5 de dezembro de 2006

Suicídio: A porta para escapar de uma vida cheia de problemas?

SUICÍDIO: A PORTA PARA ESCAPAR DE UMA VIDA CHEIA DE PROBLEMAS?

Julio Severo

O Dr. James Dobson, psicólogo de fama internacional, diz:

…o aborto legal está trazendo como conseqüência a diminuição no número de jovens. Isso criará problemas enormes para nós daqui a alguns anos. À medida que um grande número de pessoas for chegando aos 50, 60 e 70 anos nos próximos anos, experimentaremos uma crise grave no fornecimento da assistência à saúde. Haverá menos trabalhadores jovens para sustentar essa multidão de gente se aposentando, sobrecarregando assim a geração mais jovem com uma pesada carga financeira.[1]

O Dr. Dobson mencionou como o Dr. C. Everett Koop, ex-Ministro da Saúde dos EUA, vê essa situação:

Considere a pressão que se acumulará sobre um homem de 40 anos que tem uma filha de 20 anos na faculdade e uma mãe de 60 anos com câncer. O homem será responsável por todas as contas médicas de sua mãe. Se a mãe precisar de quimioterapia e várias cirurgias durante o avanço de sua doença, ele perderá a casa própria e sua filha terá de sair da faculdade. Mas sua mãe não deixou de dar atenção a esse fato. Ela já se sente uma carga para sua família, porém sua doença agora ameaça levar a família à falência. Contudo, há uma solução! Se, num gesto de honra, ela sair da vida um pouco mais cedo, ela poderá proteger o bem-estar daqueles que ela ama. É desse modo que muitos na geração mais idosa sofrerão uma pressão irresistível para aceitar o suicídio com a ajuda de médicos.[2]

Nos EUA, o Estado do Oregon foi o primeiro a legalizar a eutanásia. Ali, os pobres e os vulneráveis têm acesso à assistência médica para cometer suicídio, mas ao mesmo tempo não têm acesso a muitos outros serviços médicos necessários. O Plano de Saúde do Oregon dá cobertura total ao suicídio com assistência médica, mas não dá cobertura adequada para o alívio de dores, etc. Em vez de ganharem mais opções durante uma fraqueza física, os pobres descobrem que têm opções mais limitadas, porque cuidar de sua saúde, nessas circunstâncias, custaria muito para a família e para o governo. Eles acabam sentindo, e com razão, que a vida deles é uma carga para os familiares. Eles procuram então sair do caminho dos outros da forma mais barata.

Um fator bastante revelador sobre o Oregon é que as pesquisas religiosas mostram que esse é o Estado americano em que a população vai menos à igreja. Na opinião dos defensores da eutanásia, é muito difícil uma pessoa que não crê em Deus aceitar a idéia de que a vida é sagrada.[3] Mas o problema maior hoje não é exatamente um ateísmo declarado, porém um humanismo bem camuflado. Humanismo é a idéia de que o próprio ser humano pode tomar suas decisões, até mesmo decisões de vida ou morte, sem ter de consultar ou se submeter a Deus. Ele pode até crer vagamente em Deus, mas obedece principalmente a seus desejos e vontades humanas.

Em que os humanistas acreditam? É o que vamos ver a seguir nos seguintes trechos extraídos diretamente do documento Manifesto Humanista:

Manifesto Humanista II:

Os humanistas crêem que o deísmo tradicional, principalmente fé num Deus que as pessoas acham que as ama e cuida delas, um Deus que as ouve e entende suas orações, é algo fora de moda que não pode ser provado.

Promessas de salvação eterna ou medo de um inferno eterno são ilusões prejudiciais que apenas distraem nossa atenção das coisas importantes do presente, da nossa auto-realização…

Para aumentar a liberdade e a dignidade humana, os indivíduos têm o direito de experimentar plena liberdade civil em todas as sociedades. Isso inclui reconhecer que os indivíduos têm o direito de morrer com dignidade e o direito à eutanásia e ao suicídio.[4]

O direito ao controle da natalidade, ao aborto e ao divórcio devem ser reconhecidos.[5]

Os humanistas acham que cada pessoa tem o direito de decidir moralmente o que é certo e errado para si, sem nenhuma interferência, até mesmo em questões de vida ou morte. Assim, o controle da natalidade, o aborto e a eutanásia se tornam direitos. Embora Deus tenha a sabedoria e a autoridade de decidir aspectos importantes da vida melhor do que limitados seres humanos, eles não vêem razão por que as pessoas não podem decidir livremente nessas áreas. Eles também não reconhecem o valor bíblico e social de um casamento que dura até a morte dos cônjuges. Aliás, eles não vêem nada de errado em casais se divorciando, casais vivendo juntos sem se casar, mulheres fazendo aborto e homossexuais “se casando”…

A noção de que cada pessoa tem a liberdade pessoal de decidir seus próprios valores morais é um conceito basicamente socialista e é evidente na maior parte das tentativas de legalizar certas práticas como se fossem “direitos”: aborto, homossexualismo, pornografia, eutanásia, drogas… Para a mente humanista ou socialista, não há dificuldade de aprovar o suicídio para os idosos doentes, pois não faria sentido o governo gastar dinheiro com pessoas que nunca poderão contribuir economicamente para a sociedade.

Nova Era

Embora os humanistas (que afirmam não crer em Deus) pareçam ser a principal força por trás das propagandas pró-eutanásia, há muitos “religiosos” envolvidos, principalmente os seguidores da Nova Era. De acordo com a jurista americana Constance Cumbey, os ecologistas e os adeptos da Nova Era, para acabar com o que eles chamam de explosão demográfica, defendem o aborto legal, o “controle da mortalidade” e a limitação forçada do tamanho das famílias através do controle da natalidade.[6] A Dr.ª Constance mostra como eles entendem o “controle da mortalidade”:

Os adeptos da Nova Era apóiam as medidas legais e médicas para aplicar a eutanásia, matar os pacientes de fome e retirar dos doentes os aparelhos que os mantêm vivos.[7]

Um aspecto desumano e cruel da sociedade moderna é que o meio ambiente se tornou mais importante do que as próprias pessoas que foram criadas para dominar e usar a natureza. Isso tudo é conseqüência das idéias da Nova Era. Há mais preocupação com os derramamentos de petróleo, que ameaçam matar peixes, do que com a eutanásia, que ameaça matar seres humanos vulneráveis. Há mais preocupação com um ovo de águia do que com um bebê que sofre ameaça do aborto legal. Para “salvar” o que chamam de animais em extinção, alguns ecologistas estão dispostos a extinguir seres humanos inocentes.

Randall Baer, que foi um dos líderes mais destacados da Nova Era e hoje viaja extensivamente desmascarando esse movimento, diz:

Pelo fato de justificar vários tipos de assassinato, a filosofia da Nova Era abre as portas para o fanatismo nazista. Com base na filosofia da reencarnação e karma, a Nova Era consegue facilmente justificar o aborto, a eutanásia, a esterilização racial e até mesmo assassinatos. Essa filosofia diz que a alma é imortal. Portanto, a morte realmente não existe. O que acontece é que a alma passa por uma reciclagem antes de entrar num corpo em cada reencarnação. Metade da população mundial hoje acredita nessa filosofia.

No infame livro Out on a Limb, de Shirley MacLaine, o mestre dela, David, analisa o caso dos ônibus que sofreram um terrível acidente numa estrada nas montanhas do Peru e o possível sentido desses desastres. Ele responde: “Não há morte de verdade. Por isso, não há nenhuma vítima”. De acordo com essa filosofia, o sofrimento é uma ilusão, a morte é uma ilusão e as vítimas são uma ilusão. De acordo com essa definição, seja qual for a situação pela qual as pessoas passem, tudo é bom para elas.

Com relação ao aborto, por exemplo, a Nova Era dá várias desculpas para justificar esse ato de matar inocentes… Entre outras, essas desculpas incluem:

Depois do aborto, a alma da criança poderá, através da reencarnação, ser reciclada e colocada no corpo de outro feto algum tempo mais tarde…

O que é mais perigoso e pervertido na Nova Era é que sua filosofia dá desculpas totalmente lógicas para matar os inocentes e cometer todos os tipos de injustiça… A lógica dessa filosofia é que, por ser imortal e nunca morrer, a alma simplesmente fica se reencarnando…[8]

A Bíblia mostra bem claramente que depois da morte as pessoas terão de prestar contas a Deus: “Cada pessoa tem de morrer uma vez só e depois ser julgada por Deus”. (Hebreus 9.27 BLH) Isso deveria ser suficiente para desanimar qualquer pecador de querer apressar para si mesmo ou para outros a ida para a eternidade. Contudo, os ensinos da Nova Era livram seus seguidores desse grave incomodo na consciência: “O seguidor da Nova Era… antecipando mais reencarnações, tem menos dificuldade de aceitar a eutanásia ativa quando uma existência terrena específica se torna incomoda demais…”[9]

O moderno movimento Nova Era, que hoje possui uma vasta rede de organizações, começou em 1875 com a fundação da Sociedade Teosófica da Sra. Helena Petrovna Blavatsky. Seus seguidores criam na teoria da evolução e em espíritos guias.[10] “Antes de morrer em 1891, a Sra. Blavatsky escolheu sua discípula britânica Annie Besant como sua sucessora. Besant, que havia sido uma cristã devota antes de se encontrar com Blavatsky, se tornou uma espírita dedicada depois. James Webb escreve: ‘A Sra. Besant passou por uma transformação extraordinária. Antes ela era esposa de um pastor anglicano, depois virou uma propagandista de controle da natalidade e teosofia¼ Arthur Nethercot, que escreveu a biografia dela, disse que o modo rápido como a Sra. Blavatsky dominou a Sra. Besant indica algum elemento de lesbianismo no relacionamento’”.[11] De acordo com a Enciclopédia Britânica, Besant se destacava por seu trabalho socialista.

O famoso escritor inglês Gilbert K. Chesterton comentou: “A Sra. Besant, num artigo interessante, anunciou que havia só uma religião no mundo, que todas as religiões eram somente versões ou deturpações dela e que ela estava bem preparada para dizer qual era. De acordo com a Sra. Besant, essa Igreja universal era simplesmente o eu”.[12] O pensamento de Besant, uma das pioneiras da Nova Era, revela um tipo de humanismo religioso. Enquanto os humanistas afirmam que Deus não existe, os adeptos da Nova Era acreditam que o eu, isto é, nós mesmos somos Deus! Tanto o humanismo quanto a Nova Era acabam levando ao mesmo fim: o ser humano passa a ser o centro de tudo. Assim sendo, ele tem autoridade própria para controlar e decidir tudo.

Besant elogiava todas as religiões, como se todas fossem iguais. Assim ela elogiou Maomé: “É impossível para alguém que estuda a vida e o caráter do grande Profeta da Arábia, que sabe como ele ensinou e como ele viveu, não sentir reverência por esse Profeta poderoso, um dos grandes mensageiros do Supremo”.[13]

Besant escolheu trabalhar especialmente na Índia para daí promover a Nova Era para o mundo. Foi também na Índia, em 1953, que Margaret Sanger escolheu lançar a Federação Internacional de Planejamento Familiar, cuja diretoria incluía pessoas com fortes ligações com o trabalho de Besant.[14] Por que a escolha da Índia? Conforme a Sra. Blavatsky escreveu: “Os cristãos e os cientistas têm de ser obrigados a respeitar seus superiores da Índia”.[15] Na verdade, ela muito respeitava o profundo espiritismo da religião hindu.

Margaret Sanger nunca deixou de elogiar o trabalho teosófico de Besant. Ela disse:

Quando foi julgada na Inglaterra em 1877 por publicar informações sobre contraceptivos, a Sra. Annie Besant disse sem rodeios: “Não tenho dúvida alguma de que se permitíssemos que a natureza agisse entre os seres humanos do mesmo modo como age no mundo animal, haveria resultados melhores. Entre os animais selvagens, os mais fracos ficam em situação difícil e os doentes perdem na corrida da vida. Os animais velhos, quando ficam fracos ou doentes, são mortos. Se as pessoas exigissem leis permitindo que os doentes morressem sem a ajuda da medicina ou da ciência, se os fracos fossem eliminados, se os velhos e inúteis fossem mortos, se deixássemos morrer de fome os incapazes de obter alimento para si mesmos, se tudo isso fosse feito, a luta pela existência entre as pessoas seria tão real quanto é entre os animais selvagens e sem dúvida alguma como conseqüência produziria uma raça mais elevada de seres humanos. Mas estamos dispostos a fazer isso ou a permitir que isso seja feito?”[16]

Eutanásia como suicídio

A maneira de pensar de Besant conduz diretamente à eutanásia, ainda que os ativistas da eutanásia de hoje não sejam tão ousados quanto ela a ponto de expor tão claramente suas idéias. Eles preferem se expressar de modo mais camuflado. Eles usam o seguinte argumento:

Os indivíduos têm direito de cometer suicídio. Portanto, já que são autônomos e governam a sim mesmos, eles têm direito à assistência médica para se matar.[17]

Se realmente cressem em plena autonomia, os defensores da eutanásia apoiariam a assistência de suicídio para todos, até mesmo para pessoas totalmente saudáveis. Mas o que a realidade mostra é que eles apóiam (pelo menos publicamente) o suicídio assistido apenas para os doentes terminais, os deficientes ou dependentes.

A defesa de um direito de morrer para os fracos e dependentes, mas não para os jovens e saudáveis, reflete a prontidão dos defensores da eutanásia para abandonar aqueles que estão em necessidade (não respeito pela autonomia) e ignora o grito de socorro que um pedido de suicídio representa.[18]

A pergunta mais importante que devemos fazer com relação à eutanásia é: Quem é dono do nosso corpo? Somos nós? “Será que vocês não sabem que o corpo é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, pois Deus os comprou e pagou o preço. Portanto, usem os seus corpos para a glória dele”. (1 Coríntios 6.19-20 BLH)

Agostinho, grande líder cristão do quarto século, escreveu:

Os cristãos não têm autoridade de cometer suicídio em circunstância alguma. É importante observarmos que em nenhuma parte da Bíblia Sagrada há mandamento ou permissão para cometer suicídio com a finalidade de garantir a imortalidade ou para evitar ou escapar de algum mal. Aliás, temos de compreender que o mandamento “Não matarás” (Êxodo 20.13) proíbe matar a nós mesmos…[19]

A Bíblia menciona vários casos de suicídio, sem fazer nenhum comentário direto. A posição cristã contra o suicídio tem origem não nesses incidentes, mas no ensinamento bíblico geral de que quem dá a vida é Deus. O indivíduo que comete suicídio, então, está assassinando a vida que Deus lhe deu.

Todos os suicídios que a Bíblia registra são casos de indivíduos que de alguma forma se afastaram de Deus: Abimeleque (Juízes 9.50-55), Saul (1 Samuel 31.1-6; 1 Crônicas 10.1-14), Aquitofel (2 Samuel 17.23), Zimri (1 Reis 16.15-20) e Judas (Mateus 27.5; Atos 1.18). Não é possível incluir aqui o caso de Sansão, pois o plano principal dele não era tirar a própria vida, mas matar seus inimigos, ainda que isso significasse morrer junto com eles.

Tudo indica que Abimeleque, Saul, Aquitofel, Zimri e Judas cometeram suicídio para escapar do sofrimento e, no final, foram para um lugar de sofrimento muito maior: o inferno.

Compromisso com Deus diminui risco de suicídio e morte

O suicídio é uma decisão que, depois de cumprida, não deixa espaço algum para volta e arrependimento. É importante lembrar que, por maiores que sejam os problemas pessoais, por maior que seja o sofrimento físico, enquanto a pessoa está viva ela pode clamar a Deus e receber uma resposta. Deus promete que quando o chamarmos com sinceridade e persistência, ele nos responderá e estará conosco nas horas de aflição (cf. Salmo 91.15). Ele quer trazer a cura miraculosa de que precisamos, mas ainda que não consigamos tomar posse dela aqui, Jesus promete estar com seus seguidores fiéis até o fim, até mesmo nos piores sofrimentos (cf. Mateus 28:20). É melhor se entregar a ele em fé, do que se entregar às idéias de suicídio.

Até mesmo estudos seculares mostram que a pessoa que se apega a Deus tem maior proteção emocional contra pensamentos de suicídio. O Dr. Paul Vitz diz:

O compromisso religioso reduz a probabilidade de suicídio. Um estudo de grande escala (Comstock & Partridge, 1972) constatou que aqueles que não freqüentavam uma igreja tinham uma inclinação ao suicídio dez vezes maior do que aqueles que freqüentavam. Doze estudos mais recentes têm demonstrado que um compromisso religioso reduz muito a tendência comportamental de ver o suicídio como uma saída dos problemas. Os que tinham um compromisso religioso experimentaram menos impulsos suícidas (Minear & Brush, 1980-81; Paykel e outros, 1974) e atitudes mais críticas para com o suicídio (Bascue e outros, 1983; Hoelter, 1979). Além do mais, a nível nacional nos EUA as taxas de suicídio estão ligadas a uma redução na freqüência à igreja (Martin, 1984; Stack, 1983a: Stark e outros, 1983). Esse único fator é um indicador mais eficaz para indicar taxas de suicídio do que fatores tais como desemprego (Stack, 1983a).[20]

Uma pesquisa americana afirma:

Não só é verdade que a família que ora unida permanece unida, mas a família, ou pessoa, que ora vive mais — ponto final. Ouvir o Evangelho na igreja pode significar boas notícias, de um modo diferente, para quem freqüenta uma igreja: um novo estudo constatou que quem vai à igreja tem menos risco de morrer. Escrevendo no boletim Demography, Robert A. Hummer, Richard G. Rogers, Charles B. Nam e Christopher G. Ellison observam que uma longa linha de estudos associa a vida religiosa à saúde mental e física. Tal caso é realidade mesmo quando se leva em consideração fatores como diferenças de comportamento entre quem vai e não vai à igreja (por exemplo, quem vai à igreja tem menos inclinação de se envolver com drogas, álcool ou em conduta sexual de alto risco). Um dos estudos observou a ligação ente a mortalidade e os feriados religiosos: os idosos têm menos chance de morrer quando se aproxima a data de seus mais importantes feriados religiosos. O estudo em questão usou dados do arquivo Pesquisa do Instituto Nacional de Saúde National Health Institute Survey and the Multiple Cause of Death para examinar a conexão entre freqüência a uma igreja e mortalidade numa amostra de 21.204 adultos.[21]

© Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Notas:

[1] Adaptado de: Dr. James Dobson, Children At Risk (Word Publishing: Dallas-EUA, 1990), p. 81.

[2] Idem.

[3] HLI Reports (HLI: Front Royal-EUA, fevereiro de 2000), p. 16.

[4] James Sedlak, Parent Power!! (Publicado pelo autor: Nova Iorque, 1992), p. 95,96,98.

[5] Idem, p. 97.

[6] Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1983), p. 56,190.

[7] Idem, p. 119.

[8] Randall N. Baer, Inside the New Age Nightmare (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1989), pp. 166,167.

[9] The Howard Center/The Religion & Society Report/October 1990 Vol. 7, No.10.

[10] Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (Huntington House, Inc: Lafayette-EUA, 1983), p. 44

[11] Lively/Abrams, Homosexuality in the Nazi Party. Lively Communications, Inc., Box 5271, Salem, OR 97304.

[12] Gilbert K. Chesterton, Ortodoxy (Dod, Mead & Company: Nova Iorque-EUA, 1908).

[13] Annie Besant, The Life And Teachings of Muhammad, Madras, 1932, p. 4.

[14] Veja: Katharine O'Keefe, American Eugenics Society 1922-1994 (Copyright February 3, 1993 by Katharine O'Keefe).

[15] Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (Huntington House, Inc: Lafayette-EUA, 1983), p. 44

[16] Margaret Sanger, Woman and the New Race (Brentano: Nova Iorque-EUA, 1920).

[17]Teresa R. Wagner, To Care or To Kill (Family Reserch Council: Washington, D.C., 1999), p. 11.

[18] Teresa R. Wagner, To Care or To Kill (Family Reserch Council: Washington, D.C., 1999), p. 11.

[19] Dr. Brian Clowes, The Facts of Life (HLI: Front Royal-EUA, 1997), p. 122.

[20] Paul Vitz, A Preferential Option for the Family: Political and Religious Responses, Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, IL, EUA, junho de 1998), p. 4.

[21] “Go to Church, Live Longer”, pesquisa publicada em Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, IL, EUA, agosto de 1999), p. 1 (encarte new research).

Um comentário:

Marcos Aparecido Rosa disse...

Marcos Aparecido Rosa marcosaprosa@hotmail.com

Olhando o munda numa perspectiva Bíblica, precisamos nos convencer de três fatores muito importantes.
1o Os Homens estão simplesmente colhendo o mal que eles mesmos escolheram Rm Capítulo 1 "Deus os entregou às suas próprias paixões, e a conseqüencia do seu erro"
2o A solução para tudo isto é Jesus Cristo Eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vai ao Pai senão por mim joão 14:6
3o A palavra de vida deve ser pregada a todo momento, na possiblicade de salvar estes homens que se perdem, por isso sempre devemos divulgar, que o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e depois do grego. Sucesso e que Deus te abençoe.