29 de junho de 2006

Segundo homem mais rico do mundo une forças com Bill Gates, fundador da Microsoft, para promover o aborto no mundo inteiro

Segundo homem mais rico do mundo une forças com Bill Gates, fundador da Microsoft, para promover o aborto no mundo inteiro

Pete Winn

O financista bilionário Warren Buffett anunciou nesta semana que vai deixar 80 por cento de seus bens — mais de 35 bilhões de dólares — para a Fundação Bill e Melinda Gates.

É uma doação que está preocupando os líderes cristãos que combatem o aborto legalizado, de acordo com Joseph D’Agostino, do Instituto de Pesquisa Populacional.

“É muito assustador”, D'Agostino contou para o noticiário evangélico CitizenLink. “A Fundação Bill e Melinda Gates tem ligações muito estreitas e dá muito dinheiro para grupos pró-aborto, tais como a Federal Internacional de Planejamento Familiar, e para o controle populacional no mundo inteiro”.

Judie Brown, presidente da Liga Americana da Vida, disse que a Fundação Gates tem feito investimentos pesados nas iniciativas de “saúde das mulheres” nas nações do Terceiro Mundo.

“A maioria dessas iniciativas reflete ou é resultado direito dos trabalhos da Federação Internacional de Planejamento Familiar”, declarou Brown. “Estamos muitos preocupados com o fato de que milhões e milhões de dólares vão ser investidos para destruir a vida de milhões de bebês em gestação — e colocar em perigo a saúde de milhões de mulheres e homens”.

A Fundação Gates tem até agora doado mais de 20 milhões para a Federação Internacional de Planejamento Familiar — em grande parte para promover o aborto e campanhas “educativas” de incentivo ao uso da camisinha em países do Terceiro Mundo. Deu também mais de 12 milhões para a Federação Americana de Planejamento Familiar, um dos maiores provedores de aborto dos EUA.

Buffett, o segundo homem mais rico do mundo depois de Gates, já gastou milhões de seu próprio dinheiro em campanhas de controle populacional.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.family.org/cforum/news/a0041059.cfm

28 de junho de 2006

Bush: Abstinência único meio 100% eficaz de impedir a gravidez, HIV e DSTs

Bush: Abstinência único meio 100% eficaz de impedir a gravidez, HIV e DSTs

Hilary White

WASHINGTON, EUA, 23 de junho de 2006 (LifeSiteNews.com) — Em 2005, 19 mulheres do Congresso dos EUA pressionaram o Presidente George Bush na questão da educação sobre abstinência sexual, dizendo que essa postura indicava oposição à contracepção e era evidência de uma conspiração direitista contra os “direitos reprodutivos [que também incluem o aborto]” das mulheres. Na época as mulheres escreveram uma carta a Bush exigindo saber se ele apoiava o controle da natalidade.

Um ano e quatro cartas depois, John O. Agwunobi, o secretário assistente de Bush para assuntos de saúde, respondeu ao questionamento delas.

“O presidente pediu que eu respondesse no lugar dele”, iniciou ele, declarando: “O governo Bush apóia a disponibilidade de produtos e serviços seguros e eficazes para ajudar adultos responsáveis a fazer decisões sobre impedir ou adiar a concepção”.

A deputada federal do Partido Democrático [essencialmente liberal e esquerdista], Carolyn Maloney, uma das mulheres que haviam originalmente exigido que Bush deixasse clara sua postura na questão do controle da natalidade, recebeu muito bem a declaração, entendendo que Bush estava dando seu apoio total ao controle da natalidade. “Os 98 por cento das mulheres americanas sexualmente ativas que usam a contracepção ficarão contentes de saber que o presidente aparentemente apóia o controle da natalidade”, disse Maloney. “Agora que ele respondeu, ele deve ser pressionado para manter sua palavra”.

Numa carta a Bush, respondendo a Agwunobi, ela se queixou de que “o direito à contracepção está sob ataque de alguns farmacêuticos que recentemente se recusaram a aceitar prescrições válidas e legais de pílulas de controle da natalidade e outros anticoncepcionais”. Ela também criticou a decisão da FDA [Food and Drug Administration, agência governamental americana que regula e fiscaliza as drogas] de não permitir que a tão chamada contracepção de emergência [ou pílulas do dia seguinte] seja distribuída sem receita médica, bem como a remoção da frase “contracepção de emergência” de um documento governamental detalhando como tratar sobreviventes de violência sexual.

“Embora você diga que apóia que adultos responsáveis tenham acesso ao controle da natalidade, estou preocupada com o fato de que as posições de seu governo, movidas aparentemente por interesses políticos, estão impedindo acesso ao controle da natalidade de muitas maneiras”, escreveu ela, apelando ao Presidente Bush para garantir a disponibilidade ampla da contracepção de emergência.

Contudo, ao que tudo indica Maloney não percebeu a nuança vital da declaração de Agwunobi, a qual só expressava apoio do governo para “produtos seguros e eficazes” que “impedem” ou “adiam” a concepção. Além do fato de que Bush cuidadosamente evitou usar o termo “controle da natalidade”, Maloney ignorou o fato de que a tão chamada “contracepção de emergência” é também conhecida como abortivo, muitas vezes impedindo a implantação de um embrião depois que a concepção já ocorreu, causando a morte da criança. Portanto, a contracepção de emergência não poderia ser qualificada como um produto que “impede” ou “adia” a concepção.

Na carta oficial Agwunobi fez questão de acrescentar: “Além disso, o governo Bush apóia fortemente o ensino da abstinência sexual para os jovens como o único meio
100 por cento eficaz de impedir a gravidez, o HIV e as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)”.

Em 22 de junho de 2006, o noticiário da Yahoo/AFP publicou um artigo sobre as queixas das feministas e outros grupos liberais que vêem na ênfase de Bush na educação sobre abstinência uma “guerra contra a contracepção”. Eles também citaram a introdução de leis de proteção por motivos de consciência que permitem que os farmacêuticos, com base em motivos religiosos, se recusem a vender drogas abortivas e a decisão da FDA de não permitir que a pílula do dia seguinte seja distribuída sem receita médica.

A senadora Hillary Clinton, falando numa reunião de
13 de junho da Associação Nacional de Planejamento Familiar e Saúde Reprodutiva, disse: “Aqui nos Estados Unidos, sabemos que não é só o direito de ‘escolher [inclusive o aborto]’ que está sob ataque, mas é a própria contracepção”.

“Precisamos também entender que há uma agenda mais ampla em andamento. Essa agenda tem como alvo o direito ao planejamento familiar e à contracepção”, declarou Clinton.

Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Nota: Hillary Clinton, como seu marido o ex-presidente Bill Clinton, tem convicções liberais e esquerdistas fortemente a favor do aborto e do homossexualismo.

Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2006/jun/06062308.html

26 de junho de 2006

O racismo de Karl Marx

O racismo de Karl Marx

Walter Williams

© 2006 WorldNetDaily.com

Karl Marx é o herói de alguns líderes sindicalistas e organizações de direitos civis, inclusive aqueles que organizaram o recente protesto contra a legislação de imigração que foi proposta nos EUA. É fácil ser marxista para alguém que não leu o que Marx escreveu. A maioria das pessoas que leram concorda que as predições de Marx acerca do capitalismo demonstraram estar totalmente erradas.

O que a maioria das pessoas não sabe é que Marx era totalmente racista e anti-semita. Ele não dava importância aos mexicanos. Com relação à anexação da Califórnia depois da guerra entre o México e os Estados Unidos, Marx escreveu: “Sem violência, não dá para se chegar a realizar nada na historia”. Então ele diz: “Será que é falta de sorte que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que não sabiam o que fazer com ela?” Friedrich Engels, co-autor com Marx do Manifesto do Partido Comunista, acrescentou: “Nos Estados Unidos, testemunhamos a conquista do México e nos alegramos com isso. É para o interesse de seu próprio desenvolvimento que o México seja colocado sob a tutela dos Estados Unidos”. Pode-se achar muitas das idéias de Marx num livro escrito pelo ex-comunista Nathaniel Weyl, intitulado “Karl Marx, Racist” (1979).

Numa carta de julho de 1862 para Engels, em referência a Ferdinand Lassalle, seu competidor político socialista, Marx escreveu: “…é agora completamente evidente para mim que, como provam a formação de seu crânio e seus cabelos, ele descende dos negros do Egito, presumindo que sua mãe ou avó não tinha cruzado com um preto. Ora, essa união de judaísmo e germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também característica dos pretos”.

Engels também tinha muitas das convicções filosóficas raciais de Marx. Em 1887, Paul Lafargue, que era o genro de Marx, havia se candidatado a uma vaga num distrito de Paris que continha um zoológico. Engels afirmou que Paul tinha “um oitavo ou um décimo de sangue de preto”. Numa carta de abril de 1887 para a esposa de Paul, Engels escreveu: “Estando em sua qualidade como preto, um grau mais próximo do resto do reino animal do que o resto de nós, ele é sem dúvida alguma o representante mais adequado desse distrito”.

Marx e Engels tinham em comum uma idéia muito comum em toda a historia da humanidade até hoje: a idéia de que algumas pessoas são dotadas com inteligência e sabedoria superior, e foram nomeadas para impor à força essa sabedoria nas massas.

Dr. Walter E. Williams é um americano negro, professor de economia na Universidade George Mason em Fairfax, Va, EUA.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=50724

20 de junho de 2006

Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?

Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?

Julio Severo

Resumo: Se a imprensa liberal tratasse as paradas gays do jeito que trata as Marchas para Jesus, a agenda gay seria ignorada e ficaria merecidamente confinada a um número insignificante de mentes medíocres.

A Marcha para Jesus e a Parada Gay ocorreram na Avenida Paulista em 2006 com um intervalo de apenas dois dias de diferença. Apesar de estarem tão próximas um da outra em data, suas metas e compromissos são muito distantes. Uma exalta o homossexualismo; a outra, Jesus. Uma quer que homens e mulheres permaneçam no pecado homossexual; a outra oferece esperança e saída, em Jesus, para todos os pecadores.

A diferença é clara: exaltar Jesus tem como resultado transformação na vida das pessoas. No rastro do Evangelho, há ex-prostitutas, ex-drogados, ex-criminosos, ex-homossexuais, etc. No rastro do homossexualismo, a história é outra. Na Holanda, depois da pioneira lei de casamento gay no mundo, hoje quem está saindo do armário são os pedófilos, lançando até um partido para defender o sexo entre adultos e crianças. No Brasil, o Grupo Gay da Bahia, um dos primeiros grupos de militantes gays, inaugurou recentemente uma exposição “artística” explorando a cultura católica com a apresentação de uma imagem de Santo Antonio com o menino Jesus. Os idealizadores gays explicaram suas intenções: “Queremos demonstrar à sociedade que a intimidade entre adultos e crianças nem sempre foi considerada crime e tratada como pedofilia”.

Só para lembrar: a maior entidade mundial de defesa do sexo entre homens e meninos é a NAMBLA (North American Man-Boy Love Association, Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos), totalmente composta por membros homossexuais. Alguma dúvida sobre o que a exaltação ao homossexualismo trará para o Brasil e o mundo? Ainda assim, os ativistas homossexuais não temem que a imprensa liberal venha a colaborar numa campanha para desmascarar o papel do homossexualismo na NAMBLA e nas iniciativas internacionais para legalizar o sexo entre adultos e crianças.

Cobertura jornalística: os gays estão presentes, mas onde estão os evangélicos?

Os evangélicos do Brasil estão conscientes de que existe preconceito e discriminação contra eles. Por muitos anos, as Marchas para Jesus atraem tanta atenção das emissoras que dá para contar num dedo só quantos canais de TV se lembram de fazer uma brevíssima menção ao evento. Se não fosse pelas revistas e programas evangélicos que notificam sobre as marchas, ninguém no Brasil e no mundo saberia que centenas de milhares de evangélicos marcharam pelas ruas de São Paulo.

Os ativistas gays estão conscientes de que existe preconceito e discriminação contra eles. Por muitos anos, as Paradas do Orgulho Gay atraem tanta atenção das emissoras que é muito difícil ligar num canal de TV que não esteja dando cobertura ao evento… O apoio é descarado. As menções às paradas são sempre em tom elogioso.

Na parada de 2006, quase dois milhões e meio de pessoas apareceram para prestigiar a manifestação gay, que estava cheia de folia carnavalesca. Na Marcha para Jesus, o número de participantes foi três milhões. Mas não importa. Mesmo que dez milhões, ou bilhões, de evangélicos se manifestem nas ruas de São Paulo, os meios de comunicação sempre lhes dão o mesmo tratamento: silêncio. Preferem fazer de conta que não houve nada, pois a religiosidade bíblica do evento evangélico pode lembrar aos tespectadores (e aos arrogantes liberais da mídia) que existe Deus, Bíblia, pecado, Jesus, salvação e outras coisas que incomodam corações que só pensam em folia. Já a parada gay, com todas as suas aberrações, tem mais para oferecer para esses corações do que as Marchas para Jesus.

Quem são as vítimas de preconceito da mídia: gays ou evangélicos?

Na teoria, quem sofre preconceito não recebe cobertura jornalística, pelo menos não positiva. Quem não sofre preconceito nenhum é que costuma receber toda a simpatia da imprensa. Mas essa teoria não funciona na realidade. Preconceito da mídia é algo que os ativistas gays desconhecem completamente. Em contrapartida, os evangélicos, com ou sem Marcha para Jesus, continuam obscurecidos e invisíveis, apesar de todos os esforços para mostrar ao Brasil e ao mundo que eles existem e que, ao contrário dos ativistas gays, têm uma mensagem positiva para oferecer à sociedade.

Sua mensagem é que Jesus é a resposta para tudo e para todos. A mensagem dos ativistas gays, porém, é bem diferente. Apesar do papel de presente que convenientemente esconde o que pregam, basicamente eles querem viver no que acreditam. Mais do que nunca, eles estão saindo do armário e encorajando e até forçando outros homossexuais a sair do armário.

Mas embaixo do papel de embrulho está escondida a essência de sua agenda, que é simplesmente conquistar respeitabilidade social para o suposto direito de um homem se deitar com outro homem, ou, para ser mais claro, o suposto direito de enfiar o pênis no ânus do outro ou de receber o pênis no próprio ânus. Para eles, é exatamente esse ato que é motivo de tanto orgulho.

Dos meios de comunicação, os defensores desse “ato de orgulho” ganham respeito e elogios. Mas prestigiar a Marcha para Jesus pode trazer como conseqüência a recordação incômoda de que o que é visto neste mundo como orgulho pode ser na verdade vergonha, repugnante, nojento e abominação aos olhos de Deus.

O homossexualismo só é respeitado hoje porque está na lista de comportamentos da moda aprovados pela cartilha dos censores politicamente corretos. Se não estivesse, as emissoras de TV adotariam para com as paradas gays a mesma atitude que assumem contra as Marchas para Jesus — de não ver nada, não ouvir nada e não falar nada.

Dá para entender agora como o conceito de combate ao preconceito funciona para favorecer e agraciar as manifestações dos militantes gays, mas não funciona a favor das manifestações evangélicas, que sofrem nada menos do que uma censura brutal que lhes reserva a escuridão existencial diante do público?

Todo ano a história é a mesma: muita omissão para as Marchas para Jesus e muito destaque e badalação para as paradas gays. Mesmo alegando preconceito, as paradas gays recebem muito mais atenção da mídia do que os evangélicos. Se então não sofressem tanta “discriminação”, o destaque e a badalação a eles poderiam ocupar vinte e quatro horas da programação diária da televisão!

Se os ativistas gays (e seus aliados liberais) quiserem sentir na pele o que é preconceito, precisarão abandonar seu estilo de vida e se tornar seguidores de Cristo. De modo oposto, se os seguidores de Cristo quiserem ter sobre si os holofotes do sucesso social, precisarão renunciar ao verdadeiro Evangelho, que condena o pecado, mas salva o pecador.

Lamentavelmente, essa é a realidade. Dez ou apenas três indivíduos defendendo o homossexualismo têm muito mais chances de receber atenção da mídia do que 3 milhões de evangélicos exaltando Jesus.

Os oportunistas têm essa vantagem porque aprenderam a exaltar a ilusão em detrimento da verdade. É nessa ilusão desigual e injusta que os homossexuais são apresentados em programas de TV, principalmente novelas, como criaturas com perfil bondoso, sensível, tolerante e compreensivo, como se fossem encarnações de Jesus, enquanto os evangélicos são representados por figuras estranhas, intolerantes, suspeitas, fanáticas e antipáticas.

A solução para os evangélicos receberem o mesmo tratamento que os gays estão ganhando? Render-se aos pés dos liberais e suas mentiras ou, através do poder do Evangelho, ajudá-los a se renderem aos pés do Senhor Jesus. Do contrário, eles continuarão em sua missão infernal de dar destaque ao que é ruim e ignorar o que é bom.

A cobertura jornalística das Marchas para Jesus e das Paradas da Vergonha Gay tem um efeito colateral interessante: acaba mostrando no final quem realmente são as vítimas de preconceito e quem são os preconceituosos.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

14 de junho de 2006

Vacinas de aborto: a verdade escondida

VACINAS DE ABORTO

A VERDADE ESCONDIDA

Por mais de trinta anos, as indústrias farmacêuticas vêm produzindo vacinas derivadas de tecidos de bebês abortados, um fato que foi revelado quando vários artigos foram publicados sobre a moralidade de se usar essas vacinas. À medida que essas informações se tornaram amplamente conhecidas, um número crescente de médicos e pais muito preocupados com as questões éticas envolvidas escolheu se abster de usá-las ou dispensá-las. Os fatos são tanto assustadores quanto inquietantes.

Durante a epidemia de rubéola de 1964, alguns médicos aconselharam mães grávidas infectadas pela rubéola a abortar seus filhos, assustando-as com a possibilidade de que eles pudessem nascer com defeitos congênitos. Os pesquisadores começaram a colher o tecido fetal vivo, e no 27º bebê abortado eles acharam o vírus ativo. O vírus foi extraído do rim e classificado como RA/27/3, onde R significa Rubéola, A significa Aborto, 27 significa 27º feto abortado para o estudo deles, 3 significa terceiro tecido retirado de feto abortado e colocado numa cultura. Esse vírus foi então cultivado no tecido pulmonar de outro bebê abortado, WI-38. Extraiu-se o WI-38 (que significa Wistar Institute 38) do tecido pulmonar de uma menina intencionalmente abortada na Suécia no terceiro mês de gestação. Antes de se aperfeiçoar o uso de WI-38, houve pelo menos 19 outros abortos registrados usados nessas pesquisas.

Depois da liderança dos EUA, 10 anos mais tarde cientistas da Grã-Bretanha desenvolveram a MRC-5, extraída do tecido pulmonar de um menino abortado com três meses e meio de gestação. Essas duas linhas de células fetais são utilizadas continuamente para cultivar as variantes enfraquecidas do vírus de várias doenças para se produzir vacinas.

Tendências atuais

Pelo fato de que recebem aceitação pública pelas atuais vacinas, as indústrias farmacêuticas utilizam fontes existentes e novas de bebês abortados para o desenvolvimento de vacinas. A fonte mais recente é a nova linha de células fetais PER C6, criada pela indústria farmacêutica holandesa Crucell. Essa linha de células usa o tecido da retina de um bebê de 4 meses e meio de gestação, criado especificamente para o desenvolvimento de vacinas.

Uma escolha e uma obrigação moral

É importante lembrar que, exatamente como as terapias de células tronco adultas (que são uma alternativa viável ao uso de embriões humanos destruídos), pode-se fazer vacinas a partir de fontes éticas. Contudo, o uso das atuais vacinas contaminadas é justificado para a realização de mais pesquisas imorais. Até mesmo importantes autoridades justificam o financiamento de pesquisas de células tronco embrionárias usando a vacina de catapora como precedente, alegando que os embriões, como os bebês abortados, já haviam sido destruídos. Mas em ambos os casos, seres humanos foram insensivelmente mortos para propósitos de pesquisas. A menos que demonstremos que não toleraremos tal exploração de bebês em gestação, a exploração irá piorar.

Vacinas americanas de linhas de células de bebês abortados e alternativas éticas

Doença

Nome da vacina

Fabricante

Linha de célula (Fetal)

Versão Ética

Fabricante

Linha de célula (Não fetal)

Catapora

Varivax

Merck & Co.

WI-38, MRC-5

Não há

Não disponível

Não disponível

Hepatite A

Vaqta

Havrix

Merck & Co
GSK

MRC-5

MRC-5

Aimmungen
Não disponível nos EUA

Kaketsuken

(Japão & Europa)

Vero (macaco)

Hepatite A & B

Twinrix

GSK

MRC-5

Engerix (somente Hepatite B)

Comvax (somente Hepatite B)

GSK

Merck

Levedura

Levedura

Tríplice: Sarampo, Caxumba, Rubéola

MMR II

Merck & Co

RA273, WI-38

Não há

Não disponível

Não disponível

Sarampo-Rubéola

MR VAX

Merck & Co.

RA273, WI-38

Attenuvax – Sarampo

Merck

Embrião de pintinho

Caxumba-Rubéola

Biavax II

Merck & Co.

RA273, WI-38

Mumpsvax – Caxumba

Merck

Embrião de pintinho

Rubéola

Meruvax II

Merck & Co.

RA273, WI-38

Takahashi

Não disponível nos EUA

Kitasato Institute

(Japão & Europa)

Coelho

Tríplice + Sarampo

ProQuad

Merck & Co.

RA273, WI-38, MRC-5

Não há

Não disponível

Não disponível

Pólio

Poliovax

Sanofi Pasteur

MRC-5

IPOL

Sanofi Pasteur

Vero (macaco)

Raiva

Imovax

Sanofi Pasteur

MRC-5

RabAvert

Chiron

Embrião de pintinho

Artrite Ósteo-Reumatóide

Enbrel

Immunex

WI-26 VA4

Synvisc

Genzyme Bio.

Não há

Sepsia

Xigris

Eli Lilly

HEK-293

Pergunte a seu médico

Não disponível

Não disponível

Herpes-zóster

Zostavax

Merck & Co.

WI-38, MRC-5

Não há

Não disponível

Não disponível

Sob desenvolvimento: Ébola

TBA

Crucell/NIH

PER C6

Não há

Não disponível

Não disponível

Sob desenvolvimento: Gripe,

Gripe Aviária

TBA

MedImmune

Vaxin, Sanofi

PER C6,

HEK-293

FluVirin, Flu Shield

Flu Zone, Flu Blok

Chiron, Wyeth

Sanofi ,Protein Sci

Embrião de pintinho Lagarta

Nova: HIV

TBA

Merck

PER C6

Não há

Não disponível

Não disponível

Nova: Varíola

Acambis 1000

Acambis

MRC-5

ACAM2000

MVA3000

Acambis/Baxter

Vero (macaco)

Embrião de pintinho

Nota: Se a vacina que você está questionando não está nessa lista, provavelmente não utiliza linhas de células de bebês abortados.

Como você pode ajudar?

Peça que seu médico só encomende vacinas de alternativas éticas, que não estejam contaminadas com células de bebês abortados.

Apóie leis que dêem aos cidadãos o direito de se informar e escolher em questões envolvendo vacinas de bebês abortados.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.cogforlife.org

11 de junho de 2006

O progresso da desordem

O progresso da desordem

Julio Severo

O lema da bandeira do Brasil é ordem e progresso. Num país governado por homens de mentalidade socialista, o progresso mais evidente é na ruína das instituições necessárias para a ordem social. Não é diferente no Brasil, [des]governado pelo PT, de clara linha socialista.

O Brasil inteiro assistiu à baderna de um movimento de sem terras que invadiu o Congresso Nacional em Brasília. Os manifestantes deixaram em seu rastro seguranças feridos e equipamentos completamente danificados, não se importando com seus atos de violência e destruição.

A democracia pressupõe que manifestantes tenham a liberdade de se expressar, dentro de limites razoáveis. Manifestações genuinamente democráticas num regime democrático jamais incluem violência.

Contudo, os invasores do Congresso Nacional pareciam não estar preocupados com as conseqüências de seus atos. Afinal, o líder de sua baderna era um dos dirigentes do PT.

Se tal violência fosse cometida por qualquer outro grupo social fora das graças do governo, certamente a polícia militar e outros órgãos de segurança seriam convocados imediatamente para deter os infratores. Mas no caso de companheiros, a história é outra. Nada de polícia militar. Nada de polícia federal. Nada de extremo uso da força.

Se um grupo de cristãos católicos e evangélicos demonstrasse uma manifestação pacífica, entrando sem nenhuma violência no Congresso para protestar contra as absurdas políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do governo Lula, haveria um exército de seguranças muito bem equipado para deter os manifestantes.

Se tentassem usar a mesma violência dos vândalos que invadiram o Congresso, nem dá para imaginar o que lhes aconteceria…

No entanto, no Brasil de Lula quem é amigo dele pode se safar cometendo as piores badernas aos olhos de todos. O líder da invasão ao Congresso foi apenas afastado (não expulso) do seu cargo de dirigente do PT — para dar a impressão de que há algum tipo de ordem no partido que hoje comanda o país. A vasta maioria dos baderneiros ficou na prisão menos de uma semana, para provar a todos que alguns tipos de crime compensam.

Por causa dessas liberdades e excessos nunca antes vistos no Congresso Nacional, quem pagou mais pela invasão foram os seguranças do Congresso: foram vítimas fáceis dos vândalos, que estavam em número muito maior.

O líder dos baderneiros já era militante comunista há décadas, pregando e vivendo o marxismo. No Congresso, ele nada mais fez do que colocar um pouco em prática sua filosofia comunista. Os invasores causaram um prejuízo de pelo menos 150 mil reais, que serão pagos com o dinheiro do povo brasileiro. Aliás, a baderna toda foi financiada pelo governo federal, com dinheiro que vem — como sempre — do bolso do trabalhador brasileiro.

Assim, vê-se hoje movimentos radicais e ameaçadores não só sustentados pelo governo, mas também levando vantagens que outros não têm: eles não precisam sofrer todo o peso da lei quando cometem atos de violência e vandalismo. no caso de movimentos de linha socialista essas ações fora da lei são toleradas e justificadas.

Onde está a ordem? Onde está o progresso? Onde está a igualdade?

Por muito menos o Estado pode usar — e muitas vezes chega realmente a usar — sua força para oprimir e perseguir cidadãos e famílias, principalmente no caso de pais que optam por dar a seus filhos educação escolar em casa.

Que o Estado pudesse deixar de se envolver em perseguição de inocentes e, em vez disso, canalizasse toda sua imensa energia para os alvos certos, para ir atrás dos culpados. Do contrário, eles não se satisfarão apenas com invasões ao Congresso, e a desordem fatalmente progredirá.

Que essa invasão nos ajude a acordar para o fato de que, no que se refere aos homens que promovem o radicalismo socialista, o Brasil está se tornando um país praticamente sem lei — sem lei para os desordeiros socialistas, porém com muitas leis para favorecer os militantes gays que estão tumultuando a ordem nacional.

O único modo de mudar essa infeliz situação é não ajudando a eleger para a liderança do Brasil homens que sustentam esse clima de falta de ordem. Do contrário, o Brasil e seu povo merecerão todas as conseqüências que seus líderes sem juízo vierem a ocasionar com seu desgoverno e desordem, fazendo valer o ditado: “Cada povo tem o presidente que merece”.

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

9 de junho de 2006

Uma conspiração de bondade e silêncio

Uma conspiração de bondade e silêncio

Em meio às montanhas do sul da França, a cidade de Le Chambon-sur-Lignon se tornou, durante a Segunda Guerra Mundial, um abrigo seguro para os judeus. Sem disparar um tiro sequer, os habitantes do povoado, liderados pelo pastor André Trocmé e sua esposa, Magda, salvaram a vida de cinco mil judeus, em sua maioria crianças.

Junho de 1940. A França capitula diante do exército alemão, assinando um armistício com a Alemanha de Hitler. O país é, então, dividido - o norte e a costa do Atlântico ficam sob ocupação nazista, enquanto sul e sudeste passam a ter um governo leal à Alemanha, o Regime de Vichy, do Marechal Pétain. Le Chambon-sur-Lignon ficou sob jurisdição de Vichy, fato que seria de importância vital para o desenrolar dos acontecimentos.

Na época da invasão alemã, viviam em território francês judeus vindos de todas as partes da Europa. Apavorados com a chegada das tropas de Hitler, milhares deles fugiram para o sul do país, onde, contudo, não estavam a salvo. Vichy promulgara legislações anti-semitas e, a qualquer momento, os judeus podiam ser presos e enviados para a Alemanha. Uma cláusula do armistício obrigava as autoridades francesas a entregar aos nazistas quem quer que lhes fosse solicitado - e os judeus eram os primeiros da lista.

Enquanto os colaboracionistas franceses entregaram aos nazistas, durante a ocupação, um total de 83 mil judeus, dentre os quais dez mil crianças, os habitantes de Le Chambon os enfrentaram. Quando confrontados com o dilema de aceitar refugiados em seu lar, ainda que colocando em risco a vida de sua família e do povoado inteiro, a população local optou por salvá-los. Jamais se recusaram a acolher um judeu, assim como abominavam a delação e a traição.

Mesmo vivendo na pobreza, os chambonnais, como são chamados na França, tentavam suprir de todas as formas as necessidades dos refugiados. Escondiam-nos em seus lares e os alimentavam. Forjavam cartões de identidade e de racionamento. E, quando possível, ainda os ajudavam a fugir para a Suíça e Espanha. Acolhiam e cuidavam de crianças órfãs ou de pais deportados, mantendo sete instituições especialmente para esse fim. Ademais, conseguiam vagas nas escolas para que todos os jovens pudessem continuar estudando.

No vilarejo, ninguém falava abertamente sobre tais atividades, pois sabiam que qualquer comentário poderia destruir a frágil teia de esperança que os envolvia. Essa verdadeira "conspiração de bondade e silêncio" conseguiu salvar 5 mil judeus, fato realmente extraordinário, considerando que, à época, o povoado não contava com mais de 3 mil pessoas.

Apesar do reconhecimento do povo judeu e da comunidade internacional pela importância e nobreza de suas ações, os chamboneses nunca aceitaram a qualificação de "heróis". Quando questionados sobre a razão para a ajuda a milhares de judeus, respondem: "Algo tinha que ser feito e quis o acaso que estivéssemos lá para fazê-lo. Foi a coisa mais natural do mundo ajudar essa gente".

Infelizmente, poucos na Europa pensavam da mesma forma. Segundo Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, "uma das grandes tragédias da Shoá foi o fato de os judeus terem sido abandonados por quase todos os que poderiam tê-los salvo. Os chambonnais foram uma das pouquíssimas exceções. Armados unicamente com suas convicções, enfrentaram as tropas nazistas e salvaram a vida de milhares de judeus".Se houvesse mais pessoas como eles, talvez a história da Segunda Guerra Mundial tivesse tomado outro rumo...

Símbolo de coragem e solidariedade

O povoado de Le Chambon-sur-Lignon está localizado em um planalto rodeado por montanhas, a uns 120 quilômetros de Paris, não muito longe da fronteira com a Suíça. Desde o século XVI, seus habitantes se tornaram huguenotes, como são chamados os protestantes franceses. Minoria religiosa em meio a uma França católica, foram perseguidos até a Revolução Francesa. Fiéis a suas convicções, durante séculos resistiram a diferentes pressões. O sofrimento imposto por perseguições religiosas já era parte da memória coletiva daquela gente destemida.

Foi a esse vilarejo empobrecido que, em 1934, chegou o pastor André Trocmé, acompanhado de mulher e filhos. Trocmé, nascido em 1901, descendia de uma linhagem de huguenotes. Profundamente religioso, era pacifista convicto e militante. Sua esposa, Magda, compartilhava de sua coragem e seus ideais. Rapidamente o pastor Trocmé passou a ser líder espiritual e ético da comunidade. Em 1938, para melhorar a situação econômica local, fundou uma escola internacional de alto nível: a Escola Cévenol. E, para ajudá-lo nessa missão, convidou o amigo, também pastor, Édouard Theis, que comungava das mesmas idéias de "resistência sem violência". Com o crescimento do nazismo, a escola passou a atrair refugiados judeus de toda a Europa.

Foi do púlpito da igreja de Le Chambon que Trocmé e Theis começam a pregar a santidade da vida humana e a resistência ao ódio e à destruição. Afirmavam ser obrigação de cada nação, assim como de cada individuo, posicionar-se de forma atuante contra o "mal", pois a neutralidade era cúmplice desse mal. Assim que a Alemanha conquistou a França, a pregação deu lugar à ação.

Depoimentos dos que viveram àquela época, únicos testemunhos do ocorrido em Le Chambon, revelam que tudo começou em uma noite de inverno, em 1940, quando Magda Trocmé abriu a porta de sua casa e se deparou com uma mulher faminta, enregelada, que lhe disse: "Sou judia alemã e estou fugindo dos nazistas, que se apossaram do norte da França. Disseram-me que neste povoado eu encontraria ajuda. Posso entrar?". E o que se iniciara como um gesto individual, transformou-se rapidamente em uma corrente de inquebrantável solidariedade.

Durante o período de 1940 a 1944, Trocmé e Theis foram os principais idealizadores da "resistência sem violência" e das ações de resgate empreendidas pelo vilarejo. Muitos outros participaram de forma ativa, inclusive Magda Trocmé. Mulher corajosa, nunca mediu perigos ou sacrifícios, tendo servido também de guia para inúmeros grupos que atravessavam as montanhas até a Suíça.

Trocmé começou por contatar o representante, em Marselha, da organização Quaker (American Friends Service Committee). Durante a Shoá, as igrejas da denominação Quaker e Testemunhas de Jeová foram as únicas que incorporaram a ajuda aos judeus à sua política oficial. Na França de Vichy, os quakers haviam conseguido permissão para ajudar os internos nos campos de detenção e tinham grande preocupação com as crianças judias de pais deportados. Era difícil encontrar quem aceitasse hóspedes tão visados. Trocmé propôs abrigá-las em Chambon e os quakers, cientes da pobreza do vilarejo, comprometeram-se a enviar recursos.

Rapidamente a operação se expandiu e se tornou mais complexa, pois passou a incluir não apenas crianças, mas todos que lá chegavam em busca de refúgio. Trocmé conseguiu também o apoio de outros 13 pastores, de habitantes da região e de outras organizações protestantes, assim como de membros do clero católico, da Cruz Vermelha e dos governos da Suécia e Suíça.

O pastor era o cérebro e a alma de toda a operação. É verdade que nunca teria conseguido realizar o que alcançou sem a ajuda da esposa, de Theiss e de muitos outros. Mas era ele quem planejava, incentivava e fazia tudo acontecer. Era o único que conhecia todas as facetas da operação. Os demais grupos envolvidos e seus líderes atuavam de forma independente. Esta era uma precaução necessária para salvaguardar a operação, pois, caso alguém fosse pego e submetido à tortura, era impossível prever o que viria à tona.

As opiniões dos chamboneses não eram segredo para as autoridades de Vichy, já que nunca as negaram. Pelo contrário, denunciavam e repudiavam abertamente a perseguição aos judeus. O pastor Trocmé e seus congregantes começaram a sofrer pressões para cessar toda a atividade pró-judeus. Mas, fiéis à sua consciência, não se dobraram perante as ameaças. Mesmo quando o próprio líder das igrejas protestantes francesas pediu a Trocmé que desistisse de ajudar os refugiados, pois podia prejudicar os franceses protestantes, Trocmé se recusou, determinado.

Após a guerra, um dos habitantes da região revelou que sempre que alguma patrulha nazista despontava, "caçando" os refugiados, estes eram escondidos nos bosques. "Logo que os soldados alemães partiam, íamos à floresta e cantávamos uma determinada canção. Quando a ouviam, sabiam que podiam regressar, em segurança".

Corajoso, o pastor nunca se calou. Do púlpito de sua igreja, não cansava de exortar seus congregados a se manterem firmes e a "fazer a vontade de D'us, não a dos homens". Em famoso sermão após os acontecimentos de Paris de julho de 1942, quando nazistas ajudados pela polícia francesa deportaram 13 mil judeus - dos quais 4 mil eram crianças - Trocmé declarou: "A Igreja cristã deveria ajoelhar-se e pedir perdão a D'us pela incapacidade e covardia que ora demonstra".

Em agosto daquele mesmo ano, quando as autoridades de Vichy foram ao povoado exigir de Trocmé uma lista com o nome de todos os judeus daquela região, ele se recusou, categoricamente. Respondeu, como de costume: "Não sabemos o que é um judeu; apenas conhecemos os seres humanos, todos iguais entre si e diante de D'us". Algumas semanas mais tarde, a polícia de Vichy foi para o vilarejo com três ônibus e uma missão sombria: prender e levar todos os judeus da região aos campos de detenção. Durante três semanas, os policiais andaram, em vão, por todo o vilarejo e seus arredores, em busca dos refugiados. Conseguiram encontrar, casualmente, apenas um judeu, pois ninguém revelou o paradeiro de um refugiado sequer, mostrando terem sido inúteis as ameaças policiais de prisão.

Em fevereiro de 1943, autoridades de Vichy voltaram a Chambon, desta vez para prender os próprios pastores, André Trocmé e Édouard Theiss, e o diretor da escola pública, Roger Darcissac. Este último era também o fotógrafo "oficial" de todos os documentos forjados. Os três líderes foram enviados a um campo de detenção onde ficaram presos por cinco semanas, até serem libertados. Durante esse tempo, ofereceram a Trocmé a opção de ser libertado mediante a assinatura de um documento comprometendo-se a seguir as determinações do governo de Vichy, especialmente no tocante aos judeus. Apesar da gravidade de sua situação, Trocmé manteve-se irredutível.

Daniel Trocmé, primo do pastor e um dos líderes da operação, não teve a mesma sorte. Responsável por um dos sete abrigos para crianças judias, foi capturado pelos nazistas em 1943. Enviado ao campo de Maidanek, na Polônia, juntamente com "suas" crianças, Daniel morreu nas câmaras de gás, em 1944. Tiravam-lhe a vida - mas levava consigo tudo o que seus carrascos queriam saber.

Merecido reconhecimento

O profundo reconhecimento do mundo judaico à família Trocmé e aos chamboneses, de modo geral, está registrado no Yad Vashem - Museu do Holocausto, em Jerusalém. Na ala dos "Justos entre as Nações" foram plantadas três árvores - duas em nome do casal André e Magda Trocmé e uma em homenagem a seu primo, Daniel. O pastor Édouard Theiss e sua esposa Mildred, assim como Roger Darcissac, também receberam o título de "Justos", assim como outros 38 habitantes que participaram do salvamento dos judeus. E, em 1990, Le Chambon-sur-Lignon se tornou a primeira comunidade a ser incluída pelo Yad Vashem nessa alameda, com a inauguração de um jardim e uma placa em nome de sua população.

O cineasta Pierre Sauvage, vencedor do Prêmio Emmy por seus documentários, é uma das centenas de crianças que sobreviveram ao Holocausto graças à população de Le Chambon-sur-Lignon. Nasceu na cidade, em 1944, quando grande parte de sua família já havia morrido nos campos de extermínio nazistas. Somente ao completar 18 anos soube que era judeu. A partir de então, abraçou ferreamente a missão de fazer com que o mundo jamais esqueça a Shoá. Tornou-se um dos maiores especialistas em identificar aqueles que ajudaram a salvar os membros de seu povo, tendo criado a Fundação Le Chambon.

Sauvage narra a história de Le Chambon num documentário intitulado Weapons of the Spirit - Armas do espírito. Em entrevista sobre o mesmo, declarou: "Histórias como a de Le Chambon servem de inspiração para os mais jovens, quando se vêem diante dos demônios do mundo. Se cada um de nós não puder sentir, bem no íntimo, o quanto de bondade existe em nossos semelhantes, teremos sempre o receio de olhar de frente para o grau de crueldade a que o ser humano pode chegar".

Bibliografia:

Hallie, Philip, Lest Innocent blood be Shed, Ed HarperPerennial
Berenbaum, Michael, The World Must Know, Ed. Litlle, Brown and Co.
http://www.yadvashem.org/

Publicado na revista Morashá - Edição 52 - abril de 2006
 
Publicado também na revista Notícias de Israel de maio de 2006: www.chamada.com.br

8 de junho de 2006

Médicos de 26 países se reúnem para apresentar evidências de cura divina

Médicos de 26 países se reúnem para apresentar evidências de cura divina

Cidade de Cebu, Filipinas, 8 de junho de 2006 (LifeSiteNews.com) — Mais de 500 médicos de 26 países reuniram-se nos dias 1 e 2 de junho para uma conferência no Grande Centro de Convenções, da Cidade de Cebu, Filipinas. Na conferência, médicos do mundo todo apresentaram evidências de cura divina.

O tema da conferência sem igual foi “Espiritualidade e Medicina”. A conferência foi realizada sob os auspícios da Rede Mundial de Médicos Cristãos (RMMC), fundada pelo Dr. Jaerock Lee, pastor sênior da Igreja Manmin Joong-ang, em Seul, Coréia do Sul.

“A RMMC é uma organização médica cristã internacional que trata não só de questões urgentes com as quais a classe médica se defronta hoje, mas também é a primeira organização do gênero que com objetividade confirma e examina exemplos de cura pelo poder de Deus”, disse um porta-voz da organização.

Os delegados mostraram muita alegria ao ouvir uma mensagem de congratulação à conferência enviada por Glória Macapagal-Arroyo, presidente das Filipinas e também do Dr. Francisco T. Duque, Secretário da Saúde do país.

Palestras centrais foram dadas pelo Dr. Antonio Yapha Jr, presidente do Comitê de Saúde e membro da Câmara dos Deputados das Filipinas, e pelo Rev. Bispo Romeo Corpuz Sr., presidente dos Ministérios da Rede Global Toda a Criação, Inc.

“A conferência frisou Deus como ‘o curador’ e vários casos de cura divina através da oração”, disse o porta-voz da RMMC.

Depois da palestra sobre “Espiritualidade e Medicina III”, dada pelo Dr. Joonha Hwang, presidente da RMMC, dados médicos reais apoiando cura divina foram apresentados por médicos em enfermidades como câncer estomacal, tetraplegia, hemorragia intracerebral, grave deficiência, tumor torácico, leptospirose, infertilidade, queimaduras faciais, tendinite, cirrose do fígado e outras doenças incuráveis.

“Quando as apresentações dos casos de cura foram finalizadas, a audiência respondeu com aplauso e então uns compartilharam com os outros sobre a graça que eles haviam acabado de receber”, disse o porta-voz.

O Dr. Sven Frederik, um participante da Dinamarca, observou: “Se se pudesse realizar este tipo de conferência médica no norte da Europa, muitos intelectuais aceitariam o poder de Deus”.

O site da Rede Mundial de Médicos Cristãos fica aqui:

http://www.wcdn.org

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2006/jun/06060803.html