29 de abril de 2006

Caio Fábio pregou em igreja gay?

Um gay afirmou isto no Orkut, onde estavam, entre outros assuntos, debatendo o nome de Caio Fábio:


Luiz Gustavo

Amo O Rev Caio 2/27/2006 8:28 PM
Amo o Rev Caio, um verdadeiro defensor das minorias e dos Gays! vi uma pregação sua num culto de Natal na ICM Rio de Janeiro, repleto de amor e misericórdia. Este é pastor de verdadade e concordo plenamente com ele em relação a igreja...

Veja o comentário original no Orkut. ICM significa Igreja Comunidade Metropolitana, a maior denominação evangélica gay do Brasil.

Para mais informações sobre a ICM, veja:
Filho de Caio Fábio ajuda igreja gay.

Veja também: Caio Fábio faz sucesso internacional entre evangélicos gays.

27 de abril de 2006

Governo Lula, homossexualismo e OEA

O governo Lula não perde tempo. Quem achou que a iniciativa do governo Lula de promover a defesa do homossexualismo a nível mundial só se restringiu à sua resolução pioneira na ONU declarando o homossexualismo como direito humano inalienável, se enganou.

O governo Lula fez a mesma jogada pró-homossexualismo na Organização dos Estados Americanos (OEA). O governo do Brasil quer assim garantir que o homossexualismo será tratado como um direito humano especial em todo o continente americano.

Nunca um governo do Brasil fez tanto pelo homossexualismo a nível internacional.

A noticia abaixo vem de um site gay.

Julio Severo
www.juliosevero.com.br
www.juliosevero.com




OEA recebe propostas contra discriminação e intolerância

A Organização dos Estados Americanos abriu uma página na Internet para receber sugestões e comentários para a elaboração da Convenção Interamericana contra o Racismo e Toda Forma de Discriminação e Intolerância.

A convenção é uma proposta do governo de Brasil, feita durante a Assembléia Geral da OEA, realizada em Fort Lauderdale, Flórida, em junho de 2005. Na ocasião, foi aprovada uma Resolução, enviada pelo governo brasileiro, criando o Grupo de Trabalho encarregado de elaborar o projeto de convenção.

A página estará aberta para receber as opiniões, consultas e contribuições da sociedade civil até o dia 30 de maio de 2006. O texto definitivo da Convenção Interamericana contra o Racismo e Toda Forma de Discriminação e Intolerância será aprovado por representantes dos países membros da OEA em sessão da Assembléia Geral.

A página pode ser acessada pelo site www.oea.org.

Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/mundomix/centralplus/noticia.asp?id=4353

25 de abril de 2006

Comunicado

Estimados amigos

Removi as cartas de Caio Fábio dirigidas a mim por sugestão de amigos, que não viam proveito algum em postar tanta baixaria. As cartas foram uma infeliz demonstração de descontrole de Caio, porém em momento algum ele contestou meus argumentos, limitando-se a me desacreditar com xingamentos e análises pseudo-psicológicas.

Julio Severo

23 de abril de 2006

Caio Fábio se desnuda

Caio Fábio se desnuda

Dez anos atrás, Caio publicou sua biografia, e a propaganda desse livro prometia que Caio se “desnudaria”, e o público acreditou, pensando que finalmente conheceria os maiores segredos do homem que era tratado sagradamente como um “papa” evangélico.
Desnudar significa revelar tudo. Mas tudo começou a ser desnudado só em 1998, depois da publicação da biografia dele, com os escândalos financeiros e sexuais que o tragaram.
Hoje, ele se gaba de que, com um estalar de dedos, poderia facilmente envergonhar famosos pastores e derrubar ministérios inteiros se ele abrisse a boca para revelar tudo o que sabe acerca deles. Mas quando chega a vez dele, ele se retrai e nega.
Caio escreveu-me, em resposta ao meu texto “Filho de Caio Fábio ajuda igreja gay”, que desnuda a triste situação em que se acha um de seus filhos, que é prisioneiro do homossexualismo. A resposta dele é, no mínimo, chocante. Guardei-a e esperei, para ver se ele acabaria refletindo em suas próprias palavras. Se ele as escreveu num momento de descontrole emocional, mais tarde ele poderia simplesmente me mandar uma notinha se desculpando pela evidente atitude mal-educada, e eu entenderia sem nenhuma dificuldade. Todos erram e têm o direito de pedir perdão. Mas não foi o que aconteceu.
Mesmo conhecendo muito bem a Bíblia e mesmo pastoreando uma igreja em Brasília e ensinando suas ovelhas inocentes a perdoar e pedir perdão, ele próprio jamais se desculpou. Ele é, ao contrário de sua propaganda, um homem que não gosta de se desnudar nem de ser desnudado.
Portanto, desnudarei a resposta dele, com o único objetivo de que você que está lendo saiba que hoje Caio não é um homem que precisa de seguidores, fãs e idólatras, mas unicamente de oração, para que Deus o livre do estado de estranha graça (ou desgraça) em que se encontra.
Julio Severo

Resposta de Caio Fábio para Julio Severo

De: contato@caiofabio.com
Data: 16/03/2006 14:04
Assunto: Re: Filho de Caio Fábio ajuda igreja gay do Brasil
PARA O SEVERO FROUXO!
Seu Severo palhaço!
Meu filho não é líder de nada, não frequenta igreja alguma, e apenas me ouve quando prego no Rio, na Catedral; ou na rádio do site.
Ele é contra igrejas gays!
Mas voce, Severo, é tão doente de alma... pitbul de alma... que dá vontade de encontrar você, seu frouxo, e dessossar você.
Mas você é Frouxo!
Profetinha de internet. Ponha as caras para fora; adoraria encontrar você; e olhar nos seus olhos, seu projeto de homem; seu menino doente; seu tarado sexual!
Vou procurar saber onde encontro você pessoalmente!
E mais: publique esta carta em seu site!
Com grandes letras,
CAIO

Carta aberta para Caio Fábio

A Palavra de Deus ensina que uma das maiores referências de um homem que deseja ser pastor é o testemunho de seus filhos. Afinal, se um homem não sabe pastorear e abençoar sua própria família, para que tentar cuidar de uma igreja, que é a família de Deus? Se ele não é fiel à sua própria esposa, como será um bom exemplo para os filhos e um pastor fiel nas responsabilidades com o rebanho de Deus?
“Esta afirmação é digna de confiança: Se alguém deseja ser bispo [grego: epíscopo, palavra que descreve o homem que ocupa a função pastoral], deseja uma nobre função. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar; não deve ser apegado ao vinho, nem violento, mas sim amável, pacífico e não apegado ao dinheiro. Ele deve governar bem sua própria família, tendo os filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade. Pois, se alguém não sabe governar sua própria família, como poderá cuidar da igreja de Deus? Não pode ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo. Também deve ter boa reputação perante os de fora, para que não caia em descrédito nem na cilada do Diabo”. (1 Timóteo 3:1-7 NVI)
“É preciso que o presbítero seja irrepreensível, marido de uma só mulher e tenha filhos crentes que não sejam acusados de libertinagem ou de insubmissão. Por ser encarregado da obra de Deus, é necessário que o bispo seja irrepreensível: não orgulhoso, não briguento, não apegado ao vinho, não violento, nem ávido por lucro desonesto. Ao contrário, é preciso que ele seja hospitaleiro, amigo do bem, sensato, justo, consagrado, tenha domínio próprio e apegue-se firmemente à mensagem fiel, da maneira como foi ensinada, para que seja capaz de encorajar outros pela sã doutrina e de refutar os que se opõem a ela”. (Tito 1:6-9 NVI)
Caio, você sabe melhor do que eu que a Palavra de Deus ensina assim. Então, se há realmente algum amor genuíno para com Deus dentro de sua alma, deixe o pastorado.
Não vou debater com você pessoalmente. Vendo que você perde o controle com facilidade e pratica jiu-jitsu, eu não teria chance. Você poderia realmente realizar sua vontade de me arrancar os ossos. Aliás, veja que um dos requisitos para o homem interessado no posto de pastor é ter domínio próprio.
Se você acha que ser um excelente filósofo isenta você de preencher todas as qualificações que Deus exige para o homem que quer pastorear, então se esqueça da Bíblia.
Se Deus qualificasse para pastor somente na base da superfilosofia, os homens simples não teriam chance alguma.
Mas, graças a Deus, os requisitos de Deus são simples e justos, envolvendo família, fidelidade à esposa, obediência dos filhos, caráter, domínio próprio, honestidade, etc. Basta preenchê-los. Sem essas qualidades morais, um homem não pode nem ser diácono, por mais filósofo que seja.
Caio, você pode seguir qualquer profissão que desejar: filósofo, eletricista, engenheiro, deputado ou até mesmo professor de jiu-jitsu, se você já tem bastante experiência nesse tipo de arte marcial. Mas a infalível Palavra de Deus deixa bem claro qual não é o chamado do homem que está no estado em que você está.
Seja humilde, por amor a Deus e por amor às pobres almas que o seguem. Deixe o pastorado para quem tem qualificação moral e bíblica.
Se você de fato conhece pastores, bispos e outros líderes evangélicos envolvidos em pecados graves em suas famílias, não use o exemplo errado deles para justificar sua própria permanência no púlpito, achando que se eles podem, você também pode. Dê o seu exemplo a eles: Aposente-se definitivamente da função pastoral e, no propósito de ser um bom ouvinte e praticante da Palavra de Deus, valorize o banco de uma igreja do jeito que você sempre valorizou o púlpito.
Não se desanime se você não conseguiu ser bom exemplo para as muitas ovelhas inocentes que o idolatravam no passado. Pelo menos, você pode agora ser exemplo para os pastores que estão em pecado.
Quem sabe Deus não queira usar você para ensinar humildade para eles. Quem sabe esse não seja o seu maior e mais importante chamado.
De um simples servo de Cristo, que não sabe filosofar, nem fazer leituras psicológicas da alma das pessoas,
Julio Severo
Leitura recomendada:
Caio Fábio ataca Julio Severo, com declarações gravadas em vídeo

19 de abril de 2006

Lula e os evangélicos

Lula e os evangélicos

Julio Severo

“Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo’. Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja”. — Confissão de Caio Fábio.[1]

“Temos a obrigação de entrar de cabeça na campanha do Lula… Vote em quem tem ética. Vote no PT”. — Declaração do Bispo Carlos Rodrigues.[2]

O namoro político dos evangélicos com Lula não aconteceu por acaso. Começou com a ajuda de dois cupidos da esquerda fantasiados de homens que estavam humildemente fazendo a vontade de Deus: Caio Fábio e Bispo Carlos Rodrigues, um dos fundadores da Igreja Universal do Reino de Deus. Os dois disputam ombro a ombro a posição de quem mais colaborou para conduzir muitas ovelhas evangélicas a votar em Lula para presidente em 2002.

Contudo, o que talvez nem mesmo esses dois cupidos “espertos” percebessem é que, além do vermelho da bandeira do PT — e essa cor é obrigatória em todas as bandeiras comunistas do mundo inteiro, talvez para “homenagear” o sangue derramado de milhões de vítimas inocentes assassinadas pela ideologia criada pelo satanista Karl Marx — havia também entre eles uma presença extra-sensorial muito mais vermelha — um Cupidão de rabo, chifres e tridente.

Gostando tanto assim de vermelho e de torcer a função pastoral para servir a esquerda, Caio Fábio e Carlos Rodrigues bem que teriam a capacidade de escrever a nova versão de Chapeuzinho Vermelho: uma menina inocente, simbolizando o povo evangélico, a serviço do Lobo Mau. (Se adivinhar quem representa esse bicho malvado, merece um sorvete!) Chapeuzinho Vermelho a serviço do Lobo Mau seria uma completa distorção da estória original. Tal distorção também não é o que ocorreu e vem ocorrendo na questão evangélicos e Lula?

As flechadas dos cupidos Caio e Rodrigues acertaram em cheio o coração de grandes líderes evangélicos, que se entregaram de corpo e alma ao projeto de arrastar seus rebanhos para um apoio eleitoral em massa a Lula e ao PT como se nunca viu antes entre os evangélicos do Brasil.

Grandes líderes evangélicos deram apoio formal a Lula em 2002

O projeto virou realidade em 2002, quando o diretório nacional do PT em São Paulo distribuiu para muitas igrejas evangélicas do Brasil inteiro o documento “Manifesto de Evangélicos”, comprovando esse apoio. Entre outras declarações ousadas, o manifesto afirmava:

Apoiamos Lula para Presidente porque reconhecemos que várias propostas do seu Programa de Governo se identificam com a vocação profética da Igreja de Jesus Cristo.

Uma outra razão para apoiarmos Lula é a experiência que comunidades evangélicas têm tido com administrações do seu partido, que têm sido verdadeiras parceiras na construção do nosso País. Essas experiências têm dado provas de que tais relações podem ajudar na viabilização dos nossos ideais, sempre na perspectiva do Estado laico e da autonomia das comunidades religiosas.

Por último, expressamos publicamente nosso apoio à candidatura de Lula para contrapor os maldosos e inconseqüentes boatos que têm levado alguns a entenderem que sua chegada à Presidência da República irá obstruir a caminhada das Igrejas Evangélicas.

O documento vinha assinado pelos seguintes líderes cupidamente flechados:

NILSON FANINI
Pastor da Igreja Batista, ex-presidente da Aliança Batista Mundial e presidente da Convenção Batista Brasileira

SILAS MALAFAIA
Pastor da Igreja Assembléia de Deus do CIMEB (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil)

ROBSON RODOVALHO
Bispo fundador e presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra

JABES ALENCAR
Pastor Igreja Assembléia de Deus no Bom Retiro, Presidente do CPESP (Conselho de Pastores do Estado de São Paulo)

ESTEVAM HERNANDES
Apóstolo fundador e presidente da Igreja Renascer em Cristo

GUILHERMINO CUNHA
Pastor presidente da Sociedade Bíblica do Brasil e vice-presidente do Supremo Concílio Presbiteriano

JORGE LINHARES
Pastor fundador e presidente da Igreja Batista Getsêmani

GETÚLIO MAPA
Pastor da Casa da Benção do Rio de Janeiro

KEN JIKIKUCC
Pastor da Comunidade Evangélica da Barra e organizador Marcha para Jesus

IDEKAZO TAKAYAMA
Pastor da Igreja Assembléia de Deus Nipo Brasileira

PAULO LOKMAN
Pastor da Igreja Metodista

CALEB MOREIRA
Pastor da Igreja Evangélica Rocha Eterna

ANTÔNIO GEAM
Pastor da Igreja Evangélica Congregacional da Relva

FÁBIO LEÃO
Pastor da Igreja Socorrista Evangélica

ROBINSON CAVALCANTE
Bispo da Igreja Anglicana

EVERALDO DIAS
Pastor da Igreja Assembléia de Deus

BENEDITO DOMINGOS
Vice-Governador do DF e membro da Assembléia de Deus Madureira

LOURENÇO VIEIRA
Pastor da Convenção Batista Brasileira

ROSINHA GAROTINHO
Governadora eleita no Estado do Rio de Janeiro (PSB), Igreja Presbiteriana

BISPO RODRIGUES
Deputado Federal do Rio de Janeiro (PL), Bispo Igreja Universal do Reino de Deus

ANTHONY GAROTINHO
Ex-Governador do Rio de Janeiro (PSB), Igreja Presbiteriana

MARINA SILVA
Senadora do Acre (PT), Igreja Assembléia de Deus

WALTER PINHEIRO
Deputado Federal da Bahia (PT), Igreja Batista

GILMAR MACHADO
Deputado Federal de Minas Gerais, Igreja Batista

BISPO WANDERVAL DE JESUS
Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus

MAGNO MALTA
Senador Espírito Santo (PL), Ex-presidente da CPI do Narcotráfico e fundador do projeto bem-viver, Igreja Batista

MARCELO CRIVELLA
Senador eleito do Rio de Janeiro (PL), Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus

BENEDITA DA SILVA
Governadora do Rio de Janeiro (PT), Igreja Presbiteriana

WASNI DE RAURE
Deputado Distrital (PT), Igreja Batista

RAMON VESLASQUEZ
Prefeito de Rio Grande da Serra, Igreja Batista Missionária

ALMIR OLIVEIRA MOURA
Deputado Federal do Rio de Janeiro (PL), pastor representante da Igreja Internacional da Graça

Cada um desses pastores, bispos, apóstolos e líderes fez com o PT o acordo formal de apoiar Lula. Por causa deles, igrejas e denominações inteiras entraram de cabeça na campanha pró-PT.

Sara Nossa Terra apoiou Lula formalmente

Para citar apenas um exemplo de como esses líderes usaram seus rebanhos para finalidades políticas, a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra divulgou publicamente um documento político em seu site www.saranossaterra.com.br em outubro de 2002. Eis algumas declarações desse documento:

MANIFESTO EVANGÉLICO DE APOIO À CANDIDATURA DE
LULA PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MANIFESTAMOS NOSSO APOIO À CANDIDATURA LULA FRENTE A UM COMPROMISSO ESTABELECIDO ENTRE O EVENTUAL GOVERNO LULA E O SEGMENTO EVANGÉLICO AQUI REPRESENTADO.

APOIAMOS LULA PORQUE:

Tem demonstrado acreditar em um socialismo equilibrado e democrático, respeitando as regras máximas da democracia;

Tem afirmado acreditar nos valores maiores das Sagradas Escrituras, como: Deus, família, moral, ética, liberdade religiosa e democracia;

Tem se comprometido a desenvolver nossa sociedade, tendo a Igreja como parceira de seu governo;

Compreende e acredita na existência e no papel histórico da Igreja como instrumento na formação dos valores fundamentais para a vida humana, tanto no aspecto individual como no social;

Tem nos pobres e menos favorecidos a motivação maior para o seu projeto de governo, máxima dos ensinamentos do nosso Senhor Jesus Cristo, de acordo com as Escrituras Sagradas; e

Tem se comprometido em apoiar e incentivar as comunidades terapêuticas ligadas às entidades religiosas que lidam com crianças, adolescentes, drogados, mendigos e dependentes químicos, dando-lhes todo o suporte necessário para sua ação social.

CARTA À IGREJA BRASILEIRA

"POR QUE ESTAMOS APOIANDO LUIZ INACIO LULA DA SILVA PARA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA".

LULA merece um voto de confiança de nossa sociedade… LULA, hoje, é um dos mais credibilizado líder de nossa Nação.

LULA tem firmado com a igreja evangélica um compromisso de parceria na construção social, removendo o estigma de que os evangélicos apenas são procurados por ocasião das eleições. Tem também declarado acreditar nos valores maiores das ESCRITURAS SAGRADAS, como DEUS, FAMÍLIA, MORAL, ÉTICA, LIBERDADE RELIGIOSA, DEMOCRACIA E A OPÇÃO PELOS POBRES.

Assim, vimos anulado o discurso atribuído a Lula e ao PT, de que são nocivos ao Evangelho, demonstrando que atitudes radicais que foram tomadas em outros governos petistas foram iniciativa isolada, gerada por excesso de qualquer coisa, menos de maturidade.

Após o primeiro turno, as lideranças evangélicas nacionais que se aglutinaram em torno da candidatura do nosso irmão Anthony Garotinho (RJ), seguiram caminhos diferentes. Alguns se decidiram pelo candidato do atual governo, enquanto os outros, como o próprio governador Garotinho, os recém eleitos senadores Magno Malta (ES) e Marcelo Crivella (RJ), o deputado federal Bispo Rodrigues (RJ), e outros, dentre os quais estamos nós, optamos pela candidatura pró Lula.

Por todas estas razões acima é que o CONSELHO DE BISPOS DA SARA NOSSA TERRA SENTE CONFIANÇA PARA VOTAR E APOIAR A CANDIDATURA LULA PARA PRESIDÊNCIA DO BRASIL.

Robson Rodovalho
Bispo Presidente
pelo Conselho de Bispos do Ministério Sara Nossa Terra

É claro que a igreja do Bispo Robson não é o maior exemplo de fanatismo pró-PT. A Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) e outras denominações protestantes liberais são, há muitos anos, descaradas no seu apoio ao PT, MST e outras ideologias esquerdistas radicais.

Houve também estranhas direções espirituais na vida de evangélicos que estavam apoiando Lula. Valnice Milhomens, por exemplo, contou que, guiando-se por profecias, ela “sabia” exatamente o que Deus queria para o Brasil. Em entrevista intitulada “Eu sigo o comando de Deus”, à revista Eclésia (sucessora da revista Vinde, de Caio Fábio), ela declarou: “Ora, Deus havia me dito que… o Brasil seria governado pelo PT. Eu sabia que o Lula é que deveria ser eleito. Creio que o presidente, acima de tudo, é fruto de nossas orações… Deus vai usar o governo de Lula para levar o Brasil a conquistas”. (Revista Eclésia, setembro de 2003, págs. 26,27)

O sonho virou realidade

Hoje, quatro anos depois desses sonhos e ilusões, o Brasil sob a presidência de Lula encontra-se na pior crise de corrupção de sua história. Os escândalos são tantos que, se estivéssemos numa autêntica democracia, nenhum presidente com um governo tão corrupto sobreviveria politicamente. Se Lula não fosse esquerdista ou se ele fosse Collor, merecidamente já teria caído há muito tempo.

É impressionante que quando uma autoridade ou personalidade defende idéias socialistas, a imprensa liberal se encarrega de protegê-la, mesmo quando há evidente corrupção. O ex-presidente americano Bill Clinton, por exemplo, havia conseguido se reeleger carregado de escândalos. Mesmo merecendo impeachment, Clinton conseguiu se manter na presidência dos EUA.

Lula tem de modo notável experimentado tal proteção. Problemas políticos graves no governo Lula são tratados com consideração fingida, até serem esquecidos. Se qualquer governo não-esquerdista do Brasil tivesse menos da metade dos escândalos do governo Lula, um impeachment ou queda seria inevitável. Contudo, os piores escândalos do PT e do governo Lula são amenizados e neutralizados pela imprensa liberal. Tal “bondade” da imprensa se estende a todos os que abraçam princípios socialistas. Exemplos evangélicos notáveis são o que aconteceu com a Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Evangélica Renascer em Cristo, que foram por muito tempo acusadas e perseguidas pela imprensa em escândalos financeiros graves.[3] A imprensa não descansava em suas denúncias contra essas igrejas, que tinham uma característica comum: não aceitavam a radical ideologia esquerdista do PT.

Vale a pena se tornar progressista

Entretanto, mais tarde essas igrejas “se arrependeram de seus pecados” — contra o PT! O então Bispo Carlos Rodrigues chegou a pedir perdão a Lula pelos anos de oposição que sua igreja lhe havia feito. (Sem mencionar que em público ele também pediu perdão aos adeptos do candomblé![4]) Depois, foi a vez da Igreja Renascer e seus líderes que, além de Lula, também escolheram apoiar publicamente uma das socialistas mais radicais do mundo, Marta Suplicy, a principal ativista da ideologia homossexual no Brasil.[5] O que aconteceu então? Logo que começaram a apoiar candidatos do PT, essas igrejas passaram a desfrutar do mesmo tipo de proteção que Bill Clinton e Lula sempre desfrutaram em todos os seus escândalos. É como se uma conversão ao Evangelho socialista garantisse proteção, simpatia e favorecimento especial, principalmente da mídia. Não se sabe o que acontece nos bastidores para tanta proteção e cobertura, porém o que é evidente é que os que passaram a apoiar o PT não mais foram cobrados e denunciados pela imprensa, muito menos investigados ou detidos em sua conduta errada, corrupta e imoral.

“Temos a obrigação de entrar de cabeça na campanha do Lula”, disse o Bispo Carlos Rodrigues. “…Por isso vamos adotar uma nova forma de fazer política. Trata-se do socialismo de resultados”.[6] Apesar dessa aliança com um socialista convenientemente anti-americano, Rodrigues estava debaixo da autoridade do Bispo Edir Macedo, que vive há anos confortavelmente em sua mansão nos EUA, o próprio país que seus aliados petistas e esquerdistas tanto atacam. Quanto ao Bispo Rodrigues, houve sérias denúncias contra ele em 2004 em escândalos ligados ao governo,[7] provocando a perda de seu cargo de bispo e humilhante repreensão pública de Macedo. Seus vários escândalos políticos acabaram tornando-o alvo de uma CPI em 2005, mas ele renunciou ao cargo de deputado federal antes de ser cassado.

Rodrigues encontra-se estranhamente intocável — e até mesmo esquecido — pela imprensa, como se houvesse a consciência de que uma exposição mais profunda da suas atividades ocultas pudesse colocar em risco a posição do socialismo entre os evangélicos e a posição desse homem de quem o socialismo no Brasil muito se beneficiou para atrair os eleitores evangélicos.

Igrejas defendendo a “ética” socialista

E por que não lhe retribuir por toda a sua fidelidade e sacrifício? Já no ano 2000, o Bispo Rodrigues apelava publicamente: “Vote em quem tem ética. Vote no PT”.[8] Hoje, essa ética do PT, tão bajulada pelos evangélicos progressistas, encontra-se no poder. Hoje com essa “ética” o governo Lula é ousado na defesa do homossexualismo mundial, apresentando na ONU uma resolução pioneira classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Para que não se tenha dúvida alguma sobre suas intenções, o governo Lula lançou o Brasil Sem Homofobia, um programa governamental abrangente que tem como objetivo eliminar toda oposição ao homossexualismo no Brasil. Mas antes de ser eleito presidente, Lula havia garantido, em troca do apoio formal de importantes pastores e bispos evangélicos, que não deixaria seu governo se envolver em questões de aborto e homossexualismo. Como está mais que evidente, ele não conseguiu cumprir seu compromisso com esses líderes. Essa é a ética do PT.

Hoje com essa ética o governo Lula conseguiu estabelecer alianças com países como Cuba e China, conhecidos violadores dos direitos humanos. Embora em muitas ocasiões passadas tenha se mostrado contra a prática da tortura, Lula se sente completamente a vontade com ditadores que a aplicam livremente contra os cristãos. Lula, cujo governo é marcado por uma preocupação obsessiva com os “direitos humanos” — especialmente dos ativistas homossexuais e outros grupos especiais — não tem nenhuma consideração pelos direitos humanos do incontável número de cristãos e outras pessoas desarmadas que sofrem debaixo da opressão dos governos ditatoriais da China, Cuba, Coréia do Norte, etc. Em suas conversas com os ditadores comunistas, Lula não se lembra uma única vez dos cristãos inocentes perseguidos, torturados e assassinados pelos comunistas. Ele só se lembrou de elogiar e agradar os ditadores. Essa é a ética do PT.

Hoje com essa ética o governo Lula conseguiu estabelecer alianças com importantes países ligados ao terrorismo internacional. Em sua primeira viagem ao Oriente Médio, o Presidente Lula visitou vários países muçulmanos inimigos mortais de Israel, inclusive a Síria, porém não visitou Israel. Ele deu preferência aos que criticam e sustentam atos terroristas contra o povo israelense. Dez organizações terroristas que matam homens, mulheres e crianças em Israel têm sede na Síria. A Síria também apóia o Hezbollah, um dos maiores e mais violentos grupos contra o povo israelense. Todos os países mulçumanos que Lula visitou preferem ver Israel extinto da face da terra. Essa é a “ética” do PT.

A imagem de honestidade e “ética” que o PT e seus aliados — inclusive algumas igrejas — ganhou durante anos nos meios de comunicação foi adquirida e mantida à custa de um tratamento privilegiado, dado exclusivamente aos que demonstram simpatia à ideologia socialista. Grande parte dos meios de comunicação, submissos a essa ideologia, sabe “recompensar” e proteger os que demonstram semelhante submissão. E também sabe castigar os que não se submetem, expondo-os a “escândalos” regulares muitas vezes criados a partir de questões pequenas e normalmente insignificantes, que são infladas para muito além das proporções que mereciam. Envenenar a mente do povo contra os cristãos fiéis à Bíblia não é uma estratégia nova (veja Atos 14:2). Assim, do ponto de vista da pura conveniência política, vale muito mais a pena remar com a maré do que contra.

Mentiras, promessas e mais mentiras

Em 2002 o então Bispo Rodrigues, garantiu que era tudo boato sem fundamento a preocupação dos evangélicos de que se Lula ganhasse as eleições seu governo se envolveria em questões homossexuais.[9] Lula acabou se tornando presidente, com a ajuda de evangélicos como Rodrigues, e hoje o Brasil encontra-se na vergonhosa posição de líder mundial na defesa do homossexualismo na ONU.[10] E hoje o Sr. Carlos Rodrigues é um homem caído, tanto como bispo quanto político. Em 2005 ele renunciou ao seu cargo de deputado federal, por causa de seu envolvimento com pesados escândalos do governo Lula.

A primeira tentativa de dar uma boa imagem para Lula no meio evangélico ocorreu em 1994, quando um programa evangélico, pela primeira vez na história do Brasil, apresentou um candidato a presidente (Lula) e suas propostas. O programa, dirigido por Caio Fábio e contando com a presença naquela ocasião de Valnice Milhomens, alegou neutralidade política, porém pouco tempo depois o nome dele aparece entre as personalidades escolhidas para compor a campanha do candidato Lula, conforme informação que se encontra no site oficial do PT.[11] Na época em que começou a cair em escândalos graves, Caio Fabio estava ativo no apoio a Lula. De acordo com a Agência Estado, ele chegou a buscar contato com o ditador iraquiano Saddam Hussein, a fim de promover um documento que ajudaria Lula a vencer as eleições, num negócio envolvendo 30 milhões de dólares.[12] É um mistério quais e quantos contatos Caio pode ter tido com a ditadura do Iraque, porém o que não é mistério é que depois que os americanos depuseram o ditador iraquiano, Caio se enfureceu e vociferou, em vários artigos, sermões escatológicos contra o presidente americano George Bush, chegando a chamá-lo de “besta”. Quanto aos pastores americanos que apoiaram Bush nessa questão, Caio lhes reservou também um pouco de sua ira, chamando-os de “líderes medíocres”.[13]

Para um socialista, seja brasileiro ou estrangeiro, ateu ou evangélico, apoio a Lula é tão natural, previsível e automático quanto um peixe saber nadar. Aliás, Caio mesmo confessou que é amigo pessoal de Lula há anos, antes mesmo do comparecimento de Lula ao seu programa de TV de 1994,[14] em que Caio alegou neutralidade política. Caio não é diferente dos progressistas americanos. Assim como o Rev. Jesse Jackson, ele também esteve envolvido num relacionamento extraconjugal, com a diferença de que ele foi muito mais longe na “solução” do problema: ele acabou se separando da própria esposa e também da secretária amante que ajudou a arruinar seu casamento, e no fim se casou com uma “pastora”, gerando um dos maiores escândalos ministeriais do Brasil.

Embora a colaboração do Bispo Rodrigues tenha sido indiscutivelmente decisiva, nenhum líder evangélico foi tão responsável pela promoção pioneira de Lula entre os evangélicos do que Caio. Em matéria de pioneirismo, o cupido Rodrigues perde facilmente para o cupido Caio. Talvez esse seja um dos motivos que levou o escritor esquerdista Paul Freston a comentar: “A comunidade evangélica deve muitíssimo a Caio Fábio”.[15] Freston tem toda razão. Sem a influência direta e indireta de Caio, é difícil imaginar como as igrejas evangélicas do Brasil, inclusive a outrora antipetista Igreja Universal, poderiam embarcar em massa no apoio cego a Lula, Marta Suplicy e outros camaradas do Partido dos Trabalhadores.

É inegável o fato de que no passado Caio era alvo de admiração e idolatria de muitos evangélicos. Provavelmente, se não fosse a influência esmagadora dele sobre os evangélicos do Brasil a igreja hoje não estaria — como ele próprio gosta tanto de afirmar — doente. Talvez essa doença tenha muito a ver com o câncer esquerdista que a está corroendo e enfraquecendo gravemente sua capacidade profética de confrontar o mal na sociedade.

Caio julgou a igreja doente, sem julgar a si mesmo e seus escândalos envolvendo finanças e separação matrimonial por adultério. Escândalos financeiros graves normalmente terminam em conseqüências graves, inclusive prisão. No entanto, os socialistas são geralmente poupados dessas conseqüências.

Assim como no caso do Bispo Rodrigues, Caio Fábio também foi “perseguido” pela imprensa em escândalos financeiros sérios anos atrás — mas nada que se compare com a perseguição fatal que, por muito menos, conduz não esquerdistas à prisão. Diferente de Rodrigues, que perdeu o título de bispo e renunciou ao cargo político devido aos inúmeros escândalos, Caio não precisou sofrer tal inconveniência.

Os dois encontram-se hoje igualmente despreocupados com uma ameaça de prisão. Se não fossem esquerdistas, eles já poderiam há muito tempo estar brincando de cupido com outros presos de alguma penitenciária.

Agora, como se podia esperar, Caio é um evangélico progressista apoiado por camaradas evangélicos progressistas. Apesar de todas as contradições éticas em seu testemunho pessoal, em agosto de 2004 ele deu palestra sobre “ética” na Câmara dos Deputados, num seminário patrocinado pela bancada evangélica do PT e apoiado pelo Movimento Evangélico Progressista.

Se houver possibilidade de ele voltar ao seu antigo posto de “papa” dos evangélicos, para ser novamente idolatrado por multidões, dificilmente a esquerda deixará de lhe dar apoio.

Evangélicos progressistas: americanos ou brasileiros, são todos iguais

Os evangélicos progressistas, mesmo quando não carregam o rótulo de progressistas, não são diferentes dos evangélicos progressistas dos EUA. Lá, eles conseguiram eleger Bill Clinton, um evangélico sem moral, leitor de livros do bruxo Paulo Coelho, envolvido em adultérios, cujas propagandas políticas alegavam preocupação com os pobres e negros, mas cuja atividade principal era dar direitos especiais aos ativistas gays e aos grupos pró-aborto radicais.

No Brasil, os evangélicos progressistas elegeram sua própria versão brasileira de Bill Clinton. Lula foi a cópia do modelo progressista americano, e não é sem razão que, na hora de pescar o apoio dos líderes evangélicos na eleição presidencial de 2002, o PT trouxe especialmente para o Brasil o Rev. Jesse Jackson, conselheiro pessoal de Clinton nos anos de presidência. Jackson jamais se preocupou com os escândalos sexuais e financeiros de Clinton, nem de seus adultérios, porque o próprio Jackson também estava envolvido em casos semelhantes.[16] Mesmo com todos esses escândalos, a imprensa jamais os desmoralizou, como normalmente faria com um evangélico ou outra pessoa não adepta do fundamentalismo socialista. Graças à sua submissão à ideologia socialista, as ações moralmente impróprias dos evangélicos progressistas Clinton e Jackson foram devidamente amenizadas e acobertadas pela imprensa simpática a eles.

De acordo com o jornal Folha Online, o Rev. Jackson tem uma ligação de vários anos com o PT.[17] No site oficial de Lula há até uma página exclusiva bajulando o camarada Jackson.[18] Embora Lula e seu partido sustentem uma imagem de anti-americanismo radical, tal postura funciona à base da pura conveniência política. Quando um presidente evangélico governa os EUA, se opondo ao homossexualismo e outras perversões, o PT e seus aliados pulam para a posição anti-americana. Mas com um Bill Clinton na presidência, a história é geralmente bem diferente.

Um socialista, seja americano ou não, é sempre muito bem recebido por seus camaradas de outros países. Aliás, na hora de importar idéias do ativismo gay e preconceituosas políticas de cotas “raciais” para negros, os socialistas brasileiros e os socialistas americanos se abraçam e se apóiam. Assim, quando os interesses lhes servem, os socialistas do Brasil aceitam e escondem a ajuda e inspiração que recebem de seus camaradas radicais dos EUA. Quando não lhes servem, eles apelam para a velha ladainha anti-americana, um anti-americanismo hipócrita que hostiliza os valores morais dos cristãos americanos, porém importa, imita, absorve e pratica tudo o que é moralmente podre dos americanos. Marta Suplicy, a rainha dos gays e do PT, é exemplo vivo da hipocrisia socialista: ela própria estudou numa das mais importantes universidades dos Estados Unidos.

Quando não lhes convém, os socialistas brasileiros são contra os americanos. Quando lhes convém, eles são imitadores deles. Por isso, não se deve estranhar que o PT “anti-americano” tenha trazido o evangélico progressista americano Jesse Jackson — amigo do PT, de Fidel Castro e do adúltero pró-aborto e pró-homossexualismo Bill Clinton — para ajudar a conduzir o rebanho evangélico do Brasil para as pastagens eleitorais socialistas.

Os evangélicos progressistas dos EUA, como o Rev. Jesse Jackson, apóiam abertamente políticos pró-aborto e pró-homossexualismo como Bill Clinton. Com os evangélicos progressistas do Brasil, há pouca diferença. Mesmo quando consegue sustentar uma postura contrária ao aborto ou homossexualismo, o evangélico progressista quase sempre os acaba favorecendo — através dos políticos por ele apoiados. Quando ele vota ou apóia políticos que aprovam o aborto ou o homossexualismo, ele está também colaborando, pois seu voto ou apoio direto funciona como uma procuração para esses políticos agirem em seu lugar. É como se ele mesmo estivesse promovendo o mal.

Cuidado com os cupidos

Na época das eleições, quando milhões de evangélicos do Brasil são cobiçados por causa do voto, não falta nada. Não faltam candidatos políticos inescrupulosos atrás dos evangélicos. Não faltam líderes evangélicos oportunistas para apoiar os piores candidatos. E não faltam igrejas milionárias sacrificando a ética bíblica em favor de estranhas alianças políticas. Não falta aparentemente nada — a não ser humildade para deixar Deus dar sua própria opinião.

Quanto aos líderes evangélicos que em 2002 envolveram-se em paixões políticas perigosas com Lula e o PT por causa dos cupidos Caio e Rodrigues, espera-se que eles parem de vender a alma ao Cupidão em troca de poder e favores políticos. Espera-se que, finalmente, eles tenham aprendido a lição.

É hora de renunciar ao vermelho do PT e da esquerda em geral. O vermelho da vergonha, por tudo o que já foi feito levianamente em nome do Senhor para dar poder político à esquerda, deve agora ter vez entre os evangélicos. Acima de tudo, o vermelho do sangue derramado de Jesus Cristo precisa ser o alvo de nossa atenção e desejo. Só o sangue de Jesus pode perdoar os pecados dos imprudentes líderes evangélicos e livrá-los de novas alianças profanas com políticos enganadores.

Nas próximas eleições, fique alerta com relação aos cupidos. Dois já caíram, mas não se sabe quantos outros podem estar atuando por aí atrás de pastores, bispos e outros líderes evangélicos incautos.

Embora Chapeuzinho Vermelho não exista, os Lobos Maus são uma triste e inegável realidade, na política e na religião. Por isso, é necessário dar atenção às palavras de Jesus alertando-nos sobre aqueles que fazem muitas promessas bonitas para o futuro, a fim de ganharem poder político ou religioso:

“Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores”. (Mateus 7:15 NVI)

Julio Severo é escritor evangélico. Por falta de políticos genuinamente conservadores e cristãos nas eleições presidenciais do Brasil e para não entregar sua autoridade espiritual a ímpios, ele nunca votou em nenhum candidato. Ele também é a favor de iniciativas políticas que livrem os cidadãos brasileiros da opressão legal antidemocrática que os obriga a votar.

www.juliosevero.com

Notas:

[1] http://www.caiofabio.com//hpaginternapesquisar.aspx?JCpzMAJWHxE0LX+sWCtKiS

[2] Ari Pedro Oro, A Política da Igreja Universal e Seus Reflexos nos Campos Religioso e Político Brasileiros (Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 18, nº. 53), págs. 62,63.

[3] http://oglobo.globo.com/jornal/pais/143002967.asp

[4] Discurso do Dep. Bispo Rodrigues na Câmara dos Deputados em 20 de março de 2003. Sessão 020.1.52.O.

[5] www.resenha.inf.br/politica/?page=resenhas&actions=viewresen&resen_cod=32723

[6] Ari Pedro Oro, A Política da Igreja Universal e Seus Reflexos nos Campos Religioso e Político Brasileiros (Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 18, nº. 53), págs. 62,63.

[7] http://www.radiobras.gov.br/anteriores/2004/sinopses_2002.htm

[8] Ari Pedro Oro, A Política da Igreja Universal e Seus Reflexos nos Campos Religioso e Político Brasileiros (Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 18, nº. 53), pág. 63.

[9] http://www.linhaaberta.com/arquivo/2002/ed51/politicalula.html

[10] http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=916

[11] http://www.pt.org.br/ptnot/ptnot72/pagina1a.htm

[12] http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2001/mar/13/117.htm

[13] Enfoque Gospel, abril de 2003, pág. 51.

[14] http://www.caiofabio.com//hpaginternapesquisar.aspx?CLQw9Hq8HLUl42e6RGhJUW==

[15] http://www.caiofabio.com//hpaginternapesquisar.aspx?j53Mj5UMg6G4AEesY0f+L0==

[16] http://www.wayoflife.org/fbns/preachers-billclinton.html

[17] www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u38532.shtml

[18] www.lula.org.br/noticias/not_int.asp?not_cod=731&cf_cod=21&sis_cod=37

16 de abril de 2006

Controle populacional e homossexualismo

Controle populacional e homossexualismo

Julio Severo

Resumo: O homossexualismo é um estilo de vida inteiramente compatível com as metas do controle populacional. Os controlistas querem reduzir drasticamente a “produção” de bebês no mundo inteiro. No homossexualismo, não existe a função natural de gerar bebês. Quanto mais homens adotarem o comportamento homossexual, menos bebês haverá no mundo.

Até a década de 1960, não havia no Ocidente comentários sobre casamento gay, concessão do direito de adoção para “casais” gays, direitos especiais para gays, etc. As noticias também não davam nenhuma atenção às pretensões dos ativistas gays, que eram em número tão reduzido que não representavam preocupação alguma.

Entretanto, alguns diziam que se devia promover o homossexualismo a fim de se reduzir a população mundial. De onde estavam vindo essas idéias? Dos controlistas — indivíduos que seguem a ideologia do controle populacional. Entre eles havia importantes autoridades internacionais, banqueiros, militares, políticos, filósofos, etc.

Aborto, controle da natalidade e homossexualismo

Os controlistas querem salvar o mundo. Eles acreditam que a terra não tem capacidade de sustentar uma população tão grande. Sua solução é criar meios, tecnológicos e educativos em massa, a fim de que haja menos pessoas neste mundo. Assim é que eles estão por trás de todos os movimentos modernos eliminadores de seres humanos, do aborto até a eutanásia. Sob a liderança e inspiração de Margaret Sanger, que inventou o termo controle da natalidade e fundou a Federação Internacional de Planejamento Familiar em 1952, os controlistas se lançaram numa campanha sistemática para legalizar o uso de “anticoncepcionais” e o aborto.

A Federação Internacional de Planejamento Familiar, que tem o apoio da ONU, propôs as seguintes estratégias para reduzir o tamanho da população mundial e para que os casais tenham menos filhos:

· Aumento do homossexualismo;

· Crise econômica;

· Estabelecimento de creches;

· Leis que levem as mulheres a trabalhar fora;

· Aborto compulsório para as gravidezes ilegítimas;

· Esterilização compulsória para todos os casais que já têm dois filhos (menos para alguns que teriam permissão especial de ter três);

· Limitar a maternidade a um número reduzido de mulheres;

· Licenças oficiais para se ter filhos.[1]

Sanger, que era teosofista, estava diretamente por trás da criação da pílula anticoncepcional e sua federação teve papel decisivo na legalização do aborto nos EUA. Com a ajuda da ONU, sua federação promove a educação sexual nas escolas, diversidade sexual, contracepção e aborto para adolescentes e jovens do mundo inteiro.

Na década de 1960, os controlistas afirmavam, com o apoio de especialistas médicos envolvidos na mesma causa, que a legalização dos anticoncepcionais reduziria a prática do aborto. Mas o que houve foi o contrário. A contracepção e o aborto acabaram sendo legalizados e suas práticas tiveram um aumento estratosférico, principalmente na Europa, EUA, Canadá e outros países industrializados. O que é irônico é que Sanger era racista e queria que o controle da natalidade livrasse a raça européia branca das outras raças, mas o efeito foi inverso.

Seguindo o exemplo de Sanger e sua federação, os controlistas financiam no mundo inteiro a educação sexual nas escolas, os grupos ambientalistas, os grupos feministas, os grupos homossexuais, a pornografia e qualquer outra coisa que os ajude em suas metas. Para eles, o crescimento da população mundial é uma praga, um câncer.

O evangelho da morte

Os controlistas são capazes de qualquer artimanha. Se, a fim de alcançar seus objetivos de reduzir a população mundial, eles precisarem adotar medidas pioneiras para condicionar as pessoas a aceitarem o sexo entre seres humanos e animais, eles não hesitarão em preparar o terreno social, legal, político e acadêmico. É claro que a propaganda daria ênfase ao termo amor — sexo com animais é a expressão mais pura de amor entre um animal e seu dono, diriam eles. Quem duvida da capacidade dos controlistas de deturpar a palavra amor, é só ver como o relacionamento homossexual foi adulterado de uma justa classificação de perversão sexual para a atual imagem de amor entre pessoas do mesmo sexo.

Embora pareça haver um respeito e consideração pelas crianças hoje, é só na aparência, pois mais recentemente as pesquisas científicas envolvendo o sacrifício de seres humanos durante as fases do desenvolvimento pré-natal são feitas com a desculpa de se criar novas curas. Justifica-se assim então a destruição de uma vida para salvar outra. Todas essas medidas, e outras que virão, têm como único objetivo eliminar mais seres humanos e criar nas pessoas uma mentalidade que não considera a vida humana com valor moral absoluto, exatamente como querem os controlistas.

Os controlistas estão experimentando sucesso enorme. O aborto é hoje legalmente permitido para assassinar milhões de bebês inocentes, em todos os países com tradição evangélica. A tradição cristã de países como Alemanha, Inglaterra, Escócia, EUA e Canadá caiu facilmente diante do evangelho controlista. Os controlistas podem aparentar representar uma ideologia científica, neutra e não religiosa, mas suas raízes religiosas mais importantes só são desconhecidas para os que não estão familiarizados com a história da teosofia.

No século XIX, os teosofistas estavam ativamente envolvidos em campanhas pioneiras de controle da natalidade. As sementes brotaram. A partir do século XX, os controlistas entraram em ação, com muitas organizações espalhadas nos EUA e na Europa, cumprindo os próprios objetivos dos teosofistas. Os frutos desse intenso trabalho só começaram a aparecer em grande escala a partir da década de 1970.

Por que, além do aborto e da pílula anticoncepcional (e também muitos outros métodos de controle da natalidade), os controlistas escolheram o homossexualismo para reduzir a população mundial?

É claro que eles não inventaram o homossexualismo, pois esse comportamento — assim como o adultério, o estupro e o roubo — existe há milhares de anos. Tudo o que eles fizeram foi jogar gasolina nos focos onde havia alguma chama, inflamando os indivíduos estratégicos que contribuiriam para propagar o evangelho homossexual. Assim, o evangelho homossexual juntou-se ao evangelho do aborto, do feminismo e da contracepção. Talvez nem mesmo os teosofistas pioneiros do controle da natalidade imaginassem as repercussões de suas idéias em futuro tão próximo.

Por isso, não se deve estranhar que grupos ambientalistas, feministas, pró-aborto e pró-controle da natalidade apóiem o homossexualismo. O homossexualismo é um estilo de vida inteiramente compatível com as metas do controle populacional. Os controlistas querem reduzir drasticamente a “produção” de bebês no mundo inteiro. No homossexualismo, não existe a função natural de gerar bebês. Quanto mais homens adotarem o comportamento homossexual, menos bebês haverá no mundo.

Ameaçando a família natural

O avanço do movimento homossexual ameaça a maior é única instituição humana responsável pela chegada de mais bebês a este mundo: a família natural. Os bebês, ou mais propriamente a sua eliminação (através de meios tecnológicos que impeçam sua chegada ou que provoquem sua destruição direta) são o principal alvo dos controlistas.

Para colaborar com os controlistas, os ativistas gays querem que seu relacionamento naturalmente estéril seja reconhecido como casamento. Quanto mais homens e mulheres forem seduzidos e enganados para esse estilo de vida, menos bebês nascerão. Ponto para os controlistas.

O reconhecimento do “casamento” homossexual forçará a redefinição do casamento normal e afetará o modo como o governo protege as verdadeiras famílias. Os recursos que poderiam ser distribuídos entre as famílias naturais deverão ser distribuídos igualmente entre as famílias pervertidas e naturalmente estéreis (famílias homossexuais). Uma família gay terá direito aos mesmos direitos, benefícios e privilégios de uma família natural responsável pela criação de filhos.

Casais homossexuais, pelo seu próprio estilo de vida antinatural, só podem ter filhos de um modo antinatural e pervertido: inseminação artificial com outro doador e adoção de filhos de outros casais normais. Sendo reconhecidos como famílias, os “casais” gays terão direito de fazer operação para troca de sexo e para ter meios tecnológicos para poderem ter os bebês que a natureza jamais lhes daria.

Não muitos homossexuais escolherão esse caminho difícil, porém tal escolha implica em gastos imensos. Se o governo tiver de arcar com os custos dessas perversões em seu sistema de saúde, quem mais sairá prejudicado serão as verdadeiras famílias que, tendo e criando filhos, deveriam ser alvos de total prioridade de investimentos — sem mencionar que, como sempre, os cidadãos é que pagarão a conta toda através de impostos. Mas obtendo igualdade legal diante da lei, os “casais” gays receberão tanta atenção e recursos quanto os casais naturais. Os recursos serão igualmente distribuídos tanto para casais naturais, que estão construindo verdadeiras famílias, quanto para casais não naturais, que estão destruindo a importância vital que a família verdadeira tem na manutenção da sociedade através da criação de bebês.

Os recursos da sociedade só deveriam ser investidos em necessidades legítimas, principalmente das famílias. O uso desses recursos para atender às reivindicações dos “casais” gays em busca de inseminação artificial ou outros procedimentos caros saqueará das famílias verdadeiras os recursos tão necessários para sua existência.

Portanto, o casamento homossexual reforçará de modo absoluto as intenções dos controlistas, que querem que o casamento seja visto e considerado inteiramente desvinculado de seu papel como gerador de nova vida. O papel do sexo gay — com prazer sexual (ainda que anormal), porém sem função de gerar bebês — atende perfeitamente a todas as exigências da ideologia controlista.

Para poder acomodar e proteger o casamento gay que a natureza não dotou para gerar bebês, as leis poderão acabar definindo o casamento como uma instituição sem ligação direta com a criação de bebês. Assim, o papel social vital da verdadeira família se perderá no redemoinho da confusão homossexual reinante nas novas leis e imposições sociais.

Ter filhos, dentro do casamento ou não, será apenas mais uma opção. Sendo assim, se o governo precisar intervir para que os casais gays tenham filhos de um modo antinatural (através do sistema de saúde que deverá garantir “direitos” reprodutivos não reconhecidos pela própria natureza), há probabilidade de que o governo venha a intervir para que todos os casais só tenham filhos com permissão do governo. Tudo deverá ser igual para todos.

Tal época ainda não chegou, mas a reestruturação total da família — começando hoje com as preocupantes tentativas para redefinir o que é casamento e família — já é um projeto em andamento dos engenheiros sociais, inclusive da ONU, que nunca menciona os termos marido e esposa em seus atuais documentos.

Seja com o aborto, com a contracepção ou com o homossexualismo, os controlistas estão avançando em seus objetivos de fazer com que menos bebês nasçam. O preço, porém, tem sido a completa perversão de todas as responsabilidades e funções naturais da família.

O que essas criaturas “inteligentes” não enxergam é que, se a família natural sofrer, toda a sociedade sofrerá. O preço final da morte da família natural é a inevitável extinção da sociedade. A sociedade pode viver sem o homossexualismo, sem o aborto, sem a contracepção e sem o feminismo, mas não pode sobreviver por muito tempo sem famílias que geram bebês. A sociedade só é sustentada pelas famílias naturais que têm filhos.

Preço elevado para europeus e americanos

Há outro problema grave com os planos dos controlistas. Eles queriam que o mundo inteiro fosse condicionado por suas idéias, e eles não têm medido esforços para usar a ONU nesse sentido. Contudo, quem mais está seguindo suas idéias de aborto, contracepção e homossexualismo são os europeus e americanos. Para alegria dos controlistas, é imenso o número de europeus e americanos que não querem ter filhos. Quando querem, é apenas um ou no máximo dois.

Para tristeza dos controlistas, os muçulmanos não estão seguindo essas idéias. Suas famílias são grandes. Cada família muçulmana vê a chega de mais bebês como mais muçulmanos para propagar sua religião. Para tristeza dos europeus, o número de muçulmanos na Europa está aumentando sem parar, enquanto o número de europeus só diminui.

Enquanto europeus e americanos e outros estão mergulhados no aborto, contracepção e homossexualismo, para atender aos desejos dos controlistas de menos bebês no mundo, os muçulmanos levam muito a sério a importância de suas famílias e religião.

Cristãos, hindus, budistas, animistas, espíritas e outros religiosos no mundo inteiro estão cedendo em massa às pretensões dos controlistas. Mas os muçulmanos continuam demonstrando uma resistência formidável.

Com a “ajuda” dos grupos pró-aborto, pró-ambientalismo, pró-feminismo e pró-homossexualismo, haverá menos europeus para habitar a Europa. Mas esse espaço vazio não ficará vago por muito tempo. Por causa de seu respeito às suas famílias e à sua religião, os muçulmanos estão tendo muitos bebês, que serão os futuros cidadãos do mundo e alegremente preencherão os lugares vagos deixados pelos europeus e outros.

O jornalista Mark Steyn, do jornal Chicago Sun-Times, comentou: “Os problemas da Europa — seus programas sociais que já estão fora das possibilidades econômicas, sua demografia que já está no leito de morte, sua dependência de números de imigrantes que nenhuma nação estável já conseguiu absorver com sucesso — foram todos criados pela própria Europa. As projeções de alguns especialistas indicam que 40 por cento da população da União Européia será muçulmana no ano 2025. O que já é realidade é que semanalmente mais pessoas freqüentam as orações de sexta nas mesquitas do que os cultos de domingo nas igrejas cristãs”.[2]

Os prognósticos menos pessimistas indicam que em menos de cem anos os muçulmanos serão maioria em grande parte da Europa. Eles só conseguirão dominar a Europa porque nunca se submeteram às políticas de controle populacional. Os europeus de hoje que vivem de acordo com os valores impostos pelos controlistas estão lançando as bases para a futura UEI (União Européia Islâmica).

Por esse e outros motivos, nada temos a agradecer aos controlistas por seus esforços de “salvarem” o mundo do “excesso” de seres humanos. A “salvação” proposta por eles — que trouxe aumento do aborto, do homossexualismo, do sexo livre e do desrespeito ao valor da vida humana — está contribuindo decisivamente para a destruição de muitas famílias e para a redução dos europeus.

Algum dia os muçulmanos serão imensamente gratos por toda a “limpeza” étnica, cultural e religiosa que as idéias de controle populacional estão trabalhando na Europa em nossos dias.

Os homossexuais também sofrerão

As feministas, os ambientalistas e os homossexuais não percebem que são manipulados pelos controlistas.

Hoje, os ativistas gays atacam os Cristianismo e a Bíblia, que condena claramente os atos homossexuais. Eles atacam a próprio livro que apresenta a única Pessoa que pode livrar um homem do homossexualismo. Eles colaboram intensamente com os controlistas para livrar o mundo do Cristianismo, redefinir a família tradicional e reduzir a população mundial.

O Evangelho de Jesus Cristo oferece gratuitamente libertação para os prisioneiros do homossexualismo. A religião muçulmana não oferece esperança alguma para eles.

Se algum dia os muçulmanos realmente se tornarem maioria na Europa, as leis muçulmanas se tornarão leis nacionais e os praticantes do homossexualismo sofrerão tudo o que os homossexuais sofrem em países muçulmanos: castigos duros e morte. Aí a futura minoria européia na Europa, inclusive os homossexuais, sentirá a diferença entre Cristianismo e islamismo.

A Europa ainda vai sentir saudades dos cristãos e seus valores.

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.

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Notas:

[1] U.S. Population Growth and Family Planning: A Review of the Literature (New York: Planned Parenthood-World Population), p. viii. Citado no livro De Volta Ao Lar, disponível no no site www.juliosevero.com

[2] http://www.suntimes.com/output/steyn/cst-edt-steyn27.html