26 de junho de 2006

O racismo de Karl Marx

O racismo de Karl Marx

Walter Williams

© 2006 WorldNetDaily.com

Karl Marx é o herói de alguns líderes sindicalistas e organizações de direitos civis, inclusive aqueles que organizaram o recente protesto contra a legislação de imigração que foi proposta nos EUA. É fácil ser marxista para alguém que não leu o que Marx escreveu. A maioria das pessoas que leram concorda que as predições de Marx acerca do capitalismo demonstraram estar totalmente erradas.

O que a maioria das pessoas não sabe é que Marx era totalmente racista e anti-semita. Ele não dava importância aos mexicanos. Com relação à anexação da Califórnia depois da guerra entre o México e os Estados Unidos, Marx escreveu: “Sem violência, não dá para se chegar a realizar nada na historia”. Então ele diz: “Será que é falta de sorte que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que não sabiam o que fazer com ela?” Friedrich Engels, co-autor com Marx do Manifesto do Partido Comunista, acrescentou: “Nos Estados Unidos, testemunhamos a conquista do México e nos alegramos com isso. É para o interesse de seu próprio desenvolvimento que o México seja colocado sob a tutela dos Estados Unidos”. Pode-se achar muitas das idéias de Marx num livro escrito pelo ex-comunista Nathaniel Weyl, intitulado “Karl Marx, Racist” (1979).

Numa carta de julho de 1862 para Engels, em referência a Ferdinand Lassalle, seu competidor político socialista, Marx escreveu: “…é agora completamente evidente para mim que, como provam a formação de seu crânio e seus cabelos, ele descende dos negros do Egito, presumindo que sua mãe ou avó não tinha cruzado com um preto. Ora, essa união de judaísmo e germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também característica dos pretos”.

Engels também tinha muitas das convicções filosóficas raciais de Marx. Em 1887, Paul Lafargue, que era o genro de Marx, havia se candidatado a uma vaga num distrito de Paris que continha um zoológico. Engels afirmou que Paul tinha “um oitavo ou um décimo de sangue de preto”. Numa carta de abril de 1887 para a esposa de Paul, Engels escreveu: “Estando em sua qualidade como preto, um grau mais próximo do resto do reino animal do que o resto de nós, ele é sem dúvida alguma o representante mais adequado desse distrito”.

Marx e Engels tinham em comum uma idéia muito comum em toda a historia da humanidade até hoje: a idéia de que algumas pessoas são dotadas com inteligência e sabedoria superior, e foram nomeadas para impor à força essa sabedoria nas massas.

Dr. Walter E. Williams é um americano negro, professor de economia na Universidade George Mason em Fairfax, Va, EUA.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=50724

3 comentários:

romario estrela disse...

Era o século XIX, a eugenia tava com tudo. A biologia ainda não tinha provado que há apenas uma raça humana. Não é de se surpreender que os intelectuais da época tivessem tais opiniões. E quanto a chamar os mexicanos de preguiçosos, equivale a chamar hoje os americanos de imperialistas, é questão de opinião.

Ronaldo Sol disse...

Ah, agora está bem explicado. A época e a necessidade de comprovação científica justificam a estupidez dos (pseudo) intelectuais.
Tudo isso também era comum na época de Hitler, e nem por isso a "esquerda" o defende.
Baianos? Os considero preguiçosos. Isso não é preconceito, é questão de opinião.
Obrigado pela defesa tão característica da "esquerda" moderna e modista brasileira, totalmente cega por seus propósitos finais. Coitado de Maquiavel.

OS OSSOS DOS NOMES disse...

Se o racismo e a eugenia era algo de uma época que determinava o pensamento dos intelectauis e da ciência daquele momento, como justificar a posição oposta de outros pensador?

Os sujeitos dos discursos nunca são inocentes, puros. Uma época não pode dá-los a falta de responsabilidade.