30 de junho de 2004

Brasil: campeão de paradas gays

Estimados irmãos

Quem pensou que o Brasil era campeão só em futebol, se enganou. Nosso país agora também conseguiu conquistar a posição de “campeão” em paradas gays.


É uma posição muito vergonhosa, para quem ainda sabe o que é bom senso. Como foi que o Brasil chegou a esse ponto? Onde é que estão os líderes evangélicos que apoiaram Lula alegando que ele não favoreceria o homossexualismo? Realmente, ele não favorece o pecado homossexual — pelo menos, não pouco. Ele conseguiu colocar o Brasil na liderança internacional na defesa desse pecado na ONU e seu governo está ajudando a financiar as paradas gays. Além disso, ele lançou um programa inédito chamado Brasil Sem Homofobia, para convencer a todos os brasileiros (até mesmo através das escolas) de que o pecado homossexual é normal. O próprio diabo não poderia fazer melhor!


Conheço homens que não são evangélicos que sabiam, pelo seu currículo, que Lula favoreceria o homossexualismo e outras perversões. Mas ele conseguiu passar a pena na maioria dos pastores, que não conseguiram discernir tudo o que esse homem faria para alegrar as forças da escuridão no mundo inteiro. Nosso Senhor não deve estar triste? Fico pensando: Se os pastores do Brasil não foram capazes de reconhecer as intenções de Lula, o que eles farão quando o anticristo aparecer? Vamos orar para que o Senhor Jesus Cristo, Cabeça da Igreja, tenha misericórdia desses líderes, para que não aconteça que até o anticristo passe a perna neles.


A notícia abaixo mostra como o Brasil hoje é campeão em paradas do orgulho gay. O que Sodoma ganhou com seu orgulho homossexual? Destruição total. O que será do nosso país?

Povo de Deus, vamos humildemente nos sacrificar para ser campeões na oração, antes que seja tarde demais para o Brasil. Nosso país nunca esteve tão envolvido em escuridão como agora. É hora de muito arrependimento e quebrantamento! Vamos nos humilhar pela posição de campeão homossexual internacional que o Brasil ocupa hoje.

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”. (2 Crônicas 7:14 NVI)

Julio Severo


Paradas gays no Brasil já são maiores que as paradas no mundo
As paradas gays ocorridas até o momento no Brasil já estão superando a marca das maiores paradas gays no mundo inteiro.
Em Toronto, a parada atual contou com 1 milhão de participantes. A Parada Gay de São Paulo este ano teve entre 1,5 milhão e 1,8 milhão de pessoas, o que a torna a maior do mundo.Outra parada gay de grande importância é a de Nova Iorque, que contou este ano com 300 mil participantes. Mas a Parada Gay do Rio ontem contou com 400 mil a 600 mil participantes.Sendo assim, as principais paradas gays do Brasil já estão desbancando as maiores paradas gays do mundo.


Fonte: NetSite, seção de notícias culturais de 30 de junho de 2004: http://www.netsite.com.br/

25 de junho de 2004

O homossexualismo é igual aos outros pecados?

O HOMOSSEXUALISMO É IGUAL AOS OUTROS PECADOS?

Julio Severo

Todos os seres humanos nascem pecadores e todos os pecados levam à condenação eterna. Então, no plano estritamente espiritual, todos os pecados levam igualmente à condenação eterna.

Mas aí vem a questão da vida humana aqui na terra. Embora no plano espiritual nenhum pecado seja pior do que o outro, na esfera humana e social, por mais que queiramos, os pecados não são iguais. Por exemplo: O que você acharia pior? Um homem dizer uma mentirinha para sua filha, do tipo “Eu não tenho o livro que você está querendo” (quando na verdade ele o tem)? Ou um homem estuprá-la e matá-la? A justiça humana deveria tratar a mentirinha e o estupro seguido de assassinato da mesma maneira, fichando na polícia e dando uma condenação de anos de prisão para os infratores? Ou deveria, como no caso da mentirinha, tratar o estupro seguido de assassinato como um delito menor, insignificante? Qual o padrão que se deverá usar para “igualar” os pecados aqui na terra, do jeito que são “igualados” na esfera espiritual?

Todos os pecados são iguais?
Os pecados podem ser iguais no que se refere à condenação eterna, porém não são iguais no que se refere à nossa vida como cidadãos na terra. No plano terreno, há uma diferença imensa entre uma mentirinha e um estupro seguido de assassinato! Aliás, só o estupro em si já é bem pior do que uma mentirinha. Por isso, para que a sociedade possa viver em relativa paz e harmonia, é preciso estabelecer leis para limitar e punir condutas que representem ameaça para a existência e sobrevivência das famílias. Nessa questão, veja o capítulo O Cristão e o Bem-Estar Social em meu livro O Movimento Homossexual.

No Antigo Testamento, Deus estabeleceu várias penalidades civis contra diferentes crimes. Algumas penalidades são mais pesadas ou leves dependendo do erro ou do crime. Assim, vê-se que o próprio Deus colocou diferenças na maneira de lidar com o pecado aqui na terra. A meta das leis terrenas não é salvar nem libertar, porém preservar a ordem social e impedir o caos. No entanto, se as leis terrenas igualassem todos os pecados, do jeito que são igualados na esfera espiritual (no que se refere à condenação eterna), então tanto as leis quanto sua ausência causariam o caos geral na sociedade. Um estupro, assassinato e mentirinha ficariam no mesmo nível legal.

Enxergando devidamente as questões espirituais e terrenas
Na esfera espiritual e pessoal, podemos falar de Jesus para um homossexual comum e mostrar que Jesus liberta todos os pecadores. Do jeito que ele liberta um beberrão, ladrão ou adúltero, ele também liberta um homossexual. Para Deus, não há diferença.

Embora a libertação de Jesus seja oferecida de modo igual a todos o que precisam e buscam, a questão do pecado não é tão simples, se não soubermos distinguir entre o espiritual e o terreno. No “reino” deste mundo cada delito tem um grau de gravidade e merece determinado castigo a fim de que os cidadãos aprendam a conviver em paz, segurança e harmonia. Contudo, no Reino de Deus o padrão é mais rigoroso e todos os que tiverem qualquer pecado não confessado e apagado pelo sangue de Jesus estão completamente impedidos de fazer parte desse Reino. “Vocês sabem que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 BLH) Aqui o Apóstolo Paulo, sob inspiração do Espírito Santo, trata do pecado e suas conseqüências na esfera espiritual.

No entanto, Paulo também lida com a esfera terrena. Ele diz: “Devemos lembrar, é claro, que as leis são feitas não para as pessoas corretas, mas para os marginais e os criminosos, os ateus e os que praticam o mal e para os que não respeitam a Deus nem a religião. São feitas também para os que matam os seus pais e para outros assassinos. E para os imorais, os pervertidos sexuais, os seqüestradores, os mentirosos, os que dão falso testemunho e para os que fazem qualquer outra coisa que é contra o verdadeiro ensinamento”. (1 Timóteo 1:9-10 BLH)

Se Deus considerasse, a nível natural e terreno, todos os pecados iguais, ele não colocaria leis sociais fazendo diferença e estabelecendo graus de punição para cada erro e crime. Ele tem uma maneira apropriada de lidar com a esfera espiritual e terrena. Se não soubermos também fazer essa distinção, então poderíamos correr o risco de ou estabelecer graus para cada tipo de pecado para pessoas que estão querendo entrar no Reino de Deus ou igualar todos os pecados na sociedade. Seria uma inversão de visão com relação ao pecado. Assim, não teríamos como combater eficazmente a militância gay, pois nossas energias estariam sendo dispersas em esforços para combater todos os tipos de pecados ao mesmo tempo, desde os maiores pecados até os menores.

Dispersar nossas energias diante de uma militância tão feroz seria como soldados que avançam para todos os lados e atiram em todas as direções. Um exército sem estratégia e visão de sua missão tem grandes possibilidades de perder uma guerra inteira. É fácil perceber que muitos cristãos estão confusos com relação às questões gays, não entendendo os vários desafios do movimento homossexual. Devido a essa confusão, muitas igrejas estão passo a passo cedendo e vendo as questões gays cada vez mais de acordo com a maneira de ver dos ativistas gays. Talvez essas igrejas não saibam como ajudar na libertação dos homossexuais ou não saibam lidar com fortes questões morais nos meios sociais. Há uma grande necessidade de visão.

O cristão não precisa se retrair de suas responsabilidades na sociedade. Mesmo como cidadão comum, ele pode obedecer a Deus. Um bom exemplo de obediência com visão no Novo Testamento encontra-se no testemunho corajoso de João Batista. A Palavra de Deus o mostra confrontando uma alta autoridade política que estava envolvida num relacionamento sexual fora dos padrões morais. Essa autoridade tinha muitos problemas sérios (inclusive desonestidade, corrupção e violência) que mereciam forte reprovação. João poderia ter confrontado todos esses pecados, pois ele tinha conhecimento, através de seus pais que eram de famílias de sacerdotes, do importante papel dos profetas do Antigo Testamento na denúncia contra a corrupção e opressão contra os pobres praticadas por autoridades políticas.

Contudo, ele agiu de acordo com a prioridade de justiça que Deus colocou em seu coração, talvez por que não fizesse muito sentido pressionar um político a tentar “consertar” as coisas na sociedade quando sua vida particular precisava de “conserto” moral. Ele não dispersou suas energias contra todos os pecados de um político. Ele começou atacando de frente o pecado que sua visão espiritual via como mais grave no momento. Por sua atitude de repreender o pecado sexual de um homem da política, João acabou sofrendo prisão e morte. “Herodes tinha mandado prender João, amarrar as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodias, esposa do seu irmão Filipe. Pois João Batista tinha dito muitas vezes a Herodes: ‘Pela nossa Lei você é proibido de casar com Herodias!’” (Mateus 14:3-4 BLH)

Jesus aprovou o comportamento profético de João. Enquanto João estava na prisão pagando pelo “crime” de confrontar o pecado sexual de Herodes, Jesus só teve comentários de elogio sobre ele. “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: De todos os homens que já nasceram, João Batista é o maior… E, se vocês querem crer… João é Elias, que estava para vir.” (Mateus 11:11,14 BLH)

Se estivesse vivo em nossa época, será que João conseguiria ficar de boca fechada diante de políticos como a Marta Suplicy, que promovem ativamente a agenda gay na sociedade? Será que ele conseguiria deixar de confrontar o governo Lula, que recentemente apresentou na ONU uma resolução para favorecer o pecado homossexual no mundo inteiro?

Os pecados e a “abominação” de Sodoma
Não podemos tentar imaginar, como querem nos fazer acreditar os ativistas gays, que os homossexuais pertencem a uma minoria pobre e desprotegida. É bem o contrário. Os militantes gays, além de pertencerem a um segmento social arrogante em que há muitos empresários, professores universitários, militantes de esquerda, jornalistas e outros profissionais bem estabelecidos na sociedade, recebem apoio inegável das elites que controlam os meios de comunicação. A maioria deles está acostumada ao luxo e às viagens. Um dos setores que mais cresce é o turismo voltado para os homossexuais, justamente porque a classe gay possui mais dinheiro do que os cidadãos comuns.

Os habitantes de Sodoma também desfrutavam das muitas vantagens sociais que a elite gay conhece hoje. Deus diz: “Sodoma e as suas filhas eram orgulhosas porque tinham muita comida e viviam no conforto, sem fazer nada; porém não cuidaram dos pobres e dos necessitados. Elas foram orgulhosas e teimosas e fizeram as coisas que eu detesto; por isso, eu as destruí, como você sabe muito bem.” (Ezequiel 16:49-50 BLH)

Os sodomitas eram despreocupados, pois tinham tudo o que precisavam em abundância, mas utilizavam mal seu conforto material, vivendo na glutonaria, na preguiça e nas bebedeiras. Eles utilizavam sua prosperidade unicamente para gratificar seus caprichos e desejos e mantinham os olhos fechados para os necessitados, não se importando em ajudar ninguém que não seguisse ou aprovasse seu estilo de vida.

Deus detesta o orgulho e a arrogância. Essas qualidades os ativistas homossexuais conseguem mostrar de modo exemplar em suas marchas de orgulho gay e em seu atrevimento e desrespeito contra os valores da família e contra todos os que são fiéis ao que Deus diz em sua Palavra a respeito das práticas homossexuais. A arrogância deles é tão grande que eles acham normal reinterpretar e torcer passagens da Bíblia a fim de favorecer seus sentimentos e práticas sexuais antinaturais. Eles não têm vergonha nenhuma de deturpar até mesmo passagens sobre o Senhor Jesus e usá-lo como exemplo de “amor” homossexual! A Palavra de Deus explica que “os ignorantes e instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles”. (2 Pedro 3:16b NVI)

Deus detesta a injustiça contra os pobres e necessitados. Os recursos sociais e pessoais de Sodoma estavam sendo investidos exclusivamente na direção dos apetites sexuais de seus cidadãos. Quando souberam que dois “homens” haviam chegado à sua cidade a fim de visitar Ló, “todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais jovens aos mais velhos, cercaram a casa. Chamaram Ló e lhe disseram: ‘Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles’”. (Gênesis 19:4-5 NVI, o destaque é meu.) Todos os homens de Sodoma eram prisioneiros de sentimentos e práticas sexuais dirigidas a outros homens. Portanto, além do orgulho e arrogância, a Palavra de Deus deixa claro que os habitantes de Sodoma estavam também cometendo coisas que ele detesta. Deus diz que eles “se ensoberbeceram e fizeram abominação” diante dele. (Veja Ezequiel 16:50 RC.)

O que é essa “abominação” que Deus detesta tanto? O que é essa “abominação” que trouxe tanta destruição para Sodoma e para as cidades vizinhas que também tinham um ambiente social e legal semelhante? A Palavra de Deus explica: “O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades próximas é um exemplo para nós do castigo de fogo eterno. O povo dessas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais”. (Judas 1:7 GW, o destaque é meu.)

Portanto, Deus mostra que ele não gosta do orgulho, arrogância e injustiça contra os pobres e necessitados. E ele gosta menos ainda da abominação de Sodoma, que deu origem à palavra sodomia. O mundialmente famoso dicionário de inglês Webster traz as seguintes definições:

Sodomia: Um crime contra a natureza. (Dictionary of American English, de Noah Webster, edição de 1828.)

Sodomia (palavra originária das inclinações homossexuais dos homens da cidade de Sodoma, em Gênesis 19:1-11): 1. Cópula com uma pessoa do mesmo sexo ou com um animal. 2. Cópula sem coito, principalmente anal ou oral, com uma pessoa do sexo oposto. (Webster’s Ninth New Collegiate Dictionary, edição de 1984.)

Há na Bíblia muitas referências a Sodoma e sua total destruição, a fim de que compreendamos o que vai acontecer com os que lutam para promover e legalizar o que Deus vê como abominação. “Deus condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, destruindo-as com fogo, como exemplo do que vai acontecer com os que não querem saber dele.” (2 Pedro 2:6 BLH) E a abominação que causou a destruição de Sodoma é a mesma abominação que merece a pena de morte, de acordo com o que a Palavra de Deus prescreve: “Quando também um homem se deitar com outro homem como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles”. (Levítico 20:13 RC) É de estranhar então o motivo por que a cidade inteira de Sodoma sofreu a pena de morte?

Conseqüências sociais
Em que os militantes gays de hoje poderiam ser comparados na característica negativa dos cidadãos de Sodoma, que não ajudavam os pobres e necessitados? Geralmente, a prática de “ajuda” dos homossexuais consiste em ajudar um rapaz pobre em troca de favores sexuais. Gays no mundo artístico e outras profissões liberais costumam envolver-se assim com rapazes e “ajudá-los”. É bem possível que os cidadãos de Sodoma também “ajudassem” os pobres dessa forma. Mas, para Deus, explorar os necessitados em troca de “abominação” não é ajuda.

Seja como for, são os ricos que exploram os pobres e os países mais ricos são o lugar do mundo em que se encontram os ativistas gays mais ativos e bem equipados. Veja por exemplo a Alemanha, os EUA e a Suécia, onde muitos gays pertencem à classe econômica rica e têm, de um modo ou de outro, oportunidades de influenciar os setores legais e políticos da sociedade. Aliás, até mesmo em países não tão ricos encontram-se não poucos ativistas gays em classes econômicas consideravelmente ricas, em comparação com a maioria da população que não tem tempo nem dinheiro para se ocupar exclusivamente com o comportamento homossexual e como promovê-lo. Em vez disso, a maioria da população só tem tempo para se preocupar com as necessidades básicas da vida. Enquanto grupos cristãos de assistência aos pobres e necessitados lutam para sobreviver, os grupos de militância gay são muito bem financiados, até mesmo com importantes verbas vindas do exterior.

Além de serem bem estabelecidos financeiramente, os militantes gays conseguem, com muita astúcia política, o desvio de enormes verbas públicas para suas “campanhas contra a AIDS” e outras atividades semelhantes. Tais recursos poderiam ser mais bem destinados aos pobres e necessitados, pois a prevenção da AIDS e muitas outras doenças sérias entre os homossexuais é bem simples e barata: abstinência de sexo anormal. Pelo fato de que muitos homossexuais não se abstêm de seus atos sexuais antinaturais, eles pegam e transmitem muitas doenças, que pesam no sistema de saúde pública. Assim, sua irresponsabilidade pessoal ajuda a desviar recursos importantes que poderiam ser utilizados em necessidades médicas mais legítimas.

Em entrevista ao serviço noticioso Zenit, de 23 de setembro de 2003, o Dr. Rick Fitzgibbons comenta sobre as conseqüências médicas do comportamento homossexual:


A lista de doenças médicas encontradas com extraordinária freqüência entre homens homossexuais praticantes como um resultado de comportamento homossexual anormal é alarmante: câncer anal, chlamydia, trachomatis, cryptosporidium, giardia lamblia, herpes, HIV, vírus papiloma humano —HPV ou ferida genital — isospora belli, microsporidia, gonorréia, hepatite viral tipos B e C, e sífilis. A transmissão sexual de algumas dessas desordens é tão rara na população heterossexual chegando a ser virtualmente desconhecida. Outras, quando encontradas entre heterossexuais e homossexuais praticantes, são claramente predominantes por aqueles envolvidos em atividade homossexual. Homens que têm relação sexual com homens contam com um grande número de casos nos Estados Unidos de infecções sexuais transmitidas que não são geralmente espalhadas por contato sexual. Estas doenças, com conseqüências que vão de severas até tratamentos vitais para meras enfermidades, inclusive hepatite A, giardia Lamblia, entamoeba histolytica, Vírus Epstein-Barra, neisseria meningitides, shigellosis, salmonellosis, pediculosis, scabies e campylobacter.

Pesquisas médicas sérias revelam então que os indivíduos que praticam o homossexualismo têm mais facilidade de pegar muitas doenças transmissíveis graves do que as pessoas que não são homossexuais. Além disso, os gays têm relações sexuais com tantos parceiros diferentes que eles mesmos aumentam o risco de pegar e transmitir essas doenças. Alguns gays não se importam se infectarão seus parceiros ou não, e às vezes até decidem deliberadamente fazer com que os outros sejam contaminados e sofram tanto quanto eles. E é difícil tentar eliminar esse tipo de irresponsabilidade, pois os ativistas do movimento homossexual pregam que ninguém tem o direito de interferir na vida sexual privada de um gay.
[1]

Para mudar essa situação e ajudar os homossexuais e a população geral, seriam necessárias no mínimo campanhas regulares de educação e prevenção à sodomia. No entanto, atualmente não há mais leis rigorosas protegendo a sociedade da sodomia por influência direta de pesquisas fraudulentas. A Drª Judith Reisman afirma que o falecido Kinsey teve importante papel em influenciar e abrandar as atitudes da sociedade para com o estupro, o incesto, a pedofilia e a pederastia. Embora a pederastia seja um grave abuso contra as crianças, o movimento de defesa dos direitos dos gays a vê apenas como “amor entre homens e meninos”. Líderes homossexuais citam o trabalho “pioneiro” de Kinsey como o grande responsável pela revolução sexual e pela normalização do que antes era considerado ato criminoso: a sodomia.[2]

Mesmo sabendo que as práticas homossexuais representam sério risco para a saúde e expõem o corpo ao perigo da AIDS, muitos praticantes do homossexualismo acham que vale a pena dar a vida para praticar seus desejos sexuais. Um ativista gay declarou: “Decidimos que é melhor morrer [de AIDS] do que levar uma vida sexual chata.”[3]

Portanto, o avanço do moderno movimento homossexual mostra que os ativistas gays estão dispostos a tudo para tornar nossa sociedade mais parecida ou até pior do que Sodoma.

Se Deus fosse tratar Sodoma considerando todos os pecados iguais (e nós sabemos que para ele todos os pecados são iguais), ele sem dúvida alguma não destruiria só Sodoma, mas toda a humanidade. Não há dúvida de que além do orgulho e outros pecados sérios, o sexo de homem com homem passou a ser o centro da vida social de Sodoma. As energias deles estavam sendo investidas em grande escala em seus desejos sexuais. A destruição dessa cidade tolerante do homossexualismo teve como objetivo mostrar que é importante, na esfera terrena, combater e eliminar o avanço da militância gay na sociedade.

Na época, como a destruição de Sodoma não permitiu que a agenda gay avançasse no mundo inteiro, ninguém sabia com certeza o que a militância homossexual poderia trazer como conseqüência, embora a tentativa de estupro homossexual dos sodomitas contra dois anjos seja um sinal do que estava para vir. Mas em nossa época é diferente. Vemos os ativistas homossexuais se mobilizando de maneira furiosa e espalhafatosa, impondo, com intolerância e obstinação, a aceitação de seu comportamento. Eles trabalham febrilmente para legalizar o casamento homossexual e desestruturar a família natural.

Algum tempo atrás, eles afirmavam com convicção que suas campanhas para legalizar o casamento gay não incluiriam a adoção de crianças. Hoje eles lutam abertamente nos tribunais pela adoção! Há agora ativistas gays que afirmam que a pedofilia não faz parte de seu movimento. Será que a sociedade cairia novamente no erro de acreditar na palavra deles? Já há líderes gays pedindo a aceitação e compreensão da sociedade para com “o sexo entre homens e meninos”. Portanto, só Deus sabe o que o futuro reserva, se nada for feito para deter a agenda ardilosa da militância gay.

Em resumo, as maldades dos sodomitas são claras: eles eram orgulhosos, arrogantes e prósperos em dinheiro, preguiça e bebedeiras, sem se importar com ninguém que não aprovasse ou seguisse seu estilo de vida. E eles cometiam abominação diante de Deus. O pecado sexual deles era tão grave e antinatural que não havia como descrevê-lo num termo simples. O único jeito de mencioná-lo era usando o termo abominação, que significa algo extremamente detestável. Assim, não há dúvida de que Deus sentia nojo das práticas sexuais dos sodomitas.

Entendendo as diferenças entre o homossexual e o ser humano sexualmente natural
Algum tempo atrás um líder evangélico do Brasil argumentou que tanto o homossexual quanto o “heterossexual” precisam se controlar sexualmente. Ele disse: “A conduta que Deus exige tanto do homossexual quanto do heterossexual é a mesma”. Dizer isso é implicar que tanto a sexualidade natural quanto a homossexualidade são normais. Então o que e errado é apenas o descontrole dos impulsos sexuais dos seres humanos naturais e dos homossexuais? Seria pensar que, assim como o homem natural tudo o que o homossexual precisa fazer é se autocontrolar? No entanto, dizer isso não significaria que é normal ser homossexual desde que não se pratique o comportamento homossexual?

A intervenção de Jesus na vida de um homossexual limita-se apenas na supressão de seu comportamento? Onde está o espaço para Deus realizar uma mudança de coração? Em 1 Coríntios 6:9-10 os homossexuais são colocados juntamente com outros tipos de indivíduos que não têm direito de entrar no Reino de Deus. Então, se formos aplicar o pensamento da naturalidade da identidade de pecado numa pessoa, tanto o adúltero quanto o heterossexual precisam se controlar? Tanto o assassino quanto o heterossexual precisam se controlar? Tanto o ladrão quanto o heterossexual precisam se controlar? Será que Jesus tem o poder de eliminar as práticas erradas de um ladrão, mas não de transformar sua natureza de ladrão? Um adúltero que se torna cristão e pára de adulterar será adúltero o resto da vida, mesmo sem praticar o adultério?

Não é pecado ser ladrão, desde que não se roube? Não é pecado ser adúltero, desde que não se cometa adultério? Não é pecado ser homossexual, desde que não se cometa atos homossexuais? Não é pecado ser pedófilo, desde que não se faça sexo com crianças? Esse pensamento faz sentido?

Todos os “heterossexuais” nascem em pecado e podem assim se tornar ladrões, assassinos, adúlteros, homossexuais, etc. A condição humana de heterossexual em si não é pecado, pois ele tem desejos, vontades e condutas sexuais que, ainda que manchados pelo pecado, foram projetados por seu Criador. Contudo, a condição de homossexual não é natural. Os desejos, vontades e condutas sexuais do homossexual não foram, em nenhum sentido, projetados pelo Criador. Ser heterossexual em si é perfeitamente normal. Ser homossexual não.

Um homem ou mulher natural (que as ideologias politicamente corretas de hoje classificam como heterossexual muitas vezes para fazer diferença com o homossexual) pode ser adúltero, ladrão ou homossexual. No caso do homossexual, ele é um “heterossexual” prisioneiro de uma identidade e condição de pecado, com todos os desejos, vontades e necessidades decorrentes de seu estado.

Implicar um mínimo de igualdade entre o homossexual e o ser humano sexualmente natural é tirar do prisioneiro do homossexualismo a esperança de se ver como alguém em necessidade da graça e do poder de Jesus para restaurá-lo à condição sexual projetada pelo Criador. O ser humano em si não tem a capacidade de libertar um homem de sua condição homossexual. Mas será que todas as coisas são possíveis para Deus, menos a libertação de alguém preso a um identidade sexual antinatural?

O poder do Evangelho é muito mais do que só a cessação de um ou dois comportamentos errados. Embora a cessação de condutas erradas seja útil para a paz e ordem social e ajude um cristão a ter um bom testemunho na sociedade, o poder do Evangelho envolve salvação, libertação e transformação de todos os que abrem com sinceridade o coração para a pessoa de Jesus Cristo. Essa transformação é uma obra do Espírito Santo começando de dentro para fora de uma pessoa que se entrega em fé e obediência a Jesus. O indivíduo praticante do homossexualismo faz uma boa obra quando deixa de praticar atos homossexuais, porém as boas obras em si, por melhores que sejam, são inúteis para a salvação. Mas têm outras utilidades. Se ele se interessa pela paz e ordem na sociedade, ele se oporá ao comportamento gay e toda tentativa legal e política de favorecê-lo. Essa é uma boa obra que é útil e agradável para o bem-estar social, pois pesquisas revelam que o estilo de vida homossexual é responsável pela propagação de diversas doenças sérias na sociedade. No entanto, se ele quer salvação, o único caminho é se abrir para Jesus Cristo e suas transformações. As boas obras, nesse caso específico, são incapazes de ajudá-lo na sua libertação.

Homossexual: eunuco por amor ao Reino de Deus?
Já li texto de pelo menos dois líderes evangélicos do Brasil declarando que um homossexual evangélico é chamado para ser eunuco. Será que o homossexual cristão pode ser considerado um “eunuco por amor ao Reino de Deus”? O movimento gay tem procurado fazer uso de todos os tipos de recursos teológicos a fim de “provar” que não há condenação bíblica para a homossexualidade. Um dos recursos é a utilização do termo eunuco. Numa entrevista, colocou-se a seguinte questão para Luiz Mott, considerado o mais importante militante do movimento homossexual no Brasil: “O crescimento do homossexualismo e sua maior aceitação por parte da sociedade tendem a alterar a visão evangélica mais ortodoxa, segundo a qual o comportamento gay é pecado e abominação contra Deus”. Mott respondeu:

— Sim, os cristãos, devem respeitar o ensinamento de Jesus de que há eunucos que assim nasceram do ventre de suas mães. Eunuco é um eufemismo usado por Cristo para se referir aos amantes do mesmo sexo, ainda que o termo “homossexual” só foi inventado em 1869. Hoje a genética comprova cada vez mais a naturalidade da orientação sexual: portanto, faz parte dos planos do Criador também a existência de seres humanos com orientação homossexual… Abominação é o desamor, é não escutar a voz do Espírito Santo, que através da exegese, da genética, da antropologia, garantem a normalidade e universalidade do amor homossexual. Homossexualidade é amor, tão puro e verdadeiro como o que o Rei Davi sentiu por Jonas: “teu amor me era mais delicioso que o amor das mulheres!”[4]

Em primeiro lugar, vamos ver o que Jesus mesmo diz:

“Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do Reino dos céus. Quem pode receber isso, que o receba”. (Mateus 19:12 RC)

Outra versão torna as palavras de Jesus ainda mais claras:

“Pois há razões diferentes que tornam alguns homens incapazes para o casamento: uns, porque nasceram assim; outros, porque foram castrados; e outros ainda não casam por causa do Reino do Céu. Quem puder, que aceite este ensinamento”. (Mateus 19:12 BLH)

O eunuco pode ser o homem que nasce sem a capacidade natural de ter relações sexuais e gerar bebês (como, infelizmente, às vezes ocorre com pessoas que nascem com graves deficiências nos órgãos genitais ou nascem sem esses órgãos). Tal caso não se aplica ao homossexual, que pode tanto ter relações sexuais normais quanto gerar bebês, se optar por um casamento natural.

Quando fala de eunucos, Jesus sem dúvida se refere à situação infeliz dessas pessoas. Ele também se refere às pessoas que tiveram uma experiência traumática como a de Daniel, que foi castrado à força e assim se tornou eunuco na Babilônia. E ser eunuco pelo Reino de Deus se aplica a todos os que por livre vontade deixam de casar a fim de servir melhor o Senhor Jesus. Jeremias é um exemplo: ele não se casou por amor ao seu trabalho profético dirigido por Deus.

Portanto, eunuco pode ser o homem que nasceu sexualmente deficiente, ou o homem que foi castrado ou ainda, figurativamente, o homem que renuncia ao casamento a fim de se dedicar inteiramente ao trabalho do Reino de Deus, conforme a orientação de Paulo em 1 Coríntios 7:25-26,32-33. Nessa última definição, Jesus não menciona que o homem se torna eunuco para não pecar sexualmente. Ele se torna como um eunuco no sentido de que evita o casamento e todas as suas imensas responsabilidades a fim de que possa dedicar sua atenção e energias exclusivamente para trabalhar para Deus.

João Batista foi um “eunuco” pelo Reino de Deus, já que todo seu tempo era exclusivamente empregado no seu intenso ministério profético. Ele renunciou ao casamento para se dedicar à missão de anunciar a vinda do Messias. Ele não tinha tempo para nada, a não ser os interesses de Deus. Assim, o eunuco pode ser um homem que renuncia ao casamento a fim de servir a Deus de modo mais completo. Alguns cristãos conseguem viver intensamente para Deus sem casamento. É uma capacidade que Deus lhes deu. Paulo, que não era casado e trabalhava para Deus com muito amor, declarou: “Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira, e outro de outra”. (1 Coríntios 7:7 RC)

Agora, como interpretar que um homossexual pode ser eunuco por amor ao Reino de Deus? Será que também poderíamos incluir nessa interpretação um assassino não matar por amor ao Reino de Deus? Ou um adúltero não adulterar por amor ao Reino de Deus? Ou um pedófilo não violentar crianças por amor ao Reino de Deus? Faz sentido pensar dessa forma?

Seria correto colocar na categoria de eunuco pelo Reino de Deus um indivíduo cuja identidade, desejos e sentimentos sexuais são caracterizados pela antinaturalidade? Eunuco por amor ao Reino de Deus é o homem que convive a vida inteira com sentimentos e desejos homossexuais e os reprime? Ou é o homem que se dispõe a conviver com o chamado de se entregar completamente para Deus e seu serviço?

Os homossexuais são iguais a quem?
Uma revista evangélica agrupou condições humanas aparentemente no mesmo nível: “O homem e a mulher [que são iguais em valor natural], o jovem e o adulto [que são iguais em valor natural], o hetero e o homossexual…” Em que sentido o homem e a mulher sexualmente natural poderiam ser colocados no mesmo nível de um indivíduo que tem sentimentos ou práticas antinaturais? Se há uma igualdade tão parecida assim, então os ativistas gays não estão com a razão quando utilizam o argumento da igualdade para exigir cada vez mais direitos e privilégios especiais para seu comportamento? Assim, pouco adiantaria condenar um comportamento sexual desaprovado pela Palavra de Deus, porém aceitar uma igualdade entre o ser humano sexualmente natural e o ser humano sexualmente antinatural.

Ser homem, mulher, jovem, adulto e heterossexual são condições humanas normais que não caracterizam nem direta nem indiretamente nenhum tipo de anormalidade ou antinaturalidade. Tal, porém, não é o caso com relação à homossexualidade. Homossexual é o indivíduo cuja característica de vida é a prática e/ou atração por indivíduos do mesmo sexo. Essas práticas e/ou atrações são totalmente antinaturais.

Certamente, sem intenção maldosa a revista acabou cometendo um equivoco, dando a impressão de normalidade aos homossexuais, pois colocou-os na categoria de condições humanas naturais que não designam em si atividade ou estado de pecado. Contudo, quando coloca os homossexuais em categorias humanas, a Palavra de Deus faz questão de apresentá-los juntamente com condições humanas diretamente envolvidas em identificações e condutas contrárias à vontade de Deus.

Embora os ativistas gays lutem muito para que os homossexuais sejam colocados lado a lado junto com os homens sexualmente naturais, como se houvesse entre eles apenas diferenças insignificantes entre dois grupos normais, a Bíblia jamais os coloca na categoria de seres humanos normais. Em 1 Timóteo 1:9 os homossexuais aparecem com outros indivíduos “normais” como eles: indivíduos que desrespeitam a lei e a ordem, criminosos, assassinos, seqüestradores, etc. Essa é a lista de problemas terrenos em que, conforme Paulo, os homossexuais podem ser normalmente colocados.

Em 1 Coríntios 6:9-10, os homossexuais são colocados em outra lista em que há indivíduos que, de acordo com Paulo, não têm o direito de entrar no Reino de Deus: adúlteros, idólatras, ladrões, beberrões, difamadores, etc. Assim, na categoria de indivíduos que violam as leis e a vontade de Deus, os homossexuais são considerados normais.

Vê-se que, no lado espiritual, o homossexual recebe condenação no que se refere à eternidade. Pelo lado terreno, ele recebe condenação no que se refere às leis humanas que têm a responsabilidade de proibir e castigar condutas erradas e antinaturais.

Implicar que a única coisa que, em seus sentimentos e desejos antinaturais, um homossexual pode fazer é se tornar um “celibato” ou “eunuco” por amor ao Reino Deus é ter uma fé que remove o homossexual da lista de possibilidades de intervenção e transformação de Deus. Se a leis humanas justas chamam os cidadãos para se absterem de muitos tipos de condutas erradas e impróprias, inclusive as práticas homossexuais, o Evangelho os chama para muito mais. O Evangelho chama a todos para Jesus, onde há amor, alegria, paz e transformações de vida que nenhum ser humano pode oferecer.

É crendo nesse Evangelho que sou ousado para alcançar quem precisa de salvação, inclusive drogados, prostitutas e até mesmo pessoas que não têm nenhum desses pecados sérios, mas também precisa de Jesus. Anos atrás, estive num evento escolar na cidade de São Paulo em que todos estavam a vontade reunidos em grupos e conversando, menos a “diretora” da escola. “Ela” estava isolada num canto, sem ninguém com quem conversar. Apesar da aparência e roupa de mulher, “ela” na verdade era um homem. Meu coração se encheu de compaixão por aquela alma.

No próximo evento, levei um folheto do ex-gay Sy Rogers e quando vi os grupos se formando e a “diretora” sozinha em seu canto, fui até “ela”, conversei sobre o amor de Jesus e lhe dei o folheto. Todos olharam para mim, cochichando e dizendo que eu provavelmente deveria ter o mesmo problema “dela”, só porque me “atrevi” a me aproximar “dela” para conversar. Naquele dia, ouvi muitos insultos contra mim unicamente por minha atitude de estar com alguém que precisava ouvir o Evangelho. Por essa atitude, fui hostilizado pelos jovens da escola, que me xingaram de “bicha” e outros nomes.

Não foi fácil, porém ajo por amor a Jesus. Não tenho medo de fazer a vontade de Deus, mesmo quando há incompreensão e oposição, pois sei que suas transformações miraculosas e maravilhosas estão ao alcance de todos os que abrem o coração para Deus com sinceridade. Minha grande alegria foi ver o interesse da “diretora” no Evangelho e no testemunho do folheto, que contava sobre a libertação de um homossexual. “Ela” me ouviu falar de Jesus com muita atenção e gratidão.

Questões importantes para consideração
Apoiar-se na idéia de que os indivíduos escravizados a sentimentos e desejos homossexuais podem agradar a Deus sendo “eunucos” é mostrar falta de esperança numa transformação miraculosa e real de Jesus para restaurar um homossexual à sexualidade natural. Corre-se assim o risco de achar que, embora possa receber perdão e paz, não se pode mudar a natureza homossexual de uma pessoa. Passa-se então a crer num tipo de conversão sem transformação, em que depois de se tornar cristão, um gay vira simplesmente um homossexual cristão que precisa ser um “eunuco” para não colocar em prática seus desejos antinaturais!

Embora não tenhamos nenhuma capacidade de transformar ninguém, pessoas oprimidas pelo homossexualismo podem receber de Jesus muito mais do que só perdão e paz.

Mesmo que alguns especialistas venham a “provar” que a homossexualidade tem como fator principal a genética, não precisaremos limitar nossa confiança na Palavra de Deus no que se refere ao homossexualismo. Veja o que a Bíblia diz: "Vocês sabem que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus." (1 Coríntios 6:9-11 BLH)

O que a Palavra de Deus mostra é que na igreja do Novo Testamento havia pessoas que eram homossexuais no passado. Só no passado. Assim, onde Jesus tem espaço para visitar, libertar e transformar, a homossexualidade de alguém permanece no passado, não por toda a vida.

Portanto, precisamos avaliar com sinceridade: 1) Um homossexual pode ser considerado um eunuco por amor ao Reino de Deus? 2) A Palavra de Deus está certa quando ensina que a homossexualidade de um cristão liberto fica no passado? 3) O que o Senhor Jesus Cristo pode fazer por pessoas oprimidas pelo homossexualismo? 4) O Senhor Jesus realmente pode mudar a natureza alcoólatra, pornográfica, enganadora, assassina ou homossexual das pessoas?

São perguntas que precisam ser devidamente tratadas e respondidas.


Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail:
juliosevero@hotmail.com

Fonte: http://www.juliosevero.com.br/

[1]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), p. 48.
[2]Cf. Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 244.
[3] An unnamed homosexual radio spokesperson, quoted in David A. Noebel, Wayne C. Lutton, and Paul Cameron. AIDS: Acquired Immune Deficiency Syndrome. Summit Ministries Research Center, Manitou Springs, Colorado, 80829. 1985, 149 pages, $3.95. Reviewed by Chilton Williamson, Jr. on page 58 of the April 11, 1986 issue of National Review. This is a review of the literature that has been written about AIDS, and an examination of the tactics used by homosexuals to take advantage of the plague to further their own goals.
[4] Entrevista intitulada Sobre Homossexualidade e Cristianismo: http://geocities.yahoo.com.br/luizmottbr/entrev12.html

2 de junho de 2004

Educação sobre Abstinência Faz a Diferença

Educação sobre Abstinência Faz a Diferença

Michael Medved

Um relatório recente dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças ofereceu abundância de boas notícias sobre os adolescentes, mas os responsáveis pelos meios de comunicação de maneira geral não deram atenção ao relatório, que mostra que, entre 1991 e 2003, a percentagem de estudantes colegiais que alguma vez fizeram sexo teve uma evidente queda — de 54 por cento para 47 por cento.

Isso significa que a maioria dos jovens, tanto rapazes quanto moças, agora chega à formatura virgem. O número de jovens que relataram que durante toda a vida tiveram quatro ou mais parceiros sexuais também teve uma queda dramática — de 19 por cento para 14 por cento.

Embora a elite não queira confessar, esses números indicam que a educação sobre abstinência está funcionando — e se enfatizarmos a moralidade e o domínio próprio de modo mais inequívoco, poderia funcionar ainda melhor. Intensas campanhas de educação contra o fumo reduziram a percentagem de adolescentes fumantes de 36 por cento para 20 por cento entre 1997 e 2003. Imagine o que poderia significar para [o país] se demonstrássemos desaprovação ao sexo entre adolescentes do jeito que hoje demonstramos desaprovação ao fumo.

2 de junho de 2004
Fonte: Beyond The News, Abstinence Education Making a Difference 06/02/2004
Michael Medved is the host of
The Michael Medved Show.
Traduzido e adaptado por Julio Severo:
www.juliosevero.com.br