12 de novembro de 2004

Arafat: Morre Mais um Terrorista

Morre Mais um Terrorista

Joseph Farah

12 de novembro de 2004


© 2004 WorldNetDaily.com


Quem foi que disse que não devemos nos regozijar quando um indivíduo mau morre?


Com certeza, não foi a Bíblia.


Aliás, Provérbios 11:10 diz: “Quando os ímpios perecem, há cantos de alegria”.


Hoje, sinto vontade de gritar. Sinto vontade de me regozijar. O mundo agora é um lugar melhor porque aquele monstro frio e calculista não está mais nele. Ele está neste momento recebendo sua condenação eterna. E ouvi dizer que lá naquelas profundezas não é nada frio.


Por que não concordo com o jornal New York Times, Kofi Annan, Jimmy Carter e outros que estão realmente de luto por esse pervertido degenerado?


Yasser Arafat assassinou cristãos, judeus, israelenses e americanos, inclusive diplomatas, turistas, mulheres e crianças inocentes dos EUA. Yasser Arafat era um terrorista que jamais se arrependeu de seus crimes — ele fundou o terrorismo árabe moderno e serviu como inspiração para Osama bin Laden. Yasser Arafat explorava seu próprio povo, mantendo-os na miséria e perpetuando o ódio deles enquanto ele próprio engordava suas contas em bancos suíços.


Tive minha própria experiência com Arafat quando eu era correspondente no Oriente Médio. Ele tentou certa vez me matar com projeteis e artilharia, enquanto eu estava visitando o Líbano. Mas ele errou o alvo. Eu ainda estou aqui, porém Arafat está morto.


Arafat tinha tentado dominar o Líbano. Mas os israelenses o caçaram e expulsaram dali. Contudo, ele foi, de modo direto ou indireto, o causador da morte de aproximadamente quarenta mil libaneses.


Ele matou dezenas de milhares de pessoas, algumas a sangue frio, outras — como os diplomatas americanos em 1973 — mediante suas ordens, dadas com alegria.


Por que deveríamos ficar de luto por um monstro assim? Por que deveríamos honrá-lo com uma bandeira a meio pau? Só se aprovássemos suas maldades.


Será que Kofi Annan, Jimmy Carter e o New York Times entendem que seu herói e amigo Arafat era um simpatizante nazista? Será que essa verdade importaria para eles?


Numa entrevista de 2002 publicada no Al Sharq al Awsat, jornal árabe que circula em Londres, Arafat chamou o líder árabe e aliado nazista Hajj Amin al-Husseini “nosso herói”. Ele fez uma comparação entre si mesmo e al-Husseini que sobreviveu como líder, apesar das pressões mundiais contra ele por causa de suas ligações com os nazistas.


“Não somos o Afeganistão”, disse Arafat na entrevista. “Somos um povo poderoso. Conseguiram remover nosso herói Hajj Amin al-Husseini de sua posição? Houve muitas tentativas de se livrar dele, pois o consideravam aliado dos nazistas. Mas mesmo assim, ele viveu no Cairo [Egito], e participou da guerra de 1948 [quando exércitos de países árabes invadiram Israel, tentando acabar com os judeus], e eu estava com as tropas dele”.


Raras vezes Arafat dizia a verdade, porém, nesse caso, seus fatos estão corretos.


Hajj Amin al-Husseini era o grande mufti [líder religioso muçulmano] de Jerusalém, dirigindo os muçulmanos até a época da 2 Guerra Mundial. Ele apoiou os nazistas. Ele se encontrou com Adolf Hitler. Ele defendia fortemente o programa nazista de assassinato em massa dos judeus.


Aliás, o herói de Arafat se tornou um agente da Alemanha, e os britânicos tentaram repetidas vezes prendê-lo como espião.


Talvez a “maior realização” do mufti tenha sido recrutar dezenas de milhares de muçulmanos da Bósnia-Herzegovina e Albânia para a SS, a polícia especial alemã. Suas legiões árabes mais tarde participaram de massacres de milhares de judeus, ciganos e guerrilheiros sérvios, que lutavam contra os nazistas.


Em 1 de março de 1944, o herói de Arafat estava em Berlim, Alemanha, fazendo um programa dramático de rádio [transmitido para os países árabes]: “Árabes! Levantem-se unidos e lutem por seus direitos sagrados. Matem todos os judeus onde quer que os encontrem. Isso agrada a Deus, a história e a religião. Isso salva a honra de vocês”.


O mufti nazista visitou muitos campos de concentração e incentivou Hitler a ampliar a “Solução Final” para os judeus do Norte da África e Palestina. De fato, sua única condição para recrutar as legiões árabes nos Bálcãs era a promessa de Hitler de exterminar os judeus do Oriente Médio depois da guerra.


O grande mufti não era só o “herói” de Arafat, conforme ele própria dizia. Arafat era, realmente, tão ligado a al-Husseini que o jovem terrorista o chamava de “tio”. O nome verdadeiro de Arafat é Rahman Abdul Rauf el-Qudwa al-Husseini, embora não haja certeza sobre seu real
relacionamento de sangue com al-Husseini. Sua carreira inteira foi financiada pelo temido mufti nazista. Ele foi, de fato, o guia espiritual de Arafat, sua inspiração durante 40 anos de terrorismo, assassinatos, ódio e hipocrisia internacional.

Que a inscrição final no túmulo de Arafat seja: Ele era terrorista. Ele era assassino. Ele era mentiroso. Ele era escória a favor do nazismo.


Eu por minha parte estou contente que ele esteja morto.


Joseph Farah é jornalista e fundador da agência de notícias WND, WordNetDaily (www.wnd.com). Seus artigos são publicados em muitos jornais dos Estados Unidos.

Traduzido e adaptado do artigo original Another one bites the dust por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Source: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41420

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