5 de maio de 2002

Evolução: Uma Heresia em Nome da Ciência

EVOLUÇÃO: Uma Heresia em Nome da Ciência
Julio Severo

O homem veio do macaco. Não é o que nós cristãos pensamos, mas é que o que muitas vezes somos obrigados a ler ou ouvir desde criança. Livros, revistas e documentários “científicos” apresentam o ser humano dessa forma igualada ao resto dos animais. Apresentam com tanta naturalidade e segurança que não sentem nenhuma necessidade de explicar por que motivo temos de ser vistos dessa maneira tão longe da posição de dignidade e respeito que Deus nos deu na Criação. É como se as idéias de Darwin a respeito da origem do homem fossem verdades irrefutáveis.

É verdade: todos somos criaturas, todos nós seres humanos vivemos neste mundo juntamente com os animais. Mas será que estamos todos no mesmo nível?

Até mesmo na escola, temos de aceitar essa idéia oficial, sem poder questionar. É uma heresia consagrada e respeitada. Lembro-me de que quando estudei pela primeira vez essa questão, fiquei chocado com o fato de que meu livro escolar afirmasse com muita autoridade que o homem veio do macaco. Li sem acreditar que eu teria de me submeter a esse tipo de ensino sem fundamento real. Levei minha Bíblia à sala de aula e quando o professor mencionou que o homem veio do macaco, pedi-lhe educadamente permissão para dar minha opinião. Li o primeiro capítulo inteiro do livro de Gênesis. A classe inteira escutou. Mas o professor de ciência, com sua posição de autoridade e vantagem, logo explicou que ninguém podia provar “a teoria de que Deus criou o mundo e o ser humano”. É assombroso o fato de que podemos reconhecer como perigoso um espírita ensinando suas idéias a nossos filhos, mas não conseguimos perceber o perigo de um professor que joga ao chão, diante de alunos inocentes, o valor de verdades tão importantes para nossa existência. A autoridade da Palavra de Deus é tratada, até mesmo diante de crianças cristãs, como se não fosse válida no mundo real. É como se as verdades bíblicas devessem permanecer confinadas nas igrejas e na privacidade dos lares cristãos. No entanto, em nenhum momento os adeptos de Darwin aceitam que as idéias de Darwin sejam tratadas do jeito que eles tratam a Palavra de Deus. Para eles, a opinião evolucionista deve prevalecer sobre todas as outras opiniões.

Um site na Internet intitulado Myths in Genesis (Os Mitos do Gênesis) se dedica a dois objetivos: promover a teoria da evolução como verdade e mostrar que os relatos da criação do mundo em Gênesis não são verdade. Por exemplo, o site ataca “os mitos óbvios nos primeiros capítulos do livro de Gênesis e as tentativas de os cristãos conservadores de forçar seus ensinos nas escolas públicas como fato cientificamente provado.”
[1] O autor, um ardoroso adepto da evolução, ocupa uma página inteira da Web para atacar os evangélicos que crêem, conforme a opinião pessoal dele, nos “mitos” do livro de Gênesis e afirma que ninguém tem o direito de ensinar para as crianças de escola que Deus criou o mundo, conforme revela a Palavra de Deus.

Nos Estados Unidos, um professor de escola pública foi processado por mostrar aos alunos os erros da teoria da evolução. Ele comenta: “Se algo na ciência de repente se torna tão sagrado que não se pode questionar, então já não é mais ciência. O que quero mesmo não é ensinar o criacionismo [o ensino de que Deus é o Autor da criação]; quero apenas ensinar as falhas do darwinismo.” Ele foi legalmente impedido de falar na escola a respeito dos erros da teoria da evolução.
[2] Ele foi perseguido apenas por questionar um tabu “científico”. Imagine então o que lhe aconteceria se ele tentasse ensinar para as crianças que há um Deus Criador…

Por que tanta oposição, em nome da ciência, à realidade de um Deus Criador? A verdadeira ciência não contradiz a Bíblia. O que contradiz a Bíblia é a interpretação e as opiniões pessoais de cientistas que rejeitam a Deus. Não existe uma guerra entre a ciência e Deus. O que existe são cientistas que não aceitam a Deus e usam seu conhecimento para negar a existência e o poder criador desse Deus.

No entanto, é de surpreender o modo como eles conseguem impor suas idéias como se fossem verdades absolutas considerando que, de acordo com o jornal inglês The Observer, até mesmo entre cientistas adeptos da evolução há divisão sobre a questão. De fato, não há um consenso acerca das suposições da evolução.
[3]

Enézio E. de Almeida Filho, em seu excelente artigo Teoria da Evolução, Desnudando Darwin: Ciência ou Fé? comenta:

É engraçado e até irônico: um sapo ser beijado por uma princesa e transformado em príncipe é história da carochinha. Agora, um suposto ser unicelular (inobservado) ao longo de bilhões de anos se transformar em Australopithecus e depois em Charles Darwin (inobservado), isso sim, é considerado ciência? Não são 30 dias de debates. São 38 anos. Jornalistas científicos deveriam considerar o questionamento levantado por G. A. Kerkut, um evolucionista, em relação à evidência inadequada de sete importantes inferências evolucionistas.[i] 1. Coisas não-vivas deram origem a organismos vivos; 2. A abiogênese ocorreu uma vez; 3. Os vírus, bactérias, plantas e animais são todos inter-relacionados; 4. Os protozoários deram origem aos metazoários; 5. Vários filos de invertebrados são inter-relacionados; 6. Os invertebrados deram origem aos vertebrados; e 7. Peixes, répteis, aves e mamíferos tiveram origem ancestral comum.

Até hoje, nenhum cientista evolucionista solucionou estas dificuldades teórico-empíricas. Percebe-se, contudo, no que é veiculado nas reportagens científicas uma certa preocupação quanto ao tempos verbais: todos no condicional. Isso é bom porque não atribui como "fato" determinadas descobertas. Contudo, não é salientado para os leitores quais aspectos da teoria neodarwinista estariam sendo corroborados e questionados. Por que essa omissão? O que se vê no jornalismo científico, supostamente objetivo, é um jornalismo ideologicamente naturalista mascarado de jornalismo científico. Pseudo-jornalismo científico a ser desmascarado. Com muito rigor científico.
[ii]

Apesar das falhas evolucionistas, nas provas escolares de ciência, as perguntas sobre a questão da origem do homem exigem, oficialmente, que se dê uma resposta de acordo a teoria da evolução. Quem pensa diferente é obrigado a guardar para si suas convicções. Uma resposta que dê a Deus o crédito da criação do homem custa a um aluno alguns pontos. É um pequeno sacrifício que tive de fazer, deixando claro na folha da prova que só há uma verdade para a origem do ser humano: Deus. Posso não ter obtido uma nota do professor, mas estou consciente de que Deus honra os que o honram. “Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 10:32-33 RC) Não é melhor mesmo obedecer a Deus do que ser submisso a princípios que não reconhecem a verdade?

Embora o mundo moderno esteja experimentando extraordinários avanços na área tecnológica, há ainda questões básicas que todo ser humano quer entender e que até mesmo os computadores não conseguem resolver. A principal pergunta é: “Qual é a origem da vida?” Os adeptos da teoria da evolução estão, em nome da ciência, impondo suas respostas de todas as formas possíveis e censurando qualquer explicação que não respeite as idéias de Darwin. Eles têm fé de que eles possuem a ÚNICA resposta. Mas nossa fé é baseada não só no que a natureza e a ciência mostram, mas principalmente no que a Palavra de Deus diz:

“No começo Deus criou o céu e a terra.” (Gênesis 1:1 BLH)

“É pela fé que entendemos que o Universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê.” (Hebreus 11:3 BLH)

Escolhendo acreditar em Deus, passamos a entender que há um Autor para tudo o que se vê no mundo natural. Compreendemos que o homem não está aqui por acaso, mas tem um destino eterno e uma alma eterna. Por outro lado, escolhendo acreditar que o homem veio do macaco, não precisamos nos preocupar com Deus, Céu, inferno ou com nossa responsabilidade de fazer o bem e evitar o mal. (Afinal, se Deus não existe, quem é que vai definir o que é o bem e o que é o mal?)

Então, cabe a cada pessoa escolher em que acreditar. É claro que ambas as escolhas têm seus credos, autoridades e profetas e ambas no final são religiosas, isto é, são assuntos de fé. Os seguidores da teoria da evolução ou de Deus como Criador têm fé no que acreditam. Mas há uma diferença importante. Enquanto não é possível provar a teoria da evolução, é possível comprovar que há uma Mente Superior por trás de tudo o que se vê no mundo criado.

A teoria da evolução pode não ser verdadeira, mas fornece a desculpa necessária para os que precisam de espaço para agir fora dos princípios morais estabelecidos por Deus. O famoso filósofo evangélico Dr. Francis Schaeffer e C. Everett Koop (ex-Ministro da Saúde dos EUA) pensam da mesma forma. Em seu livro Whatever Happened to the Human Race? (O que foi que Aconteceu com a Raça Humana?), eles declaram:

Diferente do conceito evolucionário sem o envolvimento de uma pessoa no começo… a Bíblia relata a origem do homem como uma pessoa finita feita conforme a imagem de Deus, isto é, igual a Deus. Vemos então como é que o homem pode ter personalidade, dignidade e valor. Nossa condição como seres totalmente diferentes é garantida, algo que é impossível num sistema materialista. Se não há diferença de qualidade entre o homem e outras formas de vida orgânica (plantas ou animais), por que deveríamos sentir mais preocupação com a morte de um ser humano do que com a morte de um rato de laboratório? Será que, no final das contas, o homem tem um valor mais elevado?
[4]

Cientistas de diversas áreas estão alertando que não é possível defender a teoria da evolução. Apesar disso, o alerta deles tem sido devidamente ignorado e censurado. Embora a teoria da evolução não seja uma realidade comprovada, pelo menos é conveniente para as atividades de quem não quer ser limitado por conceitos e éticas morais. Ver o ser humano como animal dá para o cientista inescrupuloso o pretexto ideal para realizar o que um ser humano consciencioso não teria coragem de fazer. A extinta União Soviética, em seu radicalismo socialista ateísta, abraçava a teoria da evolução como única verdade. Assim, não é de admirar que os governantes soviéticos e seus seguidores tratassem as pessoas como animais. E quem é que não se lembra das atrocidades que distintos homens da medicina, psiquiatria e ciência cometiam contra homens, mulheres e até crianças na Alemanha nazista? A teoria da evolução era um dos ídolos no altar do ateísmo nazista. Muitas vezes eles sacrificavam vidas humanas em experiências nos campos de concentração alegando que os resultados ajudariam no tratamento de muitas doenças. Tanto a União Soviética quanto a Alemanha nazista fecharam as escolas cristãs e forçaram todas as crianças a ir para escolas do governo a fim de serem sistematicamente doutrinadas no humanismo evolucionista, ateísta e materialista. O exemplo soviético e nazista nos dá abundantes evidências dos “benefícios” do evolucionismo na sociedade moderna.

A ciência é contrária a Deus? Claro que não! Mas cientistas contrários à realidade de Deus e às suas leis morais utilizam indevidamente seu conhecimento avançado para sustentar teorias que se encaixam em seus preconceitos pessoais. Algumas vezes, eles têm de se envolver em experiências que não são eticamente aceitáveis. Em outras palavras, nem tudo o que um cientista faz respeita a moralidade cristã. Por exemplo, pode-se sacrificar um bebê para se criar um “tratamento” médico? O princípio cristão, de que a vida é sagrada, coloca um limite necessário em qualquer tentativa de manipular fatalmente uma criatura humana, antes ou depois do nascimento. Para levar adiante algumas de suas pesquisas não muito honrosas, os cientistas precisam de princípios que não limitem sua liberdade de decidir ou agir. Se o ser humano veio do macaco, então ele tem o valor de um animal. Se podemos fazer pesquisas com animais, por que não incluir os seres humanos?

Portanto, é preciso encarar uma realidade óbvia. Aceitar a teoria da evolução necessariamente envolve três conseqüências inevitáveis: a) remove Deus como o Criador do ser humano; b) dá crédito às idéias do homem, prestando assim adoração ao homem; e, c) tira a dignidade do ser humano, que ele recebeu quando Deus o criou conforme a sua imagem e que o torna totalmente diferente de todos os outros seres vivos criados.

A teoria da evolução se torna, assim, mais um meio de distração espiritual, impedindo as pessoas de vir a conhecer e honrar a Deus. Mas será que é tão difícil ver que há um Criador? Quem pesquisar a natureza honestamente, terá de fechar os olhos para não ver que há uma Mente Superior por trás de tudo o que foi criado.

“Do céu Deus revela a sua ira contra todos os pecados e todas as maldades das pessoas que, por meio das suas más ações, não deixam que os outros conheçam a verdade a respeito de Deus. Deus castiga essas pessoas porque o que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro para elas, pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso. Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma. Eles sabem quem Deus é, mas não lhe dão a glória que ele merece e não lhe são agradecidos. Pelo contrário, os seus pensamentos se tornaram tolos, e a sua mente vazia está coberta de escuridão. Eles dizem que são sábios, mas são tolos. Em vez de adorarem ao Deus imortal, adoram ídolos que se parecem com seres humanos, ou com pássaros, ou com animais de quatro patas, ou com animais que se arrastam pelo chão. Por isso Deus os entregou aos desejos do coração deles para fazerem coisas sujas e para terem relações vergonhosas uns com os outros. Eles trocam a verdade sobre Deus pela mentira e adoram e servem as coisas que Deus criou, em vez de adorarem e servirem o próprio Criador, que deve ser louvado para sempre. Amém!” (Romanos 1:18-25 BLH)

Assim, um estudo honesto da natureza acaba trazendo como resultado o conhecimento de que há um Criador. Alguns cientistas famosos que criam em Jesus, na Bíblia e em Deus como o Criador: Lord Kelvin (cujo nome era William Thompson [1824-1907]. Ele formulou a primeira e a segunda Lei da Termodinâmica. Ele disse: “Com relação à origem da vida, a ciência… sem sombra de dúvida afirma que há poder criador. Há muito tempo sinto que as pessoas que não estão envolvidas com a ciência acham que a classe cientifica acredita que a ciência descobriu meios de explicar todos os fatos da natureza sem adotar nenhuma fé clara num Criador. Na minha opinião, esse modo de pensar não tem base alguma.”
[5]), Sir James Young Simpson (1811-1870, descobriu o clorofórmio e declarou que sua maior descoberta foi Jesus[6]), Louis Pasteur (1822-1895, cientista que desenvolveu o processo de pasteurização, a vacina anti-rábica, etc. Ele declarou: “A ciência nos aproxima mais de Deus.”[7]), Sir Isaac Newton (1642-1727, famoso descobridor das leis universais da gravidade.[8]), Matthew Fontaine Maury (1806-1873, cientista considerado fundador da moderna hidrografia e oceanografia.[9]), Johann Kepler (1571-1630, fundador da astronomia física e descobridor das leis que governam o movimento dos planetas.[10]), Wernher von Braun (1912-1977, conhecido como o pai do programa espacial americano, foi diretor da NASA e um dos maiores cientistas espaciais do mundo. Ele disse: “Os evolucionistas desafiam a ciência a provar a existência de Deus. Mas será que realmente precisamos acender uma vela para ver o sol?… Eles dizem que não conseguem ver um Criador. Bem, será que um físico pode ver um elétron?… Que estranho tipo de raciocínio faz com que alguns físicos aceitem o inconcebível elétron como real enquanto rejeitam reconhecer a realidade de um Criador com o motivo de que não podem concebê-lo?… É com honestidade científica que apóio que teorias alternativas à origem do universo, vida e humanidade sejam ensinadas nas aulas de ciência das escolas. Seria um erro negligenciar a possibilidade de que o universo foi planejado, não vindo a existir por acaso”.[11]). Esses são apenas alguns exemplos de homens da ciência que acreditavam que Deus é a origem de tudo no universo.

Pudemos ver então que nem todos os cientistas aceitam as idéias da evolução. Mas o que dizer do homem que as inventou? Refletindo em tudo o que havia feito, no fim da vida Charles Darwin confessou:

Eu era jovem e minhas idéias não estavam formadas. Não quis saber de perguntas nem sugestões e o tempo todo me surpreendia com tudo o que estava fazendo. Para meu espanto, minhas idéias se espalharam como um incêndio florestal. As pessoas fizeram delas uma verdadeira religião.
[12]

Na verdade, o termo apropriado é religião herética. Os evolucionistas passaram a seguir as idéias de Darwin com a paixão irracional dos heréticos, sempre procurando silenciar todas as dúvidas sobre suas heresias e não dando espaço democrático algum para quem não coloca sua fé no altar da evolução. Aliás, é interessante observar que as grandes heresias muitas vezes começam com indivíduos que se desviam do Cristianismo. Tal foi o caso com Charles Darwin. Em sua juventude, ele se desviou do Cristianismo, “descobriu” a teoria da evolução, mas no fim mudou de direção. Todos têm o direito de mudar para melhor, não?

Um dia, depois de falar sobre a santidade de Deus e da grandeza da Bíblia, Darwin confessou o que era mais importante para ele:

Cristo Jesus e sua salvação. Não é esse o melhor assunto?

O fato mais importante na vida de Darwin é que no fim ele se desviou de suas próprias idéias evolucionistas. Só um tolo não faria isso.

Então por que indivíduos aparentemente inteligentes conseguem se apegar ao que Darwin acabou abandonando? Para as muitas pessoas que perguntam como é possível que indivíduos “estudados” consigam acreditar que o homem veio do macaco, talvez a melhor resposta seja o que o escritor George Orwell disse: há coisas “tão tolas que só os intelectuais conseguem crer”…
[13]


Sites recomendados sobre a questão da evolução:
Institute for Creation Research
www.icr.org

The Creation Research Society
www.creationresearch.org

Uma versão deste artigo, escrita por Julio Severo, foi publicada pela primeira na revista Defesa da Fé de maio de 2002, pelo Instituto Cristão de Pesquisas. Copyright 2002 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. Para mais informações: www.juliosevero.com

[1] http://www.home.earthlink.net/~robwir/myths.html
[2] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=23471
[3] http://www.observer.co.uk/Distribution/Redirect_Artifact/0,4678,0-644002,00.html
[4] C. Everett Koop & Francis A. Schaeffer, Whatever Happened to the Human Race? (Crossway Books: Westchester, Illinois, 1983), p. 108.
[5] William Federer, America’s God and Country (Fame Publishing, Inc: Coppell, Texas, 1994), p. 344.
[6] Idem, pp. 563, 564.
[7] Idem, pp. 495, 496.
[8] Idem, p. 473.
[9] Idem, p. 434.
[10]Idem, p. 350.
[11] Idem, pp. 68,69.
[12] Idem, p. 199.
[13]Dr. Gerard van den Aardweg, The Battle for Normality (Ignatius Press: San Francisco-EUA, 1997), pp. 21,22.
[i] Implications of Evolution, New York, Pergamon, 1960, pp. 150-157.
[ii] Teoria da Evolução Desnudando Darwin: ciência ou fé? de Enézio E. de Almeida Filho