29 de dezembro de 2004

Perseguição no Ocidente?

Escuras Nuvens de Perseguição Começam a Aparecer no Horizonte do Ocidente

Apesar de séculos de história cristã, os países europeus e as nações ocidentais em geral estão gradualmente se distanciando de suas raízes cristãs e aceitando as posições secularistas, de acordo com a Comissão de Liberdade Religiosa (CLR) da Aliança Evangélica Mundial (AEM).

Kenneth Chan

“Hoje é mais difícil para os cristãos expressarem livremente sua fé ou para os pastores cristãos pregarem a Bíblia sem serem criticados, multados, processados ou até mandados para a prisão”, relatou a CLR.

Embora a maioria das pessoas tenda a pensar que os cristãos só são perseguidos em países muçulmanos ou comunistas, a CLR disse que em muitos países pós-cristãos a palavra ‘perseguição’ poderá logo ser uma nua realidade, pois a maioria religiosa cristã está se tornando cada vez mais uma minoria indesejada. “Essa tendência não é tanto devido ao grande número de indivíduos migrando de países não cristãos. É devido mais à falta de vontade da população de manter sua antiga herança cristã”, declarou a Comissão em seu Boletim de Oração.

“Embora uma sociedade humanista pós-cristã possa ainda aceitar as tradições culturais cristãs como coisas que distraem e relaxam, as tradições morais e espirituais cristãs estão sendo rejeitadas como intolerantes e antiquadas”, acrescentou a CLR.

De acordo com a Comissão, alguns líderes cristãos em anos recentes vêm expressando uma preocupação cada vez maior com a diminuição da influência cristã no mundo e com o crescimento da hostilidade do mundo para com a fé cristã.

Em março de 2004, o Rev. Bob Frost, Presidente de Release International com sede na Inglaterra, disse sobre seu país e a Europa: “Estamos mais perto hoje da perseguição do que em qualquer outra época em toda a minha vida”.

Além disso, Frost declarou que os cristãos precisam se preparar para perseguições logo, pois em muitos países da Europa estão sendo impostas restrições sobre a liberdade religiosa.

Agências de notícias informam que na Europa de hoje “os cristãos são zombados por sua fé. Muitos casais jovens cristãos são isolados pela sociedade se eles querem muitos filhos. Os que se opõem ao ‘casamento’ homossexual são considerados intolerantes”.

Enquanto isso nos EUA, o Instituto Legal de Liberdade (ILL) com sede no Texas — que luta para proteger a liberdade religiosa e os direitos da Primeira Emenda para indivíduos, grupos e igrejas — apresentou a alguns membros do Senado o Documento sobre Hostilidade à Expressão Religiosa em outubro de 2004. O documento mostra detalhadamente os casos de discriminação e hostilidade para com crentes. De acordo com a CLR, especialistas do ILL acham que há uma campanha cujo objetivo é eliminar toda expressão religiosa da esfera pública. Num incidente registrado, um estudante de 12 anos foi repreendido em sua escola na cidade de St. Louis por orar silenciosamente antes da refeição. Uma menina no Colorado foi expulsa da escola por levar uma Bíblia para a sala de aula. A CLR informa que até professores podem sofrer por causa de sua fé.

“Esse secularismo e intolerância crescente é principalmente óbvio em todos os níveis da educação”, escreveu a CLR.

Em novembro de 2004, um professor de história na Califórnia foi proibido de mencionar os documentos históricos em que Deus é citado, tais como parte da Declaração de Independência e o diário de George Washington.

“Cada vez mais, os cristãos do Ocidente precisam se conscientizar do perigo que está para vir e se preparar. O que o Ocidente mais precisa, urgentemente, é de um verdadeiro reavivamento spiritual”, disse a CLR.


Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte:
http://www.christianpost.com/article/missions/1331/section/persecution.looms.in.the.west.says.commission/1.htm

27 de dezembro de 2004

O Fator Profético na Eleição de Bush

Julio Severo

Quando se fala em preconceito hoje, imediatamente os homossexuais são colocados no topo da lista. Pelo menos, esse é o comportamento insistente dos meios de comunicação, que se consideram protetores dos fracos e oprimidos. Contudo, recentemente quando os americanos elegeram George Bush como seu presidente, esses meios de comunicação mostraram toda a sua amargura. Um comentarista da TV Globo afirmou que na eleição de Bush a “estupidez venceu a inteligência”, só porque milhões de evangélicos fizeram a diferença crucial para a vitória de Bush. Talvez ele quisesse que os evangélicos dos EUA copiassem os evangélicos do Brasil, que nas últimas eleições presidenciais votaram obedientemente, como cordeirinhos, nos candidatos aceitos pela imprensa dominante. Será que inteligência para eles é votar só em quem eles aprovam? Apesar de toda a oposição em massa dos meios de comunicação do Brasil e do mundo contra Bush, os evangélicos americanos saíram vencedores. Eles tiveram a coragem de mostrar que não são dominados.

A Globo e outros meios de comunicação do Brasil que valorizam e promovem descaradamente o homossexualismo e outras perversões apresentam Lula, que também apóia o homossexualismo, como o modelo exemplar de presidente. E mostram Bush — que não apóia o homossexualismo, o aborto e outras perversões — como o modelo de presidente inaceitável. Daí a hostilidade contra quem não segue a “moralidade” da mídia.

A mesma imprensa brasileira que adula Lula, aplaudindo iniciativas de seu governo a favor do homossexualismo e a favor dos inimigos de Israel, critica ferozmente Bush, o único líder mundial amigo de Israel. Pode-se notar verdadeira submissão da mídia a Lula. Mesmo quando o “critica”, a fim de aparentar neutralidade, a imprensa o faz com o máximo respeito e consideração. Aliás, tais “críticas” são tão suaves, delicadas e controladas que poderiam facilmente ser confundidas com elogio e devoção religiosa, se comparadas com as críticas pesadas, implacáveis e cruéis que a imprensa lança, sem o menor grau de respeito, sobre o Presidente Bush e seu testemunho cristão.

Durante as eleições americanas, o preconceito e o desrespeito contra Bush e os evangélicos americanos foram tão grandes que parecia, pelo modo como a imprensa tratava a questão, que era “pecado” votar em alguém que não segue os valores imorais rotineiramente promovidos pelos meios de comunicação. Comentando tal atitude da imprensa brasileira, o jornalista Tales Alvarenga, em texto da revista Veja, expressou sua preocupação. Alvarenga, que não é evangélico, disse:

O presidente George W. Bush é de direita e um crente em Deus, isso é certo. Mas é mais esperto e menos radical do que dizem seus adversários… E tenho certeza de que um mero caipira carola, como ele é apresentado, não vira presidente reeleito na maior, mais poderosa e mais diversificada democracia do planeta… Devido ao ódio contra Bush, uma fatia minoritária do seu eleitorado foi tratada com preconceito cultural, político e étnico pelas elites bem pensantes das metrópoles. Isso num país em que preconceitos contra negros, semitas ou hispânicos são considerados ofensas impronunciáveis por pessoas cultas. Os cristãos fundamentalistas acham que Jesus participa de cada momento da vida deles, da mesmíssima forma que os católicos praticantes. Os cristãos fundamentalistas americanos não admitem o aborto em nenhuma hipótese... Gays são aceitos desde que se abstenham de ter vida sexual... Não tenho religião desde a adolescência, já me divorciei mais de uma vez, e sexo, para mim, é uma escolha pessoal que só compete aos envolvidos na operação. Mas defendo o direito dos evangélicos de viver conforme suas crenças e de não ser insultados por causa disso.

As mesmas emissoras que ridicularizam o presidente Bush e os evangélicos também prestam tributo a programas que desrespeitam a família. Embora critiquem Bush impiedosamente, os meios de comunicação do Brasil dão, conforme comentou o jornalista Isvaldino dos Santos, “apoio exagerado a um governo eleito por milhões de brasileiros, mas que se comporta como se tivesse sido eleito apenas pelo PT”.

Com uma imprensa que sabe adular e criticar quem quer, só Deus podia ajudar Bush. Um mês antes das eleições americanas, Charisma, umas das mais importantes e conceituadas revistas evangélicas americanas, publicou um artigo com uma poderosa mensagem profética aos evangélicos:



O MOMENTO MAIS IMPORTANTE DOS ESTADOS UNIDOS


Hank Kunneman

Os Estados Unidos estão numa encruzilhada séria. Quando escolhermos um presidente em 2 de novembro, é importante que não nos deixemos influenciar por preferências pessoais, a pressão dos meios de comunicação e nossa fidelidade a algum partido. Os cristãos precisam votar com base em princípios que honram a Deus — e com base no que o Espírito Santo está dizendo para a Sua igreja.

Alguns cristãos não vêem o ato de votar como uma ação espiritual. Eles acham que Deus não favorece um homem sobre outro. Outros adotam uma abordagem fatalística, dizendo: “Não importa, pois os dois candidatos são maus”. E alguns nem mesmo votam — como se Deus não se importasse com quem ocupa a Casa Branca como presidente da nação.

Contudo, creio que Deus dá a Seu povo a sabedoria sobrenatural que precisamos para dirigir a nação em Seus propósitos. A Bíblia nos diz que Ele deu aos filhos de Issacar uma unção especial para o governo espiritual. “Dos filhos de Issacar, destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer, duzentos de seus chefes e todos os seus irmãos, que seguiam a sua palavra”. (1 Crônicas 12:32 RC)

Essa unção de Issacar está sendo liberada hoje para que possamos conhecer os propósitos de Deus para os Estados Unidos. Os que esperam que Deus fale e estão dispostos a escutar terão a sabedoria sobrenatural de Deus para votar e agir de acordo com Sua vontade.

Com isso em mente, quero compartilhar algumas experiências recentes que tive quando eu estava orando. Carrego no coração uma paixão espiritual pelos Estados Unidos, e acredito que o que aprendi nos últimos 10 anos ajudará os crentes a aumentar e intensificar suas orações e sua fome de cooperar com o plano do Pai.

Pouco antes da eleição do Presidente Clinton em 1992, o Senhor me disse que Ele estava colocando na presidência um homem que Ele não havia escolhido. Ele disse: “Como Saul foi para os filhos de Israel, assim será Bill Clinton para os Estados Unidos”. O Senhor também me disse que Clinton seria eleito duas vezes.

A “eleição” de Saul não foi idéia de Deus, mas de um Israel desobediente. E a liderança de Saul só conduziu Israel a mais desobediência.

De modo semelhante, durante a presidência de Clinton vimos uma mudança drástica, em direção ao que não é certo e justo. Houve um aumento veloz da ideologia homossexual, um crescimento nos crimes cometidos por adolescentes e um óbvio ataque contra o papel do Cristianismo em nossa sociedade.

Durante aqueles oito anos, alguns líderes evangélicos diminuíram sua prática de orações fortes, adoração e arrependimento profundo. As igrejas adotaram a filosofia do crescimento de igreja, de agradar os visitantes e não ofender ninguém, quase ao ponto de fazer concessões ao pecado.

Enquanto isso, quanto mais o Presidente Clinton pecava, mais as pessoas pareciam aceitá-lo. O que estava ocorrendo na presidência afetou de cima para baixo toda a nação.

Mais tarde, em 1996, tive um sonho em que uma mulher morena entrou no gabinete de Clinton e se envolveu em adultério com ele. Acordei de repente quando apareceu a palavra “impeachment”.

Lembro-me de me sentir tão triste quando notícias do caso de Clinton com a jovem Lewinsky e os debates subseqüentes de impeachment foram transmitidos pelos meios de comunicação. Foi um momento difícil nos Estados Unidos, pois os pais tinham de explicar aos filhinhos as ações imorais de nosso presidente.

No entanto, nessa época o Senhor também me disse que Ele levantaria um líder dedicado a Deus que substituiria Clinton. “Depois de Clinton, levantarei um homem como Davi”, disse o Senhor. “Um homem escolhido segundo o Meu coração, que dirigirá esta nação no que é certo e justo”.

Em outras palavras, o Saul dos EUA seria substituído por “Davi” — um homem escolhido por Deus, não pelos homens.

George W. Bush não ganhou o voto do povo — ele não foi escolhido pelos homens. As circunstâncias raras envolvendo a votação do ano 2000, inclusive as recontagens intermináveis e a decisão do Supremo Tribunal dos EUA, nos lembram que Deus interveio. Creio que o Presidente Bush foi escolhido por Deus.

O que estou para dizer pode enfurecer algumas pessoas, principalmente os que estão desapontados com a situação econômica ou estão tristes com o ritmo da guerra no Iraque. Mas por favor preste atenção em meus pensamentos e leia tudo o que tenho a dizer.

Creio que Deus deseja que Bush seja presidente duas vezes, a fim de promover o que é certo e justo, assim como Clinton foi presidente duas vezes e promoveu o que é errado e injusto. Deus nos deu um momento de oportunidade a fim de garantirmos que prevaleça o que é certo e justo. Há várias coisas que sinto que Deus quer realizar nestes próximos quatro anos que darão para o povo de Deus condições de ganhar uma plataforma mais forte de influência.

1. É tempo de promover a liberdade religiosa e leis justas.

Uma das maiores batalhas envolvendo o que é certo e justo em nosso país tem relação com os tribunais. Juízes a serviço de ideologias especiais estão legislando de acordo com sua própria perspectiva pervertida. Mas creio que Deus está para derrubar leis e lidar com os juízes injustos nos tribunais.

O Senhor me mostrou que dois juízes do Supremo Tribunal serão removidos e então outro também deixará o cargo. Depois disso, leis restringindo certas liberdades e convicções cristãs serão derrubadas. Creio que isso estimulará fortemente uma das maiores campanhas de mudança que nosso país já testemunhou.

Nas eleições passadas, muitos cristãos votaram com base em preferências pessoais, em vez de votarem com base no que é certo. Não podemos ajudar a eleger políticos que têm uma posição favorável ao aborto — ou políticos que se recusam a lutar contra leis que permitem o aborto — só porque a posição deles em outras questões se parecesse com nossa posição. O sangue inocente das crianças em gestação estará sobre nós se elegermos políticos que apóiam o aborto ou se recusam a lutar contra esse pecado.

2. É tempo de desmascarar toda maldade e exaltar o que é certo e justo.

Tive uma visão logo antes da eleição do ano 2000. Nessa visão, vi o Senhor remover Al Gore e colocar Bush na Casa Branca. Profetizei sobre isso publicamente, de modo que pode-se imaginar minha preocupação quando os apresentadores de jornais na TV anunciaram, no começo das apurações, que Gore havia vencido as eleições. Eu queria era me esconder!

Se um profeta comete um erro em sua profecia, ele precisa se corrigir publicamente para manter a integridade do ministério. No entanto, tive certeza com relação a essa visão, pois o Senhor me havia mostrado que Ele queria usar Bush para promover o que é certo e justo…

Algum tempo depois da eleição Bush no ano 2000, ouvi o Senhor dizer: “Os Estados Unidos vão entrar num período de guerra, mas o processo de restauração já começou. Quero que esse homem permaneça na Casa Branca por oito anos, pois com a justiça estabelecida em seu governo, todas as coisas serão expostas”.

O Senhor também me mostrou que o Salmo 101 se aplica de modo profético à presidência de Bush. Essa passagem fala da integridade do homem justo.

Sei que muitas pessoas não vêem o presidente Bush como um homem de integridade. Os que o criticam acusam que ele mentiu sobre as armas de destruição em massa. Outros o culpam pelas mortes de soldados americanos. Satanás usou a questão do aumento dos preços do petróleo e as mentiras de Hollywood para desacreditá-lo.

Os meios de comunicação estão enchendo muitos ambientes com espíritos enganadores que estão tentando atacar Bush. Eles estão tentando arruinar seu caráter porque não querem que o que é certo e justo triunfe. Eles sabem que Bush é a favor do que é moralmente decente e sabem que seu oponente político tem o total apoio dos que estão promovendo o aborto e o casamento homossexual.

3. É tempo de confrontar o terrorismo.

No começo de 1999 minha congregação e eu sentimos uma impressão forte de que deveríamos orar pela cidade de Littleton, no Colorado — isso foi antes do massacre de Columbine, em que dois estudantes mataram seus colegas. Não sabíamos o motivo porque estávamos sentido tanto desejo de orar — de modo que simplesmente oramos em línguas estranhas. Então dei uma palavra profética que dizia: “Quando virem atos de terrorismo irem da Costa Leste para a Costa Oeste, saibam que um espírito de terrorismo foi liberado contra a nação”. Poucos meses depois os assassinos de Columbine atacaram, matando 12 estudantes e um professor. Só posso presumir que o massacre teria sido pior se nós (e muitos outros) não tivéssemos orados. Contudo, a experiência trágica de Columbine provocou uma série de tiroteios em escolas em todo o país, exatamente conforme o Senhor havia alertado.

Um ano depois, o terrorismo contra nosso país se agravou em escala internacional, começando com as explosões das embaixadas americanas na África e o ataque no navio USS Cole no Iêmen no ano 2000. Esses eventos conduziram aos ataques do 11 de setembro de 2001.

Embora de uma perspectiva natural os tiroteios em escolas não tivessem ligação com os ataque da al-Qaida, percebo que havia na esfera espiritual uma ligação. Um espírito demoníaco de terrorismo foi liberado contra nosso país.

Não podemos ser ignorantes com relação ao mundo invisível. Estamos guerreando hoje contra os mesmos espíritos do passado que manipulavam os eventos mundiais na época de Daniel. Esses espíritos se opõem ao Evangelho de Cristo e querem só desviar nosso país de sua base cristã.

Deus está usando Bush para confrontar essas forças, à medida que o povo de Deus banha a situação do Iraque em oração. E não podemos parar de orar, até que o plano de Deus se torne realidade no Oriente Médio. Essa é uma guerra espiritual.

Como muitas igrejas, minha congregação se reuniu para orar na ocasião dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Enquanto eu estava em oração, perguntei ao Senhor quem eram os responsáveis pelo ataque. Tive então uma visão de um coração com a palavra “Afeganistão” escrita no centro. As palavras “Síria” e “Iraque” apareceram ao redor do coração.

Mais uma vez, eu não tinha certeza se essas três nações tinham, no mundo natural, ligações com o terrorismo ou se a visão só apresentava conexões espirituais, porém sinto que nem tudo foi ainda mostrado sobre sua ligação no mundo natural.

Pode imaginar que não fiquei surpreso quando os EUA expandiram a guerra ao Iraque. A guerra em que estamos, tanto no Afeganistão quanto no Iraque, existe no nível espiritual e natural. A questão não é só capturar Osama bin Laden e outros que ajudaram nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. A questão também é combater os demônios por trás do terrorismo internacional.

Em junho de 2003, o Senhor falou comigo que Sadam Hussein seria capturado já no primeiro ano [da guerra no Iraque] e que isso desmantelaria um escudo demoníaco que estava protegendo os que espalham o terrorismo. A medida em que mais criminosos são revelados, creio que Deus vai transformar a lamaceira de difamações contra Bush em fator para facilitar a eleição dele por mais quatro anos.

Sinto o Senhor dizendo: “Minha mão muda o rumo dos Estados Unidos quando vocês oram, e eu usarei uma série de acontecimentos para fazer com que os corações se voltem para mim enquanto permaneço com aquele que está na presidência. Fortalecerei a economia de novo e os preços do petróleo cairão. Haverá grande vitória nos EUA contra o terrorismo. Estou vingando o sangue dos inocentes mortos no World Trade Center”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo:
www.juliosevero.com.br

Fonte:
http://jannyrants.radiate.us/2004/10/pastors-prophetic-word-on-election.html

15 de dezembro de 2004

Marxismo: A Máquina Assassina

Marxismo: A Máquina Assassina

R.J. Rummel


© 2004 WorldNetDaily.com


Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas da Europa Oriental, a grande maioria das pessoas tem a impressão de que o marxismo, a religião do comunismo, está morto. Nada disso. O marxismo está bem vivo em muitos países hoje, tais como Coréia do Norte, China, Cuba, Vietnã, Laos, um grupo barulhento de países africanos e na mente de muitos líderes políticos da América do Sul. No entanto, o que é mais importante para o futuro da democracia é que o comunismo ainda polui o pensamento de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.


De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — mais sangrenta do que a Inquisição Católica, as várias cruzadas católicas e a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo significa terrorismo sanguinário, expurgos mortais, campos letais de prisioneiros e trabalhos forçados assassinos, deportações fatais, fomes provocadas por homens, execuções extrajudiciais e julgamentos “teatrais”, descarado genocídio e assassinatos em massa.


No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Para se ter uma perspectiva desse incrível alto preço em vidas humanas, note que todas as guerras internas e estrangeiras durante o século 20 mataram 35 milhões de pessoas. Isso é, quando marxistas controlam países, o marxismo é mais mortal do que todas as guerras do século 20, inclusive a 1 e 2 Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.


E o que o marxismo, o maior dos experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres, nesse muitíssimo sangrento custo em vidas? Nada de positivo. Deixou em seu rastro desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.


O Khmer Vermelho — comunistas cambojanos que governaram o Camboja por quatro anos —revela o motivo por que os marxistas acreditavam que era necessário e moralmente certo massacrar muitos de seus semelhantes. O marxismo deles estava casado com o poder absoluto. Eles criam sem uma sombra de dúvida que eles sabiam a verdade, que eles construiriam o maior bem-estar e felicidade humana e que para alcançar essa utopia, eles precisavam cruelmente demolir a velha ordem feudal ou capitalista e a cultura budista, e então reconstruir uma sociedade totalmente comunista. Não se poderia deixar nada atrapalhando no caminho dessa realização. O governo — o Partido Comunista — estava acima das leis. Todas as outras instituições, normas culturais, tradições e sentimentos eram descartáveis.


Os marxistas viram a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, a exploração, o imperialismo e a desigualdade — e, como numa guerra real, mesmo quem não estivesse no combate seria infelizmente pego na guerra. Haveria necessária perda de vida entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os “sabotadores”, os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras. Como numa guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na 2 Guerra Mundial. Para os marxistas no governo, a meta de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.


A ironia é que na prática, mesmo depois de décadas de controle total, o marxismo não melhorou a sorte das pessoas comuns, mas geralmente tornou as condições de vida piores do que antes da revolução. Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-3, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e China (aproximadamente 30 milhões de mortos em 1959-61). No total, no último século quase 55 milhões de pessoas morreram em várias fomes e epidemias associadas provocadas por marxistas, e o resto morreu como conseqüência despropositada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.


O que é espantoso é que essa “moeda” da morte do marxismo não envolve milhares ou mesmo centenas de milhares, mas milhões de mortes. Isso é quase incompreensível — é como se a população inteira da Europa Oriental fosse aniquilada. Por volta de 35 milhões escaparam de países marxistas como refugiados, e isso mais do que tudo é um voto contra as pretensões dos marxistas utópicos. O equivalente seria todo mundo fugindo do Estado de São Paulo esvaziando-o de todos os seres humanos.


Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar das pessoas que precisamos aprender com esse horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: Não se pode confiar em ninguém que tenha poder ilimitado.


Quanto mais poder um governo tem para impor as convicções de uma elite ideológica ou religiosa, ou decretar os caprichos de um ditador, mais probabilidade há de que o bem-estar e vidas humanas serão sacrificados. À medida que o poder do governo vai ficando sem controle e alcança todos os cantos de uma cultura e sociedade, mais probabilidade há de que esse poder matará seus próprios cidadãos.


Como uma elite no governo tem o poder de fazer tudo o que quer, quer para satisfazer suas próprias vontades pessoais ou, como o desejo dos marxistas de hoje, seguir o que crê ser certo e verdadeiro, essa mesma elite pode fazer isso quaisquer que sejam os custos em vidas humanas. Aí, o poder é a condição necessária para os assassinatos em massa. Quando uma elite obtém autoridade plena, outras causas e condições poderão operar para produzir o genocídio imediato, o terrorismo, os massacres e quaisquer assassinatos que os membros dessa elite sintam que são necessários. Mas é o poder — sem nada que o iniba, limite e controle — que é o verdadeiro assassino.


Os acadêmicos e intelectuais de hoje estão andando de carona. Eles obtêm certo respeito por causa de suas pretensões utópicas, por causa de suas palavras sobre melhorar a sorte dos trabalhadores e dos pobres. Mas toda vez que chegou ao poder, o marxismo fracassou totalmente, assim como o fascismo. Em vez de serem tratados com respeito e tolerância, os marxistas deveriam ser tratados como se desejassem uma praga mortal sobre todos nós.


A próxima vez que se encontrar ou receber uma palestra de um marxista nacional, ou seus quase equivalentes fanáticos esquerdistas, pergunte-lhes como é que eles conseguem justificar o assassinato dos mais de cem milhões que sua fé absolutista provocou, e o sofrimento que o marxismo criou para muitas centenas de milhões mais.


R.J. Rummel, professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.

Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41944

2 de dezembro de 2004

A era da imoralidade

A Era da Imoralidade

Hal Lindsay

Postado em 2 de dezembro de 2004

© 2004 WorldNetDaily.com


Não está na moda chamar a AIDS de doença “gay”. Aliás, quem fizer isso corre o risco de sofrer a ira dos grupos de direitos humanos que gritam “preconceito” — como se tal declaração fosse calúnia, não fato histórico.


Agora que a AIDS se espalhou em toda a sociedade, inclusive entre os heterossexuais de ambos os sexos, a resposta da moda é ignorar seu principal meio de transmissão.


Em 1980, Gaetan Dugas, atendente de vôo da empresa aérea canadense Air Canada, foi diagnosticado como o primeiro caso de AIDS da América do Norte. Dugas era um homossexual notoriamente promíscuo que pelo que dizem fazia sexo com 250 parceiros por ano em “casas de banhos” gays.


No final de 1980, houve 31 mortes nos Estados Unidos, confinadas à população homossexual. (Dugas conseguiu viver até 1984, data em que a AIDS havia começado a alcançar proporções epidêmicas.)


Atualmente, calcula-se que quase 1 milhão de americanos estão infectados com o vírus HIV que causa a AIDS. E as mulheres compõem quase metade de todas as vítimas do HIV.


De acordo com os Centros de Controle de Doenças, a maioria das vítimas restantes eram homens gays ou bissexuais. O relatório dos CCDs também nota que a probabilidade de as mulheres transmitirem a AIDS é menos que a metade da probabilidade no caso dos homens.


Os CCDs em Atlanta recentemente publicaram as estatísticas mais atuais num relatório divulgado em conexão com o Dia Mundial da AIDS. Conforme os CCDs, os casos novos de HIV e AIDS em 32 estados americanos estudados cresceram 11 por cento entre 2000 e 2003. Das 125.800 novas vítimas examinadas no estudo dos CCDs, 44 por cento eram homens gays ou bissexuais.


“Homens que fazem sexo com homens continuam a constituir uma proporção importante dos casos de HIV e AIDS”, afirmam os CCDs.


A verdade simples é que todos estão com medo de confessar a simples verdade. A AIDS continua a se espalhar em índice mais elevado entre homossexuais do que entre heterossexuais. O principal meio de transmissão entre ambos os grupos continua a ser o sexo fora do casamento em que um homem e uma mulher são fiéis um ao outro.


Com exceção da transmissão que ocorre por acaso, como nos casos de transfusão de sangue, o único modo seguro de evitar pegar a doença é se casar e ser fiel ao cônjuge no casamento.


Aproximadamente 2000 anos atrás o Apóstolo Paulo escreveu este aviso para pessoas de uma época futura: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis”. Paulo então apresenta numa lista as situações espirituais desesperadoras que marcarão essas pessoas de um modo bem diferente:


Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também. São esses os que se introduzem pelas casas e conquistam mulheres instáveis sobrecarregadas de pecados, as quais se deixam levar por toda espécie de desejos. Elas estão sempre aprendendo, e jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade.


– 2 Timóteo 3:1-7


Paulo também alerta em Romanos 1:26-27:


Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.


A moralidade está rapidamente se tornado uma piada, “valores da família” é um termo utilizado para acusar as pessoas de serem “direitistas”, e os dois grupos mais poderosos que fazem pressão política na sociedade são os grupos a favor do aborto e a favor de direitos homossexuais.


Estamos vivendo nos “tempos terríveis” previstos para “os últimos dias” pelo Apóstolo Paulo antes da volta de Cristo. Isso significa que o Senhor está vindo. E Ele está vindo logo.


Hal Lindsey é autor de 20 livros, inclusive “A Viagem da Culpa”, publicado pela Editora Mundo Cristão. Ele escreve toda semana exclusivamente para WorldNetDaily (www.wnd.com). Visite seu website onde ele oferece uma análise detalhada dos eventos mundiais à luz das antigas profecias da Bíblia.

Texto traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41727

22 de novembro de 2004

Ajudando a Cuidar da Saúde da Sociedade

Ajudando a Cuidar da Saúde da Sociedade

Julio Severo

Não é novidade o fato de que a família é o grupo mais essencial para a sobrevivência da espécie humana. De maneira igual, nunca houve dúvida de que o casamento tem um papel fundamental na canalização saudável da sexualidade humana e na formação das futuras gerações. Assim, toda sociedade, de um modo ou de outro, sempre adotou medidas para incentivar e preparar os jovens para uma sexualidade voltada para o casamento. Afinal, filhos ajustados, nascidos no casamento natural, significam ganho para toda a sociedade, desenvolvendo cidadãos responsáveis e produtivos.

Entretanto, assim como um corpo humano é vulnerável a um câncer, a sociedade também é vulnerável a males e tendências que podem colocar em sério risco suas próprias bases.

Por isso, cabe a todo cidadão participar na preservação dos valores fundamentais para a existência da sociedade. Sendo representante do cidadão comum, o político conhece sua responsabilidade de atacar os males sociais e utilizar os meios disponíveis para incentivar o que é bom. Exemplos notáveis de ações políticas positivas são o uso obrigatório do cinto de segurança e o desestímulo ao uso do cigarro. Essas medidas importantes podem e devem ser estendidas a outras áreas necessárias, como a adoção de ações para o desestímulo de condutas que, por sua própria anormalidade, geram conseqüências negativas para os indivíduos que as praticam, para as famílias e para toda a sociedade.

Tal é o caso do homossexualismo e outros comportamentos sexuais distantes do padrão da sexualidade natural. Além de não contribuírem para a promoção da saúde social, essas condutas são grandes causadores de despesas no sistema de saúde pública.

O cristão que tem chamado na esfera política tem uma visão elevada e ampliada. Ele sente, guiado pelos valores da Palavra de Deus, seu compromisso de trabalhar para encorajar o sistema social a tomar a postura de estimular o bem-estar sexual dos jovens e seu preparo saudável para o casamento e desestimular todo tipo de comportamento prejudicial à saúde social.

Grandes tragédias sociais já ocorreram, de um modo ou de outro, devido a fatores homossexuais. Sodoma e Gomorra são exemplos clássicos. Modernamente, a Alemanha nazista sofreu imensa devastação nacional, por causa de um homem louco chamado Adolf Hitler. Hoje sabe-se, como fato histórico devidamente comprovado, que Hitler e grande parte da cúpula nazista escondiam convenientemente sua homossexualidade.

Embora os grupos homossexuais de pressão política utilizem todo tipo de manobra a fim de pintar sua defesa e promoção de seu comportamento como questão de direito humano, é responsabilidade do político cristão discernir que a concessão de direitos especiais para comportamentos antinaturais representa ameaça de perda de direitos essenciais para os cidadãos. Recentemente, por causa de uma lei antipreconceito, um pastor pentecostal foi sentenciado à prisão na Suécia por pregar, dentro de sua própria igreja, que o homossexualismo é um câncer social.

As leis antidiscriminação não costumam mencionar intenções de combater as religiões que não aceitam o homossexualismo, porém sua aplicação sempre acaba atingindo os religiosos. Conscientes do fator religioso e do risco de uma reação religiosa, os legisladores a serviço do ativismo gay trabalham nas pontas dos pés, apenas embutindo sutilmente nas leis termos como orientação sexual, tolerância, eqüidade ou igualdade de gênero e outros tipos de linguagem suave — termos vulneráveis a variadas interpretações favoráveis ao homossexualismo.

Portanto, o político cristão precisa estar alerta e preparado para exercitar seu discernimento, a fim de reconhecer as ameaças à sociedade e as oportunidades de cumprir um papel importante em favor do que é bom e justo diante de Deus. Ele precisa saber que é bom amar os homens e mulheres que vivem enganados ou oprimidos no homossexualismo, e precisa estar consciente de que é mais do que justo ajudá-los a sair desse estilo de vida destrutivo. Evidentemente, ele jamais confundiria aceitação e acolhimento do homossexual necessitado com aceitação e tolerância das nocivas práticas de homens que têm relação anal com outros homens. O verdadeiro amor e tolerância nada têm a ver com esse tipo de anormalidade sexual. O amor genuíno contribui para a saída dessa anormalidade.


Versão em inglês deste artigo:
Helping Take Care of the Social Health

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, Ed. Betânia. http://www.juliosevero.com.br/

Artigo publicado originalmente na Revista da Frente Parlamentar Evangélica, ano 1, nº 1, novembro de 2004, pág. 22.

16 de novembro de 2004

Dep. Cardias defende a família

Discurso enfatizando a importância da família para a sociedade e os motivos pelos quais não deve ser aceito o casamento homossexual nem permitida a adoção de crianças por homossexuais – Pr. Milton Cardias – Dep. Fed. PTB/RS – 16 de novembro de 2004.


Senhor Presidente, Sras. e Srs. Deputados


Pretendo hoje abordar um assunto de extrema importância para a sociedade brasileira e para o futuro do País que é a família, instituição sagrada e consagrada pelo Senhor nosso Deus e reconhecida como a base de todo agrupamento, desde os primórdios das civilizações. E não obstante aos avanços sociais que experimentamos é nosso dever não permitir que haja desestabilização dessa célula mãe.


Noticia a mídia, às vezes tendenciosamente, que minorias pretendem o reconhecimento, via judicial, de pretensos direitos, nunca antes abordados com tanta veemência, tais como a união oficial de homossexuais ou a adoção legal de crianças por tais casais.


Ilustres Pares, estou aqui para defender a valorização e a continuidade da família no padrão hoje reconhecido. É importante a sua manutenção na estrutura atual, porque somente assim haverá responsabilidade pela formação de cidadãos compromissados com a vida, com a ética e com princípios que atendam ao bem comum, além da certeza de estarmos cumprindo com os desígnios de Deus expressos através da sua Santa Palavra, a Bíblia Sagrada.


Em todas as sociedades, verifica-se a existência de um sistema de alianças para organizar a procriação de filhos. Há um desejo de continuidade, de garantir a descendência, não somente do próprio agrupamento, mas de cada homem ou mulher, considerados individualmente.

A sociedade sempre considerou o amor conjugal como expressão sagrada da união entre um homem e uma mulher. O amor conjugal é o meio pelo qual famílias são criadas, a própria sociedade é estendida para o futuro e pelo qual marido e esposa participam com Deus da criação de uma nova vida humana. É por esses motivos, entre outros, que nossa sociedade sempre buscou proteger esse relacionamento exclusivo.


Nos termos do art. 226 de nossa Lei Maior, a família é a base da sociedade e tem especial proteção do Estado. Mais: enfatiza o parágrafo terceiro do mesmo dispositivo que, para o efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.


Ainda, Sr. Presidente: no parágrafo quinto do mesmo artigo, determina-se que os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.
O novo Código Civil, no seu art. 1.514, estabelece que o casamento se realiza no momento em que o homem e a mulher manifestam, perante o juiz, a sua vontade de estabelecer vínculo conjugal, e o juiz os declara casados.


Nobres Pares, nossas leis, inclusive a Constituição, são claras e não deixam dúvidas de que o casamento deve ser realizado entre homem e mulher. Pelos dispositivos acima citados, verifica-se que não há lacunas na legislação que possibilitem amparo ao pleito dos homossexuais: o direito ao casamento em cartório.


Para o Vaticano, a homossexualidade é um fenômeno moral e social inquietante, que se torna cada vez mais preocupante nos países nos quais já se concedeu ou se tem a intenção de conceder o reconhecimento legal às uniões homossexuais.


Com esta visão, Sr. Presidente, reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio significa não apenas aprovar um comportamento desviado e convertê-lo em modelo para a sociedade atual, como também afetar os valores fundamentais que pertecem ao patrimônio comum da Humanidade.


Não existe, portanto, fundamento para fazer qualquer comparação, mesmo que remotas, entre as uniões homossexuais e os desígnios de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, enquanto que as relações homossexuais contrastam com a lei moral natural.


Por um lado, temos a clareza legal, e, por outro, nenhum fato relevante ou valor eticamente reconhecido. Enfim, motivo algum surgiu para fundamentar a alteração da norma vigente.


Os historiadores, Doutos Colegas, têm admitido que a modernização das sociedades não é feita contra a família, mas com a família. É ela o ponto de apoio para os indivíduos; ela é uma rede de solidariedade; ela é a resposta às novas condições econômicas e sociais. Mesmo as crises conjugais têm evidenciado o reforço dos laços de parentesco, que unem avós e netos, sobrinhos e tios em torno de mães ou pais que tenham que criar, sozinhos, os seus filhos.


As marcas do passado continuam sobrevivendo – a família permanece como a correia de transmissão de valores e tradições. Não há dúvida de que aprendemos em casa o que é certo ou errado, sobre nosso passado e nossa cultura.


Tais fatos falam por si mesmos. Somente a família regularmente formada, constituída pelo homem e pela mulher, poderá exercer a influência correta na transmissão dos valores e das tradições.


Nossa sociedade está sendo levada a acreditar que a adoção por pretensos casais homossexuais não interfere na formação infantil. Mas vários psicólogos e psiquiatras têm demonstrado os malefícios que podem ser causados às crianças em tais circunstâncias.


Pode-se argumentar que não são rigorosos os estudos científicos sobre as conseqüências que teria, nas crianças, a adoção por homossexuais. Porém, as conclusões sobre os malefícios causados às crianças são válidas. Foram baseadas em abordagem cuidadosa, dimensionando-se os riscos físicos e psíquicos dos menores, objetos dos experimentos.


É fato notório que a falta da figura paterna ou da figura materna sempre traz consigo graves dificuldades no desenvolvimento da personalidade. Esta falta, agravada no caso da união homossexual pela presença de dois pais ou duas mães, exigirá da criança um esforço ainda maior para poder dar um perfil sólido à identidade sexual normal.


Não é possível qualificar de discriminatórias as leis que proíbam a adoção de crianças por homossexuais, pois injustiçada seria a criança eventualmente adotada nessas condições.


As crianças têm um direito irrenunciável de ter um pai e uma mãe, e se, por qualquer circunstância, não podem ter, há que ser encontrado, para elas, um ambiente o mais parecido à família natural. Somente assim poderão ser transmitidos os valores.


Essas são as razões pelas quais conclamo os representantes eleitos pelo povo de nosso País a considerar, avaliar, repensar e defender os valores em prol da família brasileira. Faço ainda um apelo a todos os cristão para que nos unamos em oração para que Deus continue ajudando a todas as famílias deste nosso Brasil, e que nunca nos falte a paz, o amor e a compreensão.


Muito obrigado a todos e que Deus, pelo seu imensurável amor e infinita misericórdia, nos ajude e abençoe, em nome de Jesus Cristo, o nosso Salvador.



Pr. Milton Cardias
Dep. Fed. PTB/RS

15 de novembro de 2004

Lula agrada ditador perseguidor de cristãos

Lula Agrada Ditador Perseguidor de Cristãos

Julio Severo

O ditador da China comunista encontra-se em viagem oficial ao Brasil e, embora em muitas ocasiões passadas tenha se mostrado contra a prática da tortura, Lula se sente completamente a vontade com um ditador cujo governo aplica livremente a tortura contra os cristãos. Lula, cujo governo tem uma preocupação obsessiva com os “direitos humanos” — especialmente dos ativistas homossexuais e outros grupos especiais — não tem nenhuma consideração pelos direitos humanos do incontável número de cristãos e outras pessoas desarmadas que sofrem debaixo da opressão dos governos ditatoriais da China, Cuba, Coréia do Norte, etc.

Em suas conversas com o ditador chinês, Lula não se lembrou uma única vez dos chineses inocentes perseguidos, torturados e assassinados pela China comunista. Ele só se lembrou de elogiar e agradar o ditador chinês.

Se o presidente do Brasil, que diz se preocupar com direitos humanos, não se lembra dos que sofrem, quem se lembrará? Somente nós, cristãos. Não vamos imitar Lula, que em matéria de direitos humanos em países comunistas, esquece-se dos torturados, assassinados e oprimidos e lembra-se somente dos ditadores — para elogiá-los e agradá-los.

A Palavra de Deus nos ensina que precisamos nos lembrar de nossos irmãos e irmãs da China que estão sofrendo prisão, tortura e morte pelo Evangelho:

“Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se vocês mesmos estivessem sendo maltratados”. (Hebreus 13:3 NVI)

Podemos orar assim por eles:

“Senhor Jesus, coloco diante de ti todos os meus irmãos e irmãs na China que sofrem debaixo do comunismo. Nessa situação em que eles estão, eu os abençôo e te dou plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor se levantar a favor deles, defendê-los e encorajá-los mediante o teu Espírito Santo. Amaldiçôo com maldição de Deus o comunismo chinês e todas as suas injustiças contra o povo de Deus”.

Precisamos também orar para que Deus deponha o ditador da China e todos os que o apóiam, inclusive Lula e todos os seus aliados. Romanos 13:4 diz bem claramente que Deus estabeleceu os governos para servi-lo e fazer somente o que é certo. Todo governo contrário a essa ordem não foi estabelecido por ele. Portanto, podemos orar:

“Senhor Jesus, na legalidade de cidadão do Brasil e na legalidade da aliança que o presidente do Brasil fez com o ditador da China, te dou plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor arrancar do governo do China e do Brasil o ditador chinês, Lula e todos os seus aliados, seguidores e obras e levantar e instalar no governo da China e do Brasil o teu presidente e todos os que te seguem e todas as tuas obras. Que o Reino de Deus venha e avance no governo da China e do Brasil. Que a justiça de Deus seja estabelecida no governo da China e do Brasil. Em nome de Jesus. Amém!”

O Salmo 110:2 (NVI) diz:
“O SENHOR estenderá o cetro de teu poder desde Sião, e dominarás sobre os teus inimigos!”

Oração sugerida:
“Senhor, te damos plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor estender teu cetro de poder para o Brasil e para a China e dominar sobre os teus inimigos!”

Provérbios 10:13b (NVI) diz: “A vara é para as costas daquele que não tem juízo”. A vara é para controlar os excessos de quem não tem juízo. Deus sabe que a vara é um instrumento necessário de disciplina. Por isso, precisamos liberar essa palavra poderosa, principalmente quando vemos pessoas sem juízo defendendo a maldade, o adultério, o homossexualismo, o aborto, etc., sem nenhuma vergonha e ainda recebendo elogios na TV.

Oração sugerida:
“Em nome de Jesus, eu profetizo e declaro: que todo tolo com coração e mente perversa, torcida, feiticeira e sem juízo na minha cidade, na TV e no governo do meu país receba disciplina e correção, não elogios. Senhor, te dou plenas oportunidades e espaço livre para o Senhor liberar a tua vara, disciplina e correção para as costas desses indivíduos sem juízo, para que sua conduta seja controlada e não prejudique ninguém. Que a vontade de Deus de disciplina seja feita na vida deles”.

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13 de novembro de 2004

Homossexualizando as crianças de escola?

Estimados irmãos

Já viram como o governo demonstra “preocupação” com as crianças? O governo estabelece leis e medidas sérias contra abusos. Mas é como se abusos acontecessem apenas na família e o governo fosse o maior protetor das crianças. Será que realmente o governo só tem boas intenções para com as crianças? É o que veremos a seguir.

O governo brasileiro diz:

“RESPEITO À DIVERSIDADE: Para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição. Começando pelas diferenças de temperamento, de habilidades e de conhecimentos, até as diferenças de gênero, de etnia e de credo religioso, o respeito a essa diversidade deve permear as relações cotidianas. Uma atenção particular deve ser voltada para as crianças com necessidades especiais que, devido às suas características peculiares, estão mais sujeitas à discriminação. Ao lado dessa atitude geral, podem-se criar situações de aprendizagem em que a questão da diversidade seja tema de conversa ou de trabalho. IDENTIDADE DE GÊNERO: No que concerne a identidade de gênero, a atitude básica é transmitir, por meio de ações e encaminhamentos, valores de igualdade e respeito entre as pessoas de sexos diferentes e permitir que a criança brinque com as possibilidades relacionadas tanto ao papel de homem como ao da mulher. Isso exige uma atenção constante por parte do professor, para que não sejam reproduzidos, nas relações com as crianças, padrões estereotipados quanto aos papéis do homem e da mulher, como, por exemplo, que à mulher cabe cuidar da casa e dos filhos e que ao homem cabe o sustento da família e a tomada de decisões, ou que homem não chora e que mulher não briga”. (Págs. 41 e 42, vol. 2)

“É importante possibilitar diferentes movimentos que aparecem em atividades como lutar, dançar, subir e descer de árvores ou obstáculos, jogar bola, rodar bambolê etc. Essas experiências devem ser oferecidas sempre, com o cuidado de evitar enquadrar as crianças em modelos de comportamento estereotipados, associados ao gênero masculino e feminino, como, por exemplo, não deixar que as meninas joguem futebol ou que os meninos rodem bambolê”. (Pág. 37 vol. 3)


Essas citações são do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, do Ministério da Educação. Esse currículo destina-se a crianças em idade pré-escolar, inclusive creches.
[1]

Assim, na visão oficial do governo, a simples aceitação da realidade de que o homem e a mulher têm papéis diferentes é preconceito, mas a aceitação do comportamento homossexual ou outras condutas contrárias à natureza é considerada como respeito à “diversidade”.

Sob o pretexto de combater o preconceito, o governo está introduzindo na educação de crianças em idade pré-escolar valores que com o passar do tempo corroerão o conceito de família natural que sustenta os lares.
Com tal educação imposta pelo currículo do governo, as crianças educadas em creches crescerão achando absolutamente normal que numa família o “casal” seja formado por dois “homens” ou duas “mulheres”.


Se o currículo do governo quer mesmo combater o preconceito, por que não adota medidas contra as ideologias hostis ao padrão cristão de família? Por que o governo dá preferência para a ideologia feminista, socialista e homossexual, como se essas ideologias representassem o melhor para a educação das crianças? Por que o governo é tão preconceituoso contra a ética cristã?


Até quando vamos aceitar, de braços cruzados, tanta intolerância e preconceito contra os valores cristãos?


O alvo do governo não é só as crianças de creche. Como mostra meu artigo abaixo, todas as crianças de escolas públicas serão atingidas pela educação imposta pelo governo.

Julio Severo

Explicando o Aumento do Homossexualismo na Sociedade


Julio Severo

Talvez nada esteja contribuindo tanto para o aumento do homossexualismo hoje na sociedade do que a tentativa de tornar os homens e as mulheres iguais em seus papéis e funções. Esse condicionamento vem ocorrendo principalmente através dos meios de comunicação e das escolas.


O Ministério da Educação (MEC) produziu e distribuiu um currículo escolar moderno para o Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série de todas as escolas públicas do Brasil. A fim de mudar a mentalidade das crianças com relação ao papel masculino e feminino e ensiná-las que as mulheres podem trabalhar em todas as ocupações dos homens e vice-versa, esse currículo instrui os professores das escolas públicas a “trabalhar as relações de gênero em qualquer situação do convívio escolar”.
[2] Por exemplo, quando os alunos acham que algumas brincadeiras, atividades e condutas só são para meninos e outras só para meninas, “o professor… pode intervir para combater as discriminações e questionar os estereótipos associados ao gênero”.[3]

O termo gênero, que o MEC usa no lugar da palavra sexo, expressa a idéia de que qualquer variedade sexual é aceitável e normal, inclusive a homossexualidade. Os educadores que crêem nessa teoria empregam o conceito gênero para ensinar que os papéis masculinos e femininos tradicionais são pura invenção da sociedade. Conforme mostra o MEC:
O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.
[4]

Assim é que, para combater a chamada “discriminação de gênero”, inverte-se a imagem do homem e da mulher. Em nome da igualdade sexual, princípios socialistas e feministas são sutilmente ensinados em muitas salas de aula do Brasil. As lições mostram para as crianças mães casadas trabalhando fora e maridos em casa cuidando dos deveres domésticos.[5] Mostram também como normal um menino se envolver em atividades de menina.[6] Tudo isso porque o governo estabeleceu “o compromisso de o Brasil não aceitar livros [didáticos] que contenham posturas tradicionais em relação ao papel do homem e da mulher”.[7] O governo brasileiro está assim atendendo diretamente as recomendações das feministas na ONU.[8]

No entanto, essas mudanças na área da educação também estão ocorrendo por pressão dos grupos feministas nacionais que atuam no Congresso Nacional em Brasília. Em sua edição de janeiro de 2000, o jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília elogia o plano do governo para todas as escolas do Brasil:

Plano Nacional de Educação Ganha Perspectiva de Gênero


O Plano Nacional de Educação, aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados… ganha três emendas que chamam a atenção para a necessidade de se trabalhar as relações de gênero na educação brasileira.[9]

Esse mesmo jornal diz que a legalização do “aborto traria mais democracia” para o Brasil.
[10] As parlamentares integrantes do Centro Feminista de Estudos e Assessoria destacam-se no Congresso Nacional não só pelo forte apoio aos projetos de lei a favor do aborto, mas também da união dos chamados “casais” gays.

Para as feministas, trabalhar as relações de gênero nada menos é do que eliminar as diferenças tradicionais entre homens e mulheres. O feminismo luta para que seja censurada e eliminada das escolas e dos meios de comunicação a imagem tradicional do homem como pai trabalhando para sustentar a família e da mulher como mãe totalmente ocupada com seu lar e filhos. A jornalista Dale O’Leary revela:

…as feministas exigem que os “estereótipos” e as “imagens tradicionais” sejam removidos dos materiais educacionais e dos meios de comunicação. A fim de alcançar a meta de que os homens e as mulheres tenham igualmente os mesmos desejos e interesses, as feministas exigem que os livros escolares, os desenhos, as comédias, os anúncios comerciais e as peças teatrais mostrem os homens e as mulheres trabalhando em número igual como soldados, cientistas, bombeiros e motoristas de caminhão, até mesmo quando isso não tem nada a ver com a realidade. As atividades em que só há a participação de homens deverão ser classificadas como más, opressivas e discriminatórias. As mulheres nunca deverão ser mostradas como mães e donas de casa de tempo integral, a não ser como vitimas de violência doméstica, mulheres com distúrbios mentais e comportamento anti-social ou esposas casadas com maridos fanáticos religiosos. [11]

O livro O Movimento Homossexual comenta:

A eliminação das diferenças entre o sexo masculino e o feminino é extremamente prejudicial à saúde psicológica das crianças. Foi o que notou, por exemplo, certa mãe cuja filha de dez anos voltava da escola com atitudes cada vez mais hostis em relação ao trabalho doméstico como função da mulher. Depois de muito pesquisar, ela acabou descobrindo algo. Na sala de aula, a professora, sem o conhecimento dos pais, apresentava uma boneca e um boneco de papel nus. Os estudantes deveriam vestir-lhes uma roupa masculina de trabalho a fim de mostrar que ambos os sexos podem escolher qualquer profissão. Além disso, os livros didáticos só apresentavam figuras opostas aos papéis tradicionais, como a de um pai dando mamadeira ao bebê e a de uma mãe trabalhando como bombeiro. Tudo feito em nome da “igualdade sexual”.[12]

No padrão bíblico para os comportamentos humanos, homens e mulheres são iguais em valor diante de Deus, porém têm funções e papéis diferentes. Contudo, a igualdade sexual que as feministas estão impondo está produzindo uma sociedade onde homens e mulheres ocupam um a função do outro e perdem a referência bíblica de identidade sexual masculina e feminina. Essa tendência unissex para os comportamentos está criando muita confusão sexual e favorecendo a homossexualização social.


O fato é que o movimento homossexual e o feminista estão tentando minimizar as diferenças entre os homens e as mulheres no trabalho, lazer e moda. A finalidade é demolir os padrões sexuais tradicionais e criar um ambiente favorável à homossexualização da sociedade. Conforme diz o Dr. James Dobson, conhecido psicólogo americano:

A tendência de misturar os papéis masculinos e femininos está em moda na sociedade atual. As mulheres jogam futebol… Os homens assistem a novelas e usam brincos. Vê-se pouca identidade sexual no comprimento de seus cabelos, em suas maneiras, interesses ou ocupações, e a tendência é se igualar ainda mais. Tal falta de distinção entre os homens e as mulheres causa muita confusão na mente das crianças com relação à sua própria identidade de papel sexual. Elas ficam sem um modelo claro para imitar e acabam tendo de andar sozinhas como que cegas, à procura da conduta e atitudes apropriadas para elas.

É quase certo que esse obscurecimento dos papéis sexuais está contribuindo para a explosão do homossexualismo e da confusão sexual que enfrentamos hoje. A História mostra que as atitudes unissex sempre apareceram antes da deterioração e destruição das sociedades que se deixaram levar por essa tendência. O Dr. Charles Winick, professor de Antropologia na Universidade Municipal de Nova Iorque, estudou duas mil culturas diversas e encontrou cinqüenta e cinco que se caracterizavam pela ambigüidade sexual. Nenhuma delas sobreviveu…
[13]

Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste livro sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail:
juliosevero@hotmail.com , www.juliosevero.com

[1] Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, Ministério da Educação, Brasília, 1998.
[2] Parâmetros Curriculares Nacionais (Pluralidade Cultural e Orientação Sexual), Vol. 10, Ministério da Educação, Brasília, 1997. Atenção: Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série, p. 145.
[3] Idem, p. 145.
[4] Idem, p. 144
[5] Idem, p. 152
[6] Idem, p. 126
[7] Relatório Geral sobre a Mulher na Sociedade Brasileira, República Federativa do Brasil, Brasília, 1994, p. 50.
[8] Idem.
[9] Jornal Fêmea, publicado pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília, janeiro de 2000, p. 5.
[10] Idem, p. 8.
[11] Dale O’Leary, The Gender Agenda (Lafayette-EUA: Vital Issues Press, 1997), pp. 130.
[12]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 86.
[13]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), p. 86.


Artigos sobre escola e educação de crianças

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Homossexualizando as crianças de escola?

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12 de novembro de 2004

Arafat: Morre Mais um Terrorista

Morre Mais um Terrorista

Joseph Farah

12 de novembro de 2004


© 2004 WorldNetDaily.com


Quem foi que disse que não devemos nos regozijar quando um indivíduo mau morre?


Com certeza, não foi a Bíblia.


Aliás, Provérbios 11:10 diz: “Quando os ímpios perecem, há cantos de alegria”.


Hoje, sinto vontade de gritar. Sinto vontade de me regozijar. O mundo agora é um lugar melhor porque aquele monstro frio e calculista não está mais nele. Ele está neste momento recebendo sua condenação eterna. E ouvi dizer que lá naquelas profundezas não é nada frio.


Por que não concordo com o jornal New York Times, Kofi Annan, Jimmy Carter e outros que estão realmente de luto por esse pervertido degenerado?


Yasser Arafat assassinou cristãos, judeus, israelenses e americanos, inclusive diplomatas, turistas, mulheres e crianças inocentes dos EUA. Yasser Arafat era um terrorista que jamais se arrependeu de seus crimes — ele fundou o terrorismo árabe moderno e serviu como inspiração para Osama bin Laden. Yasser Arafat explorava seu próprio povo, mantendo-os na miséria e perpetuando o ódio deles enquanto ele próprio engordava suas contas em bancos suíços.


Tive minha própria experiência com Arafat quando eu era correspondente no Oriente Médio. Ele tentou certa vez me matar com projeteis e artilharia, enquanto eu estava visitando o Líbano. Mas ele errou o alvo. Eu ainda estou aqui, porém Arafat está morto.


Arafat tinha tentado dominar o Líbano. Mas os israelenses o caçaram e expulsaram dali. Contudo, ele foi, de modo direto ou indireto, o causador da morte de aproximadamente quarenta mil libaneses.


Ele matou dezenas de milhares de pessoas, algumas a sangue frio, outras — como os diplomatas americanos em 1973 — mediante suas ordens, dadas com alegria.


Por que deveríamos ficar de luto por um monstro assim? Por que deveríamos honrá-lo com uma bandeira a meio pau? Só se aprovássemos suas maldades.


Será que Kofi Annan, Jimmy Carter e o New York Times entendem que seu herói e amigo Arafat era um simpatizante nazista? Será que essa verdade importaria para eles?


Numa entrevista de 2002 publicada no Al Sharq al Awsat, jornal árabe que circula em Londres, Arafat chamou o líder árabe e aliado nazista Hajj Amin al-Husseini “nosso herói”. Ele fez uma comparação entre si mesmo e al-Husseini que sobreviveu como líder, apesar das pressões mundiais contra ele por causa de suas ligações com os nazistas.


“Não somos o Afeganistão”, disse Arafat na entrevista. “Somos um povo poderoso. Conseguiram remover nosso herói Hajj Amin al-Husseini de sua posição? Houve muitas tentativas de se livrar dele, pois o consideravam aliado dos nazistas. Mas mesmo assim, ele viveu no Cairo [Egito], e participou da guerra de 1948 [quando exércitos de países árabes invadiram Israel, tentando acabar com os judeus], e eu estava com as tropas dele”.


Raras vezes Arafat dizia a verdade, porém, nesse caso, seus fatos estão corretos.


Hajj Amin al-Husseini era o grande mufti [líder religioso muçulmano] de Jerusalém, dirigindo os muçulmanos até a época da 2 Guerra Mundial. Ele apoiou os nazistas. Ele se encontrou com Adolf Hitler. Ele defendia fortemente o programa nazista de assassinato em massa dos judeus.


Aliás, o herói de Arafat se tornou um agente da Alemanha, e os britânicos tentaram repetidas vezes prendê-lo como espião.


Talvez a “maior realização” do mufti tenha sido recrutar dezenas de milhares de muçulmanos da Bósnia-Herzegovina e Albânia para a SS, a polícia especial alemã. Suas legiões árabes mais tarde participaram de massacres de milhares de judeus, ciganos e guerrilheiros sérvios, que lutavam contra os nazistas.


Em 1 de março de 1944, o herói de Arafat estava em Berlim, Alemanha, fazendo um programa dramático de rádio [transmitido para os países árabes]: “Árabes! Levantem-se unidos e lutem por seus direitos sagrados. Matem todos os judeus onde quer que os encontrem. Isso agrada a Deus, a história e a religião. Isso salva a honra de vocês”.


O mufti nazista visitou muitos campos de concentração e incentivou Hitler a ampliar a “Solução Final” para os judeus do Norte da África e Palestina. De fato, sua única condição para recrutar as legiões árabes nos Bálcãs era a promessa de Hitler de exterminar os judeus do Oriente Médio depois da guerra.


O grande mufti não era só o “herói” de Arafat, conforme ele própria dizia. Arafat era, realmente, tão ligado a al-Husseini que o jovem terrorista o chamava de “tio”. O nome verdadeiro de Arafat é Rahman Abdul Rauf el-Qudwa al-Husseini, embora não haja certeza sobre seu real
relacionamento de sangue com al-Husseini. Sua carreira inteira foi financiada pelo temido mufti nazista. Ele foi, de fato, o guia espiritual de Arafat, sua inspiração durante 40 anos de terrorismo, assassinatos, ódio e hipocrisia internacional.

Que a inscrição final no túmulo de Arafat seja: Ele era terrorista. Ele era assassino. Ele era mentiroso. Ele era escória a favor do nazismo.


Eu por minha parte estou contente que ele esteja morto.


Joseph Farah é jornalista e fundador da agência de notícias WND, WordNetDaily (www.wnd.com). Seus artigos são publicados em muitos jornais dos Estados Unidos.

Traduzido e adaptado do artigo original Another one bites the dust por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Source: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=41420

30 de outubro de 2004

Evangélicos de Todo o Brasil Participam de Evento em Apoio a Israel

Evangélicos de Todo o Brasil Participam de Evento em Apoio a Israel

Julio Severo

No começo de outubro de 2004, visitei alguns deputados federais evangélicos, a fim de cumprimentá-los, pois Deus está usando-os no Congresso Nacional.

Entristeceu-me ver em corredores da Câmara dos Deputados manifestações de radicalismos fortes, principalmente em gabinetes do PT e outros partidos de esquerda, onde havia cartazes de Che Guevara e cartazes apoiando a luta dos palestinos, como se os atos terroristas dos muçulmanos palestinos representassem algum tipo de resistência heróica para libertar uma nação oprimida. Não há dúvida de que essa “solidariedade” à causa palestina serve muito bem para disfarçar o anti-semitismo. Além disso, é fato que os cristãos palestinos também são alvo da violência dos muçulmanos palestinos, que adoram ler Minha Luta, escrito por Adolf Hitler. Esse livro se tornou best-seller nos territórios ocupados pelos palestinos.

Um importante membro do Congresso me disse que as igrejas evangélicas precisam acordar, pois o governo Lula está fazendo alianças perigosas. Lamentavelmente, Lula tem feito aliança com a Síria e outros países muçulmanos que têm não só forte ligação com o terrorismo internacional, mas também ódio dos israelenses. No Brasil, esse ódio quase sempre fica camuflado no apoio à “luta” dos palestinos.

Países como Inglaterra, Espanha e Portugal perderam sua importância e força econômica internacional por oposição aos judeus. Para que tal triste destino não sobrevenha também ao Brasil, evangélicos do Brasil estão agindo de acordo com a Palavra de Deus. É essa obediência a Deus que levou a organização Chamada da Meia-Noite (www.chamada.com.br
) a realizar seu VI Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética, em Poços de Caldas, MG, de 20 a 23 de outubro de 2004. Participaram do evento centenas de pessoas (inclusive eu) vindas de diversas partes do Brasil, das mais variadas denominações evangélicas. Entre os preletores estavam Dave Hunt, Thomas Ice, Dieter Steiger e Arno Froese. Umas das principais questões tratadas foi Israel no contexto das imutáveis promessas bíblicas. Todas as palestras foram excelentes, porém Dave Hunt conseguiu de modo direto e objetivo explicar a situação em que Israel se encontra. Ele mostrou como desde os dias do Império Romano os judeus vinham lutando por sua independência. Em resposta a essa luta, o Império Romano os combateu e venceu, matando e escravizando centenas de milhares deles. O ódio dos romanos contra os judeus era tanto que, a fim de humilhá-los, eles transformaram Israel numa província da Síria, dando-lhe o nome de Palestina, em homenagem aos filisteus, eternos inimigos de Israel. Os romanos deram também para Jerusalém outro nome, proibindo os judeus de ali colocar os pés. Desde então, os judeus ficaram quase dois mil anos dispersos, sem país e identidade nacional.

Dave Hunt concedeu-me a seguinte entrevista exclusiva:

Julio Severo: O que você acha dos evangélicos liberais e sua postura com relação a Israel?

Dave Hunt: Eles não apóiam Israel de acordo com o que a Bíblia diz sobre Israel. Eles estão desafiando a Deus e centenas de promessas na Bíblia de que Deus deu a terra de Israel para seu povo escolhido. Se eles favorecem os que se opõem à posse israelense da terra eles estão negando a Palavra de Deus.

Julio Severo: Qual deveria ser a postura dos cristãos com relação a Israel?

Dave Hunt: Queremos que, assim como todos os homens, os israelenses e os judeus creiam em Jesus Cristo [o Messias]. Apoiamos também o direito deles à terra que Deus lhes deu, mostramos as mentiras dos meios de comunicação, da ONU e de outras organizações contra Israel e nos opomos às declarações falsas e ao terrorismo dos inimigos de Israel. Dizemos a verdade sobre o islamismo e os chamados palestinos. Os governos devem obedecer a Deus. Romanos 13 diz que os governos são servos de Deus para fazer o que é certo. Mas por motivos políticos, os governos não têm intenções de obedecer a Deus. Os governos que fazem alianças com terroristas como os palestinos ou governos terroristas como a Síria e não os censuram, porém condenam Israel, estão agindo de modo desonesto e injusto.

Com seu congresso deste ano denominado O Impacto da Profecia, a Chamada da Meia-Noite conseguiu transmitir um importante recado para os evangélicos do Brasil, mostrando que as profecias e as promessas de Deus sobre Israel e sua terra prometida são inteiramente válidas e que Israel, no meio de um mundo hostil a tudo o que Deus prometeu ao povo judeu e no meio de constantes perigos de ataques terroristas de muçulmanos, precisa do apoio dos verdadeiros seguidores de Cristo.

Neste momento crítico para Israel, os israelenses precisam saber que eles não estão abandonados, nem por Deus nem por nós. Israel não foi esquecido por Deus, o SENHOR dos Exércitos (cf. Jeremias 51:5a).


Fonte: http://www.juliosevero.com.br




29 de outubro de 2004

VERGONHA NACIONAL

VERGONHA NACIONAL
GOVERNO LULA VAI GASTAR 1 BILHÃO DE REAIS EM INDENIZAÇÕES PARA COMUNISTAS

Julio Severo

Os comunistas queriam impor o comunismo no Brasil e afirmavam estar dispostos a sacrificar tudo pelos pobres. Em nome desse sacrifício pelos pobres, eles tentaram tomar o governo do Brasil até mesmo com violência e força armada na década de 1960, porém foram impedidos e derrotados. Se tivessem ganho, o Brasil se tornaria uma China ou União Soviética, países comunistas conhecidos por sua perseguição, tortura e assassinato de literalmente milhões de cristãos e muitas outras pessoas inocentes.

O bom senso e a justiça mostram que qualquer indivíduo que colaborasse para promover tais ditaduras e crueldades mereceria no mínimo prisão. No entanto, no Brasil de Lula, os indivíduos que foram impedidos de promover o comunismo no Brasil recebem hoje recompensas milionárias por suas atividades para desestabilizar o país! No Brasil de Lula, o crime compensa. O governo Lula, que diz ser a favor dos pobres, hoje privilegia jornalistas, escritores e outros ativistas políticos radicais que queriam tomar o governo do Brasil para “ajudar os pobres”. Embora afirmassem estar se sacrificando por uma ideologia que favorece os pobres, as indenizações milionárias que eles agora estão recebendo, sem nenhuma vontade de sacrificá-las aos pobres, mostra a hipocrisia dos comunistas.

Infelizmente, essas indenizações não serão pagas com o dinheiro vindo dos bolsos de Lula e seus aliados esquerdistas. Lula e seus camaradas socialistas não precisarão gastar nenhuma gota de seu próprio suor. O dinheiro virá dos bolsos do sofrido povo brasileiro, que está involuntariamente ajudando, mediante impostos absurdos e injustos, a financiar essa malandragem política. O governo chora e reclama que falta dinheiro para seus programas sociais, mas tal escassez não se aplica aos programas e políticas que favorecem os ativistas homossexuais ou os ativistas esquerdistas. O governo diz não ter dinheiro para cumprir sua promessa de colocar um prato de comida na mesa dos necessitados, mas tem verdadeiras fortunas para dar de graça para cada um de seus camaradas ideológicos. O governo Lula pode estar tendo dificuldades de concretizar sua pretensão de saciar a fome dos pobres, porém não está tendo dificuldade alguma para saciar, com notável sucesso, infinitamente mais do que a fome dos comunistas e dos ativistas homossexuais. Parece que no Brasil de Lula o bom senso e a justiça são espécies em extinção.

Contudo, os meios de comunicação têm distraído a atenção da população brasileira dos graves erros que nosso governo está cometendo contra seu povo. A grande preocupação deles é George Bush, uma preocupação desnecessária que infectou até mesmo muitos evangélicos. No começo de 2003, por exemplo, estive presente num culto inteiro onde o pastor, em vez de proclamar a Palavra de Deus, utilizou seu tempo de pregação para atacar o presidente americano, dizendo que George Bush é um evangélico que não ora e não lê a Bíblia e comparando-o ao anticristo. Em contraste, muitos líderes evangélicos assinaram, antes das eleições presidenciais passadas, um documento de apoio político a Lula, declarando que ele é um homem temente a Deus, que possui os valores da Palavra de Deus, que tem vocação profética, etc. As declarações desses evangélicos faziam Lula parecer exatamente o contrário da realidade. Se Bush, que é contra o aborto, o homossexualismo e outras perversões, pode ser tragicamente comparado com o anticristo, o que dizer então de Lula em seu apoio ao homossexualismo e outras perversões? O que dizer então de Lula e sua “sinceridade”, que diz não ter dinheiro para ajudar os pobres, mas tem fortunas — arrancadas de nossos suados impostos — para dar para seus camaradas socialistas que queriam desestabilizar o país? E depois os meios de comunicação do Brasil, até mesmo revistas evangélicas, têm o atrevimento de dizer que Bush é mentiroso, como se o presidente do Brasil fosse um homem sóbrio cheio de sinceridade e boas intenções.

Pior de tudo é que Lula não tem demonstrado nenhum arrependimento por tudo o que ele está fazendo contra o Brasil.

O Brasil merece um presidente melhor.

Fonte:
www.juliosevero.com.br

Para saber mais sobre as indenizações, leia:
http://txt.estado.com.br/editorias/2004/10/25/editoriais001.html?
http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2004/out/26/184.htm

16 de outubro de 2004

O apoio profético de Bush a Israel

O apoio profético de Bush a Israel

Michael D. Evans


Postado originalmente em 16 de outubro de 2004


© 2004 WorldNetDaily.com


Em 14 de abril de 2004, o Presidente George W. Bush, ao lado do Primeiro Ministro israelense Ariel Sharon, anunciou uma mudança dramática na política dos EUA com relação ao processo de paz no Oriente Médio. Talvez essa seja a mudança mais importante e profética na política americana para com o Oriente Médio desde que o Presidente Harry S Truman assinou em 14 de maio de 1948 o documento que reconhecia o renascimento do Estado de Israel.


O Presidente Bush corajosamente descartou décadas de políticas liberais apoiadas por seis presidentes americanos, o Departamento de Estado, a União Européia, a ONU e a Liga Árabe.


O Presidente Bush declarou que Israel não precisaria retornar às fronteiras de antes de 1967. Essa é uma mudança profética e histórica.

O Presidente Bush tratou diretamento do ponto central da crise do Oriente Médio: os refugiados. Em meu livro
“American Prophecies“, declarei que esse dilema precisava ser resolvido a fim de que a paz se tornasse realidade. Bush deixou claro que nem os palestinos que perderam terra em 1948 nem seus descendentes poderiam retornar para Israel. Eles poderiam, porém, retornar para os territórios palestinos. Tivessem eles recebido permissão para retornar, Israel se transformaria em outro Líbano [país com tradição cristã, que se encontra envolvido em muitos conflitos e derramamento de sangue por causa dos muçulmanos radicais defensores da “causa” palestina]. A coragem de Bush em reverter a política do “direito de retornar” foi uma mudança destemida e dá a Israel a segurança de que os terroristas do Líbano não serão importados para as grandes cidades de Israel.

O Presidente Bush reconheceu o direito de Israel manter alguns assentamentos importantes na Margem Ocidental como parte de todos os acordos de paz com os palestinos.

O Presidente Bush apoiou o direito de Israel lutar contra o terrorismo.

Não havia nenhuma razão política válida para Bush tomar essas decisões. Ao apoiar Israel Bush.


Garantiu sua perda dos votos dos muçulmanos nos EUA (cuja população eleitoral é tão grande quanto os eleitores judeus).

[Não ganhou nada dos judeus americanos.] Tradicionalmente, os judeus americanos votam no Partido Democrático [que é bem parecido com o PT do Brasil].

[Ganhou inimigos poderosos e milionários.] Os corretores de títulos do Oriente Médio, com todas as suas fortunas adquiridas com a venda de petróleo, agora se sentem na obrigação de fazer tudo o que puderem — com toda a sua influência financeira e política — para impedir que Bush seja reeleito presidente. (Estou convencido de que não havia motivação política para Bush tomar essas decisões. Além disso, há muitos líderes evangélicos que o estão apoiando. Creio que suas decisões foram baseadas em sua integridade, caráter moral e, acima de tudo, sua fé.)

Quando a popularidade do Presidente Bush estava caindo nas pesquisas eleitorais e quando ele estava sendo brutalmente atacado pelos meios de comunicação esquerdistas, a questão da guerra no Iraque estava em seu ponto mais baixo. Quando a comissão de investigação sobre os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 estava tentando minar sua integridade, com caráter e coragem Bush tomou a decisão moral e bíblica de permanecer ao lado da nação de Israel. Creio que essa decisão do Presidente George W. Bush foi profética e ecoará por toda a eternidade.

Michael D. Evans é o autor do livro bestseller “
The American Prophecies”. Ele também é fundador da maior coalização cristã dos EUA, a Jerusalem Prayer Team.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=40956