28 de abril de 2005

Soluções Radicais: Impedindo a AIDS de um Ângulo Diferente

Estimados irmãos

Acabo de traduzir o artigo abaixo, do líder evangélico Charles Colson, tratando do homossexual infectado com o supervírus da AIDS. Esse homossexual confessou ter tido sexo com mais de 100 homens antes de cair doente!

Julio Severo

Soluções Radicais
Impedindo a AIDS de um Ângulo Diferente


Charles Colson

Está surgindo uma nova variante da AIDS? O jornal New York Times indica que tal pode ser a situação. Cientistas estão realizando testes para descobrir se o homem infectado com uma forma resistente do HIV, que age de modo excepcionalmente rápido, tem o “supervírus”. Por enquanto, nada foi confirmado, porém as pessoas já estão ficando alarmadas.

O Times informa: “Enquanto muitos estão pedindo para que haja mais empenho nas campanhas de prevenção e camisinhas grátis, alguns veteranos da guerra contra a AIDS estão defendendo uma abordagem totalmente nova para deter a propagação do sexo inseguro, a maior parte do qual se abastece de um aumento explosivo no abuso de metanfetamina. Eles querem localizar os que conscientemente se envolvem em condutas perigosas e tentar impedi-los antes que eles infectem outros. É uma idéia radical”, diz o Times, “que nasceu do desespero, que está ganhando terreno em meses recentes, a medida em que um número cada vez maior de homens gays se infecta, apesar das advertências sobre o sexo inseguro”.

Tentar impedir os portadores do vírus de infectar deliberadamente outros é uma idéia radical? Não é mais radical do que impedir um indivíduo de atirar em outra pessoa. Só se torna radical porque, conforme os ativistas gays estão começando a admitir, muitos homossexuais agem como se tivessem suas próprias leis especiais, e a sociedade coopera com isso. Um famoso ativista gay chamado Larry Kramer, portador do HIV, confessou francamente para uma audiência homossexual: “Vocês estão matando uns aos outros. Por favor parem com todas as generalizações e desculpas de fuga que os gays utilizam desde o começo para transferir a responsabilidade por esse fato”. E o colunista Richard Cohen, líder de torcida do “casamento” gay, foi ao ponto de dizer: “Quando são vítimas de discriminação, [os homossexuais] precisam ser defendidos. Quando são vitimas de sua própria conduta, eles precisam ser condenados”.

Ora, suspeito que nem Kramer nem Cohen aprovariam que eu os citasse. Eles pensam nos cristãos conservadores como os “inimigos” dos gays. O que eles não compreendem é que nos também temos as mesmas preocupações que eles têm com a saúde física, espiritual e emocional dos homossexuais. Mas nós cremos que a autodestruição com a qual os ativistas estão preocupados está, pela própria natureza, ligada ao estilo de vida homossexual. Quando de forma geral um quarto de determinado grupo abusa de drogas como parte da experiência sexual, conforme observou o Times — e quando tal grande percentagem do grupo é atormentada por outras “questões” emocionais e físicas, tais como “depressão e abuso infantil” — há algo de errado que não se pode consertar simplesmente por meio de propagandas de “sexo seguro”.
E a lei natural lembra o motivo por trás disso: As coisas funcionam de determinado jeito porque foram criadas para funcionar de determinado jeito. Quando as usamos mal, as coisas começam a parar de funcionar corretamente. E isso não se aplica só aos homossexuais; o elevado índice de doenças sexualmente transmissíveis entre os heterossexuais imorais também prova esse fato.


Kramer, Cohen e outros estão certos quando afirmam que os homossexuais precisam mudar sua conduta. E embora não seja uma coisa na moda de se dizer, devo acrescentar que eles precisam também mudar sua mentalidade. As pessoas que estão buscando alívio de seu sofrimento através de sexo imoral e abuso de drogas não têm simplesmente necessidade de praticar “sexo seguro”; elas precisam buscar cura da única Pessoa que pode verdadeiramente redimi-las. Essa não é uma declaração “homofóbica”; isso é o que significa demonstrar amor: oferecer a única esperança verdadeira que todos nós, pecadores, precisamos conhecer.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br

Fonte: Radical Solutions, BreakPoint with Charles Colson, Commentary #050222 – 22 de fevereiro de 2005.

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