24 de outubro de 2006

O que acontece quando os estudantes não recebem orientação e ajuda para sair do homossexualismo

O que acontece quando os estudantes não recebem orientação e ajuda para sair do homossexualismo

Julio Severo

Na Inglaterra, onde as leis para favorecer o homossexualismo estão avançando, o menino Joe Geeling, de apenas 11 anos, foi esfaqueado até a morte porque recusou os avanços sexuais de Michael Hamer, um rapaz de 15 anos.

Hamer, que é homossexual, aproveitou o sistema da escola, que permite que alunos mais velhos ensinem os mais novos, para ganhar acesso a Joe. Hamer estava tentando de todas as maneiras possíveis seduzir o menino na escola.

Enquanto as escolas da Inglaterra se ocupam em promover programas “educacionais” contra a homofobia, e enquanto os ativistas gays se aproveitam desses programas para promover sua ideologia homossexual, as crianças que não são homossexuais são expostas a uma propaganda mentirosa que os coloca em risco não só de assédio homossexual, mas também de entrar num estilo de vida destrutivo. Quanto às crianças e adolescentes com tendências homossexuais em escolas, tais programas nenhuma assistência lhes dão para ajudá-los a escapar desse estilo de vida.

Nos Estados Unidos, onde as campanhas contra a homofobia são onipresentes e são a principal fonte de inspiração para todas as campanhas semelhantes no mundo inteiro, Louise Egan Brunstad, uma adolescente de 16 anos, tomou uma atitude radical quando foi rejeitada ao tentar um relacionamento lésbico com outra aluna de sua escola, por quem ela estava “apaixonada”. Louise pegou o carro da família e acelerou o que podia a fim de se matar. Sua tentativa fracassou. O carro se destroçou, deixando-a ferida. Contudo, ela bateu em outro carro, matando sua ocupante, uma mãe de três filhos, e ferindo seriamente a filha de seis anos da mulher. A menina, mesmo estando numa cadeira de segurança, sofreu costelas quebradas e outros ferimentos.

A paixão lésbica de uma adolescente custou a vida de uma mãe, que não mais estará presente para cuidar de três crianças.

O homossexualismo custa caro. Custa caro porque o governo investe muito para doutrinar as crianças de escola que esse comportamento é normal. O governo até dá verbas para que grupos homossexuais introduzam sua ideologia nas escolas. O programa Brasil Sem Homofobia, do governo Lula, é um exemplo gritante e vergonhoso.

As campanhas contra a homofobia são uma realidade nos EUA, Inglaterra e Brasil, porque o que vale é respeitar e imitar o que é politicamente correto. Se tal não fosse o caso, os líderes políticos esquerdistas do Brasil — que sempre alegam desprezar e atacar tudo o que é importado do primeiro mundo — seriam os primeiros a se levantar para acusar essas campanhas de imperialismo, pelo simples fato de que toda iniciativa contra a homofobia nasceu nos EUA e na Europa.

Essas campanhas são úteis para o movimento homossexual, são úteis para promover a sodomia, mas não são úteis para as crianças e adolescentes em suas necessidades.

O que as escolas precisam não é de um programa Brasil Sem Homofobia, mas de um programa Brasil Sem Drogas, Brasil Sem Sodomia, Brasil Sem Sexo Fora do Casamento, Brasil Sem Violência, Brasil Sem Mentiras, etc.

Ensinar que o homossexualismo é natural para crianças de escola é marcá-las para o resto da vida com marcas perigosas. Os efeitos podem ser imprevisíveis a curto prazo, porém devastadores mais tarde. Um homem que se tornou uma das personalidades mais famosas do mundo moderno confessou que a influência mais marcante em sua vida ocorreu na escola. Na escola, ele foi levado a se interessar pela política de um jeito radical, por meio do incentivo de um professor de História, que despertou e cultivou no menino interesses e valores que ele não tinha. Esse homem foi eleito democraticamente para presidir uma das maiores nações do mundo, e uma das medidas mais importantes que ele tomou ao assumir o governo foi colocar as escolas e a educação das crianças inteiramente debaixo do controle do governo, para que a nova geração fosse treinada como ele próprio foi. Ele também oficialmente proibiu a educação escolar em casa, pois sabia que para um controle perfeito o Estado não podia se dar ao luxo de permitir crianças aprendendo em casa e recebendo valores diferentes dos valores estatais. O nome do homem era Adolf Hitler.

As escolas modernas, que também estão debaixo do controle do governo, estão, com sua doutrinação homossexual, despertando e cultivando nas crianças interesses e valores que elas não precisam. Quando o governo controla e manda completamente na área da educação, é natural e previsível que as crianças sofram todos os tipos de doutrinações que o governo quiser. Foi assim com o governo nazista. Foi assim com o governo comunista soviético. É assim com todos os governos dominadores.

Se o governo quisesse cumprir um papel minimamente moral e decente, as escolas não seriam instrumento de doutrinação, nem dos ativistas gays, nem de outros militantes radicais.

Se as escolas cumprissem um papel minimamente moral e decente, as crianças e adolescentes aprenderiam a verdade, não mentiras. Aprenderiam que o homossexualismo não é normal. Aprenderiam que há saída para quem deseja abandonar o homossexualismo. E assim teriam muito menos chance de sair por aí causando mortes e estragos, para si e para pessoas inocentes.

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Leitura recomendada:

O risco do ativismo gay nas escolas

Professores serão treinados para doutrinar crianças no homossexualismo

Para uma alternativa saudável ao perigo moral, espiritual e físico das escolas públicas, visite o blog Escola em Casa.

Um comentário:

Melissa disse...

POxa...vc está de parabéns com esse conteúdo... Eu estava fazendo uma pesquisa para abordar certos temas com os juniores da Igreja que frequento e achei seu blog super sensato. Até encaminhei o site para um irmão que está numa luta contra um projeto lei que detona a homofobia.
Que Deus te abençõe!!!