28 de fevereiro de 2006

O Estado covarde

O Estado covarde

Olavo de Carvalho

Uma coisa espantosa no Brasil de hoje é a candura, a inocência pueril ou mongolóide com que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, as pessoas se acomodam à violência como uma fatalidade inevitável, dizendo de si para si que aquilo que não tem remédio remediado está, e saem buscando soluções para outros problemas em volta.

Digo cinqüenta mil porque é a estatística oficial da ONU. Segundo o repórter espanhol Luís Mir são 150 mil. Mas, se fossem cinqüenta mil, já seria o equivalente a três guerras do Iraque por ano, em tempo de paz.

Quem pode fazer a economia render, ampliar o mercado de empregos, aumentar a produção de bens, melhorar a distribuição, numa sociedade onde ninguém tem o mínimo de segurança física para saber se vai voltar vivo do trabalho? Quem pode pensar em educação, saúde, habitação, vestuário, se está sob ameaça de morte 24 horas por dia?

Isso é tudo ilusão, besteira, desconversa. Sem segurança não há progresso, educação, saúde, nem coisa nenhuma. Todo mundo sabe disto e faz de conta que não sabe. Faz de conta porque tem medo de enfrentar o problema fundamental, e então sai brincando de resolver os problemas periféricos só para dar "a si mesmo ou à platéia" a impressão de que está fazendo alguma coisa.

A taxa anual de homicídios no Brasil significa, pura e simplesmente, que não há ordem pública, não há lei nem direito, não há Estado, não há administração, há apenas um esquema estatal de dar emprego para vagabundos, sanguessugas, farsantes. O Estado brasileiro é uma instituição de auto-ajuda dos incapazes. E você, brasileiro, paga. Paga a pantomima toda. Paga para o sr. Gilberto Gil fazer de conta que é culto, paga para o sr. Nelson Jobim fazer de conta que é honesto, até para o sr. Lula da Silva fazer de conta que preside alguma coisa.

O Brasil, na verdade, só tem dois problemas: a insegurança geral e a inépcia da classe dirigente. O primeiro não deixa ninguém viver e o segundo anestesia a galera para que não ligue e trate de pensar em outra coisa.

Desaparecidos esses dois problemas, a sociedade encontraria sozinha as soluções dos demais, sem precisar da ajuda de governo nenhum. A sociedade pode perfeitamente criar e distribuir riqueza, dar educação às crianças, encontrar meios de que todos tenham uma renda decente, moradia, saúde, assistência na velhice.

O que a sociedade não pode é garantir a ordem pública pela força das armas e educar os governantes para que governem. Isso tem de vir do Estado. Mas o Estado, justamente para não ter de fazer o que lhe compete, prefere se meter em todo o mais. É o Estado educador, o Estado médico, o Estado assistente social, o Estado onissapiente. Só não é o Estado-Estado. Só não é o que tem de ser.

É o Estado que tem cada vez mais poder sobre os cidadãos e menos poder contra os inimigos do cidadão. É o Estado santarrão, pomposo, grandiloqüente e covarde.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br//noticias_online/562783.htm

23 de fevereiro de 2006

Conselho Mundial de Igrejas: Sodoma dentro das Igrejas

Conselho Mundial de Igrejas: Babilônia e Sodoma Entre os Evangélicos

Julio Severo

As fotos a seguir, tiradas na reunião de fevereiro de 2006 do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) em Porto Alegre, mostram claramente que tipo de espiritualidade move os participantes desse organismo ecumênico e demonstram de modo assombroso se a missão do CMI ajuda ou prejudica a verdadeira missão da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Fazem parte do CMI muitas igrejas evangélicas liberais.


Stand no CMI defendendo a luta dos árabes “palestinos” para possuir territórios que Deus deu somente aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. O CMI debateu estratégias para levar as igrejas evangélicas a boicotar Israel a fim de fortalecer a causa “palestina”.



Stand da MCC. MCC significa Metropolitan Community Church, uma denominação “evangélica” homossexual fundada pelo “pastor” gay Troy Perry.








Stand de grupo de direitos humanos do CMI (EAPPI) que defende a causa “palestina” e acusa Israel.








Representantes de religião afro-brasileira e militantes homossexuais do grupo Harpazo juntam-se à salada ecumênica do CMI. Ao fundo, imagem da LBV.











Artigo de esclarecimento sobre o ecumenismo:

Fonte: http://www.juliosevero.com.br/


Leitura recomendada:

Mais de 500 Cientistas Doutorados Proclamam Suas Dúvidas Acerca da Teoria de Darwin

Mais de 500 Cientistas Doutorados Proclamam Suas Dúvidas Acerca da Teoria de Darwin

SEATTLE, EUA, 22 de fevereiro de 2006 (LifeSiteNews.com) — Mais de 500 cientistas doutorados assinaram uma declaração que expressa publicamente seu ceticismo acerca da teoria contemporânea da evolução darwiniana.

A declaração diz: “Somos céticos das afirmações defendendo a capacidade da mutação casual e seleção natural para explicar a complexidade da vida. Deve-se incentivar um exame cuidadoso da evidência em prol da teoria darwiniana”.

A lista dos 514 signatários inclui cientistas membros da Academia Nacional de Ciências da Rússia e dos EUA. Os signatários incluem 154 biólogos, a maior disciplina científica representada na lista, bem como 76 químicos e 63 físicos. Os signatários têm doutorados em ciências biológicas, física, química, matemática, medicina, ciência da computação, e disciplinas relacionadas. Muitos são professores ou pesquisadores em importantes universidades e instituições de pesquisas tais como o MIT, o Instituto Smithsoniano, a Universidade de Cambridge, a Universidade da Califórnia em Los Angeles, a Universidade da Califórnia em Berkeley, a Universidade de Princeton, a Universidade da Pensilvânia, a Universidade Estadual de Ohio, a Universidade da Geórgia e a Universidade de Washington.

O Instituto Discovery publicou pela primeira vez sua lista de Dissidência Científica contra o Darwinismo em 2001 para desafiar falsas declarações sobre a evolução darwiniana feitas na promoção da série “Evolution”, transmitida pelo canal PBS. Na época a série afirmava que “virtualmente todos os cientistas do mundo crêem que a teoria é verdadeira”.

“Os darwinistas continuam a afirmar que nenhum cientista sério duvida da teoria. Contudo, aqui estão 500 cientistas que estão dispostos a tornar público seu ceticismo acerca da teoria”, disse o Dr. John G. West, diretor associado do Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “Os esforços dos darwinistas para usar os tribunais, os meios de comunicação e os comitês acadêmicos para suprimir a dissidência e reprimir o debate estão na verdade inflamando mais dissidência ainda e inspirando mais cientistas a pedir sua inclusão na lista”.

De acordo com West, foi o crescimento rápido no número de dissidentes científicos que incentivou o Instituto a lançar um site — http://www.dissentfromdarwin.org — para dar à lista um lugar permanente. O site é a resposta do Instituto à demanda de informações e acesso à lista por parte do público e de cientistas que querem que seus nomes sejam acrescentados à lista.

“A teoria da evolução de Darwin é o grande elefante branco do pensamento contemporâneo”, disse o Dr. David Berlinski, um dos signatários originais, que é matemático e filósofo científico no Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “A teoria de Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa”.

Outros signatários proeminentes incluem o Dr. Philip Skell, membro da Academia Nacional de Ciências dos EUA; o Dr. Lyle Jensen, membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência; o Dr. Stanley Salthe, biólogo evolucionário e autor de livros escolares; o Dr. Richard von Sternberg, biólogo evolucionário do Instituto Smithsoniano e pesquisador do Centro Nacional de Informações de Biotecnologia dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA; o Dr. Giuseppe Sermonti, editor da Rivista di Biologia, a mais antiga revista do mundo sobre biologia ainda em circulação; o Dr. Lev Beloussov, embriologista da Academia de Ciências Naturais da Rússia.

Veja a lista completa aqui:
http://www.discovery.org/scripts/viewDB/filesDB-download.php?command=download&id=660

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2006/feb/06022204.html

Novas Variantes de Doenças Aumentam os Riscos do Prejudicial Estilo de Vida Homossexual

Novas Variantes de Doenças Aumentam os Riscos do Prejudicial Estilo de Vida Homossexual

Mary Rettig

(AgapePress) — O diretor do Instituto de Cultura e Família, Bob Knight, diz que os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD) descobriram algumas razões novas por que os homens homossexuais precisam parar seu estilo de vida destrutivo e potencialmente mortal.

Os CCPD recentemente informaram que uma variante rara de clamídia chamada LGV (lymphogranuloma venereum) — que nos EUA está ligada aos homens infectados com o HIV que têm sexo com outros homens — foi achada em várias dezenas de pacientes dos EUA. As autoridades de saúde pública dizem que essa variante da doença sexualmente transmissível é extremamente difícil de diagnosticar e representa uma grave ameaça à saúde, pois expõe ao perigo o sistema imunológico de uma pessoa e torna a pessoa infectada ainda mais suscetível a outros tipos de infecções.

Essa é uma das razões por que os pesquisadores dos CCPD estão particularmente preocupados com a crescente incidência da LGV, salienta Knight. “Eles estão preocupados porque, quando se tem uma infecção como essa, ela afeta o sistema imunológico e torna a pessoa mais vulnerável para pegar outras doenças tais como a infecção do HIV, que pode levar a AIDS”, explica.

De acordo com o defensor dos valores da família, a LGV é só uma daquelas doenças sexualmente transmissíveis alastradas entre homens homossexuais nos quais os pesquisadores dos CCPD estão informando alguns dados alarmantes. Ele observa: “Eles também acharam outras doenças que se concentram entre homens homossexuais — uma nova variante da sífilis, e uma variante da tuberculose que é resistente às drogas”.

“Claramente”, Knight argumenta, “a incessante promiscuidade que caracteriza a população de jovens homossexuais está contribuindo para a propagação de doenças — talvez até mesmo variantes que jamais vimos antes”.

Knight diz que a população homossexual precisa se preocupar com a LGV, tal qual as autoridades de saúde pública já estão. E os homens homossexuais não podem confiar no uso da camisinha para protegê-los da doença, avisa ele, pois as camisinhas demonstram ser bem ineficazes contra a doença.

De acordo com estatísticas dos CCPD, a maioria dos pacientes diagnosticados com a proctite (inflamação do ânus devido à infecção lymphogranuloma venereum) nos EUA são homens infectados com o HIV que têm sexo com outros homens. Diferente dos casos de rotina da clamídia, a LGV pode provocar crônicos problemas gastrintestinais, inclusive inflamação e hemorragia do reto e intestino grosso.


Mary Rettig, colabora regularmente com AgapePress, e trabalha como jornalista para a American Family Radio News.

© 2006 AgapePress all rights reserved.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/2/212006f.asp

19 de fevereiro de 2006

Suécia: o exemplo “perfeito”

Suécia: o exemplo “perfeito”

Julio Severo

Um polêmico projeto de lei, que proíbe os pais de disciplinar os filhos, foi aprovado por uma comissão da Câmara dos Deputados em Brasília. Segundo a autora socialista do projeto, uma surra ou palmada corretiva numa criança teimosa, desobediente e rebelde equivale à violência, e ela quer que o governo aja com força contra os pais disciplinadores. Para ela, a disciplina física é uma das causas da violência na sociedade, levando as crianças a um comportamento agressivo.

Se a disciplina conduz à violência, então a proibição à disciplina produzirá uma sociedade totalmente pacífica e feliz, onde tudo é resolvido na base do diálogo. Para provar essa teoria, a deputada socialista precisaria de um bom exemplo. E ela conseguiu!

Para defender o projeto antidisciplina durante os debates na Câmara dos Deputados, veio ao Brasil o sr. Peter Tamm. Ele viajou da Suécia para o Brasil especialmente para garantir a vitória do projeto socialista.[1]

Por influência da ONU, a Suécia foi o primeiro país do mundo a proibir os pais de aplicar castigos físicos nos filhos, em 1979. Os defensores suecos dos “direitos” das crianças alegavam que com tal lei a sociedade seria livre de violência, principalmente nos lares. A lei então se fortaleceu tanto que hoje a simples atitude de um pai ou mãe mandar o filho para o quarto ou levantar a voz para os filhos pode ser motivo de denúncia criminal. Qualquer filho pode denunciar os pais, na escola ou outro lugar. Uma simples discussão com um filho pode fazer com que os pais acabem tendo de enfrentar as autoridades! Na Suécia, não são os filhos que são disciplinados. São os pais.

O sr. Peter Tamm relatou à comissão da Câmara dos Deputados a experiência da Suécia em leis contra a disciplina e aconselhou os deputados a aprovar semelhantes leis no Brasil. O Brasil, segundo ele, precisava imitar as maravilhas do paraíso sueco. Os deputados precisavam aprovar o projeto da deputada do PT.

À primeira vista, pareceria estranho que uma deputada socialista precisasse da ajuda do modelo de uma nação européia na aprovação de uma lei no Brasil. Ela poderia ter utilizado o exemplo de uma nação declaradamente socialista. Mas ela preferiu a Suécia, um país com aparência capitalista, mas que na verdade é o país que possui a forma mais moderna e perigosa de socialismo “democrático”.

As aparências enganam. Enganam mesmo. Quem olha para o Brasil do exterior, só vê praias, Carnaval, samba e futebol. Parece um paraíso. Quem ouviu o sueco na comissão da Câmara dos Deputados, também achou que a Suécia é um paraíso! Com tal exemplo sueco, os deputados não hesitaram em aprovar o projeto socialista.

Se a própria aparência do Brasil no exterior não é o que se vê, então qual é a realidade da Suécia? Como é o paraíso sueco?

  • A Suécia tem um dos mais elevados índices de aborto da Europa.[2]

  • A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes.[3]

  • O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando.[4]

  • Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo.[5]

  • A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo.[6]

  • O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados.[7]

  • Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo.[8] Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604 por cento.[9]

  • Os ataques aos transportes monetários são tão freqüentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar.[10]

  • A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo.[11] Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356 por cento. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424 por cento.[12] Está também aumentando o número de estupros cometidos por muçulmanos.[13]

Esse é o paraíso sueco.

Por que as autoridades suecas não tomam medidas duras contra os estupradores muçulmanos em seu país? Porque tais medidas poderiam atrair a retaliação dos países muçulmanos onde empresas suecas têm grandes negócios. Assim, proteger os interesses financeiros das grandes empresas suecas é mais importante do que aplicar a justiça contra a onda covarde de estupros muçulmanos contra moças suecas.

Embora os imigrantes muçulmanos na Suécia estejam recebendo farta tolerância, os evangélicos suecos estão sofrendo repressão. Em 2004, o pastor pentecostal Ake Green foi sentenciado à prisão pelo “crime” de pregar trechos da Bíblia contra o homossexualismo.[14] Um dia depois da condenação do Pr. Green, a polícia apareceu de surpresa na casa do evangélico Leif Liljeström, sem nenhum mandado, e prendeu-o, levando-o à delegacia e confiscando seu computador — só porque ele declarou pela Internet que a sodomia é pecado.[15] Em 2004, outro pastor evangélico da Suécia, Ulf Ekman, foi perseguido pelas autoridades por pregar contra o homossexualismo.[16] Desde então, os pastores suecos têm procurado evitar mencionar os trechos da Bíblia sobre o homossexualismo.

Em contraste, um juiz do Supremo Tribunal da Suécia esteve envolvido num episódio escandaloso: Ele foi pego tentando pagar para ter sexo com um rapaz.[17] Sua exploração homossexual não sofreu importunação das autoridades suecas. A lei sueca é dura e inflexível contra os pais que tentam disciplinar os filhos, mas é tolerante com adultos que buscam sexo homossexual com rapazes.

As autoridades suecas assim ignoram os crimes de violação dos direitos humanos das jovens suecas cometidos por muçulmanos e toleram tentativas de abuso homossexual contra menores, mas não ignoram, de modo algum, uma pregação evangélica contra o pecado homossexual, nem toleram que um pai ou uma mãe discipline seus filhos.

Preciso fazer uma pergunta aos deputados federais. A maioria deles, na comissão da Câmara dos Deputados que debateu a proibição da disciplina, aceitou a apresentação bela e maravilhosa que o cidadão sueco fez de seu país nessa questão.

Pergunto:

Vocês querem que o Brasil vire uma Suécia, onde as autoridades ignoram os crimes reais, mas tratam como crime a disciplina física e a pregação de um pastor contra o pecado homossexual?

É esse tipo de “paraíso” que vocês querem para o Brasil?

Outros artigos de Julio Severo sobre a questão da disciplina:

O abuso estatal contra a ordem familiar

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Artigos sobre perseguição contra os cristãos suecos:

Aconteceu em 2002: Suécia Adota Medidas para Tornar Crime a Oposição ao Homossexualismo

Aconteceu em 2004: Pastor Sueco é Condenado à Prisão por Pregar sobre o Homossexualismo

Aconteceu em 2004: Pastor Processado por Alegado Discurso Discriminatório Encoraja a Igreja a Evitar a Timidez

Aconteceu em 2005: Pastor Sueco Vence Processo que o Condenava por Crime de Preconceito Homossexual

Supremo Tribunal da Suécia Reverá Decisão que Inocentou Pastor Condenado por “Crime de Preconceito” por Pregar contra o Homossexualismo

Julgamento de Pastor Sueco Acusado de Crime de Ódio contra os Homossexuais Utilizado como Oportunidade para Evangelizar

Pastor Sueco É Inocentado da Acusação de Discurso de Ódio contra os Homossexuais

Fonte: www.juliosevero.com.br

Notas:

[1] http://www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=59530&pesq=Tamm|

[2] http://www.cwfa.org/articledisplay.asp?id=1546&department=CWA&categoryid=life

[3] http://www.cwfa.org/articledisplay.asp?id=1546&department=CWA&categoryid=life

[4] http://www.family.org/cforum/fnif/news/a0037462.cfm

[5] http://www.frc.org/get.cfm?i=IF04G01

[6] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=21902

[7] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[8] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[9] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47735

[10] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[11] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[12] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47735

[13] http://www.jihadwatch.org/dhimmiwatch/archives/009563.php

[14] http://www.akegreen.com/

[15] http://www.prayforsweden.com/

[16] http://juliosevero.blogspot.com/2004/10/pastor-sueco-perseguido-incentiva-os.html

[17] http://www.prayforsweden.com/supreme_court.htm

18 de fevereiro de 2006

Líderes Evangélicos Formam Aliança Profana com os Globalistas Pró-Homossexualismo e Pró-Aborto para Lutar contra o Aquecimento Global?

Líderes Evangélicos Formam Aliança Profana com os Globalistas Pró-Homossexualismo e Pró-Aborto para Lutar contra o Aquecimento Global?

Comentário de Brannon S. Howse

Você soube da notícia? Oitenta e cinco líderes “evangélicos” se uniram e formaram uma coalizão para trazer atenção a uma questão. Qual é essa questão? É sobre aborto e casamento homossexual? É sobre treinar os cristãos a evangelizar conforme a Bíblia? É sobre chamar as igrejas a voltar à Bíblia? Não! É triste dizer, mas esse grupo de 85 líderes “evangélicos” não se organizou para confrontar alguma dessas questões sérias que a sociedade ou a igreja está enfrentando. Esses líderes se organizaram para nos salvar de nos queimarmos devido ao aquecimento global. Como se isso não fosse suficientemente sério, a iniciativa desses líderes cristãos está sendo financiada por instituições globalistas a favor do aborto e do casamento gay.

Muitos no grupo dos 85 líderes são pastores e líderes cristãos que raramente, se é que realmente já fizeram isso, tomariam uma posição pública em questões morais como aborto e homossexualismo. No entanto, agora eles estão liderando uma cruzada que está fazendo manchetes nacionais num assunto que não só é uma questão “política”, mas também uma questão adorada pelos membros da esquerda secular, como o ex-vice-presidente Al Gore e os piores lunáticos de Hollywood.

Durante uma conferência de imprensa no Clube Nacional de Imprensa em Washington, organizada pela Rede Ambiental Evangélica, uma coalizão recém formada chamada a Iniciativa Evangélica do Clima, divulgou uma declaração assinada por mais de 85 líderes “evangélicos”.

Alguns dos inquietos e desorientados defensores da causa do aquecimento global que assinaram o documento Mudança Climática: Um Chamado Evangélico para a Ação incluem Rick Warren, autor de Uma Vida com Propósitos e pastor da Igreja Saddleback; o pastor principal da Igreja Wooddale em Eden Prairie, MN; o ex-presidente da Associação Nacional de Evangélicos, Leith Anderson; o presidente da Visão Mundial Rich Stearns; o comandante nacional do Exército da Salvação, Todd Bassett; o editor de Christianity Today David Neff e o editor executivo Timothy George; e o presidente da Faculdade Wheaton Duane Litfin.

Em janeiro de 2006, vinte líderes evangélicos escreveram uma carta ao presidente da Associação Nacional de Evangélicos, Ted Haggard, aconselhando-o a não adotar “nenhuma posição oficial” sobre as mudanças do clima porque os “evangélicos que crêem na Bíblia… discordam sobre a causa, gravidade e soluções para a questão do aquecimento global”.

Os que assinaram a carta para Haggard incluem Charles W. Colson, fundador de Prison Fellowship Ministries; James C. Dobson, presidente de Focus on the Family; Rev. D. James Kennedy do Coral Ridge Ministries; Rev. Richard Land da Convenção Batista do Sul; Donald E. Wildmon, diretor da Associação Americana da Família; e o Rev. Louis P. Sheldon, diretor da Coalizão em prol dos Valores Tradicionais.

Paul Driessen, consultor sênior de política no Congresso de Igualdade Racial e autor do livro Eco-Imperialism: Green Power Black Death (Eco-Imperialismo: Poder Verde, Morte dos Negros), declarou recentemente: “Ao tornar a energia menos barata e acessível, a redução forçada (das emissões de gás estufa) levaria a um aumento no preço dos produtos ao consumidor, sufocaria o crescimento econômico, reduziria o número de empregos e imporia efeitos prejudiciais principalmente para as pessoas mais pobres da terra”.

Enquanto o grupo dos 85 líderes não menciona o Protocolo de Kyoto, eles parecem ignorar os danos que ocorreriam para a nossa economia com tal tratado antiamericano e anticapitalista. O Protocolo de Kyoto, que combate as emissões do gás estufa, é um acordo internacional perigoso. Esse tratado daria passe livre para alguns dos maiores poluidores do mundo, como a China e a Índia, e deixaria os Estados Unidos sob o comando da ONU e muitos de seus países membros antiamericanos.

No entanto, em justiça precisamos entender que há alguma negligência no grupo dos 85 líderes, pois a maioria deles não é composta de homens de negócios que vivem no “mundo real”. Esses 85 líderes são em grande parte um grupo de gente envolvida na área acadêmica e literária, gente envolvida com entidades sem fins lucrativos, gente que não saberia nem mesmo como começar a administrar uma empresa de grande porte que gera lucros.

Já é bastante grave que tantos extremistas ambientalistas “evangélicos” tenham infectado nossas igrejas, faculdades, universidades e evangelicalismo com sua marca liberal de cristianismo. Agora eles querem prejudicar o sistema de livre empresa em nosso país dificultando que as empresas compitam no mercado mundial.

De acordo com o jornal New York Times, a iniciativa do grupo está sendo financiada por tais organizações liberais como o Fundo dos Irmãos Rockefeller e a Fundação Hewlett. O Fundo dos Irmãos Rockefeller costuma dar verbas para tais grupos ambientalistas radicais como o Greenpeace. É preciso lembrar também que foram os Rockefellers que doaram o terreno para a ONU e construíram a ONU.

De acordo com uma nota à imprensa dada pelo grupo pró-vida Human Life International, o Fundo dos Irmãos Rockefellers dá apoio financeiro para muitas organizações e causas anticristãs, inclusive a Cúpula de Paz do Milênio da ONU:

A Cúpula de Paz do Milênio da ONU convocou as religiões organizadas para apoiar as metas de paz mundial das Nações Unidas. Entre os itens para consideração está a Carta para a Democracia Mundial, que é descrita como os novos “Dez Mandamentos” para o mundo. A cúpula é um projeto da Iniciativa das Religiões Unidas (IRU), junto com outros grupos. A IRU favorece o aborto, a educação sexual, o casamento gay e o controle populacional. O evento está sendo financiado, entre outras entidades privadas, pela Fundação das Nações Unidas e pelo Fundo dos Irmãos Rockefellers.

De acordo com o site de LifeSite.Net, em 2001 a Fundação William e Flora Hewlett aprovaram uma verba de 600 mil dólares para a Federação Internacional de Planejamento Familiar, a maior organização abortista do mundo, para fornecer “serviços de saúde sexual e reprodutiva para os adolescentes do Brasil, Equador e Peru”.

Num artigo no Crosswalk.com, escrito por David Thibault, lemos:

Eric Brown, diretor de comunicações da Fundação Hewlett, que contribuiu 2 milhões de dólares para o Centro de Direitos Reprodutivos durante os últimos três anos, se recusou a comentar sobre a decisão evidente da fundação de evitar o uso da palavra “aborto” em seu site. A Fundação Hewlett, de acordo com seu site, “dá verbas para lidar com os problemas sociais e ambientais mais graves que a sociedade enfrenta… A fundação coloca um valor elevado em instituições de sustento e melhoria que fazem contribuições positivas para a sociedade”.

Preciso lhe dar mais evidências de que a iniciativa ambiental que está sendo promovida pelo grupo dos 85 líderes evangélicos vem sendo financiada por uma aliança profana? Não é preciso ser um cientista espacial para fazer uma pesquisa básica dos grupos que estão financiando a causa ambientalista evangélica e descobrir os valores antibíblicos que eles adotam e financiam.

Por que é que eu sou o primeiro e único colunista até agora a expressar essas perguntas e apontar a cosmovisão dos que estão financiando o grupo dos 85 líderes? Por que esse grupo não fez uma boa pesquisa antes de aceitar as verbas e se alinhar com extremistas anticristãos que amam a ONU e que financiam o aborto e o casamento homossexual? Será que é porque eles estão de acordo com essas organizações, suas políticas e campanhas?

Eis, meus amigos, como anda o discernimento espiritual de importantes líderes por trás de algumas das principais igrejas, faculdades, publicações e organizações cristãs de hoje.

Esse tipo novo de Cristianismo está ajudando e dando credibilidade para grupos que promovem o globalismo, o fim da independência dos países, a tirania e no fim a perseguição dos cristãos. Vamos ser realistas: a iniciativa ambiental de muitos dos líderes evangélicos populares de hoje está sendo financiada pelas organizações globalistas mais anticristãs e antiamericanas. Siga o rastro de dinheiro.

O grupo de 85 líderes não é nada mais do que um Cavalo de Tróia da esquerda que foi colocado dentro dos círculos evangélicos. A pergunta é: Esse grupo de líderes evangélicos não sabe que eles estão sendo usados? Se sabem, o que isso mostra sobre o caráter deles? Se eles não sabem que estão sendo usados, o que isso mostra sobre a capacidade que eles têm de discernir? Será que você realmente conseguirá seguir esses líderes “evangélicos” que são cúmplices ou ignorantes em seu envolvimento com tais organizações globalistas anticristãs?

Num artigo escrito por Paul Nussbaum no jornal Philadelphia Inquirer publicado em 8 de janeiro de 2006, intitulado “O Pastor com um Propósito”, lemos algo que revela muito sobre o tipo de Cristianismo de Rick Warren:

Warren prediz que o fundamentalismo, de todas as variedades, será “um dos grandes inimigos do século XXI”.

No artigo, Warren diz:

O fundamentalismo muçulmano, o fundamentalismo cristão, o fundamentalismo judaico, o fundamentalismo secular — todos eles são motivados pelo medo. Medo uns dos outros.

O que é que Warren está dizendo? Será que fundamentalistas conservadores como Albert Mohler do Seminário Batista do Sul, Dr. D. James Kennedy da Igreja Presbiteriana Coral Ridge, Don Wildmon da Associação da Família Americana, John MacArthur da Igreja Comunidade da Graça e da Faculdade do Mestre, o escritor R.C. Sproul, ou Dr. Ravi Zacharias são alguns dos fundamentalistas cristãos que são os “inimigos do século XXI”? Sobre quem Warren está falando e como é que os fundamentalistas cristãos são uma ameaça ao século XXI? Como é que o governo deveria se opor a essa ameaça?

A todos os meus amigos que estão tendo dificuldade de compreender o que Rick Warren e outros líderes estão fazendo: não me digam que eu não os avisei muito tempo antes para pararem de comprar o que eles estão vendendo.

Oro para que este artigo revele que muitos dos autores, palestrantes, pastores e líderes “cristãos” mais populares de hoje são realmente ocos, lhes faltando discernimento bíblico e um mínimo de bom senso.

Lamentavelmente, muitos desses líderes queridinhos das igrejas evangélicas americanas têm pouco, se é que têm mesmo, compromisso com a verdade da Bíblia, a infalibilidade da Bíblia, o plano bíblico da salvação, o evangelismo bíblico e a definição bíblica de um cristão verdadeiro. Esses são só alguns dos pontos fundamentais da fé cristã.

A Bíblia nos avisa para termos cuidado com os falsos mestres e também para suspeitarmos bastante dos que são populares e louvados entre as multidões. Quando o livro de Warren vendeu milhões de exemplares e o tornaram o queridinho dos meios de comunicação liberais, já comecei a suspeitar.

Dê uma olhada nas muitas entrevistas de rádio e TV, projetos e organizações e indivíduos com quem Warren se envolve e você verá que se Warren é de opinião que os cristãos fundamentalistas são os “inimigos do século XXI” então é porque ele não é um evangélico conservador.

Se você ama e serve o Senhor Jesus Cristo, se você entregou sua vida a Ele, se você é eternamente grato que Ele Se ofereceu como sacrifício e derramou Seu sangue para expiar nossos pecados, então convido você a rejeitar e se opor às filosofias vãs dos emergentes líderes cristãos dos EUA.

Peço que os pastores, os líderes cristãos e os leigos rejeitem as novidades, os livros da moda e as causas politicamente corretas e voltem para suas igrejas, faculdades, universidades, seminários, aulas de estudos da Bíblia e escola dominical para lerem, ensinarem e pregarem somente a Palavra de Deus.

Os evangélicos não podem ser dar ao luxo de se orientar por gente como Rick Warren e outros líderes envolvidos no grupo dos 85, que mostraram tanto discernimento não bíblico.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://www.worldviewweekend.com/secure/cwnetwork/article.php?&ArticleID=486

Por que os cristãos usam o controle da natalidade?

Por que os cristãos usam o controle da natalidade?

R. Terry

Já parou para pensar no motivo por que os casais evangélicos usam o controle da natalidade?

“Acabamos de nos casar e não estamos prontos para ter filhos”.

“Queremos dar tempo de qualidade para os filhos que já temos”.

“O motivo simples é que não temos condições de ter outro filho”.

“Eu enlouqueceria se tivéssemos mais filhos”.

Alguma dessas desculpas lhe parece familiar? Ou melhor ainda, você está usando alguma dessas desculpas?

Quando discuto a noção de que devemos deixar nas mãos de Deus o número de filhos que devemos ter, ouço freqüentemente as desculpas acima, e uma multidão de outras.

Já ouvi essas desculpas antes — na entrada de uma clínica de abortos.

A verdade terrível é que a maioria das desculpas que as mulheres dão para matar seus filhos mediante aborto são exatamente as mesmas razões que damos para não ter filhos.

Na essência, o controle da natalidade é anticriança. E não estou falando somente sobre abortivos como a pílula anticoncepcional ou o DIU, mas qualquer droga ou dispositivo que nos impeça de ter filhos. Quando usamos o controle da natalidade estamos dizendo: “Não, eu não quero crianças”.

É de maravilhar que as igrejas evangélicas não consigam deter o aborto legal em sua matança de crianças? Como é que podemos esperar derrotar essa matança no mundo se não conseguimos derrotar a rejeição a crianças em nosso próprio meio? Jeremias disse que se nos cansamos correndo com homens, como conseguiremos correr com cavalos?

Não posso ser duro demais com os cristãos que usam o controle da natalidade. Minha esposa e eu caímos na mesma armadilha quando éramos recém casados. Todos os nossos amigos e líderes espirituais nos aconselhavam que era a coisa “sábia” a fazer. Francamente, nós muito preferiríamos ter um filho ou filha de nove anos do que tal sabedoria.

Numa época como a nossa em que os cristãos falam constantemente sobre fé, confiar em Deus, Deus suprindo nossas necessidades, etc., por que é que não conseguimos simplesmente confiar em Deus sobre o número de filhos que ele quer que tenhamos?

Quando usamos o controle da natalidade, estamos reduzindo nossa herança; estamos talvez impedindo gerações inteiras da humanidade. Considere isso: o décimo terceiro filho da Sra. Wesley, Charles, escreveu centenas de hinos gloriosos; o sétimo filho da Sra. Whitefield, George, foi o pregador mais famoso no Grande Despertamento dos EUA; o quinto filho da Sra. Washington (quinto entre dez irmãos) foi nosso amado primeiro presidente. Se a Sra. Washington estivesse numa de nossas igrejas de hoje, após seu terceiro ou quarto filho metade das mulheres da igreja lhe diria para obter um diafragma ou ligar as trompas! Que perda trágica isso seria para todos nós.

O que você pensa quando vê uma mulher com cinco filhos? Fica feliz ou envergonhado? Você se aproxima dela com congratulações ou condolências? Você exclama feliz: “Todos eles são seus?! Que bênção!” Ou você pergunta de modo sombrio: “Todos eles são seus? Pobre mulher. Como é que você fez isso? Eu enlouqueceria”.

A realidade horrível é que grande parte das igrejas evangélicas dos EUA hoje é anticrianças. Vemos crianças como um peso, uma perturbação, uma interrupção em nossas vidas, um dreno em nossas finanças e energias, etc.

Muitos cristãos não conseguem sentir uma justa indignação contra a matança de crianças mediante o aborto legal, pois no coração eles simpatizam com as mesmas razões por que algumas mulheres fazem aborto.

Então o que fazemos? Espero que nenhuma leitora deste artigo esteja usando a pílula ou o DIU. Se está, pare imediatamente. A pílula e o DIU são abortivos. Se conhece alguém que os está usando, faça amizade com essa pessoa e lhe diga a verdade. Além disso, se você está usando qualquer tipo de controle da natalidade — pare. Deixe nas mãos de Deus o número de filhos que você deve ter.

Ouço alguém exclamando: “Oh, mas terei 10 filhos!” Com o devido respeito, você não sabe quantos filhos terá. Léia teve seis, Raquel teve dois, Sara e Rebeca tiveram um. A verdade é: você simplesmente não sabe quantos filhos terá.

Se você foi “esterilizada”, busque uma reversão médica. Recentemente, me encontrei com um pastor no Oregon que vendeu sua coleção esportiva a fim de pagar a reversão médica da ligadura de trompas de sua esposa. Eles estão se alegrando no Senhor, pois ela já está no sétimo mês de gravidez, grávida de um filho que por pouco nunca iam ter.

Uma consideração final. Pense bem nas origens do movimento de controle da natalidade: Margaret Sanger e a Federação Internacional de Planejamento Familiar, a maior entidade abortista do mundo. Margaret Sanger queria que os cristãos (entre outros) usassem o controle da natalidade. Ela desprezava a Deus e tinha nojo de famílias cristãs grandes. Se alguém pode rir no inferno, com certeza então ela deve estar fazendo exatamente isso agora contra nós. Gostaria de citar um dos Salmos menos populares de nossa época, Salmo 127:3-5:

Os filhos são herança do SENHOR, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal. (NVI)

Esses versículos proclamam claramente de que modo devemos ver nossos filhos: como nossa herança e recompensa. Aliás, com exceção de nossas próprias almas, nossos filhos são a única posse eterna que temos.

Que Deus nos restaure a capacidade de respeitar, amar e desejar nossas posses mais preciosas — o fruto do ventre.


© 1997 Advocates for Life Ministries
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Artigo sobre família grande: Quando Maior é Melhor.

Fonte: http://www.lifeadvocate.com/arc/terry.htm

17 de fevereiro de 2006

O aquecimento global e os evangélicos

O aquecimento global e os evangélicos

Julio Severo

A ONU está surpresa e feliz com a mudança de atitude de alguns líderes evangélicos americanos, que resolveram apoiar publicamente seus esforços para combater o aquecimento global.

Durante anos, a ONU vem lutando nessa questão, recebendo adesão em massa de países e líderes socialistas. Essa adesão é sempre garantida, pois dificilmente a ONU trai a agenda socialista.

Contudo, a adesão de importantes líderes evangélicos americanos é um novo passo no relacionamento da ONU com os evangélicos, um passo que fortalece mais a ONU em suas ambiciosas e suspeitas políticas de governo mundial.

É claro que o cristão se importa com o meio ambiente, porém sempre levando em consideração que a terra foi criada para o homem, não o homem para a terra. Deus é mais importante do que o homem, mas o homem é mais importante do que a terra.

Por isso, o cristão tem dificuldade de ceder para o radicalismo dos grupos ambientalistas. Afinal, por que se preocupar com pesquisas que apontam perigos futuros do aquecimento global quando há necessidades urgentes hoje? Enquanto a ONU e alguns líderes evangélicos americanos voltam sua atenção para a possibilidade de perigos futuros envolvendo o aquecimento global (previstos por pesquisas ainda incompletas e sem fundamento total), milhares de cristãos têm sido torturados, estuprados e assassinados no Sudão e em países muçulmanos e comunistas. Milhões de bebês têm sido assassinados por leis de aborto na Europa, Canadá, EUA, etc. Esses cristãos e bebês inocentes enfrentam perda de vida no presente, diariamente.

Se a intenção é olhar para os riscos e buscar soluções, por que então olhar para os riscos de um futuro distante envolvendo o aquecimento global quando seres humanos se encontram em perigo hoje mesmo?

A verdadeira causa dos problemas ambientais

Enquanto a ONU quer que vejamos as causas dos problemas ambientais como resulto exclusivo de fatores industriais, a Palavra de Deus revela que as verdadeiras causas de secas e outras tragédias ambientais são os pecados do povo. Quando um povo se entrega para os pecados da prostituição, homossexualismo, adultério, mentira, ódio, blasfêmia e outras atitudes erradas, o efeito recai sobre a sociedade e sobre o meio ambiente.

Por quanto tempo a nossa terra ficará seca? Até quando o capim murchará em todos os pastos? Os animais e as aves estão morrendo por causa da maldade dos moradores da terra, que dizem: “Deus não vê o que estamos fazendo.” (Jeremias 12:4 NTLH)

“Juram falso, mentem, matam, roubam e cometem adultério. Os crimes e os assassinatos aumentam. Por isso, a terra ficará seca, e tudo o que vive nela morrerá. Morrerão os animais, as aves e até os peixes.” (Oséias 4:2-3 NTLH)

“A terra está cheia de adultérios; o povo vive pecando e gasta as suas forças à toa. Por causa da maldição divina, a terra chora, e os pastos estão secos.” O SENHOR diz: “Os profetas e os sacerdotes não querem saber de mim; eu os peguei fazendo o mal no próprio Templo.” (Jeremias 23:10-11 NTLH)

Nessas passagens, Deus mostra que os problemas ambientais da nação de Israel estavam diretamente ligados aos pecados do povo, inclusive os pecados de seus próprios líderes religiosos! Até mesmo os profetas tinham culpa, pois estavam em pecado e não estavam cumprindo o que Deus determinou. A função do profeta era avisar o que Deus havia revelado. Deus nos mostra na sua Palavra que os assassinatos, mentiras, adultérios e roubos são a principal causa dos problemas na natureza, porém os profetas estavam escondendo a verdade do povo.

Não admira então que os cientistas não tenham nenhum consenso sobre as causas reais do aquecimento global. Nem mesmo eles entendem o motivo do aquecimento. Eles estão cegos. A ONU está cega. E os líderes evangélicos que estão apoiando a ONU nessa questão estão demonstrando a mesma cegueira dos profetas que, em vez de alertarem a sociedade sobre seus pecados que destroem a natureza, preferiam pecar junto com o povo e ganhar popularidade.

A sociedade e até as igrejas evangélicas podem ajudar a ONU a combater o chamado aquecimento global, mas nenhuma dessas iniciativas terá efeito algum, pois o aquecimento global e muitas outras tragédias na natureza virão, conforme Deus já avisou.

Com ou sem indústrias para poluir, o livro do Apocalipse deixa claro que haverá grande destruição nos últimos dias, inclusive aumento da temperatura. A Palavra de Deus atribui esses acontecimentos negativos aos pecados do povo.

“Depois o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e ele recebeu licença para queimar as pessoas com fogo. Elas sofreram queimaduras dolorosas causadas por esse fogo e amaldiçoaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre essas pragas. Mas não se arrependeram dos seus pecados, nem louvaram a glória de Deus.” (Apocalipse 16:8-9 NTLH)

“O resto da humanidade, isto é, todos os que não tinham sido mortos por essas pragas, não abandonou aquilo que eles haviam feito com as suas próprias mãos: eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus crimes de morte, nem das suas feitiçarias, nem da sua imoralidade sexual, nem dos seus roubos.” (Apocalipse 9:20-21 NTLH)

É claro que o mundo não enxerga nem vai enxergar as reais causas da mudança na temperatura da terra. É evidente que a ONU, com sua multidão de especialistas cegos, nem suspeita que o adultério, o aborto, a pornografia, a prostituição e o homossexualismo são fortes fatores de risco para a destruição ambiental. Tanto no passado quanto no futuro esses e outros pecados foram, são e serão sempre os destruidores da natureza. Como é então que a ONU conseguirá combater um problema sem entender ou enxergar suas causas?

Entretanto, é estranho que líderes evangélicos também estejam na mesma cegueira. Até mesmo um conhecido pastor brasileiro, caído pelo adultério e que hoje defende em parte o aborto e o homossexualismo, decidiu se envolver apaixonadamente na causa ambiental.

Nós evangélicos não sabemos tudo, pois nossa sabedoria é limitada. No entanto, sabemos que nossa principal missão na vida não é colaborar com a ONU e sua cegueira. Nossa meta não é ganhar popularidade nos envolvendo em assuntos da moda. Então qual é a meta do cristão?

Uma vida com propósitos errados

A ONU e os socialistas do mundo inteiro estão comemorando a entrada de alguns líderes evangélicos americanos à iniciativa de fortalecer a ONU em seus esforços de exercer, em nome de um suposto combate ao aquecimento global, maior controle sobre o mundo. O colunista social Cal Thomas analisou a adesão desses líderes à agenda verde e expressou preocupação em seu excelente artigo “Uma Vida com Propósitos Ocultos”.

Embora como evangélico eu não concorde com tudo o que o Sr. Thomas crê, sou obrigado a concordar com ele na questão do aquecimento global. Ele diz: “O que é que há com os evangélicos que muitos deles precisem de uma causa além da comissão que lhes foi dada? Tendo testemunhado os danos que a mensagem fundamental de redenção da igreja sofreu ao se associar demais ao ‘reino deste mundo’ — primeiro no liberal Conselho Nacional de Igrejas e o Conselho Mundial de Igrejas… alguns evangélicos decidiram fazer outra tentativa”.

Thomas declara ainda:

Em outubro de 2005, parecia que a Associação Nacional de Evangélicos (ANE), que afirma ter 30 milhões de membros nos EUA, estava se encaminhando para uma aliança com a ala cristã mais liberal na questão do meio ambiente. Em vez de chamarem de “ambientalismo”, que para alguns cheira mal, esses evangélicos adotaram um eufemismo mais ao sabor deles. “Cuidado da Criação”, decidiram chamar seu ambientalismo, e o objetivo deles seria resolver o “aquecimento global”.

Agora parece que pelo menos algumas cabeças mais frias prevaleceram sobre a questão do aquecimento global. Enquanto alguns superastros do meio evangélico — inclusive o autor bestseller Rick Warren (“Uma Vida com Propósitos”) — assinaram seus nomes em apoio à doutrina do aquecimento global, muitos outros não. Essa divisão nas fileiras evangélicas levou a ANE a se retrair de um esperado apoio da questão depois que a ANE já havia declarado em outubro que a humanidade tem “uma responsabilidade sagrada de administrar bem a Terra e não uma licença para abusar da criação da qual somos parte”.

Cal Thomas então cita que diante da divisão evangélica sobre o assunto, o presidente a ANE, Ted Haggard, reconheceu “o debate em andamento sobre” o aquecimento global e a “falta de consenso entre os evangélicos sobre esse assunto”. A falta de consenso é tão grande que líderes evangélicos de diferentes denominações assinaram um documento para que a ANE não ceda às tentativas da ONU de usar a questão do aquecimento global para dar a ONU poder e autoridade para interferir nas nações e sociedades. Entre os que assinaram o documento estão Charles W. Colson, fundador de Prison Fellowship Ministries; James C. Dobson, presidente de Focus on the Family; Rev. D. James Kennedy do Coral Ridge Ministries; Rev. Richard Land da Convenção Batista do Sul; Richard Roberts, presidente da Universidade Oral Roberts; Donald E. Wildmon, diretor da Associação Americana da Família; e o Rev. Louis P. Sheldon, diretor da Coalizão em prol dos Valores Tradicionais.[1]

Continuando em seu artigo Uma Vida com Propósitos Ocultos, Cal Thomas comenta:

Calvin DeWitt, professor de estudos ambientais da Universidade de Wisconsin-Madison e um dos principais líderes evangélicos que apóiam as várias causas ambientais, chamou a declaração da ANE de “um recuo e derrota”. Ele predisse “conseqüências negativas para a capacidade dos evangélicos de influenciar a Casa Branca, de modo triste e infeliz”. Será que a Casa Branca deveria ser o principal ou um dos principais objetivos dos evangélicos, ou será que a meta deles deveria ser agradar a Deus?

Um objetivo melhor seria seguir outra declaração, feita não por um comitê, mas por um homem que afirma ser dono da Igreja e que requer que todos os que O seguem obedeçam a Ele: “Vão e façam discípulos de todas as nações”. (Mateus 28:19) Jesus também chamou Seus discípulos — naquela época e hoje — para “obedecer a tudo o que lhes mandei”. Uma rápida lida na Bíblia revela que os ensinos de Jesus não têm nada a ver com o aquecimento global ou com o meio ambiente. Em vez disso, Ele chama as pessoas para alimentar os famintos, vestir os nus, visitar os presos e orar pelos que os perseguem. Os evangélicos deveriam ir atrás dessas virtudes mais elevadas em vez de se contentarem com uma vida terrena envolvida em questões políticas.

O Apóstolo João avisa: “Não amem o mundo nem o que nele há… O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 João 2:15,17 NVI)

Alguns evangélicos pegam um versículo de Gênesis que fala sobre administrar bem e “cuidar” da terra. Mas isso foi antes da queda do homem, antes de o pecado e a corrupção entrarem no mundo.

Sou completamente a favor de toda tentativa de manter o ar e a água tão limpos quanto possível, e eu não jogo lixo no chão, mas me preocupo com o fato de que, sofrendo freqüentes e covardes agressões no fim do beco político, os evangélicos podem estar se abrindo para sofrer mais danos à sua credibilidade.

Os modelos ambientais relacionados às temperaturas do planeta não estão sob estudo há muito tempo, pelo menos não o tempo suficiente para que se chegue a uma tal profunda conclusão de que a menos que as pessoas dirijam carros diferentes, o planeta vai se queimar todo devido ao gás monóxido de carbono. O mais provável é que o mundo se queimará devido às armas nucleares nas mãos de loucos como o presidente do Irã.

Se os evangélicos fizerem do meio ambiente outra “causa”, provavelmente ficarão tão frustrados e desapontados como quando exercitaram sua fé de um modo errado, colocando-a na política, para curar outros males sociais. Se eles desejarem um efeito real no planeta, que eles retornem à mensagem eterna que lhes foi dada para ser compartilhada com um mundo que precisa dessa mensagem mais do que nunca. Essa é a mensagem que “limpa” o interior do coração dos homens e mulheres e os coloca numa posição de influenciar com mais poder este mundo e prepararem a si mesmos e outras pessoas para o mundo que virá.[2]

Fonte: http://www.juliosevero.com.br/