12 de agosto de 2003

Respostas Diretas

Respostas Diretas
Expondo os Mitos e Fatos sobre o Homossexualismo


Sérgio era um típico adolescente, com calças largas, apetite de leão e cheio de atitude.

Pelo menos, era isso que seus pais pensavam. Mais e mais, no entanto, notavam que ele era diferente dos outros adolescentes. Desde o segundo ciclo do ensino fundamental, Sérgio não se sentia parte da turma. Parecia que os outros rapazes da sala só pensavam em esportes. Sérgio se interessava por música. Era mais baixo e magro que a maioria dos outros meninos, o que ficava evidente na aula de educação física e o deixava sem graça. A maioria de suas amizades era com meninas. Por algum motivo, ele tinha mais facilidade em se relacionar com elas.

No entanto, ele só percebeu o quanto era diferente quando foi chamado de “mariquinha” pela primeira vez. Foi um golpe duro no seu coração. Quando os outros acrescentaram o título de “bicha” à crescente lista de insultos, Sérgio se sentiu completamente humilhado. Ao chegar ao início do ensino médio, já fora praticamente banido da turma. Não conseguia expressar seus medos ao pai – na verdade, não se relacionava com ele. Então, lentamente, viu-se num mundo sem companheiros nem aceitação masculina. Logo, Sérgio começou a ansiar pela atenção dos meninos e a imaginar como seria ter o afeto de um rapaz. Começou a pensar que talvez os outros estavam certos ... talvez fosse homossexual.

Qual é a sua história?
Você tem um amigo como Sérgio? Já incomodou alguém por ele ou ela ser diferente? Talvez você compartilhe a dor, o isolamento e a perplexidade que Sérgio sentiu. Neste caso, você não está sozinho. Hoje, muitos adolescentes conhecem alguém que luta com pensamentos e conduta homossexual — ou são tentados a entrar nesse tipo de vida. Para piorar a situação, alguns adolescentes se entregaram à idéia de ser gay. Uma pesquisa recente demonstrou que quase 12% dos alunos do ensino médio questionam sua orientação sexual — sem chegarem a uma conclusão definitiva.1

Pensando bem, eles não têm culpa. A televisão exalta a homossexualidade. As propagandas começam a retratá-la como algo normal. A moda promove estilos andrógenos, roupas unissex e até perfumes para homens e mulheres. As escolas ensinam que não há nada de errado nisso. O governo está considerando campanhas para promover tolerância.

Não é de admirar que tantos jovens tenham dúvidas quanto à identidade sexual!
Atualmente, muitos adolescentes ainda não experimentaram a alegria de ser rapaz ou moça. Você já experimentou? Você compreende seu valor aos olhos de Deus? A Bíblia diz que toda vida humana é preciosa porque foi feita à imagem de Deus. Você é único para Ele. Na verdade, todo ser humano tem valor — bebê em gestação, jovem, idoso, feio, com deficiência mental ou física e com qualquer outra forma humana possível.

“Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo”. — 1 Coríntios 6:19-20 Como cristãos, sabemos que a santidade da vida baseia-se no caráter de Deus — não em nossas características. Realmente não pertencemos a nós mesmos — fomos comprados por alto preço. Cientes disso, não devemos ser cruéis com os que são “diferentes
de nós ... inclusive homossexuais. Devemos tratá-los com amor, como Cristo fez. Entretanto, demonstrar bondade, respeito e amor pelos outros não significa que tenhamos de concordar com tudo o que fazem.

Contudo, o mundo tem outra opinião. Nossa era prega tolerância em todos os aspectos. Na verdade, parece que muitas pessoas acreditam que tolerância é a maior das virtudes. Então, qual é o problema com ela? O que significa exatamente? Uma das definições de tolerância é “empatia ou indulgência para com crenças ou práticas que diferem ou contradizem as suas”. Portanto, devemos tolerar pessoas com crenças ou práticas diferentes das nossas — ou, por assim dizer, de Deus?

O Dr. J. Budziszewski, professor e autor cristão, escreveu extensivamente sobre o assunto da tolerância para ajudar jovens crentes a compreender melhor suas convicções. Ele escreve: “Tolerância é discernir quais aspectos negativos serão aceitos, quando, por que e até que ponto, e ter a força de caráter para colocar isso em prática”.2 O autor traz à memória dos jovens que “eles não serão necessariamente intolerantes por expressarem convicções se o fizerem com humildade e bondade”.3

Compartilhe a verdade em amor.
Para compartilhar a verdade com alguém, é preciso não só se importar com a verdade, mas também com o indivíduo. Se você não demonstrar claramente que se importa com a pessoa, é provável que ela não lhe dê atenção. Em outras palavras, compartilhe a verdade em amor. Para isso é preciso conhecer a verdade. Deus, o Autor da verdade, tem algumas coisas a dizer sobre comportamento homossexual. Leia os seguintes versículos:

“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22).

“Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam”. (Romanos 1:24-28).

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”. (1 Coríntios 6:9-11).

“Sabemos que a Lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina. Esta sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito”. (1 Timóteo 1:8-11).

“De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo”. (Judas 7).

“Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinzas, tornando-as exemplo do que acontecerá aos ímpios; mas livrou Ló, homem justo, que se afligia com o procedimento libertino dos que não tinham princípios morais (pois, vivendo entre eles, todos os dias aquele justo se atormentava em sua alma justa por causa das maldades que via e ouvia). Vemos, portanto, que o Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o dia do juízo, especialmente os que seguem os desejos impuros da carne e desprezam a autoridade. Insolentes e arrogantes, tais homens não têm medo de difamar os seres celestiais”. (2 Pedro 2:6-10).


Você também precisa saber a verdade sobre o homossexualismo. Atualmente, vários mitos e boatos chegam aos nossos ouvidos. Esse livreto o ajudará a desmentir os mitos e lhe dará os fatos sobre questões relativas ao homossexualismo, para que possa ajudar algum conhecido (ou a si próprio) a escapar da teia perigosa de mentiras que pode manter o indivíduo preso neste estilo de vida.

Mito 1: 10% da população são homossexuais.
Você já ouviu isso antes? Não acredite. Esse mito se espalhou quando defensores do homossexualismo começaram a citar erroneamente um livro famoso de Alfred Kinsey do final da década de 1940, chamado A Conduta Sexual do Homem (parece algo que se lê escondido para não passar vergonha, não é?). O objetivo de Kinsey era fornecer análise científica da sexualidade humana, sendo o homossexualismo apenas um dos vários aspectos comentados. Infelizmente, constatou-se mais tarde que seus métodos de pesquisa eram tendenciosos porque os homens entrevistados tiveram mais experiências homossexuais que o normal. Na realidade, 20 a 25% dos homens da pesquisa tinham passagem pela prisão e 5% podem ter sido garotos de programa.4 É como fazer uma pesquisa para descobrir a porcentagem da população que gosta de tomar sorvete e realizá-la numa sorveteria, entrevistando os clientes.

No livro, Kinsey comentou que “10% dos homens são quase que exclusivamente homossexuais por no mínimo 3 anos entre as idades de 16 e 55”.5 Kinsey também afirmou que apenas 4% dos homens entrevistados “são exclusivamente homossexuais a vida inteira, após o início da adolescência”.6 Você notou a diferença entre essas duas afirmações? Embora Kinsey tenha alegado que 10% dos homens têm experiências com o homossexualismo durante pelo menos 3 anos de sua vida, ele disse claramente que apenas 4% dos entrevistados permaneceram exclusivamente homossexuais pelo resto da vida. Entretanto, durante anos, os defensores do homossexualismo citaram Kinsey como autoridade absoluta proclamando que 10% da população realmente é homossexual. As pessoas acreditam no que querem acreditar.

Fato: Apenas 1 a 3% da população são homossexuais.7
Métodos sofisticados de pesquisa deixam bem claro que os 10% de Alfred Kinsey são completamente falsos. Confira:

+ Um artigo do Wall Street Journal, “Os homossexuais e o erro dos 10%”, demonstrou que menos de 5% da população já tiveram algum tipo de contato homossexual. Além dessa afirmação, também explica que “apenas 3% dos homens e quantidade bem menor de mulheres afirmam ser bissexuais ou exclusivamente homossexuais”. Essas descobertas vieram da análise de mais de 30 pesquisas nos Estados Unidos, Europa e Escandinávia.8
+ O Instituto Alan Guttmacher descobriu que 2,3% dos “homens sexualmente ativos entre 20 e 39 anos de idade tiveram algum tipo de atividade sexual com indivíduo do mesmo sexo nos últimos 10 anos”, e apenas 1,1% deles foram exclusivamente homossexuais nesse período de tempo.9

+ Milton Diamond da Escola de Medicina John A. Burns da Universidade do Havaí nos Estados Unidos afirma que, usando os dados mais amplos à disposição, os resultados ainda são de apenas “5 a 6% para homens e 2 a 3% para mulheres”. É importante entender que esse estudo representou todos os indivíduos que já tiveram algum tipo de conduta homossexual.10


Por incrível que pareça, até alguns indivíduos que se denominam homossexuais concordam que o mito dos 10% é falso. Por que alguns continuam a distorcer os fatos quando os 10%, apesar da popularidade, são simplesmente imprecisos?

Jill Harris, do movimento pró-gay ACT-Up, afirma sobre o mito dos 10%: “Acho que as pessoas sempre souberam que era um número fácil de dizer — ‘um em cada dez’ — e que era uma boa maneira de chamar a atenção das pessoas para nós”.11

Por que a verdade é tão importante?
Ao considerar os fatos sobre o número de pessoas homossexuais ou heterossexuais, você deve estar se perguntando: “Qual é a diferença?”. Bem, este é o problema: Ao dizer que uma em cada dez pessoas é homossexual, alguns ativistas gays estão divulgando uma mentira intencionalmente. Estão declarando ao mundo que o homossexualismo é “normal” e deve ser aceito como tal. Eles esperam que, se mais pessoas começarem a pensar assim, a identidade homossexual seja aceita pela maioria.

Mas, se pensarmos bem, esse raciocínio é infundado. Por exemplo, se 95% da população for alcoólatra, não consideraríamos isso normal ou aceitável. Outro exemplo de conduta sexual cujos adeptos gostariam de conquistar mais aceitação do público é a pedofilia (adultos que têm relações sexuais com crianças ou menores de idade). Acredite ou não, existem pessoas que consideram isso normal. Com o atual raciocínio do mito dos 10% usado pelos defensores do homossexualismo, poderíamos dizer que quanto mais as pessoas confessarem inclinação para com a pedofilia, mais “normal
devemos considerar esse comportamento e mais devemos aceitar essa inclinação.

“Reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”. Provérbios 3:6

Como crentes, devemos nos perguntar que padrão seguiremos na vida. Aceitaremos as supostas normas criadas pela sociedade ou buscaremos a orientação de Deus e Sua Palavra? É claro que é difícil andar pelo caminho estreito, mas quando confiamos que Deus tem o melhor para nós — e seguimos Seus mandamentos — podemos receber Suas bênçãos e ter vida abundante ... a vida que Ele planejou para nós.

Mito 2: Os homossexuais nasceram assim.
Será que as pessoas já nascem homossexuais? A controvérsia é enorme. É possível que muitos ativistas homossexuais se apeguem ao mito dos 10% comentado acima por desejarem que os outros acreditem que o homossexualismo é tão normal que algumas pessoas simplesmente nascem assim. Em 1993, uma revista conceituada de pesquisa, Science, publicou um estudo de Dean Hammer que ateou fogo a um mito gay, o qual explodiu como uma bomba atômica. Hammer afirmou que a ciência estava prestes a provar que o homossexualismo é congênito, genético e portanto imutável — variante normal da natureza humana.12

A mídia foi à loucura. Revistas e programas de TV publicaram manchetes e reportagens que sugeriam que os cientistas descobriram um “gene gay”. É claro que os repórteres incluíram afirmações relativas a essa possível descoberta para esclarecer que, na verdade, ela não havia acontecido — mas isso não ficou claro para os leitores! O público estava começando a ser persuadido.

Por que é tão importante para alguns ativistas homossexuais provar essa questão? Provavelmente, o principal motivo é que, se o mundo se convencesse de que algumas pessoas realmente nascem homossexuais, a sociedade veria a necessidade de o governo protegê-las como uma categoria especial de pessoas. Aos poucos, os governos de todo o mundo estão abraçando essa visão e concedendo direitos especiais à comunidade homossexual por causa de uma identidade comportamental e não uma identidade realmente genética.

Fato: Não há comprovação de que os homossexuais nascem assim.
Todas as descobertas coletadas de estudos sobre gêmeos, ligação genética e dissecação cerebral não podem comprovar que o homossexualismo é genético. Confira:

+ Dr. Charles W. Socarides, diretor da Associação Nacional para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade, argumenta que já que psicólogos e pastores têm tratado o homossexualismo com sucesso, deve-se suspeitar da teoria da causa genética.13

+ Vários pesquisadores encontraram erros no famoso estudo cerebral de Simon LeVay feito em 1991 que tentava encontrar diferenças entre os hipotálamos (pequena parte do cérebro) de supostos homossexuais e de heterossexuais. Um pesquisador afirmou: “Seria eufemismo dizer que esse experimento é extremamente dúbio. LeVay tenta afirmar que encontrou diferença entre o cérebro dos homossexuais e dos heterossexuais quando, na verdade, nem tem certeza se há heterossexuais nesse grupo”.14

+ Em 1991, o psicólogo Michael Bailey e o psiquiatra Richard Pillard tentaram demonstrar que o homossexualismo ocorre com mais freqüência entre gêmeos idênticos que em gêmeos fraternos. O estudo continha erro grave: Todos os gêmeos avaliados haviam crescido juntos. Esses pesquisadores não compararam as descobertas com um grupo-controle de gêmeos criados separados. Se tivessem, descobririam outros fatores influentes, tais como ambiente familiar e relacionamento com os pais, sem mencionar o fato de que somente na metade dos casos dos gêmeos idênticos analisados ambos eram homossexuais. Portanto, se o estudo tivesse demonstrado que o homossexualismo em gêmeos era genético, ambos os gêmeos teriam de ser homossexuais em 100% dos casos.15

+ Em julho de 1996, cinco pesquisadores dirigidos por Dean Hammer no Instituto Nacional de Câncer publicaram um estudo que tentava ligar o homossexualismo masculino a região genética específica do cromossomo X. Todavia, o Dr. Joseph Nicolosi, diretor da Clínica de Psicologia Thomas Aquinas, comenta: “O homossexualismo é muito mais complexo que mera conduta e inclui muitas dimensões complexas, entre elas pensamentos, emoções, fantasias, atrações específicas e identidade”.16

+ Jeffrey Satinover, M.D. – no artigo “Existe um Gene Gay?” — escreve: “Não é possível saber o que as descobertas significam — se é que significam alguma coisa — já que orientação sexual simplesmente não pode se herdada da mesma forma direta que a cor dos olhos”.17


Por que a verdade é tão importante?
À medida que o mito de nascer gay se torna mais aceito pelos governos, a sociedade sofre as conseqüências. Por exemplo, nos próximos anos, veremos mais e mais políticos apoiando o casamento entre membros do mesmo sexo e enfrentando oposição cada vez menor. Possivelmente, os alunos aprenderão cada vez mais que é normal ter duas mães e que o homossexualismo é apenas mais uma forma de amar. Em breve, currículos educacionais poderão incluir estudos sobre lesbianismo, homossexualismo e transexualidade. Além dos recursos federais concedidos à pesquisa, prevenção e tratamento da AIDS, que equivalem aos recursos para a luta contra o câncer, os ativistas da AIDS também têm outras exigências: acesso a testes anônimos de AIDS; extinção de testes compulsórios de AIDS; criação de programa legal de troca de seringas; apresentação de informação sobre AIDS em todos os níveis escolares; e distribuição gratuita de preservativos para todas as idades.20

Sejamos francos: ciência é fato... não teoria. Então, quando a mídia toma posse de uma teoria de ligação genética com homossexualismo e a divulga como fato, ela engana as pessoas. Isso não é certo. Além disso, mesmo se no futuro comprovarem elo genético, isso não justificaria o comportamento nem o tornaria aceitável perante Deus.

O elo genético para algumas condutas não as torna normais ou corretas. Tome o alcoolismo como exemplo ou a propensão à violência. Embora apresentados como características congênitas, poucas pessoas, se é que existem, aprovariam esses comportamentos simplesmente por serem genéticos. A Palavra de Deus não dá abertura para qualquer tipo de atividade sexual exceto no contexto do casamento heterossexual.

Mito 3: Relacionamentos homossexuais não são diferentes dos heterossexuais.
Os defensores do homossexualismo querem manter esse mito no ar porque desejam que seus relacionamentos sejam tratados como os heterossexuais. Homens querem o direito de se casar com homens. Mulheres querem se casar com mulheres. Alguns desses casais adotam crianças. Alguns casais de gays realmente se amam — assim como casais de lésbicas. Então, será que relacionamentos homossexuais são diferentes dos heterossexuais? Você nem imagina.

Fato: Relacionamentos monogâmicos entre gays são raros, e os envolvidos estão mais propensos a contrair doenças graves.

A maioria dos homossexuais tem parceiros múltiplos durante toda a vida. Várias pesquisas descobriram que o homossexual é, em média, muito mais promíscuo que o heterossexual. Confira as descobertas de uma das maiores pesquisas, de A.P. Bell e M.S. Weinberg:

73% dos gays tiveram mais de 100 parceiros
58% dos gays tiveram mais de 250 parceiros
41% dos gays tiveram mais de 500 parceiros e
26% dos gays tiveram mais de 1.000 parceiros 21


Em outra pesquisa, dois pesquisadores homossexuais descobriram que 73% dos homossexuais adultos tiveram relações sexuais com rapazes de 19 anos ou menos.22 Isso se parece com o estilo de vida da maioria dos heterossexuais que você conhece? Duvido. Um homem que tivesse dormido com tantas mulheres assim seria considerado viciado em sexo. No entanto, isso aparentemente é o normal entre homossexuais. Alguns compararam o homossexual ao viciado em drogas — ambos os comportamentos exigem intensidade e empenho cada vez maiores para obter a mesma sensação.

Embora alguns promovam o mito de que relacionamentos homossexuais são iguais aos heterossexuais como fato, também existem membros da comunidade gay que admitem a falsidade dessa afirmação. Andrew Sullivan, reconhecido autor homossexual conservador, diz que casais gays seguem um padrão moral muito diferente dos heterossexuais. Segundo ele, seu padrão moral apresenta “maior compreensão da necessidade de escapadas extraconjugais”.23 Além disso, dois pesquisadores (que dizem ser um casal) chegaram à conclusão que relacionamentos homossexuais entre homens raramente sobrevivem se não aceitarem contato sexual externo.24

Por que a verdade é tão importante?
Deus criou o relacionamento exclusivo entre homem e mulher. Todavia, Ele condena relações sexuais antes do casamento tanto quanto relacionamentos homossexuais. Ambos estão fora da Sua vontade. Dizer que relacionamentos homossexuais são iguais aos heterossexuais é zombar do ato divino de criação e Sua ordenança do casamento. Ele criou o homem e a mulher um para o outro e disse que isso era “bom”. Quem diz o contrário está enganando as pessoas.

Mito 4: Heterossexuais correm o mesmo risco de contrair o vírus da AIDS que homossexuais.
Sem dúvida, todo indivíduo corre risco de contrair o vírus da AIDS, principalmente se “não é virgem, e se é, ou já foi, usuário de drogas injetáveis ou receptor de sangue e derivados”.25 Mas já demonstramos que, em geral, os homossexuais são mais promíscuos que os heterossexuais. Então, não é provável que os gays corram maior risco de contrair o vírus que os heterossexuais? Pode ter certeza.

Fato: A probabilidade de contrair o vírus da AIDS numa relação heterossexual sem preservativo é de 1 em 715.000. A probabilidade numa relação homossexual sem preservativo é de 1 em 165.26

Uau! Embora a AIDS tenha se tornado doença universal (e você corre o risco de pegá-la se for sexualmente ativo fora do casamento), não se pode negar que a probabilidade de infecção é bem maior para o homossexual. Confira:

+ Uma pesquisa de 1992 pelo Centro de Controle Epidemiológico Americano revelou que embora 50% dos homossexuais do sexo masculino tivessem tido mais de 500 parceiros, a média de parceiros dos soropositivos é de 1.100.27

+ “Por incrível que pareça, alguns gays têm relações sem preservativos porque desejam contrair o vírus HIV — ou pelo menos querem se arriscar. O perigo pode ser erótico, até mesmo a ameaça de contrair doença fatal”, segundo artigo da revista Newsweek. O artigo também cita um aluno que disse: “Quem tem AIDS ou HIV é tratado como celebridade. É como herói na batalha... Sair com um soropositivo, é como estar como uma pessoa mais importante”.28

+ Pesquisas têm demonstrado que o sistema imunológico do corpo se deteriora pela exposição contínua a sêmen durante relações sexuais anais. Além disso, a dilaceração da pele que ocorre nesse tipo de relação expõe o indivíduo a infecção por diversas doenças graves e fatais. Entre elas, a AIDS é a mais conhecida e perigosa.29


Por que a verdade é tão importante?
É muito arriscado divulgar o mito de que homossexuais não correm maior risco de contrair AIDS que os heterossexuais. Vidas estão em jogo! Sem dúvida, os homossexuais correm outros riscos: isolamento, tristeza, perplexidade, desilusão, abandono, etc. Quem vive fora da vontade de Deus — quer experimentando homossexualismo, quer se apegando a outro pecado — sofre os efeitos de alguma forma. O pior resultado da vida pecaminosa é não ter paz com Deus.

Mito 5: Homossexuais são pessoas normais e saudáveis.
É incrível o número de pessoas que dedicam a vida inteira a “conquistar tudo”. Querem as melhores roupas, os carros mais velozes, as maiores casas e as contas bancárias mais astronômicas. Provavelmente, o que realmente desejam é serem aceitas e admiradas. Os homossexuais querem o mesmo. Foram feridos pela rejeição e, em geral, fazem qualquer coisa para parecerem “normais”. Mas, ironicamente, a intolerância da sociedade não é o motivo do comportamento arriscado dos homossexuais. Na realidade, tal conduta tende a ser mais intensa onde os homossexuais enfrentam menor censura — cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro ou universidades com maior proporção de homossexuais. John Paulk, especialista em homossexualidade e gênero da Valor Para a Família, diz: “Pela minha experiência, promiscuidade, abuso de drogas, suicídio e AIDS são mais freqüentes onde o homossexualismo é mais aceito”.

Fato: Muitos homossexuais têm relações sexuais com desconhecidos e celebram a obsessão sexual.31
Existem diversas áreas em que o homossexual comum difere do heterossexual comum. Os fatos falam por si mesmos. Confira:

+ Richard Howe, no artigo “Homossexualidade na América: Expondo os Mitos”, revela as mentiras divulgadas pela agenda homossexual. Ele escreve: “A campanha engenhosa e bem-sucedida de relações públicas mascara a verdadeira aparência do estilo de vida homossexual. Isso é demonstrado por duas fontes [incontestáveis]: ex-homossexuais que descrevem o estilo de vida homossexual típico e filmagens de outros homossexuais em eventos públicos”.32

+ O colunista Matt Kaufman estudou o fenômeno dos homossexuais que se atrevem a abandonar o homossexualismo. Segundo ele: “O problema vai além da promiscuidade. Homossexuais de ambos os sexos apresentam maior propensão ao uso de cigarro, álcool e drogas ilícitas que o restante da sociedade. Uma pesquisa abrangente da Revista Americana de Saúde Pública descobriu que 50% dos gays e 41% das lésbicas já usaram alucinógenos como LSD; e 79% dos gays e 82% das lésbicas já fumaram maconha”.33

+ Registros coletados pelo Wall Street Journal em 1994 mostram que os homossexuais são um dos grupos mais ricos nos Estados Unidos — não constituem um grupo de “pessoas comuns”. Sessenta por cento têm nível universitário comparados à média nacional de 18%. Quarenta e nove por cento têm profissão ou posição administrativa comparados à média nacional de 16%. Sessenta e seis por cento viajam para o exterior quando saem de férias comparados à média nacional de 14%.34


Por que a verdade é tão importante?
Paulo afirma no livro de Romanos que o homossexualismo é contrário à natureza. Mas alguns homossexuais dirão que sempre se sentiram atraídos por pessoas do mesmo sexo, ou seja, isso lhes parece natural. Infelizmente, os sentimentos não justificam as ações. O “pecado” é qualquer comportamento que desagrada a Deus. Vivemos num mundo caído e o pecado distorceu nossa percepção da verdade — então, o que uma pessoa considera natural ou normal não muda a verdade das leis morais divinas encontradas na Bíblia.

Homossexualismo é apenas sintoma da humanidade pecaminosa. Em nossa natureza deteriorada, temos desejo inegável de sermos completos, porém é por causa dela que buscamos o complemento no lugar errado. Se você está lutando contra sentimentos de atração pelo mesmo sexo, pornografia, inveja ou mentira, a tentação é rotular isso de “normal” ou “saudável” para tentar justificar o comportamento depravado. Entretanto, o rótulo não esconde as feridas profundas dos indivíduos presos a uma vida que desagrada a Deus. O único lugar onde se pode encontrar cura e plenitude é aos pés da cruz.

Mito 6: A Bíblia não condena o homossexualismo — apenas a promiscuidade.
Recentemente, várias denominações importantes abandonaram as interpretações bíblicas tradicionais e abraçaram o movimento gay cristão.

Algumas pessoas afirmam que as declarações de Paulo foram feitas para os crentes daquela época e deixaram de ser relevantes. Mas a Palavra de Deus — imutável e eterna (Isaías 40:8) — apresenta outro ponto de vista.

Fato: Deus condena claramente qualquer ato sexual fora do casamento heterossexual.
Deus criou a relação sexual apenas para a união entre homem e mulher no casamento. O primeiro capítulo de Gênesis diz: “Criou Deus o homem à sua imagem ... homem e mulher os criou”. Nesse capítulo aprendemos por que fornicação, adultério e prostituição — assim como o “casamento homossexual” — são distorções do plano original de Deus para a sexualidade saudável. Confira:

+ O pecado do homossexualismo é condenado pela lei de Moisés: “Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22).

+ O relacionamento heterossexual é o único relacionamento aprovado por Jesus: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’ e disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’? Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe”. (Mateus 19:4-6).

+ O primeiro capítulo de Romanos geralmente é considerado a censura mais completa e clara do homossexualismo na Bíblia. Também contém a única referência específica ao lesbianismo. “Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”. (Romanos 1:24-27).

+ O conhecido autor Bob Davies dedicou-se ao ministério com indivíduos tentados pelo homossexualismo. Seu artigo, “O Que a Bíblia Diz?” (na revista Moody) explica passagens bíblicas como 1 Coríntios 6:9, que menciona “homossexuais passivos ou ativos” numa longa lista de pessoas que não herdarão o reino de Deus. Esse versículo em particular é claro — até começarem as discussões sobre o significado exato dessa frase no grego do Novo Testamento original. Davies escreve: “Ela se refere à prostituição masculina lasciva e sem compromisso ou a relacionamento amoroso permanente? O significado literal é ‘um homem que se deita com um homem’. Não há classificação. Toda conduta homossexual é proibida, independentemente do amor ou da lúxuria envolvida”.35


Por que a verdade é tão importante?
Há muitas distorções na sexualidade por causa dos efeitos do pecado. Elas resultaram em angústia e sofrimento para muitos. Sabemos com base na Bíblia que os praticantes de atos homossexuais receberão “em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Romanos 1:27). Bob Davies testemunhou isso no ministério com gays e lésbicas. Ele escreve: “O homossexual ceifa colheita amarga de sofrimento emocional e físico. Embora a AIDS não seja julgamento direto de Deus, é sem dúvida conseqüência devastadora do pecado”.36

Apesar de ser clara quanto ao homossexualismo, a Palavra de Deus também é bem clara na questão da sexualidade saudável. Sem dúvida você já ouvir dizer que Deus tem um plano para sua vida. Acredite se quiser: Ele também tem um plano para sua sexualidade! Ele planejou uma vida amorosa emocionante no casamento.

Mito 7: Relacionamentos de lésbicas são mais saudáveis que os de gays.
Geralmente acredita-se que mulheres que têm relações sexuais com mulheres correm menor risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis que gays. A maioria das pesquisas sobre os riscos de saúde associados à atividade homossexual trata de homens que têm relações com homens. Um dos motivos pela escassez de pesquisas sobre os riscos associados ao comportamento lésbico é que as mulheres relutam em admitir participação em atividades lésbicas.37 Todavia, existem algumas pesquisas que não apóiam esse mito.

Fato: Relacionamentos lésbicos são tão prejudiciais e arriscados quanto os gays.
A realidade é que a maioria das lésbicas não se relaciona exclusivamente com mulheres. Aproximadamente 2/3 das mulheres entrevistadas também tiveram relações sexuais com homens nos últimos cinco anos.38 A incidência de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) entre mulheres bissexuais ativas é duas vezes maior que entre mulheres exclusivamente homossexuais.39 Outros estudos demonstraram que número considerável de lésbicas apresenta comportamento arriscado, o que aumenta o risco de contrair doenças. Confira:

+ Lésbicas e mulheres bissexuais apresentam índices elevados de conduta perigosa como uso de drogas e sexo em troca de drogas ou dinheiro”.40

+ A Liga Nacional de Programas Anti-Violência relatou que violência doméstica é tão comum em relacionamentos homossexuais, bissexuais e transexuais quanto em relacionamentos heterossexuais. (Relacionamentos lésbicos não foram excluídos.) O número de casos de violência doméstica nesses tipos de relacionamentos aumentou 41% de 1996 a 1998.41

+ “Uma DST preocupante é a vaginose bacteriana (VB). A prevalência de VB é significante e consistentemente maior entre lésbicas que heterossexuais”.42

+ “Produtos de sexo emprestados, contato oro-genital ou oro-anal e exposição a fluxo menstrual e fluídos corporais aumentam o risco de transmissão de patogenias entre mulheres que têm relações sexuais com mulheres”.43

+ Alguns relatórios afirmam que lésbicas têm índices mais altos de câncer de mama e ovário por diversos fatores como nuliparidade (qualidade de quem nunca deu à luz), gravidez tardia, altos índices de consumo de álcool e obesidade.44 Na verdade, Dra. Suzanne Haynes, chefe do departamento de educação de saúde do Instituto Nacional de Câncer, calculou que lésbicas “têm 33% de probabilidade de apresentar câncer de mama, comparadas a pouco mais de 10% para as mulheres em geral”.45


Por que a verdade é tão importante?
É importante que as mulheres saibam das conseqüências de suas escolhas. As lésbicas não estão isentas das realidades da promiscuidade, como o vírus HIV. Infelizmente, por causa da perpetuação desse mito, muitas lésbicas vão cada vez menos ao médico. Embora a maioria das heterossexuais vá ao ginecologista a cada 8 ou 9 meses em média, a média entre as lésbicas é 21 a 24 meses.46 Isso causa grande preocupação, pois “muitas lésbicas apresentam outros fatores de risco de displasia cervical, tais como diversos parceiros masculinos, relações heterossexuais precoces e fumo”.47

Mais uma vez, a Palavra de Deus fala claramente sobre as conseqüências do pecado. A única forma real de “sexo seguro” é a abstinência. Quer sinta-se atraído a alguém do mesmo sexo quer do sexo oposto, você pode tomar posição firme de pureza e experimentar recompensas por toda a vida. Vale a pena esperar pelo amor verdadeiro — não só por causa dos riscos da promiscuidade, mas porque Deus só abençoou o sexo no contexto do casamento heterossexual.

Mito 8: O homossexualismo é imutável.
Esse deve ser o mito mais devastador sobre o homossexualismo atualmente. Contudo, a maioria dos homossexuais acredita que seu estilo de vida está tão arraigado na sua identidade, que não podem fazer nada a respeito. No artigo, “Homossexualismo na América: Expondo os Mitos”, Richard Howe concorda que esse mito é destrutivo, pois leva ao abandono da esperança de livramento. Ele sugere dois motivos pelos quais os ativistas homossexuais promovem esse mito e não querem admitir a possibilidade de mudança:

Estariam admitindo que existem membros da comunidade homossexual que constatam o erro do homossexualismo e sua incapacidade de trazer felicidade e realização. O foco nesses homossexuais que querem mudar ressalta a imoralidade e destrutividade pessoal do homossexualismo.

Estariam negando a origem genética do homossexualismo. Quanto mais a comunidade homossexual puder convencer o público em geral de que o homossexualismo está fora de seu controle, mais tolerância ou até tratamento preferencial conquistará na sociedade.48

Fato: Existe libertação do homossexualismo.
Na realidade, há número tremendo de homossexuais que mudaram. Confira:

+ Dr. Reuben Fine, diretor do Centro para Treinamento Psicoanalítico de Nova Iorque, diz: “É paradoxal que, embora grupos homossexuais politicamente ativos neguem a possibilidade de mudança, todos os estudos de Schrenck-Notzing revelaram resultados positivos, independentemente do método de tratamento utilizado... uma porcentagem considerável de homossexuais assumidos se tornou heterossexual”.49

+ A Associação Nacional para Pesquisa Psicoanalítica e Terapia de Homossexualismo, segundo o Dr. Joseph Nicolosi, psicólogo clínico dessa organização, acredita que o homossexualismo é reversível e problema de desenvolvimento tratável. 50

+ Existe inclusive o Dia Nacional do Ex-Homossexual, celebrado anualmente. O objetivo é “proporcionar visão cristã — mostrar às pessoas que muitos de nós abandonamos o homossexualismo, e que estamos dispostos a ajudar quem deseja fazer o mesmo”.51

+ Os homossexuais que passaram por uma agência da Exodus Internacional descobriram que Jesus Cristo é suficiente para transformar. “O princípio do caminho não é apenas o abandono do estilo de vida gay, nem tentativas de se relacionar com uma mulher ou mudar o relacionamento com homens; o princípio é entrar num relacionamento com Deus ... Do ponto de vista dos que trilharam esse caminho, foi difícil, mas valeu a pena, pois ele leva a alegria, liberdade e realização pessoal”.52


Por que a verdade é tão importante?
Deus deixa claras as conseqüências da perversão, tal como a conduta homossexual. Entretanto, como no caso de outros estilos de vida pecaminosos, o homossexualismo é perdoável se o indivíduo se arrepender de suas ações e buscar a Deus. Seu poder trará cura e restauração. Ele é capaz de intervir e transformar vidas. Essa é a mensagem que está sendo abafada atualmente: há libertação do homossexualismo por meio do amor incondicional e da graça de Jesus Cristo. É claro que o abandono do estilo de vida destrutivo — especialmente o que leva a vícios como bebida, fumo e sexo — é difícil. Na realidade, pode ser a tarefa mais árdua que alguém pode enfrentar. Contudo, há esperança com Jesus! Reflita sobre isto: o poder de Deus é incrível! Se Ele foi capaz de ressuscitar Jesus dos mortos, pode resgatar uma pessoa de qualquer situação.

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. 1 João 1:9

“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” 2 Coríntios 5:17


Você pode ajudar alguém com problemas com homossexualismo.
A melhor forma de ajudar alguém que luta contra o pecado do homossexualismo é orar! Peça a Deus que lhe dê oportunidade para demonstrar interesse pela pessoa e ore por força e coragem para compartilhar a verdade em amor. O Dr. Jeffrey Satinover tem obra extensa sobre a luta com o homossexualismo e já ajudou inúmeras pessoas a ajudar outras e a si mesmas. O texto seguinte foi adaptado de sua lista, “O Que Fazer... e Não Fazer”, extraída do artigo “Homossexualidade: Fatos versus Mitos”.53

1. Lembre que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Portanto, esteja disposto a compartilhar as suas próprias lutas e tentações.

2. Não condene. As pessoas não decidiram ter atração homossexual da mesma maneira como alguém decide morar em determinada cidade. Dizer o contrário é convencê-las de que você não entende nada sobre elas nem sente empatia. Saiba que a raiz do problema homossexual é a rejeição.

3. Não comece apontando os problemas do homossexualismo. Lembre que sermões raramente convencem as pessoas a abandonar o álcool e o fumo, mas não caia no outro extremo. Aceitação cega do homossexualismo como “opção” legítima pode parecer, a princípio, a única opção compassiva. Todavia, existem abordagens mais adequadas que demonstram interesse e sensibilidade e, ao mesmo tempo, lidam com a realidade da situação.

4. Procure evitar o problema antes que aconteça. Fale abertamente sobre homossexualismo com seus amigos ou pessoas chegadas que lutam com isso. Descubra as causas e converse sobre elas no início. Ajude-os a entender os riscos.

5. Dê esperança de transformação! Compartilhe este livreto com a pessoa. Mesmo se ela resistir, uma forma específica de assistência oferecida com amor talvez venha a ser seguida no futuro.

6. Demonstre amor, interesse e compaixão ao apontar o caminho para a cura.

“Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado. Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo”. Gálatas 6:1-2

Notas
1. Siecus Fact Sheet, www.siecus.org/pubs/fact
2. J. Budziszewski, Ph.D., “A War of Words,” Boundless, www.boundless.org (30 de setembro, 1998).
3. Ibid.
4. Charles F. Turner, Heather G. Miller and Lincoln E. Moses, eds. Aids: Sexual Behavior and Intravenous Drug Use (n.c.: National Academy Press, n.d.), 86, as cited in Robert H. Knight, “Video ’On Being Gay‘ Twist the Facts,” Insights 14 (July 1993) 2. Segundo Knight, o Conselho Nacional de Pesquisa financiou Kinsey no passado.
5. Reisman and Eichel, Kinsey, Sex and Fraud, 177.
6. Ibid.
7. J. Gordon Muir, “Homosexuals and the 10% Fallacy,” Wall Street Journal, March 31, 1993; John O. G. Billy, Koray Tanfer, William R. Grady and Daniel H. Klepinger, “The Sexual Behavior of Men in the United States,” Family Planning Perspectives, The Alan Guttmacher Institute, vol. 25, no. 2 (March/April 1993).
8. “Homosexuals and the 10% Fallacy,” The Wall Street Journal (31 de março, 1999).
9. “Sexual Behavior of Men in the United States,” Family Planning Perspectives 25, no.2 (Março/Abril 1993) 52-56.
10. “Homosexuality and Bisexuality in Different Populations,” Archives of Sexual Behavior 22, no. 4 (1993) 303.
11. “Gay Rights, Special Rights,” Jeremiah Films, Inc., (1993).
12. Jeffrey Satinover, M.D., “Is There a ‘Gay Gene?’” National Association of Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) Fact Sheet (Março 1999) 1.
13. Charles W. Socarides, interview in “New Gene Study: Homosexuality Inborn?” 9.
14. Grant and Horne, Legislating Immorality, 120.
15. John Paulk, “Homosexuality: Not a case of genetic conditioning,” The Oregon Citizen (Janeiro 1997) 1-2.
16. Ibid.
17. Jeffrey Satinover, M.D., “Is There a ‘Gay Gene?’” National Association of Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) Fact Sheet (Março 1999) 2.
18. Larry Burtoft, Ph.D., Setting the Record Straight: What Research Really Says About the Social Consequences of Homosexuality (Focus on the Family 1994) 58.
19. Ibid.
20. Ibid.
21. A. P. Bell and M. S. Weinberg, Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women, (New York: Simon and Schuster, 1978), 308, Table 7.
22. “The Homosexual Lifestyle and Sexual Practices,” The Berean League (Junho 1991).
23. McWhirter, D. and Mattison, A., The Male Couple: How Relationships Develop (Prentice-Hall 1984).
24. Ibid.
25. Jeffrey Satinover, M.D., “Homosexuality Facts versus Fictions: What You Need to Know, Where to Find Help” (“Focus on the Family” emissão de rádio, 5-7 de fevereiro, 1997).
26. Tom W. Smith, “Adult Sexual Behavior and Risk of AIDS,” Family Planning Perspectives 23, no. 3 (Maio/Junho 1991) 104.
27. “The Homosexual Lifestyle and Sexual Practices,” The Berean League (Junho 1991).
28. Mark Peyser, “Deadly Dance,” Newsweek, 20 de setembro, 1997, 76.
29. Larry Burtoft, Ph.D., Setting the Record Straight: What Research Really Says About the Social Consequences of Homosexuality (Focus on the Family 1994) 32-33.
30. Ibid.
31. On Being Gay: A Conversation with Brian McNaught (TRB Productions, 1986). Esta fita de vídeo é tentativa elegante de retratar o homossexual “típico” como indivíduo asseado, educado, inteligente, articulado e sensível. McNaught admite na gravação que os homossexuais têm mais relações sexuais que heterossexuais.
32. “The Gay Agenda: The March on Washington,” The Report, Lancaster, CA, 1993. 1-800-462-4700.
33. William S. Skinner, “The Prevalence and Demographic Predictors of Illicit and Licit Drug use among Lesbians and Gay Men,” American Journal of Public Health, no. 84 (1994) 1307-1310.
34. Friedman, “Homosexuals Steal National Interest at the Expense of Black America.”
35. Bob Davies, “What Does the Bible Say?” Moody (Maio 1994).
36. Ibid.
37. “Health Implications Associated With Homosexuality,” The Medical Institute for Sexual Health (Março 1999) 48.
38. Ibid.
39. Ibid.
40. Ibid.
41. “Domestic Violence Prevalent in Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender Relationships,” The National Coalition of Anti-Violence Programs (NCAVP) (6 de outubro, 1998) 1.
42. “Health Implications Associated With Homosexuality,” The Medical Institute for Sexual Health (Março 1999) 49.
43. Ibid.
44. Ibid, 51.
45. Ibid.
46. Ibid, 52.
47. Ibid.
48. Richard Howe, “Homosexuality in America: Exposing the Myths” The American Family Association (1994) 11-12.
49. Ibid.
50. Joseph Nicolosi, Ph.D., National Association for the Research and Therapy of Homosexuality, 1999 Annual Conference, Salt Lake City, UT.
51. Michael Johnston, “National Coming out of Homosexuality Day Project,” website: www.kerusso.org.
52. No Easy Way brochure by Regeneration (Baltimore: Regeneration, Inc., 1991). “Regeneration is a non-profit, interdenominational Christian ministry for men and women seeking a way out of homosexuality.” (do livreto) Para informações sobre como contactar Regeneration e outros ministérios e serviços de auxílio a homossexuais, veja a seção “Ministérios Homossexuais” na página 4.
53. Jeffrey Satinover, M.D., “Homosexuality Facts versus Fictions: What You Need to Know, Where to Find Help” (transmissão de “Focus on the Family”, 5-7 de fevereiro, 1997).




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Um comentário:

Anônimo disse...

Me ajudou bastante... Tenho um amigo homossexual, e desde que soube, isso me tormenta. Sou cristã e ele também (é novo convertido), espero que Deus continue a fazer essa obra nele e que ele continue a ter vontade de mudar! Sei que pra Deus nada é impossível, e fazer com que um homossexual se torne heterossexual é tremendamente fácil pra Ele. O que é difícil, na maioria das vezes, é a vontade do ser humano de mudar...