15 de novembro de 2005

Comissão de “Direitos Humanos” Nega Direito da Maioria Cristã de Fiji de Realizar Marcha contra o Homossexualismo

Comissão de “Direitos Humanos” Nega Direito da Maioria Cristã de Fiji de Realizar Marcha contra o Homossexualismo

REWA, Fiji, 10 de novembro de 2005 (LifeSiteNews.com) — A Igreja Metodista de Fiji, que tem como membros aproximadamente um quarto dos cidadãos de todo o país de Fiji, teve negada sua permissão de realizar uma marcha para protestar contra a invasão de grupos políticos homossexuais na sociedade tradicionalmente cristã de Fiji. A marcha deveria ter sido um protesto contra a decisão de um tribunal que defendeu, baseando-se na constituição, o recurso de um turista australiano e um homem de Fiji contra uma condenação de relações homossexuais. A marcha proibida deveria ter sido a segunda feita pelos metodistas. A primeira ocorreu na cidade de Nausori no começo deste ano.

Fiji é um país independente no qual os atos homossexuais são proibidos e a maioria da população é cristã. Apesar disso, o movimento internacional que luta para legalizar o homossexualismo vem invadindo esse país com a ajuda de grupos gays do exterior que estão fazendo campanhas para legalizar o “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

Um site da Nova Zelândia chamou os evangélicos metodistas de Fiji de “primitivos”, “odiosamente homofóbicos” e produtos do “colonialismo”. Apesar de tal hostilidade para com os evangélicos, foram os metodistas — que só estavam defendendo a moralidade cristã tradicional — que foram acusados de “discriminação e ódio” quando propuseram realizar a marcha.

A marcha foi proibida pela Comissão de Direitos Humanos de Fiji. Esse caso parece estranho? As comissões de direitos humanos têm se levantado no mundo inteiro para silenciar os cristãos sobre as verdades acerca do pecado homossexual. A Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência do Brasil tem em sua equipe, por exemplo, o líder do movimento homossexual brasileiro. Os metodistas de Fiji foram acusados de serem produtos do “colonialismo”, mas a verdade é que todas as manifestações pedindo casamento e outros privilégios para os homossexuais são óbvio produto do colonialismo cultural pró-homossexualismo da Europa e dos EUA. Essas manifestações são muitas vezes organizadas por grupos bem patrocinados por militantes gays dos países ricos.

O secretário-geral da Igreja Metodista de Fiji afirma que os direitos de seus membros não foram reconhecidos. O Reverendo Tuikilakila Waqairatu disse que a marcha deveria ser pacífica, e que os direitos constitucionais de liberdade de expressão estão em perigo. “Todas as pessoas têm direitos iguais diante da lei e uma pessoa não pode sofrer injusta discriminação com base em sua opinião ou crença, exceto quando essas opiniões ou crenças envolvem violência contra os outros”, argumentou ele.

Havia forte apoio à marcha e a polícia havia antecipado que multidões aos milhares participariam.


Traduzido e adaptado do artigo Fiji’s Christian Majority Denied Right to March against Homosexuality by ‘Human Rights’ Commission, escrito por Hilary White. 10 de novembro de 2005 (LifeSiteNews.com). Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com

Um comentário:

Efraim disse...

Estamos a beira do ínicio de uma ditadura gay no mundo. Em São Franscisco, Califórnia (EUA) isso já vem acontecendo...E olhe que lá apenas 20%(apenas sim!E os outros 80%?) se declaram gays. O que mais me preocupa é que o ódio gay recai principalmente sobre os cristãos, que para eles, são a escória da sociedade, fundamentalistas e uma ameaça da "paz global". Como metodista, fico triste de saber que os valores que defendemos e que acreditamos os quais são a base de todo humanismo verdadeiro vêm sendo mal interpretados pela sociedade. Mal interpretados? Sim, defendemos a família, a dignidade humana, a solidariedade, a liberdade e principalmente o amor. Amor sim! A todos os gayzistas totalitaristas digo, AMAR NUNCA FOI, NÃO É E NEM SERÁ CONCORDAR COM O ERRO!