30 de maio de 2006

Pedófilos lançam partido próprio

A Holanda foi um dos primeiros países do mundo a legalizar o casamento gay e atender as reivindicações dos ativistas gays. Veja agora as conseqüências…

Pedófilos lançam partido próprio

Ativistas holandeses esperam acabar eliminando as leis que proíbem as relações sexuais com menores

© 2006 WorldNetDaily.com

Os pedófilos da Holanda estão registrando um partido político para fazer pressão a fim de que a idade de relações sexuais seja abaixada de 16 para 12 anos e a fim de permitir pornografia infantil e sexo entre pessoas e animais.

Em seu site, o Partido Caridade, Liberdade e Diversidade declara: “Vamos sacudir a capital da Holanda!”

O partido, que planeja se registrar amanhã, diz que quer acabar com o limite de idade para relações sexuais, noticiou a Reuters.

Ad van den Berg, um dos fundadores do partido, disse ao jornal Algemeen Dagblad que uma “proibição só deixa as crianças curiosas”.

“Queremos tornar a pedofilia o assunto do debate”, afirmou ele.

“Queremos entrar para o Parlamento de modo que tenhamos voz. Outros políticos só falam sobre nós de modo negativo, como se fossemos criminosos”, Van den Berg declarou para a Reuters. Embora a Holanda já tenha políticas liberais que permitem a prostituição e o casamento homossexual, as pesquisas de opinião mostram que o público não está pronto para um partido pedófilo.

Numa pesquisa realizada hoje, 67 por cento dos holandeses crêem que a promoção da pedofilia tem de ficar na ilegalidade, e 82 por cento querem que o governo faça alguma coisa para impedir a formação do partido.

“Eles agem como se quisessem mais direitos para as crianças. Mas a posição deles de que as crianças deveriam receber permissão para ter contato sexual a partir dos 12 anos é, sem dúvida alguma, algo para servir apenas aos próprios interesses deles”, comentou a ativista antipedofilia Ireen van Engelen, de acordo com a Reuters.

Dois anos atrás, Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia, EUA, assinou um projeto de lei apelidado pelos críticos como a “Lei de Proteção aos Pedófilos”.

Elaborada pela senadora estadual Sheila Kuehl, a nova lei reduziu drasticamente as exigências de denúncias obrigatórias de casos conhecidos ou suspeitos de abusos sexuais, físicos e emocionais de crianças.

Os oponentes afirmaram que a nova lei criou uma brecha legal para que empresas de aborto, tais como a Federação de Planejamento Familiar, fiquem isentas da responsabilidade de denunciar estupro de menores, assédio e abuso sexual. A nova lei dá aos pedófilos maior oportunidade de se envolver com empregos ligados à assistência de crianças.

Além disso, a nova lei modificou a definição de “agressão sexual” da Lei de Denúncia de Negligência e Abuso de Crianças, excluindo cópula oral, sodomia e penetração consensual entre dois menores que tenham ambos 14 anos ou mais.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=50439

27 de maio de 2006

Onde é que ficam os direitos das mulheres na Copa do Mundo?

Onde é que ficam os direitos das mulheres na Copa do Mundo?

Julio Severo

Resumo: O governo alemão espera ganhar muito dinheiro com a Copa, dinheiro que vem de muitas origens, inclusive do tráfico de moças européias pobres para prostituição.

Há muito debate em nossos dias acerca da questão da exploração das mulheres. A própria ONU tem um órgão, o UNIFEM, dedicado exclusivamente a defender os direitos humanos das mulheres. O governo Lula, juntamente com o governo de muitos outros países, tem também instituído programas para promover esses direitos. Como direito envolve a garantia de que as mulheres possam gozar o que precisam e querem, ninguém poderia ser contra. Por exemplo, as mulheres têm o direito de não serem estupradas, de não sofrerem violência, de não serem vítimas de tráfico sexual, etc.

Os direitos humanos das mulheres deveriam se resumir ao aborto?

Contudo, os engenheiros sociais, tanto na ONU quanto em muitos governos, entendem essa questão de modo vastamente diferente. Eles dão prioridade a outras questões. Por exemplo: A mulher tem direito de interromper sua gravidez — que significa simplesmente: A mulher tem o direito de matar o bebê que está se desenvolvendo em sua barriga.

Nem a ONU nem muitos governos se preocupam com o fato de que a população pensa de outro jeito, porque esperam que com o tempo e muita propaganda bem elaborada haja mudança de mentalidades.

Direito ao aborto é direito humano das mulheres. Assim não pensa a vasta maioria das mulheres do Brasil de hoje. Mas assim pensa muita gente na ONU. Assim pensam as feministas. Assim pensam muitos governos. E assim — com sistemática campanha psicológica dos engenheiros sociais — pensarão a maioria das mulheres e homens do futuro, se nada for feito.

Entretanto, enquanto os manipuladores nos bastidores sociais orquestram a mudança de opiniões e condutas éticas e morais em governos, sociedades e indivíduos para alcançar, entre outros objetivos questionáveis, a aceitação do aborto, as necessidades reais das mulheres ficam muitas vezes em último plano. Enquanto se elaboram meios de convencer a população de que a destruição de um bebê humano na barriga da mãe é direito de toda mulher, as mulheres de hoje encontram-se fragilizadas e desprotegidas por políticas que as desamparam.

Assim, quando uma mulher pobre é enganada e condicionada a ver o aborto não como assassinato, mas direito, seu espaço é garantido nos debates sociais. Ela chega realmente a receber apoio e simpatia da torcida politicamente correta, tornando-se alvo de atenção e respeito da mídia liberal. Mas em sua fragilidade econômica, o apoio se desvanece quando os manipuladores não a podem usar para nenhuma finalidade ideológica. Sua pobreza pode ser usada como um dos pontos de apoio para o aborto, mas para nada serve se tudo o que ela precisar for ajuda para viver com verdadeira dignidade.

Somente os governos ou sociedades subdesenvolvidos pensariam e agiriam assim com as mulheres? Somente nos países pobres as mulheres em sua condição econômica vulnerável seriam esquecidas e abusadas?

A resposta deveria ser sim, mas a realidade nada mais aponta do que um não sonoro e triste. Países que arrogantemente se julgam avançados, como a Alemanha, toleram despreocupadamente o abuso sistemático de mulheres economicamente fragilizadas, nada fazendo para que elas sejam auxiliadas ou pelo menos protegidas em sua dignidade humana.

A Copa da prostituição

O governo alemão prepara-se para tratar com todo respeito os milhares de turistas que acompanharão a Copa do Mundo na Alemanha. Mas não é só o governo alemão que está interessado no dinheiro dos turistas, a grande maioria dos quais são homens. As máfias européias já estão de boca aberta para engolir o dinheiro dos torcedores embriagados que, após cada partida, terão à disposição milhares de moças para usar e abusar. De fato, segundo o noticiário WorldNetDaily, quarenta mil mulheres — a maioria moças desesperadamente pobres de países do leste e centro da Europa — serão transportadas, muitas contra a vontade delas, para a Alemanha, afrontando abertamente toda alegação da ONU e do governo alemão de que os direitos humanos das mulheres são prioridade.

Muitas dessas moças foram vítimas das falsas promessas das máfias que, disfarçadas de agências de oportunidades, lhes ofereceram empregos de modelos e outras ocupações sem ligação direta com a prostituição. Acabaram como meros produtos sexuais do tráfico.

Para o crime organizado e para as autoridades alemãs, elas nada mais são do que figuras estatísticas sem nome e sem identidade. No entanto, quem é que se lembra de que elas têm vida, sonhos e esperanças? Elas têm irmãos, pais e mães que se preocupam com elas, mas que não têm o poder e a autoridade que o governo da Alemanha e a ONU poderiam — se quisessem — usar para garantir a integridade moral e humana de suas irmãs e filhas. Mesmo que gritassem pedindo socorro, nenhuma resposta ouviriam, pois tudo o que as autoridades alemãs querem ouvir é o grito das torcidas eufóricas nos estádios. Os gemidos das famílias e suas filhas serão assim sufocados pelos barulhentos torcedores da Copa, que terão toda a atenção que as vítimas de prostituição não estão tendo. As máfias da prostituição agradecem, de coração, a falta de interesse das autoridades nessas pobres moças.

O real interesse

Se o interesse do governo alemão é ganhar dinheiro, as máfias do sexo não desapontarão. Farão sua parte de seu negócio sujo, e deixarão uma parte dos ganhos para a Alemanha. Possivelmente, também deixarão alguma parte para as mulheres que tiveram a infelicidade de cair na rede do tráfico sexual.

Na verdade, como em muitos lugares, o dinheiro dos turistas é muito mais importante do que as necessidades e circunstâncias econômicas das mulheres que serão exploradas para entreter sexualmente o embriagado e muitas vezes violento público masculino da Copa. Esse público — e principalmente seu dinheiro — merece todo respeito, atenção e consideração, nada ficando de sobra para as moças pobres e seus direitos humanos. A dignidade de quarenta mil mulheres será sacrificada diante do altar da idolatria ao futebol e à ganância.

O discurso na Alemanha e em outros países fiéis aos “princípios” da ONU é sempre contra a exploração das mulheres — somente, porém, quando tal exploração não gera lucros e não atrai turistas. A exploração sexual, para ser permitida, precisa atender a interesses especiais. Quem pensou que corrupção moral era problema exclusivo da política brasileira nada conhece da política alemã!

No momento de defender o aborto, fala-se em compaixão pelas mulheres, especialmente as pobres, mas ninguém vê o coração e as intenções reais desses pseudodefensores dos direitos humanos das mulheres. Se as feministas substituíssem a causa do aborto pela defesa das mulheres exploradas, haveria menos destruição e mais ajuda genuína para as mulheres.

Durante a Copa, enquanto os turistas estiverem “se divertindo” à custa da fragilidade econômica de moças que muitas vezes são obrigadas a se submeter a todo tipo de humilhação para ganhar dinheiro para sobreviver, será possível ver o coração e as intenções dos que alegam combater a exploração das mulheres. Na Copa da Alemanha, não é só a bola que estará em jogo, mas também a dignidade de quarenta mil mulheres manipuladas por máfias e totalmente desamparadas pela ONU e pelo governo alemão, que não se cansam de dizer que defendem os direitos humanos das mulheres.

Da ONU, aliás, se pode esperar muito pouco. Quem poderia esquecer os escândalos de soldados de suas forças de paz e outros funcionários envolvidos em tráfico de moças e até mesmo em estupro de meninas em algumas regiões pobres do mundo?

Durante a Copa, onde é então que ficarão os direitos humanos e a dignidade de milhares de moças pobres da Europa? No que depender do crime organizado, da ONU e do governo da Alemanha, na lata de lixo.

O QUE VOCÊ PODE FAZER?

Boicote a Copa. Não assista nem incentive ninguém a assistir.

Ore pela salvação e esperança das moças apanhadas na rede de prostituição do crime organizado.

Profetize fracasso para as máfias do tráfico sexual e para as ambições do governo alemão, que coloca sua ganância na frente da dignidade de moças pobres.

Diga não ao tráfico de mulheres. Diga não à Copa. Diga não ao descaso do governo alemão com o tráfico de moças para prostituição.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

18 de maio de 2006

Pagando para que as mães tenham mais bebês

Pagando para que as mães tenham mais bebês

Michael Medved

O Presidente Vladimir Putin escolheu um foco surpresa para sua mensagem anual para o Parlamento Russo, se concentrando no baixo índice de natalidade que ameaça a própria sobrevivência de sua nação. Ele observou que as perdas populacionais anuais de mais que 700.000, e alertou sobre o colapso econômico, a menos que os russos comecem a produzir mais bebês.

Putin sugeriu reformas radicais para esse propósito — inclusive o pagamento de $8.900 para qualquer mulher que dê a luz um segundo filho e concorde em permanecer no lar para criá-lo. Outros países enfrentam pressões semelhantes na área de população: A Austrália oferece um bônus de $4.000 por filho, e em Cingapura um quarto filho traz para seus pais um subsídio enorme de $18.000.

Por que os Estados Unidos até o momento evitaram os terríveis custos sociais de um índice de natalidade abaixo dos níveis de substituição? Em parte, é porque a fé cristã é muito mais forte nos Estados Unidos: uma cosmovisão bíblica que vê os bebês como uma bênção, não um peso.

Fonte: Beyond the News: Paying for Procreation 17/05/2006

7 de maio de 2006

O uso e abuso gay da palavra preconceito

O uso e abuso gay da palavra preconceito

Julio Severo

Os militantes gays reivindicam leis especiais. Segundo eles, essas leis são necessárias para “protegê-los” da violência. O problema maior é qual o “padrão” que utilizarão para definir e interpretar o que é violência. É claro que seja qual for a definição, os casos de estupro de gays contra meninos jamais serão mencionados, embora sejam um dos piores tipos de crime e tenham o homossexualismo como principal fator de abuso.

Pela experiência de países que permitiram leis contra a homofobia, sabemos que as interpretações de violência contra os praticantes do homossexualismo colocam na categoria de “crime de homofobia” até mesmo pregações contra o pecado homossexual. Aprovada uma lei contra a homofobia, haveria perseguição e injustiça contra os que não aceitam o homossexualismo. Se discriminação é ser contra o homossexualismo, então a Bíblia e seu Autor podem ser colocados nessa categoria por uma sociedade que se preocupa mais em proteger o pecado do que proteger o bem-estar da população. Infelizmente, até mesmo alguns evangélicos não conseguem perceber o que uma lei contra “discriminação” pode trazer como conseqüência.

Algum tempo atrás, uma revista evangélica nacional trouxe uma excelente matéria sobre o movimento homossexual, porém fez um comentário sem pesar e considerar devidamente as implicações. A revista comentou:

Algumas reivindicações são para lá de justas, como punir com mais rigor absurdos como espancamentos e até assassinatos de homossexuais, e inibir constrangimentos em locais públicos e ambientes de trabalho.

Todos são iguais diante da lei — com exceção dos homossexuais, que merecem mais?

Há várias armadilhas envolvidas na aceitação dessas reivindicações. As leis atuais tratam com justiça todos os casos de espancamentos e assassinatos de cidadãos, sejam de homossexuais ou não. Não há episódios em que a lei permite que um agressor ou assassino fique impune só pelo fato de que o indivíduo agredido ou assassinado praticava o homossexualismo. Um juiz ou tribunal não tem autoridade para interpretar a lei dessa forma, pois nenhuma lei isenta de culpa um assassino ou agressor só porque a vítima praticava perversão homossexual. Tal situação é irreal no Brasil. Mesmo que alguém tenha matado um pedófilo, a lei não o isenta de culpa de assassinato.

A lei cumpre imparcialmente seu papel para todos os cidadãos, sejam eles homossexuais ou não. Se há casos de impunidade, não é porque a lei desprotege exclusivamente os homens envolvidos no homossexualismo. É notório que há muita impunidade no Brasil, mas essa impunidade não atinge unicamente quem pratica o homossexualismo. Há impunidade em todos os tipos de situação, sejam de homossexuais ou não. Mas quando é cumprida, a lei faz o que deve fazer.

Alguns rapazes de São Paulo mataram um homossexual há alguns anos. Eles foram presos e condenados, como aconteceria normalmente se eles tivessem matado qualquer outro cidadão. Como puni-los com mais rigor? Matar um homossexual é um crime maior do que matar um cidadão comum? Assassinar um gay é um crime maior do que tirar a vida de uma criança? Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo todos os anos no Brasil, uma dezena de gays assassinados deve virar propaganda para o movimento homossexual?

O que o governo deveria fazer é vencer sua proverbial incompetência e eliminar a pena de morte que os assassinos aplicam em TODA A POPULAÇÃO. Por que selecionar os praticantes do homossexualismo como “vítimas” especiais quando a maioria esmagadora da população, inserida num contexto social violento por causa das negligentes políticas de segurança do Estado, sofre incomparavelmente mais e tem não uma dezena, mas dezenas de milhares de vítimas por ano, inclusive um grande número de crianças estupradas e mortas?

Uma lei exclusiva para tratar casos de espancamentos e assassinatos de homossexuais não poderia fazer mais do que a lei já está fazendo. Então, qual seria o objetivo de uma lei assim? Provavelmente, apenas prevenir tudo o que é interpretado como “violência”, “discriminação” e contrariedade ao homossexualismo. Prevenir de que modo? Identificando as fontes da chamada “homofobia” e de qualquer tipo de aversão às práticas homossexuais. É exatamente aí que os olhares e as metralhadoras ideológicas se voltariam para os cristãos que citam passagens da Bíblia condenando o homossexualismo. A lei teria interesse em fazer a distinção de que oposição bíblica ao homossexualismo não é igual a ódio e violência contra os que praticam o homossexualismo? Para os que estão lutando para introduzir leis a favor do homossexualismo, toda oposição ao homossexualismo conduz à discriminação e agressão contra os que o praticam.

Reivindicações para lá de justas?

Devemos então aprovar leis contra a homofobia, leis que inibem o constrangimento dos praticantes do homossexualismo em locais públicos? Vamos pensar seriamente nas implicações dessa medida. Homossexuais livres para se beijar e fazer gestos obscenos em lugares públicos, diante de crianças, sob a total proteção da lei? Por que lhes conceder tal liberdade e privilégio?

Devemos aprovar leis contra a homofobia, leis que inibem o constrangimento dos praticantes do homossexualismo em ambientes de trabalho? Vamos pensar seriamente nas implicações dessa medida. E se uma escola evangélica ou católica descobre que um de seus professores ou outro funcionário é viciado em práticas homossexuais? O que acontece então? Em nossa simplicidade, podemos achar que a proteção das crianças é prioridade, acima dos interesses dos grupos homossexuais, porém não é na base da simplicidade, inocência e justiça que muitos advogados e juizes de hoje agem. Nesse caso uma lei contra a homofobia seria inteiramente interpretada para “proteger” o praticante do homossexualismo contra o “preconceito” e impedir a escola de proteger as crianças!

Se todos forem convencidos de que essas leis são para lá de justas, o que será de nós cristãos se essas leis se tornarem realidade? Leis supostamente inventadas para combater a “homofobia” sempre acabam privilegiando e protegendo o pecado homossexual e sempre acabam colocando em perigo os que não aceitam esse pecado, inclusive os cristãos.

Um dos objetivos do movimento homossexual é realmente levar a sociedade inteira a ver suas exigências como questão de direito humano. No entanto, se pararmos para analisar com cuidado, veremos que as reivindicações dos ativistas gays não são para lá de justas, mas para lá de ardilosas. Podemos, pela graça de Deus, entender bem essas e outras questões “porque não ignoramos os seus ardis”. (2 Coríntios 2:11 RC)

Distorcendo a realidade

Na votação das questões homossexuais no Congresso Nacional em Brasília, o discurso que iguala oposição ao homossexualismo como violência é tão repetitivo e insistente que os políticos cristãos se sentem muitas vezes intimidados, ameaçados, constrangidos e forçados a se colocar na defensiva e explicar que sua posição não tem ligação com violência, enquanto os próprios militantes gays jamais precisam passar pelo incômodo e constrangimento legítimo de serem cobrados pela ligação natural que há entre homossexualismo e sexo com meninos.

O movimento homossexual aprendeu a acuar a oposição, sem aceitar nenhuma cobrança. Lembra muito o Partido dos Trabalhadores que, quando estava na oposição, queria CPIs para tudo e para todos sem medo de confrontar ninguém, porém quando chegou ao poder lutou com todas as forças para sufocar esse procedimento de investigação, até mesmo em casos gravíssimos de corrupção envolvendo indivíduos de seu protegido governo. Coincidentemente, a grande maioria dos projetos de lei favorecendo o homossexualismo e o aborto é de autoria de políticos desse partido.

Aliás, o governo Lula tem procurado promover o homossexualismo a nível internacional, apresentando na ONU uma resolução pioneira defendendo a orientação sexual como direito humano inalienável. Se a preocupação do governo do Brasil com casos de tortura, violência e até assassinato a nível internacional fosse realmente legítima, Lula e seus companheiros se lembrariam dos cristãos.

Nenhum grupo hoje tem tantas vítimas de assassinatos e torturas quanto os cristãos. Cada país muçulmano e comunista é palco de inimagináveis atrocidades contra os cristãos. Mais de 150.000 cristãos são martirizados por ano [1]. São vítimas reais, sofrendo opressões reais, não imaginárias. Eles são as vítimas que não costumam aparecer no noticiário. Se seu sofrimento se limitasse apenas a ofensas e insultos ao seu estilo de vida cristão, eles ficariam felizes da vida. Preconceito e discriminação são comparativamente os problemas menos preocupantes que eles sofrem. O problema real é a tortura sistemática, inclusive números incrivelmente elevados de assassinatos brutais.

Contudo, o governo Lula entende perseguição de outra forma. Quando dois gays se beijam escandalosamente em público, ofendendo as pessoas e agredindo a inocência de crianças próximas, alguns podem ter a coragem de reclamar contra a libidinagem gay pública. Essa atitude de não aceitar a imoralidade gay pública é, para o governo Lula e para os ativistas gays, homofobia, preconceito e perseguição.

Com a ajuda de governos moralmente falidos, que bajulam o movimento homossexual e tratam os cristãos fiéis como cidadãos de terceira categoria, os arrogantes ativistas gays brasileiros reivindicam direitos e privilégios especiais por alegada perseguição social. O que eles chamam de perseguição “brutal”, chegando a compará-la à perseguição dos nazistas aos judeus, nada mais é do que principalmente casos interpretados como insultos e ofensas, como nos casos em que eles se sentem ofendidos quando o público não aceita seus beijos públicos e outros gestos obscenos. É claro que eles também tiram muita vantagem da dezena de assassinatos de homossexuais por ano dentro da violenta sociedade brasileira onde todos, homossexuais ou não, correm sério e constante risco de serem assassinados. Enquanto eles berram e aprontam a maior confusão por causa de questões mínimas a fim de adquirir privilégios e direitos máximos acima dos direitos que os cidadãos comuns gozam, os cristãos em países hostis não querem nada de especial — só o direito de existir.

Lula tem amizade com ditadores de países comunistas e muçulmanos, mas não abre a boca em favor dos cristãos perseguidos nesses lugares. Seu governo prefere abrir a boca em favor de seus aliados comunistas e muçulmanos. Seu governo prefere abrir a boca para defender gays se beijando em público.

O governo Lula não tem vontade nenhuma de proteger e garantir o direito de os cristãos ex-homossexuais darem testemunho público sobre sua vida depravada do passado. Assim, o que os homossexuais fazem em público merece atenção e respeito, mas o testemunho cristão público sobre o homossexualismo não.

Promovendo injustas políticas de preconceito e discriminação

Toda a sociedade deveria então perguntar: Por que o governo Lula está privilegiando quem pratica o homossexualismo? Por que o governo Lula quer leis para dar proteção especial a certas categorias de indivíduos, principalmente na base de sua opção pelo estilo de vida homossexual? A própria Constituição do Brasil não estabelece que todos são iguais diante da lei? Se um ser humano é agredido (seja ele negro, homossexual ou até mesmo um asqueroso neonazista), a lei pune o agressor. Mas uma lei antipreconceito, por exemplo, vem garantir que algumas pessoas são mais “iguais” do que as outras. Esse tipo de lei fomenta o verdadeiro racismo, preconceito e muita desigualdade planejada e deliberada, pondo a raça ou comportamento de certas pessoas como mais merecedor de privilégios estatais.

Não é à toa que os ativistas gays estejam também engajados na luta do movimento negro. Contudo, a luta para defender e impor a cultura afro-brasileira (termo que é muitas vezes camuflagem para várias práticas ocultistas afro-brasileiras) pode trazer efeitos colaterais inesperados. Essa “cultura”, com tudo o que representa espiritualmente, não deveria ser imposta aos cidadãos nem aos alunos de escolas, pois agride frontalmente a espiritualidade da maioria cristã. Em nome de um suposto combate ao preconceito, utiliza-se a questão negra e homossexual para se instituir a ditadura da minoria contra a maioria, quando na verdade as leis já protegem muito bem os direitos individuais. Assim, leis antipreconceito são desnecessárias e perigosas — aliás, são ferramentas de abuso para promover os interesses políticos do Estado e de grupos que alegam defender as minorias.

Leis contra a discriminação são um modismo politicamente correto (importado diretamente do imperialismo cultural liberal dos EUA) cujos efeitos nocivos serão sentidos de forma fulminante em futuro próximo, onde, entre outras medidas, qualquer expressão ou comentário contrário ao homossexualismo e às práticas de bruxaria africana serão tratados simplesmente como crime, expondo muitos evangélicos à ameaça de processos, sofrimentos, perseguição estatal e até prisão. Além disso, esse tipo de lei promoveria duas “culturas” que se abraçam, pois sabe-se que as religiões afros e suas entidades espirituais acolhem muito bem as práticas homossexuais.

Não é mera coincidência então que um grande defensor da “cultura” negra seja o Sr. Luiz Mott, considerado o líder do movimento homossexual do Brasil. Ele já escreveu livros sobre esse assunto. Evidentemente, ele apóia as religiões afros e as reivindicações dos grupos negros por direitos especiais, sabendo que no rastro dessa luta o homossexualismo e seus praticantes serão beneficiados.

Acuando o testemunho cristão na sociedade

Por causa dessa luta, a “cultura” negra agora tem privilégios especiais até mesmo contra os evangélicos. Programas de TV que apresentam o testemunho de pessoas que no passado praticavam religiões afro-brasileiras e hoje vivem no Evangelho já estão se tornando alvos do preconceito do Estado e dos grupos negros. Esse é o único tipo de preconceito que o governo oficialmente autoriza e apóia.

Esses testemunhos públicos, embora estejam sendo hostilizados pelas tropas de choque antipreconceito, fazem parte do Cristianismo desde o começo, conforme comprova a própria Bíblia: “Muitos dos que creram vinham, e confessavam e declaravam abertamente suas más obras. Grande número dos que tinham praticado ocultismo reuniram seus livros e os queimaram publicamente… Dessa maneira a palavra do Senhor muito se difundia e se fortalecia”. (Atos 19:18-20 NVI)

Precisamos então questionar se o Estado tem o direito de sufocar esses testemunhos públicos em nome da pluralidade ou diversidade cultural. Se não fizermos esse questionamento agora, mais tarde o Estado achará que tem também o direito de sufocar o testemunho de pessoas que foram libertas do homossexualismo, de modo que a simples atitude de revelar que há, em Jesus Cristo, esperança e saída para quem deseja abandonar o homossexualismo poderá vir a ser tratada como desrespeito e discriminação contra um comportamento sexual agora aceito, protegido e honrado pela sociedade.

Por isso, enquanto há tempo, os cristãos precisam lutar pelo direito de pregar o Evangelho e dar assistência aos homens e mulheres que querem abandonar a opressão do estilo de vida homossexual, antes que a impiedosa Inquisição Gay, em nome do combate ao preconceito e com a total cumplicidade do Estado, adquira direitos exclusivos de cometer todo tipo de intolerância contra o testemunho e a assistência dos cristãos na sociedade.

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, Editora Betânia.

www.juliosevero.com.br

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Nota:

[1] http://www.religiousfreedom.com/Conference/Germany/sigmon.htm

2 de maio de 2006

Brasil Sem Homofobia: o que o governo Lula está fazendo para impor o homossexualismo no Brasil

Brasil Sem Homofobia: o que o governo Lula está fazendo para impor o homossexualismo no Brasil

Julio Severo

Não há dúvida de que o avanço genuíno traz honra para um país. Mas esse avanço só pode ser devidamente reconhecido e promovido por um governo que é moralmente apto, capaz de discernir o que é errado e certo. Um governo moralmente corrupto confunde errado com certo e retrocesso com progresso. Por exemplo, informação no site oficial do PT declara:

Um grande avanço, por exemplo, vem do Governo Lula. Pela primeira vez na República Federativa do Brasil um presidente emite uma carta apoiando o movimento homossexual, durante a parada gay de Brasília. Outro grande exemplo foi o lançamento do programa Brasil sem Homofobia, coordenado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos [da Presidência da República], mas com a participação de vários ministérios, entre eles o da Justiça, da Saúde, da Educação e as secretarias dos Direitos da Mulher e da Igualdade Racial. Homofobia é um comportamento de aversão, de ódio aos homossexuais, em muitos casos o fator determinante do homicídio.[1]

Vê-se, pois, que o governo Lula confundiu seu retrocesso moral com “avanço”. Usando como desculpa a questão do preconceito, o governo do Brasil lançou oficialmente em 2005 o Brasil Sem Homofobia, programa inédito que, a pretexto de combater a violência e discriminação contra os praticantes do homossexualismo, dá apoio escancarado às reivindicações mais radicais dos grupos homossexuais de pressão política e considera como fator determinante de casos de homicídios toda aversão ao homossexualismo.

Assim, na interpretação do governo, uma opinião contrária às práticas homossexuais deve ser vista como causa que contribui para a violência contra os praticantes do homossexualismo. O governo deixou claro que, em parceria com o movimento homossexual, avançará o programa diretamente em todo o Brasil, implementando-o através de ações políticas nas áreas de educação, saúde, legal e social que favorecerão os interesses dos militantes homossexuais.[2]

Agora todos os ministérios estarão a serviço das intenções pró-homossexualismo do governo. Para dar visibilidade e valorização ao homossexualismo, o Ministério da Cultura criou o Grupo de Trabalho de Promoção da Cidadania GLTB (gays, lésbicas, transgêneros e bissexuais) com o objetivo de incentivar produções artísticas que promovam a cultura da não-discriminação contra o homossexualismo, isto é, o governo favorecerá, encorajará e apoiará programas de TV, rádio e outros meios que apresentem o homossexualismo sempre de modo favorável e destaquem toda oposição a esse comportamento como crime de preconceito. “A secretaria tem a missão de preservar a identidade e valorizar a diversidade para que possamos fortalecer a auto-estima desses grupos discriminados”, explica a técnica do Ministério da Cultura responsável pelo grupo de trabalho, Flávia Galiza.[3]

Por sua vez, o Ministério da Educação está cada vez mais “capacitando” os professores a trabalharem as questões da sexualidade e homossexualidade de um modo que os estudantes sejam condicionados a perder a aversão ao que é anormal. Através de programações nas escolas, as crianças estão sendo sistematicamente doutrinadas e discipuladas no Evangelho da Sodomia.[4] Já há até livros didáticos para incentivar o homossexualismo. “No Brasil, ainda são poucos os títulos, mas as editoras já estão de olho no filão. Os educadores também. Uma das primeiras obras a abordar o tema, Menino Ama Menino (Armazém das Idéias), de Marilene Godinho, que conta a história de um garoto que se descobre apaixonado por outro, faz parte do pacote literário distribuído pelo Ministério da Educação na rede pública”.[5]

É evidente que o governo Lula está completamente empenhando em atender aos interesses dos militantes gays. O próprio Lula declarou, em seu apoio público ao movimento homossexual, que “qualquer maneira de amar vale a pena”. Seu governo tem feito questão de financiar diretamente muitas paradas do “orgulho” gay em todo o Brasil. O objetivo é vencer a resistência da população através de propagandas “educativas”.

Essas propagandas já são realidade há um bom tempo na TV, onde a capitulação ao movimento homossexual foi praticamente total e onde muitos programas utilizam estratégias de distorção da realidade, apresentando ao público um falso mundo em que gays e lésbicas são pessoas alegres, felizes, realizadas e, geralmente, mais inteligentes e sensíveis do que as pessoas normais. O lado escuro é devidamente ocultado, de modo que ninguém possa ver que o comportamento deles está ligado a uma inescapável realidade de sofrimento, onde seus praticantes vivem oprimidos por graves perturbações mentais, emocionais e sociais.

Há um esforço imenso de mostrar que essas conseqüências naturais não têm nenhuma ligação com a anormalidade de seus atos sexuais. Esse esforço também tenta, com a ajuda de pesquisas e estudos fraudulentos, comprovar “cientificamente” que o anormal é, na verdade imposta por eles, tão normal quanto o que é realmente normal. Aliás, o documento Brasil Sem Homofobia, publicado pelo governo Lula para dar suporte para o seu programa nacional com o mesmo título, afirma: “Da mesma forma que a heterossexualidade (atração por uma pessoa do sexo oposto) não tem explicação, a homossexualidade também não tem. Depende da orientação sexual de cada pessoa”. Isto é, o governo Lula pensa e quer que todos os cidadãos brasileiros pensem que homossexualismo é tão normal quanto a sexualidade natural. A meta é inventar um Brasil Pró-Sodomia.

O governo do Brasil mostra-se cada vez mais comprometido com a manipulação da verdade na questão homossexual e os meios de comunicação liberais trocam habitualmente a imparcialidade pela submissão à campanha pró-homossexualismo promovida pelo governo Lula, confundindo os que não entendem as jogadas políticas por trás dos bastidores. Assim, o que era polêmico torna-se natural, com a bondosa cumplicidade de muitos programas de TV, que entram nos lares através de entretenimentos que se aproveitam da imaturidade e ingenuidade das crianças e adolescentes, condicionando-os não só a concordar, mas a experimentar e adotar o comportamento homossexual.

Quem tentar discordar dessa propaganda de lavagem cerebral disfarçada de entretenimento arrisca-se a ser impiedosamente acusado de praticar o imperdoável pecado da homofobia, termo criado e interpretado para classificar de anormal as pessoas que sentem nojo dos atos sexuais dos que vivem no homossexualismo. Homofobia também pode ser considerado o ato de uma mãe questionando uma aula pró-homossexualismo na escola de seu filho. De fato, homofobia é uma palavra inventada para ter qualquer significado que o governo e os ativistas gays decidirem em sua guerra contra os que não aceitam sua promoção do comportamento gay.

As igrejas evangélicas, por exemplo, nunca praticam violência contra os homossexuais. Não há casos de praticantes do homossexualismo agredidos ou assassinados em igrejas e por igrejas, porém há casos comprovados de evangélicos agredidos por militantes gays. Mas o que importa? Já que o governo colocou os praticantes do homossexualismo na categoria de oprimidos privilegiados, sua defesa é prioridade, mesmo quando são eles os agressores. Afinal, talvez pensem eles, os oprimidos têm direito de reagir violentamente contra os “homófobos”. É assim que as “pobres vítimas” gays se tornam opressores.

Pouca diferença fará se um evangélico ou igreja se esforçar para tentar mostrar a diferença entre amar o praticante do homossexualismo (pecador) e detestar o homossexualismo (pecado). A ideologia anti-homofobia simplesmente não tolera tais distinções. Ou você é a favor ou contra o homossexualismo. O governo Lula e os meios de comunicação liberais deixam claro que não pouparão os que não concordarem com a concessão de privilégios para o homossexualismo.

Para os ativistas gays, pregar a verdade bíblica sobre o homossexualismo é o mesmo que ensinar ódio e preconceito. Eles não estão dispostos a aceitar nada que contrarie sua ideologia. A única mensagem bíblica que eles aceitam ouvir é a reinterpretação da Bíblia feita por teólogos favoráveis ao comportamento homossexual. O único tipo de pregação tolerada é a pregação a favor da sodomia. Os únicos pregadores bons são os que pregam paz e amor, sem nenhum outro compromisso. Tudo o mais é rejeitado. Para eles, o cristão que não sabe pregar o que eles querem ouvir tem no mínimo de ficar com a boca fechada.

Qualquer pessoa com um mínimo de percepção já consegue visualizar no horizonte uma forma seriíssima de DITADURA, opressora e vil, exercida com extrema desigualdade, intolerância e enganos.

O caso da ABRACEH e sua presidente, Dra. Rozangela Justino, chamam a atenção. A Dra. Rozangela, que é psicóloga evangélica, fundou a ABRACEH, uma entidade para amparar os homens e as mulheres que desejam voluntariamente deixar o homossexualismo. Por sua atitude de estender uma mão amiga aos homossexuais necessitados, a Dra. Rozangela tem sofrido ameaças e intimidações, até mesmo do Conselho Federal de Psicologia, que declarou: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

Além da ABRACEH, várias outras organizações que entendem o homossexualismo como um distúrbio e apóiam o direito dos homossexuais que querem mudar de vida têm sido alvo de perseguição da Gaystapo, enquanto muitos cristãos ficam simplesmente em cima do muro observando.

Tomados pelo medo do uso abusivo e desigual da lei — que também tem sido manipulada pelo enorme lobby GLTB —, quase não se encontra entre os cristãos advogados que ousem defender a causa daqueles que sabemos estarem certos em suas posições.

Por isso, é preciso que o povo de Deus acorde. É preciso que profissionais, psicólogos, médicos, biólogos, advogados, juízes, magistrados, educadores, pastores, terapeutas, etc., se levantem em bloco contra essa ditadura terrivelmente desigual, desonesta, injusta, opressora e intolerante que avança furiosamente sobre a sociedade.

O que o Brasil está precisando mesmo não é de favorecimentos ao homossexualismo, mas de um programa Brasil Sem Sodomia e um Dia Nacional de Esperança para Quem Quer Sair do Homossexualismo. Homossexualismo não é motivo de orgulho, mas vergonha. Homossexualismo não é doença, mas traz em seu rastro muitas doenças e prejuízos para as famílias, para os indivíduos e para a sociedade.

Não podemos tentar arrancar das pessoas a aversão natural ao pecado do estupro, assassinato, homossexualismo, pedofilia, etc. São aversões necessárias contra comportamentos que Deus não aprova. São aversões naturais que nos distanciam do que não é bom. Aliás, na Bíblia Deus assim se refere ao pecado homossexual: “Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)

Se Deus diz que o homossexualismo é repugnante, quem são as autoridades para perseguir e acusar de homófobo quem sente nojo desse comportamento? Os cristãos terão de concordar com o que a Palavra de Deus diz, ou com o que as tendências sociais de Sodoma estão impondo no Brasil? Enquanto houver pecado no mundo, haverá homossexualismo, pederastia e outras perversões. Enquanto houver pecado no mundo, haverá mentiras, propagandas enganosas e distorções da realidade, e é sempre possível que em determinado momento histórico o ser humano, em sua corrupção moral, crie leis que classifiquem o anormal como normal e vice-versa. Tal foi o que já ocorreu na Alemanha nazista e na União Soviética. Mas isso não quer dizer que os cristãos são obrigados a se conformar e aceitar tudo o que é feito de anormal neste mundo.

O governo Lula, com seu programa propagandístico Brasil Sem Homofobia (que debaixo da camuflagem nada mais é do que Brasil Pró-Sodomia) está em guerra não só contra a natureza, mas também contra o Governante do Universo. O único modo de o governo Lula concretizar seu projeto de construir um Brasil sem aversão à sodomia é censurando totalmente o Livro dAquele que declarou que o homossexualismo é repugnante. Tal censura privará os próprios homossexuais do direito de saberem a verdade de que Aquele que condenou o homossexualismo é a mesma e única Pessoa que oferece esperança e libertação real aos que desejam sinceramente abandonar esse estilo de vida nocivo para a sociedade e para si mesmos.

Entretanto, o mundo ainda será um lugar diferente, onde não haverá mais governos impondo mentiras e injustiças para populações cativas. Quando esse tempo chegar, o mundo terá um novo tipo de Governo, perfeito e justo, e será realmente um lugar sem “homofobia”, sem sodomia e sem homossexualismo. Fora desse novo mundo ficarão “os que cometem pecados nojentos, os feiticeiros, os imorais e os assassinos, os que adoram ídolos e os que gostam de mentir por palavras e ações”. (Apocalipse 22:15 NTLH)

Algumas idéias e expressões neste artigo são, direta ou indiretamente, colaboração do Dr. Ricardo Marques.

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, Editora Betânia.

http://www.juliosevero.com.br/

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Notas:

[1] http://www.pt.org.br/site/artigos/artigos_int.asp?cod=693

[2] Brasil Sem Homofobia. Copyright 2004 Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Secretaria Especial dos Direitos Humanos, pág. 7.

[3] http://arruda.rits.org.br/notitia1/servlet/newstorm.notitia.apresentacao.ServletDeSecao?codigoDaSecao=4&dataDoJornal=atual

[4] Sodomia significa a perversão homossexual praticada pela cidade de Sodoma, na Bíblia.

[5] http://gazetaweb.globo.com/gazeta/Materia.php?c=82176&e=1236


Comentário de leitor:

----- Original Message -----

From: andrea

To: falecom@juliosevero.com.br

Sent: Wednesday, May 10, 2006 8:29 PM

Subject: HOMOFOBIA

DEUS ESTÁ ERRADO! - NO LIVRO DE LEVÍTICO CAP. 18:22, O SENHOR, FALOU A MOISÉS:COM VARÃO(HOMEM) TE NÃO DEITARÁS,COMO SE FOSSE MULHER: ABOMINAÇÃO É. NO LIVRO DE ROMANOS CAP. 1:18,32, FALA QUE É DIGNO DE MORTE, O QUE TAL COISA COMETE E NÃO SÓ QUEM COMETE, MAS QUEM TAMBÉM CONSENTE TAL ATO. COMO A HOMOFOBIA É CRIME NO BRASIL, PEÇO QUE PROIBAM A BÍBLIA NO TERRITÓRIO NACIONAL BRASILEIRO, SEU USO E COMERCIALIZAÇÃO, E QUE TAMBÉM OS EVANGÉLICOS, SEGUIDORES DO DEUS VIVO, SEJAM PROCESSADOS, POR OUVIREM A PALAVRA DE DEUS, REJEITANDO A IMORALIDADE, COMO PEDE DEUS, QUE AS IGREJAS EVANGÉLICAS SEJAM FECHADAS EM TODO TERRITÓRIO, E QUE CRIEM LEIS QUE IMPEÇAM QUE ABRAM PARA OUVIR A PALAVRA DE DEUS. QUE OS PAIS QUE NÃO QUEREM QUE SEUS FILHOS APRENDAM SOBRE A MARAVILHA QUE TRAZ PARA A VIDA O HOMOSSEXUALISMO, SEJAM PROCESSADOS E PRESOS, ASSIM TAMBÉM OS QUE SÃO CONTRA GAYS E LÉSBICAS LECIONAREM PARA SEUS FILHOS, E OS QUE SÃO CONTRA GAYS E LÉSBICAS EM ACAMPAMENTO DE ESCOTEIROS; QUE A JUSTIÇA PROCURE E PROCESSE ESSES INFRATORES, E QUE TAMBÉM PROCESSEM DEUS! ATENCIOSAMENTE CIDADÃO BRASILEIRO.