Comentário de Julio Severo: As autoridades alemãs reclamam das condições dos terroristas presos pelos americanos, porque acham que esses assassinos muçulmanos merecem ser respeitados, pois têm direitos humanos, mesmo que tenham torturado, matado e cometido outros crimes violentos. A Alemanha de hoje deseja realmente demonstrar compaixão, até mesmo para os piores criminosos. Não sabe mais ser dura com eles, pois sua dureza agora é dirigida aos inocentes. Veja matéria abaixo, que mostra a Alemanha que não tem compaixão alguma de uma mãe indefesa. Talvez se ela fosse uma terrorista muçulmana, com um currículo de assassinatos e torturas, as autoridades alemãs poderiam se lembrar de que ela também tem direitos humanos.
Alemanha usa lei da era nazista para prender mãe que ensinava seus filhos em casa
Peter J. Smith
PADERBORN, Alemanha,
O jornal Brussels relata que Katherina Plett atendeu a uma mulher que estava batendo à porta numa quinta feira de manhã. A mulher era uma policial disfarçada. Logo que a mãe batista abriu a porta, agentes da polícia, que estavam escondidos do lado de fora da casa, invadiram rapidamente a casa dela e a prenderam pelo crime de dar a seus filhos educação escolar em casa. A policial insistiu em ficar de olho na Sra. Plett mesmo quando a mãe foi trocar de roupa. A policial alegou que a mãe poderia se armar e atirar em todos.
A polícia alemã então conduziu a Sra. Plett para a cadeia de Gelsenkirchen, onde ela está cumprindo uma sentença de prisão de dez dias por exercer seu direito de ser a principal educadora de seus filhos.
Entretanto, na segunda-feira, o marido da Sra. Plett ajuntou seus filhos e fugiu para a Áustria, encontrando asilo num centro evangélico de assistência às famílias em Wolfgangsee, Áustria. Outra família alemã que educa os filhos em casa também pediu asilo em outro país depois que um tribunal de Paderborn ordenou a tomada de seus filhos.
A prisão súbita de Katherina Plett nos faz perceber cada vez mais que os fantasmas da Alemanha nazista estão ressurgindo, pois as autoridades alemãs estão tomando medidas sérias contra as famílias que educam em casa. Essas famílias, na grande maioria evangélicas, não têm intenção alguma de permitir que as escolas alemãs doutrinem seus filhos com valores anticristãos.
Em janeiro de
A prisão da Sra. Plett ocorreu como o ato mais recente na batalha entre
As famílias envolvidas na educação escolar em casa haviam pedido para estabelecer uma escola particular, porém as autoridades rejeitaram a concessão que haviam proposto, alegando que acobertaria a educação em casa. As autoridades afirmaram: “A sala de estar não é uma sala de aula”.
Manfred Müller, governador de Paderborn, justificou a atitude governamental de acusar de “Alta Traição” as famílias que educam em casa, dizendo: “A obrigação de freqüentar uma escola é uma obrigação civil que não pode sofrer interferência”.
De acordo com o jornal Brussels, o governador Müller ameaçou acusar criminalmente Hermann Stücher, um homem de
O jornal Brussels diz que a Sra. Plett está sofrendo sentença na cadeia em Gelsenkirchen por defender seu direito de mãe de educar seus próprios filhos. Ela está longe de sua família, que conseguiu fugir para a Áustria. A Sra. Plett não entende inglês, porém aqueles que desejarem enviar uma carta de apoio podem contactá-la na prisão:
Frau Katherina Plett
c/o JVA Gelsenkirchen
Aldenhofstr.
Tel.:
Fax:
Além disso, aqueles que desejaram, com respeito e educação, manifestar revolta com a perseguição ditatorial contra a Sra. Plett, a família dela e as outras famílias evangélicas alemãs que educam em casa podem entrar em contato com a Embaixada da Alemanha no Brasil:
Embaixador Prot von Kunow
Embaixada da Alemanha no Brasil
SES - Avenida das Nações, Qd.
Caixa Postal
Tel: (
E-mail: info.brasilia@alemanha.org.br
Quem desejar pode também, com respeito, mandar uma mensagem ao governador de Paderborn, o Sr. Manfred Müller landrat@kreis-paderborn.de
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br
Fonte: LifeSiteNews.




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