O que acontece quando os estudantes não recebem orientação e ajuda para sair do homossexualismo
Julio Severo
Na Inglaterra, onde as leis para favorecer o homossexualismo estão avançando, o menino Joe Geeling, de apenas
Hamer, que é homossexual, aproveitou o sistema da escola, que permite que alunos mais velhos ensinem os mais novos, para ganhar acesso a Joe. Hamer estava tentando de todas as maneiras possíveis seduzir o menino na escola.
Enquanto as escolas da Inglaterra se ocupam em promover programas “educacionais” contra a homofobia, e enquanto os ativistas gays se aproveitam desses programas para promover sua ideologia homossexual, as crianças que não são homossexuais são expostas a uma propaganda mentirosa que os coloca em risco não só de assédio homossexual, mas também de entrar num estilo de vida destrutivo. Quanto às crianças e adolescentes com tendências homossexuais em escolas, tais programas nenhuma assistência lhes dão para ajudá-los a escapar desse estilo de vida.
Nos Estados Unidos, onde as campanhas contra a homofobia são onipresentes e são a principal fonte de inspiração para todas as campanhas semelhantes no mundo inteiro, Louise Egan Brunstad, uma adolescente de
A paixão lésbica de uma adolescente custou a vida de uma mãe, que não mais estará presente para cuidar de três crianças.
O homossexualismo custa caro. Custa caro porque o governo investe muito para doutrinar as crianças de escola que esse comportamento é normal. O governo até dá verbas para que grupos homossexuais introduzam sua ideologia nas escolas. O programa Brasil Sem Homofobia, do governo Lula, é um exemplo gritante e vergonhoso.
As campanhas contra a homofobia são uma realidade nos EUA, Inglaterra e Brasil, porque o que vale é respeitar e imitar o que é politicamente correto. Se tal não fosse o caso, os líderes políticos esquerdistas do Brasil — que sempre alegam desprezar e atacar tudo o que é importado do primeiro mundo — seriam os primeiros a se levantar para acusar essas campanhas de imperialismo, pelo simples fato de que toda iniciativa contra a homofobia nasceu nos EUA e na Europa.
Essas campanhas são úteis para o movimento homossexual, são úteis para promover a sodomia, mas não são úteis para as crianças e adolescentes em suas necessidades.
O que as escolas precisam não é de um programa Brasil Sem Homofobia, mas de um programa Brasil Sem Drogas, Brasil Sem Sodomia, Brasil Sem Sexo Fora do Casamento, Brasil Sem Violência, Brasil Sem Mentiras, etc.
Ensinar que o homossexualismo é natural para crianças de escola é marcá-las para o resto da vida com marcas perigosas. Os efeitos podem ser imprevisíveis a curto prazo, porém devastadores mais tarde. Um homem que se tornou uma das personalidades mais famosas do mundo moderno confessou que a influência mais marcante em sua vida ocorreu na escola. Na escola, ele foi levado a se interessar pela política de um jeito radical, por meio do incentivo de um professor de História, que despertou e cultivou no menino interesses e valores que ele não tinha. Esse homem foi eleito democraticamente para presidir uma das maiores nações do mundo, e uma das medidas mais importantes que ele tomou ao assumir o governo foi colocar as escolas e a educação das crianças inteiramente debaixo do controle do governo, para que a nova geração fosse treinada como ele próprio foi. Ele também oficialmente proibiu a educação escolar em casa, pois sabia que para um controle perfeito o Estado não podia se dar ao luxo de permitir crianças aprendendo em casa e recebendo valores diferentes dos valores estatais. O nome do homem era Adolf Hitler.
As escolas modernas, que também estão debaixo do controle do governo, estão, com sua doutrinação homossexual, despertando e cultivando nas crianças interesses e valores que elas não precisam. Quando o governo controla e manda completamente na área da educação, é natural e previsível que as crianças sofram todos os tipos de doutrinações que o governo quiser. Foi assim com o governo nazista. Foi assim com o governo comunista soviético. É assim com todos os governos dominadores.
Se o governo quisesse cumprir um papel minimamente moral e decente, as escolas não seriam instrumento de doutrinação, nem dos ativistas gays, nem de outros militantes radicais.
Se as escolas cumprissem um papel minimamente moral e decente, as crianças e adolescentes aprenderiam a verdade, não mentiras. Aprenderiam que o homossexualismo não é normal. Aprenderiam que há saída para quem deseja abandonar o homossexualismo. E assim teriam muito menos chance de sair por aí causando mortes e estragos, para si e para pessoas inocentes.
Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Leitura recomendada:
O risco do ativismo gay nas escolas
Professores serão treinados para doutrinar crianças no homossexualismo
Para uma alternativa saudável ao perigo moral, espiritual e físico das escolas públicas, visite o blog Escola em Casa.




Um comentário:
POxa...vc está de parabéns com esse conteúdo... Eu estava fazendo uma pesquisa para abordar certos temas com os juniores da Igreja que frequento e achei seu blog super sensato. Até encaminhei o site para um irmão que está numa luta contra um projeto lei que detona a homofobia.
Que Deus te abençõe!!!
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