16 de outubro de 2004

O apoio profético de Bush a Israel

O apoio profético de Bush a Israel

Michael D. Evans


Postado originalmente em 16 de outubro de 2004


© 2004 WorldNetDaily.com


Em 14 de abril de 2004, o Presidente George W. Bush, ao lado do Primeiro Ministro israelense Ariel Sharon, anunciou uma mudança dramática na política dos EUA com relação ao processo de paz no Oriente Médio. Talvez essa seja a mudança mais importante e profética na política americana para com o Oriente Médio desde que o Presidente Harry S Truman assinou em 14 de maio de 1948 o documento que reconhecia o renascimento do Estado de Israel.


O Presidente Bush corajosamente descartou décadas de políticas liberais apoiadas por seis presidentes americanos, o Departamento de Estado, a União Européia, a ONU e a Liga Árabe.


O Presidente Bush declarou que Israel não precisaria retornar às fronteiras de antes de 1967. Essa é uma mudança profética e histórica.

O Presidente Bush tratou diretamento do ponto central da crise do Oriente Médio: os refugiados. Em meu livro
“American Prophecies“, declarei que esse dilema precisava ser resolvido a fim de que a paz se tornasse realidade. Bush deixou claro que nem os palestinos que perderam terra em 1948 nem seus descendentes poderiam retornar para Israel. Eles poderiam, porém, retornar para os territórios palestinos. Tivessem eles recebido permissão para retornar, Israel se transformaria em outro Líbano [país com tradição cristã, que se encontra envolvido em muitos conflitos e derramamento de sangue por causa dos muçulmanos radicais defensores da “causa” palestina]. A coragem de Bush em reverter a política do “direito de retornar” foi uma mudança destemida e dá a Israel a segurança de que os terroristas do Líbano não serão importados para as grandes cidades de Israel.

O Presidente Bush reconheceu o direito de Israel manter alguns assentamentos importantes na Margem Ocidental como parte de todos os acordos de paz com os palestinos.

O Presidente Bush apoiou o direito de Israel lutar contra o terrorismo.

Não havia nenhuma razão política válida para Bush tomar essas decisões. Ao apoiar Israel Bush.


Garantiu sua perda dos votos dos muçulmanos nos EUA (cuja população eleitoral é tão grande quanto os eleitores judeus).

[Não ganhou nada dos judeus americanos.] Tradicionalmente, os judeus americanos votam no Partido Democrático [que é bem parecido com o PT do Brasil].

[Ganhou inimigos poderosos e milionários.] Os corretores de títulos do Oriente Médio, com todas as suas fortunas adquiridas com a venda de petróleo, agora se sentem na obrigação de fazer tudo o que puderem — com toda a sua influência financeira e política — para impedir que Bush seja reeleito presidente. (Estou convencido de que não havia motivação política para Bush tomar essas decisões. Além disso, há muitos líderes evangélicos que o estão apoiando. Creio que suas decisões foram baseadas em sua integridade, caráter moral e, acima de tudo, sua fé.)

Quando a popularidade do Presidente Bush estava caindo nas pesquisas eleitorais e quando ele estava sendo brutalmente atacado pelos meios de comunicação esquerdistas, a questão da guerra no Iraque estava em seu ponto mais baixo. Quando a comissão de investigação sobre os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 estava tentando minar sua integridade, com caráter e coragem Bush tomou a decisão moral e bíblica de permanecer ao lado da nação de Israel. Creio que essa decisão do Presidente George W. Bush foi profética e ecoará por toda a eternidade.

Michael D. Evans é o autor do livro bestseller “
The American Prophecies”. Ele também é fundador da maior coalização cristã dos EUA, a Jerusalem Prayer Team.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=40956

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