22 de setembro de 2018

Judeus ortodoxos vandalizam Congregação Messiânica de Asdode, Israel


Judeus ortodoxos vandalizam Congregação Messiânica de Asdode, Israel

Ron Cantor
Não é pouca coisa, em Israel, judeus messiânicos comprarem ou construírem seu próprio templo. Os salários são baixos e o custo dos imóveis é alto. O pastor Israel Pochter é de Asdode, onde os judeus ortodoxos têm incomodado a eles e sua congregação por muitos anos. Não muito tempo atrás, os 300 membros da congregação Beth Hallel (Casa de Louvor) inauguraram seu novo templo.
No começo da semana, dois judeus ortodoxos pintaram pichações em todo o templo. Eles escreveram as mesmas palavras em todos os lugares: “Missionários são um perigo nacional.” É claro que não somos missionários, mas sim cidadãos israelenses exercendo nosso direito de culto a Yeshua e espalhar Sua mensagem. Eles procuram nos retratar como trabalhadores estrangeiros que vêm aqui para converter as pessoas, não como realmente somos: israelenses judeus espalhando a mensagem do Messias de Israel.
A polícia geralmente reluta em investigar tais assuntos, mas Pochter tem evidências de câmeras de vigilância do vandalismo real. Além disso, um soldado que vai à congregação os flagrou em ação e os expulsou, o que também foi filmado.
Embora esses ataques possam ser frustrantes (até mesmo assustadores), devemos lembrar que essas são as pessoas que esperamos alcançar. Saulo de Tarso era um indivíduo violento e contra o Messias — até que ele conheceu Yeshua. Além disso, somos chamados a nos regozijar no meio da perseguição (Mt 5:10-12). Pochter não quer prestar queixa na polícia, mas simplesmente quer que os criminosos consertem os danos. Ore para que, através disso, a mensagem de Yeshua prospere.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Orthodox Jews Vandalize Ashdod Messianic Congregation
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21 de setembro de 2018

Facebook está construindo “centro de comando de guerra contra notícias falsas” dentro de sua sede para combater informações conservadoras durante as próximas eleições americanas e brasileiras


Facebook está construindo “centro de comando de guerra contra notícias falsas” dentro de sua sede para combater informações conservadoras durante as próximas eleições americanas e brasileiras

Julio Severo
Em uma reportagem intitulada “Facebook está construindo um ‘centro de comando de guerra contra notícias falsas’ dentro de sua sede na Califórnia para coordenar sua batalha contra a disseminação de desinformação durante as próximas eleições americanas e brasileiras,” o jornal britânico DailyMail disse, “Funcionários do Facebook estão aumentando seus esforços para impedir a disseminação de ‘notícias falsas.’”
É muito fácil identificar o que o Facebook considera notícias falsas e desinformação: opiniões conservadoras.
Os conservadores são as vítimas favoritas do Facebook para a censura.
Quando não há quase nenhuma queixa dos usuários esquerdistas de Facebook sobre censura de seus pontos de vista, queixas do movimento conservador são generalizadas.
“O Google, o Twitter e o Facebook estão realmente pisando em território muito problemático e precisam tomar cuidado. Não é justo para grandes parcelas da população,” o Presidente Donald Trump disse no mês passado, de acordo com a Fox News, observando que seu governo tem “literalmente milhares e milhares de reclamações chegando” sobre as práticas das empresas de tecnologia.
Há tendenciosidade pró-esquerda e tendenciosidade anticonservadora no Facebook. No ano passado, por exemplo, o Facebook contratou Joel Benenson, principal assessor de Barack Obama e estrategista principal de Hillary Clinton.
O que o Facebook está prometendo agora é mais censura aos conservadores, especialmente em sua livre escolha para usar o Facebook para divulgar suas ideias conservadoras. Tal pressão está provocando um resultado: 1 em 3 conservadores deixou ou está considerando deixar o Facebook.
Posso falar pela minha própria experiência. Nos últimos 14 meses, o Facebook impôs várias vezes ao meu perfil bloqueios de 30 dias. Numa reportagem sobre censura, o WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, incluiu meu caso em sua manchete “Liberdade de expressão é a grande questão de nossa época: Gigantescas empresas tecnológicas provocam revolta conservadora.”
A reportagem do DailyMail disse:
A empresa revelou que terá um “centro de comando de guerra” em pleno funcionamento em seu campus de Menlo Park a tempo das eleições dos EUA e do Brasil.
Os executivos do Facebook afirmam que a empresa tem várias equipes atualmente trabalhando para melhorar sua resposta a qualquer tentativa de manipular o conteúdo do Facebook para favorecer qualquer candidato ou partido específico.
As eleições gerais brasileiras estão marcadas para 7 de outubro para eleger o presidente e vice-presidente, o Congresso Nacional, os governadores e vice-governadores dos Estado e do Distrito Federal, as Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
As eleições estaduais dos Estados Unidos serão realizadas em 6 de novembro de 2018. Essas eleições considerarão todas as 435 vagas na Câmara dos Deputados e 35 das 100 vagas no Senado dos Estados Unidos contestados.
A alegada preocupação do Facebook é que sua plataforma foi usada para eleger Trump. Eu me pergunto se o Facebook estaria preocupado se sua plataforma tivesse sido bem-sucedida, como tentou fazer, em eleger a esquerdista Hillary Clinton.
O Facebook quer que o público acredite, como disse William Murray, que “um punhado de ‘trolls russos’ que deixaram comentários nas páginas do Facebook alteraram os resultados das eleições americanas de 2016.”
O Facebook está usando a desculpa de trolls russos — russos e seu atual conservadorismo — como bodes expiatórios para aumentar sua censura aos conservadores.
Assim, o Facebook mata dois coelhos com uma cajadada só: culpa a Rússia por interferir nas eleições dos EUA e desvia a atenção de seus próprios esforços para ajudar a eleger candidatos de esquerda.
Independentemente do conservadorismo russo, a maioria dos usuários do Facebook é conservadora. Essa é a única explicação para o fato de que, apesar da tendenciosidade pró-esquerda em massa do Facebook, a vontade da maioria prevaleceu. Um número incontável de usuários foi colocado na prisão do Facebook por apenas dizer que a homossexualidade é perversão. O Facebook chegou a remover minha citação de Levítico 18:22, onde Deus disse: “Não minta com um homem como se deita com uma mulher; isso é detestável .”
A maioria dos eleitores de Trump era evangélica, e essa é a razão pela qual o Facebook impôs tanta censura aos evangélicos conservadores. Da mesma forma, a principal base de votação de um promissor candidato de direita no Brasil são os evangélicos.
O centro de comando de guerra do Facebook não é contra notícias falsas. É contra notícias conservadoras. É contra os evangélicos nos EUA e no Brasil.
A batalha do Facebook não é contra desinformação. É contra informação conservadora e evangélica.
Sei por experiência, porque sou evangélico e tenho estado sob censura e bloqueios de 30 dias do Facebook.
Se pudesse, o Facebook mandaria todos os evangélicos americanos e brasileiros para Gulags virtuais. O primeiro passo já foi dado: censura implacável de opiniões evangélicas acerca da agenda homossexual.
A esquerda está repleta de notícias falsas e desinformação. Se tivesse seriedade em combater tais ameaças, o Facebook imporia aos extremistas de esquerda a mesma censura que vem impondo aos conservadores há anos.
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20 de setembro de 2018

Agressor sexual gay condenado usa táticas de intimidação para fechar site sobre a verdade sobre a homossexualidade


Agressor sexual gay condenado usa táticas de intimidação para fechar site sobre a verdade sobre a homossexualidade

Doug Mainwaring
CHICAGO, Illinois, EUA, 18 de setembro de 2018 (LifeSiteNews) — Um predador sexual homossexual condenado empregou ameaças e táticas de intimidação para atormentar um site pró-família dedicado a revelar a verdade sobre a homossexualidade.
O estranho sucesso do predador homossexual em fechar sites pró-família fornece mais uma evidência de uma crise de censura anticonservadora nas empresas dos EUA.
O site inteiro da entidade conservadora Americanos em favor da Verdade sobre a Homossexualidade (AFTAH.org) foi fechado por mais de duas semanas a partir de 24 de agosto, depois que um criminoso sexual homossexual condenado, Adam Flanders, ameaçou processar FirstLight Fiber, o provedor de internet que hospeda o site da AFTAH. Flanders afirmou que a foto dele sendo preso em 2006 por estuprar um menino menor era uma foto “protegida por direitos autorais.”
"Flanders, que é ativista homossexual, é um criminoso sexual registrado no Maine e na Califórnia, onde mora atualmente,” explicou Peter LaBarbera, fundador da AFTAH e ex-escritor do LifeSiteNews. “Ele se declarou culpado em 2008 de ‘Abuso Sexual de Menor’ envolvendo um menino de 14 ou 15 anos. Ele também admitiu se envolver em sexo homossexual com seu ‘namorado’ de 14 anos quando ele (Flanders) tinha 18 anos — em uma carta pública de 2007 expondo um clube de jovens gays do Maine. Mais tarde, Flanders tentou retirar a carta e exigiu que os sites a retirassem.”
LaBarbera disse que Flanders tem um longo histórico de fazer “ameaças litigiosas e mentirosas contendo afirmações absurdas, exageradas e às vezes ridículas contra líderes e sites pró-família que expuseram seus crimes passados e outras ações.”
“A AFTAH não vai removê-lo porque é obviamente de domínio público e não ‘de propriedade’ de Flanders,” disse LaBarbera, que observa que fotos de condenados são rotineiramente usadas em notícias e anúncios políticos.

Site pró-família considera opções legais

LaBarbera e Jared Heath, presidente da Altha Technology, empresa de hospedagem da AFTAH, estão avaliando suas opções legais contra Flanders e FirstLight Fiber, o provedor de internet que capitulou à falsa demanda dele por e-mail.
Outro provedor, HostGator, derrubou um site temporário da AFTAH que foi criado para substituir o site original da AFTAH após ter sido forçado a ficar fora do ar. Esse site, “Americanos pela Verdade Censurados,” continua fora do ar.
“As ações irresponsáveis de Flanders e os provedores de internet que se curvaram a elas fizeram com que eu e Jared Heath, o ex-fuzileiro naval que dirige a empresa de hospedagem da AFTAH, sofresse um grave sofrimento emocional e mental. Eles também nos causaram danos significativos, inclusive financeiros, à nossa reputação,” disse LaBarbera. “Sei que Flanders quer apagar seus crimes da internet, especialmente sua condenação de ‘Abuso Sexual de um Menor,’ mas jamais vamos ceder à suas táticas de intimidação.”

Crise de censura anticonservadora nas empresas dos EUA

FirstLight tirou todo o site da AFTAH do ar em 24 de agosto de 2018, três dias depois de receber uma denúncia de “abuso” exigindo “remoção de conteúdo protegido por direitos autorais de acordo com a Lei de Direitos Autorias do Milênio Digital (LDAMD).” O site da AFTAH está em funcionamento desde 10 de setembro usando um endereço de IP separado, mas Flanders está continuamente trabalhando para derrubá-lo e está novamente ameaçando uma ação legal contra LaBarbera e Heath.
“O ato irresponsável de FirstLight de derrubar todo um site pró-família contendo milhares de artigos — com base em um único e-mail contendo declarações de um ativista homossexual tentando apagar seu histórico criminal — demonstra a crescente crise de censura anticonservadora nas empresas americanas,” disse LaBarbera.

Longo histórico de importunação contra organizações pró-família

Em um comunicado de imprensa da AFTAH, LaBarbera forneceu um breve histórico das “acrobacias ultrajantes e litigiosas anteriores de Flanders”:
* Bullying na internet: Em 2005, Flanders, que residia em Belfast, Maine, criou uma imagem on-line cruel distorcendo o rosto da cantora cristã Paulie Heath em sua página da Amazon.com. Ele fez isso porque desprezava as ações pró-família de seu marido, Mike Heath, então diretor da Liga Cívica Cristã de Maine. O gráfico grotesco de internet causou grande sofrimento a Paulie Heath e sua família.
* Em 2007, Flanders distribuiu uma carta pública, como homossexual assumido e ativista LGBT, expondo os acontecimentos sórdidos, inclusive o comportamento sexual inadequado entre adultos e crianças, em um clube de “jovens gays” do Maine. Mais tarde, ele inverteu o curso e procurou desdizer-se de sua carta publicada. Quando Brian Camenker, da entidade conservadora MassResistance, que publicara a carta, corajosamente se recusou a removê-la, Flanders foi atrás de sua empresa de hospedagem, a HostExcellence, que fechou o site de Camenker. Flanders então buscou uma estranha “ordem de proteção” contra Camenker de um juiz de Belfast, Maine — apesar de Camenker nunca ter contatado Flanders. Por fim, a ordem do juiz foi descartada no tribunal.
* Em 2012, Flanders processou Camenker por difamação em US$ 1 milhão, lançando várias acusações contra o fundador de MassResistance. Em sua queixa bizarra, Flanders questionou sua própria autoria de sua carta aberta de 2007 expondo ilegalidades em um clube de “jovens gays.” Um juiz federal indeferiu seu processo com a ajuda da Sociedade Thomas More.
* Em 2012, outro e-mail ameaçador de Flanders levou o Vimeo a derrubar mais de 200 vídeos da “Roadkill Radio News,” um site conservador. Flanders citou sua bizarra ordem de “proteção” contra Camenker e afirmou que foi violada por uma entrevista de Roadkill com Camenker, na qual o herói pró-família de Massachusetts discutiu o ataque litigioso de Flanders contra ele e MassResistance. Roadkill contratou o advogado pró-família Chuck Limandri, que acusou o Vimeo de quebra de contrato, e Vimeo restaurou os vídeos do Roadkill.
* Flanders também fez várias ameaças contra LifeSiteNews durante o verão de 2012. Ele exigiu a remoção da reportagem de LifeSiteNews de 12 de julho sobre seu processo contra Mass Resistence, ameaçou processar judicialmente LifeSiteNews e notou que havia entrado em contato com a empresa de hospedagem de LifeSiteNews, com o objetivo de remover LifeSiteNews de seus servidores. Depois de consultar um proeminente advogado jurídico de litígios, LifeSiteNews rejeitou as acusações de Flanders.
Neste verão, usando as mesmas táticas de ameaças enganosas, Flanders entrou em contato com a HostGator, a empresa de IP do site temporário da AFTAH, AmericansForTruthCensored.com, exigindo que a empresa removesse o site.
A HostGator capitulou diante das ameaças da Flanders, que alegou que Americanos pela Verdade é um “grupo de ódio” e exigiu a remoção de sua foto com a foto que também foi postada lá. A HostGator forneceu ao hospedeiro da AFTAH, Altha Technology, 48 horas para tirar a foto.
Depois de reverter sua ordem de retirada em favor da AFTAH, a empresa voltou à sua posição original com base nas falsas alegações da Flanders e encerrou o site. O site permanece fora do ar.

Empresas ingênuas

“Flanders envia e-mails alegando que a foto de sua prisão contra um garoto adolescente é propriedade de ‘direito autoral,’” lamentou LaBarbera, “e duas empresas ingênuas aceitam isso,” resultando em consequências desastrosas para sua organização.
Imagens adicionais preocupantes citadas nesta reportagem podem ser vistas no site de Americanos em favor da Verdade sobre Homossexualidade, que, no momento, está funcionando novamente.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeSiteNews: Convicted gay sex offender uses scare tactics to shut down website on truth about homosexuality
Leitura recomendada sobre o criminoso sexual homossexual Adam Flanders:

19 de setembro de 2018

Evangélicos poderão colocar um candidato de direita na presidência do Brasil


Evangélicos poderão colocar um candidato de direita na presidência do Brasil

Julio Severo
As principais agências de notícias dos Estados Unidos estão tratando proeminentemente um tema nesta semana sobre o Brasil: a influência evangélica nas próximas eleições presidenciais.
Evangélicos levantando as mãos durante louvor na igreja de Silas Malafaia (foto da Associated Press/Leo Correa)
A Fox News, a Associated Press, o Washington Post, o Bloomberg e muitos outros jornais dos EUA estão informando sobre a influência política evangélica no Brasil.
Como a reportagem da Fox News e da Associated Press observou:
“O Brasil, um país profundamente religioso levemente maior que o território continental dos EUA, abriga o maior número de católicos do mundo — cerca de 123 milhões, segundo o último recenseamento de 2010. Mas os evangélicos estão crescendo e agora são 42 milhões, ou cerca de 20% da população total.”
Como neste mundo poderia uma minoria evangélica ter mais impacto político do que os católicos na maior nação católica do mundo? A primeira explicação, pelo menos para os evangélicos, está fora deste mundo. É espiritual.
Entretanto, há também outra explicação, que as reportagens não fornecem. A Igreja Católica está infestada há décadas pela Teologia da Libertação. Aliás, a mais importante organização católica do Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi fundada há cerca de 50 anos por Hélder Câmara, um notório adepto dessa teologia marxista. Ele era conhecido como “Cardeal Vermelho.”
Os católicos poderiam, por sua maioria absoluta e esmagadora, ter um impacto decisivo nas eleições no Brasil, mas o marxismo tem tido vantagem entre seus líderes e povo. A Teologia da Libertação aleijou o ativismo conservador na Igreja Católica brasileira. Por exemplo, o Partido dos Trabalhadores, o partido socialista que governou o Brasil por 13 anos arruinando a economia brasileira, foi criado por poderosos líderes da CNBB.
A reportagem da Fox News e da Associated Press disse:
“Os evangélicos já exercem grande influência na política nacional. A chamado ‘bancada evangélica’ no Congresso é formada por 87 deputados e três senadores, cerca de 15% de todos os legisladores federais. Seus votos foram fundamentais para o impeachment de 2016 e a expulsão da presidente Dilma Rousseff.”
A minoria evangélica tem sido vitoriosa porque está unida em suas posturas conservadoras contra o aborto e a agenda homossexual. A esmagadora maioria católica não tem essa união conservadora.
Um documento importante do Partido dos Trabalhadores elaborado em 2015 delineando estratégias para destruir a oposição afirmou explicitamente: “Desde a eleição de [um político da bancada evangélica], estamos sofrendo uma ofensiva da direita.” Esse documento de extrema-esquerda citou o político evangélico não menos que nove vezes, colocando-o como o maior perigo para toda a esquerda no Brasil. Nenhum outro nome aparece com tanto destaque quanto o nome dele. O nome de Jair Bolsonaro aparece uma única vez.
Ainda que o político evangélico pudesse ser um candidato melhor, esquemas do PT o derrubaram.
No entanto, embora seja católico, Bolsonaro tem recebido o apoio do mais proeminente líder evangélico no Brasil. A reportagem da Fox News e da Associated disse:
Silas Malafaia, um dos pastores mais influentes do Brasil, não vê nada de errado em tentar influenciar os votos dos membros de suas mais de 50 igrejas.
Durante uma recente entrevista à Associated Press, ele disse orgulhosamente que ele ajudou a eleger 25 deputados e cinco senadores. Seu próprio irmão é deputado estadual no Rio de Janeiro.
“Eu ajudo os candidatos a serem eleitos emprestando-lhes minha imagem e palavras,” disse Malafaia, que no púlpito e nas mídias sociais argumenta que candidatos de esquerda promovem “lixo moral” com posições liberais sobre o casamento gay e o aborto.
Malafaia tem sido explícito em seu apoio a Jair Bolsonaro, deputado de extrema direita e ex-capitão do Exército que prometeu reprimir o crime e erradicar a corrupção na política.
“No Brasil, precisamos de um macho como ele,” disse Malafaia, acrescentando que Bolsonaro “defenderá todos os valores e princípios da família cristã.”
No último final de semana, Malafaia visitou Bolsonaro no hospital, onde o candidato estava se recuperando após ser esfaqueado durante um evento de campanha em 6 de setembro.
“Deus é especialista em transformar caos em bênção,” disse Malafaia em um vídeo que ele postou no YouTube no quarto de hospital de Bolsonaro.
Nem sempre Bolsonaro era tão de direita como ele é hoje.
Em 2002, na primeira eleição de Lula, Bolsonaro chamou Lula de honesto e disse que votaria nele.
Em 1999, quando Bolsonaro foi questionado sobre o que achava de Hugo Chávez ser apoiado pelos comunistas, ele afirmou: “Ele não é anticomunista e eu também não sou. Na verdade, não tem nada mais próximo do comunismo do que o meio militar.”
Em 2002, Bolsonaro apoiou Aldo Rebelo, chefe do Partido Comunista do Brasil, para ministro da Defesa.
A única candidata evangélica nesta eleição presidencial brasileira é Marina Silva. Ela era uma católica ativamente envolvida na Teologia da Libertação, mas sua conversão não a libertou dessa teologia católica. Ela nunca mudou politicamente.
Bolsonaro parece ter mudado politicamente, e essa é a razão pela qual Silas Malafaia está mobilizando os evangélicos brasileiros para apoiar a ele, não Marina, na esperança de que ele “defenderá todos os valores e princípios da família cristã.”
Malafaia e outros líderes evangélicos estão preocupados com questões pró-vida e pró-família. Marina não tem essas preocupações.
Todas as manchetes americanas sobre o impacto político dos evangélicos no Brasil estão destacando Malafaia, mas esta não é a primeira vez que os holofotes dos EUA estão nele. Ele foi entrevistado de modo exclusivo pelo jornal The New York Times em 2011 numa manchete sugestiva intitulada “Líder evangélico ergue-se nas guerras culturais do Brasil.”
Talvez o único problema para Bolsonaro seja o radicalismo extremo em alguns de seus seguidores não-evangélicos. Seu companheiro de chapa, General Mourão, disse que há “um certo radicalismo nas ideias, até meio boçal” entre os apoiadores de Bolsonaro.
Ele estava falando em apoio de Janaína Paschoal, um membro proeminente do partido de Bolsonaro. Ela expressou preocupação com extremistas entre os seguidores de Bolsonaro, dizendo: “Não se ganha a eleição com pensamento único. E não se governa uma nação com pensamento único.” Ela já havia identificado esses extremistas quando disse: “Olavetes são tão imbecis coletivos como petistas, marxistas e outros istas. Acordem!”
Olavete é adepto do astrólogo brasileiro Olavo de Carvalho, que tem vivido como imigrante nos EUA há 15 anos. Ele disse recentemente: “As igrejas evangélicas fizeram mais mal ao Brasil do que a esquerda inteira.” Apesar de tão longo tempo nos EUA, ele nunca foi notado ou citado pela FoxNews ou outra grande agência de notícia dos EUA. Evidentemente, o público da maior nação evangélica do mundo ficaria surpreso se soubesse que ele é conhecido no Brasil por seus muitos ataques aos evangélicos e por sua defesa estridente do revisionismo da Inquisição, que torturava e matava judeus e protestantes.
Tal defesa está criando uma onda de radicais direitistas pró-Inquisição. A preocupação do General Mourão e Janaína parece se direcionar para tais extremistas.
Resta saber se o forte impacto dos evangélicos numa possível eleição de Bolsonaro acabará neutralizando a influência dos extremistas.
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17 de setembro de 2018

A força transcendente do neoconservadorismo na mídia e entre esquerdistas e direitistas dos EUA


A força transcendente do neoconservadorismo na mídia e entre esquerdistas e direitistas dos EUA

Lições do funeral do neocon John McCain

Julio Severo
Pode um funeral nos dar lições? Sim, pelo menos no caso de John McCain. Mesmo estando morto, seu funeral, comparecido e elogiado por poderosos neocons da esquerda e da direita dos EUA, anunciou em voz alta que o neoconservadorismo está mais vivo do que nunca no governo e na mídia dos EUA.
John McCain
O funeral de McCain foi incrivelmente longo e usado extensivamente por esquerdistas e direitistas, todos amigos de McCain e todos neocons, para criticar fortemente o Presidente Donald Trump.
A grande mídia de notícias falsas não é apenas esquerdista. É também neocon. Isso ficou muito claro quando o neocon McCain morreu: A grande mídia de notícias falsas honrou-o como se ele tivesse sido um presidente. A cobertura da mídia foi extensa e muito positiva.
A presença dos presidentes Bush e Obama confirmou que os direitistas e os esquerdistas americanos estão igualmente a serviço do neoconservadorismo.
O funeral de McCain parecia o funeral de um presidente. Apesar de nunca ter sido eleito presidente dos EUA, para os neocons ele era como seu presidente, seu chefe, seu líder. A morte do presidente dos neocons revelou que o neoconservadorismo é uma força dominante no governo e na mídia dos EUA.
Os valores de McCain eram valores neocon. E ninguém mais apto a confirmar isso do que Bill Kristol, um proeminente líder neocon, que disse:
“Os valores que McCain defendia comovem de forma inequívoca neste momento precisamente porque muitos de nós ainda acreditam neles. Como McCain compreendeu profundamente com suas marcas de batalhas, a luta por esses valores não acabou — está apenas começando.”
Se você quiser entender o neoconservadorismo, os belicistas, o caráter dos neocons, basta olhar para John McCain.
Diferentemente de George Washington, um verdadeiro patriota que nunca apoiou o islamismo, McCain fez isso e muito mais.
De acordo com a escritora judia-americana Pamela Geller, McCain era o “padrinho,” “líder” e “verdadeiro guia supremo” da Irmandade Muçulmana. Como citado por Geller, Robert Spencer disse:
“McCain já foi canonizado por uma mídia das elites que está desesperada para destruir o presidente Trump de todas as formas possíveis, mas no Egito eles não são muito veneradores dele. McCain ‘foi o principal apoiador da entidade terrorista Irmandade Muçulmana. O senador McCain foi quem fez a abertura do congresso dessa Irmandade. Era ele quem organizava as reuniões e compromissos e fornecia-lhes proteção.’”
Enquanto os cristãos sírios estavam sendo estuprados, torturados e massacrados por rebeldes islâmicos em uma crise provocada pelo Departamento de Estado dos EUA sob Hillary Clinton, McCain invadiu ilegalmente a Síria para animar os rebeldes, não suas vítimas. Aliás, ele lutou no Congresso dos EUA para liderar o governo dos EUA, sob Obama e Trump, para armar esses mesmos rebeldes. Se o genocídio dos cristãos sírios pode ser considerado um crime de guerra, então McCain era um criminoso de guerra por sua cumplicidade ativa.
John McCain com terroristas islâmicos na Síria
Diferentemente de George Washington, um verdadeiro patriota que defendia milícias para proteger as fronteiras dos EUA, McCain defendia intervenções militares dos EUA para proteger os interesses dos neocons em nações distantes e ele se opunha à militarização das fronteiras dos EUA. Embora Washington apoiasse a militarização das fronteiras dos EUA para proteger os EUA, McCain apoiava a mobilização de forças militares dos EUA apenas para cumprir as ambições neocon em nações distantes, inclusive invadindo-as e deixando milhares de vítimas cristãs em seu rastro.
Até onde consigo me lembrar, Trump foi o único candidato presidencial a questionar e desafiar os neoconservadores. Portanto, não é de admirar que McCain em sua vida e funeral, sob os holofotes de uma grande mídia incrivelmente apoiadora, o tenha criticado duramente.
A Bíblia diz que quando o povo de Deus não diz o que deve dizer, as pedras falam. E uma pedra falou abundantemente em 2016.
Refiro-me a Trump, que não tem histórico de ser um evangélico praticante, apesar de ter sido criado na Igreja Presbiteriana.
O assunto sobre o qual “povo de Deus” não está falando e sobre o qual Trump falou é neoconservadorismo. Agora entendo porque até mesmo Trump abandonou seu discurso de 2016 contra o neoconservadorismo. A ideologia neocon dominou tudo nos EUA: esquerdistas, direitistas, ateus, cristãos, o complexo industrial militar, etc. Tudo.
Algumas poucas vozes cristãs têm falado contra essa ideologia diabólica, mas elas não têm o público e o poder que Trump teve em 2016 para clamar e ser ouvido.
Por causa do apoio em massa que o neoconservadorismo recebe de todos os setores da sociedade dos EUA, até mesmo as igrejas, Trump parece ter desistido. Os neocons desfrutam de dominância e hegemonia cultural e política esmagadora nos EUA e, através dos EUA, em outras nações.
Se eu não fosse um seguidor de Jesus, eu também desistiria, porque é mais fácil andar com a multidão do que rejeitar as ilusões belicistas em que eles se deixaram enganar.
Drenar o pântano, uma promessa feita por Trump em 2016, parece uma tarefa impossível. Você quer ver seu peso enorme? A grande mídia prestou homenagens elevadas a John McCain. Os esquerdistas prestaram homenagens elevadas a ele. E até mesmo muitos direitistas prestaram homenagens elevadas. É o pântano homenageando um de seus líderes. McCain era inimigo de Trump. Como neocon, ele era um dos governantes do pântano.
John McCain com líder neo-nazista da Ucrânia
Curiosamente, os esquerdistas e os direitistas dos EUA estão separados e divididos em certas questões — aborto, homossexualismo, Cristianismo, etc. —, mas na ideologia neocon, eles estão impressionantemente unidos como uma só voz e uma só mente! Sua lealdade ao neoconservadorismo é surpreendente.
Algumas mentes carnais entre os cristãos poderiam reclamar que não se deveria falar negativamente sobre McCain, agora que ele está morto. Mas ele não celebrava os radicais islâmicos em guerras em que as vítimas cristãs sofriam carnificina?
O neocon John McCain celebrava guerras enquanto suas vítimas cristãs pereciam. Que alguns cristãos americanos honraram a morte desse belicista mostra seus corações frios e insensíveis às vítimas cristãs do desprezível belicismo dele.
Para os cristãos oprimidos do Oriente Médio, McCain era o Sr. Morte. Para a Irmandade Muçulmana, ele era um herói. E para os americanos de esquerda e de direita, inclusive muitos cristãos, ele era um “patriota” — não o patriotismo original dos EUA, que era defender as fronteiras, mas um falso patriotismo que está a serviço do complexo industrial militar e de suas guerras eternas em nações distantes. O patriotismo falso sequestrou o patriotismo original dos EUA.
Infelizmente, McCain não foi morto em uma das muitas guerras que ele ajudou a provocar. Mas muitos cristãos morreram.
Mobilizar tropas no Iraque por causa do atentado terrorista de 11 de setembro de 2001, quando claramente esse atentado não foi feito por iraquianos, mas por 15 terroristas islâmicos sauditas, não foi patriotismo. Foi simples anarquia e vandalismo militar. McCain encorajou e apoiou plenamente essa anarquia e vandalismo militar.
Mobilizar tropas em nações longínquas quando as fronteiras dos EUA precisam de ampla proteção militar contra invasores e tráfico de drogas não é patriotismo. É simples anarquia e vandalismo militar. McCain encorajou e apoiou plenamente essa anarquia e vandalismo militar.
Os EUA enfraquecem sua grandeza, originalmente baseada no Cristianismo evangélico, quando confundem patriotismo com as ambições do Estado Profundo e dos imperialistas neocons.
De acordo com a Conservapedia, McCain “foi uma influente voz dos neocons e das elites na política americana desde 1986,” acrescentando que “Obama e Hillary Clinton, entre outros, o elogiaram. Os principais meios de comunicação usavam McCain para cumprir seus objetivos e frequentemente elogiavam McCain por seu papel no avanço da agenda de esquerda, exceto quando ele concorria contra os democratas nas eleições, quando eles o atacavam cruelmente. Os conservadores tinham forte aversão a McCain, com base em sua atitude antagônica e políticas em relação a eles.”
Outras contradições de McCain apontadas pela Conservapedia:
* Prisioneiros de guerra: “Apesar de ter sido um prisioneiro de guerra no Vietnã, McCain não tinha interesse em trazer de volta outros prisioneiros de guerra americanos, e lutava para encobrir evidências de que centenas de prisioneiros de guerra americanos permaneceram no Vietnã décadas depois do fim da guerra. Ele também atacava e denegria aqueles que, com fortes evidências, argumentavam que prisioneiros de guerra americanos permaneciam no Vietnã.”
* Oscilação de opiniões: “Ele mudava várias vezes de opinião, principalmente quando votou contra a revogação do sistema de saúde de Obama em 2017, quando fez várias declarações de campanha vários anos antes afirmando que ele faria exatamente o oposto. McCain também era globalista em questões relacionadas à política externa. Ele criticava Donald Trump.”
* Sarah Palin: “Ele afirmou em 2018 que se arrependeu de escolher a conservadora Sarah Palin como sua companheira de chapa, e sua família até a baniu de seu funeral, apesar da lealdade contínua dela para com ele.” Segundo o site Breibart, “Ao contrário de Trump, Palin nunca brigou com McCain e nunca o criticou.” Mesmo assim, do túmulo, McCain mostrou seu desprezo por ela.
* Conexões russas: Apesar de McCain não poupar ataques a Trump por buscar uma parceria com Putin contra o terrorismo islâmico, “Em meados da década de 2000, o presidente da campanha de McCain, Rick Davis, se conectou com o oligarca russo Oleg Deripaska. Em 2006, houve dois encontros com McCain e Deripaska. O primeiro ocorreu em janeiro de 2006 em Davos, na Suíça.” Anos depois, “o senador McCain criticou fortemente o presidente russo Vladimir Putin. Durante um debate preliminar, ele disse: ‘Ele é uma pessoa perigosa.’” Portanto, a única explicação para o papel proeminente de McCain contra a Rússia é que algum acordo azedou.
* McCain não tinha a confiança de conservadores verdadeiros. Durante a campanha de McCain em 2000, “os conservadores cristãos apoiaram Mike Huckabee… John McCain chamou líderes politicamente envolvidos, como Jerry Falwell e Pat Robertson, de ‘agentes da intolerância.’”
* McCain apoiava a fraude do aquecimento global. “A posição de McCain sobre as questões do aquecimento global o colocou em desacordo com os conservadores.”
* McCain era instável em suas posturas. “McCain mudou várias vezes de opinião sobre questões de imigração, mas ele se inclinava para a esquerda nessa questão. A posição de McCain sobre a imigração ilegal resultou na maior parte das críticas vindas de conservadores.”
* McCain era um globalista. “McCain era um globalista que apoiava uma maior cooperação internacional, inclusive através de organizações internacionais irresponsáveis. Ele defendia organizações como a União Europeia.”
* McCain apoiou a Guerra do Iraque. “McCain votou com a maioria do Partido Republicano e 29 democratas do Senado em favor da ‘Resolução da Guerra do Iraque’ de 2002 autorizando o presidente George W. Bush a ir à guerra contra o Iraque e derrubar o regime de Saddam Hussein.” Tal medida intervencionista foi tomada apesar do fato de que os terroristas muçulmanos que atacaram os EUA em 11 de setembro de 2001 não eram iraquianos, mas sim sauditas.
* McCain apoiava os rebeldes islâmicos na Síria. “Durante a Guerra Civil Síria, McCain queria armar a oposição islâmica com armas e também pediu um ataque aéreo contra o presidente sírio Bashar al-Assad.” Então, enquanto cristãos estavam sendo estuprados, torturados e massacrados pela oposição islâmica, McCain estava apoiando os agressores, não suas vítimas.
* McCain apoiava Mohammed Morsi, que estava ligado à Irmandade Muçulmana. “Depois que o ditador egípcio Mohammed Morsi foi deposto, McCain chamou isso de ‘golpe.’”
* McCain só louvava Trump, muito raramente, por decisões neocons. “McCain elogiou a decisão do presidente Trump de fornecer munições antitanque para a Ucrânia e chamou isso de ‘outro passo significativo na direção certa.’” Ainda que sempre criticando Trump, McCain o louvou quando ele adotou uma medida neocon sobre a Ucrânia.
* McCain era pró-vida em relação aos bebês em gestação nos EUA, mas não em relação aos cristãos massacrados em consequência das guerras neocons. Ele disse: “Se eu tiver a sorte de ser eleito como o próximo presidente dos Estados Unidos, me comprometo a ser um amigo leal e inabalável do movimento pelo direito à vida.” Apesar de suas promessas de salvar bebês em gestação, ele estava, com suas políticas belicistas, condenando cristãos inocentes ao abate no Oriente Médio.
* McCain apoiava a teoria da evolução. Ele disse: “Eu acredito na teoria da evolução… Respeito aqueles que pensam que o mundo foi criado em sete dias. O criacionismo deveria ser ensinado como uma aula de ciências? Provavelmente não.” Nenhum conservador real acredita na teoria da evolução.
McCain não era apenas pró-vida, mas também apoiava o casamento tradicional. Ele disse: “Sr. Presidente, a maioria dos americanos acredita, como eu, que a instituição do casamento deve ser reservada para a união de um homem e uma mulher.” Assim, os neocons podem ser pró-aborto ou pró-vida, opostos ou apoiadores do casamento tradicional. Mas seu valor máximo é guerras. Contudo, como ele oscilava frequentemente de opinião, quem poderia garantir que ele nunca iria mudar de opinião em questões pró-vida se fosse eleito presidente?
McCain era um defensor tão ferrenho da OTAN que membros da OTAN querem nomear seu quartel-general “John McCain.” Em sua campanha de 2016, Trump disse que a OTAN era inútil. Acrescento que é inútil por dois motivos. A OTAN foi criada para proteger a Europa de um império comunista decrépito, a União Soviética, que não existe mais. Hoje, há apenas uma Rússia conservadora e a única ameaça real contra a Europa é a invasão islâmica, e a OTAN não tem feito absolutamente nada para combater essa invasão. Aliás, a OTAN a tem ajudado. Quando a OTAN bombardeou a Líbia anos atrás para ajudar Obama e a Arábia Saudita, o resultado foi grupos terroristas islâmicos dominando a Líbia, que se tornou um grande ponto de passagem para os muçulmanos que invadem a Europa. Portanto, a OTAN não está protegendo a Europa de sua maior ameaça, mas na verdade facilitou sua invasão.
O culto fúnebre para McCain em sua igreja batista aconteceu sob o título da música “My Way” (Do Meu Jeito), de Frank Sinatra, e seu jeito era neoconservador e globalista.
Embora o presidente Trump e Sarah Palin tenham sido banidos do funeral dele, socialistas proeminentes já haviam sido convidados por ele para elogiá-lo. Joe Biden, um esquerdista que foi vice-presidente de Obama, disse: “Meu nome é Joe Biden. Eu sou do Partido Democrático E eu amo John McCain… sempre pensei em John como irmão.”
Biden é um neocon.
Outros proeminentes neocons de esquerda e de direita que foram oficialmente convidados a elogiar McCain foram:
Barack Hussein Obama: “Nunca tentei esconder a admiração que eu tinha por John McCain,” disse Obama, recebendo aplausos arrebatadores por seu tributo emocional a McCain. Ele também disse: “Viemos para celebrar um homem extraordinário. Um guerreiro, um estadista, um patriota, que encarnou muito do que é o melhor dos EUA… Ele nos fez melhores presidentes, como ele melhorou o Senado, como ele fez o país melhor… Nunca tentei esconder e acho que John veio a entender, a admiração de longa data que eu tinha por ele… Nós nunca duvidamos de que estávamos no mesmo time.”
George W. Bush: “Sua ausência é tangível, como o silêncio após um poderoso rugido,” acrescentando que sua amizade com McCain foi um dos “maiores presentes da vida.”
O próprio McCain havia pedido a Obama, um esquerdista, e a George W. Bush, um direitista, que falassem em seu funeral.
Obama também disse: “Ele entendeu que alguns princípios transcendem a política. Alguns valores transcendem partidos.”
Tais valores transcendentes são valores neocons, que são encobertos como valores “patrióticos.” O neoconservadorismo sequestrou com sucesso o patriotismo americano, que agora significa o que nunca significou na época de George Washington: guerras, guerras e guerras em outras nações.
Obama acrescentou: “Nós rimos um com o outro e aprendemos um com o outro. Nós nunca duvidamos da sinceridade do outro homem ou do patriotismo do homem.”
Os neocons de esquerda estão à vontade com os neocons de direita e não estão preocupados com a proteção das fronteiras, mas apenas com as intervenções militares americanas em outras nações. George Washington teria muita dificuldade com eles e eles iriam acabar movendo um impeachment contra ele.
Vergonhosamente, até as mídias evangélicas elogiaram McCain, apesar de que suas decisões globalistas e neocons provocaram guerras que deixaram um rastro de cristãos estuprados, torturados e massacrados.
Em homenagem a McCain, a Rede de Televisão Cristã (CBN) dos EUA, de Pat Robertson, publicou a manchete “‘Combati o Bom Combate, Acabei a Corrida’: um Vislumbre da Fé de John McCain.”
Eu já havia escrito sobre a impropriedade da CBN não criticar neocons em meu artigo: “Dar voz aos neocons é enfraquecer a voz profética da Igreja.”
Charisma, a maior mídia pentecostal do mundo, publicou a manchete “O que Você Nunca Soube sobre a Vida de Oração Privada de John McCain,” segundo a qual McCain “frequentava uma mega-igreja da Convenção Batista do Sul em seus últimos anos. Ele se via como um cristão, mas tinha ‘uma desconfiança da direita cristã e de uma fé que é muito pública, política demais.”
Charisma acrescentou: “As diferenças de McCain com alguns cristãos conservadores foram exibidas com destaque na campanha de 2000, quando ele chamou Pat Robertson e Jerry Falwell de ‘agentes da intolerância’… Ele fez uma defesa imediata do então Senador Barack Obama quando uma mulher em uma campanha em 2008 expressou sua falta de confiança no candidato democrata porque ela acreditava que ele era ‘um árabe.’ McCain a corrigiu e disse que Obama era um ‘homem decente de família.’”
Por que então Charisma elogiou tanto a fé suspeita dele? A abordagem positiva de Charisma a McCain foi tão imprópria quanto sua abordagem negativa a Franklin Graham, tratada por mim no artigo: “Impulsionada por grande fonte de esquerda, revista pentecostal Charisma ajuda a espalhar acusação de alegado conluio de Franklin Graham com Trump e Putin.”
Sobre Charisma retratando McCain como um homem de oração, eu respondi em sua seção de comentários:
“McCain era um belicista! Tentar espiritualizar sua vida é blasfêmia. Enquanto cristãos oprimidos sofriam estupros, torturas e martírios na Síria, ele viajou para o norte da Síria para animar os rebeldes islâmicos que estavam estuprando e matando cristãos. Isso é um homem de oração? Eu sou um homem de oração. Se tivesse uma oportunidade de visitar a Síria, eu ajudaria os cristãos oprimidos, não seus inimigos! McCain fez exatamente o contrário! Charisma perdeu sua visão cristã? O dever cristão de Charisma era denunciar esse neocon, não louvar sua falsa vida de oração.”
Homem de oração é William Murray, que há anos ajuda os cristãos iraquianos e sírios, e ele sabe muito bem que os EUA e a Arábia Saudita são responsáveis pela criação do ISIS e seu genocídio de cristãos no Iraque e na Síria. Veja sua entrevista completa aqui e contribua para o seu ministério.
Sobre Palin ter sido banida do funeral de McCain, Matt Barber, fundador da BarbWire, disse: “John McCain dá à sempre elegante Sarah Palin uma odiosa ‘desaprovação’ diretamente do túmulo. O homem era mesquinho e vingativo em vida, e permaneceu assim na morte…”
Do túmulo, McCain não só cuspiu vingança em Palin. Em um último ato final nojento contra Trump, McCain se juntou a Hillary Clinton em um próximo documentário filmado antes de sua morte, alertando os EUA sobre ligações de Trump com a Rússia. Em um ponto do filme, McCain diz que Putin “não tem padrões morais e representa uma ameaça para o mundo.” Nada mais natural para ele do que unir dois alvos de seu ódio: Trump e Rússia.
O filme termina com um severo aviso de McCain e Hillary sobre a suposta negligência de Trump em tomar suas próprias “medidas ativas” contra a Rússia por atacar a democracia americana. Provavelmente por “democracia americana” ambos queriam dizer a hegemonia neocon.
Segundo o correspondente do New York Times, Andrew Higgins, a televisão estatal russa se referiu a McCain como “o principal símbolo da russofobia.”
Em seu último livro, “The Restless Wave” (Simon & Schuster, 2018), McCain reclamou de “InfoWars e Breitbart e propagandistas russos” tendo muita liberdade para falar. Seu livro contém exatamente 186 menções esmagadoramente negativas da Rússia e 8 menções esmagadoramente positivas da Arábia Saudita. O fato é: o pior atentado terrorista aos EUA foi cometido por sauditas, não por russos. Sauditas, não russos, mataram 3.000 americanos em 11 de setembro de 2001. Apesar de que era “evangélico,” McCain mencionou a palavra “evangélico” apenas duas vezes, superficialmente, em seu livro.
Ele viveu como um neocon anti-Rússia e morreu no mesmo ódio. Desagradável na vida, desagradável na morte. Assim como Hillary, o neocon McCain estava com ciúmes de Trump. Assim como a trapaceira Hillary, o trapaceiro McCain não é visto como um bom exemplo pelos bons conservadores. No entanto, a grande mídia de notícias falsas quer que todos vejam ambos como bons exemplos.
Embora ele tenha sido muito elogiado pela grande mídia, que é esquerdista por natureza, entre os conservadores ele provocou sentimentos contraditórios. Em um grupo conservador no Facebook, perguntei: “Graças a Deus, a novela funerária de McCain que criticava Trump acabou. Ou não?” A maioria dos comentários concordou que McCain não era um verdadeiro conservador e que seu funeral foi um circo anti-Trump.
Se os verdadeiros conservadores não são encorajados pelo exemplo neoconservador de McCain, Obama é um caso muito diferente. Ele ficou tão animado com o apoio dos neocons e da mídia em massa, de democratas de esquerda a republicanos de direita, a McCain, que dias depois de ter sido enterrado, Obama, inspirado pelo espírito de McCain, disse, querendo dizer Trump e verdadeiros conservadores:
“Eles estão minando as alianças dos EUA, buscando amizade com a Rússia. O que aconteceu com o Partido Republicano? Seu princípio central de organização na política externa era a luta contra o comunismo, e agora eles estão buscando amizade com o ex-chefe da KGB.”
Se fosse de fato comunista hoje, a Rússia lutaria contra o conservadorismo e esquerdistas dos EUA, como Obama, apoiariam a Rússia assim como apoiavam a União Soviética.
O Dr. William J. Murray, ex-marxista e filho de um das mais famosas ativistas marxistas nos EUA, denunciou como a política externa americana trata a Rússia como uma ameaça, enquanto a verdadeira ameaça é o islamismo sunita da Arábia Saudita. Depois de muito sofrimento, Murray aceitou a Jesus Cristo e hoje ele é Seu seguidor. Você pode ler a entrevista completa dele aqui.
Apresentar a Rússia hoje como uma ameaça comunista não é honesto, mas é vantajoso para o discurso neoconservador.
Faria sentido para McCain, Obama e Bush combaterem no passado a União Soviética, que lutava contra o conservadorismo. Mas hoje não faz sentido eles lutarem contra a atual Rússia, que defende o conservadorismo.
Assim, a união neocon, sob o espírito de McCain, de Obama e Bush e de democratas de esquerda e republicanos de direita contra a Rússia, mas não contra a Arábia Saudita, é um falso patriotismo.
Nas mãos dos neoconservadores, os Estados Unidos são apenas uma máquina de guerra global, desafiando totalmente a intenção original dos fundadores dos EUA. Uma máquina de guerra global ajudando e protegendo a forma mais perigosa de islamismo — o islamismo sunita da Arábia Saudita — por amor aos petrodólares. O islamismo sunita é o maior assassino de cristãos no mundo inteiro.
Deus pode ter dado sinais de que a ideologia neocon de McCain pode pressagiar a destruição da América.
No ano passado um poderoso destroier dos EUA chamado “John McCain” colidiu com um navio civil desarmado no mesmo dia em que um eclipse tomou conta dos EUA e 33 dias depois do diagnóstico de câncer cerebral do senador McCain.
Se eclipses solares podem ser avisos de que o juízo está vindo sobre uma nação, isso significa que o juízo está vindo sobre os Estados Unidos por causa do imperialismo militar neocon sanguinário de McCain?
Com informações de Conservapedia, DailyMail, CBN, Charisma News, Geller Report, FoxNews, the Daily Beast, Breitbart e the Hill.
Leitura recomendada sobre neoconservadorismo: