8 de outubro de 2003

O casamento está em risco?

O casamento está em risco?
Você tem dúvidas sobre o que o "casamento" realmente significa nos dias de hoje?

Introdução

Muitas pessoas, até mesmo cristãs, estão confusas com alguns dos argumentos que estão escutando hoje em dia sobre o assunto de casamento entre homossexuais. De uma forma superficial, aquilo que os defensores de tal conceito afirmam parece até justo e lógico. Arranhe a superfície, no entanto, e você irá descobrir que alguns desses argumentos não são sustentáveis.

Esta brochura contém algumas das perguntas mais freqüentes e algumas das declarações mais ouvidas sobre esse importante assunto, ao lado de respostas que ajudarão no decorrer do debate. Essa é uma batalha social cataclísmica, que estará no nosso meio por muito tempo. Assim, nenhum cristão ou cidadão pode ignorar esse debate.

PERGUNTA: Duas pessoas que se amam não deveriam ter o direito de se comprometerem uma com a outra?

REPOSTA:
Com certeza, e pessoas se comprometem umas com as outras o tempo todo. Mas não chamamos isso de casamento. Existem várias formas de se comprometer com alguém sem um casamento. Amigos se comprometem uns com os outros, um pai tem compromisso com seu filho, avós com seus netos, e há gente que tem compromisso com seus animais de estimação. Tudo isso são meios de expressar amor, e resultam em compromissos. Nenhum deles, porém, é casamento.

PERGUNTA: O que há de errado em se permitir que homossexuais se casem?

RESPOSTA:
Nenhuma sociedade humana — nenhuma — jamais tolerou o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo como uma regra para a vida em família. E é isso o que está em jogo aqui, tornar o casamento entre dois homens ou duas mulheres tão normal quanto o casamento entre um homem e uma mulher, e também dizer que essas uniões devem ser consideradas iguais, sem nenhuma diferença. Como o Dr. Dobson escreve, apenas nos últimos "milésimos de segundo" da história e experiência humana (por exemplo, no Canadá e alguns países europeus) é que passamos a acreditar, arrogantemente, que temos o direito de aperfeiçoar essa instituição tão antiga e universal.

O significado público do casamento não é algo que toda nova geração está livre para redefinir. O casamento foi definido pelo Deus da natureza e pela natureza de Deus — e uma sociedade sábia irá proteger tal conceito como ele sempre foi compreendido. O casamento é a maneira pela qual a nossa cultura promove a monogamia, providencia uma forma de homens e mulheres construírem uma vida juntos, e assegura que toda criança tenha uma mãe e um pai.

PERGUNTA: Homossexuais não podem ter filhos, mas há casais que também não o podem. Então, por que se permite que eles se casem?

RESPOSTA:
Isso é a exceção e não a regra. Muitos desses casais que não podem ter filhos os adotam, e essas crianças adotivas recebem todos os benefícios de se ter um pai e uma mãe. É impossível para um casal homossexual proporcionar tal benefício — isto é, a presença de um pai e uma mãe — a qualquer criança, mesmo que aquele casal tenha adotado, ou tenha se utilizado da inseminação artificial.

PERGUNTA: Isso não é cruel?

RESPOSTA:
Isso é devido à época em que estamos vivendo. Nossa sociedade valoriza mais o que parece justo, do que o que é verdade. Crianças precisam, de fato, de uma mãe e de um pai. O que é cruel é negar isso intencionalmente a elas. As pesquisas que apóiam essa realidade são tão substantivas quanto inequívocas!

PERGUNTA: E quanto às pessoas que são muito velhas para ter filhos, mesmo que adotivos? Nós permitimos que elas se casem.

RESPOSTA:
Sim, claro que nós permitimos que pessoas mais velhas se casem. Ter filhos não é um requisito do casamento. A razão em se defender a instituição do casamento não é fundada apenas na criação de filhos. Homem e mulher foram feitos um para o outro, e o Estado tem um interesse convincente em apoiar essa idéia — com ou sem crianças.

PERGUNTA: Mas não é melhor para uma criança crescer com pais do mesmo sexo que se amam, do que viver em um lar tumultuado, ou viver saltando de um lado para o outro em um lar adotivo?

RESPOSTA:
Você está comparando o pior de uma situação (pais heterossexuais abusivos) com o melhor de outra situação (pais carinhosos de um mesmo sexo). É como comparar maçãs a laranjas.

O fato é que as pesquisas revelam que o índice de abuso contra crianças é menor quando elas vivem com seus pais biológicos, do que quando a criança vive apenas com um dos pais biológicos e um adotivo; nesse caso os índices de abuso são bem maiores.1 Situações em que a criança é criada por pais de um mesmo sexo impossibilitam a criança de viver com seus pais biológicos, aumentando, assim, o risco de abuso.

Aqueles que estão reivindicando casamentos entre homossexuais não estão pedindo para resgatar crianças que vivem em situações complicadas; então é intelectualmente desonesto apoiar essa reivindicação com tal argumento. Eles estão reivindicando pelas mesmas coisas que todos os pais desejam: crianças saudáveis e felizes a quem eles possam chamar de suas. Assim vamos pôr de lado a idéia de que casais do mesmo sexo irão prestar um serviço bom e elevado à sociedade se apenas criarem crianças que se encontram em situações complicadas. Eles jamais reivindicaram por isso.

PERGUNTA: Deixando de fora a questão das crianças, os gays não possuem os mesmos direitos ao casamento que pessoas heterossexuais possuem?

RESPOSTA:
Todas as pessoas têm o mesmo direito de se casar, contanto que tudo seja feito de acordo com as leis. Não se pode casar, se já se é casado, não se pode casar com um parente próximo, um adulto não pode se casar com uma criança, não se pode casar com um animal de estimação, e você não pode casar com uma pessoa do mesmo sexo. Vamos deixar bem claro aqui: todos têm acesso ao casamento desde que cumpram os requisitos. Isso não é uma discussão sobre acesso ao casamento. Estamos falando de redefinição de casamento para um conceito que jamais existiu.
PERGUNTA: Mas os heterossexuais podem casar de acordo com a sua orientação/propensão sexual. Por que não permitir também aos homossexuais se casarem de acordo com a sua orientação?

RESPOSTA:
Nenhum tribunal dos Estados Unidos jamais reconheceu, nem estudo científico algum jamais estabeleceu, que a homossexualidade é conseqüência da natureza e, portanto, pode ser comparada com a heterossexualidade. Os cientistas entendem que a homossexualidade está baseada em vários fatores biológicos, psicológicos e sociais. Não podemos tratá-los de uma mesma forma.

PERGUNTA: Mas isso é ser intolerante, pois eu pensei que os homossexuais não têm culpa de serem o que são.

RESPOSTA:
Então a própria natureza é intolerante. O casamento não foi "imposto" sobre a nossa cultura por alguma instituição religiosa ou poder governamental do qual precisamos nos "libertar". Foi estabelecido por Deus, e aplicado pela natureza a qual Deus conferiu ao homem, e o risco será nosso se não soubermos tratá-lo de modo apropriado. Isso é o que é ser intolerante: o fato do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo estar sendo imposto sobre nós por um grupo pequeno, de elite, um grupo de indivíduos, vestidos em togas pretas — juízes — que afirmam que milhares de anos da história humana estavam simplesmente errados. Uma noção bastante arrogante que trará, como conseqüência, danos enormes à nossa cultura.

PERGUNTA: Proibir o casamento entre gays não é a mesma coisa que proibir casamento entre pessoas de raças diferentes?

RESPOSTA:
De forma alguma! Ser preto ou branco, hispânico ou asiático não é o mesmo que ser homossexual. Repito, instituição acadêmica alguma no mundo ou nenhum tribunal de justiça dos Estados Unidos jamais estabeleceu que a homossexualidade é imutável, assim como a raça, a nacionalidade ou o sexo.

Essa afirmação dá a entender que os que se opõem ao casamento entre pessoas de um mesmo sexo são fanáticos, e isso não é verdade. Eles apenas acreditam que, por um bom motivo, o casamento é entre homem e mulher.

PERGUNTA: Mas no decorrer da história não temos visto todo tipo de variedades de família em várias civilizações?

RESPOSTA:
Não. Os antropólogos nos revelam que toda sociedade humana é estabelecida por homens e mulheres que se unem permanentemente a fim de construir uma vida conjunta para gerar filhos e os criar. As diferenças que nós vemos em famílias de cultura para cultura são variações primárias nesse modelo: quanto tempo o homem e a mulher ficam juntos, quantos esposos cada um pode ter, e como o trabalho é dividido. Algumas culturas fazem mais uso de uma família grande do que outras. Diversidade familiar é amplamente limitada a essas diferenças. Entretanto, jamais existiu uma cultura ou sociedade que fez do casamento homossexual parte do modelo familiar.

PERGUNTA: Mas como o "casamento" homossexual constitui uma ameaça às famílias dos outros?

RESPOSTA:
Os ativistas gays não estão reivindicando apenas o casamento homossexual, apesar de que geralmente eles personalizam essa idéia ao dizer: "Não interfira na minha família e eu não interferirei na sua". O que de fato tais ativistas querem é uma nova política nacional que admita o fato de que se ter uma mãe e um pai não é em nada melhor do que ter duas mães ou dois pais. Essa política viraria de cabeça para baixo alguns princípios bem importantes:

O casamento se tornaria meramente um relacionamento emocional flexível o suficiente para incluir qualquer grupo de adultos que se amam. Se é justo que dois homens ou duas mulheres se casem, por que não três, ou cinco, ou 17? Os termos "marido" e "esposa" se tornariam meras palavras sem significado algum.

A paternidade passaria a consistir em qualquer número de pessoas que se preocupam com crianças. "Mãe" e "pai" passariam a ser meras palavras.

A diferença sexual deixaria de existir. O argumento do casamento entre pessoas do mesmo sexo não permite a idéia de que existem diferenças reais, profundas e necessárias entre os sexos. Se diferenças reais existissem, então homens precisariam de mulheres e mulheres de homens. Nossas crianças começariam a aprenderiam na escola que as diferenças sexuais são meramente coisas da personalidade. Espere até que seus filhos comecem a trazer para casa livros da escola defendendo esse tipo de idéia.

PERGUNTA: Mas será que expandindo o casamento para incluir os homossexuais não se estaria de fato fortalecendo o casamento?

RESPOSTA:
Pelo contrário. Há evidências recentes da Holanda, considerada a cultura mais tolerante ao homossexualismo na face da Terra, de que os homossexuais do sexo masculino têm grande dificuldade de honrar o ideal do casamento. Apesar de o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo ser legalizado por lá, uma pesquisa do Jornal Médico Britânico afirma que o relacionamento homossexual masculino dura, em média, um ano e meio, e o homem gay tem em média oito parceiros por ano fora do seu suposto relacionamento de "compromisso".

Compare isso com o fato de que 67 por cento dos casamentos de primeira vez nos Estados Unidos duram 10 anos, e mais de três quartos dos casais heterossexuais afirmam que são fiéis aos seus votos nupciais. 2

Não. Diluir o conceito de casamento não ajuda a fortalecer o casamento.

PERGUNTA: Mesmo assim, o casamento tradicional não está indo tão bem, com tantos divórcios ocorrendo.

RESPOSTA:
Você está certo. O casamento não está indo bem, então o que devemos fazer? Acabar com as leis do casamento? Olhe para isso da seguinte maneira. Nós temos leis contra o homicídio, mas pessoas ainda estão cometendo assassinatos; o que devemos fazer, então? Acabar com as leis de homicídio? Claro que não. Quando as leis não estão funcionando devidamente, os legisladores tentam corrigí-las. Nós deveríamos tentar fortalecer o casamento, e alguns já estão fazendo isso.

De fato, a evidência a favor do casamento é tamanha que o governo federal começou a encorajar a inclusão de um componente de treinamento conjugal em todos os planos de previdência social estaduais.

PERGUNTA: Mas nossa cultura não se beneficia quando tentamos algo “novo”?

RESPOSTA:
Novidade nem sempre significa melhora. "Novo" e "aperfeiçoado" são sinônimos apenas nesta era do consumo. Tudo o que se distancia dos ensinamentos bíblicos específicos é uma idéia ruim, inevitavelmente.

Trinta anos atrás, nossa nação entrou numa experiência social dramática na família, o chamado "divórcio sem culpa", achando que isso melhoraria a vida familiar. As pesquisas que examinaram os 30 anos após essa experiência revelaram que tal experimento falhou completamente. Crianças e pais ficaram feridos de uma forma muito mais profunda — e por muito mais tempo — do que jamais se pudera imaginar.

Os revolucionários do movimento “divórcio sem culpa” reivindicaram que a parte dos votos matrimoniais que declara "até que a morte nos separe" não era tão importante assim. Eles estavam errados. A mesma proposta do casamento entre pessoas do mesmo sexo reivindica que "marido" e "mulher" não é tão importante. Lá vamos nós de novo.

PERGUNTA: Mas com certeza os homossexuais precisam do casamento para que se sintam membros integrais da sociedade, não acha?

RESPOSTA:
Precisam casar-se? Não. O que nós estamos falando aqui é de estima própria e não cabe ao governo conferir estima própria a nenhum indivíduo ou grupo.

PERGUNTA: Por que você é tão restritivo na sua definição de casamento?

RESPOSTA:
A natureza é restritiva em sua definição e por uma razão muito boa. Pesquisas dos últimos 100 anos sem variação alguma nos mostram que o casamento proporciona um baú de tesouros em coisas boas tanto para crianças como para adultos, assim como para a sociedade.

PERGUNTA: Quais são os benefícios que o casamento proporciona?

RESPOSTA:
Em todas as escalas que medem o bem-estar, as pesquisas constantemente nos mostram que adultos casados se desempenham melhor. Pessoas casadas vivem mais e são mais felizes. Elas têm níveis mais altos de saúde física e mental, recuperam-se de doenças mais rapidamente, ganham e poupam mais dinheiro, são empregados mais confiáveis, sofrem menos stress, e têm menos probabilidade de se tornarem vítimas de violência. Elas valorizam mais a responsabilidade de criar os filhos e são mais agradáveis, além de terem mais satisfação e realização em sua vida sexual. Esses benefícios são iguais tanto para homens como para mulheres. 3

Comparando-se com crianças em qualquer outra situação, crianças com pais casados vão menos ao médico, têm menos problemas físicos e emocionais, e elas se saem melhor em todas os níveis do desenvolvimento acadêmico e intelectual. São mais simpáticas com os outros, e têm muito menos probabilidade de se envolverem em problemas na escola, em casa ou com a polícia. Elas também têm menos probabilidade de usarem drogas, terem atitudes violentas ou se envolverem em atividades sexuais antes do casamento e terem filhos fora do casamento. Ē raro que crianças que vivem com pais casados venham a viver em miséria, ou sejam vítimas de abuso físico ou sexual.4

As pesquisas são claras: o casamento faz uma diferença importante e positiva na vida das pessoas.

PERGUNTA: Então, permitir o casamento para casais do mesmo sexo não significa que mais pessoas usufruiriam dos benefícios do casamento?

RESPOSTA:
Pelo contrário. O casamento é mais do que um relacionamento emocional com um compromisso. É a união permanente das duas partes complementares do ser humano que se completam nas suas diferenças. Essa é a razão pela qual o casamento proporciona coisas boas para adultos e crianças, o que relacionamentos do mesmo sexo por definição não podem proporcionar.

A maior conseqüência de se expandir a definição do casamento é que o casamento passaria a significar tudo e, ao mesmo tempo, nada. O objetivo dos líderes gays mais influentes que estão liderando este movimento não é o de ampliar os benefícios do casamento, mas de privá-lo de qualquer significado. Eles vêem a redefinição do casamento como o primeiro passo para abolir o matrimônio e a família como um todo, eliminando assim os benefícios do casamento para todos.

PERGUNTA: Mas tudo o que está sendo reivindicado não é somente o casamento entre pessoas do mesmo sexo?

RESPOSTA:
Sim, o casamento gay é visto por muitos como um direito civil. No entanto, se tal direito for instituído, aí em que base poderá o casamento ser negado a vários casais ou a um grupo? Em um artigo sério no The Weekly Standard, o escritor Stanley Kurtz explicou que a poligamia está sendo endossada mais do que nunca antes, com comentários amigáveis em vários jornais recentemente. Kurtz prediz que em breve a ACLU (entidade liberal americana que luta para dar direitos às pessoas) se levantará como um de seus maiores defensores.

E não vai parar por aí. Kurtz relata que com a popularidade crescente de algo que se chama poliandria — em outras palavras, “casamento de grupo”. A poliandria está na vanguarda dos direitos de família, e é promovida por professores em várias de nossas maiores universidades. Kurtz explica que esse movimento de "casamento grupal" está marchando no mesmo caminho que as propostas do casamento entre pessoas do mesmo sexo.5


Além de todos os problemas que isso traz, o governo e as empresas serão forçados a providenciar benefícios de saúde e legais para qualquer grupo de pessoas que se declararem "casadas" perante tais leis, ou mais provavelmente, através de decisões judiciais. Será que a sua empresa teria condições de arcar com os custos dos benefícios de saúde para 5 ou 9 pessoas em um casamento grupal? De fato, nesse novo mundo, o que impediria duas (ou até seis) mães solteiras heterossexuais de se casarem simplesmente para poderem receber seguro saúde familiar, benefícios em impostos e de seguridade social em conjunto? O aumento dos custos para o governo tanto quanto para as empresas seria paralisante.

CONCLUSÃO

O casamento não é apenas um assunto de natureza privada. Todo casamento é um bem social que coloca responsabilidade e controle na sexualidade humana, une as duas partes do ser humano num relacionamento cooperativo, mútuo e benéfico, e dá pais e mães para crianças. A sociedade ganha benefícios quando o casamento vai bem; uma grande parte do dinheiro gasto pelo nosso governo em programas de previdência social é devido aos casamentos que não deram certo, ou que falharam na sua formação. Coisas boas acontecem quando honramos o que o casamento significa. Coisas ruins ocorrem quando tentamos modificá-lo.

Inevitavelmente, o futuro e a saúde da humanidade acabarão ficando nas mãos da saúde e futuro do casamento.

Desenvolvido por Glenn T. Stanton, diretor de Pesquisa Social e Relações Culturais do Focus on the Family. Ele é o autor de Why Marriage Matters: Reasons to Believe in Marriage in PostMordern Society; também por Pete Winn, editor associado da CitizenLink na Focus on the Family.

Esta brochura também está disponível online no site www.citizenlink.com


Bibliografia:
1 Catherine Malkin and Michael Lamb, “Child Maltreatment: A Test of the Sociobiological Theory,” Journal of Comparative Family Studies, 25 (1994): 121-133; David Popenoe, Life Without Father, (New York: The Free Press, 1996).
2 Maria Xiridou, et al., “The Contributions of Steady and Casual Partnerships to the Incidence of HIV Infection Among Homosexual Men in Amsterdam,” AIDS, 17 (2003): 1029.38.
3 Glenn T. Stanton, Why Marriage Matters: Reasons to Believe in Marriage in Postmodern Society, (Colorado Springs, Pinon Press, 1997); Linda Waite and Maggie Gallagher, The Case for Marriage: Why Married People Are Happier, Healthier and Better Off Financially, (New York: Doubleday, 2000); Robert Coombs, “Marital Status and Personal Well-Being: A Literature Review,” Family Relations 40 (1991) 97-102; Lois Verbrugge and Donald Balaban, “Patterns of Change, Disability and Well-Being,” Medical Care 27 (1989): S128-S147; I.M. Joung, et al., “Differences in Self-Reported Morbidity by Marital Status and by Living Arrangement,” International Journal of Epidemiology 23 (1994): 91-97; Linda Waite, “Does Marriage Matter?” Demography 32 (1995): 483-507; Harold Morowitz, “Hiding in the Hammond Report,” Hospital Practice (August 1975), p. 39; James Goodwin, et al., “The Effect of Marital Status on Stage, Treatment, and Survival of Cancer Patients,” Journal of the American Medical Association, 258 (1987): 3152-3130; Benjamin Malzberg, “Marital Status in Relation to the Prevalence of Mental Disease,” Psychiatric Quarterly 10 (1936): 245-261; David Williams, et al., “Marital Status and Psychiatric Disorders Among Blacks and Whites,” Journal of Health and Social Behavior 33 (1992): 140-157; Steven Stack and J. Ross Eshleman, “Marital Status and Happiness: A 17-Nation Study,” Journal of Marriage and the Family, 60 (1998): 527-536; Robert T. Michael, et al., Sex in America: A Definitive Survey, (Boston: Little, Brown, and Company, 1994), p. 124-129; Randy Page and Galen Cole, “Demographic Predictors of Self-Reported Loneliness in Adults,” Psychological Reports 68 (1991): 939-945; Jan Stets, “Cohabiting and Marital Aggression: The Role of Social Isolation,” Journal of Marriage and the Family 53 (1991): 669-680; “Criminal Victimization in the United States, 1992,” U.S. Department of Justice, Office of Justice Programs, Bureau of Justice Statistics, (March 1994), p. 31, NCJ-145125; Ronald Angel and Jacqueline Angel, Painful Inheritance: Health and the New Generation of Fatherless Families, (Madison: The University of Wisconsin Press, 1993), pp. 139, 148; Richard Rogers, “Marriage, Sex, and Mortality,” Journal of Marriage and the Family 57 (1995): 515-526.
4 David Popenoe, Life Without FatheResposta Compelling Evidence that Fatherhood and Marriage Are Indispensable for the Good of Children, (New York, The Free Press, 1997); Glenn T. Stanton Why Marriage Matters: Reasons to Believe in Marriage in Postmodern Society, (Colorado Springs, Pinon Press, 1997); Sara McLanahan and Gary Sandefur, Growing Up with a Single Parent: What Hurts, What Helps, (Cambridge: Harvard University Press, 1994); Deborah Dawson, “Family Structure and Children’s Health and Well-Being: Data from the 1988 National Health Interview Survey on Child Health,”Journal of Marriage and the Family 53 (1991): 573-584; Michael Gottfredson and Travis Hirschi, A General Theory of Crime, (Stanford: Stanford University Press, 1990), p. 103; Richard Koestner, et al., “The Family Origins of Empathic Concern: A Twenty-Six Year Longitudinal Study,” Journal of Personality and Social Psychology 58 (1990): 709-717; E. Mavis Hetherington, “Effects of Father Absence on Personality Development in Adolescent Daughters,” Developmental Psychology 7 (1972): 313 -326; Irwin Garfinkel and Sara McLanahan, Single Mothers and Their Children: A New American Dilemma (Washington D.C.: The Urban Institute Press, 1986), pp. 30-31; David Ellwood, Poor Support: Poverty in the American Family (New York: Basic Books, 1988), p. 46; Ronald J. Angel and Jacqueline Worobey, “Single Motherhood and Children’s Health,” Journal of Health and Social Behavior 29 (1988): 38-52; L. Remez, “Children Who Don’t Live with Both Parents Face Behavioral Problems,” Family Planning Perspectives, January/February 1992; Judith Wallerstein and Sandra Blakeslee, Second Chances: Men and Women a Decade After Divorce, (New York: Ticknor & Fields, 1990); Judith Wallerstein, et al., The Unexpected Legacy of Divorce: A 25 Year Landmark Study, (New York: Hyperion, 2000); Nicholas Zill, Donna Morrison, and Mary Jo Coiro, “Long-Term Effects of Parental Divorce on Parent-Child Relationships, Adjustment, and Achievement in Young Adulthood,” Journal of Family Psychology, 7 (1993):91-103.
5 Stanley Kurtz, “Beyond Gay Marriage,” The Weekly Standard, August 4-11, 2003, p. 26-33.


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2 comentários:

Anônimo disse...

IRMÃO JÚLIO SEVERO.
ACHEI INTERESSANTE!
"No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo.
Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.
Depois, chegou à Roma e tornou-se uma instituição.
Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura.
E, finalmente, chegou à América e tornou-se um negócio".


Jesus sabe quem é a SUA VERDADEIRA NOIVA,portanto não estou preocupada com o que anda acontecendo com a FALSA NOIVA. O que a FALSA NOIVA anda fazendo, é problema do falso noivo Satanas.
A falsa noiva aceita TUDO! Adultério, aborto, homosexualismo, divórcio. Temos que nos lembrar que quando Elias pensava que somente ele era FIEL a DEUS, DEUS disse que ainda restavam 8.000 que não dobravam o joelho a Baal e nem o adoravam. VAMOS MEDITAR!

Fruto do Espírito disse...

Irmão, Julio Severo.
Eu glorifico à Deus pelo marido que Ele me deu. Meu casamento é uma benção!!!
Ficaria honrada se seguisse o meu humilde blog.
Estou conhecendo aos poucos os seus artigos, pois constatei que os mesmos tem em seu conteúdo, bastante ensinamento.
Até breve!

http://frutodoespirito9.blogspot.com/

***Shalom***