jerusalém, que se tornou “a cidade eterna de Deus”.

Em nota oficial, Hitler disse: “O livro terá de servir a luta contra os eternos inimigos judeus”.

Acredita-se que os cristãos tenham destruído a maioria dos exemplares.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.dailyrecord.co.uk/news/tm_objectid%3D17525214&method%3Dfull&siteid%3D66633&headline%3Dthou-shalt-slaughter--name_page.html

6 de agosto de 2006

Alerta: Evangélicos pró-Lula se mobilizam para eleger seu ídolo

Incrível, mas é verdade: o MEP (Movimento Evangélico Progressista), que sempre apoiou o MST e apoiou Lula em 2002, voltou (ou nunca saiu...) aos velhos caminhos.

Como em 2002, será distribuída novamente uma carta ao povo evangélico. Na carta de 2002, havia muitos nomes de líderes evangélicos famosos apoiando Lula. Quando minha igreja recebeu, por ordem do líder máximo da denominação, um pacote com milhares de folhetos dessa carta, imediatamente guardei uma parte e destrui o resto. Não permiti que nenhum folheto chegasse às mãos das ovelhas.

Para entender o que está acontecendo e ver os nomes dos líderes que apoiaram Lula em 2002, leia meu artigo Lula e os Evangélicos.

O islamismo tem seus homens-bombas literais. Os evangélicos têm seus homens-bombas espirituais (dentre os quais os progressistas são os mais proeminentes) -- homens que se arruinam espiritualmente e arruinam espiritualmente uma multidão de crentes desavisados e imaturos mediante teorias políticas pró-esquerda disfarçadas de fidelidade aos ensinos de Jesus.

Julio Severo

P.S.: O artigo abaixo é do site pessoal de Lula.

Evangélicos pró-Lula organizam comitê

Integrantes do Movimento de Evangélicos Progressistas se reuniram hoje, na sede nacional do PT, em São Paulo, para organizar um comitê evangélico pró-Lula. Segundo um dos coordenadores, o pastor presbiteriano Geziel Santos, estavam presentes diversos segmentos evangélicos, entre eles batistas, metodistas, presbiterianos, da Assembléia de Deus, Deus é Amor, Nazareno, Renascer em Cristo e Universal do Reino de Deus.

"Temos eleitores, simpatizantes e militantes do PT em todos os segmentos evangélicos", afirmou Santos. A plenária de hoje foi o primeiro encontro do grupo, que tinha como objetivo formar a coordenação do comitê e traçar estratégias de campanha no meio evangélico. Uma das ações previstas será a elaboração de uma carta do candidato Luiz Inácio Lula da Silva aos evangélicos, para ser distribuída em todo o Brasil.

Serão criadas coordenações estaduais do comitê, que terão, entre as tarefas, fazer atividades e eleger ao menos um coordenador por município brasileiro. Essa estrutura, segundo o pastor, garantirá que o material da campanha chegue ao meio evangélico de todo o Brasil.

Fonte: http://www.lulapresidente.org.br/noticia.php?codigo=107

5 de agosto de 2006

O poder que Fidel Castro não pôde deter

Nota de Julio Severo: Depois de décadas de injustiças, perseguições e muito derramamento de sangue, a ditador múmia de Cuba chega ao fim de seu poder, e é bom lembrar que Lula sempre foi amigo e bajulador da múmia. Os evangélicos progressistas do Brasil jamais condenaram essa amizade, e a Editora Vida, para vergonha do Evangelho, mantém como articulista Frei Betto, amigo de Lula e da múmia.

O poder que Fidel Castro não pôde deter

J. Lee Grady

O ditador comunista duro de matar passou 47 anos tentando exterminar o Cristianismo em Cuba. Agora ele entregou o poder — e as igrejas evangélicas em Cuba estão mais fortes do que nunca.

Todo o mundo sabia que chegaria o dia em que Fidel Castro perderia as forças em sua opressão asfixiante sobre Cuba. Mas o que os repórteres de jornais e de TV não anunciaram nessa semana foi que a entrega de poder que Fidel fez para seu irmão Raúl ocorreu logo depois de um esforço de último momento para deter a rápida propagação do Cristianismo na ilha isolada.

Em setembro de 2005, Fidel implementou a Diretiva 43 e a Resolução 46 — leis restritivas que exigiam que as muitas “casas igrejas” de Cuba se registrassem junto ao governo comunista. De acordo com um relatório que será divulgado pela revista Charisma, as leis proibiam lares não registrados de serem usados como lugares de adoração.

Vi o movimento de casas igrejas com os próprios olhos há 11 anos, quando passei uma semana em Havana. Um culto que visitei foi realmente realizado no quintal da frente de um lar, e o culto de adoração pentecostal de três horas atraiu mais de 125 pessoas. Muitas vezes as tão chamadas igrejas casas são bem grandes, mas os membros não podem se reunir em edifícios de igrejas porque o governo de Fidel Castro vem limitando as liberdades religiosas desde que ele começou a governar em 1959.

Fiquei também sabendo durante minha visita a Cuba que o tipo de comunismo de Fidel é uma estranha mistura de ideologia marxista e feitiçaria caribenha. Em Cuba muitos sabem que ele consulta bruxos da Santeria — uma religião que os escravos africanos importaram para Cuba e se misturou com práticas católicas. Fidel ergueu estátuas e santuários honrando Santeria na entrada de muitas vilas na nação de 11 milhões de pessoas.

Um missionário carismático que conversou com Charisma disse que ele acha que as recentes medidas de Fidel para restringir as igrejas ocorreram porque “o diabo está totalmente furioso”. Apesar de 47 anos de dominação comunista, e apesar de prender milhares de pastores e cristãos ativos durante muitos anos, as igrejas evangélicas vêm crescendo exponencialmente.

As Assembléias de Deus são a maior denominação evangélica da ilha, tendo várias centenas de igrejas estabelecidas bem como milhares de células de grupos ou “casas de culto”, como são chamadas. O repórter Lukins descobriu que há entre 10.000 e 15.000 dessas casas igrejas em funcionamento em Cuba hoje.

Muitos pastores cubanos com quem me encontrei ali em 1995 haviam passado algum tempo ou na prisão ou em campos comunistas de trabalhos forçados. A mesma opressão religiosa cruel ocorre hoje.

“As igrejas evangélicas de Cuba têm passado por uma longa história de perseguição, e essa perseguição contribuiu para sua saúde”, disse um missionário que trabalha em Cuba desde 1999.

Missionários americanos que trabalham em Cuba bem como pastores cubanos relataram para a revista Charisma recentemente que o reavivamento cristão tem atingido até mesmo a família de Fidel. Um de seus sobrinhos, ao que se informa, freqüenta uma dinâmica igreja evangélica na ilha e chegou até a convidar o presidente doente para freqüentar a igreja.

Os relatos também revelam que grande número de autoridades do governo cubano estão se tornando cristãos e deixando seus empregos no governo comunista.

O que o futuro reserva para as igrejas evangélicas de Cuba? Autoridades do Departamento de Estado dos EUA não estão prontas para declarar que Cuba está livre, mas muitos observadores dizem que duvidam que Raúl Castro conseguirá manter em lugar o sistema autocrático de seu irmão — principalmente se Fidel morrer logo. A democracia está pronta para decolar em Cuba, abastecida não só pelos patriotas que amam a liberdade, mas também pelos corajosos cristãos que querem levar sua fé ao exterior.

Um pastor disse para Charisma: “Esse é o tempo dos crentes cubanos na história. Eles acreditam que foram equipados por Deus através do sofrimento a levar o evangelho aos lugares mais difíceis do mundo”.

Predigo que eles estarão logo se mobilizando para começar essas viagens missionárias. O experimento comunista de Fidel não funcionou, seus duros esforços para exterminar o Cristianismo foram um tiro pela culatra, e nossos irmãos e irmãs de Cuba logo estarão se espalhando aos quatro cantos do mundo como prova de que Jesus sempre tem a última palavra.

J. Lee Grady é editor da revista Charisma.

Artigo original: Charisma Online: The Power That Fidel Castro Couldn’t Stop, 4 de agosto de 2006. Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br