30 de maio de 2006

Pedófilos lançam partido próprio

A Holanda foi um dos primeiros países do mundo a legalizar o casamento gay e atender as reivindicações dos ativistas gays. Veja agora as conseqüências…

Pedófilos lançam partido próprio

Ativistas holandeses esperam acabar eliminando as leis que proíbem as relações sexuais com menores

© 2006 WorldNetDaily.com

Os pedófilos da Holanda estão registrando um partido político para fazer pressão a fim de que a idade de relações sexuais seja abaixada de 16 para 12 anos e a fim de permitir pornografia infantil e sexo entre pessoas e animais.

Em seu site, o Partido Caridade, Liberdade e Diversidade declara: “Vamos sacudir a capital da Holanda!”

O partido, que planeja se registrar amanhã, diz que quer acabar com o limite de idade para relações sexuais, noticiou a Reuters.

Ad van den Berg, um dos fundadores do partido, disse ao jornal Algemeen Dagblad que uma “proibição só deixa as crianças curiosas”.

“Queremos tornar a pedofilia o assunto do debate”, afirmou ele.

“Queremos entrar para o Parlamento de modo que tenhamos voz. Outros políticos só falam sobre nós de modo negativo, como se fossemos criminosos”, Van den Berg declarou para a Reuters. Embora a Holanda já tenha políticas liberais que permitem a prostituição e o casamento homossexual, as pesquisas de opinião mostram que o público não está pronto para um partido pedófilo.

Numa pesquisa realizada hoje, 67 por cento dos holandeses crêem que a promoção da pedofilia tem de ficar na ilegalidade, e 82 por cento querem que o governo faça alguma coisa para impedir a formação do partido.

“Eles agem como se quisessem mais direitos para as crianças. Mas a posição deles de que as crianças deveriam receber permissão para ter contato sexual a partir dos 12 anos é, sem dúvida alguma, algo para servir apenas aos próprios interesses deles”, comentou a ativista antipedofilia Ireen van Engelen, de acordo com a Reuters.

Dois anos atrás, Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia, EUA, assinou um projeto de lei apelidado pelos críticos como a “Lei de Proteção aos Pedófilos”.

Elaborada pela senadora estadual Sheila Kuehl, a nova lei reduziu drasticamente as exigências de denúncias obrigatórias de casos conhecidos ou suspeitos de abusos sexuais, físicos e emocionais de crianças.

Os oponentes afirmaram que a nova lei criou uma brecha legal para que empresas de aborto, tais como a Federação de Planejamento Familiar, fiquem isentas da responsabilidade de denunciar estupro de menores, assédio e abuso sexual. A nova lei dá aos pedófilos maior oportunidade de se envolver com empregos ligados à assistência de crianças.

Além disso, a nova lei modificou a definição de “agressão sexual” da Lei de Denúncia de Negligência e Abuso de Crianças, excluindo cópula oral, sodomia e penetração consensual entre dois menores que tenham ambos 14 anos ou mais.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=50439

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