19 de março de 2003

O Preço da Igualdade Sexual

O Preço da Igualdade Sexual

Julio Severo

Muitas pessoas poderiam se perguntar que tipo de educação as feministas querem aprovar e promover para as crianças nas escolas. A resposta está num artigo americano. Kristine M. Baber e Colleen I. Murray escreveram o artigo A Postmodern Feminist Approach to Teaching Human Sexuality
[1] (Uma Abordagem Feminista Pós-moderna ao Ensino da Sexualidade Humana), publicado na revista Family Relations.

Já de início, as autoras declaram seus objetivos para essa abordagem: expandir o pensamento dos estudantes sobre a questão da “diversidade”
[2] e ajudá-los a maximizar a própria saúde sexual.

Começando com um ataque à realidade espiritual da fé, as autoras declaram: “A maioria dos estudantes chega à escola com suposições sem provas de que há dois sexos, masculino e feminino. Eles vêm à sala de aula acreditando que, em alguns aspectos, os homens são superiores. Para que eles possam interpretar os conceitos de sexo e gênero, devemos introduzir o conceito de transsexualidade incentivando-os a ler literatura sobre o assunto… ou trazer transsexuais para a sala de aula, para darem palestras. Assim, os estudantes entenderão que as idéias de papéis sexuais tradicionais para homens e mulheres são só uma invenção da sociedade.”


A meta das autoras é levar os estudantes a ver que se o que eles acreditam ser verdade e sexualidade é invenção da sociedade, então cabe a cada um interpretar seu próprio conceito de sexualidade: “A perspectiva pós-moderna abre as portas para muitas possibilidades… assim, os estudantes passam a repensar seus próprios valores e podem, até certo ponto, criar sua própria sexualidade.” As autoras acham que estão dando aos estudantes apenas liberdade e neutralidade para que eles possam livremente escolher ou criar qualquer valor moral que quiserem, mas a realidade é bem diferente. Embora possa parecer que tudo o que elas querem é apenas dar uma melhor educação sexual, fica claro que elas desejam mesmo é converter os estudantes à ideologia feminista.

O feminismo e as escolas
A maioria dos pais espera que as escolas públicas se encarreguem de moldar os valores de seus filhos. O Ministério da Educação (MEC) do Brasil, que pensa exatamente dessa forma, diz: “Mudar mentalidades… A escola tem um papel crucial a desempenhar nesse processo.”
[3] Mas as tristes conseqüências desse erro estão aparecendo, pois as escolas públicas estão exigindo o direito de educar sistematicamente as crianças em valores que podem ser diretamente contrários aos valores dos pais.

As aulas de educação sexual, por exemplo, são planejadas especialmente para fazer lavagem cerebral nas crianças e condicioná-las a aceitar o homossexualismo e a relação sexual antes do casamento, destruindo assim os conceitos bíblicos de um certo absoluto e de um errado absoluto. Na opinião de diversas autoridades brasileiras da área da educação, os jovens das escolas devem ser expostos à educação sexual, à camisinha e a outros métodos de planejamento familiar a fim de que aprendam a gozar o prazer sexual sem se preocupar com gravidez, casamento e moralidade. O MEC diz:


“A escola deve informar e discutir os diferentes tabus, preconceitos, crenças e atitudes existentes na sociedade…”[4] tais como “aborto, virgindade, homossexualidade, pornografia”, etc.[5]

Nessas questões, o MEC alerta, “o professor deve ter discernimento para não transmitir seus valores, crenças e opiniões como sendo princípios ou verdades absolutas”,[6] presumivelmente mesmo que sejam princípios e verdades da Bíblia.

A fim de mudar a mentalidade das crianças com relação ao papel masculino e feminino e ensiná-las que as mulheres podem trabalhar em todas as ocupações dos homens e vice-versa, os professores das escolas públicas são instruídos a transmitir os valores, crenças e opiniões do MEC. O currículo do MEC os instrui a “trabalhar as relações de gênero em qualquer situação do convívio escolar”.
[7] Por exemplo, quando os alunos acham que algumas brincadeiras, atividades e condutas são só para meninos e outras só para meninas, “o professor… pode intervir para combater as discriminações e questionar os estereótipos associados ao gênero”.[8]

O termo gênero, que o MEC usa no lugar da palavra sexo, expressa a idéia de que qualquer variedade sexual é aceitável e normal, inclusive a homossexualidade. Os educadores que crêem nessa teoria empregam o conceito gênero para ensinar que os papéis masculinos e femininos tradicionais são pura invenção da sociedade. Conforme mostra o MEC:

O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.[9]

Assim é que, para combater a chamada “discriminação de gênero”, inverte-se a imagem do homem e da mulher. Em nome da igualdade sexual, princípios socialistas e feministas são sutilmente ensinados em muitas salas de aula do Brasil. As lições mostram para as crianças mães casadas trabalhando fora e maridos em casa cuidando dos deveres domésticos.[10] Mostram também como normal um menino se envolver em atividades de menina.[11] Tudo isso porque o governo estabeleceu “o compromisso de o Brasil não aceitar livros [didáticos] que contenham posturas tradicionais em relação ao papel do homem e da mulher”.[12] O governo brasileiro está assim atendendo diretamente as recomendações das feministas na ONU.[13]

No entanto, essas mudanças na área da educação também estão ocorrendo por pressão dos grupos feministas que atuam no Congresso Nacional em Brasília. Em sua edição de janeiro de 2000, o jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA) de Brasília elogia o plano do governo para todas as escolas do Brasil:

Plano Nacional de Educação Ganha Perspectiva de Gênero
O Plano Nacional de Educação, aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados… ganha três emendas que chamam a atenção para a necessidade de se trabalhar as relações de gênero na educação brasileira.
[14]

Feminismo & Homossexualismo
As parlamentares integrantes do CFEMEA destacam-se não só pelo forte apoio aos projetos de lei a favor da prática do aborto e da educação sexual nas escolas, mas também de projetos que combatem a “discriminação sexual” e defendem a união dos chamados “casais” gays.
Aparentemente, esses mesmos interesses sempre foram a grande paixão de uma conhecida ativista feminista do Partido dos Trabalhadores (PT). Quando era deputada federal, Marta Suplicy se envolveu com o CFEMEA. E não podia ser diferente, pois a afinidade ideológica é muito grande. Ela não tenta esconder de ninguém seu apoio às causas feministas e homossexuais. Parece que seu prazer é colocar em prática sua fé política em esforços para legalizar o aborto e o comportamento homossexual, sem mencionar seu prazer em apoiar as passeatas gays…


Declaração de uma mulher que participou de uma marcha a favor do aborto:

“Foi um dia bom. Fiquei realmente contente de fazer parte de um agrupamento de gays e lésbicas, pois o direito de ‘escolher o aborto’ também inclui o direito de escolher a sexualidade. Aborto é sobre sexo, não sobre vida, mas sobre sexo e sobre mulheres podendo fazer sexo sem medo de engravidar, e isso leva a experiências sexuais, e isso leva a mulheres podendo dormir com mulheres e homens e com quem elas quiserem…” [15]

Declaração de uma conhecida líder feminista:


“As lésbicas sempre estiveram nas linhas de frente na questão do aborto, pois o direito de a mulher escolhê-lo no final das contas inclui não só a liberdade reprodutiva, mas também o direito de escolher a própria sexualidade”. [16]

Entretanto, será que poderia parecer estranha uma ligação entre o feminismo e o homossexualismo? A organização não-governamental Family Research Council de Washington, DC, publicou um importante documento intitulado Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent (Os Ativistas Homossexuais Estão Trabalhando para Abaixar a Idade Legal de Consentimento Sexual). Esse documento revela:

Kate Millett, uma feminista radical e teórica marxista, descreveu essa filosofia numa entrevista publicada no livro homossexual Amando Meninos. Millett afirma: “Um dos direitos mais importantes das crianças é expressar-se sexualmente, principalmente umas com as outras, mas também com adultos. Então, a liberdade sexual das crianças é uma parte importante de toda revolução sexual”. Millett diz que a revolução sexual começa trazendo a emancipação das mulheres e termina trazendo a emancipação homossexual…[17]

Realidades passadas e presentes
As mulheres do passado que lutaram por direitos básicos tinham a esperança de que chegaria uma época melhor para as pessoas. Mas não é bem isso o que estamos vendo em nosso tempo. O que os EUA de hoje têm em sua sociedade e estão tentando passar para o mundo, através dos meios de comunicação e entretenimento, é uma cultura cada vez mais brutal onde as mulheres estão virando homens — e dos piores tipos. Assim argumenta o escritor Benjamin DeMott em seu livro Killer Woman Blues.
[18] Ele lamenta que o ideal das primeiras feministas de “justiça, abertura sexual e pleno desenvolvimento humano para ambos os sexos” não existe mais. O que existe agora é o feminismo das mulheres duronas vivendo a fantasia da mulher com comportamento de homem.

As feministas modernas estão adotando os padrões masculinos de autoexpressão — inclusive agressividade. Elas sentem prazer em ser brutais e cínicas. Inevitavelmente, a cultura feminista encoraja as mulheres a saborear atitudes mais combativas e a repudiar a noção feminina tradicional que valoriza a mulher como fonte de compaixão, generosidade e atenciosidade. O novo ideal é as mulheres serem irreverentes e agressivas.


Na atual sociedade americana, onde os homens são homens e as mulheres são masculinizadas, quem é que ficará para mostrar a tradicional sensibilidade feminina de atenção e cuidado para com os outros? A resposta das feministas é feminilizar os homens, trabalhando as relações de gênero e envolvendo os homens na área do lar e do cuidado de crianças.


Trabalhar as relações de gênero nada menos é do que eliminar as diferenças tradicionais entre homens e mulheres. O feminismo luta para que seja censurada e eliminada das escolas e dos meios de comunicação toda imagem do homem como pai trabalhando para sustentar a família e da mulher como mãe ocupada com seu lar e filhos. A jornalista Dale O’Leary revela:


…as feministas exigem que os “estereótipos” e as “imagens tradicionais” sejam removidos dos materiais educacionais e dos meios de comunicação. A fim de alcançar a meta de que os homens e as mulheres tenham igualmente os mesmos desejos e interesses, as feministas exigem que os livros escolares, os desenhos, as comédias, os anúncios comerciais e as peças teatrais mostrem os homens e as mulheres trabalhando em número igual como soldados, cientistas, bombeiros e motoristas de caminhão, até mesmo quando isso não tem nada a ver com a realidade. As atividades em que só há a participação de homens deverão ser classificadas como más, opressivas e discriminatórias. As mulheres nunca deverão ser mostradas como mães e donas de casa de tempo integral, a não ser como vitimas de violência doméstica, mulheres com distúrbios mentais e comportamento anti-social ou esposas casadas com maridos fanáticos religiosos. [19]

Igualdade total
As feministas radicais lutam por plena igualdade com os homens em todas as áreas. Contudo, será que o que elas querem é realmente possível ou necessário?


A função dos papéis sexuais tradicionais era valorizar e proteger o casamento e a vida de família. Em seus ataques contra esses papéis, as feministas estão demolindo as barreiras que cercam os bastiões masculinos na sociedade. As mulheres agora encontram amplas oportunidades de emprego, até mesmo no exército e na polícia. É nesse contexto que o cientista social Martin Van Creveld pergunta: “Há alguma área em que os homens estão em evidente vantagem e em que as mulheres jamais conseguirão desempenhar mais do que um papel mínimo?”
[20]

Numa análise extensa, publicada na revista Social Research (Pesquisa Social), Van Creveld ousa declarar que “tal área realmente existe… e seu nome é violência.” Em sua avaliação do sentido social da violência, Van Creveld chega ao ponto de sugerir que “uma de suas funções é separar claramente os homens das mulheres.” Van Creveld reconhece “a contínua feminilização da polícia e das forças armadas” nas nações industrializadas, mas deduz que esse fenômeno é uma “ilusão”. Ele comenta: “Quanto mais mulheres entrarem em algum setor da polícia, a probabilidade é que esse setor se distanciará mais dos casos de violência. Quando mais mulheres entrarem em algum setor das forças armadas, menos probabilidade esse setor terá de se envolver em operações militares sérias.” Van Creveld não precisa fazer uma pesquisa profunda para descobrir os motivos por que, até mesmo na polícia e no exército, não se encontram mulheres nos locais onde a violência ocorre. Ele diz: “Não há nada como a violência para penalizar a fraqueza. A violência faz isso de modo bem rápido, e faz da forma mais desagradável que se possa imaginar. Faz isso com conseqüências que, na maioria das vezes, não se pode remediar.”

O fato de que as mulheres estão começando a trabalhar como policiais e soldados não apagou “a realidade de que o corpo feminino é muito menos adequado para se envolver em situações de violência ou se defender contra ela.” Aliás, o exército possui provas convincentes da relativa fraqueza das mulheres. O Exército dos EUA, por exemplo, informa que em média as recrutas femininas “são 12 cm mais baixas, 14 kg mais leves, têm 16 kg a menos de músculos e quase 3 kg a mais de gordura do que em média têm os recrutas do sexo masculino. Comparando com a média dos recrutas masculinos, as recrutas têm só 55 por cento de força na parte superior do corpo e 72 por cento de força na parte inferior do corpo.” Entre os cadetes, 78 por cento dos homens, mas só 6 por cento das mulheres, conseguiam correr 3 km em menos de 14 minutos.


As feministas sempre tiveram a esperança de que um treinamento militar intensivo daria às mulheres uma força física de maior igualdade com os homens. Mas a realidade da biologia feminina tem despedaçado essa esperança. De fato, já que “os homens possuem a capacidade superior de ganhar musculatura física, o treinamento intensivo, em vez de diminuir as diferenças entre os sexos, tende a aumentá-las ainda mais.” Assim, após dois meses de tal treinamento, os cadetes do sexo masculino em West Point demonstram 270 por cento mais força quando estão sob pressão e realizam 473 por cento mais trabalho do que as cadetes do sexo feminino.


É claro, o que o exército está vendo já foi amplamente documentado em outras pesquisas. Um biólogo citado por Van Creveld calcula que “se fossemos selecionar os 100 indivíduos mais fortes de um grupo aleatório composto por 100 homens e 100 mulheres, então 93 seriam homens e só sete mulheres”.


Atualmente, as mulheres estão isentas do serviço militar obrigatória, embora as feministas estejam fazendo o possível para mudar essa situação. Quais seriam os efeitos de uma feminilização do serviço militar? Um programa da Força Aérea dos EUA testou a resistência dos soldados americanos, submetendo-os a uma simulação de interrogatórios e torturas, e constatou que as mulheres resistiam tão bem quanto os homens. Mas os gritos das mulheres provocaram impacto intenso nos homens, e houve a preocupação de que soldados capturados poderiam fazer qualquer coisa para impedir as soldadas de serem abusadas e estupradas.
[21]

O relatório desse programa concluiu que é necessário remover a sensibilidade dos homens e condicioná-los a se acostumar aos gritos de angústia das mulheres. Além dessa questão, um dos problemas mais graves, nos países ricos que aceitam soldadas, é o assédio sexual. Na presença de recrutas, os recrutas perdem o sentido racional e não conseguem deixar de dar em cima delas. A solução das feministas é neutralizar os instintos sexuais dos homens e condicioná-los a serem sensíveis. Assim, os soldados serão treinados para agirem com e sem sensibilidade, alternadamente. Eles serão instruídos a tratarem as mulheres com muito respeito e então treinados para considerá-las como um dos soldados, como se as emoções fossem um botão de TV que se pode ligar e desligar a vontade…[22]

Contra o argumento de que a tecnologia moderna tornou irrelevante a força superior dos homens, Martin Van Creveld mostra que no Exército Canadense, “de cada 100 mulheres que entraram no treinamento de soldado de infantaria, só uma conseguiu ser qualificada,” e que no Exército dos EUA, os oficiais descobriram que a maioria das mulheres “não conseguia nem mesmo lançar uma granada de mão na distância mínima — 35 metros — necessária para garantir que elas próprias não fossem atingidas pelos estilhaços.”

Outro motivo por que as mulheres são mantidas afastadas de atos reais de violência no trabalho da polícia e no exército é que a relativa fragilidade dos corpos delas as deixa mais vulneráveis a ferimentos causados pela violência. Relatórios de West Point indicam que suas cadetes do sexo feminino “sofreram dez vezes mais fraturas de stress do que os homens,” e um estudo do Exército dos EUA feito em 1988 constatou que as mulheres tinham “o dobro de probabilidade de sofrer ferimentos nas pernas e quase cinco vezes a probabilidade de sofrer fraturas, em comparação com os homens.” Em situações em que as mulheres foram colocadas em exercícios envolvendo “saltos de helicópteros, descida de muros com a ajuda de cordas e outras atividades,” Van Creveld relata, “não há dúvida de que quem mais se beneficiou foram os hospitais ortopédicos.”


É de estranhar o fato de que no Exército dos EUA, que tem sofrido uma surpreendente feminilização, “varias pesquisas mostram que a última coisa que as mulheres alistadas querem ver é ações violentas”? É de surpreender que apesar do forte aumento no número de policiais do sexo feminino, “toda vez que é necessário enfrentar criminosos armados ou invadir um avião seqüestrado, os que aceitam o desafio são quase que exclusivamente homens”?


Desafiando essa e outras realidades, as feministas radicais continuam tentando criar a mulher “durona”, enquanto querem que os homens sejam treinados para serem sensíveis. Sua meta é a inversão de papéis.
Quando se atinge essa meta, o mundo natural vira de cabeça para baixo: as mulheres deixam de ser sensíveis para serem agressivas, porém os homens podem demonstrar uma mudança diferente. Mulheres masculinizadas podem ser duronas sem necessariamente serem lésbicas, mas homens feminilizados podem tornar-se muito mais que sensíveis. Podem virar homossexuais agressivos. E o movimento gay dá amplas e convincentes provas de agressividade.


Embora o comportamento homossexual esteja ganhando adeptos entre homens e mulheres, é só no meio dos homens que seu crescimento tem sido explosivo. Mas as feministas não se importam com isso, contanto que a masculinidade normal desapareça. Para elas, pelo menos homens homossexualizados não representam “ameaça”, já que eles não têm a capacidade de se casar com mulheres e mantê-las na “vergonhosa, opressiva e desprezível condição de esposa submissa e dona de casa.” Seria de estranhar então o motivo por que elas dão tanto apoio aos ativistas gays?


De acordo com a feminista Kate Millett, a liberação homossexual sempre vem logo depois da chegada da liberação feminista. Essa realidade que ela entendeu a Palavra de Deus já revelava há muito tempo:


“Por causa das coisas que essas pessoas fazem, Deus as entregou a paixões vergonhosas. Pois até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros”. (Romanos 1:26-27 BLH)

Não se sabe se algum dia Kate Millett leu essa passagem de Romanos. Seja como for, ela não deixa de estar com razão. Na sociedade atual, enquanto elas estão tentando ser como eles, um número cada vez maior deles está virando “elas”.


Copyright 2003 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com

Fonte: http://www.juliosevero.com.br/


[1] Lilith in the Classroom, pesquisa publicada no The Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, EUA), julho de 2001, nr. 4.
[2] Diversidade é a aceitação de “diversos tipos” de sexualidade, tais como: homossexualismo, bissexualismo, etc.
[3] Parâmetros Curriculares Nacionais (Pluralidade Cultural e Orientação Sexual), Vol. 10, Ministério da Educação, Brasília, 1997. Atenção: Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série, p. 23.
[4] Idem, p. 122.
[5] Idem, p. 129.
[6] Idem, p.123.
[7] Idem, p. 145.
[8] Idem, p. 145.
[9] Idem, p. 144
[10] Idem, p. 152
[11] Idem, p. 126
[12] Relatório Geral sobre a Mulher na Sociedade Brasileira, República Federativa do Brasil, Brasília, 1994, p. 50.
[13] Idem.
[14] Jornal Fêmea, publicado pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria de Brasília, janeiro de 2000, p. 5.
[15] Declaração de uma mulher participante na “Marcha da Morte” (marcha realizada em favor do aborto legal) em abril de 1989 em Washington, D.C., (citado em Voices for the Unborn [Feasterville, Pennsylvania], outubro de 1991, pág. 4.)
[16] Molly Yard, ex-presidente da Organização Nacional de Mulheres (NOW), na conferência nacional da NOW em 21-23 de julho de 1989, realizada em Cincinnati, Ohio. (Citado no jornal homossexual The Lavender Network, setembro de 1989, pág. 64.)
[17]Citado em: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent (Family Research Council: Washington, DC, 1999), pp. 2,3,9.
[18] The Betrayal of Feminism?, pesquisa publicada no The Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, EUA), julho de 2001, nr. 2-3.
[19] Dale O’Leary, The Gender Agenda (Lafayette-EUA: Vital Issues Press, 1997), p. 130.
[20] Still a Male Monopoly, pesquisa publicada no The Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, EUA), junho de 2001, nr. 2-3.
[21] Don Feder, Pagan América (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1993), 211.
[22] Idem.

2 comentários:

Anônimo disse...

E os homens que não se homossexualizam pela "sensibilização" e "feminilização" imposta pelas feministas acabam por experimentar o fracasso em suas vidas amorosas.
Nenhuma mulher aprecia um rapaz sensível, fraco e chorão. O destino dos heterossexuais "feminilizados" e "sensibilizados" é a solidão, a confusão mental e as mazelas psicológicas causadas pela traição.
Para piorar, a supressão dos papéis tradicionais masculinos e a imposição da ideologia marxista só faz destruir a ambição masculina, o desejo de vencer.
O resultado dessas concepções estapafúrdias feministas é um número crescente de homens que fracassam em suas aspirações pessoais.

Anônimo disse...

Realmente a homossexualidade entre os homens é gigantescamente maior do que entre as mulheres. Sempre questionei por que isso ocorreria, deve ser porque é bem melhor ser mulher. Amo ser mulher, feminina, delicada, amorosa.