25 de setembro de 2004

Superpropaganda a favor do homossexualismo

Superpropaganda a favor do homossexualismo

Julio Severo

Recentemente, a revista Superinteressante produziu matéria de capa sobre o assunto de casamento gay. A matéria, intitulada SIM, é praticamente uma carta aberta em defesa desse tipo de casamento, porém seu Sim não é só dado em favor dos gays que querem se casar: Superinteressante deu um Sim simpático a todos os desejos da militância gay, inclusive adoção de crianças. O texto começa argumentando que há “6 milhões” de homossexuais no Brasil e o autor Sérgio Gwercman questiona o motivo por que um homem ou mulher com um comportamento sexual anormal não pode ser considerado normal.

Aliás, o artigo inteiro de um modo ou de outro coloca sob questionamento não as intenções dos ativistas homossexuais, que são pintados como normais e “bonzinhos”, mas as motivações dos que se recusam a aceitar as reivindicações e pressões do movimento homossexual. Gwercman divide o mundo em apenas dois grupos: De um lado, estão os que não têm nenhum “preconceito” e “discriminação” contra os praticantes do homossexualismo. E do outro, o que ele vê? Ele mesmo diz: “Do lado oposto está a maioria dos países árabes, que condenam à prisão quem transar com alguém do mesmo sexo. Ou o Zimbábue, cujo ditador Robert Mugabe enxerga gays como subanimais e sem direitos”. Portanto, se você não se curva diante da “normalidade” homossexual, você corre o sério risco de ser comparado com ditadores e fanáticos assassinos. Quer você queira ou não, Gwercman coloca você juntamente com os indivíduos mais radicais e violentos, como se você fosse igual a eles. É como alegar que todos os médicos são criminosos, só porque alguns são culpados de estuprar ou matar pacientes. É uma generalização barata que culpa uma classe inteira de pessoas pelas atitudes de uma minoria. É só de admirar que ele não tenha utilizado outros tipos de rótulos ou ladainhas costumeiras, como o argumento que coloca involuntariamente todos os que não aceitam o homossexualismo na categoria de cidadãos skinheads.

Gwercman diz: “Legalizar o casamento gay significa que o governo brasileiro está reconhecendo que naquele ato não existe nada de errado. Pelo contrário: que o casal está plenamente apto a formar uma família — provavelmente a mais fundamental de todas as instituições da sociedade, onde futuros cidadãos recebem carinho, aprendem valores morais e noções de certo e errado”. Se não tivéssemos valores morais para nos guiar nessa questão, mesmo assim teríamos uma realidade para nos ajudar a distanciar do comportamento gay, uma realidade que o artigo de Superinteressante teve todo cuidado de não mostrar: as conseqüências médicas da conduta homossexual. Em entrevista ao serviço noticioso Zenit, de 23 de setembro de 2003, o Dr. Rick Fitzgibbons comenta sobre essas conseqüências:

A lista de doenças médicas encontradas com extraordinária freqüência entre homens homossexuais praticantes como um resultado de comportamento homossexual anormal é alarmante: câncer anal, chlamydia, trachomatis, cryptosporidium, giardia lamblia, herpes, HIV, vírus papiloma humano —HPV ou ferida genital — isospora belli, microsporidia, gonorréia, hepatite viral tipos B e C, e sífilis. A transmissão sexual de algumas dessas desordens é tão rara na população heterossexual chegando a ser virtualmente desconhecida. Outras, quando encontradas entre heterossexuais e homossexuais praticantes, são claramente predominantes por aqueles envolvidos em atividade homossexual. Homens que têm relação sexual com homens contam com um grande número de casos nos Estados Unidos de infecções sexuais transmitidas que não são geralmente espalhadas por contato sexual. Estas doenças, com conseqüências que vão de severas até tratamentos vitais para meras enfermidades, inclusive hepatite A, giardia Lamblia, entamoeba histolytica, Vírus Epstein-Barra, neisseria meningitides, shigellosis, salmonellosis, pediculosis, scabies e campylobacter.

Pesquisas médicas sérias revelam então que os indivíduos que praticam o homossexualismo têm mais facilidade de pegar muitas doenças transmissíveis graves do que as pessoas que não são homossexuais. Além disso, os gays têm relações sexuais com tantos parceiros diferentes que eles mesmos aumentam o risco de pegar e transmitir essas doenças. Alguns gays não se importam se infectarão seus parceiros ou não, e às vezes até decidem deliberadamente fazer com que os outros sejam contaminados e sofram tanto quanto eles. E é difícil tentar eliminar esse tipo de irresponsabilidade, pois os ativistas do movimento homossexual pregam que ninguém tem o direito de interferir na vida sexual privada de um gay.
[1]

Para mudar essa situação e ajudar os homossexuais e a população geral, seriam necessárias no mínimo campanhas regulares de educação e prevenção à sodomia. No entanto, atualmente não há mais leis rigorosas protegendo a sociedade da sodomia por influência direta de pesquisas fraudulentas. A Drª Judith Reisman afirma que o falecido Alfred Kinsey teve importante papel em influenciar e abrandar as atitudes da sociedade para com o estupro, o incesto, a pedofilia e a pederastia. Embora a pederastia seja um grave abuso contra as crianças, o movimento de defesa dos direitos dos gays a vê apenas como “amor entre homens e meninos”. Líderes homossexuais citam o trabalho “pioneiro” de Kinsey como o grande responsável pela revolução sexual e pela normalização do que antes era considerado ato criminoso: a sodomia.[2]

Mesmo sabendo que as práticas homossexuais representam sério risco para a saúde e expõem o corpo ao perigo da AIDS, muitos praticantes do homossexualismo acham que vale a pena dar a vida para praticar seus desejos sexuais. Um ativista gay declarou: “Decidimos que é melhor morrer [de AIDS] do que levar uma vida sexual chata.”[3]

Na opinião do Family Research Institute, as duas questões mais sérias com relação ao perigo da conduta gay são:

Propagação de doenças: O sistema social de hoje impõe leis de uso obrigatório do cinto de segurança e leis contra o fumo em sua preocupação de proteger os adultos de se prejudicar ou custar ao governo excessivas despesas médicas. Então, a noção lógica é que os indivíduos também deveriam ser protegidos dos riscos da relação homossexual.

Proteção das crianças: Se as crianças precisam ser protegidas das propagandas sedutoras dos gananciosos fabricantes de cigarros, então por que elas não podem também ser protegidas de predadores homossexuais, principalmente nos casos de adoção e custódia em que há o risco de envolvimento de pais adotivos engajados em atividade homossexual?
[4]

Embora Gwercman tenha acertado no ponto de que a família é o lugar em que os cidadãos recebem carinho e aprendem valores morais e noções de certo e errado, sua atitude não demonstra preocupação e respeito por esse importante papel formador da família. Pelo contrário, os valores da família, que ajudam a proteger crianças e adolescentes de todos os tipos de ameaças e perigos, são logo descartados em favor de algo que Gwercman julga de muito mais valor: os valores e noções dos ativistas pró-homossexualismo. Ele declarou: “Se você entende casamento como a união de dois pombinhos que dormem na mesma cama todas as noites, se amam, dividem as contas, são fiéis, moram sob o mesmo teto, brigam com certa regularidade para depois fazerem as pazes, então casamento gay já existe. Homossexuais têm relacionamentos estáveis idênticos aos dos heterossexuais. E continuarão tendo, queira sua vontade ou não”.

Gwercman usou sua pena de escritor como um artista ideológico, dando pinceladas de “normalidade” na sua pintura da vida “conjugal” gay. Tal descrição de “normalidade” tem o objetivo inconfundível de provocar o questionamento: “Já que a única diferença de um casal gay é que ambos são do mesmo sexo, qual a base racional para lhes negar plenos direitos de casamento?” No entanto, como é na realidade a vida conjugal de um “casal” gay? Pesquisas
[5] indicam níveis bem elevados de violência nos relacionamentos homossexuais e lésbicos:

Um estudo no Journal of Interpersonal Violence examinou conflito e violência em relacionamentos lésbicos. Os pesquisadores constataram que 90 por cento das lésbicas avaliadas haviam sofrido um ou mais atos de agressão verbal de suas parceiras íntimas durante o ano anterior ao estudo, e 31 por cento relataram haver sofrido violência física.

Numa pesquisa envolvendo 1.099 lésbicas, o Journal of Social Service Research constatou que um pouco mais da metade das lésbicas relataram haver sofrido violência de uma parceira ou amante.

Pesquisas conduzidas pelo Ministério da Justiça dos EUA confirmam que os relacionamentos homossexuais e lésbicos tiveram uma incidência de violência doméstica bem maior do que acontece em relacionamentos envolvendo sexos opostos, incluindo coabitação, que costuma ter índices mais elevados de violência do que o casamento natural.


Mesmo que um “casamento” gay não envolvesse níveis elevados de violência, ainda assim não seria “idêntico” a um casamento normal. Conforme a revista Veja de 28 de junho de 1995: “A visão heterossexual do casamento não é compartilhada pelos homossexuais. Embora o reconhecimento oficial passe por reivindicação conservadora, o casamento homossexual costuma ser aberto. Nele são permitidas aventuras extraconjugais, sem maiores traumas”.
[6]

Se a união “conjugal” de um casal gay é assim anormal, então por que os militantes homossexuais lutam tanto para conquistar um direito ao casamento? Dois ativistas gays, mencionados na página 39 de meu livro O Movimento Homossexual, respondem:

“…lutar a favor do casamento de pessoas do mesmo sexo e seus benefícios e depois, quando essa meta for alcançada, alterar completamente o significado da instituição do matrimônio. E exigir também o direito de se casar não como um meio de apoiar os princípios morais da sociedade, mas, pelo contrário, para acabar com um mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica… A ação mais subversiva que as lésbicas e os gays podem empreender — é transformar totalmente a noção de ‘família””.

“[A luta para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo] é o mais importante instrumento com o qual poderemos demolir todas as leis contra a sodomia, introduzir nas escolas públicas a educação sobre o homossexualismo e sobre a AIDS e provocar inúmeras mudanças no modo como a sociedade nos vê e nos trata”.

Lamentavelmente, o Brasil não está longe dessa ameaça ao casamento. O próprio Gwercman confessa que o projeto da Marta Suplicy de parceria civil (uma camuflagem política astuta para encobrir a meta do casamento gay) tem uma importância muito grande para as pretensões do movimento homossexual brasileiro: “Se for autorizada, a parceria civil representará uma conquista gay sem precedentes no Brasil”.

Gwercman comenta que em grande parte a rejeição ao homossexualismo existe por motivos religiosos. Ele diz: “Para entender quais são os valores morais que fundamentam tal rejeição, é preciso olhar para a mais comum de suas origens: a religião”. Tal comentário é importante, pois embora as leis antidiscriminação e antipreconceito não ousem mencionar sua meta de combater as religiões que não aceitam o homossexualismo, sua aplicação sempre acaba atingindo os religiosos. Conscientes do fator religioso e do risco de uma reação religiosa, os legisladores a serviço do ativismo gay trabalham nas pontas dos pés, apenas embutindo sutilmente nas leis termos como orientação sexual, tolerância, eqüidade ou igualdade de gênero e outros tipos de linguagem suave abertos a variadas interpretações favoráveis ao homossexualismo. Mais cedo ou mais tarde, os militantes gays poderão utilizar essas leis para enfraquecer, oprimir e agredir a liberdade religiosa e o livre direito de os cristãos e outros religiosos se expressarem e terem uma posição com relação aos perigos da conduta homossexual.

Gwercman também comenta: “Se não há dúvidas sobre a condenação bíblica à homossexualidade, os objetivos do matrimônio parecem ser aliviados pelos religiosos em outras situações. Nenhuma igreja proíbe o casamento de pessoas estéreis, que sabidamente não podem procriar. As escrituras também falam sobre escravos e pena de morte, e nem mesmo os mais devotos seguem à risca esses mandamentos”.

Entendeu o recado? Não é necessário seguir à risca os mandamentos de Deus. Se os objetivos do matrimônio parecem ser “aliviados” pelos cristãos em situações de pessoas estéreis que querem se casar, por que não no caso dos homossexuais? Gwercman tenta igualar as duas situações, confundindo deficiência física (esterilidade) com aberrações de comportamento (as práticas homossexuais). Por que as igrejas cristãs, que seguem a Bíblia, condenariam os casais estéreis? A Bíblia dá exemplos de casais estéreis que buscaram a Deus e foram abençoados com a capacidade de gerar nova vida. Os exemplos são Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Zacarias e Isabel, etc. Deus não está fechado para o casal estéril. Contudo, os praticantes do homossexualismo não estão nessa categoria. Eles são estéreis por opção, por escolherem rejeitar o casamento normal em favor de um estilo de vida sexual antinatural. Um casal estéril pode esperar ser atendido por Deus em sua situação difícil, mas um “casal” homossexual, em sua arrogante e deliberada esterilidade antinatural, não pode esperar de Deus nenhuma bênção de casamento e fertilidade. Tudo o que eles poderiam fazer é buscar a Deus para abandonarem seu comportamento anormal e serem abençoados com uma sexualidade natural, para poderem, se quiserem, se casar com pessoas do sexo oposto. Em nenhum exemplo Deus condenou o casal estéril Abraão e Sara. Ele jamais afirmou que a esterilidade desse casal era pecado, porém em todas menções bíblicas ao homossexualismo ele deixou claro que esse estilo de vida é abominação e perversão.

Quanto à questão da escravidão e pena de morte, nas sociedades antigas essas práticas eram universalmente aceitas. A escravidão não teve origem na Bíblia, que apenas a regulou e humanizou. Considerando o fato de que os cristãos não mais seguem o que a Bíblia diz sobre a escravidão, Gwercman aproveita para questionar se vale a pena continuar seguindo também o que Deus diz sobre o homossexualismo na Bíblia. Com tal questionamento, de qual grupo provavelmente ele faria parte se tivesse vivido no passado distante? A maioria das sociedades de 2, 3 ou 4 mil anos atrás aceitava de uma forma ou outra o homossexualismo e a escravidão. E é bom lembrar que na Europa brancos escravizavam brancos, na Ásia asiáticos escravizavam asiáticos, nas Américas índios escravizavam índios e na África negros escravizavam negros, tornando a maior parte da população mundial de hoje (independente de origem racial) descendente de escravos, pois o sistema social de trabalho forçado era comum a todos os povos. Não havia os que aceitavam e os que não aceitavam a escravidão. Havia só dois grupos:

A maioria: os pagãos, ateus e anticristãos que eram de modo geral cruéis com os escravos.


A minoria: os que, obedecendo ao que Deus diz na Bíblia, eram de modo geral bondosos com eles.

Embora a escravidão fosse universal e não tenha começado na Bíblia, foram pessoas que criam na Bíblia que deram origem ao movimento de libertação dos escravos, primeiramente emancipando os europeus que estavam condenados ao trabalho escravo, tanto na Europa quanto no continente americano. Depois, veio o tremendo esforço de cristãos brancos para combater a escravidão nos países pagãos e ajudar os africanos que foram usados para preencher a lacuna que os escravos brancos deixaram. A iniciativa mais eficaz para ajudar os negros escravos veio sob inspiração do branco evangélico William Wilberforce, que fundou a Sociedade Anti-Escravidão, na Inglaterra, em 1800. Não foram os pagãos, nem os ateus e nem os anticristãos que começaram a luta por essa libertação, embora hoje tentem dar essa impressão, querendo assumir o papel dos defensores dos descendentes de escravos (só dos negros, não de outras raças), mas se esquecendo de que seus “ancestrais” pagãos, ateus e anticristãos eram fortes e cruéis defensores da escravidão. Eles também parecem não se importar com o fato de que na atual África e em muitos países comunistas e muçulmanos a escravidão está bem viva. De fato, esses pseudodefensores demonstram muito pouco interesse pelos oprimidos dessas nações. Pelo contrário, quem está levantando novamente a voz em defesa desses oprimidos são grupos cristãos. Com a ajuda de Deus, eles conseguirão a abolição do trabalho escravo no Sudão e nos países comunistas. Seria apenas lamentável que os ateus e anticristãos daqui a algum tempo se levantassem, mais uma vez, para alegar que foram eles os responsáveis por essa abolição.

Os socialistas, os ateus e os anticristãos impõem a escravidão em países como China e Coréia do Norte, enquanto em países como o Brasil eles agem, estrategicamente, de modo diferente: fazem belas propagandas culturais de si mesmos como “campeões” das minorias. Eles alegam estar na vanguarda da defesa dos direitos dos descendentes de escravos africanos. Seu envolvimento nessas causas é desconfiável e quase esperado, se considerarmos sua real pretensão: em nome de uma suposta justiça para os descendentes de escravos africanos eles esperam provocar a luta de classes, tão essencial para as revoluções comunistas, tão indispensável para impor uma nova ordem social. Na ordem social de hoje, como bem demonstra o socialista Lula com seu apoio às paradas gays e sua inédita resolução pró-homossexualismo na ONU, a agenda homossexual é uma das prioridades. Aliás, o governo Lula tem feito questão de equiparar as reivindicações homossexuais com a condição dos negros.

Na questão da pena de morte, os socialistas do Brasil e da Europa têm verdadeiro horror ao que a Bíblia prescreve para os assassinos violentos, porém na China, Vietnã e outros países socialistas a pena de morte é um instrumento rotineiro de repressão política para eliminar centenas de milhares de pessoas inocentes e desarmadas, inclusive um incontável número de cristãos. Em países da Europa e até mesmo no Brasil, eles invariavelmente dão, com muitos e variados pretextos, apoio ao assassinato em massa de bebês inocentes através de leis de aborto. É raro encontrar um socialista que não apóie o aborto. Entretanto, se pensassem bem, eles veriam que o aborto intencional e sua destruição de vidas humanas inocentes são infinitamente piores do que a escravidão. A própria rainha Ester, ao se defrontar com novas leis que exigiam a destruição do povo judeu, implorou ao rei que tudo, inclusive a escravidão, era melhor do que a morte de seu povo. Ela suplicou ao rei: “Se eu puder me valer da bondade do rei, e se for do seu agrado, a única coisa que quero é que o senhor salve a minha vida e a vida do meu povo. Pois o meu povo e eu fomos vendidos para sermos destruídos e mortos. Se fosse somente o caso de sermos todos vendidos como escravos, eu não diria nada, pois não seria justo incomodar o senhor por causa de uma desgraça tão sem importância como esta”. (Ester 7:3-4 BLH)

No entanto, para os exploradores dos direitos civis e das causas das minorias, tudo — até mesmo o assassinato de milhões de bebês através do aborto — é melhor do que a escravidão. Tudo, é claro, que eles possam usar para tirar vantagem, pois eles nunca fazem nada de graça. Aliás, a questão dos descendentes dos escravos africanos se tornou um ponto chave para conceder e expandir direitos especiais para o homossexualismo e outros comportamentos antinaturais. Daí o interesse obsessivo de alguns grupos de explorar os direitos civis ao máximo. Será que eles teriam interesse nas minorias se não houvesse nenhum potencial de fomentar a luta de classes a fim de estabelecer na sociedade transformações socialistas?

Se tivessem bom senso, eles lutariam contra o aborto com muito mais determinação e energia do que lutam para conceder direitos e privilégios para o comportamento homossexual. No entanto, seus valores são invertidos. Assim, eles são contra a pena de morte para assassinos cruéis, porém a favor dessa pena para bebês inocentes através de leis de aborto. Eles alegam ser contra a escravidão do passado, mas são na melhor das hipóteses omissos com relação à escravidão atual em países comunistas. E são a favor do homossexualismo, sem parar para considerar a destruição que Sodoma e Gomorra sofreram por causa desse pecado, sem considerar a destruição que a Alemanha sofreu, durante a Segunda Grande Guerra, nas mãos de um líder homossexual fanático chamado Adolf Hitler e outros homossexuais nazistas.

Ao contrário do homossexualismo, que é condenado por Deus da maneira mais clara possível, a Bíblia não condena nem manda a escravidão, apenas a regulamenta. Enquanto a escravidão é regulamentada como questão social, os atos homossexuais são classificados como questão criminal. No entanto, já que a Bíblia foi reinterpretada modernamente para não permitir nenhum tipo de escravidão humana, Gwercman acha que essa reinterpretação deve agora ser estendida à condenação bíblica das práticas homossexuais. Contudo, por que ele também não quis incluir em sua lista para reinterpretação a condenação bíblica ao assassinato e ao estupro? Por que ele deu preferência ao homossexualismo? Qual é o critério que ele gostaria que usássemos para reinterpretar a condenação bíblica ao estilo de vida homossexual? Seu critério é a “ciência” — ou, mais precisamente, as posições “cientificas” adotadas por determinados grupos aceitos por ele. Ele afirma: “Segundo a ciência, somos incapazes de escolher e conduzir nossa orientação sexual. Como diz uma piada comum entre gays, homossexualidade não é escolha, mas falta de escolha. Pesquisas sobre o tema apontam para uma mistura de fatores biológicos, psicológicos e socioculturais nos motivos que fazem alguém ser gay. Mas todas são unânimes ao afirmar que ser gay não é ideologia, crença ou frescura de meninos malcriados. Independentemente do país, cultura e religião, as estatísticas se repetem mostrando que uma parcela pouco abaixo de 10% da população prefere parceiros de mesmo sexo”. A afirmação dele tem fundamento? O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês especializado em tratamento psicoterapêutico da homossexualidade e problemas de família, oferece a seguinte opinião:

…os padrões de comportamento comprovam a improbabilidade de que a orientação sexual tenha uma origem genética. Sabe-se, por exemplo, que até mesmo em pessoas com cromossomos anormais a orientação sexual depende principalmente do papel sexual em que a criança foi criada. Sem mencionar os tratamentos psicoterapêuticos que têm tido sucesso em mudar radicalmente a orientação de indivíduos homossexuais. Será que esses tratamentos então causam mudanças genéticas nas pessoas? Isso é improvável.[7]

A questão mais séria é que os ativistas gays estão, de uma forma ou de outra, por trás das pesquisas que “provam” que o homossexualismo tem origem genética. Quem diz isso é o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia. Ele afirma:


A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays.[8]

No entanto, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que era homossexual antes de entregar sua vida para Jesus Cristo, diz:

Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce ele já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências. Ainda que em certos casos alguns indivíduos se tornassem homossexuais como “produto” da natureza, isso quer dizer que poderíamos desejar o homossexualismo e considerá-lo normal? A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais com depressão, desordens obsessivas, diabetes… mas não consideramos esses problemas “normais” só porque ocorrem “naturalmente”. Então por que é que o homossexualismo é colocado numa categoria diferente? Vale a pena mencionar que há alguns estudiosos sugerindo que a atração sexual de um adulto por crianças poderia ser também produto de alguma influência biológica inerente. Se conseguirem provar isso, então teremos que aprovar a relação sexual entre adultos e crianças?… Por exemplo, alguns cientistas crêem que há pessoas que nascem com influências biológicas para com o alcoolismo, vício de drogas, comportamento criminoso e até mesmo o divórcio. Mas isso significa que tais pessoas são obrigadas a se tornarem e permanecerem viciadas e criminosas? A biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas.[9]

Nem mesmo o famoso Kinsey, que os ativistas gays não se cansam de citar para apoiar suas práticas sexuais, parecia acreditar que o homossexualismo tem causas genéticas. Ele disse: “Eu mesmo cheguei à conclusão de que o homossexualismo é em grande parte uma questão de condicionamento.”[10]

E quanto à alegação pseudocientífica de Gwercman de que “as estatísticas se repetem mostrando que uma parcela pouco abaixo de 10% da população prefere parceiros de mesmo sexo”? Na verdade, esse clone estatístico foi extraído diretamente do Relatório Kinsey, preparado por Alfred Kinsey, que afirmava que 10% da população dos EUA eram homossexuais na década de 1940. Seus estudos se baseavam, em boa parte, em amostras da população penitenciária. Hoje sabe-se, graças às investigações valiosas da Drª Judith Reisman, que Kinsey estava envolvido em pesquisas fraudulentas com criminosos sexuais e até pedófilos.[11]

Superinteressante quis tratar a questão do casamento gay baseando-se em “estudos” de propagandistas ideológicos com a mentalidade de Kinsey, porém nem toda matéria noticiosa do Brasil se preocupa mais com ideologia do que com fatos. Um artigo do jornal O Estado de São Paulo apontou para uma pesquisa atual que indica que somente 1% da população dos EUA são homossexuais.[12] Então a percentagem de 10% é completamente irreal, mesmo numa sociedade hedonista como a sociedade americana, que sofreu décadas de bombardeio de propagandas pseudo-científicas a favor do homossexualismo vinda dos adeptos de Kinsey.

Gwercman fez uma declaração impressionante: “Todos os estudos no país indicam que paternidade e adoção gay não causam problemas às crianças”. Embora alguns exaltem as virtudes da “ciência” quando determinados estudos favorecem sua ideologia, invariavelmente eles mudam de atitude quando uma evidência científica os contraria. Tal é o caso da adoção de crianças por casais gays. Gwercman está certo quando alega que “todos os estudos indicam que paternidade e adoção gay não causam problemas às crianças”? De acordo com uma pesquisa do Dr. Paul Cameron, os praticantes do homossexualismo que adotam crianças têm um índice proporcionalmente elevado de envolvimento em casos de sedução e estupro de menores.
[13]

Gwercman também disse: “Gays tampouco induzem crianças à homossexualidade”. Como se homossexualismo não tivesse nada a ver com a corrupção moral de menores. Mas até mesmo os militantes homossexuais reconhecem e aceitam uma ligação entre homossexualismo e abuso sexual de crianças, embora prefiram classificar tal abuso de “amor”. A organização gay NAMBLA (North American Man-Boy Love Association) declara: “A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA) é uma organização fundada em resposta à extrema opressão que sofrem homens e os meninos envolvidos em relacionamentos sexuais consensuais e outros relacionamentos uns com os outros. A NAMBLA aceita como membros todos os indivíduos simpatizantes da liberdade sexual em geral, mas principalmente do amor entre homens e meninos. A NAMBLA se opõe fortemente às leis de consentimento sexual e outras restrições que impedem os adultos e os jovens de ter pleno prazer físico e controle sobre suas vidas. A meta da NAMBLA é acabar com a antiga opressão contra os homens e meninos envolvidos em relacionamentos mutuamente consensuais”.
[14]

Outros ativistas gays declararam:

“Nos casos em que crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas lembranças de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças.”[15]

“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los.”
[16]

“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos [os pederastas] são muito melhores para as crianças do que os pais…”
[17]

“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”
[18]

“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”
[19]

Contudo, não é só a realidade que comprova que a pederastia tem ligação forte com o homossexualismo. A própria Bíblia já continha indicação nesse sentido. O Apóstolo Paulo declara em 1 Coríntios 6:9: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 RC, o destaque é meu.) De acordo com o léxico analítico do programa Bible Windows (versão 6.01), a palavra sodomita nesse versículo vem da palavra grega arsenokoites, que significa um adulto do sexo masculino que pratica relações sexuais com outro adulto ou menino do sexo masculino. Assim, o termo sodomita aí pode ser traduzido homossexual e pederasta. A palavra arsenokoites também se encontra em 1 Timóteo 1:10.
Mas mesmo quando não há estupro físico, o trauma ainda é uma realidade para crianças próximas a homossexuais. Na TV, as imagens de gays se casando chamaram a atenção de Bronagh Cassidy. Ela disse sobre esses casais: “Eles pareciam tão orgulhosos de si mesmos. E então eles tinham criancinhas consigo”. Cassidy, que tem 27 anos, casada e mãe de dois filhos, suspira: “Algo dentro de mim quer se levantar para ajudar essas crianças, pois sei que elas vão ter problemas”.

Cassidy fala por experiência: Ela foi criada por um casal de lésbicas. Em 1976, a mãe de Cassidy participou de uma cerimônia religiosa em que se uniu com uma mulher chamada Pat. Para realizar a concepção de Cassidy, elas fizeram inseminação artificial em casa, misturando o esperma de dois amigos gays “para garantir que ninguém viesse a saber quem é o pai”, diz Cassidy. “Quando era menina, eu sempre sentia que havia algo de anormal”, disse Cassidy. “Sentia como se eu não devesse ter existido. Diariamente, eu tinha tal conflito”.
[20]

Mas não dando atenção a casos assim, Gwercman tenta de todas maneiras defender o casamento e adoção gay, alegando que em nossa época muitas coisas são diferentes. Ele cita uma psiquiatra feminista: “Quando subvertemos o papel da mulher e ela deixou de cuidar dos filhos em casa para trabalhar, muita coisa mudou”.

Provavelmente, essa é a única afirmação coerente no artigo de Gwercman. As feministas vêm subvertendo radicalmente a ordem familiar e social, tentando criar a imagem da mulher “durona”, desligada do lar e dos filhos, enquanto impõem que os homens sejam treinados para serem “sensíveis”. Sua meta é a inversão de papéis.

Quando se atinge essa meta, o mundo natural vira de cabeça para baixo: as mulheres deixam de ser sensíveis para serem agressivas, porém os homens podem demonstrar uma mudança diferente. Mulheres masculinizadas podem ser duronas sem necessariamente serem lésbicas, mas homens feminilizados podem tornar-se muito mais que sensíveis. Podem virar homossexuais agressivos. E o movimento gay dá amplas e convincentes provas de agressividade.

Embora o comportamento homossexual esteja ganhando adeptos entre homens e mulheres, é só no meio dos homens que seu crescimento tem sido explosivo. Mas as feministas não se importam com isso, contanto que a masculinidade normal desapareça. Para elas, pelo menos homens homossexualizados não representam “ameaça”, já que eles não têm a capacidade de se casar com mulheres e mantê-las na “vergonhosa, opressiva e desprezível condição de esposa submissa e dona de casa.” Seria de estranhar então o motivo por que elas dão tanto apoio aos ativistas gays?

De acordo com a feminista Kate Millett, a liberação homossexual sempre vem logo depois da liberação feminista. Essa realidade a Palavra de Deus já revelava há muito tempo:

“Por causa das coisas que essas pessoas fazem, Deus as entregou a paixões vergonhosas. Pois até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros”. (Romanos 1:26-27 BLH)

Não se sabe se algum dia Millett leu essa passagem de Romanos. Seja como for, ela não deixa de estar com razão. Na sociedade atual, enquanto elas estão tentando ser como eles, um número cada vez maior deles está virando “elas”.

No entanto, quem virou homossexual ou foi condicionado a pensar que nasceu desse jeito não é obrigado a permanecer a vida inteira nesse estilo de vida. É difícil um viciado em drogas se libertar de sua opressão, porém não é impossível. A mesma verdade se aplica aos que se encontram debaixo da escravidão homossexual. Não é impossível sair do homossexualismo. Pelo menos, há não poucos relatos de homens e mulheres que abriram o coração para a pessoa sobrenatural de Jesus Cristo e tiveram uma experiência de libertação real dos vícios homossexuais.

Os milagres acontecem porque há homossexuais sinceros que reconhecem a anormalidade de sua vida e buscam mudança. Há também grupos cristãos específicos para apoiá-los e ajudá-los. Os ativistas pró-homossexualismo hostilizam esses grupos e tentam de muitas maneiras sufocar as aspirações dos homossexuais sinceros que procuram assistência. Por que? Porque querem dominar e utilizar a população gay para suas próprias metas ideológicas. Então, há uma luta intensa entre dois grupos principais que olham para os homossexuais com objetivos diferentes: 1) os ateus, socialistas e anticristãos que colaboram com o ativismo gay para tirar vantagem social e política dos oprimidos pelo homossexualismo e 2) os cristãos sinceros que apenas querem ajudar esses oprimidos.

No passado, os pagãos, ateus e anticristãos, juntamente com alguns cristãos ignorantes, difamavam e atacavam os cristãos que lutavam para libertar as pessoas da escravidão. A história se repete: hoje eles difamam e atacam os cristãos que lutam para ajudar na libertação de homens e mulheres que se encontram escravizados ao comportamento homossexual. No passado, eles convenciam toda a sociedade de que a escravidão era normal. Hoje, como bem demonstra o programa de governo Brasil Sem Homofobia, eles tentam convencer a todos de que não há nada de errado com a escravidão homossexual. Para eles, o problema está só com os que não aceitam essa escravidão.

Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail:
juliosevero@hotmail.com

Fonte: http://www.juliosevero.com.br

[1]Cf. Dr. Paul Cameron, The Gay 90s (Adroit Press: Franklin-EUA, 1993), p. 48.
[2]Cf. Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 244.
[3] An unnamed homosexual radio spokesperson, quoted in David A. Noebel, Wayne C. Lutton, and Paul Cameron. AIDS: Acquired Immune Deficiency Syndrome. Summit Ministries Research Center, Manitou Springs, Colorado, 80829. 1985, 149 pages, $3.95. Reviewed by Chilton Williamson, Jr. on page 58 of the April 11, 1986 issue of National Review. This is a review of the literature that has been written about AIDS, and an examination of the tactics used by homosexuals to take advantage of the plague to further their own goals.
[4] http://www.familyresearchinst.org/FRR_03_09.html
[5] Timothy J. Dailey, Ph. D., Comparing the Lifestyles of Homosexual Couples to Married Couples: http://www.frc.org/get.cfm?i=IS04C02
[6] Citado em O Movimento Homossexual (Ed. Betânia, 1998), p. 39.
[7]Dr. Gerard van den Aardweg, The Battle for Normality (Ignatius Press: San Francisco-EUA, 1997), p. 29.
[8]Drª Judith Reisman, Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990), p. 212.
[9]QUESTIONS I’M ASKED MOST ABOUT HOMOSEXUALITY, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4.
[10].‘Sexologist’ Alfred Kinsey, quoted in Wardell B. Pomeroy. Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research. New York: Harper & Row, 1972, pages 247 and 273.
[11] Veja o livro Kinsey: Crimes & Consequences, Judith Reisman (The Institute for Media Education, Inc., Arlington, Virginia, 1998).
[12] http://www.estadao.com.br/ext/diariodopassado/20030416/000055102.htm
[13] http://www.familyresearchinst.org/FRR_02_11.html
[14] The official philosophy and goals of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA), from “Introducing the North American Man-Boy Love Association.” Undated basic promotional brochure of NAMBLA National Headquarters in New York City. Reproduced in Father Enrique T. Rueda's The Homosexual Network: Private Lives & Public Policy. 1982: Old Greenwich, Connecticut; Devin Adair Publishers, page 177.
[15] Larry Kramer, writer and founder of the AIDS Coalition to Unleash Power (ACT-UP), in Reports from the Holocaust, New York: St. Martin's Press, 1991. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998.
[16] Pat Califia, lesbian author and activist, The Advocate [‘mainstream’ homosexual magazine], October, 1980. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[17] Convicted pedophile and NAMBLA [North American Man-Boy Love Association] member David Thorstad, quoted in Joseph Sobran. “The Moderate Radical.” Human Life Review, Summer 1983, pages 59 and 60.
[18] John Preston, quoted in The Big Gay Book: A Man's Survival Guide for the '90s (New York: Plume, 1991). This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[19] John Money, Ph.D., retired professor of medical psychology and pediatrics at Johns Hopkins University and Hospital. Quoted in “Interview: John Money.” Paidika: The Journal of Paedophilia, The Netherlands, 2(7), [Spring 1991] pages 5 to 9. This quote was downloaded from the Web site of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA) at http://www.nambla.org on April 15, 1998, under the section entitled “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”
[20] COPYRIGHT 2004 MAGGIE GALLAGHER

3 comentários:

Rodomar disse...

Existe algum lugar onde possamos acessar o O Projeto de Lei Complementar 122/2006 na íntregra?
Por que é tão difícil acessar o projeto na íntegra? A quem interessa este sigilo?

Anônimo disse...

parabéns, foi um artigo bem gay, condizente com vc XDD

adbelem disse...

Que falta nos faz um profeta como Elias, o qual não deixou dúvida quanto a existência de Deus e o engano de baal.

Estamos vivendo em uma época onde o errado é o certo e o verdadeiro, falso