6 de fevereiro de 2003

Perspectiva bíblica diante do aumento do divórcio entre os evangélicos

Perspectiva bíblica diante do aumento do divórcio entre os evangélicos

O número de divórcios vem crescendo dramaticamente na sociedade. Esse crescimento mostra que muitos casais o consideram uma opção importante quando um casamento não vai bem. No Brasil, um de cada quatro casamentos acaba em divórcio e nos Estados Unidos o problema atinge quase metade dos casamentos. Mas o que impressiona mais é que estudos mostram que os cristãos são tão vulneráveis ao divórcio quanto qualquer outra pessoa.
Todos os anos, milhares de cristãos decidem, por diversos motivos, terminar seu casamento. Um estudo realizado pelo Barna Research Group revela que o índice de divórcio entre os cristãos americanos está realmente um pouco mais elevado do que entre os que não são cristãos. Entre os adultos que não são cristãos, 24 por cento estão atualmente ou já estiveram divorciados. Em comparação, 27 por cento dos crentes que acham que nasceram de novo estão nessa mesma situação. Essa tendência prejudica o testemunho dos cristãos na sociedade. Há a informação de que até os ateus estão, com alegria, utilizando o mesmo estudo para anunciar que quem não crê em Deus tem o índice mais baixo de divórcio.[1]
Embora pareça uma opção aceitável no caso de um casamento infeliz e tumultuado, o divórcio sempre deixa cicatrizes numa família. Filhos de pais divorciados muitas vezes desenvolvem depressão e ansiedades profundas de si mesmos, suas famílias e seus relacionamentos com os pais e amigos. O divórcio torna as crianças novas quietas e deprimidas e os adolescentes, revoltados, agressivos e até mesmo vulneráveis à delinquência e às drogas. Pesquisas também mostram que pessoas separadas e divorciadas sofrem mais sentimentos de infelicidade, solidão e doenças crônicas e agudas do que as pessoas casadas ou solteiras. [2]
Não há dúvida de que o divórcio é um mal que vem crescendo no meio das igrejas. Não há cristão que não conheça casal dentro da igreja se separando ou já separado. Os exemplos incluem até evangélicos em posição de liderança.
Não é fácil lidar com tudo o que está relacionado com o divórcio e o recasamento. Até mesmo estudiosos da Bíblia têm muita dificuldade para debater essas questões num nível teológico. Portanto, não é sem razão que haja opiniões e interpretações variadas. Tudo o que sabemos sobre os sentimentos de Deus é que ele declarou: “Odeio o divórcio”. (Ml 2:16) Fica então uma pergunta intrigante: Por que está aumentando entre os evangélicos algo que Deus odeia? Por isso, existe uma necessidade de abordar o assunto da forma mais bíblica possível e da forma mais próxima dos sentimentos de Deus, a fim de que mais casamentos possam ser preservados. Cabe, é claro, principalmente à liderança adquirir um conhecimento bíblico adequado a fim de aplicá-lo para proteger seus rebanhos das tendências que estão destruindo os casamentos no mundo.
Portanto, o estudo presente foi preparado para enriquecer nosso conhecimento sobre o assunto com uma visão breve no Novo Testamento (NT). O objetivo não é tratar dos complexos problemas que ocorrem depois que um casal evangélico já seguiu a tendência de divórcio ou recasamento. Tudo o que se pretende é chegar a uma perspectiva da Palavra de Deus que seja útil para os casais evangélicos, antes que eles pensem em seguir essa tendência.

O que a Bíblia diz?

O que o NT ensina sobre o divórcio? É comum hoje entender que em Mateus 19:9 Jesus permite o divórcio somente em situações de infidelidade conjugal. Mas, se essa interpretação for correta, como é que ficam os casos envolvendo violência doméstica e abandono?
Essa passagem na verdade trata de um problema relativamente comum entre os judeus daquela época: divórcio e recasamento. Geralmente, o judeu queria o divórcio a fim de poder se casar novamente. O Antigo Testamento (AT) permitia essa possibilidade por razões mais amplas do que a infidelidade conjugal. É por isso que os apóstolos pareceram decepcionados com a posição “restritiva” de Jesus.
Contudo, Jesus tinha um jeito especial de lidar com situações complicadas. Quando os líderes religiosos judeus trouxeram uma mulher apanhada no ato de adultério diante de Jesus, a atitude dele foi extremamente inteligente. Em vez de se mostrar contra ou a favor, ele lhes deu uma resposta que os conduziu a uma profunda reflexão do estado de vida de cada um deles: “Quem estiver sem pecado, jogue a primeira pedra”. (Cf. Jo 8:2-11)
Na passagem sobre o divórcio, Jesus agiu da mesma forma, numa situação igualmente complicada. Ele respondeu aos líderes religiosos judeus de um modo que pudesse levá-los a refletir mais no que é o casamento diante de Deus. Ele disse: “Eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério”. (Mt 19:9 NVI)
Os outros Evangelhos também citam a mesma passagem, mas não fazem nenhuma referência ao trecho em que Jesus menciona “exceto por imoralidade sexual”:
Em Marcos, Jesus diz: “Todo aquele que se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério contra ela”. (Mc 10:11 NVI)
Em Lucas, Jesus diz: “Quem se divorciar de sua mulher e se casar com outra mulher estará cometendo adultério, e o homem que se casar com uma mulher divorciada estará cometendo adultério”. (Lc 16:18 NVI)
Por que parece haver tal contradição nas declarações de Jesus nos Evangelhos? Por que Mateus resolveu tratar do assunto de modo diferente? Enquanto em Marcos e Lucas Jesus parece ser categoricamente contra o recasamento, em Mateus ele mostra que há uma situação especifica em que um homem ou mulher pode se divorciar e casar novamente. Em outras palavras, somente a imoralidade sexual permite essa possibilidade. Como explicar essa diferença de ensino?

Entendendo o objetivo de cada livro da Bíblia

Embora tenhamos a Bíblia como uma coleção completa de livros hoje, originalmente cada livro (no caso, cada Evangelho) foi escrito como uma carta dirigida a pessoas especificas. Os livros de Marcos, Lucas e João foram escritos de modo geral para cristãos que não eram judeus. No primeiro século da era cristã, nenhuma igreja possuía sozinha todos os livros do NT. Só séculos mais tarde é que as igrejas passaram a desfrutar das bênçãos de possuir a coleção completa das cartas reunidas dos apóstolos.
Assim, tratando-se dos Evangelhos na época em que foram escritos há dois mil anos, uma igreja em determinado lugar recebeu o Evangelho de João, outra recebeu o Evangelho de Marcos e um homem importante chamado Teófilo recebeu o Evangelho de Lucas. Essas cartas foram preparadas para cristãos sem muito conhecimento nos costumes judaicos. Mas para quem foi escrita e dirigida a carta de Mateus?
Um fato importante é que o NT foi escrito em grego, a língua mais usada pelo mundo na época dos apóstolos. No entanto, especialistas acreditam que o único livro do NT que originalmente não foi escrito em grego é Mateus, que se presume ter sido escrito primeiro em aramaico, a língua utilizada pelos judeus da época. Mais tarde, o Evangelho de Mateus foi traduzido para o grego.
Então, sabe-se que três Evangelhos foram escritos para quem não era judeu, e apenas um trata das necessidades especificas dos judeus.
Portanto, na passagem de Jesus sobre o divórcio, Marcos e Lucas não mencionaram o trecho “exceto por imoralidade sexual” por um nobre motivo: eles queriam poupar a mente dos cristãos não-judeus das questões particulares dos judeus. Da mesma forma, Paulo, que era judeu e tinha um ministério voltado para alcançar quem não era judeu, jamais tocou no assunto da “exceção” de Jesus, a fim de não confundir os não-judeus. Marcos, Lucas e Paulo sabiam o que Jesus havia dito, mas sabiam também que a declaração completa só era relevante para os judeus. Assim sendo, o que um judeu era levado a pensar quando ouvia: “Quem se divorciar de sua esposa e se casar com outra mulher comete adultério, a não ser no caso de adultério”?

Adultério como crime social

Os judeus viviam de acordo com as leis do AT. Para eles, só havia uma lei para o pecado do adultério. “Se um homem cometer adultério com a mulher de outro, ele e a mulher deverão ser mortos”. (Lv 20:10 BLH) A pena de morte, aplicada no cônjuge culpado, liberaria o cônjuge inocente para se casar com outra pessoa. Há outras evidências bíblicas que mostram que só a morte de um cônjuge libera o outro, se assim ele o desejar, para um novo casamento. Em Romanos Paulo diz: “Por exemplo, pela lei a mulher casada está ligada a seu marido enquanto ele estiver vivo; mas, se o marido morrer, ela estará livre da lei do casamento. Por isso, se ela se casar com outro homem enquanto seu marido ainda estiver vivo, será considerada adúltera. Mas se o marido morrer, ela estará livre daquela lei, e mesmo que venha a se casar com outro homem, não será adúltera”. (Rm 7:2-3 NVI, o destaque é meu.) Qualquer judeu, como o próprio Paulo, podia compreender que a única base para o recasamento é a morte do outro cônjuge.
No entanto, se alguém que não pertencia ao povo de Israel lesse Mateus 19:9, ele entenderia que só pode haver divórcio em caso de adultério. Ele entenderia dessa forma justamente porque sua mente não teria condições de ver o texto como um judeu, que conhecia o AT. Assim, ele não saberia que há uma penalidade máxima para o pecado do adultério.
Embora o AT desse liberdade para os judeus se divorciarem por vários motivos para poderem se casar novamente, Jesus limitou essa liberdade a um único motivo, mas com uma resposta que tinha como objetivo levar os judeus a refletir profundamente no significado e projeto de Deus para a união familiar. Além disso, ele mostrou que a lei de divórcio do AT foi estabelecida por causa da dureza de coração do próprio povo de Deus.
Como todo bom judeu, os discípulos de Jesus apreciavam a lei de divórcio do AT. É por isso que eles expressaram descontentamento e desapontamento com o posicionamento de Jesus permitindo divórcio e recasamento somente no caso de imoralidade sexual. Eles disseram: “Se o relacionamento de um homem com sua esposa é assim, não vale a pena casar!” (Mt 19:10 ISV)
O que os deixou assim desanimados, e o que também deixaria qualquer outro judeu no mesmo estado de insatisfação, é que ao aceitar o posicionamento de Jesus, o judeu que pretendia se divorciar e casar novamente teria de aceitar a lei divina que trata da pena para o pecado do adultério.

Espaço para a graça da restauração

Entretanto, onde fica o espaço para a graça de Deus em toda essa situação em que fica aberta a possibilidade de recasamento somente com a morte do cônjuge culpado? O judeu que lesse o Evangelho de Mateus teria, inevitavelmente, de ler a passagem logo antes da declaração de Jesus sobre o divórcio (Mt 18:23-35). Quando Mateus escreveu aos judeus, sua carta não tinha capítulos nem versículos. Assim, a passagem sobre o perdão (Mt 18:23-35) estava unida à passagem sobre o divórcio (Mt 19:1-12). Então, antes de pensar em divórcio o judeu já precisaria pensar em perdão. Com a direção do Espírito Santo, o judeu obediente a Jesus poderia liberar o perdão e deixar a graça de Deus vencer e prevalecer onde o pecado queria destruir.
Portanto, é possível entender que a graça do perdão está disponível para curar e restaurar casamentos. A graça de Jesus veio para restaurar, não destruir.
Contudo, um cristão não-judeu interpretaria a passagem de Mateus como se o NT permitisse divórcio apenas no caso de adultério. Tal interpretação deixaria sem resposta algumas importantes questões: Como, por exemplo, ficaria a situação de esposas casadas com homens beberrões, violentos ou até criminosos?

Como Paulo tratou a questão

Paulo, que pregava a graça de Deus e era hostilizado pelos judeus legalistas, abordou o assunto da separação. Ele ensinou: “Aos casados dou este mandamento, não eu, mas o Senhor: Que a esposa não se separe do seu marido. Mas, se o fizer, que permaneça sem se casar ou, então, reconcilie-se com o seu marido. E o marido não se divorcie da sua mulher… Por causa dos problemas atuais, penso que é melhor o homem permanecer como está. Você está casado? Não procure separar-se”. (1 Co 7:10-11, 26-27a NVI, o destaque é meu.) Em situações em que um cônjuge descrente resolve se separar, Paulo via na separação liberdade para o cônjuge crente: “Todavia, se o descrente separar-se, que se separe. Em tais casos, o irmão ou a irmã não fica debaixo de servidão; Deus nos chamou para vivermos em paz.” (1 Co 7:15 NVI)
É claro que na opinião de Paulo o estado ideal para os solteiros era não se casarem, a fim de estarem livres para servir ao Senhor. Então, no caso de um cristão casado se separando, a ideia não é outra: sua liberdade é oportunidade de servir ao Senhor sem nenhum impedimento. Paulo via um homem ou mulher fora do casamento como um cristão inteiramente livre para trabalhar para Deus, sem as preocupações e ocupações que tomam o tempo quando alguém é casado e é obrigado a pensar em suprir as necessidades do cônjuge. Ele diz: “Por causa dos problemas atuais, penso que é melhor o homem permanecer como está. Você está… solteiro? Não procure esposa… Gostaria de vê-los livres de preocupações. O homem que não é casado preocupa-se com as coisas do Senhor, em como agradar ao Senhor. Mas o homem casado preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar sua mulher, e está dividido. Tanto a mulher não casada como a virgem preocupam-se com as coisas do Senhor, para serem santas no corpo e no espírito. Mas a casada preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar seu marido”. (1 Co 7: 26-27b, 32-34 NVI)
Ainda que nunca tivesse tratado diretamente do problema do divórcio, Paulo compreendia que a única razão para o recasamento é a morte de um dos cônjuges. Ele diz: “A mulher está ligada a seu marido enquanto ele viver. Mas, se o seu marido morrer, ela estará livre para se casar com quem quiser, contanto que ele pertença ao Senhor. Em meu parecer, ela será mais feliz se permanecer como está”. (1 Co 7:39-40a NVI)
Os apóstolos vieram a compreender bem essa verdade, porém por um tempo acharam muito difícil aceitar a perspectiva de casamento que Jesus havia colocado diante deles. É por isso que eles disseram aborrecidos: “Se a situação de um homem com sua esposa é assim, não é vantajoso nem aconselhável casar”. (Mt 19:10 AB) Isto é, se o único motivo para o recasamento é a morte de um cônjuge, eles achavam que o melhor era não casar! Afinal, qual o judeu que se divorciaria se soubesse que não poderia casar de novo? Para eles, era muito difícil aceitar o casamento como uma aliança para a vida inteira, “até que a morte os separe”.
Então Jesus lhes respondeu: “Nem todos podem aceitar esta verdade sobre o casamento. Mas Deus capacitou alguns para aceitá-la. Há motivos diferentes por que alguns homens não podem se casar. Alguns homens nasceram sem a capacidade de se tornar pais. Outros foram incapacitados assim mais tarde na vida por outras pessoas. E outros homens renunciaram ao casamento por causa do reino do céu. Mas a pessoa que está em condições de se casar tem de aceitar esse ensino sobre o casamento”. (Mt 19:11-12 NCV, o destaque é meu.) Nem todos, no meio do próprio povo de Deus, conseguem aceitar o projeto de casamento de Deus, mas somente os que foram capacitados. É óbvio que o ser humano tem a capacidade de desunir onde há corações endurecidos, porém Jesus declarou: “Portanto, não deixem ninguém separar o que Deus uniu”. (Mt 19:6b GW) Não é que ele não estivesse consciente dos problemas que um casamento enfrenta. É que ele sabia que Deus tem o poder de capacitar para união, fortalecimento, perdão e restauração onde há corações abertos. Nenhum casal é perfeito, mas quando se abre espaço para Deus capacitar, as situações mais difíceis podem se tornar oportunidades para experimentar grandes vitórias (cf. Tg 1:2-4,12).

Modelos são indispensáveis

Examinamos um pouco o que a Palavra de Deus diz. Agora, o que se pode fazer para que menos casais evangélicos sigam a tendência de divórcios e recasamentos no mundo? A resposta são os líderes cristãos. Eles têm um chamado especial para “serem exemplos para o rebanho seguir”. (1 Pe 5:3b GW) O que então qualifica um homem para liderar e servir de modelo? “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar”. (1 Tm 3:2 NVI, o destaque é meu.) É possível também traduzir essa passagem assim: “Portanto, é necessário que o pastor tenha um caráter que ninguém possa culpar de nada, tenha tido só uma esposa ou tenha se casado uma vez só…” Outros líderes da igreja também devem ter a mesma qualificação (cf. vers. 11).
Por que Deus estabelece que a liderança deve ter um padrão de vida familiar? Vivemos num mundo cheio de influências erradas. Por isso, Deus quer que pelo menos na igreja as famílias tenham a oportunidade de ver exemplos diferentes dos que existem no mundo e se modelar através desses bons exemplos. A Bíblia mostra que pastores e outros líderes, casados só uma vez, são o exemplo e o modelo ideal para a congregação. Por quê? Porque o ser humano tem uma fraqueza: imitar quem está em posição de autoridade ou destaque. Embora muitas pessoas não imitem aqueles que elas adoram, a realidade mostra que a vida errada de muitos artistas de TV agora é vivida por um grande número de seus admiradores.
Paulo colocou ordem na liderança porque certamente as congregações não-judias tinham vários casos de divórcio e recasamento. Assim, era preciso estabelecer bons modelos, para que os exemplos do mundo não fizessem parte da vida da igreja. O divórcio é um problema que afeta toda a sociedade, porém deve haver um padrão melhor na liderança para que o que é comum no mundo não seja normal na igreja.
Deus odeia o divórcio, mas os cristãos de hoje estão sendo de tal forma afetados por imagens, exemplos e modelos de divórcios e recasamentos da sociedade que eles estão começando a se conduzir como se Deus amasse esses problemas!
O modo ideal de neutralizar a influência negativa do mundo nos casamentos da igreja é fazer o que Paulo orienta: colocar na liderança homens que tenham um exemplo excelente. Esses líderes serão uma influência positiva na vida das famílias da igreja. Quando virem seu pastor e outros líderes amando a esposa, sendo fiel a ela e preservando a união familiar, muitos vão seguir seu exemplo.
Versão em inglês deste artigo:
Abreviaturas de versões bíblicas:
AB: Amplified Bible (Bíblia Ampliada)
BLH: Bíblia na Linguagem de Hoje
GW: God’s Word (A Palavra de Deus)
NCV: New Century Version (Versão do Novo Século)
NVI: Nova Versão Internacional
Notas:
[1] http://www.cbn.com/cbnnews/news/020211a.asp
[2] Informações extraídas do CD-Rom The Family in América, New Research (digital archive), março de 1987-julho de 1996.

11 comentários:

Anônimo disse...

O que era pecado(o divórcio)no passado, já não é mais. Todos já se acostumaram com ele, assim será com o casamento homossexuais, é só quesrão de tempo.
"Por se ver nultiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriara"

Anônimo disse...

Parabens pelo sua imparcialidade e objetividade. Hoje estamos vivendo dias em que a opinião dos homens são mais consideradas do que a opinião de Deus.Porisso que estamos vivendo essa crise terrível no meio do povo de Deus. As pessoas querem seguir os seus próprios caminhos. E essa situação fica muito mais dificil quando os envolvidos são lideres eclesiasticos.

Anônimo disse...

Não deve existir dois pesos e duad medidas!
As igrejas NÃO tem moral para rejeitar a união dos homossexuais, pois o mesmo DEUS que condena o HOMOSSEXUALISMO, condena o DIVÓRCIO! Quando a igreja falha em rejeitar o DIVÓRCIO, abriu , escancarou as portas para que os HOMOSSEXUAIS fossem "beneficiados" por tais heresias. O que vemos hoje são igrejas DECADENTES, HIPOCRITAS, onde as leis dos homens falam mais alto que AS LEIS DE DEUS!

DISSE JESUS: SE me amas, guarda os MEUS MAMDAMENTOS... A oração do ímpio é abominável aos olhos de DEUS!!

O Bereiano disse...

Digo ao ANÔNIMO corrigindo:
As Organizações Religiosas não teem moral para para rejeitar a união de homossexuais.
Mas o Deus que CONDENA divorcio, CONDENA também o homossexualismo.
O HOMOSSEXUALISMO E O DIVÓRCIO jamais ENTRARÃO na IGREJA DO DEUS VIVO pois existem muitos cristãos orientados pela PALAVRA de Deus e não pelas BESTIALIDADES de Leis humanas, não aceitam, não permitem e lutam contra aqueles que insistem em fazer da IGREJA DE DEUS antro de prostituição.
Existe sim igrejas (organizações) decadentes, hipócritas onde a lei dos homens realemnte fala mais alto.
Mas a IGREJA DE DEUS é um Barco que deve estar sobre a água, mas a água jamais poderá estar dentro do Barco, e existem muitos cristãos dispostos a batalharem pela fé que uma vez foi dada aos santos.

A Assembléia Universal dos Santos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro continuará lutando e Ela é distinta das organizações humanas, glória a Deus por isso.

Felipe Huvos Ribas disse...

Júlio, gostaria de saber se posso imprimir este artigo. Gostaria de fazer uma sugestão: caso você permita que os artigos sejam impressos (obviamente não para fins lucrativos) e linkados, copiados (com referência à fonte), por favor, coloque em algum lugar no site escrito para facilitar. Obrigado e Deus te abençoe.

Anônimo disse...

Sr. Júlio, sabe aquele dia que você "não" tem o que fazer e sai clicando aqui e acolá? Entrei no site www.adventistas.com e fiquei de boca aberta com os absurdos que li! O "engraçado" é que ao mesmo tempo que pede "desculpas" se justifica.

Confissão de Jaime Donegá Bezerra, do Site Aconselho-Te( PARA SE JUSTIFICAR DO SEU ADULTÉRIO)

Publicado a pedido dele próprio: no www.adventistas.com
Meus caros irmãos, vocês que durante alguns anos puderam acessar o site "Aconselho-te," e que puderam por muitas vezes testemunhar minha coragem em denunciar a apostasiae também a injustiça praticadas pela Igreja Adventista do Sétimo dia, não poderiam agora ficar com uma "meia-verdade" sobre o fato que levou meu site a encerrar suas atividades.
Eu havia dito que não poderia mais trabalhar com o site, pois tinha que cuidar de minha esposa e minha filha mas esta não é a verdade completa. Por isso, eu gostaria de abrir meu coração a vocês e contar, como sempre fiz com respeito a IASD, tudo o que realmente aconteceu. Permita me primeiramente contar um pouco do meu passado, antes mesmo de eu me casar.
Eu sempre possuí um temperamento muito forte, até mesmo explosivo, e graças a isto eu já magoei muitas pessoas, mas nunca fui humilde o bastante para assumir minha arrogânciaPor causa desde meu jeito, demorei me a casar.Tentei várias vezes me relacionar com várias mulheres, mas elas acabavam não suportando este meu mau humor. Finalmente um dia me casei.Parecia que agora eu conseguiria controlar minhas paixões. Porém, cedo os problemas conjugais começaram a me perturbar, minha esposa ficou perturbada também, especialmente com toda a minha estupidez em relação a ela.

Foi neste período que eu resolvi criar o site "Aconselho-te" .O site foi para mim uma válvula de escape a fim de expelir toda a ira e rancor que eu carregava, muitas vezes sem motivo, em meu coração. Irmãos eu tenho que confessar, tudo o que eu passei para vocês no site, era verdadeiro, mas os motivos secretos que eu guardava com cuidado no meu íntimo, eu nunca contei para ninguém.Neste meu êxtase em acusar o erro a qualquer custoacabei ofendendo até o criador do site "adventistas.com" E por tal eu peço desculpas publicamente. Não agüentando mais toda a pressão de minhas brigas conjugais e a preocupação em publicar os erros dos outras na Internet, resolvi dar um basta e parei com o site.Infelizmente fiz isso tarde demais.Meu casamento já estava acabado e eu demorei a perceber. A única solução foi o divórcio. Não fui suficientemente forte espiritualmente para contornar a situação Eu quis brigar com o diabo e ele me passou a perna. Agora estou namorando uma brasileira e tentando mais uma vez arrumar minha vida, já que eu não sou contra o segundo.Ao revelar toda a verdade para vocês já me sinto aliviado. Eu gostaria de encerrar este e-mail repetindo as palavras do apóstolo Paulo"Quem cuida estar em pé, olhe que não caia".Pois sempre possuí um temperamento muito forte, até mesmo explosivo Orem por mim, Jaime Donegá Bezerra.

Anônimo disse...

Adultério, Troca de Casais, Enganação & Divórcio

by David Wilkerson

Há uma blitz na mídia com o objetivo de destruir o lar cristão. Satanás se move para arruinar todo casamento, romper todo relacionamento cristão e destruir o conceito de “fiel...até que a morte nos separe” ordenado por Deus.
A TV e artigos das revistas iniciam um ataque sem trégua contra a antiga idéia de “ser fiel um ao outro”. Sugerem que todo casamento precisa “ter um caso fora”, e que o matrimônio pode ser mais saudável com um pouquinho de enganação. Querem que a gente acredite que todo mundo está enganando um pouco, que é normal se ficar dividido entre dois parceiros. O adultério, a troca de casais e traição são tão prevalentes agora, que nem mais nos surpreendemos. A pressão para a traição está ficando mais intensa entre os cristãos, também.
Como Deus poderia pestanejar diante do jeito que tantos cristãos agora descartam os cônjuges por meio da separação e do divórcio? Cristãos aos milhares - incluindo multidões de ministros - estão correndo aos tribunais e esquecendo suas promessas - para poderem ficar com outra pessoa. O divórcio hoje em dia não é mais pecado do que cuspir na rua.
Os que se tornam desobrigados do casamento falam de incompatibilidade, que não tinha solução, que o amor acabou, que seria pior para eles e os filhos caso segurassem a relação, que não querem sufocar suas personalidades. Geralmente, é assim. Em poucas situações o divórcio é inevitável. Mas em minhas observações, nove em cada dez casos as pessoas já estão adulterando mesmo antes de pensar em divórcio ou tendo outra pessoa um pouco após, ou mesmo durante o divórcio. Divórcio é uma maneira de deixar o velho amor em troca de um novo. Então em geral o segundo casamento não se torna melhor. Tenho aconselhado a muitos que confessam seu segundo e terceiro casamentos terem sido até piores que o primeiro. Os que buscam o divórcio deveriam olhar em torno, e fazer algumas perguntas a outros que tomaram esse caminho. Só poucos estão realmente felizes de novo. Em geral é como pular da frigideira para o fogo. O divórcio é rua sem saída – e uma vida com outro companheiro dificilmente consegue trazer alegria e paz duradouras. Quando dois divorciados se casam entre si, geralmente é uma união de dois derrotados. Trazem ao segundo casamento um monte de problemas não resolvidos.
Divórcio e segundo casamento não são o verdadeiro plano de Deus, e apenas os que são vítimas inocentes encontram certa felicidade em outra união. Há ocasiões nas quais não dá para evitar o divórcio, separação.Como diz o apastolo Paulo, quer se separar? Separe mas fique sem se casar... e então a pessoa se casa novamente na "vontade de Deus". Mas, ambos cônjuges têm de trabalhar e orar de um jeito extraordinário para manterem o primeiro amor e a alegria. Mas tais são exceções à regra, pois a maioria prefere o divórcio mesmo sabendo que DEUS ODEIA O DIVÓRCIO!
Que terrível vergonha que tantos cristãos que declaram Cristo ser capaz de curar, que Deus responde orações - não poderem aceitar ou crer nEle para a cura de seus casamentos. Estou convencido de que se duas pessoas realmente querem que o casamento dê certo, e não estão secretamente desejando outra pessoa, desafiando a DEUS, então raramente a situação não tem esperanças.
O meu coração dói de ver tantos lares bonitos acabando. É de assustar ver tantos casais separando-se, até mesmo os que aparentam estar lindamente unidos. Neste exato momento estamos vivendo um dilúvio de separações e divórcios entre casais cristãos, e todos os “especialistas” estão investigando o problema, tentando achar o porque de em cada dois casamentos, um acabar em fracasso.
O usual é que maridos e esposas traiam o outro porque deixaram de se comunicar, ou porque se distanciaram. Hoje em dia nem sempre esse é o caso. Estive em aconselhamento com inúmeros esposos e esposas que declaram estar profundamente apaixonados por seus cônjuges, que se comunicam bem, que desfrutam de preenchimento sexual com o outro, mas que se viram presos em um relacionamento secreto fora. Não conseguem me dar um motivo por buscarem outra pessoa, senão dizer, “Simplesmente aconteceu. Nos vimos envolvidos, começamos a trocar idéias, trabalhar juntos, e simplesmente começamos a nos respeitar. Amo a pessoa com a qual me casei, mas tenho um respeito tão grande por...”.
Há uma Grande Diferença Entre o Abusado e o Adúltero Arrependido
O abusado tem um caso e esconde isso. Ele se gaba, desfruta cada momento de sua sedução secreta, e não mostra sinais de culpa ou remorso. Ele corre o risco de ser pego, e o sabe. Faz a roleta russa do desejo – esconderijo para encontros, conversas baixinho ao telefone, “viagens de negócios”, frases e saudações em código, e uma infindável fieira de mentiras e enganações. Vai à igreja e age como se tudo fosse puro e santificado com ele, muitos até são exemplos de de verdadeiros cristãos – e afasta para longe todo convencimento (de pecado) vindo da parte do Espírito Santo. Submete-se à uma mentira, convencido de que seu caso é diferente, e que Deus compreende sua necessidade de estar com uma outra pessoa. A mulher que trai joga do mesmo jeito, mas em geral busca compensar devido à culpa, sendo boa e amorosa a mais, com o marido.
É bem diferente do marido ou esposa que é preso numa armadilha de Satanás, de modo inconsciente e involuntário. Esse marido ou esposa despreza o novo relacionamento, chora com culpa e com orações constantemente buscando forças para superar. Há um senso de vergonha por haver entristecido o Espírito Santo. Há o medo de ser descoberto, mas mais do que isso, o medo de machucar os filhos e amigos e principalmente ir contra um ASSIM ESTÁ ESCRITO! Enquanto o abusado enganador justifica o que está fazendo e faz muito bem ao ponto dos irmãos até apoiarem os seus pecados, esse outro adúltero sofrido chora do fundo da alma: “Oh Deus, me livre da armadilha de Satanás. Me encha da tua santidade. Me purifique. Me liberte. Nunca permita que eu desgrace Teu santo nome”.
Um homem que foi pego em situação comprometedora há pouco me disse: “Aposto que qualquer marido e qualquer esposa já estiveram nos braços de outra pessoa após terem se casado. Não acho que haja alguém que não tenha beijado algum outro homem, ou mulher escondido”. Eles comecam a justificar os seus pecados nos pecados dos outros, e não na PALAVRA de DEUS!
Outro homem com problemas me disse: “Simplesmente não acredito que hoje em dia haja algum casamento realmente feliz. Está todo mundo com problemas, e é por isso que tanta gente procura outra pessoa pra conversar. Querem ser compreendidos. A mulher quer alguém lhe dizendo que ainda é atraente, quer carinho. Ele quer paz, sossego e um pouco mais de excitação e romance. Toda essa gente andando por aí com essas carências se torna explosivo. Acabam tendo um caso que se torna um caos".
Creio que Jesus ainda perdoa adúlteros arrependidos. Ele não permitiu que ninguém jogasse pedras ou acusações contra qualquer pessoa pega em ato de adultério – se tal pessoa estivesse arrependida e desejosa de “ir e não pecar mais”.
Encontrei um evangelista numa viagem de avião. Esse irmão bem conhecido sentou-se à minha frente, beijando a jovem secretária e bebendo um coquetel após o outro. Levantei, me agachei ao seu lado e o repreendi com real amor cristão. Ele levou um choque. Prometi jamais expor o seu adultério e sua bebedeira se ele abandonasse aquela mulher e a garrafa, voltasse para casa com sua esposa, e pedisse ajuda a Deus. Ele chorou e me agradeceu por ser tão compreensivo e perdoador.
Duas semanas após, ele abandonou a esposa, sumiu com a jovem secretária, e continuou em seus caminhos de bebidas e adultério. Ele continua viajando,PREGANDO – e vivendo em pecado. Mas, pior de tudo, ele se gaba de seu adultério procurando os pecados de ADULTÉRIO de pessoas na BÍBLIA. Diz, “Ora, faço isso desde quando fui salvo. Já aconteceu antes. Ta tudo certo. Tenho assim grandes NECESSIDADES FÍSICAS . Deus está comigo - Ele compreende DEUS é AMOR".
Não! Nunca! Deus não compreende esse tipo de blasfêmia. DEUS É AMOR, mas ELE A TODOS IGUALMENTE! Devemos restaurar todo irmão e irmã em Cristo que tenha caído, caso se ARREPENDAM E ESTEJAM DESEJANDO MUDAR SUAS VIDAS. Mas, não devemos NUNCA ficar alisando e consolando os que se gabam do DESVIO SEXUAL.
Eu e meus amigos ministros não estamos isentos da tentação da infidelidade. Mesmo os pastores das maiores de nossas igrejas, mesmo os mais respeitados evangelistas, os mais santificados dos servos de Deus todos são capazes de uma escapada. Satanás está determinado a levar ao erro “os eleitos, os escolhidos pelo próprio Deus”. E devem ficar atentos os que estão de pé, para que não caiam. Num momento de fraqueza, qualquer cristão pode ceder à tentação de outros encantos. Mas isso não precisa acontecer. Cristo tem o poder para nos conservar fiéis. Caso queiramos, há ampla força e encorajamento à disposição para que resistamos à toda sedução. Mais importante do que tudo devemos ODIAR a simples idéia do adultério e da fornicação. Devemos ver isso como um câncer que destrói tudo que é sagrado e santo. Com justiça fico tão indignado com a tentativa diabólica de destruir os casamentos cristãos, que tenho vontade de investir brigando com os braços. Vamos parar com as mentiras, as poses, e entrar direto no coração do problema. Se você tem problemas em seu casamento, é melhor ouvir bem. O quê tenho a dizer se refere apenas aos VERDADEIROS seguidores de Jesus.
Um dia perguntei a Deus em oração por que tantos ministros – por que tantas pessoas aparentemente piedosas, incluindo evangelistas, pastores, leigos – estão deixando as esposas e se apaixonando por outrem. Por que se divorciam e vivem em adultério? Por que há múltiplos milhares de cristãos deixando seus casamentos, se separando e indo embora?
A resposta? AUTOGRATIFICAÇÃO, EM LUGAR DA BUSCA DA GLÓRIA E DA RETIDÃO DO PAI. Jesus diz:
“Aquele que fala por si mesmo busca a sua própria glória, mas aquele que busca a glória de quem o enviou, este é verdadeiro; não há nada de falso a seu respeito” (João 7:18).
Os que abandonam o matrimônio não estão na busca da glória só de Deus! Não são consumidos pelo desejo de agradar só a Ele. Não! Eles preferem a sua própria glória – a sua própria gratificação. Jesus diz, basicamente,
“Estivera você fiel às suas promessas, não haveria desejo de cometer adultério, de se divorciar – você não se desviaria, caso realmente quisesse buscar somente a Minha Glória”.
Hoje em dia, é tudo eu, o meu! A minha satisfação! O meu crescimento, o meu desenvolvimento! A minha necessidade de preenchimento! A minha solidão! A minha frustração, o meu vazio! A minha ânsia em busca de alguém que realmente me entenda. É tudo centrado no ego. Tudo centrado nas necessidades do próprio eu. O que Deus pensa agora é secundário. O que traz glória a Deus é superado por aquilo que traz felicidade ao indivíduo. Nada de andar a segunda milha. Nada de voltar ao primeiro amor após se arrepender e mudar. Nada de luta. Nada de negar a si mesmo! Nada de sentir as necessidades do outro! Nada de por de lado necessidades egoístas – é tudo “me dê tudo que preciso para ser feliz – não importa o custo”.
Nos tornamos tão orgulhosos e egoístas. Esse orgulho está tão forte hoje em dia, que muitos casais apenas estão juntos – vivendo um inferno – simplesmente porque são muito orgulhosos para romper. E, se um dos lados se separa, o outro muitas vezes sofre apenas em seu orgulho. Quando ela parte, o orgulho dele dói porque acha que as pessoas o irão considerar um fracasso. Que vergonha! Acabemos com esse orgulho que fede. Chega de nos preocuparmos sobre o que os outros vão dizer! DEVEMOS NOS AJOELHAR E PEDIR PERDÃO A DEUS POR TERMOS COAGITADO SAIR DE NOSSOS cASAMENTOS.Sim, maridos realmente traem. Somem das esposas. Alguns são HOMOSSEXUAIS e o "divórcio" separação, pode ser a única saída. Esposas realmente se enchem e partem. Elas realmente se apaixonam por outro e se mandam. Mudam-se para seus próprios apartamentos, e tentam ir levando sozinhas. Mas a tragédia real é que 95% de toda essa tolice poderia ser evitada! A maioria dos divórcios nunca deveria ter ocorrido. A maioria dos separados deveria parar.
Como? Começando com você mesmo, senhor. Se você ainda ama a DEUS e aquela mulher com a qual você se casou, não está envolvido com alguém "secretamente", arrependido, se você está querendo mudar e ser o homem que Deus quer que você seja; se você deixou todos os seus pecados ocultos – então fique a sós com Deus e se acerte com Ele! O problema realmente NÃO É A SUA ESPOSA;não é mas SIM o relacionamento pobre que você tem com o seu SALVADOR! E você, minha senhora, não acredito que DEUS irá aceitar a desculpa de que “SIMPESMENTE NÃO O AMO mAIS". Você pode ter deixado o seu primeiro amor em algum lugar em meio à toda a sua agonia e dor. Mas Deus diz: “Arrependa-se, lembre-se de como era, volte e faça tudo de novo” (v. Apocalipse 3:3).
O segundo amor de um pelo outro pode ser maior que o primeiro quando existe VERDADEIRO ARREPENDIMENTO entre ambos. Há um primeiro e um segundo amor, e o segundo é sempre melhor. Nada está morto quando servimos um DEUS criativo.
Você trai? "Amarrado" em outra pessoa? Caso esteja, fique a sós com Deus e faça reparos em suas linhas de comunicação com o cônjuge. O seu primeiro amor por Jesus foi deslocado, e é por isso que tudo mais em sua vida está fora de foco.
Você não precisa sentar-se com um conselheiro e revisar o passado. Você e seu cônjuge, ambos precisam se humilhar e ir separadamente a Deus pedindo um renovado amor por Jesus, e um novo senso de Sua santidade e retidão. Não se conserta uma cerca simplesmente com desabafos. Não! Exponha isso sim, em oração - até que não sobre mais nada, senão vontade de obedecer a Deus. E, Deus diz,
“POIS O SENHOR, O DEUS DE ISRAEL, DIZ QUE ODEIA O DIVÓRCIO...E NÃO SE DIVORCIEM DE SUAS MULHERES"(Malaquias 2:16 – BV).
Deus odeia o divórcio – você deve odiá-lo, também. E se o seu casamento realmente não tem esperanças, então tendo feito tudo – se aquiete e deixe que Ele direcione os seus movimentos, mas não viva contrário a vontade de DEUS.(Rom.7:2-3).
Pegue duas ótimas pessoas quaisquer, homem e mulher. Coloque-os na frente da congregação, cercados por santos em lágrimas e em oração. Deixe que eles cantem, preguem, orem e adorem com os demais.MAS SE ESTES DOIS BAIXARAM SEUS PADRÕES, SE ESTÃO ESTREGANDO-SE A DESEJOS IMPUROS, SE TORNERAM-SE ADULTÉROS AOS OLHOS DE DEUS,ELA É UMA PROSTITUTA E ELE UM FORNICADOR. Toda falação em línguas não mudará nada. E se continuarem se gabando do pecado, ocultando-o, prosseguindo como se ninguém soubesse ou fosse descobrir, se não têm vergonha – cuidado!DEUS OS VAI ERGUER EM EXPOSIÇÃO E FAZER DELES EM ESPETÁCULO. DEUS IRÁ AO FINAL EXPÔ-LOS DIANTE DE TODOS. Se O POVO DE DEUS reivindicasse apenas duas promessas poderosas,o ADULTÉRIO E O DIVÓRCIO, poderiam ser evitados:
“Ora, ÁQUELE que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24).
“Porque para DEUS não haverá impossíveis” (Lucas 1:37).

Anônimo disse...

ARTIGO COPIADO DO www.adventistas.com, de propriedade do Sr. ROBSON RAMOS

Consulta: Quantas vezes um homem pode se casar sob as bênçãos de Deus?

Paz seja convosco!

Gostaria muito de saber:

Um homem crente que se casa a primeira vez com uma moça virgem e crente de sua igreja, ambos trabalham na Obra de Deus, chegam ao matrimônio e cumprem todo o ritual estabelecido, após alguns anos, 3 a 4 anos, tendo um filho ainda bebê, esse diz à sua esposa que perdeu o interesse nela (sexual), e esta, por sua vez concorda em separar-se...(não houve adultério sexual). Eles decidem pela separação sem sequer orar, tentar refazer tal matrimônio.

Após alguns anos, esse homem, tendo deixado a Igreja, afastando-se, conhece um mulher, não virgem, espírita praticante, começam um relacionamento na carne, passam a morar juntos e assim vivem por 12 anos, depois de um tempo juntos, ele a convence de ir à igreja, ela concorda e recebe Jesus como seu Senhor, eles se casam, ela batiza-se nas águas, depois vem a gravidez de uma filha. Eles permanecem juntos até a menina completar seus 7 anos, e ele não gosta de seus sogros porque diz que ambos sempre interferiram muito no seu casamento.

Enfim, separam-se (2º casamento), ele jura que não houve adultério sexual, mas diz que fez de tudo que pôde para permanecer no casamento por causa da criação da filha (o que acho muito esquisito), mas a mulher não o aceita e diz que já falou com seus pais e decidiu pela separação. Depois disso, ela volta para o espiritismo.

Esse homem passa a morar sozinho, após um tempo, talvez uns 4 anos, ele se envolve com sua estagiária, 18 anos mais jovem que ele e mãe de uma menina; monta um apartamento para ela, ficando a maior parte do tempo ao seu lado, isso por 5 meses. Com essa mulher ele não teve filho. Após 5 meses, depois de uma discordância (ciúmes), ele sai da casa e telefona para ele avisando-a que não vá mais ao seu Escritório (Advogado) e deixe seus pertences arrumados que ele vai passar no apartamento somente para apanhá-los. E sai desse relacionamento sem palavras, virando as costas definitivamente para essa moça.

Depois disso, entra num site "cristão" de relacionamentos, ele já com 61 anos, escreve para uma mulher de 49 anos, solteira e mãe de um filho de 18 anos, fruto de um único relacionamento que teve antes de ser uma cristã. Gosta do seu perfil, justamente por ela ser íntegra, envolvida com a Obra de Deus, mas uma pessoa muito simples, sem malícia nenhuma da vida.

Eles começam um relacionamento à distância por 3 meses e ao 4º mês ele faz a ela a primeira visita em sua cidade. Bem, ambos acabam se envolvendo carnalmente, ela achando que encontrou sua metade, o homem preparado por Deus, pois ele conhece muito a Bíblia e ambos trocam reflexões diariamente. Se apaixonam e querem mesmo se casar. Ela sofre demais com a situação, pois aprendeu que a "fornicação" é pecado, mas ele tem uma visão mais moderna do Evangelho. Enfim, ambos estão vivendo um conflito sem tamanho.

Sou sua melhor amiga, ela é uma adoradora, está fraca demais na fé, temos ido até o seu lar, ela mora só com o filho, meu esposo é presbítero e o Senhor pela Sua misericórdia o usa com casais. Temos orado com ela e por ela. No seu coração ela deseja fazer a vontade de Deus, quer sair desse relacionamento porque entende que está em pecado e ele não aceita, pois diz que Deus é perdoador e que ele pode se casar com ela a hora que ela quiser.

Irmãos, por favor, eu e meu marido temos receio de interferir na vida dessa irmã, mas a Palavra de Deus é clara. Só que essa irmã está sem forças e precisa ser aconselhada à luz da Bíblia. Nos ajude, pois marcamos de fazer com ela um estudo em sua casa e queremos que vocês nos ajudem a entender o caso dessa amada irmã. ELA DEVE SE CASAR COM ELE? ELE PODE CASAR-SE NOVAMENTE, PELA 3ª VEZ À LUZ DA PALAVRA DE DEUS?

Deus os abençoe!

Ir. Esther e Oziel Oliveira


OBS: O SER HUMANO QUERENDO DAR UM JEITINHO BRASILEIRO NA LEI DE DEUS!

Esdras Neemias dos Santos disse...

A orientação dos antigos é que não se podia divorciar. Entretanto, atualmente não tem sido assim, não sei se por causa do momento de muita libertinagem - apelos diários na televisão e outras mídias – a sociedade tem sido atacada na sua célula mater, com muitas separações - as pessoas não se entendem, uma Babel. Isso tem afetado inclusive as instituições religiosas cristãs.

No capítulo 19 do Evangelho segundo escreveu Mateus, quando Jesus foi questionado sobre o assunto (divórcio) Ele “voltou ao princípio”, destacou “uma só carne” e “o que Deus uniu não separe o homem”. Vemos casos de pessoas que passaram a vida juntos e quando o seu companheiro falece, parece perder o sentido de tudo e logo também “acompanha” o outro. Parece que estavam tão unidos que não sabiam mais viver sem a companhia do seu cônjuge. Mas hoje em dia, a separação está cada vez mais facilitada até mesmo por grupos religiosos.

Já na epístola de Paulo aos coríntios no capítulo 7, o assunto é sempre focado no descrente, “se o descrente se apartar”. Como a Palavra de Deus não muda esse assunto não deveria ainda continuar sendo de descrentes?

Pois é...

Não removeis os marcos antigos!
abibliapelabiblia.blogspot.com

Anônimo disse...

David Wilkerson, quero responder a ti e trazer a luz da palavra de Deus outra ótica sobre esse problema atual o que tá acontecendo nos nossos dias de uma forma crescente casais casados cristãos ou não- cristãos sabe qual é a real origem da "traição"? Faz alguns meses que estava lendo essa passagem bíblica em (Mateus 5:28) e o Espírito Santo de Deus me deu esse "entendimento" sobre esse assunto muito claro que a traição ocorre quando pessoa comprometida gosta de alimentar e fantasiar na mente e no coração corrupto e engandor a outra pessoa que não é seu conjugê essas pessoas gostam muito de se alimentar:
"PORNOGRAFIA" no seu dia dia, fotos eróticas, filmes eróticos na internet, vídeos e etc lê leituras eróticas.. isso já é uma ação do demônio para contaminá-la para ele já na frente cometer o pecado que já está na vida da pessoa que faz ela cair no pecado de "adultério" mesmo antes de cometer de fato o ATO isso é uma atuação de um espírito maligno da "safadeza" já tá dentro da pessoa e faz consequentemente dia a menos dia vai fazêla cair no pecado do adultério.
Confirmei essa semana meu pai me deu uma folha universal que deram a ele na rua eu quando lê concordei em gênero e número e grau com esse pequeno artigo na seção- (mulher) sobre isso escrito por "Vivi Freitas" em seu blog: www.vivifreitas.blogspot.com texto na íntegra abaixo:
cont... Ester

Anônimo disse...

Cont...
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A TRAIÇÃO

"Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela."(Mateus 5:28)

Quando ouvimos falar de adultério, logo pensamos em traição conjugal. Mas a verdade é que existem várias formas de infidelidade e que revelam erros ocultos. Não é apenas o fato de cobiçar outra mulher ou outro homem que faz de mim um (a) adúltero(a).
Como assim?
O só desejar algo que não me pertence ou que não veio de Deus para mim me torna infiel!
A traição surge de uma forma silenciosa, primeiro pelo pensamento, gerando fantasias que levam ao mundo irreal: sonha acordada com uma vida que não é a sua, dando vazão a sentimentos provocados por emoções passageiras.
Vive baseada em "aventuras"; cria na sua mente romances fictícios que não condizem com seu cotidiano espiritual,físico, ou sentimental.
Ela imagina quem poderia ser, o que poderia fazer, como seria a sua vida se as suas escolhas tivessem sido diferentes... E é aqui, nesta posição, que reside o perigo da traição.
Hoje em dia o ser humano anda em busca do fator novidade de forma gratuita e deliberada.
Em relação ao adultério, cada um fez voto de fidelidade para com o marido ou a esposa, mas procura fora de casa o que não o(a) satisfaz ou completa.
Quando um dos dois - ou ambos- não aprende a conciliar as suas diferenças, geram-se brigas e discussões que dão lugar a uma série de sentimentos, como tristeza e frustação, além de frieza conjugal. Se essa situação não for resolvida a tempo, conduz, nevitavelmente, à prática do verdadeiro ato de traição.

Este é o maior problema: gostar e alimentar a MÁ intenção do coração.

O adultério não se limita a um ato de traição, mas é um problema de raiz que deve ser identificado e ARRANCADO!!!!!!
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Minha opinião final sobre esse assunto tbm quando "pecado" é um mal não tirado da vida da pessoa esse filhote infernal CRESCE GIGANTE e vira
"INIQUIDADE" quando isso se instala na vida de uma pessoa é uma luta espiritual dobrado.
Por isso que a gente vê pessoas que peca pede perdão, peca perde perdão mais não abandona e nem tem forças sabe porque?
Já se instalou a iniquidade é um fruto podre das consequências do não abandono daquele "pequeno pecado" e de não buscar se libertar e ter um verdadeiro sincero coração de se converter e NÃO ARREPENDIMENTO SINCERO DIANTE DE DEUS DÁ ISSO AÍ "INIQUIDADE".

A "INIQUIDADE" FAZ A MENTE DA PESSOA FICAR "CAUTERIZADA":
É UM ACÚMULO DO PECADO NÃO ABANDONADO VIRA UMA BOLA DE NEVE INFERNAL SÓ SENHOR JESUS CRSITO É PESSOA LUTAR PARA SE LIBERTAR DISSO PORQUE ISSO FATO A PESSOA TÁ DOMINADA E ESCRAVIZADA POR UM DEMÔNIO.

Ester.