28 de agosto de 2006
Homossexualismo e psicologia
24 de agosto de 2006
Nem todos têm AIDS
Nem todos têm AIDS
Michael Fumento
Manifestações em favor de campanhas de prevenção se destacaram durante a abertura da XVI Conferência Internacional da AIDS em Toronto, Canadá, na semana passada. Oh, que tristeza! É tarde demais. No mesmo dia, o jornal Washington Post colocou uma foto na sua primeira página mostrando um homem com uma camiseta onde se lia: “Nós todos temos AIDS”. Pode jogar fora as camisinhas, esqueça a abstinência e não se incomode de fazer um teste. Ou qual é a parte do “todos” que você não entende?
É sério. Esse tipo de propaganda é só um exemplo de como ideologias políticas sempre aleijam as campanhas contra a AIDS. Ninguém realmente crê que nós todos temos AIDS. Mas muita gente está engolindo a idéia paranóica de que “Todo o mundo está em risco”. Não há dúvida que tal idéia atrapalha todo esforço de mirarmos a atenção naqueles que de fato estão em risco. A ciência inteira da epidemiologia (que começou quando o médico londrino John Snow mapeou os casos de cólera em sua cidade e descobriu que estavam todos agrupados ao redor de uma única bomba d’água) depende de se identificar os fatores de risco para se obter uma melhoria. No caso de Snow, bastou-lhe remover o cabo da bomba d’água e a epidemia cessou.
Ele teve a sorte de não ter de lidar com ativistas carregando cartazes dizendo: “A água não causa a cólera. O que causa a cólera é o preconceito e a ignorância!”
Desde
Mas é claro que a atenção principal dessa conferência é a questão internacional da AIDS, que todos sabemos está varrendo continentes inteiros do mapa. Uma alta autoridade de Uganda disse que dentro de dois anos sua nação “será um deserto”. O programa Nightline da ABC News declarou que dentro de
O problema é que essas predições foram feitas em
Essas estatísticas são da própria agência da ONU que vem exagerando de modo flagrante a ameaça mundial da AIDS. Por exemplo, em
Entretanto, o ex-presidente americano Bill Clinton declarou aos participantes da conferência: “É difícil imaginar como o mundo poderá crescer, a menos que lidemos com a AIDS”. A verdade é que o crescimento da população mundial é mais acelerado nas regiões mais duramente atingidas pela AIDS.
Quanto à alegação bizarra de que ainda nos resta lidar coma AIDS, a UNAIDS relata que
Enquanto isso, os gastos mundiais com a AIDS foram em média
Ninguém está se importando com o fato de que até mesmo o atual orçamento para lidar com a AIDS está tirando dos recursos que deveriam ser investidos para combater a malária e a tuberculose. Anualmente, essas duas doenças matam juntas duas vezes mais pessoas do que a AIDS. A terapia antiretroviral para tratar a AIDS não cura ninguém e embora custe relativamente pouco no Terceiro Mundo —
Pobres vítimas da malaria e da tuberculose. São obrigadas a morrer, porque não têm uma doença politicamente correta.
Michael Fumento é autor de The Myth of Heterosexual AIDS (O Mito da AIDS Heterossexual) e especialista em saúde e ciência no Instituto Hudson em Washington, D.C., EUA.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Fonte: http://www.spectator.org/dsp_article.asp?art_id=10252
19 de agosto de 2006
Os judeus, os cristãos e a pedra de tropeço
Os judeus, os cristãos e a pedra de tropeço
J. Lee Grady
Embora seja certeza que temos um chamado para amar e proteger Israel, não podemos nos retrair da responsabilidade de compartilhar Jesus ao povo judeu.
Enquanto os foguetes do Hezbolá estão caindo sobre o norte de Israel e o presidente do Irã está prometendo varrer o Estado judeu do mapa, os líderes israelenses estão surpresos de saber que os evangélicos dos Estados Unidos são seus melhores amigos. Estamos expressando solidariedade à nação de Israel como nunca antes.
Isso é uma boa coisa — pois em tempos passados os cristãos eram culpados de entreter o anti-semitismo. Somos gratos que estamos ajustando nossas atitudes e nossa nação está se colocando ao lado da democracia e contra os terroristas.
Contudo, o comodismo com Israel criou um dilema teológico complicado. Embora sintamos uma obrigação bíblica de proteger os judeus do ódio étnico (e realmente temos de protegê-los), temos também a ordem oficial de compartilhar o evangelho a judeus e gentios sem distinção. Afinal, o próprio apóstolo Paulo — o mais famoso judeu a se converter para o Cristianismo — nos disse que a mensagem de Cristo foi enviada “aos judeus primeiro” (Romanos
Para complicar as coisas, alguns judeus crêem que o evangelismo cristão é uma forma de anti-semitismo — como se converter uma pessoa à fé em Jesus a deixasse despida de suas qualidades e características judaicas. Por esse motivo, alguns cristãos que se envolveram no ativismo pró-Israel realmente pararam totalmente de compartilhar o evangelho aos judeus. Alguns até criaram estranhas doutrinas que sugerem que os judeus, por causa de promessas de Deus na Antiga Aliança, têm a garantia de passagens especiais para o céu, como se eles não precisassem de Jesus para salvá-los de seus pecados.
Compreendo que estou me arriscando ao dizer isso, mas vamos usar alguma lógica aqui. Cremos ou não na Bíblia? Se os cristãos no livro de Atos — a maioria dos quais eram judeus que tinham se convertido para Cristo — compartilhavam com muita ousadia Jesus em todo o Israel e outros países, por que deveríamos desistir dessa tarefa?
Sou grato que Susan Perlman e meus outros amigos no ministério Judeus para Jesus (JPJ) na cidade de San Francisco não desistam. Durante todo o mês de julho,
E JPJ teve a alegria de anunciar que
É claro que os críticos apareceram com força total. JPJ espera tal reação toda vez que compartilha sua fé aos judeus. Mas um funcionário de JPJ respondeu: “Se eles soubessem o que sabemos sobre Jesus, eles se uniriam a nós para proclamar o evangelho, não para se opor a ele”.
Deus não é esquizofrênico. Ele nos chama não só para amar o Estado de Israel, mas também para proclamar a mensagem de Cristo aos judeus. Uma responsabilidade não cancela a outra.
E enquanto estamos tratando do assunto de Israel e controvérsia, permita-me arriscar-me mais ainda ao dizer que Deus também espera que nos importemos com nossos vizinhos árabes — e compartilhemos Cristo a eles também. Os cristãos árabes que vivem em lugares tais como Belém, Beirute e Bagdá muitas vezes são colocados em segundo plano e ficam esquecidos no meio da violência do Oriente Médio. Eles sabem, talvez melhor do que ninguém, que Jesus é a única esperança de reconciliação naquela região devastada pela guerra.
É de modo especial desanimador para nossos irmãos árabes cristãos quando eles nos vêem apoiando ações militares israelenses, mas escondendo dos judeus a mensagem de Cristo. Para eles, parece que estamos colocando nossa confiança em armas e bombas inteligentes, em vez do poder do evangelho.
De que maneira reagimos a essa crise complicada? Temos de defender o direito de Israel existir e apoiar todo esforço para deter o terrorismo, quer seja promovido pelo Hezbolá, al-Qaida ou o governo iraniano. Temos de orar pela paz de Jerusalém, que inclui orar pelos
E temos, acima de tudo, de concordar com a oração do apóstolo Paulo. “E assim todo o Israel será salvo”. (Romanos
J. Lee Grady é editor da revista Charisma.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Charisma Online: Jews, Christians and the Stumbling Block,
14 de agosto de 2006
Dr. James Dobson manifesta apoio a Israel
Dr. James Dobson manifesta apoio a Israel
O Dr. James Dobson está profundamente preocupado com as vítimas inocentes de ambos os lados do conflito no Oriente Médio, particularmente mulheres e crianças, mas ele não vacila na hora de expressar de que lado estão seus sentimentos. Milhões de cristãos amam Israel, observa o fundador de Focus on the Family, e “lamentam profundamente o ódio que está sendo expresso para com essa terra santa e seu povo”. E com base em informações que ele recebeu de contatos próximos tanto no Líbano quanto em Israel, ele chegou a essa conclusão. “Não há dúvida de quem são os agressores nesse atual conflito”, diz Dobson, “e entendemos que Israel parece estar sob ameaça de aniquilação”. Ele nota que Israel, com uma população de aproximadamente de
Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/8/142006h.asp
13 de agosto de 2006
Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias
Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias
As imposições do Estado brasileiro sobre a família baseiam-se principalmente no Estatuto da Criança e do Adolescente, documento criado para atender às exigências da Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. Essa Convenção, aprovada em
Para as famílias, quais são as desvantagens da Convenção sobre os Direitos da Criança?
A Convenção impõe limitações rigorosas no direito de um pai ou mãe dirigir e treinar seus filhos.
Os pais correm o risco de sofrer processos por qualquer tentativa de impedir que seus filhos se envolvam com filmes ou atividades que eles considerem impróprios.
O artigo
Em
Por causa da pressão de grupos evangélicos, o governo americano até hoje não assinou a Convenção sobre os Direitos das Crianças, de modo que nos EUA as responsabilidades e direitos das famílias não foram completamente anulados pela subordinação dos interesses das famílias aos interesses do Estado e da ONU. Os líderes evangélicos americanos então demonstraram muito mais inteligência do que os líderes evangélicos do Brasil, que nem mesmo chegaram a perceber o que estava acontecendo quando o presidente Fernando Collor assinou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em
Collor, que sofreu impeachment por corrupção, conseguiu, antes de sair do governo, subordinar o Brasil aos interesses da ONU e, conseqüentemente, subordinar mais ainda os direitos da família brasileira aos interesses estatais.
Enquanto muitos líderes evangélicos do Brasil estão envolvidos num “evangelho” social que os torna meros robôs da ideologia socialista e os deixa inúteis e cegos para tudo o que é realmente importante do ponto de vista legitimamente bíblico, líderes evangélicos dos EUA lutam, de modo corajoso e quase solitário, contra as agressões às famílias que as políticas da ONU representam.
O verdadeiro Evangelho social leva Jesus, não o socialismo, para a sociedade. Inspira e fortalece na sociedade os valores imutáveis da Palavra de Deus, não as idéias do satanista Karl Marx.
Por amor a esse Evangelho e ao futuro e bem-estar de suas próprias famílias, os evangélicos do Brasil, sejam líderes ou não, deveriam também entrar na luta contra o Governo Mundial que está se levantando no horizonte para arruinar tudo o que ainda resta de bom, justo e certo entre nós.
Afinal, por que deixar os evangélicos americanos lutarem sozinhos por uma causa que é importante para todas as famílias do mundo inteiro?
Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Importantes artigos para leitura:
9 de agosto de 2006
A Bíblia pervertida de Hitler
A Bíblia pervertida de Hitler
Como Hitler escreveu seus próprios mandamentos bíblicos
Mark Ellis
Descobriu-se uma Bíblia retratando a versão de Adolf Hitler dos Dez Mandamentos.
O ditador ordenou que o livro fosse reescrito a fim de eliminar todas as referências aos judeus.
Na Bíblia nazista, encontrada numa igreja alemã, o governo que roubou, matou e saqueou por onde passava na Europa descartou mandamentos como “Não matarás”, “Não furtarás” e “Não cobiçarás a mulher do teu próximo”.
E Hitler ordenou aos seus teólogos que alterassem os Dez Mandamentos — e acrescentassem mais dois — num esforço para promover o ideal ariano do livro Alemães com Deus.
Os novos “Mandamentos” incluíam “Honra teu Führer e teu mestre”, “Evita toda hipocrisia” e “Guarda o teu sangue puro e tua honra santa”.
O livro, impresso em
Hitler odiava os ensinos das igrejas cristãs, crendo que não tinham lugar em sua visão de super-homens germânicos governando raças inferiores que possuíam conceitos “ultrapassados”, tais como misericórdia e amor.
Mas ele conhecia o poder das igrejas cristãs na Alemanha e não podia bani-lo da noite para o dia. Em vez disso, seu plano era “nazificar” gradualmente as igrejas, começando com um centro teológico que ele estabeleceu em
Ele nomeou professores para trabalhar na versão nazista e eliminar todas as referências aos judeus e à compaixão.
Contudo, mais importante para Hitler era a erradicação de palavras judaicas, inclusive Aleluia, Jeová e até Jerusalém, que se tornou “a cidade eterna de Deus”.
Em nota oficial, Hitler disse: “O livro terá de servir a luta contra os eternos inimigos judeus”.
Acredita-se que os cristãos tenham destruído a maioria dos exemplares.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
6 de agosto de 2006
Alerta: Evangélicos pró-Lula se mobilizam para eleger seu ídolo
Evangélicos pró-Lula organizam comitê
Integrantes do Movimento de Evangélicos Progressistas se reuniram hoje, na sede nacional do PT, em São Paulo, para organizar um comitê evangélico pró-Lula. Segundo um dos coordenadores, o pastor presbiteriano Geziel Santos, estavam presentes diversos segmentos evangélicos, entre eles batistas, metodistas, presbiterianos, da Assembléia de Deus, Deus é Amor, Nazareno, Renascer em Cristo e Universal do Reino de Deus.
"Temos eleitores, simpatizantes e militantes do PT em todos os segmentos evangélicos", afirmou Santos. A plenária de hoje foi o primeiro encontro do grupo, que tinha como objetivo formar a coordenação do comitê e traçar estratégias de campanha no meio evangélico. Uma das ações previstas será a elaboração de uma carta do candidato Luiz Inácio Lula da Silva aos evangélicos, para ser distribuída em todo o Brasil.
Serão criadas coordenações estaduais do comitê, que terão, entre as tarefas, fazer atividades e eleger ao menos um coordenador por município brasileiro. Essa estrutura, segundo o pastor, garantirá que o material da campanha chegue ao meio evangélico de todo o Brasil.
Fonte: http://www.lulapresidente.org.br/noticia.php?codigo=107
5 de agosto de 2006
O poder que Fidel Castro não pôde deter
Nota de Julio Severo: Depois de décadas de injustiças, perseguições e muito derramamento de sangue, a ditador múmia de Cuba chega ao fim de seu poder, e é bom lembrar que Lula sempre foi amigo e bajulador da múmia. Os evangélicos progressistas do Brasil jamais condenaram essa amizade, e a Editora Vida, para vergonha do Evangelho, mantém como articulista Frei Betto, amigo de Lula e da múmia.
O poder que Fidel Castro não pôde deter
J. Lee Grady
O ditador comunista duro de matar passou
Todo o mundo sabia que chegaria o dia em que Fidel Castro perderia as forças em sua opressão asfixiante sobre Cuba. Mas o que os repórteres de jornais e de TV não anunciaram nessa semana foi que a entrega de poder que Fidel fez para seu irmão Raúl ocorreu logo depois de um esforço de último momento para deter a rápida propagação do Cristianismo na ilha isolada.
Em setembro de
Vi o movimento de casas igrejas com os próprios olhos há
Fiquei também sabendo durante minha visita a Cuba que o tipo de comunismo de Fidel é uma estranha mistura de ideologia marxista e feitiçaria caribenha. Em Cuba muitos sabem que ele consulta bruxos da Santeria — uma religião que os escravos africanos importaram para Cuba e se misturou com práticas católicas. Fidel ergueu estátuas e santuários honrando Santeria na entrada de muitas vilas na nação de
Um missionário carismático que conversou com Charisma disse que ele acha que as recentes medidas de Fidel para restringir as igrejas ocorreram porque “o diabo está totalmente furioso”. Apesar de
As Assembléias de Deus são a maior denominação evangélica da ilha, tendo várias centenas de igrejas estabelecidas bem como milhares de células de grupos ou “casas de culto”, como são chamadas. O repórter Lukins descobriu que há entre
Muitos pastores cubanos com quem me encontrei ali em
“As igrejas evangélicas de Cuba têm passado por uma longa história de perseguição, e essa perseguição contribuiu para sua saúde”, disse um missionário que trabalha em Cuba desde
Missionários americanos que trabalham em Cuba bem como pastores cubanos relataram para a revista Charisma recentemente que o reavivamento cristão tem atingido até mesmo a família de Fidel. Um de seus sobrinhos, ao que se informa, freqüenta uma dinâmica igreja evangélica na ilha e chegou até a convidar o presidente doente para freqüentar a igreja.
Os relatos também revelam que grande número de autoridades do governo cubano estão se tornando cristãos e deixando seus empregos no governo comunista.
O que o futuro reserva para as igrejas evangélicas de Cuba? Autoridades do Departamento de Estado dos EUA não estão prontas para declarar que Cuba está livre, mas muitos observadores dizem que duvidam que Raúl Castro conseguirá manter em lugar o sistema autocrático de seu irmão — principalmente se Fidel morrer logo. A democracia está pronta para decolar em Cuba, abastecida não só pelos patriotas que amam a liberdade, mas também pelos corajosos cristãos que querem levar sua fé ao exterior.
Um pastor disse para Charisma: “Esse é o tempo dos crentes cubanos na história. Eles acreditam que foram equipados por Deus através do sofrimento a levar o evangelho aos lugares mais difíceis do mundo”.
Predigo que eles estarão logo se mobilizando para começar essas viagens missionárias. O experimento comunista de Fidel não funcionou, seus duros esforços para exterminar o Cristianismo foram um tiro pela culatra, e nossos irmãos e irmãs de Cuba logo estarão se espalhando aos quatro cantos do mundo como prova de que Jesus sempre tem a última palavra.
J. Lee Grady é editor da revista Charisma.
Artigo original: Charisma Online: The Power That Fidel Castro Couldn’t Stop,



