11 de junho de 2006

O progresso da desordem

O progresso da desordem

Julio Severo

O lema da bandeira do Brasil é ordem e progresso. Num país governado por homens de mentalidade socialista, o progresso mais evidente é na ruína das instituições necessárias para a ordem social. Não é diferente no Brasil, [des]governado pelo PT, de clara linha socialista.

O Brasil inteiro assistiu à baderna de um movimento de sem terras que invadiu o Congresso Nacional em Brasília. Os manifestantes deixaram em seu rastro seguranças feridos e equipamentos completamente danificados, não se importando com seus atos de violência e destruição.

A democracia pressupõe que manifestantes tenham a liberdade de se expressar, dentro de limites razoáveis. Manifestações genuinamente democráticas num regime democrático jamais incluem violência.

Contudo, os invasores do Congresso Nacional pareciam não estar preocupados com as conseqüências de seus atos. Afinal, o líder de sua baderna era um dos dirigentes do PT.

Se tal violência fosse cometida por qualquer outro grupo social fora das graças do governo, certamente a polícia militar e outros órgãos de segurança seriam convocados imediatamente para deter os infratores. Mas no caso de companheiros, a história é outra. Nada de polícia militar. Nada de polícia federal. Nada de extremo uso da força.

Se um grupo de cristãos católicos e evangélicos demonstrasse uma manifestação pacífica, entrando sem nenhuma violência no Congresso para protestar contra as absurdas políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do governo Lula, haveria um exército de seguranças muito bem equipado para deter os manifestantes.

Se tentassem usar a mesma violência dos vândalos que invadiram o Congresso, nem dá para imaginar o que lhes aconteceria…

No entanto, no Brasil de Lula quem é amigo dele pode se safar cometendo as piores badernas aos olhos de todos. O líder da invasão ao Congresso foi apenas afastado (não expulso) do seu cargo de dirigente do PT — para dar a impressão de que há algum tipo de ordem no partido que hoje comanda o país. A vasta maioria dos baderneiros ficou na prisão menos de uma semana, para provar a todos que alguns tipos de crime compensam.

Por causa dessas liberdades e excessos nunca antes vistos no Congresso Nacional, quem pagou mais pela invasão foram os seguranças do Congresso: foram vítimas fáceis dos vândalos, que estavam em número muito maior.

O líder dos baderneiros já era militante comunista há décadas, pregando e vivendo o marxismo. No Congresso, ele nada mais fez do que colocar um pouco em prática sua filosofia comunista. Os invasores causaram um prejuízo de pelo menos 150 mil reais, que serão pagos com o dinheiro do povo brasileiro. Aliás, a baderna toda foi financiada pelo governo federal, com dinheiro que vem — como sempre — do bolso do trabalhador brasileiro.

Assim, vê-se hoje movimentos radicais e ameaçadores não só sustentados pelo governo, mas também levando vantagens que outros não têm: eles não precisam sofrer todo o peso da lei quando cometem atos de violência e vandalismo. no caso de movimentos de linha socialista essas ações fora da lei são toleradas e justificadas.

Onde está a ordem? Onde está o progresso? Onde está a igualdade?

Por muito menos o Estado pode usar — e muitas vezes chega realmente a usar — sua força para oprimir e perseguir cidadãos e famílias, principalmente no caso de pais que optam por dar a seus filhos educação escolar em casa.

Que o Estado pudesse deixar de se envolver em perseguição de inocentes e, em vez disso, canalizasse toda sua imensa energia para os alvos certos, para ir atrás dos culpados. Do contrário, eles não se satisfarão apenas com invasões ao Congresso, e a desordem fatalmente progredirá.

Que essa invasão nos ajude a acordar para o fato de que, no que se refere aos homens que promovem o radicalismo socialista, o Brasil está se tornando um país praticamente sem lei — sem lei para os desordeiros socialistas, porém com muitas leis para favorecer os militantes gays que estão tumultuando a ordem nacional.

O único modo de mudar essa infeliz situação é não ajudando a eleger para a liderança do Brasil homens que sustentam esse clima de falta de ordem. Do contrário, o Brasil e seu povo merecerão todas as conseqüências que seus líderes sem juízo vierem a ocasionar com seu desgoverno e desordem, fazendo valer o ditado: “Cada povo tem o presidente que merece”.

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Um comentário:

marcelo victor disse...

Considerando que a vida é o bem mais precioso que DEUS deu ao homem e que arriscá-la por seu semelhante é a maior demonstração de amor ao próximo, como cidadão brasileiro apolítico, defendo a seguinte tese a respeito do trabalho policial:

PREMISSA BÁSICA: o Policial deve ser o profissional com a maior remuneração entre todas as profissões do mercado de trabalho, pelo menos no que se refere ao funcionalismo público.
JUSTIFICATIVA: entre as mais variadas profissões, a única delas em que o sujeito arrisca sua própria vida em prol da vida de seu semelhante é a do POLICIAL (ainda mais nos dias de hoje com o crescimento vertiginoso dos índices de violência nas grandes cidades e em todo o mundo).
E os bombeiros? Os bombeiros, não menos importantes na estrutura social, enfrentam o fogo e outros sinistros, mas, via de regra, não se deparam com situações de confronto com bandidos.
Já o policial, ao contrário, além de conviver rotineiramente com situações de violência explicita, por vezes, apaga fogo e salva vítimas de sinistro.
Como se não bastasse as armas sofisticadas dos bandidos e o desprestígio social, o policial tem que enfrentar ainda uma gama enorme de "colarinhos brancos", cuja função, em um ambiente com ar-condicionado e outras mordomias, é, entre outras, exatamente a de flagrar erros policiais para gritar aos quatro cantos (em praça pública ou para os seus discípulos nas universidades) que "peitou" a polícia, defendeu os direitos humanos e pôs um ditador atrás das grades, ou coisa que o valha.
Não resta dúvida de que há profissões de enormes responsabilidades e de extrema relevância para a vida cotidiana, como, por exemplo, a de lixeiro, mas nenhum caso é semelhante ao do POLICIAL.
O médico tem um papel fundamental na sociedade, especialmente para quem está doente, porém, mesmo ele, no desempenho de suas atribuições normais em momento algum põe em risco sua própria vida para salvar seu semelhante.
Dentro dessa ótica, querendo ou não, é bastante provável que em breve a sociedade seja obrigada a admitir que estamos à beira de um caos social e que chegamos em um beco sem saída.
Ou a sociedade desperta desse profundo estado de sono em que se encontra e exalta aqueles que estão dispostos a defendê-la com o sacrifício da própria vida, ou os cidadãos de bem chorarão lágrimas de sangue em volta dos esquifes de seus entes queridos.
Ou se dá o devido valor à polícia, ou a corrupção tomará proporções gigantescas e incontroláveis, de tal modo que o poder paralelo imporá aos cidadãos toda sorte de desrespeito aos seus "direitos" constitucionais, "governando" através da lei do silêncio e do medo.
É preciso esclarecer à sociedade que quando um cidadão comete algum deslize, em algum momento do convívio social, é melhor que ele seja enquadrado por um policial (até com a arma em punho, se necessário) do que estar na mira da pistola de um marginal, cujos valores morais são completamente deturpados e quase sempre, sem dó nem piedade, age sob efeito de entorpecentes.
Ai de nós se a POLÍCIA cruzar os braços...


"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". (Martin Luther King)