6 de dezembro de 2005

Quem deve governar o Brasil: os maus ou os bons?

Quem deve governar o Brasil: os maus ou os bons?

Julio Severo

“Os maus não governarão para sempre a terra do povo de Deus; se os maus governassem, até os bons começariam a fazer o mal.” (Salmos 125:3 NTLH)

A Bíblia diz que quando os maus governam um país por muito tempo, até os bons podem começar a fazer o mal. Países com antiga tradição evangélica como a Inglaterra, Suécia e Holanda já legalizaram o aborto e agora se aventuram perigosamente no apoio ao chamado “casamento” gay e outras anormalidades. Os maus no governo desses países conseguiram introduzir ou legalizar o mal em suas sociedades.

Ilude-se quem imagina que governo é a resposta para todas as necessidades humanas, pois só Deus tem todas as respostas. O governo é e sempre será um péssimo substituto de Deus. Mas quando dominam o governo, os maus o utilizam para corromper tudo.

Se cruzarmos os braços, até os bons podem acabar sendo prejudicados e corrompidos. Por isso, é nossa obrigação levarmos a luz da Palavra de Deus a todos os lugares aonde vamos — inclusive nos espaços políticos. Se por algum motivo não quisermos entrar e agir nesses espaços, os maus os ocuparão e, mais cedo ou mais tarde, usarão sua influência para arrastar o povo de Deus para o pecado.

Na Inglaterra, Suécia, Holanda e outros países “evangélicos”, não é o governo que segue os princípios éticos da Bíblia, mas são as igrejas evangélicas que de modo geral seguem os princípios éticos do governo. O Estado secular desses países se interessou pelo aborto legal e pelas questões gays e conduziu toda a sociedade a esses pecados — inclusive sustentando-os com os impostos arrecadados do dinheiro dos próprios evangélicos. E o papel das igrejas foi apenas aceitar, apoiar ou permanecer caladas. Será esse o destino do Brasil também?

Com seus atuais governantes no poder, o Brasil já está seguindo o rumo do aborto e do “casamento” gay. E os cristãos, o que seguirão? Ninguém pode permanecer neutro nesse dilema social. Ou os bons influenciam o governo com a justiça de Deus ou o governo os influenciará.

www.juliosevero.com.br

2 comentários:

Marcelo Medeiros disse...

A Bíblia diz que quando os maus governam um país por muito tempo, até os bons podem começar a fazer o mal,
concordo com vc e diz mais, a opressão faz endoidar até o justo (Ec 7. 7).
Embora o Evangelho seja muito mais do que ação social, precisamos de fato, influenciar o meio, caso contrário como o próprio texto afirma, os maus os ocuparão e, mais cedo ou mais tarde, usarão sua influência para arrastar o povo de Deus para o pecado.

marcelo disse...

Srs,
O processo eletivo nacional atual é pernicioso para a nação, pois permite que pessoas que nunca ouviram falar em administração pública (ignorantes) sejam empossados em cargos de fundamental importância para a sobrevivência das pessoas, famílias, sociedades e da própria nação. Ainda mais se considerarmos que tais cidadãos indoutos são, normalmente, patrocinadas por cartéis e pelas FORÇAS OCULTAS para defesa de interesses escusos.
Não seria melhor empossar, nesses cargos, pessoas que já vivem o dia-a-dia da Administração Pública? Ou seja, os cargos que hoje são "eletivos" seriam ocupados por cerca de 40 representantes de carreira das diretorias dos órgãos da Administração Pública brasileira, nos níveis Federal, Estadual e Municipal, tais como: Banco do Brasil, Ministérios/Secretarias, TCU, FFAA, órgãos do Poder Judiciário, Polícia Federal/Polícias Estaduais, Caixa Econômica Federal, etc.
Vejam só: ao invés de apenas 40 representantes com conhecimentos úteis, atualmente são 513 Deputados Federais e 81 Senadores, na maioria indoutos e testas de ferro, entre os quais palhaços, traficantes, etc.
Dessa forma, teríamos um COLEGIADO de pessoas que possuem uma carreira na Administração Pública, cujos órgãos centrais, na esfera federal, na sua maioria, já se encontram em Brasília; tais profissionais seriam apenas destacadas para prestar serviço no Congresso Nacional e na Presidência da República, por quatro ou cinco anos, sem que a nação tivesse que arcar com valores absurdos para manter uma CURRIOLA de aproveitadores.
Nas esferas estadual e municipal, o processo repetir-se-ia de forma similar, escolhendo-se os órgãos da Administração Pública que fariam parte do tal Colegiado.
A Presidência da República/Governo Estadual/Prefeitura, por sua vez, seriam assumidos de forma alternada por um representante da DIRETORIA desses mesmos órgãos.
Poderiam ser incluídos nesse rol um representante da Federação do Comércio, outro da Federação da Indústria, um representante religioso e outros órgãos de reconhecida atuação no campo social. Todavia deixar a nação nas mãos de pessoas que vivem de conchavos e outras alianças espúrias é permitir que o desgoverno se alastre e tome conta do nosso querido país.
Seria o FIM DOS POLÍTICOS DE PLANTÃO desta nação.