6 de outubro de 2006

Homofobia, Aidsfobia: o que virá depois?

Homofobia, Aidsfobia: o que virá depois?

Julio Severo

Os ativistas gays passaram anos pregando que a AIDS não é uma doença gay. Agora que a sociedade engoliu essa propaganda, finalmente um grupo gay americano aparece e diz a verdade: “A AIDS é uma doença gay!”

Se a sociedade ainda tiver dúvida de crer numa ligação AIDS e homossexualismo, as aparências são mais do que mera coincidência. Basta notar um fato óbvio: os ativistas gays brigam com unhas e dentes para estar presentes em todas as campanhas de AIDS.

Neste ano, os ativistas colaborarão com o Ministério da Saúde na campanha que será lançada, em 1º de dezembro, contra a “Aidsfobia”. Primeiro, foi a homofobia: Não se dever temer nem ter nojo do homossexualismo. Você tem nojo e repulsa de homens enfiando o pênis no ânus de outros homens? Você tem nojo de atos de homens que enfiam a mão e às vezes até o antebraço no ânus de outro para ter prazer? Você fica enojado só de pensar em homens lambendo o ânus de outros homens? Seu nojo, de acordo com a ideologia homossexual, tem nome. Chama-se homofobia.

Agora, com a ajuda do governo Lula (e parece que nessa área o governo tem ajuda de sobra), criou-se o termo Aidsfobia. Daqui a pouco, a exemplo do programa Brasil Sem Homofobia, o governo Lula poderá também ter a inspiração de lançar um programa Brasil Sem Aidsfobia.

O que é Aidsfobia? Será que é medo de pegar AIDS? Não parece ser o caso. Na verdade, Aidsfobia pode ser principalmente o medo dos ativistas gays de que a sociedade descubra que depois de décadas de campanhas nojentas de prevenção (com abundantes alegações de que a AIDS logo não seria uma doença predominante entre gays) a AIDS continua a ser o que sempre foi: uma doença comum entre os homossexuais. Assim como a sífilis e outras doenças sexuais.

Você tem medo da AIDS? Você tem medo ou nojo das práticas que aumentam e propagam a AIDS? Então você tem Aidsfobia. Você precisa ser curado desse medo. Sinta-se livre para pegar a AIDS. Ter AIDS é um privilégio e direito humano. Acolha e respeite a AIDS e as práticas que mais a propagam. Se deixar que o governo Lula e os ativistas gays iludam você, é assim que você poderá acabar pensando.

Nesse rumo, o que poderá vir em seguida? Pederastofobia? Você se sente revoltado com atos de pederastia (sexo entre homens e meninos)? Nem é bom pensar no resto.

Os ativistas gays, e os que apóiam suas exigências birrentas e extravagantes, têm um problema forte: eles não gostam da verdade. Aliás, se a verdade fosse uma pessoa, seria a maior vítima da intolerância, discriminação, violência e preconceito homossexual. A ideologia homossexual, que é implacável contra a verdade, prega:

AIDS e homossexualismo: nada a ver.

Pederastia e homossexualismo: nada a ver.

Se a sociedade adotar esse tipo de negação da realidade como regra, logo será comum pensar:

Alcoólatra e bebidas alcoólicas: nada a ver.

Deus e a Bíblia: nada a ver…

Entretanto, tudo o que tem começo tem fim. As maiores mentiras têm os maiores tombos. Um grupo homossexual já “saiu do armário” (ou da redoma) da ilusão homossexual para confessar o óbvio: A AIDS é uma doença gay. Nada mais verdadeiro. A AIDS nunca deixou de ser a favor do homossexualismo. A AIDS não tem problema algum com a homofobia, pois vive à vontade entre os que praticam atos homossexuais. A AIDS não tem preconceito algum contra os homossexuais. Pelo contrário, a AIDS ama os que praticam atos homossexuais.

Ninguém pode negar a predominância da AIDS entre homossexuais. Esse é o motivo do envolvimento profundo dos ativistas gays nas campanhas de AIDS. Não é por amor à sociedade. É por amor a suas próprias práticas, pois se a sociedade descobrir a verdade, poderá banir as práticas majoritariamente responsáveis pela propagação da AIDS.

Quanto à pederastia, Mark Foley, um deputado americano do Partido Republicano (geralmente meio conservador), foi denunciado como predador de menores do sexo masculino. Junto com a descoberta, veio o óbvio: uma saída forçada do armário. O deputado, assim como pediatras, padres, pastores, jornalistas e outros com a mesma inclinação, tinha interesse em rapazes — por causa de fortes impulsos homossexuais.

A semelhança aí não é mera coincidência. A realidade está falando — até mesmo gritando — para todos ouvirem. Em meio à surdez politicamente correta, a sociedade tem tanto medo da verdade que banalizou e privilegiou o homossexualismo e a AIDS. Porque expor a AIDS é expor o homossexualismo. Porque expor a pederastia é expor o homossexualismo.

Para quem não gosta da verdade, as campanhas contra a homofobia e contra a Aidsfobia são a solução perfeita — perfeita, é claro, para proteger o homossexualismo.

Quem aí se dispõe a lançar uma campanha contra a verdadefobia?

Fonte: www.juliosevero.com.br

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Um comentário:

teresa disse...

Amigos, nós somos sabedores de que as pessoas que fazem parte do grupo
GLBT , são bem diferentes das pessoas heterossexuais , na maioria da vezes são levados pelas correntes da vida a se posicionarem desta forma , e como todo ser humano anseiam por serem justificados , por serem aceitos e também sabemos que estamos num momento em que toda a natureza já começa a revelar os próximos passos do criador , toda a natureza já começa a grande revolução que culminará com a volta do nosso SENHOR JESUS CRISTO, então como cristãos e desejosos do bem de nossos irmãos que não sabem o que de real ocorre e colabora para que sejam integrantes de grupos de orientação homossexual , pedimos que coloquemos nossos panos de saco sobre nossas cabeças e peçamos a DEUS que criou a todos nós , que nos fêz a sua imagem e semelhança que atue nesta demanda, que tenha compaixão de todos nós que estamos tão despreparados para entender os desígnios sagrados de DEUS , que estamos tão despreparados para lidar com as ações do inimigo , embora em sua passagem pela terra JESUS CRISTO nos orientasse ao jejum e a oração para lidar com as hostes do mal.
Amigos DEUS não aprova briga nem guerras , DEUS não orientou os cristãos a promover a luta na carne ele nos ensinou a usar as armaduras espirituais na hora de lutar.
Maria Teresa