28 de abril de 2005

A Revolução Gay?

Estimados irmãos

Acabo de traduzir o artigo abaixo, que mostra que o cristão precisa deixar que os valores cristãos dirijam sua vida não só dentro da igreja, mas também em todas as áreas. Por exemplo, se eu sei que uma grande empresa está patrocinando de uma forma ou de outra o homossexualismo, minha ética cristã me leva a não comprar nenhum produto dessa empresa. Como cristãos, também não podemos fazer transação comercial com nenhuma empresa que apóia descaradamente o homossexualismo ou outra perversão. A ética cristã precisa estar presente, através de nossas ações, em todas as áreas de nossa vida, até mesmo na hora de comprar e negociar. Temos todo o poder do nosso lado para vencer o movimento homossexual. Basta que o usemos.

Julio Severo

A Revolução Gay?

Business Reform

A revolução gay, ao que parece, está com força total para capturar a economia do país. Hoje há comerciais gays, programas de TV gays, leis gays, etc. Tudo agora é gay.

No entanto, de acordo com a Agência de Recenseamento dos EUA, a percentagem de domicílios homossexuais na nação é 1 por cento. Os principais estados gays, Califórnia e Vermont, têm só um pouco mais que 1 por cento, enquanto a capital gay dos EUA, São Francisco, tem só quase 3 por cento. Em contraste, de acordo com o Grupo Barna, mais de 80 por cento dos adultos americanos se consideram cristãos. Desses, aproximadamente 40 por cento afirmam que “nasceram de novo”.


Contudo, os especialistas do mundo dos negócios não estão fazendo um marketing voltado para os cristãos. Eles estão fazendo marketing para os gays. As agências de publicidade utilizam o sexo, não os valores morais, para ajudar os empresários a vender seus produtos. As empresas estão criando políticas que toleram ou incentivam os homossexuais a se juntar a elas. Quando foi a última vez que você soube de uma organização que criou políticas que incentivam os cristãos a se juntar às suas fileiras? O governo está tentando passar leis que ajudam os gays, não os cristãos. Há mais programas de TV sobre os gays do que há sobre os cristãos. E a lista continua.

Se eu não tivesse um conhecimento melhor e dependesse apenas do que leio nos jornais e vejo na TV, eu acharia que estamos vivendo numa economia predominantemente gay.


Mas vamos aos fatos: O Grupo Barna informa que um número muito grande de americanos ainda sustenta em suas vidas os valores tradicionais — e a eleição de Bush provou exatamente isso. Por exemplo, Barna informa: “De cada cinco adultos, menos de um (18%) apóia ‘a remoção de símbolos que trazem a lista dos Dez Mandamentos dos edifícios governamentais’. Em contraste, 79% dos adultos rejeitaram essa medida política — inclusive 60% dos adultos que se mostraram ‘fortemente opostos’ à remoção dos Dez Mandamentos”.

No mesmo relatório de Barna, preparado em julho de 2004, só 13 por cento dos americanos apoiaram a idéia de remover o lema “Em Deus Confiamos” da moeda americana, com 79 por cento de todos os adultos rejeitando a idéia — e um enorme número de 60 por cento se descrevendo como “fortemente opostos” a essa idéia.

Então, considerando que os valores cristãos estão tão em alta no meio do povo americano, por que é que parece que o nosso país está num esgoto moral?

É claro que a resposta é complicada. Mas muito da culpa é dos cristãos que estão no mercado de trabalho. O sexo está dirigindo a economia e parece que bem poucos cristãos estão dispostos a tomar uma posição contra isso. Há bem poucos líderes cristãos que estão agindo de forma firme e influente na responsabilidade de moldar a economia, e todos devemos nos envergonhar de que muitas políticas empresariais são direcionadas para agradar o número bem pequeno de eleitores homossexuais. Um dos motivos desse fenômeno é o fato de que a maioria dos cristãos não entende exatamente como a fé deles tem ligação com suas vidas diárias. A separação entre nossa vida espiritual e nossa vida no mundo tem causado mais danos à nossa sociedade do que praticamente qualquer outra heresia presente dentro da igreja durante os últimos séculos. Os cristãos não entendem que o Cristianismo nos dá uma visão abrangente para ver o mundo e a vida humana aqui na terra. Essa visão nos ajuda a entender, num nível essencial, todas as partes da vida — inclusive o mundo dos negócios.

Evidentemente, os que estão promovendo a implementação dos planos do movimento homossexual entendem que seu estilo de vida imoral tem tudo a ver com cada parte da vida — como prova, tente apenas fazer uma busca na Internet para ver o número de sites comerciais gays que atendem a uma concepção holística do estilo de vida gay e das empresas do país.

Eles também entendem o poder do dinheiro quando o assunto é moldar as políticas públicas. OutInBoston.com, um site direcionado para homossexuais, recentemente informou que “as projeções indicam que o total poder aquisitivo da população adulta gay, lésbica e bissexual dos EUA em 2005 será 610 bilhões de dólares, de acordo com a análise mais recente feita pela empresa Witeck-Combs Communications and Packaged Facts”. Esse número é mais elevado do que os 580 bilhões do ano passado.

Entretanto, conforme mostram os números matemáticos, as boas notícias estão, é claro, do lado dos cristãos. Se os homossexuais, que não são nem quase 3 por cento da população total, têm esse tipo de poder aquisitivo, com certeza os 40 a 80 por cento dos cristãos dentro da população têm uma posição de muito mais vantagem quando o assunto é moldar as políticas públicas e as opiniões pessoais. Os cristãos no mundo dos negócios estão numa posição de muito maior vantagem ainda — imagine se os homens cristãos de negócios da nação inteira começassem a utilizar seu dinheiro de um jeito que mostrasse que eles entendem exatamente que temos muito poder quando aplicamos, para a glória de Deus, nossos investimentos, negócios e dinheiro inteiramente unidos com valores morais e cristãos.

A ameaça é real, mas o Poder real está do nosso lado. Só o tempo dirá se decidimos utilizá-lo para tomar nosso país para Cristo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.businessreform.com/article.php?articleID=11055&ofid=2&ftime=yes

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