22 de novembro de 2004

Ajudando a Cuidar da Saúde da Sociedade

Ajudando a Cuidar da Saúde da Sociedade

Julio Severo

Não é novidade o fato de que a família é o grupo mais essencial para a sobrevivência da espécie humana. De maneira igual, nunca houve dúvida de que o casamento tem um papel fundamental na canalização saudável da sexualidade humana e na formação das futuras gerações. Assim, toda sociedade, de um modo ou de outro, sempre adotou medidas para incentivar e preparar os jovens para uma sexualidade voltada para o casamento. Afinal, filhos ajustados, nascidos no casamento natural, significam ganho para toda a sociedade, desenvolvendo cidadãos responsáveis e produtivos.

Entretanto, assim como um corpo humano é vulnerável a um câncer, a sociedade também é vulnerável a males e tendências que podem colocar em sério risco suas próprias bases.

Por isso, cabe a todo cidadão participar na preservação dos valores fundamentais para a existência da sociedade. Sendo representante do cidadão comum, o político conhece sua responsabilidade de atacar os males sociais e utilizar os meios disponíveis para incentivar o que é bom. Exemplos notáveis de ações políticas positivas são o uso obrigatório do cinto de segurança e o desestímulo ao uso do cigarro. Essas medidas importantes podem e devem ser estendidas a outras áreas necessárias, como a adoção de ações para o desestímulo de condutas que, por sua própria anormalidade, geram conseqüências negativas para os indivíduos que as praticam, para as famílias e para toda a sociedade.

Tal é o caso do homossexualismo e outros comportamentos sexuais distantes do padrão da sexualidade natural. Além de não contribuírem para a promoção da saúde social, essas condutas são grandes causadores de despesas no sistema de saúde pública.

O cristão que tem chamado na esfera política tem uma visão elevada e ampliada. Ele sente, guiado pelos valores da Palavra de Deus, seu compromisso de trabalhar para encorajar o sistema social a tomar a postura de estimular o bem-estar sexual dos jovens e seu preparo saudável para o casamento e desestimular todo tipo de comportamento prejudicial à saúde social.

Grandes tragédias sociais já ocorreram, de um modo ou de outro, devido a fatores homossexuais. Sodoma e Gomorra são exemplos clássicos. Modernamente, a Alemanha nazista sofreu imensa devastação nacional, por causa de um homem louco chamado Adolf Hitler. Hoje sabe-se, como fato histórico devidamente comprovado, que Hitler e grande parte da cúpula nazista escondiam convenientemente sua homossexualidade.

Embora os grupos homossexuais de pressão política utilizem todo tipo de manobra a fim de pintar sua defesa e promoção de seu comportamento como questão de direito humano, é responsabilidade do político cristão discernir que a concessão de direitos especiais para comportamentos antinaturais representa ameaça de perda de direitos essenciais para os cidadãos. Recentemente, por causa de uma lei antipreconceito, um pastor pentecostal foi sentenciado à prisão na Suécia por pregar, dentro de sua própria igreja, que o homossexualismo é um câncer social.

As leis antidiscriminação não costumam mencionar intenções de combater as religiões que não aceitam o homossexualismo, porém sua aplicação sempre acaba atingindo os religiosos. Conscientes do fator religioso e do risco de uma reação religiosa, os legisladores a serviço do ativismo gay trabalham nas pontas dos pés, apenas embutindo sutilmente nas leis termos como orientação sexual, tolerância, eqüidade ou igualdade de gênero e outros tipos de linguagem suave — termos vulneráveis a variadas interpretações favoráveis ao homossexualismo.

Portanto, o político cristão precisa estar alerta e preparado para exercitar seu discernimento, a fim de reconhecer as ameaças à sociedade e as oportunidades de cumprir um papel importante em favor do que é bom e justo diante de Deus. Ele precisa saber que é bom amar os homens e mulheres que vivem enganados ou oprimidos no homossexualismo, e precisa estar consciente de que é mais do que justo ajudá-los a sair desse estilo de vida destrutivo. Evidentemente, ele jamais confundiria aceitação e acolhimento do homossexual necessitado com aceitação e tolerância das nocivas práticas de homens que têm relação anal com outros homens. O verdadeiro amor e tolerância nada têm a ver com esse tipo de anormalidade sexual. O amor genuíno contribui para a saída dessa anormalidade.


Versão em inglês deste artigo:
Helping Take Care of the Social Health

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, Ed. Betânia. http://www.juliosevero.com.br/

Artigo publicado originalmente na Revista da Frente Parlamentar Evangélica, ano 1, nº 1, novembro de 2004, pág. 22.

16 de novembro de 2004

Dep. Cardias defende a família

Discurso enfatizando a importância da família para a sociedade e os motivos pelos quais não deve ser aceito o casamento homossexual nem permitida a adoção de crianças por homossexuais – Pr. Milton Cardias – Dep. Fed. PTB/RS – 16 de novembro de 2004.


Senhor Presidente, Sras. e Srs. Deputados


Pretendo hoje abordar um assunto de extrema importância para a sociedade brasileira e para o futuro do País que é a família, instituição sagrada e consagrada pelo Senhor nosso Deus e reconhecida como a base de todo agrupamento, desde os primórdios das civilizações. E não obstante aos avanços sociais que experimentamos é nosso dever não permitir que haja desestabilização dessa célula mãe.


Noticia a mídia, às vezes tendenciosamente, que minorias pretendem o reconhecimento, via judicial, de pretensos direitos, nunca antes abordados com tanta veemência, tais como a união oficial de homossexuais ou a adoção legal de crianças por tais casais.


Ilustres Pares, estou aqui para defender a valorização e a continuidade da família no padrão hoje reconhecido. É importante a sua manutenção na estrutura atual, porque somente assim haverá responsabilidade pela formação de cidadãos compromissados com a vida, com a ética e com princípios que atendam ao bem comum, além da certeza de estarmos cumprindo com os desígnios de Deus expressos através da sua Santa Palavra, a Bíblia Sagrada.


Em todas as sociedades, verifica-se a existência de um sistema de alianças para organizar a procriação de filhos. Há um desejo de continuidade, de garantir a descendência, não somente do próprio agrupamento, mas de cada homem ou mulher, considerados individualmente.

A sociedade sempre considerou o amor conjugal como expressão sagrada da união entre um homem e uma mulher. O amor conjugal é o meio pelo qual famílias são criadas, a própria sociedade é estendida para o futuro e pelo qual marido e esposa participam com Deus da criação de uma nova vida humana. É por esses motivos, entre outros, que nossa sociedade sempre buscou proteger esse relacionamento exclusivo.


Nos termos do art. 226 de nossa Lei Maior, a família é a base da sociedade e tem especial proteção do Estado. Mais: enfatiza o parágrafo terceiro do mesmo dispositivo que, para o efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.


Ainda, Sr. Presidente: no parágrafo quinto do mesmo artigo, determina-se que os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.
O novo Código Civil, no seu art. 1.514, estabelece que o casamento se realiza no momento em que o homem e a mulher manifestam, perante o juiz, a sua vontade de estabelecer vínculo conjugal, e o juiz os declara casados.


Nobres Pares, nossas leis, inclusive a Constituição, são claras e não deixam dúvidas de que o casamento deve ser realizado entre homem e mulher. Pelos dispositivos acima citados, verifica-se que não há lacunas na legislação que possibilitem amparo ao pleito dos homossexuais: o direito ao casamento em cartório.


Para o Vaticano, a homossexualidade é um fenômeno moral e social inquietante, que se torna cada vez mais preocupante nos países nos quais já se concedeu ou se tem a intenção de conceder o reconhecimento legal às uniões homossexuais.


Com esta visão, Sr. Presidente, reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio significa não apenas aprovar um comportamento desviado e convertê-lo em modelo para a sociedade atual, como também afetar os valores fundamentais que pertecem ao patrimônio comum da Humanidade.


Não existe, portanto, fundamento para fazer qualquer comparação, mesmo que remotas, entre as uniões homossexuais e os desígnios de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, enquanto que as relações homossexuais contrastam com a lei moral natural.


Por um lado, temos a clareza legal, e, por outro, nenhum fato relevante ou valor eticamente reconhecido. Enfim, motivo algum surgiu para fundamentar a alteração da norma vigente.


Os historiadores, Doutos Colegas, têm admitido que a modernização das sociedades não é feita contra a família, mas com a família. É ela o ponto de apoio para os indivíduos; ela é uma rede de solidariedade; ela é a resposta às novas condições econômicas e sociais. Mesmo as crises conjugais têm evidenciado o reforço dos laços de parentesco, que unem avós e netos, sobrinhos e tios em torno de mães ou pais que tenham que criar, sozinhos, os seus filhos.


As marcas do passado continuam sobrevivendo – a família permanece como a correia de transmissão de valores e tradições. Não há dúvida de que aprendemos em casa o que é certo ou errado, sobre nosso passado e nossa cultura.


Tais fatos falam por si mesmos. Somente a família regularmente formada, constituída pelo homem e pela mulher, poderá exercer a influência correta na transmissão dos valores e das tradições.


Nossa sociedade está sendo levada a acreditar que a adoção por pretensos casais homossexuais não interfere na formação infantil. Mas vários psicólogos e psiquiatras têm demonstrado os malefícios que podem ser causados às crianças em tais circunstâncias.


Pode-se argumentar que não são rigorosos os estudos científicos sobre as conseqüências que teria, nas crianças, a adoção por homossexuais. Porém, as conclusões sobre os malefícios causados às crianças são válidas. Foram baseadas em abordagem cuidadosa, dimensionando-se os riscos físicos e psíquicos dos menores, objetos dos experimentos.


É fato notório que a falta da figura paterna ou da figura materna sempre traz consigo graves dificuldades no desenvolvimento da personalidade. Esta falta, agravada no caso da união homossexual pela presença de dois pais ou duas mães, exigirá da criança um esforço ainda maior para poder dar um perfil sólido à identidade sexual normal.


Não é possível qualificar de discriminatórias as leis que proíbam a adoção de crianças por homossexuais, pois injustiçada seria a criança eventualmente adotada nessas condições.


As crianças têm um direito irrenunciável de ter um pai e uma mãe, e se, por qualquer circunstância, não podem ter, há que ser encontrado, para elas, um ambiente o mais parecido à família natural. Somente assim poderão ser transmitidos os valores.


Essas são as razões pelas quais conclamo os representantes eleitos pelo povo de nosso País a considerar, avaliar, repensar e defender os valores em prol da família brasileira. Faço ainda um apelo a todos os cristão para que nos unamos em oração para que Deus continue ajudando a todas as famílias deste nosso Brasil, e que nunca nos falte a paz, o amor e a compreensão.


Muito obrigado a todos e que Deus, pelo seu imensurável amor e infinita misericórdia, nos ajude e abençoe, em nome de Jesus Cristo, o nosso Salvador.



Pr. Milton Cardias
Dep. Fed. PTB/RS

15 de novembro de 2004

Lula agrada ditador perseguidor de cristãos

Lula Agrada Ditador Perseguidor de Cristãos

Julio Severo

O ditador da China comunista encontra-se em viagem oficial ao Brasil e, embora em muitas ocasiões passadas tenha se mostrado contra a prática da tortura, Lula se sente completamente a vontade com um ditador cujo governo aplica livremente a tortura contra os cristãos. Lula, cujo governo tem uma preocupação obsessiva com os “direitos humanos” — especialmente dos ativistas homossexuais e outros grupos especiais — não tem nenhuma consideração pelos direitos humanos do incontável número de cristãos e outras pessoas desarmadas que sofrem debaixo da opressão dos governos ditatoriais da China, Cuba, Coréia do Norte, etc.

Em suas conversas com o ditador chinês, Lula não se lembrou uma única vez dos chineses inocentes perseguidos, torturados e assassinados pela China comunista. Ele só se lembrou de elogiar e agradar o ditador chinês.

Se o presidente do Brasil, que diz se preocupar com direitos humanos, não se lembra dos que sofrem, quem se lembrará? Somente nós, cristãos. Não vamos imitar Lula, que em matéria de direitos humanos em países comunistas, esquece-se dos torturados, assassinados e oprimidos e lembra-se somente dos ditadores — para elogiá-los e agradá-los.

A Palavra de Deus nos ensina que precisamos nos lembrar de nossos irmãos e irmãs da China que estão sofrendo prisão, tortura e morte pelo Evangelho:

“Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se vocês mesmos estivessem sendo maltratados”. (Hebreus 13:3 NVI)

Podemos orar assim por eles:

“Senhor Jesus, coloco diante de ti todos os meus irmãos e irmãs na China que sofrem debaixo do comunismo. Nessa situação em que eles estão, eu os abençôo e te dou plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor se levantar a favor deles, defendê-los e encorajá-los mediante o teu Espírito Santo. Amaldiçôo com maldição de Deus o comunismo chinês e todas as suas injustiças contra o povo de Deus”.

Precisamos também orar para que Deus deponha o ditador da China e todos os que o apóiam, inclusive Lula e todos os seus aliados. Romanos 13:4 diz bem claramente que Deus estabeleceu os governos para servi-lo e fazer somente o que é certo. Todo governo contrário a essa ordem não foi estabelecido por ele. Portanto, podemos orar:

“Senhor Jesus, na legalidade de cidadão do Brasil e na legalidade da aliança que o presidente do Brasil fez com o ditador da China, te dou plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor arrancar do governo do China e do Brasil o ditador chinês, Lula e todos os seus aliados, seguidores e obras e levantar e instalar no governo da China e do Brasil o teu presidente e todos os que te seguem e todas as tuas obras. Que o Reino de Deus venha e avance no governo da China e do Brasil. Que a justiça de Deus seja estabelecida no governo da China e do Brasil. Em nome de Jesus. Amém!”

O Salmo 110:2 (NVI) diz:
“O SENHOR estenderá o cetro de teu poder desde Sião, e dominarás sobre os teus inimigos!”

Oração sugerida:
“Senhor, te damos plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor estender teu cetro de poder para o Brasil e para a China e dominar sobre os teus inimigos!”

Provérbios 10:13b (NVI) diz: “A vara é para as costas daquele que não tem juízo”. A vara é para controlar os excessos de quem não tem juízo. Deus sabe que a vara é um instrumento necessário de disciplina. Por isso, precisamos liberar essa palavra poderosa, principalmente quando vemos pessoas sem juízo defendendo a maldade, o adultério, o homossexualismo, o aborto, etc., sem nenhuma vergonha e ainda recebendo elogios na TV.

Oração sugerida:
“Em nome de Jesus, eu profetizo e declaro: que todo tolo com coração e mente perversa, torcida, feiticeira e sem juízo na minha cidade, na TV e no governo do meu país receba disciplina e correção, não elogios. Senhor, te dou plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor liberar a tua vara, disciplina e correção para as costas desses indivíduos sem juízo, para que sua conduta seja controlada e não prejudique ninguém. Que a vontade de Deus de disciplina seja feita na vida deles”.

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13 de novembro de 2004

Homossexualizando as crianças de escola?

Estimados irmãos

Já viram como o governo demonstra “preocupação” com as crianças? O governo estabelece leis e medidas sérias contra abusos. Mas é como se abusos acontecessem apenas na família e o governo fosse o maior protetor das crianças. Será que realmente o governo só tem boas intenções para com as crianças? É o que veremos a seguir.

O governo brasileiro diz:

“RESPEITO À DIVERSIDADE: Para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição. Começando pelas diferenças de temperamento, de habilidades e de conhecimentos, até as diferenças de gênero, de etnia e de credo religioso, o respeito a essa diversidade deve permear as relações cotidianas. Uma atenção particular deve ser voltada para as crianças com necessidades especiais que, devido às suas características peculiares, estão mais sujeitas à discriminação. Ao lado dessa atitude geral, podem-se criar situações de aprendizagem em que a questão da diversidade seja tema de conversa ou de trabalho. IDENTIDADE DE GÊNERO: No que concerne a identidade de gênero, a atitude básica é transmitir, por meio de ações e encaminhamentos, valores de igualdade e respeito entre as pessoas de sexos diferentes e permitir que a criança brinque com as possibilidades relacionadas tanto ao papel de homem como ao da mulher. Isso exige uma atenção constante por parte do professor, para que não sejam reproduzidos, nas relações com as crianças, padrões estereotipados quanto aos papéis do homem e da mulher, como, por exemplo, que à mulher cabe cuidar da casa e dos filhos e que ao homem cabe o sustento da família e a tomada de decisões, ou que homem não chora e que mulher não briga”. (Págs. 41 e 42, vol. 2)

“É importante possibilitar diferentes movimentos que aparecem em atividades como lutar, dançar, subir e descer de árvores ou obstáculos, jogar bola, rodar bambolê etc. Essas experiências devem ser oferecidas sempre, com o cuidado de evitar enquadrar as crianças em modelos de comportamento estereotipados, associados ao gênero masculino e feminino, como, por exemplo, não deixar que as meninas joguem futebol ou que os meninos rodem bambolê”. (Pág. 37 vol. 3)


Essas citações são do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, do Ministério da Educação. Esse currículo destina-se a crianças em idade pré-escolar, inclusive creches.
[1]

Assim, na visão oficial do governo, a simples aceitação da realidade de que o homem e a mulher têm papéis diferentes é preconceito, mas a aceitação do comportamento homossexual ou outras condutas contrárias à natureza é considerada como respeito à “diversidade”.

Sob o pretexto de combater o preconceito, o governo está introduzindo na educação de crianças em idade pré-escolar valores que com o passar do tempo corroerão o conceito de família natural que sustenta os lares.
Com tal educação imposta pelo currículo do governo, as crianças educadas em creches crescerão achando absolutamente normal que numa família o “casal” seja formado por dois “homens” ou duas “mulheres”.


Se o currículo do governo quer mesmo combater o preconceito, por que não adota medidas contra as ideologias hostis ao padrão cristão de família? Por que o governo dá preferência para a ideologia feminista, socialista e homossexual, como se essas ideologias representassem o melhor para a educação das crianças? Por que o governo é tão preconceituoso contra a ética cristã?


Até quando vamos aceitar, de braços cruzados, tanta intolerância e preconceito contra os valores cristãos?


O alvo do governo não é só as crianças de creche. Como mostra meu artigo abaixo, todas as crianças de escolas públicas serão atingidas pela educação imposta pelo governo.

Julio Severo

Explicando o Aumento do Homossexualismo na Sociedade


Julio Severo

Talvez nada esteja contribuindo tanto para o aumento do homossexualismo hoje na sociedade do que a tentativa de tornar os homens e as mulheres iguais em seus papéis e funções. Esse condicionamento vem ocorrendo principalmente através dos meios de comunicação e das escolas.


O Ministério da Educação (MEC) produziu e distribuiu um currículo escolar moderno para o Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série de todas as escolas públicas do Brasil. A fim de mudar a mentalidade das crianças com relação ao papel masculino e feminino e ensiná-las que as mulheres podem trabalhar em todas as ocupações dos homens e vice-versa, esse currículo instrui os professores das escolas públicas a “trabalhar as relações de gênero em qualquer situação do convívio escolar”.
[2] Por exemplo, quando os alunos acham que algumas brincadeiras, atividades e condutas só são para meninos e outras só para meninas, “o professor… pode intervir para combater as discriminações e questionar os estereótipos associados ao gênero”.[3]

O termo gênero, que o MEC usa no lugar da palavra sexo, expressa a idéia de que qualquer variedade sexual é aceitável e normal, inclusive a homossexualidade. Os educadores que crêem nessa teoria empregam o conceito gênero para ensinar que os papéis masculinos e femininos tradicionais são pura invenção da sociedade. Conforme mostra o MEC:
O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.
[4]

Assim é que, para combater a chamada “discriminação de gênero”, inverte-se a imagem do homem e da mulher. Em nome da igualdade sexual, princípios socialistas e feministas são sutilmente ensinados em muitas salas de aula do Brasil. As lições mostram para as crianças mães casadas trabalhando fora e maridos em casa cuidando dos deveres domésticos.[5] Mostram também como normal um menino se envolver em atividades de menina.[6] Tudo isso porque o governo estabeleceu “o compromisso de o Brasil não aceitar livros [didáticos] que contenham posturas tradicionais em relação ao papel do homem e da mulher”.[7] O governo brasileiro está assim atendendo diretamente as recomendações das feministas na ONU.[8]

No entanto, essas mudanças na área da educação também estão ocorrendo por pressão dos grupos feministas nacionais que atuam no Congresso Nacional em Brasília. Em sua edição de janeiro de 2000, o jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília elogia o plano do governo para todas as escolas do Brasil:

Plano Nacional de Educação Ganha Perspectiva de Gênero


O Plano Nacional de Educação, aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados… ganha três emendas que chamam a atenção para a necessidade de se trabalhar as relações de gênero na educação brasileira.[9]

Esse mesmo jornal diz que a legalização do “aborto traria mais democracia” para o Brasil.
[10] As parlamentares integrantes do Centro Feminista de Estudos e Assessoria destacam-se no Congresso Nacional não só pelo forte apoio aos projetos de lei a favor do aborto, mas também da união dos chamados “casais” gays.

Para as feministas, trabalhar as relações de gênero nada menos é do que eliminar as diferenças tradicionais entre homens e mulheres. O feminismo luta para que seja censurada e eliminada das escolas e dos meios de comunicação a imagem tradicional do homem como pai trabalhando para sustentar a família e da mulher como mãe totalmente ocupada com seu lar e filhos. A jornalista Dale O’Leary revela:

…as feministas exigem que os “estereótipos” e as “imagens tradicionais” sejam removidos dos materiais educacionais e dos meios de comunicação. A fim de alcançar a meta de que os homens e as mulheres tenham igualmente os mesmos desejos e interesses, as feministas exigem que os livros escolares, os desenhos, as comédias, os anúncios comerciais e as peças teatrais mostrem os homens e as mulheres trabalhando em número igual como soldados, cientistas, bombeiros e motoristas de caminhão, até mesmo quando isso não tem nada a ver com a realidade. As atividades em que só há a participação de homens deverão ser classificadas como más, opressivas e discriminatórias. As mulheres nunca deverão ser mostradas como mães e donas de casa de tempo integral, a não ser como vitimas de violência doméstica, mulheres com distúrbios mentais e comportamento anti-social ou esposas casadas com maridos fanáticos religiosos. [11]

O livro O Movimento Homossexual comenta:

A eliminação das diferenças entre o sexo masculino e o feminino é extremamente prejudicial à saúde psicológica das crianças. Foi o que notou, por exemplo, certa mãe cuja filha de dez anos voltava da escola com atitudes cada vez mais hostis em relação ao trabalho doméstico como função da mulher. Depois de muito pesquisar, ela acabou descobrindo algo. Na sala de aula, a professora, sem o conhecimento dos pais, apresentava uma boneca e um boneco de papel nus. Os estudantes deveriam vestir-lhes uma roupa masculina de trabalho a fim de mostrar que ambos os sexos podem escolher qualquer profissão. Além disso, os livros didáticos só apresentavam figuras opostas aos papéis tradicionais, como a de um pai dando mamadeira ao bebê e a de uma mãe trabalhando como bombeiro. Tudo feito em nome da “igualdade sexual”.[12]

No padrão bíblico para os comportamentos humanos, homens e mulheres são iguais em valor diante de Deus, porém têm funções e papéis diferentes. Contudo, a igualdade sexual que as feministas estão impondo está produzindo uma sociedade onde homens e mulheres ocupam um a função do outro e perdem a referência bíblica de identidade sexual masculina e feminina. Essa tendência unissex para os comportamentos está criando muita confusão sexual e favorecendo a homossexualização social.


O fato é que o movimento homossexual e o feminista estão tentando minimizar as diferenças entre os homens e as mulheres no trabalho, lazer e moda. A finalidade é demolir os padrões sexuais tradicionais e criar um ambiente favorável à homossexualização da sociedade. Conforme diz o Dr. James Dobson, conhecido psicólogo americano:

A tendência de misturar os papéis masculinos e femininos está em moda na sociedade atual. As mulheres jogam futebol… Os homens assistem a novelas e usam brincos. Vê-se pouca identidade sexual no comprimento de seus cabelos, em suas maneiras, interesses ou ocupações, e a tendência é se igualar ainda mais. Tal falta de distinção entre os homens e as mulheres causa muita confusão na mente das crianças com relação à sua própria identidade de papel sexual. Elas ficam sem um modelo claro para imitar e acabam tendo de andar sozinhas como que cegas, à procura da conduta e atitudes apropriadas para elas.

É quase certo que esse obscurecimento dos papéis sexuais está contribuindo para a explosão do homossexualismo e da confusão sexual que enfrentamos hoje. A História mostra que as atitudes unissex sempre apareceram antes da deterioração e destruição das sociedades que se deixaram levar por essa tendência. O Dr. Charles Winick, professor de Antropologia na Universidade Municipal de Nova Iorque, estudou duas mil culturas diversas e encontrou cinqüenta e cinco que se caracterizavam pela ambigüidade sexual. Nenhuma delas sobreviveu…
[13]

Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste livro sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail:
juliosevero@hotmail.com , www.juliosevero.com

[1] Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, Ministério da Educação, Brasília, 1998.
[2] Parâmetros Curriculares Nacionais (Pluralidade Cultural e Orientação Sexual), Vol. 10, Ministério da Educação, Brasília, 1997. Atenção: Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série, p. 145.
[3] Idem, p. 145.
[4] Idem, p. 144
[5] Idem, p. 152
[6] Idem, p. 126
[7] Relatório Geral sobre a Mulher na Sociedade Brasileira, República Federativa do Brasil, Brasília, 1994, p. 50.
[8] Idem.
[9] Jornal Fêmea, publicado pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília, janeiro de 2000, p. 5.
[10] Idem, p. 8.
[11] Dale O’Leary, The Gender Agenda (Lafayette-EUA: Vital Issues Press, 1997), pp. 130.
[12]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 86.
[13]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 86.


Artigos sobre escola e educação de crianças

A Marca da Besta

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Pai é preso depois de protestar contra livro gay que filho de 6 anos recebeu na escola

É certo matricular os filhos na escola pública?

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Educação sobre Abstinência Faz a Diferença

Pré-Escola Prejudica os Talentos Sociais e o Desenvolvimento Emocional das Crianças

12 de novembro de 2004

Arafat: Morre Mais um Terrorista

Morre Mais um Terrorista

Joseph Farah

12 de novembro de 2004


© 2004 WorldNetDaily.com


Quem foi que disse que não devemos nos regozijar quando um indivíduo mau morre?


Com certeza, não foi a Bíblia.


Aliás, Provérbios 11:10 diz: “Quando os ímpios perecem, há cantos de alegria”.


Hoje, sinto vontade de gritar. Sinto vontade de me regozijar. O mundo agora é um lugar melhor porque aquele monstro frio e calculista não está mais nele. Ele está neste momento recebendo sua condenação eterna. E ouvi dizer que lá naquelas profundezas não é nada frio.


Por que não concordo com o jornal New York Times, Kofi Annan, Jimmy Carter e outros que estão realmente de luto por esse pervertido degenerado?


Yasser Arafat assassinou cristãos, judeus, israelenses e americanos, inclusive diplomatas, turistas, mulheres e crianças inocentes dos EUA. Yasser Arafat era um terrorista que jamais se arrependeu de seus crimes — ele fundou o terrorismo árabe moderno e serviu como inspiração para Osama bin Laden. Yasser Arafat explorava seu próprio povo, mantendo-os na miséria e perpetuando o ódio deles enquanto ele próprio engordava suas contas em bancos suíços.


Tive minha própria experiência com Arafat quando eu era correspondente no Oriente Médio. Ele tentou certa vez me matar com projeteis e artilharia, enquanto eu estava visitando o Líbano. Mas ele errou o alvo. Eu ainda estou aqui, porém Arafat está morto.


Arafat tinha tentado dominar o Líbano. Mas os israelenses o caçaram e expulsaram dali. Contudo, ele foi, de modo direto ou indireto, o causador da morte de aproximadamente quarenta mil libaneses.


Ele matou dezenas de milhares de pessoas, algumas a sangue frio, outras — como os diplomatas americanos em 1973 — mediante suas ordens, dadas com alegria.


Por que deveríamos ficar de luto por um monstro assim? Por que deveríamos honrá-lo com uma bandeira a meio pau? Só se aprovássemos suas maldades.


Será que Kofi Annan, Jimmy Carter e o New York Times entendem que seu herói e amigo Arafat era um simpatizante nazista? Será que essa verdade importaria para eles?


Numa entrevista de 2002 publicada no Al Sharq al Awsat, jornal árabe que circula em Londres, Arafat chamou o líder árabe e aliado nazista Hajj Amin al-Husseini “nosso herói”. Ele fez uma comparação entre si mesmo e al-Husseini que sobreviveu como líder, apesar das pressões mundiais contra ele por causa de suas ligações com os nazistas.


“Não somos o Afeganistão”, disse Arafat na entrevista. “Somos um povo poderoso. Conseguiram remover nosso herói Hajj Amin al-Husseini de sua posição? Houve muitas tentativas de se livrar dele, pois o consideravam aliado dos nazistas. Mas mesmo assim, ele viveu no Cairo [Egito], e participou da guerra de 1948 [quando exércitos de países árabes invadiram Israel, tentando acabar com os judeus], e eu estava com as tropas dele”.


Raras vezes Arafat dizia a verdade, porém, nesse caso, seus fatos estão corretos.


Hajj Amin al-Husseini era o grande mufti [líder religioso muçulmano] de Jerusalém, dirigindo os muçulmanos até a época da 2 Guerra Mundial. Ele apoiou os nazistas. Ele se encontrou com Adolf Hitler. Ele defendia fortemente o programa nazista de assassinato em massa dos judeus.


Aliás, o herói de Arafat se tornou um agente da Alemanha, e os britânicos tentaram repetidas vezes prendê-lo como espião.


Talvez a “maior realização” do mufti tenha sido recrutar dezenas de milhares de muçulmanos da Bósnia-Herzegovina e Albânia para a SS, a polícia especial alemã. Suas legiões árabes mais tarde participaram de massacres de milhares de judeus, ciganos e guerrilheiros sérvios, que lutavam contra os nazistas.


Em 1 de março de 1944, o herói de Arafat estava em Berlim, Alemanha, fazendo um programa dramático de rádio [transmitido para os países árabes]: “Árabes! Levantem-se unidos e lutem por seus direitos sagrados. Matem todos os judeus onde quer que os encontrem. Isso agrada a Deus, a história e a religião. Isso salva a honra de vocês”.


O mufti nazista visitou muitos campos de concentração e incentivou Hitler a ampliar a “Solução Final” para os judeus do Norte da África e Palestina. De fato, sua única condição para recrutar as legiões árabes nos Bálcãs era a promessa de Hitler de exterminar os judeus do Oriente Médio depois da guerra.


O grande mufti não era só o “herói” de Arafat, conforme ele própria dizia. Arafat era, realmente, tão ligado a al-Husseini que o jovem terrorista o chamava de “tio”. O nome verdadeiro de Arafat é Rahman Abdul Rauf el-Qudwa al-Husseini, embora não haja certeza sobre seu real
relacionamento de sangue com al-Husseini. Sua carreira inteira foi financiada pelo temido mufti nazista. Ele foi, de fato, o guia espiritual de Arafat, sua inspiração durante 40 anos de terrorismo, assassinatos, ódio e hipocrisia internacional.

Que a inscrição final no túmulo de Arafat seja: Ele era terrorista. Ele era assassino. Ele era mentiroso. Ele era escória a favor do nazismo.


Eu por minha parte estou contente que ele esteja morto.


Joseph Farah é jornalista e fundador da agência de notícias WND, WordNetDaily (www.wnd.com). Seus artigos são publicados em muitos jornais dos Estados Unidos.

Traduzido e adaptado do artigo original Another one bites the dust por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Source: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41420