21 de julho de 2018

Governo do PT na Bahia financia exposição gay “Cu É Lindo”


Governo do PT na Bahia financia exposição gay “Cu É Lindo”

Julio Severo
O governo da Bahia está patrocinando, no Instituto Goethe de Salvador, uma mostra chamada Devires, que tem como uma de suas atrações a exposição gay “Cu É Lindo”.
A exposição focada no ânus retrata a jornada de um homem homossexual para aceitar seu… ânus, num trampolim para falar também das relações entre sexo e sua dimensão fake: gênero
De acordo com o site Dois Terços, a proposta do “Cu É Lindo” é tratar da “abjeção do Cu, do silêncio histórico da homofobia, da moral social, do fundamentalismo religioso…”
A Bahia é o lugar ideal, do ponto de vista homossexual, para ver beleza no ânus:
* A Bahia sofre de uma influência forte de religiões afro-brasileiras, cujos espíritos aceitam muito bem as práticas homossexuais, inclusive levando seus adeptos a essas práticas.
* A Bahia abriga Luiz Mott, o decano do movimento homossexual do Brasil. Ele é o rei do ânus gay. Quando o movimento homossexual nadava em dinheiro de impostos no governo Lula, Mott estava nas alturas ameaçando a tudo e a todos. Seu sonho era me ver condenado pelo Ministério Público Federal e preso numa cela com pervertidos de Sodoma. Agora, com a crise econômica, a fonte de impostos secou, e Mott e outros ativistas pararam seu bullying contra mim e outros.
* A Bahia é governada pelo PT, que usa e abusa do dinheiro de impostos para financiar aberrações homossexuais.
Quem vive aprisionado no vício das práticas homossexuais inevitavelmente vê beleza no ânus e na defecação. Esse é o caso de Mott e outros.
Quem vê beleza nas práticas homossexuais inevitavelmente vê o ânus como o centro do corpo e do universo, e beleza no ânus e na defecação. Esse é o caso do PT e outros esquerdistas.
Ter o ânus como foco nos pensamentos e na linguagem não é saudável. É sintoma de podridão extrema no coração. Nesse sentido, dá para entender o estado fecal em que estão os ativistas gays e o PT.
Mas não são só esses dois que estão nesse estado fecal. A suposta direita também tem seus pecados a confessar. Talvez ninguém use mais termos anais como centro de sua linguagem e filosofia do que o autoproclamado filósofo e historicamente comprovado astrólogo Olavo de Carvalho. Se o refrão do astrólogo Walter Mercado na TV era “Ligue Djá,” o refrão do astrólogo brasileiro é… o ânus.
Falar de ânus, a não ser numa base estritamente médica, só evidencia a decadência moral de quem o coloca no centro de sua vida e suposta arte e filosofia. A defecação moral é sempre o resultado inevitável. Não é lindo. É nojento, seja de quem vier, da esquerda e da direita, quer do pomposo Instituto Goethe, quer de um pomposamente autoproclamado filósofo.
Como Jesus disse, a boca fala do que o coração está cheio. Se está cheio de conteúdo fecal, vai falar do quê? De flores e moralidade? Não. Vai falar só de ânus e filosofia fecal.
O que a esquerda mimizenta, birrenta e maldizente tacha de “moral social e fundamentalismo religioso” deve continuar repudiando toda tentativa de enfoque anal como lindo e aceitável, seja de quem for — de ativistas gays fazendo “exposição artística” gay, do PT financiando-a com dinheiro de impostos ou de um astrólogo despejando os detritos de seu próprio ânus pela sua boca ostentosamente filosófica. 
Leitura recomendada:

20 de julho de 2018

Putin está matando milhões de americanos!


Putin está matando milhões de americanos!

Ann Coulter
Comentário de Julio Severo: Neste artigo, a escritora americana Ann Coulter zomba dos esquerdistas fazendo muitas piadas com base no próprio histórico deles. Ela mistura, com pesadas pitadas de humor, conhecimento de história com o histórico de desonestidade deles.
Ann Coulter
Não sei o que Trump disse durante aquelas duas horas em que ele se encontrou em privado com o presidente russo Vladimir Putin, mas como muitos na mídia, sei o que espero que ele disse: Sr. Putin, preciso que você admita publicamente sua cumplicidade no problema que os EUA têm com estrangeiros ilegais.
Somente se Putin confessar que é culpado de mobilizar uma vasta rede de agentes russos para dirigir pessoalmente os movimentos de milhões de estrangeiros ilegais através do Deserto de Sonora, através de dezenas de postos de controle e outros meios para entrar nos EUA, em cumprimento de seu plano mestre de atacar a viabilidade financeira, segurança e perspectivas futuras dos EUA, a mídia, o Partido Democrata e os republicanos chegarão emergir de sua letargia e admitirão que os EUA têm um enorme problema em sua fronteira sul.
Os imigrantes ilegais já mataram muito mais americanos do que a Rússia em toda a sua história — ou poderia algum dia esperar matar, mesmo com uma bomba nuclear bem colocada.
Mas nada será feito, a menos que possamos provar que Putin está por trás disso.
Os meios de comunicação e o governo dos EUA querem que você se fixe na anexação da Crimeia pela Rússia como o grande problema que os EUA enfrentam, esperando que os americanos esqueçam o buraco enorme na sua fronteira.
Não contei para ver quantos americanos morreram como consequência da ação de Putin readquirindo a Criméia — sim, fiz a contagem! NENHUM. Enquanto isso, traficantes de drogas mexicanos matam mais americanos a cada semana do que a União Soviética comunista matou quando derrubou o voo 007 da Coréia por voar em seu espaço aéreo, quase iniciando uma guerra nuclear.
Obcecados com problemas irrelevantes e insolúveis em partes remotas do mundo, é como os esquerdistas americanos provam que são intelectuais. Coréia do Norte, Síria, Rússia — é com isso que os americanos precisam se importar, segundo eles. Não o próprio país deles. Somente os compradores do Wal-Mart se importam com o próprio país.
Seria como se, em 1939, quando a ameaça nazista se aproximava, os jornais britânicos discutissem apenas os incêndios florestais lá longe em Victoria, na Austrália. Quantos morreram? Eles precisam da nossa ajuda? O que devemos fazer? Qual é a postura do primeiro ministro da Inglaterra?
Com a Rússia, os esquerdistas recebem um bônus extra por baterem em Trump sobre sua conivência inexistente com a Rússia — o maior inimigo dos EUA desde muito, muito recentemente.
Pelo menos nenhum presidente democrata jamais chegou a abraçar publicamente um ditador russo, enquanto entregava a ele toda a Europa Oriental em Yalta, de modo que a consciência da esquerda americana está limpa!
Na verdade, não. Até que todas as estátuas de Roosevelt sejam derrubadas, os esquerdistas precisam se fixar na Rússia. Pelo menos Trump não está chamando Putin de “tio Vlad” e dando a ele um terço da Europa, enquanto ele está sendo aconselhado por dois espiões russos.
Embora eu tenha certeza de que a invasão da Ucrânia pela Rússia e a anexação da Criméia fossem uma grave ameaça para todos os homens, mulheres e crianças nos Estados Unidos, Putin também deveria ser responsabilizado pelo estupro e assassinato de milhares de americanos no próprio território americano todos os anos, como resultado da imigração ilegal aparentemente impossível de ser parada. (Quem sabia que um muro na fronteira dos EUA era um feito de engenharia tão inconcebível?)
Onde mais colocar a culpa por esse ataque monstruoso, senão em Putin, o homem mais maligno desde Hitler?
É verdade que os esquerdistas passaram décadas fazendo lobby por um fluxo interminável de estrangeiros ilegais. Mas isso não deveria ser um problema. Eles também passaram décadas defendendo ditadores russos.
Abandonar todas as posições que eles já tiveram para atacar Trump é um procedimento operacional padrão nos dias de hoje.
Além de Trump não desafiar Putin em uma briga de socos em Helsinque, os meios de comunicação foram à loucura pelo fato de ele ter citado as revelações das agências de inteligência dos EUA — mas depois acrescentou que Putin negou as acusações.
ELE ACREDITA EM PUTIN ACIMA DAS PRÓPRIAS AGÊNCIAS DE INTELIGÊNCIA DOS EUA? Equivalência moral! Traição! Altos crimes e contravenções! Kristallnacht! Trump poderia muito bem ter pisado num retrato de George Washington. (Ou, já que estamos falando de esquerdistas, Stálin.)
Mas do jeito que me lembro, democratas eleitos — até mesmo candidatos democratas à presidência — criticaram as agências de inteligência dos EUA de forma feroz, particularmente em relação à Guerra do Iraque.
A mídia transformou o palhaço Joe Wilson num herói nacional por ridicularizar as revelações das agências de inteligência dos EUA.
No início da guerra, a inteligência dos EUA, a inteligência britânica e o Comitê de Inteligência do Senado concluíram que Saddam Hussein estava buscando enormes quantidades de urânio do Níger.
Mas Joe Wilson foi enviado por sua esposa, uma agente não-secreta, informal e insignificante da CIA, para uma viagem ao Níger, onde ele olhou diretamente nos olhos dos funcionários do governo e perguntou: Saddam enviou emissários para este país esquecido que não tem nada para vender, exceto urânio, a fim de comprar urânio? Sejam honestos! Eu não tenho absolutamente nenhuma maneira de saber se vocês estão mentindo, e nações poderosas com armas nucleares ficarão realmente bravas com vocês se vocês disserem “sim.”
Foi com base nessa conversa que Wilson concluiu, como escreveu no jornal New York Times: “Não tenho muita escolha a não ser concluir que parte da inteligência relacionada ao programa de armas nucleares do Iraque foi distorcida para exagerar a ameaça iraquiana.”
Longe de condenar esse desengonçado antipatriótico por cagar nas agências de inteligência dos EUA, a mídia fez dele uma estrela! Apenas um tolo como George W. Bush acreditaria nas ineptas agências americanas de inteligência sobre a palavra de um funcionário do governo do Níger.
Então, fazer uma meia-volta volver em cima de uma posição anterior de longa data não é problema para os esquerdistas, desde que sirva ao propósito maior de pegar Trump.
Não sei se os esquerdistas perceberam, mas tentar colocar o público em uma onda de raiva inflamada por causa da anexação da Criméia por Putin não tem sido um grande sucesso.
Além do fato de que quem é dono da Crimeia não tem absolutamente nenhum interesse de segurança nacional concebível para os Estados Unidos, a Crimeia é parte da Rússia desde sempre. (Tecnicamente, desde 1783 — quando eles a tomaram dos muçulmanos.)
Busque no Google “Vila Potemkin.” A história diz que Grigory Potemkin, um assessor da imperatriz russa Catarina II, tentou impressioná-la com sua mais nova possessão territorial, estabelecendo aldeias falsas ao longo de sua rota. Local e data da história: Criméia, 1787.
A esquerda precisa de algo um pouco mais pretencioso para nos deixar furiosos com a Rússia — e a imigração ilegal é apenas o bilhete de entrada! A única coisa com a qual os esquerdistas se preocupam é a Rússia, mas a única coisa com a qual a maioria dos americanos se preocupa é o seu próprio país.
A solução está nos encarando bem no meio da cara. Convencer Putin a admitir que ele é responsável pelos milhões de invasores estrangeiros que se infiltram nos EUA, abaixando os salários em um bom dia, estuprando garotinhas e cometendo assassinatos repugnantes nos dias ruins.
Em troca, os EUA darão a Putin Bill Browder e George Soros.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Putin is killing millions of Americans!
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19 de julho de 2018

A verdade sobre a Cúpula Trump-Putin


A verdade sobre a Cúpula Trump-Putin

Mike Evans
O mundo ocidental esperou ansiosamente na segunda-feira que o presidente Donald Trump castigasse Vladimir Putin e exigisse respostas do presidente russo. Isso não aconteceu de um jeito que deixasse a mídia satisfeita.
Não é segredo que o presidente Trump tem desejado promover um relacionamento com Putin como um passo para resolver questões problemáticas em todo o mundo. O assessor de Segurança Nacional, John Bolton, disse que Trump acreditava “fortemente” que era hora de uma nova maneira de cooperação entre os dois líderes mundiais. De acordo com Bolton, “Tanto o presidente Trump quanto o presidente Putin pensam que podem encontrar soluções construtivas. Eu gostaria de ouvir alguém dizer que é uma má ideia.”
O Sr. Bolton certamente conseguiu o que queria. Parece que há poucos, se é que há, que consideraram a cúpula uma boa ideia, apesar das questões apocalípticas que precisam ser abordadas, ou seja, a guerra civil na Síria, a situação nuclear desastrosa na Coréia do Norte e, claro, o Irã. Anderson Cooper, da CNN, chamou a interação de “vergonhosa” e acrescentou seus próprios efeitos visuais dramáticos para uma boa medida. Até mesmo Brit Hume, analista político sênior da Fox News, disse do presidente, “Trump não consegue enxergar além de si mesmo, ele vê a investigação de intromissão russa como única sobre ele.”
O senador Rand Paul foi um dos poucos a dizer algo positivo sobre a cúpula. “Ficou tão ridículo que alguém tenha de se levantar e dizer que precisamos tentar envolver até nossos adversários e abrir nossas linhas de comunicação.”
O que o presidente Trump fez foi, na minha opinião, absolutamente genial. Considerando que as três maiores crises que o mundo enfrenta são a Síria, a Coréia do Norte e o Irã, Putin tem a capacidade de ajudar na resolução de todas elas. O que os odiadores de Trump queriam que ele fizesse? Abrisse a coletiva de imprensa insultando Putin? Como é possível que isso seja do interesse nacional dos Estados Unidos? Na verdade, isso tornaria Putin ainda mais obstinado em sua interação com os líderes mundiais.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o presidente Franklin Roosevelt chocou o mundo ao desenvolver uma aliança com o russo Josef Stalin para um único propósito: vencer a guerra. Não há possibilidade de que o Sr. Trump não compreenda todos os fatos relativos a Putin. Usar o charme ofensivo é brilhante. Você pode dizer que o presidente Trump é “burro como uma raposa.” Ele sabe exatamente quais são seus objetivos.
A mídia, correndo para atacar o presidente, parece ter convenientemente esquecido um acontecimento em Seul, Coréia do Sul, em março de 2012. O presidente Barack Obama e o presidente russo Dmitry Medvedev foram pegos num momento improvisado de microfone aberto. Obama garantiu ao russo: “Deixe-me ser reeleito primeiro,” disse ele, “então terei uma chance melhor de fazer algo acontecer… em todas essas questões, mas particularmente na defesa antimísseis… isso pode ser resolvido , mas é importante para ele me dar espaço… esta é a minha última eleição. Depois da minha eleição tenho mais flexibilidade.” A referência foi aparentemente ao presidente russo, Vladimir Putin.
A mídia esquerdista parece estar tentando provocar uma multidão furiosa para transformar a investigação eleitoral de Robert Mueller numa fogueira. Poucas pessoas parecem lembrar a interferência de Barack Obama na política israelense na tentativa de remover Benjamin Netanyahu em 2015. Certamente, um número limitado consegue relembrar a interferência de Bill Clinton na política israelense em 1996.
Nenhuma evidência foi descoberta para apoiar alegações de que hackers russos mudaram o rumo da eleição de 2016. O próprio Obama disse: “Nenhuma pessoa séria sugeriria de alguma forma que você pudesse fraudar as eleições americanas.”
Se um coro de anjos anunciasse a inocência do presidente Trump, os esquerdistas, e agora alguns membros de seu próprio partido, certamente continuariam a zombar e castigá-lo em novas tentativas de tirá-lo do cargo em desgraça.
Mike Evans é o escritor número 1 de best-sellers no jornal New York Times, com 89 livros publicados. Ele é o fundador do Museu Amigos de Sião em Jerusalém e atua na Iniciativa da Fé Evangélica Trump.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: The Truth About the Trump-Putin Summit
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18 de julho de 2018

Trump suspende a Guerra Fria 2


Trump suspende a Guerra Fria 2

Patrick J. Buchanan
Comentário de Julio Severo: Depois que Trump suspendeu a Guerra Fria 2, neocons tanto do Partido Democrático quanto do Partido Republicano o estão pressionando para continuar a Guerra Fria, como se houvesse ainda um conflito entre comunismo e capitalismo, justamente agora que a Rússia é muito mais conservadora. Embora Trump queira aproximação com a Rússia, os neocons, que fazem parte do complexo industrial militar que precisa de guerras e mais guerras para sobreviver, não deixam. Leia agora o artigo de Buchanan:
Começando sua coletiva de imprensa conjunta com Vladimir Putin, o presidente Trump declarou que as relações dos EUA com a Rússia “nunca foram piores.”
Ele então acrescentou enfaticamente, que isso acabou de mudar “cerca de quatro horas atrás.”
Certamente mudou. Com seus comentários em Helsinque e na cúpula da OTAN em Bruxelas, Trump sinalizou uma mudança histórica na política externa dos EUA que pode determinar o futuro dos EUA e o destino de sua presidência.
Ele rejeitou as premissas fundamentais da política externa americana desde o fim da Guerra Fria e culpou as desgraçadas relações americanas com a Rússia não em Vladimir Putin, mas diretamente na elite dos EUA.
Num tuíte antes da reunião, Trump indiciou as elites tanto do Partido Republicano quanto do Partido Democrático: “Nosso relacionamento com a Rússia NUNCA foi pior graças aos muitos anos de loucura e estupidez dos EUA e agora, à Caça Fraudulenta às Bruxas!”
Trump repudiou, assim, os registros e agendas dos neoconservadores e seus aliados intervencionistas liberais, bem como o arquipélago dos think tanks do Partido da Guerra que operam ativamente dentro do governo dos EUA.
Olhando para trás ao longo da semana, de Bruxelas a Grã-Bretanha a Helsinque, a mensagem de Trump foi clara, coerente e surpreendente.
A OTAN é obsoleta. Os aliados europeus têm vivido às custas da defesa dos EUA enquanto acumulavam enormes superávits comerciais às custas dos EUA. Esses dias acabaram. Os europeus vão parar de roubar os mercados americanos e começar a pagar por sua própria defesa.
E não haverá Guerra Fria 2.
Os EUA não vão permitir que a anexação da Crimeia por Putin ou a ajuda aos rebeldes pró-russos na Ucrânia os impeçam de trabalhar numa reaproximação e uma parceria com ele, diz Trump. Os EUA vão negociar tratados de armas e discutir suas diferenças, como fez Ronald Reagan com Mikhail Gorbachev.
Helsinque mostrou que Trump falou seriamente quando declarou repetidamente: “A paz com a Rússia é uma coisa boa, não uma coisa ruim.”
Sobre a Síria, Trump indicou que ele e Putin estão trabalhando com Bibi Netanyahu, que quer que todas as forças iranianas e milícias apoiadas pelo Irã sejam mantidas longe das colinas de Golan. Quanto às tropas americanas na Síria, diz Trump, elas sairão depois que o ISIS for esmagado, e os EUA já conseguiram alcançar esse objetivo em 98%.
Essa é outra mensagem fundamental aqui: os EUA estão trazendo de volta suas tropas de guerras estrangeiras e estarão desfazendo compromissos estrangeiros.
Tanto antes como depois da reunião de Trump-Putin, a cobertura da TV a cabo era tão hostil e odiosa em relação ao presidente quanto qualquer escritor já viu. A mídia pode não ser o “inimigo do povo” que Trump diz que eles são, mas muitos são inimigos implacáveis desse presidente.
Alguns queriam que Trump imitasse Nikita Khrushchev, que acabou com a cúpula de Paris em maio de 1960 devido a uma operação fracassada de inteligência dos EUA — o avião espião U-2 abatido nos montes Urais poucas semanas antes.
Khrushchev havia exigido que Ike se desculpasse. Ike recusou e Khrushchev explodiu. Alguns meios de comunicação pareciam estar esperando por tal confronto.
Quando Trump falou da “loucura e estupidez” da elite da política externa americana que contribuiu para essa época de animosidade nas relações EUA-Rússia, o que ele poderia estar tendo em mente?
Foi os EUA avançando provocativamente a OTAN bem na fronteira da Rússia depois do colapso da URSS?
Foi a invasão do Iraque pelos EUA para despojar Saddam Hussein de armas de destruição em massa que ele não tinha que mergulhou os EUA em guerras intermináveis no Oriente Médio?
Foi o apoio dos EUA a rebeldes sírios determinados a derrubar Bashar Assad, levando à intervenção do Estado Islâmico e a uma guerra civil de sete anos com meio milhão de mortos, uma guerra que Putin eventualmente entrou para salvar seu aliado sírio?
Foi a revogação de George W. Bush do tratado ABM de Richard Nixon e uma iniciativa de defesa antimísseis que fizeram com que Putin saísse do tratado Reagan e começasse a posicionar mísseis de cruzeiro para combatê-lo?
Foi a cumplicidade dos EUA no golpe do governo ucraniano que derrubou o regime pró-russo eleito que levou Putin a se apoderar da Crimeia para manter a base naval russa do Mar Negro em Sevastopol?
Muitas ações de Putin que os EUA condenam foram reações ao que os EUA fizeram.
A Rússia anexou a Crimeia sem derramamento de sangue. Mas os EUA não bombardearam a Sérvia por 78 dias para forçar o governo sérvio a entregar sua província de Kosovo, que é berço de sua nação?
Como é que havia mais moralidade nisso do que no que Putin fez na Crimeia?
Se a inteligência militar russa invadiu os e-mails da sede do Partido Democrático, expondo como eles trataram injustamente Bernie Sanders, Trump diz que ele não entrou em conluio com isso. Há, depois de dois anos, alguma prova de que ele entrou?
Trump insiste em que a intromissão russa não teve efeito sobre o resultado da eleição presidencial americana em 2016 e que ele não permitirá que a obsessão da mídia com a Russiagate interfira no estabelecimento de melhores relações.
O ex-diretor da CIA, John Brennan, afirma furiosamente que “o desempenho da coletiva de imprensa de Donald Trump em Helsinque… foi… traição… Ele está sob o total controle de Putin. Patriotas Republicanos: Onde estão vocês???”
Olhe, como Patrick Henry disse há muito tempo, “Se isso for traição, aproveite ao máximo!”
Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan. Ele é católico tradicionalista pró-vida e já foi candidato republicano à presidência dos EUA.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Trump calls off Cold War II
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17 de julho de 2018

Autoproclamado maior evento conservador da América Latina é realizado por grupo pró-maconha


Autoproclamado maior evento conservador da América Latina é realizado por grupo pró-maconha

Julio Severo
“No próximo dia 28 de julho será realizado na cidade de Foz do Iguaçu-PR o maior encontro da direita latino-americana de toda a história: a Cúpula Conservadora das Américas irá reunir lideranças políticas da direita de diferentes países latino-americanos e também dos Estados Unidos. O encontro está sendo organizado pelos deputados federais Eduardo Bolsonaro e Fernando Franscischini,” disse um site direitista brasileiro.
O que o site não disse é que, pelo nome pomposo, era de supor que a Cúpula Conservadora das Américas defendesse ideias conservadoras. No entanto, conforme consta no próprio site do evento, a Cúpula está sendo oficialmente realizada pela Fundação Indigo, que defende a legalização do uso medicinal e recreativo da maconha.
“A legalização do porte, distribuição e venda de maconha para fins medicinais e recreativos poderia solucionar vários problemas públicos brasileiros, como a superlotação de prisões, a existência de esquemas complexos e muito lucrativos de tráfico, a redução taxa de criminalidade e a redução do número de mortes causadas pelo tráfico e pela overdose com a utilização substâncias mais tóxicas,” defende a Fundação Índigo, que realiza a Cúpula Conservadora das Américas.
Quando você pensa em legalização das drogas, um dos grandes nomes que vêm à mente é George Soros, bilionário esquerdista engajado em várias frentes de combate contra o conservadorismo para liberalizar as drogas. Mas, numa reviravolta que faz recordar George Orwell, uma autoproclamada conferência conservadora está sendo realizada por uma entidade igualmente engajada na luta para liberalizar as drogas.
Não se sabe se Soros está de alguma maneira por trás da Cúpula Conservadora das Américas, mas o fato é que esse evento inaugura o primeiro conservadorismo movido por um grupo pró-maconha da história do Brasil.
Se a Cúpula Conservadora é a “cara” da direita brasileira, então essa direita está mais para a esquerda do que a fachada de sua propaganda.
O público internacional muitas vezes não entende o “conservadorismo” brasileiro. Por exemplo, Marina Silva, que era candidata a presidente do Brasil na eleição passada, foi retratada na imprensa americana como “conservadora,” embora ela não tenha nenhum ativismo contra o aborto e contra a agenda gay. Ela foi interpretada como conservadora meramente porque a maioria dos evangélicos brasileiros é conservadora e porque ela também é evangélica da Assembleia de Deus, mas muitos não notaram que ela veio do catolicismo e nunca largou da Teologia da Libertação de suas origens católicas. Fui um dos únicos conservadores brasileiros a denunciar em inglês que ela não é conservadora, mas esquerdista.
A Fundação Indigo é ligada ao PSL, partido de um dos palestrantes, Jair Bolsonaro, que é pré-candidato a presidente e está usando todas as plataformas possíveis para fazer propaganda de sua candidatura. Outro membro do PSL, Luciano Bivar, é a favor da legalização do aborto e da eutanásia. Fica então muito estranho e bizarro um partido político com um político pró-aborto realizar uma suposta maior conferência conservadora da história da América Latina.
Os nomes dos palestrantes escalados para a conferência são: Paulo Guede (Brasil), Carlos Gomez (Chile), Francisco Javier Leturia Infante (Chile), General Augusto Heleno Pereira (Brasil), Diego Pessi (Brasil), Olavo de Carvalho (Brasil), Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança (Brasil), Roderick Navarro (Venezuela) e Jair Bolsonaro (Brasil).
Dos EUA, o palestrante se chama Orlando Gutierrez-Boronat, que não é um líder famoso nem nos EUA nem no Brasil.
Essencialmente, a Cúpula Conservadora das Américas é um evento politiqueiro realizado pela Fundação Indigo e por Eduardo, filho de Jair Bolsonaro, ambos extremamente políticos.
A presença de Olavo de Carvalho, o maior propagandista da Inquisição no Brasil, só ocorre porque ele é muito bajulado por Bolsonaro e é suspeito de ser o Rasputin dele. A presença dele só seria de estranhar num evento genuinamente conservador. Mas num evento politiqueiro e oportunista, o suposto direitismo dele fica muito bem encaixado.
Apesar dos esforços de Bolsonaro de engrandecer seu próprio movimento conservador movido por um grupo pró-maconha e bajular seu Rasputin com seu falso conservadorismo, “The Nation,” a revista mais antiga dos Estados Unidos, publicada desde 1865, disse em matéria especial no ano passado que a maior força conservadora antimarxista do Brasil são os evangélicos.
Um suposto direitista pró-Inquisição não é menos desconcertante e contraditório do que um evento supostamente conservador realizado por uma entidade política pró-maconha. Seja como for, Carvalho fuma sem parar e é um defensor radical do fumo.
Qualquer grupo conservador que promove tal evento mostra que interesses politiqueiros estão acima de uma genuína agenda conservadora.
Com informações de Gazeta do Povo.
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16 de julho de 2018

Em manobra socialista, revista Época, ligada à Globo, eleva pastor da TMI para depreciar conservadorismo de Silas Malafaia e da maioria dos evangélicos do Brasil


Em manobra socialista, revista Época, ligada à Globo, eleva pastor da TMI para depreciar conservadorismo de Silas Malafaia e da maioria dos evangélicos do Brasil

Julio Severo
Você conhece o caráter de uma causa ou instituição quando, para atacar seus inimigos, ela faz uso de escudos humanos. A revista Época, ligada à Globo, usou um desconhecido pastor da TMI para mostrar todo o seu desprezo pelas posturas conservadoras do Pr. Silas Malafaia.
Em reportagem de 14 de julho de 2018, intitulada “Vieira × Malafaia,” a Globo, na personificação de sua revista Época, deu a entender que existe um confronto, no universo evangélico, entre duas forças igualmente grandes representadas pela TMI (Teologia da Missão Integral) e pelo conservadorismo.
O escudo humano usado pela Época foi Henrique Vieira, um ilustríssimo pastor desconhecido de uma igreja protestante histórica e membro do PSOL, um radical partido socialista pró-aborto.
Em grande parte, a TMI é representada por igrejas e líderes de denominações históricas como Igreja Presbiteriana, Igreja Luterana e outras, que são minoria no universo evangélico brasileiro, que é predominantemente pentecostal e neopentecostal. Portanto, nenhuma denominação histórica brasileira tem direito de falar pela maioria evangélica.
O que vale não é a opinião da minoria, mas da maioria.
Não existe no Brasil um confronto entre uma maioria evangélica pró-aborto e uma maioria evangélica pró-vida. Existe sim um confronto entre uma minoria evangélica socialista barulhenta que se opõe à Bíblia e uma maioria evangélica conservadora que segue a Bíblia.
Enquanto Malafaia cresceu às suas próprias custas, trabalhando e suando sem a ajuda de nenhuma grande rede de televisão socialista para engrandecer seu nome, um pastor ridículo da TMI é elevado à fama para que num ventriloquismo covarde, os socialistas possam depreciar a maioria evangélica conservadora, insinuando que ela não é tão grande quanto a minoria da TMI e que posturas pró-aborto são tão aceitas entre evangélicos quanto posturas pró-vida. Nada poderia estar mais longe da verdade! Não existe essa divisão no mundo pentecostal e neopentecostal, que é maioria entre evangélicos — a única exceção sendo Edir Macedo, que é pró-aborto e cessacionista, mas suas posturas são categoricamente rejeitadas pelas massa de igrejas e líderes evangélicos. Tal divisão é mais comum entre protestantes históricos, que não são maioria dos evangélicos.
Colocar pois uma minoria radical pró-aborto em pé de igualdade com uma maioria pró-vida é engajar-se em fake news — notícias falsas. Colocar Henrique Vieira que não cresceu às próprias custas em pé de igualdade com Malafaia que cresceu às próprias custas é mau-caratismo jornalístico. É como colocar Roberto Marinho em pé de igualdade com um jornaleiro de esquina. Se a Globo nunca aprovaria isso com a imagem de Marinho, por que fazer isso com os evangélicos?
Vieira fala exclusivamente pelo PSOL e pelos socialistas, não pelos evangélicos. Malafaia sim fala pelos evangélicos.
Qual o interesse da Globo em elevar um pastor desconhecido da TMI para depreciar os evangélicos conservadores na pessoa de Malafaia?
Ao usar um pastor socialista insignificante a Globo quis vomitar todo o seu desprezo pelo conservadorismo da maioria dos evangélicos do Brasil.
A seguir, publico os trechos que considero mais importantes da entrevista que a Época fez, com a pergunta socialista da revista seguida da resposta, com destaques especiais, do pastor desconhecido e de Malafaia, que representou muito bem os evangélicos. Em alguns casos, acrescento minha própria resposta, que não fez parte da entrevista da revista, mas que coloco para maior esclarecimento do leitor:
REVISTA ÉPOCA: Deputados evangélicos vêm tentando tornar a legislação sobre ABORTO no país mais restritiva, proibindo-o mesmo em caso de estupro. O senhor apoia esse tipo de mudança?
PASTOR DA TMI: É evidente que não apoio essas iniciativas dessa bancada evangélica. Quando se fala em legalizar o aborto, não significa estimular ou naturalizar a prática. A criminalização não reduz o número de abortos praticados e leva a uma quantidade enorme de morte de mulheres, especialmente pobres e negras, além de criar um ambiente de culpa e inibição para elas. Legalizar significa, em vez de punir, cuidar. O número de abortos caiu nos países que legalizaram, o que significa que a vida foi mais respeitada e preservada. Essas iniciativas da bancada evangélica são insensíveis, de quem defende mais o dogma do que a dignidade humana.
JULIO SEVERO: Como todo pastor da TMI, Henrique Vieira mente. Antes da legalização do aborto nos Estados Unidos, foram feitos 57 mil abortos em 1967. Depois que o aborto foi legalizado nos EUA em 1973, o número de abortos legais explodiu para mais de 1 milhão. Dizer pois que a legalização do aborto reduz o assassinato de bebês em gestação é uma propaganda socialista mentirosa. Se Vieira lesse a Bíblia, não se engajaria em mentiras nem na defesa de assassinatos. Sua fala sobre aborto é pura notícia falsa. É muita falta de temor a Deus numa desonestidade que custa caro para vidas inocentes. Vieira é pastor batista. É obrigação das lideranças batistas repudiarem totalmente as posturas insanas desse falso pastor de ovelhas e um verdadeiro pastor de bodes.
SILAS MALAFAIA: Nem preciso abrir a Bíblia para discutir isso. Quem define onde começa a vida é a biologia. O início é na concepção. A mulher é o agente passivo, e o bebê o ativo. O aborto é o massacre dos poderosos contra os indefesos. Sou contra qualquer tipo, mesmo depois do estupro. Pior que o trauma de ser estuprado é o assassinato de alguém. Nenhum ser humano é mais humano que o outro.
REVISTA ÉPOCA: Casais gays devem ter direito ao casamento civil?
PASTOR DA TMI: Claro que sim. Defendo a separação entre a Igreja e o Estado. Reconheço plena cidadania para os LGBTs. As pessoas não são menos cidadãs por sua orientação sexual. Devem ter todos os seus direitos resguardados e perante a lei devem ter o casamento como direito. Defendo o casamento civil porque defendo a plena garantia de direitos para a comunidade LGBT. Estamos falando de pessoas de carne e osso, feitas à imagem e semelhança de Deus.
JULIO SEVERO: Quando Deus fez os seres humanos à sua imagem e semelhança, ele deixou bem claro que ele os fez “homem e mulher.” A visão do pastor da TMI é um ser humano falsificado feito à imagem e semelhança do socialismo e das perversões sexuais. Homossexualidade não reflete a imagem de Deus e condena ao inferno, onde são punidos todos os que perverteram a imagem de Deus em suas vidas.
SILAS MALAFAIA: A Constituição fala de união entre homem e mulher. Não tenho nada contra o sexo das pessoas, por mim podem fazer o que quiserem. Há uma mania de querer me ridicularizar de homofóbico, não sou nada disso. Mas tenho direito a ter minha opinião. Acredito que a base da civilização humana é o homem, a mulher e sua prole. São esses laços familiares que tornam a sociedade mais forte. Também sou contra casal de homossexuais criando crianças. Sou psicólogo, sei o que estou dizendo. Vamos ver onde isso tudo vai parar. Ou então, se pode tudo, vamos legalizar homem ter relação com cachorro, oras.
REVISTA ÉPOCA: As escolas devem discutir temas como gênero e orientação sexual?
PASTOR DA TMI: Temos uma sociedade que impõe violência às mulheres e aos LGBTs. O feminicídio e os crimes de ódio contra LGBTs não são casuais. A escola deve educar para a cidadania, para o respeito à dignidade humana e contribuir com uma cultura sem violência. Entendo, portanto, que deveria trabalhar o tema de gênero e diversidade na perspectiva de respeito, igualdade e combate à violência. Erotização, promiscuidade, pornografia e pedofilia são expressões de quem não entende o debate ou, se entende, de forma mal-intencionada manipula as informações com inverdades. Não se trata de nada disso. Eu como cristão não quero ficar em silêncio diante da violência contra mulheres e os LGBTs.
SILAS MALAFAIA: Não. A escola apenas ensina, os pais é que educam. Educação moral na escola? Na-na-ni-na-não. Os esquerdopatas seguem o sociólogo Herbert Marcuse, que prega a conquista da hegemonia por meio da cultura. Que submeter criança a debate sobre ideologia de gênero o quê, vai plantar batata. Esse jogo ideológico é que permeou o debate sobre a Queermuseu (Exposição montada no ano passado em Porto Alegre com obras que exploravam a diversidade de expressão de gênero). A criança não sabe distinguir essas coisas. Não defendemos a censura nesse caso, mas apenas a classificação indicativa.
REVISTA ÉPOCA: É justa a prisão do ex-presidente Lula?
PASTOR DA TMI: Não. Considero que o processo foi indevido e com um certo caráter de perseguição. Não se trata de ser petista, e eu não sou. Do ponto de vista jurídico, não há provas e, do ponto de vista político, fica evidente que há seletividade. Não consigo olhar para esse processo do Lula exclusivamente do ponto de vista jurídico. Houve a articulação de determinados setores, com interesses inescrupulosos, visando criminalizar uma legenda e uma figura política, que é o Lula. Não tem nada a ver com ética na política. Tanto é que grandes corruptos continuam soltos com provas contundentes e até agora não foram devidamente punidos.
SILAS MALAFAIA: Claro que é. Tem de estar cego e ser muito esquerdopata para acreditar que ele é inocente. Lula articulou a maior roubalheira da história deste país. O caso do tríplex é pouco. E os milhões de reais que recebeu de palestras que ninguém nunca viu? Fora as conexões internacionais. Quem emprestou bilhões de reais para governos estrangeiros corruptos e comunistas? E o dinheiro que gastamos com a compra da refinaria de Pasadena, uma porcaria velha e falida? É uma vergonha.
REVISTA ÉPOCA: Riquezas materiais são uma recompensa para a fé?
PASTOR DA TMI: Não. A teologia da prosperidade é diabólica. Serve para explorar o povo e enriquecer lideranças religiosas que não têm compromisso nenhum com o Evangelho. Jesus foi pobre, andou com os pobres e morreu pobre. Se riqueza material for sinal de bênção de Deus, então Jesus não foi abençoado, o que é uma grande contradição. Em vez de denunciar a desigualdade, você culpa o pobre por sua pobreza. Basicamente faz com que dependa da Igreja para ter abundância material. Via de regra essa abundância vem com ofertas. Cria uma lógica de barganha com Deus. Pobreza não é fruto de falta de fé, é fruto da desigualdade e da exploração sobre o povo. Essa deveria ser a denúncia dos evangélicos, porque foi a denúncia de Jesus.
SILAS MALAFAIA: É besteirol dizer para o evangélico que, se ele der oferta, vai se tornar rico. Há diferença entre prosperidade e riqueza. A primeira envolve bem-estar emocional e espiritual. Antigamente nós, evangélicos, éramos esculhambados por causa desse tema. O dízimo é da Bíblia, não é nem dos evangélicos nem dos católicos. Se há alguém roubando esse tipo de oferta dos fiéis, está errado. Vale lembrar: há ladrão e corrupto em todos os setores, inclusive no jornalismo. É um absurdo os esquerdopatas quererem tributar o dízimo. Em nenhum lugar do mundo isso acontece. Na Inglaterra, por exemplo, cada libra que o camarada doa para uma igreja e depois declara, o governo vai e dá 25% do valor para a instituição. Eles entendem o papel social das religiões e que muitas vezes chegamos aonde o Estado não alcança.
REVISTA ÉPOCA: O que você acha de Malafaia?
PASTOR DA TMI: O Malafaia é alguém que destila ódio, que apresenta um discurso vazio de compaixão, amor e sensibilidade humana. É alguém que com suas práticas se aproxima de um fascismo brasileiro contemporâneo.
REVISTA ÉPOCA: O que você acha de Henrique Vieira?
SILAS MALAFAIA: Acho ele um pobre coitado e dissimulado. Integrante de um partido, o PSOL, que, na hora da eleição, nega o que prega. Estou sendo processado pelo Marcelo Freixo por dizer que ele defende a liberação das drogas. E não é verdade? Agora, até o voto evangélico eles querem. Estão filiando pastores para confundir o povo. Não adianta, vamos largar o aço em cima.
Com informações da revista Época.
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