29 de dezembro de 2004

Perseguição no Ocidente?

Escuras Nuvens de Perseguição Começam a Aparecer no Horizonte do Ocidente

Apesar de séculos de história cristã, os países europeus e as nações ocidentais em geral estão gradualmente se distanciando de suas raízes cristãs e aceitando as posições secularistas, de acordo com a Comissão de Liberdade Religiosa (CLR) da Aliança Evangélica Mundial (AEM).

Kenneth Chan

“Hoje é mais difícil para os cristãos expressarem livremente sua fé ou para os pastores cristãos pregarem a Bíblia sem serem criticados, multados, processados ou até mandados para a prisão”, relatou a CLR.

Embora a maioria das pessoas tenda a pensar que os cristãos só são perseguidos em países muçulmanos ou comunistas, a CLR disse que em muitos países pós-cristãos a palavra ‘perseguição’ poderá logo ser uma nua realidade, pois a maioria religiosa cristã está se tornando cada vez mais uma minoria indesejada. “Essa tendência não é tanto devido ao grande número de indivíduos migrando de países não cristãos. É devido mais à falta de vontade da população de manter sua antiga herança cristã”, declarou a Comissão em seu Boletim de Oração.

“Embora uma sociedade humanista pós-cristã possa ainda aceitar as tradições culturais cristãs como coisas que distraem e relaxam, as tradições morais e espirituais cristãs estão sendo rejeitadas como intolerantes e antiquadas”, acrescentou a CLR.

De acordo com a Comissão, alguns líderes cristãos em anos recentes vêm expressando uma preocupação cada vez maior com a diminuição da influência cristã no mundo e com o crescimento da hostilidade do mundo para com a fé cristã.

Em março de 2004, o Rev. Bob Frost, Presidente de Release International com sede na Inglaterra, disse sobre seu país e a Europa: “Estamos mais perto hoje da perseguição do que em qualquer outra época em toda a minha vida”.

Além disso, Frost declarou que os cristãos precisam se preparar para perseguições logo, pois em muitos países da Europa estão sendo impostas restrições sobre a liberdade religiosa.

Agências de notícias informam que na Europa de hoje “os cristãos são zombados por sua fé. Muitos casais jovens cristãos são isolados pela sociedade se eles querem muitos filhos. Os que se opõem ao ‘casamento’ homossexual são considerados intolerantes”.

Enquanto isso nos EUA, o Instituto Legal de Liberdade (ILL) com sede no Texas — que luta para proteger a liberdade religiosa e os direitos da Primeira Emenda para indivíduos, grupos e igrejas — apresentou a alguns membros do Senado o Documento sobre Hostilidade à Expressão Religiosa em outubro de 2004. O documento mostra detalhadamente os casos de discriminação e hostilidade para com crentes. De acordo com a CLR, especialistas do ILL acham que há uma campanha cujo objetivo é eliminar toda expressão religiosa da esfera pública. Num incidente registrado, um estudante de 12 anos foi repreendido em sua escola na cidade de St. Louis por orar silenciosamente antes da refeição. Uma menina no Colorado foi expulsa da escola por levar uma Bíblia para a sala de aula. A CLR informa que até professores podem sofrer por causa de sua fé.

“Esse secularismo e intolerância crescente é principalmente óbvio em todos os níveis da educação”, escreveu a CLR.

Em novembro de 2004, um professor de história na Califórnia foi proibido de mencionar os documentos históricos em que Deus é citado, tais como parte da Declaração de Independência e o diário de George Washington.

“Cada vez mais, os cristãos do Ocidente precisam se conscientizar do perigo que está para vir e se preparar. O que o Ocidente mais precisa, urgentemente, é de um verdadeiro reavivamento spiritual”, disse a CLR.


Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte:
http://www.christianpost.com/article/missions/1331/section/persecution.looms.in.the.west.says.commission/1.htm

27 de dezembro de 2004

O Fator Profético na Eleição de Bush

Julio Severo

Quando se fala em preconceito hoje, imediatamente os homossexuais são colocados no topo da lista. Pelo menos, esse é o comportamento insistente dos meios de comunicação, que se consideram protetores dos fracos e oprimidos. Contudo, recentemente quando os americanos elegeram George Bush como seu presidente, esses meios de comunicação mostraram toda a sua amargura. Um comentarista da TV Globo afirmou que na eleição de Bush a “estupidez venceu a inteligência”, só porque milhões de evangélicos fizeram a diferença crucial para a vitória de Bush. Talvez ele quisesse que os evangélicos dos EUA copiassem os evangélicos do Brasil, que nas últimas eleições presidenciais votaram obedientemente, como cordeirinhos, nos candidatos aceitos pela imprensa dominante. Será que inteligência para eles é votar só em quem eles aprovam? Apesar de toda a oposição em massa dos meios de comunicação do Brasil e do mundo contra Bush, os evangélicos americanos saíram vencedores. Eles tiveram a coragem de mostrar que não são dominados.

A Globo e outros meios de comunicação do Brasil que valorizam e promovem descaradamente o homossexualismo e outras perversões apresentam Lula, que também apóia o homossexualismo, como o modelo exemplar de presidente. E mostram Bush — que não apóia o homossexualismo, o aborto e outras perversões — como o modelo de presidente inaceitável. Daí a hostilidade contra quem não segue a “moralidade” da mídia.

A mesma imprensa brasileira que adula Lula, aplaudindo iniciativas de seu governo a favor do homossexualismo e a favor dos inimigos de Israel, critica ferozmente Bush, o único líder mundial amigo de Israel. Pode-se notar verdadeira submissão da mídia a Lula. Mesmo quando o “critica”, a fim de aparentar neutralidade, a imprensa o faz com o máximo respeito e consideração. Aliás, tais “críticas” são tão suaves, delicadas e controladas que poderiam facilmente ser confundidas com elogio e devoção religiosa, se comparadas com as críticas pesadas, implacáveis e cruéis que a imprensa lança, sem o menor grau de respeito, sobre o Presidente Bush e seu testemunho cristão.

Durante as eleições americanas, o preconceito e o desrespeito contra Bush e os evangélicos americanos foram tão grandes que parecia, pelo modo como a imprensa tratava a questão, que era “pecado” votar em alguém que não segue os valores imorais rotineiramente promovidos pelos meios de comunicação. Comentando tal atitude da imprensa brasileira, o jornalista Tales Alvarenga, em texto da revista Veja, expressou sua preocupação. Alvarenga, que não é evangélico, disse:

O presidente George W. Bush é de direita e um crente em Deus, isso é certo. Mas é mais esperto e menos radical do que dizem seus adversários… E tenho certeza de que um mero caipira carola, como ele é apresentado, não vira presidente reeleito na maior, mais poderosa e mais diversificada democracia do planeta… Devido ao ódio contra Bush, uma fatia minoritária do seu eleitorado foi tratada com preconceito cultural, político e étnico pelas elites bem pensantes das metrópoles. Isso num país em que preconceitos contra negros, semitas ou hispânicos são considerados ofensas impronunciáveis por pessoas cultas. Os cristãos fundamentalistas acham que Jesus participa de cada momento da vida deles, da mesmíssima forma que os católicos praticantes. Os cristãos fundamentalistas americanos não admitem o aborto em nenhuma hipótese... Gays são aceitos desde que se abstenham de ter vida sexual... Não tenho religião desde a adolescência, já me divorciei mais de uma vez, e sexo, para mim, é uma escolha pessoal que só compete aos envolvidos na operação. Mas defendo o direito dos evangélicos de viver conforme suas crenças e de não ser insultados por causa disso.

As mesmas emissoras que ridicularizam o presidente Bush e os evangélicos também prestam tributo a programas que desrespeitam a família. Embora critiquem Bush impiedosamente, os meios de comunicação do Brasil dão, conforme comentou o jornalista Isvaldino dos Santos, “apoio exagerado a um governo eleito por milhões de brasileiros, mas que se comporta como se tivesse sido eleito apenas pelo PT”.

Com uma imprensa que sabe adular e criticar quem quer, só Deus podia ajudar Bush. Um mês antes das eleições americanas, Charisma, umas das mais importantes e conceituadas revistas evangélicas americanas, publicou um artigo com uma poderosa mensagem profética aos evangélicos:



O MOMENTO MAIS IMPORTANTE DOS ESTADOS UNIDOS


Hank Kunneman

Os Estados Unidos estão numa encruzilhada séria. Quando escolhermos um presidente em 2 de novembro, é importante que não nos deixemos influenciar por preferências pessoais, a pressão dos meios de comunicação e nossa fidelidade a algum partido. Os cristãos precisam votar com base em princípios que honram a Deus — e com base no que o Espírito Santo está dizendo para a Sua igreja.

Alguns cristãos não vêem o ato de votar como uma ação espiritual. Eles acham que Deus não favorece um homem sobre outro. Outros adotam uma abordagem fatalística, dizendo: “Não importa, pois os dois candidatos são maus”. E alguns nem mesmo votam — como se Deus não se importasse com quem ocupa a Casa Branca como presidente da nação.

Contudo, creio que Deus dá a Seu povo a sabedoria sobrenatural que precisamos para dirigir a nação em Seus propósitos. A Bíblia nos diz que Ele deu aos filhos de Issacar uma unção especial para o governo espiritual. “Dos filhos de Issacar, destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer, duzentos de seus chefes e todos os seus irmãos, que seguiam a sua palavra”. (1 Crônicas 12:32 RC)

Essa unção de Issacar está sendo liberada hoje para que possamos conhecer os propósitos de Deus para os Estados Unidos. Os que esperam que Deus fale e estão dispostos a escutar terão a sabedoria sobrenatural de Deus para votar e agir de acordo com Sua vontade.

Com isso em mente, quero compartilhar algumas experiências recentes que tive quando eu estava orando. Carrego no coração uma paixão espiritual pelos Estados Unidos, e acredito que o que aprendi nos últimos 10 anos ajudará os crentes a aumentar e intensificar suas orações e sua fome de cooperar com o plano do Pai.

Pouco antes da eleição do Presidente Clinton em 1992, o Senhor me disse que Ele estava colocando na presidência um homem que Ele não havia escolhido. Ele disse: “Como Saul foi para os filhos de Israel, assim será Bill Clinton para os Estados Unidos”. O Senhor também me disse que Clinton seria eleito duas vezes.

A “eleição” de Saul não foi idéia de Deus, mas de um Israel desobediente. E a liderança de Saul só conduziu Israel a mais desobediência.

De modo semelhante, durante a presidência de Clinton vimos uma mudança drástica, em direção ao que não é certo e justo. Houve um aumento veloz da ideologia homossexual, um crescimento nos crimes cometidos por adolescentes e um óbvio ataque contra o papel do Cristianismo em nossa sociedade.

Durante aqueles oito anos, alguns líderes evangélicos diminuíram sua prática de orações fortes, adoração e arrependimento profundo. As igrejas adotaram a filosofia do crescimento de igreja, de agradar os visitantes e não ofender ninguém, quase ao ponto de fazer concessões ao pecado.

Enquanto isso, quanto mais o Presidente Clinton pecava, mais as pessoas pareciam aceitá-lo. O que estava ocorrendo na presidência afetou de cima para baixo toda a nação.

Mais tarde, em 1996, tive um sonho em que uma mulher morena entrou no gabinete de Clinton e se envolveu em adultério com ele. Acordei de repente quando apareceu a palavra “impeachment”.

Lembro-me de me sentir tão triste quando notícias do caso de Clinton com a jovem Lewinsky e os debates subseqüentes de impeachment foram transmitidos pelos meios de comunicação. Foi um momento difícil nos Estados Unidos, pois os pais tinham de explicar aos filhinhos as ações imorais de nosso presidente.

No entanto, nessa época o Senhor também me disse que Ele levantaria um líder dedicado a Deus que substituiria Clinton. “Depois de Clinton, levantarei um homem como Davi”, disse o Senhor. “Um homem escolhido segundo o Meu coração, que dirigirá esta nação no que é certo e justo”.

Em outras palavras, o Saul dos EUA seria substituído por “Davi” — um homem escolhido por Deus, não pelos homens.

George W. Bush não ganhou o voto do povo — ele não foi escolhido pelos homens. As circunstâncias raras envolvendo a votação do ano 2000, inclusive as recontagens intermináveis e a decisão do Supremo Tribunal dos EUA, nos lembram que Deus interveio. Creio que o Presidente Bush foi escolhido por Deus.

O que estou para dizer pode enfurecer algumas pessoas, principalmente os que estão desapontados com a situação econômica ou estão tristes com o ritmo da guerra no Iraque. Mas por favor preste atenção em meus pensamentos e leia tudo o que tenho a dizer.

Creio que Deus deseja que Bush seja presidente duas vezes, a fim de promover o que é certo e justo, assim como Clinton foi presidente duas vezes e promoveu o que é errado e injusto. Deus nos deu um momento de oportunidade a fim de garantirmos que prevaleça o que é certo e justo. Há várias coisas que sinto que Deus quer realizar nestes próximos quatro anos que darão para o povo de Deus condições de ganhar uma plataforma mais forte de influência.

1. É tempo de promover a liberdade religiosa e leis justas.

Uma das maiores batalhas envolvendo o que é certo e justo em nosso país tem relação com os tribunais. Juízes a serviço de ideologias especiais estão legislando de acordo com sua própria perspectiva pervertida. Mas creio que Deus está para derrubar leis e lidar com os juízes injustos nos tribunais.

O Senhor me mostrou que dois juízes do Supremo Tribunal serão removidos e então outro também deixará o cargo. Depois disso, leis restringindo certas liberdades e convicções cristãs serão derrubadas. Creio que isso estimulará fortemente uma das maiores campanhas de mudança que nosso país já testemunhou.

Nas eleições passadas, muitos cristãos votaram com base em preferências pessoais, em vez de votarem com base no que é certo. Não podemos ajudar a eleger políticos que têm uma posição favorável ao aborto — ou políticos que se recusam a lutar contra leis que permitem o aborto — só porque a posição deles em outras questões se parecesse com nossa posição. O sangue inocente das crianças em gestação estará sobre nós se elegermos políticos que apóiam o aborto ou se recusam a lutar contra esse pecado.

2. É tempo de desmascarar toda maldade e exaltar o que é certo e justo.

Tive uma visão logo antes da eleição do ano 2000. Nessa visão, vi o Senhor remover Al Gore e colocar Bush na Casa Branca. Profetizei sobre isso publicamente, de modo que pode-se imaginar minha preocupação quando os apresentadores de jornais na TV anunciaram, no começo das apurações, que Gore havia vencido as eleições. Eu queria era me esconder!

Se um profeta comete um erro em sua profecia, ele precisa se corrigir publicamente para manter a integridade do ministério. No entanto, tive certeza com relação a essa visão, pois o Senhor me havia mostrado que Ele queria usar Bush para promover o que é certo e justo…

Algum tempo depois da eleição Bush no ano 2000, ouvi o Senhor dizer: “Os Estados Unidos vão entrar num período de guerra, mas o processo de restauração já começou. Quero que esse homem permaneça na Casa Branca por oito anos, pois com a justiça estabelecida em seu governo, todas as coisas serão expostas”.

O Senhor também me mostrou que o Salmo 101 se aplica de modo profético à presidência de Bush. Essa passagem fala da integridade do homem justo.

Sei que muitas pessoas não vêem o presidente Bush como um homem de integridade. Os que o criticam acusam que ele mentiu sobre as armas de destruição em massa. Outros o culpam pelas mortes de soldados americanos. Satanás usou a questão do aumento dos preços do petróleo e as mentiras de Hollywood para desacreditá-lo.

Os meios de comunicação estão enchendo muitos ambientes com espíritos enganadores que estão tentando atacar Bush. Eles estão tentando arruinar seu caráter porque não querem que o que é certo e justo triunfe. Eles sabem que Bush é a favor do que é moralmente decente e sabem que seu oponente político tem o total apoio dos que estão promovendo o aborto e o casamento homossexual.

3. É tempo de confrontar o terrorismo.

No começo de 1999 minha congregação e eu sentimos uma impressão forte de que deveríamos orar pela cidade de Littleton, no Colorado — isso foi antes do massacre de Columbine, em que dois estudantes mataram seus colegas. Não sabíamos o motivo porque estávamos sentido tanto desejo de orar — de modo que simplesmente oramos em línguas estranhas. Então dei uma palavra profética que dizia: “Quando virem atos de terrorismo irem da Costa Leste para a Costa Oeste, saibam que um espírito de terrorismo foi liberado contra a nação”. Poucos meses depois os assassinos de Columbine atacaram, matando 12 estudantes e um professor. Só posso presumir que o massacre teria sido pior se nós (e muitos outros) não tivéssemos orados. Contudo, a experiência trágica de Columbine provocou uma série de tiroteios em escolas em todo o país, exatamente conforme o Senhor havia alertado.

Um ano depois, o terrorismo contra nosso país se agravou em escala internacional, começando com as explosões das embaixadas americanas na África e o ataque no navio USS Cole no Iêmen no ano 2000. Esses eventos conduziram aos ataques do 11 de setembro de 2001.

Embora de uma perspectiva natural os tiroteios em escolas não tivessem ligação com os ataque da al-Qaida, percebo que havia na esfera espiritual uma ligação. Um espírito demoníaco de terrorismo foi liberado contra nosso país.

Não podemos ser ignorantes com relação ao mundo invisível. Estamos guerreando hoje contra os mesmos espíritos do passado que manipulavam os eventos mundiais na época de Daniel. Esses espíritos se opõem ao Evangelho de Cristo e querem só desviar nosso país de sua base cristã.

Deus está usando Bush para confrontar essas forças, à medida que o povo de Deus banha a situação do Iraque em oração. E não podemos parar de orar, até que o plano de Deus se torne realidade no Oriente Médio. Essa é uma guerra espiritual.

Como muitas igrejas, minha congregação se reuniu para orar na ocasião dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Enquanto eu estava em oração, perguntei ao Senhor quem eram os responsáveis pelo ataque. Tive então uma visão de um coração com a palavra “Afeganistão” escrita no centro. As palavras “Síria” e “Iraque” apareceram ao redor do coração.

Mais uma vez, eu não tinha certeza se essas três nações tinham, no mundo natural, ligações com o terrorismo ou se a visão só apresentava conexões espirituais, porém sinto que nem tudo foi ainda mostrado sobre sua ligação no mundo natural.

Pode imaginar que não fiquei surpreso quando os EUA expandiram a guerra ao Iraque. A guerra em que estamos, tanto no Afeganistão quanto no Iraque, existe no nível espiritual e natural. A questão não é só capturar Osama bin Laden e outros que ajudaram nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. A questão também é combater os demônios por trás do terrorismo internacional.

Em junho de 2003, o Senhor falou comigo que Sadam Hussein seria capturado já no primeiro ano [da guerra no Iraque] e que isso desmantelaria um escudo demoníaco que estava protegendo os que espalham o terrorismo. A medida em que mais criminosos são revelados, creio que Deus vai transformar a lamaceira de difamações contra Bush em fator para facilitar a eleição dele por mais quatro anos.

Sinto o Senhor dizendo: “Minha mão muda o rumo dos Estados Unidos quando vocês oram, e eu usarei uma série de acontecimentos para fazer com que os corações se voltem para mim enquanto permaneço com aquele que está na presidência. Fortalecerei a economia de novo e os preços do petróleo cairão. Haverá grande vitória nos EUA contra o terrorismo. Estou vingando o sangue dos inocentes mortos no World Trade Center”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo:
www.juliosevero.com.br

Fonte:
http://jannyrants.radiate.us/2004/10/pastors-prophetic-word-on-election.html

15 de dezembro de 2004

Marxismo: A Máquina Assassina

Marxismo: A Máquina Assassina

R.J. Rummel


© 2004 WorldNetDaily.com


Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas da Europa Oriental, a grande maioria das pessoas tem a impressão de que o marxismo, a religião do comunismo, está morto. Nada disso. O marxismo está bem vivo em muitos países hoje, tais como Coréia do Norte, China, Cuba, Vietnã, Laos, um grupo barulhento de países africanos e na mente de muitos líderes políticos da América do Sul. No entanto, o que é mais importante para o futuro da democracia é que o comunismo ainda polui o pensamento de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.


De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa.


No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Para se ter uma perspectiva desse incrível alto preço em vidas humanas, note que todas as guerras internas e estrangeiras durante o século 20 mataram 35 milhões de pessoas. Isso é, quando marxistas controlam países, o marxismo é mais mortal do que todas as guerras do século 20, inclusive a 1 e 2 Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.


E o que o marxismo, o maior dos experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres, nesse muitíssimo sangrento custo em vidas? Nada de positivo. Deixou em seu rastro desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.


O Khmer Vermelho — comunistas cambojanos que governaram o Camboja por quatro anos —revela o motivo por que os marxistas acreditavam que era necessário e moralmente certo massacrar muitos de seus semelhantes. O marxismo deles estava casado com o poder absoluto. Eles criam sem uma sombra de dúvida que eles sabiam a verdade, que eles construiriam o maior bem-estar e felicidade humana e que para alcançar essa utopia, eles precisavam cruelmente demolir a velha ordem feudal ou capitalista e a cultura budista, e então reconstruir uma sociedade totalmente comunista. Não se poderia deixar nada atrapalhando no caminho dessa realização. O governo — o Partido Comunista — estava acima das leis. Todas as outras instituições, normas culturais, tradições e sentimentos eram descartáveis.


Os marxistas viram a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, a exploração, o imperialismo e a desigualdade — e, como numa guerra real, mesmo quem não estivesse no combate seria infelizmente pego na guerra. Haveria necessária perda de vida entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os “sabotadores”, os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras. Como numa guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na 2 Guerra Mundial. Para os marxistas no governo, a meta de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.


A ironia é que na prática, mesmo depois de décadas de controle total, o marxismo não melhorou a sorte das pessoas comuns, mas geralmente tornou as condições de vida piores do que antes da revolução. Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-3, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e China (aproximadamente 30 milhões de mortos em 1959-61). No total, no último século quase 55 milhões de pessoas morreram em várias fomes e epidemias associadas provocadas por marxistas, e o resto morreu como conseqüência despropositada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.


O que é espantoso é que essa “moeda” da morte do marxismo não envolve milhares ou mesmo centenas de milhares, mas milhões de mortes. Isso é quase incompreensível — é como se a população inteira da Europa Oriental fosse aniquilada. Por volta de 35 milhões escaparam de países marxistas como refugiados, e isso mais do que tudo é um voto contra as pretensões dos marxistas utópicos. O equivalente seria todo mundo fugindo do Estado de São Paulo esvaziando-o de todos os seres humanos.


Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar das pessoas que precisamos aprender com esse horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: Não se pode confiar em ninguém que tenha poder ilimitado.


Quanto mais poder um governo tem para impor as convicções de uma elite ideológica ou religiosa, ou decretar os caprichos de um ditador, mais probabilidade há de que o bem-estar e vidas humanas serão sacrificados. À medida que o poder do governo vai ficando sem controle e alcança todos os cantos de uma cultura e sociedade, mais probabilidade há de que esse poder matará seus próprios cidadãos.


Como uma elite no governo tem o poder de fazer tudo o que quer, quer para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como o desejo dos marxistas de hoje, seguir o que crê ser certo e verdadeiro, essa mesma elite pode fazer isso quaisquer que sejam os custos em vidas humanas. Aí, o poder é a condição necessária para os assassinatos em massa. Quando uma elite obtém autoridade plena, outras causas e condições poderão operar para produzir o genocídio imediato, o terrorismo, os massacres e quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam que são necessários. Mas é o poder — sem nada que o iniba, limite e controle — que é o verdadeiro assassino.


Os acadêmicos e intelectuais de hoje estão andando de carona. Eles obtêm certo respeito por causa de suas pretensões utópicas, por causa de suas palavras sobre melhorar a sorte dos trabalhadores e dos pobres. Mas toda vez que chegou ao poder, o marxismo fracassou totalmente, assim como o fascismo. Em vez de serem tratados com respeito e tolerância, os marxistas deveriam ser tratados como se desejassem uma praga mortal sobre todos nós.


A próxima vez que se encontrar ou receber uma palestra de um marxista nacional, ou seus quase equivalentes fanáticos esquerdistas, pergunte-lhes como é que eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cem milhões que sua fé absolutista provocou, e o sofrimento que o marxismo criou para muitas centenas de milhões mais.


R.J. Rummel, professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.

Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41944

2 de dezembro de 2004

A era da imoralidade

A Era da Imoralidade

Hal Lindsay

Postado em 2 de dezembro de 2004

© 2004 WorldNetDaily.com


Não está na moda chamar a AIDS de doença “gay”. Aliás, quem fizer isso corre o risco de sofrer a ira dos grupos de direitos humanos que gritam “preconceito” — como se tal declaração fosse calúnia, não fato histórico.


Agora que a AIDS se espalhou em toda a sociedade, inclusive entre os heterossexuais de ambos os sexos, a resposta da moda é ignorar seu principal meio de transmissão.


Em 1980, Gaetan Dugas, atendente de vôo da empresa aérea canadense Air Canada, foi diagnosticado como o primeiro caso de AIDS da América do Norte. Dugas era um homossexual notoriamente promíscuo que pelo que dizem fazia sexo com 250 parceiros por ano em “casas de banhos” gays.


No final de 1980, houve 31 mortes nos Estados Unidos, confinadas à população homossexual. (Dugas conseguiu viver até 1984, data em que a AIDS havia começado a alcançar proporções epidêmicas.)


Atualmente, calcula-se que quase 1 milhão de americanos estão infectados com o vírus HIV que causa a AIDS. E as mulheres compõem quase metade de todas as vítimas do HIV.


De acordo com os Centros de Controle de Doenças, a maioria das vítimas restantes eram homens gays ou bissexuais. O relatório dos CCDs também nota que a probabilidade de as mulheres transmitirem a AIDS é menos que a metade da probabilidade no caso dos homens.


Os CCDs em Atlanta recentemente publicaram as estatísticas mais atuais num relatório divulgado em conexão com o Dia Mundial da AIDS. Conforme os CCDs, os casos novos de HIV e AIDS em 32 estados americanos estudados cresceram 11 por cento entre 2000 e 2003. Das 125.800 novas vítimas examinadas no estudo dos CCDs, 44 por cento eram homens gays ou bissexuais.


“Homens que fazem sexo com homens continuam a constituir uma proporção importante dos casos de HIV e AIDS”, afirmam os CCDs.


A verdade simples é que todos estão com medo de confessar a simples verdade. A AIDS continua a se espalhar em índice mais elevado entre homossexuais do que entre heterossexuais. O principal meio de transmissão entre ambos os grupos continua a ser o sexo fora do casamento em que um homem e uma mulher são fiéis um ao outro.


Com exceção da transmissão que ocorre por acaso, como nos casos de transfusão de sangue, o único modo seguro de evitar pegar a doença é se casar e ser fiel ao cônjuge no casamento.


Aproximadamente 2000 anos atrás o Apóstolo Paulo escreveu este aviso para pessoas de uma época futura: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis”. Paulo então apresenta numa lista as situações espirituais desesperadoras que marcarão essas pessoas de um modo bem diferente:


Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também. São esses os que se introduzem pelas casas e conquistam mulheres instáveis sobrecarregadas de pecados, as quais se deixam levar por toda espécie de desejos. Elas estão sempre aprendendo, e jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade.


– 2 Timóteo 3:1-7


Paulo também alerta em Romanos 1:26-27:


Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.


A moralidade está rapidamente se tornado uma piada, “valores da família” é um termo utilizado para acusar as pessoas de serem “direitistas”, e os dois grupos mais poderosos que fazem pressão política na sociedade são os grupos a favor do aborto e a favor de direitos homossexuais.


Estamos vivendo nos “tempos terríveis” previstos para “os últimos dias” pelo Apóstolo Paulo antes da volta de Cristo. Isso significa que o Senhor está vindo. E Ele está vindo logo.


Hal Lindsey é autor de 20 livros, inclusive “A Viagem da Culpa”, publicado pela Editora Mundo Cristão. Ele escreve toda semana exclusivamente para WorldNetDaily (www.wnd.com). Visite seu website onde ele oferece uma análise detalhada dos eventos mundiais à luz das antigas profecias da Bíblia.

Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41727