10 de março de 2010

Julio Severo prega “ódio” aos homossexuais?

Julio Severo prega “ódio” aos homossexuais?

Os enganos e abusos da propaganda difamatória anti-“homofobia”

Julio Severo
Desde que meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado pela Editora Betânia em 1998, os ativistas gays têm o consenso ideológico de que Julio Severo prega ódio aos homossexuais. E esse consenso é abundantemente disseminado por eles em comentários e artigos que inundam a internet — provavelmente como modo de afastar e proteger os homossexuais comuns de uma mensagem que mostra que o homossexualismo não é normal. O que é verdadeiro e falso no “consenso” deles? O que é verdadeiro e falso nas atitudes deles para com Julio Severo?
Verdadeiro: Regularmente, Julio Severo recebe mensagens enfurecidas de ativistas gays xingando-o e acusando de crimes e ódio contra homens que praticam atos homossexuais.
Falso: Regularmente, Julio Severo manda mensagens aos ativistas gays xingando-os.
Verdadeiro: Algumas das mensagens hostis que Julio Severo recebe vêm acompanhadas de ameaças de agressão.
Falso: Julio Severo envia mensagens a homossexuais ameaçando-os de agressão física.
Falso: Julio Severo é acusado de ódio porque ele matou homossexuais.
Verdadeiro: Julio Severo segue a norma bíblica de amar o pecador homossexual e concorda com a condenação bíblica e divina ao pecado homossexual.
Falso: O homossexualismo é um comportamento natural sem nenhuma ligação com doenças e abuso sexual de meninos.

Ódio na Bíblia? Ódio no Blog Julio Severo?

Eu e milhões de outros cristãos apenas repetimos e citamos a Bíblia, que condena explicitamente a homossexualidade, o homossexualismo, o sexo entre um homem e outro homem — seja lá como se queira chamar o comportamento de um homem enfiando o pênis no ânus de outro homem.
Há incitação de ódio aos homossexuais na Bíblia? Se houvesse, os homossexuais não teriam chance alguma, pois há milhões de cristãos no Brasil que respeitam o que a Bíblia diz, inclusive sobre homossexualismo. Com milhões de cristãos movidos por “ódio”, todos os homossexuais seriam mortos, e com a ausência total de homossexuais na sociedade não teríamos mais problemas de enfadonhas acusações de “homofobia” e preocupações com doutrinação pró-homossexualismo forçada das crianças nas escolas. Ninguém precisaria mais se preocupar com nenhuma ameaça de ditadura gay.
Voltando à pergunta: Há incitação de ódio aos homossexuais na Bíblia? Há incitação à violência contra homossexuais no Blog Julio Severo?
A expectativa de vida média dos homossexuais é baixa, mas não por culpa da Bíblia e de Julio Severo. Com seu estilo de vida comprovadamente prejudicial à saúde, eles adquirem tantas doenças que a própria homossexualidade é um risco sério para a vida deles.
Há os casos de alguns homossexuais que foram mortos por “carecas” e por neonazistas. Mas esses indivíduos não se interessam pelo que a Bíblia diz. Eles também não gostam do que Julio Severo escreve. Muitos prostitutos homossexuais são mortos por bandidos (traficantes e assaltantes), não por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo, mas porque escolheram localidades propensas à criminalidade.
Muitos gays são mortos — e muitos mais são agredidos — por parceiros violentos, mas não por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo. E, finalmente, muitíssimos homossexuais morrem por causa de uma vida de excessos, drogas, álcool e práticas insalubres e destrutivas. Nada disso por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo.
Tanto a Bíblia quanto o Blog Julio Severo são uma fonte de orientação e informação, contendo recomendações contra as drogas, bebidas alcoólicas e comportamentos destrutivos, inclusive o homossexualismo. Mesmo assim, os militantes gays insistem em que tanto a Bíblia quanto o Blog Julio Severo incitam ódio aos homossexuais.

O Blog Julio Severo “incita” seus leitores a odiar homossexuais?

Alexandre, um leitor do Blog Julio Severo que sofre discriminação apenas por não ser a favor da criação de leis especiais e ‘casamentos para homossexuais’, conta que no domingo de 7 de março, lá por volta das 11h da noite, ele começou a ouvir palavrões que vinham do apartamento de cima. Em seguida vieram mais palavrões e gritos assustadores. “Seu *&%$#@ Venha aqui… Seu *&%$#@, você merece isso [seguido de um grito]… Agora seu *&%$#@, você vai ver [seguido de outro grito]”. 
Alexandre diz: “Logo as ameaças e gritos aumentaram, e era evidente que alguém queria fugir a todo custo de um agressor. Pulei do sofá e fui cautelosamente escada a cima para ver o que acontecia, e quando cheguei mais perto ficou claro que era uma briga violenta de um ‘casal’ homossexual. Quando ouvi novamente os gritos não tive dúvidas, bati na porta. Nesse momento aquela voz que gritava de desespero gritou mais alto ainda: ‘Socorro!!!! Por favor, socorro!!!’ Bati novamente na porta, que estava trancada. Quando continuei a bater, a porta se abriu parcialmente: era o agressor segurando a porta e dizendo que tudo estava bem, e que eu deveria de ir embora. Pela fresta eu consegui ver o rosto do outro homem, que tremia e estava visivelmente desesperado querendo sair do apartamento. Seminu e com um olhar de pânico, ele gritou: “Por favor, me ajuda! Me tira daqui! Ele tá me batendo!”
O agressor então mandou Alexandre embora. Imediatamente, Alex chama a polícia, e em 5 minutos chegaram 3 policiais que por longo tempo negociaram para entrar no apartamento para salvar um homossexual de outro homossexual…
Alexandre então me conta: “Enfim, Julio, esta foi a minha história de domingo à noite… a história de um ‘homofóbico’ que teve que salvar um gay que era vítima de agressão de outro gay”.

Só difamações

Entretanto, em vez de se preocuparem com o genuíno bem-estar dos homossexuais e atacar as causas reais do problema, o que os ativistas gays fazem costumeiramente é destratar, injuriar e caluniar as pessoas que não concordam com as opiniões deles. Eles empregam campanhas sistemáticas de difamação contra suas vítimas, acusando-as de ter exatamente o mesmo ódio que é tão predominante entre eles.
Eles escolheram viver uma vida de mentiras e difamações, e iram-se com qualquer cristão que lembre a eles de que eles precisam se arrepender, a fim de evitar o lugar de eterno castigo apontado pela Bíblia como lugar de destino para aqueles que escolhem rejeitar a salvação e permanecer no pecado: o inferno.
Eles têm muita sorte de os cristãos do Brasil não terem todo o ódio que eles tanto apregoam contra nós em suas difamações, porque se tivéssemos, já não existira no Brasil nenhum ativista gay para se queixar e para sugar nossos impostos para suas paradas da suruba gay.
As difamações deles são tão ridículas que eles chegam ao ponto de acusar o Brasil de ser campeão de assassinatos de homossexuais, como se o Irã fosse um paraíso onde nenhum homossexual é assassinado.

Mande os ativistas gays do Brasil para os paraísos islâmicos do Oriente Médio

Contudo, se eles quiserem combater ódio genuíno contra eles, dou uma sugestão: que eles enviem uma delegação homossexual ao Irã, chefiada por Luiz Mott, com a meta de convencer os muçulmanos do Irã a não matar homossexuais. Se essa delegação não voltar ao Brasil, sugiro mandar outra, chefiada por Toni Reis, para a Arábia Saudita. Se por algum motivo “misterioso” a segunda delegação também não retornar ao Brasil, sugiro mandar uma delegação por dia, com aviões fretados com centenas de ativistas gays, para outros países muçulmanos.
No final, Paulo Vanucchi, ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável pelo programa federal Brasil Sem Homofobia, desabafaria para Lula: “Majestade, o Brasil mandou tantos gays para o Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos que daria para fazer grandes paradas gays brasileiras nesses países. O grande problema é que não sobrou quase nenhum gay aqui para receber as enormes verbas que Vossa Majestade destinou para as entidades gays, que estão esvaziadas de suas diretorias e membros, que acompanharam essas delegações. O que é que vamos fazer agora com tanto dinheiro sobrando? Além disso, até agora não recebemos nenhum telefonema ou email do Luiz Mott e do Toni Reis. Nossos maiores aliados sumiram! O Brasil está agora enfrentando uma escassez de gays sem precedentes em toda a sua história. Isso é um estado de calamidade pública!”
É possível (mas não certo) que Lula poderia telefonar para seu amigo Mahmoud Ahmadinejad do Irã perguntando: “Compadre Ahmadinejad, nos meses passados centenas de delegações homossexuais partiram do Brasil para o Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos. Saiu tanto gay daqui que agora corremos perigo de que eles tenham virado uma espécie em extinção no Brasil”.
Com voz tímida e constrangida, ele prossegue: “Você ficaria ofendido ou incomodado se eu lhe fizesse uma pequena pergunta? Ainda não recebemos nenhuma notícia dessas delegações, e eu só queria saber se aconteceu alguma coisa…”
Ahmadinejad: “Amigo Lula, vou ser sincero. Aqui no Irã não há homossexuais”.
Lula, que é um beberrão notório, responderia sob o efeito de bebidas: “Companheiro Ahmadinejad — hic! —, se o Brasil não estivesse sob uma crise de reduzida população homossexual — hic! —, nós poderíamos dar alguns deles para você gratuitamente!”
Sem álcool, provavelmente a resposta de Lula seria: “Obrigado, companheiro Ahmadinejad. Eu sabia que você ia ser sincero. Seja como for, não vou deixar uma questão tão pequena assim interferir na nossa amizade ou na minha amizade com outros presidentes muçulmanos. Meu forte abraço a você”.
Vanucchi: “E agora, Majestade, como explicaremos ao público brasileiro esse ‘desaparecimento’ em massa de ativistas gays? A quem responsabilizaremos?”
Lula: “Você não ouviu o que o companheiro Ahmadinejad disse? Não há homossexuais no Irã. Desgraçados cristãos homofóbicos do Brasil: eles devem ter explodido os aviões das delegações gays antes de chegarem ao Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos!”
Lula prossegue: “Precisamos agir rápido, antes que alguém na mídia insinua que nossos aliados islâmicos podem ter alguma culpa nesses atos terroristas”.
Vanucchi: “Majestade, podemos criar uma Comissão da Verdade para apurar todo o terrorismo que os cristãos do Brasil empregam há anos contra os homossexuais. Há muito tempo eles dizem que homens que praticam atos homossexuais estão condenados ao inferno. Isso é terrorismo dos mais sérios! Podemos também criar leis anti-terrorismo e uma lista nacional de alerta anti-terroristas contendo os nomes de todos os líderes cristãos homofóbicos do Brasil. Isso nos possibilitará rastrear, monitorar e prender qualquer um deles a qualquer momento”.
Lula: “Excelente idéia, Vanucchi! E não se esqueça de colocar na lista também aqueles fanáticos que passaram meu governo inteiro infernizando todos os meus esforços para legalizar o aborto”.

9 de março de 2010

Afinal, o que a Revista Cristianismo Hoje pensa do conservadorismo cristão?

Afinal, o que a Revista Cristianismo Hoje pensa do conservadorismo cristão?

Antigos aliados de Caio Fábio na publicação transformaram entrevista em “roda de escarnecedores”, debochando da defesa do casamento e da luta cristã contra o avanço da ideologia homossexual

Paulo Semblano
Assim a Revista Cristianismo Hoje apresentou a entrevista feita com Julio Severo:
Diferentemente de outros cristãos, que fazem da própria trajetória a motivação para sua militância, Severo, de 43 anos, garante que nunca teve qualquer envolvimento com a homossexualidade — é casado e pai de três filhos — e se diz um ativista pró-família, chamado para salvar o Brasil de uma “ditadura homossexual”. Segundo o próprio, a atividade tem lhe causado muitas dores de cabeça: “Sou alvo de todo tipo de ataque. Ameaças, xingamentos”.
No meu parecer aqui já começa o cinismo da revista, inclusive para com muitas outras pessoas, ao afirmar que um combate bíblico a toda espécie de mal é fruto de uma vida anterior com esses mesmos pecados. Insinua hipocritamente e sorrateiramente uma atividade homossexual de quem denuncia essa abominação. Ao colocar entre aspas as palavras “ditadura homossexual” demonstra ignorância quanto a tal fato já comprovado várias vezes, ou algum tipo de conivência com a causa homossexual.
Declaração de Cristianismo Hoje: Severo é daqueles crentes quixotescos, disposto a lutar contra moinhos que talvez só ele consiga enxergar.
Dom Quixote é o personagem de um romance de autoria de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. É uma paródia aos romances de cavalaria da época, e conta a vida de um homem que perdeu o juízo e torna-se um cavaleiro andante. Lutava contra moinhos pensando serem dragões ou gigantes.
A revista afirma sua posição de que os cristãos de todas as épocas são pessoas sem juízo e que vivem num mundo imaginário e são loucos varridos, e que enxergam mal onde não há: nesse caso específico, o homossexualismo e sua ditadura (ou seja, uma verdadeira apologia ao homossexualismo). Assim também pensava e pensa o mundo acerca de Jesus Cristo, dos apóstolos e dos salvos:
“A multidão respondeu, e disse: Tens demônio; quem procura matar-te?” (João 7:20 ACF)
“Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens demônio? Jesus respondeu: Eu não tenho demônio, antes honro a meu Pai, e vós me desonrais”. (João 8:48-49 ACF)
“E, dizendo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz: Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar”. (Atos 26:24 ACF)
“Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação”. (1 Coríntios 1:21 ACF)
“Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens”. (1 Coríntios 4:9 ACF)
“Em parte fostes feitos espetáculo com vitupérios e tribulações, e em parte fostes participantes com os que assim foram tratados”. (Hebreus 10:33 ACF)
“Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus”. (João 16:2 ACF)
Declaração de Cristianismo Hoje: O tom histriônico dá ao perfil de Julio Severo um contorno incendiário que ele faz questão de alimentar, e não apenas quando fala da homossexualidade. Ele defende, por exemplo, o direito de os pais crentes educarem seus filhos em casa (prática proibida pela legislação brasileira) como forma de mantê-los a salvo de supostas influências perniciosas da escola. Além disso, diz que o casamento é a solução contra a promiscuidade sexual entre os jovens evangélicos. “Querem sexo? Então, que se casem”, prega Severo, para quem as famílias não deveriam estimular seus filhos a postergar o matrimônio em busca de qualificação educacional e profissional, e sim, fazer justamente o contrário.
Histriônico: adj (histrião+ico) 1 Próprio de histrião. Relativo a histrião.
Histrião: s.m. Ator que representava nas farsas da antiguidade.
Bobo, bufão, saltimbanco, palhaço.
Fig. Homem vil, que se expõe em público de modo grosseiro e ridículo.
Chamar de bufão, palhaço e farsante quem é contra o homossexualismo, quem defende o casamento bíblico e abomina a promiscuidade sexual entre os jovens, quem instrui os pais a educar seus filhos para que se casem conforme a Palavra de Deus e evitem a fornicação, demonstra apoiar tais atitudes. E isso vindo de uma revista que se diz evangélica e cristã! A Bíblia chama os que defendem essas abominações de homens escarnecedores, que fizeram aliança com a morte e acordo com o inferno.
Declaração de Cristianismo Hoje: É provável que poucos crentes concordem com ele, mas Severo avisa: “Quando meu livro foi publicado, muitos o acharam exagerado. Quem leu, hoje me chama de profeta.”
Nisso a revista se engana redondamente. A publicação demonstra estar apoiando o que até entre os gentios é abominação.
Outros artigos refutando a revista debochadora:

8 de março de 2010

Você decide: quem será o salvador do Brasil?

Você decide: quem será o salvador do Brasil?

Aceitando e vivendo Jesus no contexto dos salvadores políticos e do baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo

Julio Severo
Em 2002, mais de 500 pastores, bispos e apóstolos do Brasil fizeram um novo apelo: quer aceitar Lula como o salvador político do Brasil?
O nome de alguns desses famosos do mundo gospel está exposto no meu blog há anos, conforme lista original dos nomes deles em documento amplamente utilizado pelo próprio PT como prova da virada evangélica pró-Lula.
É claro que a CNBB e seus bispos da Teologia da Libertação — que prefiro chamar de Teologia da Alucinação — sempre foram os maiores e mais antigos torcedores do falso messias e seu populismo barato, mas sob a inspiração e orquestração de Caio Fábio, o outrora idolatrado papa papudo dos evangélicos, e do ex-bispo e ex-parlamentar Carlos Rodrigues, um dos poderosos chefões da Igreja Universal do Reino de Deus, em 2002 as mais importantes lideranças evangélicas do Brasil estavam prontas para embarcar no bonde pró-Lula da CNBB, carregando consigo seus inocentes rebanhos.

Os poderosos chefões Caião e Carlão, da máfia da apostasia

Caio Fábio e Carlos Rodrigues foram, cada um em sua própria maneira e tempo, os gigolôs que prepararam a cama de prostituição espiritual e política com Lula e o PT, onde se deitaram proeminentes pastores desde pentecostais até batistas e presbiterianos. Desde os tempos dos profetas Isaías e Jeremias, quando o povo de Deus adulterava descaradamente contra Deus e Sua Palavra, nunca se viu antes no Brasil realidade espiritual tão parecida.
Enquanto falava-se muito em reavivamento na década de 1990 e início de 2000, Caio Fábio (durante a década de 1990) e Carlos Rodrigues (de 2000 em diante) estavam introduzindo no meio do povo evangélico o fermento para reviver a apostasia vinda de um passado longínquo — a mesma apostasia em que vivia o povo de Israel dos tempos de Isaías e Jeremias. Foi o reavivamento mais invertido já visto nas igrejas evangélicas brasileiras, levando-as ao namoro com o “messias” do aborto, do homossexualismo e da bruxaria disfarçada de “cultura” afro-brasileira.
O falso messias Lula e o PT messiânico — ambos amamentados e fortalecidos politicamente nas comunidades católicas escravizadas pela Teologia da Libertação — conseguiram o que queriam: transformar o Brasil na Disneylândia do sadomasoquismo socialista, homossexualista, abortista e maliciosamente anti-Israel, brincando com Hugo Chavez, Fidel Castro, Mahmud Ahmadinejad e outros ditadores que fazem a alegria do próprio inferno.
Agora, estamos em ano eleitoral de novo.
É fácil lembrar os erros de Lula e seu PT, mas fica mais fácil esquecer quando há o suborno de uma bolsa-família e uma bolsa-concessão de TV ou rádio. Quando ricos e pobres saem ganhando no bonde da alegria do Partido das Trevas, perde-se a memória de todos os males cometidos por políticos que deram tantos “presentes”. O preço da amnésia moral diante das urnas é o suborno imoral colocado no bolso dos corruptos pobres e ricos.

Os usurpadores de Deus

No entanto, é preciso lembrar que Lula não é mau porque é Lula, e que o PT não é mau simplesmente porque é PT. Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de salvadores. Mas, é claro, com a distribuição de bolsa-família para os pobres e com inúmeras bolsas-concessões para os ricos, tudo o que Lula e o PT conseguem fazer é salvar suas próprias ambições de mais dinheiro e poder.
Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de usurparem o lugar de Deus. Eles fazem promessas tão grandes que só Deus poderia cumprir. E o cumprimento dessas promessas exigiria o controle de vastos recursos financeiros que eles próprios não possuem. Assim, a fim de tentar cumprir suas próprias promessas “divinas” de dar emprego, saúde e educação a todos, os usurpadores de emoções populares são forçados, já no poder, a sugar o dinheiro de ricos e pobres gota por gota.
Eles são maus porque encarnam, no poder, a pretensão de usurparem as prerrogativas de Deus. Com sua determinação de promover o aborto, eles se arrogam o direito da vida e da morte, julgando-se deuses. Com a farsa do “casamento” homossexual, eles querem mostrar que se Deus criou o casamento original de homem com mulher, eles têm poderes para criar sua própria forma de casamento, de homem com homem, que nada mais faz do que destruir o casamento original. Enquanto Deus criou a vida e o casamento natural, o Estado baalista criou o aborto legal e o anti-natural “casamento” homossexual.
Esse Estado é a imagem e semelhança do deus Baal, cujos sacerdotes eram homossexuais e cujos sacrifícios envolviam o sangue inocente de bebês, que eram mortos. Assim, conscientemente ou não, Lula, o PT e todo messias e ideologia política que presta culto ao aborto e ao homossexualismo é uma forma de baalismo. É uma religiosidade secular depravada e assassina, ressurgindo de um distante passado de trevas, para confrontar mediante um fraudulento Estado laico o Deus da vida, casamento e bebês.
Além disso, eles não têm, no nome do Estado, a menor cara-de-pau de quebrar o mandamento divino que proíbe o roubo, que é feito por eles sob o pretexto de ajudar os pobres. Eles criam mais e mais leis em nome da deusa Ladra — onde políticas iníquas de impostos esvaziam os bolsos dos trabalhadores, enquanto muitos políticos vivem seus mandatos enchendo bolsos, meias e cuecas.
Eles são os falsos messias criando Estados messiânicos com rótulo “laico”, mas com pretensões patentemente “divinas” de controle sobre tudo e sobre todos, roubando acima de todos os maiores ladrões na sociedade. E qualquer sistema ou político que “ocupe o lugar de Deus como supremo provedor” e “roube dos cidadãos para cumprir suas promessas” é simplesmente um deus pagão ladrão, em “inocente” roupagem estatal laica.
Por pura coincidência, a vasta maioria dos políticos e Estados messiânicos é socialista. Não há nenhuma ideologia hoje que encarne melhor a personalidade e função de um falso deus do que o marxismo e suas variantes socialistas:
Um falso deus que é um falso protetor dos pobres e oprimidos, usando-os para saquear os suados ganhos dos trabalhadores em nome de uma fraudulenta distribuição de renda.
Um falso deus que é um falso protetor das crianças e adolescentes, distanciando-os de seus pais e seus valores.
Um falso deus que é um falso protetor das minorias, usando-as para promover a bruxaria e a sodomia.
Nenhuma ideologia tem produzido mais falsos messias, salvadores e baalismo do que o socialismo. Nenhuma ideologia tem trabalhado tanto para colocar o Estado no altar como suprema divindade laica e baalista, acima de Deus e seus anjos.
Mas, seja o PT ou outro partido, seja Lula ou outro político, é um erro aceitar um partido, Estado ou presidente que exija direitos e qualidades que vão além de seu mandato, que é basicamente dar segurança à população, conforme Romanos 13.

A salvação vem dos políticos e suas políticas?

Eu temo que se as igrejas cristãs começassem a pregar que aceitando Jesus você tem a garantia imediata de “educação, casa, emprego, etc.”, as multidões se lançariam apressadamente para as reuniões cristãs. Da noite para o dia, o Brasil viraria 100% cristão e todos os cultos estariam lotados de multidões ávidas.
Não é de admirar então que, com esse mesmo apelo, os políticos mais corruptos e imorais consigam garantir sua eleição e reeleição, até mesmo com o apoio de personalidades consideradas consagradas no mundo gospel.
O envolvimento político das lideranças denominacionais hoje é tão sólido que pastores fazem — conscientemente ou não, deliberadamente ou não, explicitamente ou não — dois apelos em época de eleição:
1. Para se aceitar Jesus Cristo como Salvador pessoal.
2. Para se aceitar determinado político como salvador político, social, etc.
Com tantas promessas maravilhosas e estupendas de salvação social de certos políticos e ideologias, para que crer num Jesus que intervém para salvar as pessoas de suas tribulações sociais?
A teologia do messianismo político impõe uma barreira artificial entre “Deus e o Estado”, reservando para Jesus o direito de salvar apenas dentro das igrejas. Aos falsos messias da política, fica reservada a “salvação” em todas as outras áreas!
Entretanto, os novos messias políticos, ou salvadores políticos, estão criando um Estado, chamado por eles de “laico”, que é na verdade um Estado de Insanidade, um Estado baalista, que quer aborto, bruxaria, homossexualismo e outras perversões, mas não quer absolutamente nada com Deus.

Barreiras e limites: tudo para o Estado e nada para Deus?

Ao Estado, Deus deu-lhe a vocação exclusiva de zelar pela proteção dos bons cidadãos e castigar os criminosos, colocando uma barreira, a fim de que o Estado não ultrapasse seus limites. Apesar disso, o Estado brasileiro ultrapassou, doa a quem doer.
Ao Deus que é dono de tudo, o Estado “laico”, com pretensões messiânicas de salvação social para todos, impôs uma barreira entre si e Deus, não aceitando sob hipótese alguma a presença da vontade divina na esfera governamental, que fica reservada a todas as turbas anti-Deus, das mais variadas estirpes: gayzista, abortista, satanista, etc.
Em vez de cumprir sua função de castigar criminosos, inclusive assaltantes, o Estado, explorando a barreira artificial de “separação entre Deus e Estado”, vem cumprindo fielmente uma função de assaltante supremo, tomando mais e mais dos cidadãos trabalhadores mediante a criação de leis de impostos que nada mais fazem do que saquear e violar a ordem divina de não roubar o próximo.
Por decreto estatal, Deus não tem permissão de violar a barreira imposta pelos salvadores políticos e repreender as óbvias maldades e mentiras estatais.
O Estado laico, em toda a sua arrogância laica, estabelece que toda atividade e expressão de Deus seja confinada às quatro paredes dos templos religiosos e às quatro paredes dos lares dos religiosos.
Entretanto, o Estado laico estabelece somente para si direitos e liberdade de atividade e expressão na esfera política e social — inclusive para grupos religiosamente humanistas, abortistas, homossexualistas, ocultistas, socialistas, etc.
O Estado quer dos cidadãos cristãos apenas seu dinheiro, suor e sacrifícios, mas nada de seus valores. Somente dos outros cidadãos — os que são religiosamente humanistas, abortistas, homossexualistas, ocultistas, socialistas, etc., — o Estado quer a contribuição de valores e anti-valores.

Rejeitando e renunciando ao mal estatal

Ao cidadão cristão, resta, como fez seu Mestre Jesus, rejeitar a tentação moderna de Satanás através de ofertas de bolsas-famílias e bolsas-concessões e dizer: “Não, aquele político ou este governo não é meu salvador para suprir minhas necessidades básicas. Jesus é meu Deus e só votarei num político que respeite as atribuições que Deus deu ao Estado”.
Aceite Jesus como Salvador total, não parcial. E se, induzido por pastores, você aceitou Lula como salvador político em tempos passados, faça uma renúncia diante de Deus. É o mesmo tipo de renúncia que você deveria fazer se você tivesse tido envolvimento com satanismo.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto o aborto sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto a sodomia sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto a bruxaria sob a capa de cultura afro-brasileira sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam promover tanto o marxismo nas escolas sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam roubar tanto mediante impostos iníquos sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam apoiar governos ditatoriais assassinos de cristãos sem o voto que você lhes deu.
Renuncie Lula e suas obras. Lula e o PT jamais conseguiriam apoiar governos ditatoriais que querem a destruição de Israel sem o voto que você lhes deu.
Você pode orar:
“Senhor Jesus, renuncio à minha cumplicidade, através do meu voto, em políticas de aborto, bruxaria, sodomia e atividades anti-Israel promovidas pelo homem e governo eleitos por mim. Perdoa-me porque com a confissão dos meus lábios, digo que tu és Salvador, mas com meu voto tenho confessado outros salvadores — homens arrogantes, imorais e corruptos que querem tomar o teu lugar. Perdoa-me porque com a confissão dos meus lábios, tenho entregado o Brasil a ti, mas com meu voto tenho-o entregado a Satanás. Perdoa-me, pois digo que dou meu coração a ti, mas meu voto dou aos ‘messias’ do socialismo, do aborto, do homossexualismo e da bruxaria disfarçada de “cultura” afro-brasileira. Perdoa-me porque com os lábios, oro e abençôo Israel, mas entreguei meu voto e autoridade para um presidente que faz questão de ter amizade com governos terroristas que querem destruir Israel. Perdoa a minha incoerência”.

Oração de arrependimento para os líderes e suas igrejas

Um povo que gosta de ser comprado com bolsa-família e bolsas-concessões é um povo mau, corrupto e desonesto. Tal povo terá um presidente mau, corrupto e desonesto. Assim, Lula, na encarnação do Estado totalitário assistencialista, espelha a ganância do próprio povo e a ganância da ideologia que o dirige.
Portanto, precisamos orar para que o Espírito Santo leve os líderes e as igrejas a fazerem a seguinte oração:
“Jesus, temos declarado teu senhorio sobre o Brasil, mas em troca de um prato de comida ou de uma concessão de rádio ou televisão temos entregado o Brasil ao senhorio daqueles que querem que o Estado e a ideologia deles tomem o teu lugar, na vida política e social da nação e de seus cidadãos. Pedimos perdão por nossa vida incoerente, onde na igreja e em nossa adoração dizemos que te damos tudo, mas com nosso voto damos a César tudo o que não pertence a César. Graças à nossa omissão e ao nosso voto irresponsável, o Brasil está se tornando uma demoniocracia, onde imperam os demoniocratas, com as bênçãos da CNBB e de igrejas evangélicas gananciosas. Graças ao nosso voto irresponsável, o governo do populista falso messias está em aliança com governos terroristas que querem destruir Israel. Perdão, Deus, pela corrupção desse povo e desse presidente. Perdão pelos nossos pecados. Perdão pelos pecados dos pastores, bispos, apóstolos, etc. Visita o Brasil com tua graça e justiça”.
Muitos líderes evangélicos, que publicamente apoiaram o falso messias, hoje se recusam a admitir qualquer necessidade de arrependimento público. Os poderosos chefões Caião e Carlão jamais reconheceram os grandes males que cometeram contra o povo evangélico, mesmo depois que ambos caíram em horríveis escândalos morais e financeiros. Aliás, Caião está tentando há anos uma auto-ressurreição para a sua outrora gloriosa e majestosa posição de papa papudo, e sua estratégia tem sido atacar os pastores e líderes que ele próprio levou para a apostasia moral com Lula. Quanto a Carlão, não se sabe que rumo de auto-ressurreição ele está seguindo.
Quanto a você, que é pastor ou não, faça o compromisso de que você não aceitará mais messias ou salvadores políticos. E faça também o compromisso de que, seja em eleição ou não, Jesus será seu Salvador total.
Viva sob o senhorio de um Jesus total, aceitando que ele seja Senhor não somente de sua alma, mas também de todas as outras áreas de sua vida, inclusive de seu voto. Diga para Jesus: “Senhor, minha vida é tua. E meu voto também. Só votarei se tu me dirigires. Só votarei em quem tu me mostrares”.
O que fazer então nas próximas eleições? Como um pequeno irmão em Cristo, apenas dou minha sugestão: Converse com o Jesus que você aceitou. Ele não disse que “minhas ovelhas ouvem a minha voz”? Ouça a voz dele.
Deus levantou Elias e muitos profetas para confrontar Baal, o deus dos sacerdotes homossexuais e dos sacrifícios de bebês. Deixe agora Deus levantar você nesta geração como um Elias contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo promovido pelas políticas e políticos socialistas do Brasil.
Com seu voto, você decide se Baal, mediante seus servos pró-aborto e pró-homossexualismo, continuará governando o Brasil. Por isso, não se venda aos salvadores baalistas de plantão que saem das cartolas mágicas como lobos em pele de coelhinho em época de eleição.
E se você é pastor, bispo ou apóstolo, não se venda aos reavivamentos de apostasia e prostituição política.
Quanto a mim e minha casa, mesmo que não haja nenhum candidato em quem votar, Jesus será glorificado e honrado como Salvador do Brasil. E os falsos messias jamais ganharão nosso voto.
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Rabinos avisam contra “desastre” de homossexualidade assumida no exército

Rabinos avisam contra “desastre” de homossexualidade assumida no exército

NOVA IORQUE, NY, EUA, 2 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos Estados Unidos, preveniu contra a política “não pergunte e não fale” que proíbe homossexuais assumidos no serviço militar.
“Quando os americanos estão sofrendo economicamente e milhões precisam de empregos, é chocante que o governo de Obama tenha como foco em sua agenda ultra-liberal militantemente homossexualista forçar que os homossexuais e a homossexualidade fiquem em destaque no exército, que não quer aceitar isso”, disse Levin numa declaração na terça-feira.
“Isso equivale ao estupro espiritual do nosso exército para satisfazer a um grupo muito extremista e egocêntrico na coalizão maluca do presidente Obama”, disse o rabino.
Ele concordou com Eileen Donnelly do Centro para a Prontidão Militar em concluir que permitir homossexuais assumidos no serviço militar “prejudicará a coesão do exército, fará com que muitos deixem o exército e reduzirá dramaticamente o número de recrutas, talvez levando ao restabelecimento de um alistamento obrigatório”.
Levin prosseguiu: “Treze meses antes do ataque terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001, no dia em que a Cidade de Nova Iorque aprovou uma lei de parceria doméstica homossexual, eu me uni a um grupo de rabinos numa reunião de oração na prefeitura, suplicando com Deus para que a cidade de Nova Iorque não fosse visitada com desastre.
“Temos visto terremotos subterrâneos, o tsunami, o furação Katrina e agora o Haiti. Tudo isso está em sintonia com dois mil anos de ensino no Talmude de que a prática da homossexualidade é uma causa espiritual de terremotos”, disse o rabino. “Quando um desastre é liberado, os inocentes também são vítimas, exatamente como em Chernobyl.
“Rogamos às as mentes mais equilibradas do Congresso e do Pentágono para que detenham a sodomização de nosso exército e de nossa sociedade. Já basta!”   
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020209.html
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7 de março de 2010

Estudo da mortalidade maternal no Chile mina afirmações pró-aborto

Estudo da mortalidade maternal no Chile mina afirmações pró-aborto

Dra. Susan Yoshihara e Dr. Piero A. Tozzi
NOVA IORQUE, NY, EUA, 12 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Descobertas preliminares de um proeminente pesquisador biomédico que examinou a dramática redução na mortalidade materna, durante os cinqüenta anos passados na nação latino-americana do Chile, parecem minar as afirmações de grupos pró-aborto internacionais de pressão política de que leis liberais de aborto são necessárias para reduzir os índices de mortalidade materna.
De acordo com o Dr. Elard Koch, epidemiologista da faculdade de medicina da Universidade do Chile, a promoção no Chile de medidas de “gravidez segura” tais como “detecção pré-natal” e acessibilidade a atendentes profissionais de parto num ambiente hospitalar são os principais responsáveis pela redução da mortalidade materna. O índice de mortalidade materna diminuiu de 275 mortes maternas por 100.000 nascimentos vivos em 1960 para 18,7 mortes em 2000, a maior redução da América Latina inteira.
Pelo fato de que o Chile é um país que protege a vida em gestação em seu código penal e em sua Constituição, não dá pois para se atribuir a redução ao aborto legal. Aliás, o estudo preliminar mostra, a mortalidade materna no Chile diminuiu durante o século passado, independente de se o aborto era legal ou ilegal. O Chile endureceu suas restrições ao aborto no fim da década de 1980.
De acordo com o Dr. Koch, “Da década de 1960 em diante, houve um avanço no sistema de saúde pública e na assistência básica de saúde” no Chile, com recursos dedicados ao desenvolvimento de “funcionários altamente treinados, a construção de muitos centros de assistência básica de saúde e o aumento da escolarização da população”. A educação pareceu ser o principal fator na melhorada saúde materna do país. O Chile tem hoje um registro de saúde materna comparável aos dos países desenvolvidos.
Estatísticas divulgadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apóiam tais conclusões. Na América do Sul, de acordo com a OMS, o Chile se gaba do índice mais baixo de mortalidade materna, ao passo que a Guiana, que liberalizou de forma significativa suas leis de aborto em meados da década de 1990 citando preocupação com as mortes maternas, tem o índice mais elevado.
Na verdade, talvez a análise mais abrangente do declínio dos índices de morte materna no mundo desenvolvido, um artigo (devidamente avaliado por outros especialistas da área) escrito por Irvine Loudon na Revista Americana de Nutrição Clínica em 2000 confirma que a “redução repentina e dramática nos índices de mortalidade materna, a qual ocorreu após 1937, aconteceu em todos os países desenvolvidos e eliminou as amplas diferenças de nível de país para país em índices de mortalidade nacional. Os principais fatores que levaram a essa redução parecem ter sido sucessivas melhorias na assistência materna”.
Como com o Chile hoje, esses avanços no mundo desenvolvido ocorreram numa época antes da liberalização do acesso ao aborto. Portanto, parece que melhorar o acesso à assistência materna de qualidade, em vez de permissivas leis de aborto, é o que leva a reduções na morte materna durante a gravidez e o parto.
Especialistas de morte maternal tais como a conhecida obstetra Dra. Donna Harrison, apontam que introduzir o aborto no contexto de um país desenvolvido sem antes melhorar a assistência básica de saúde materna aumenta o risco de morte materna, pois o sistema de saúde não pode adequadamente responder a complicações de procedimentos cirúrgicos invasivos tais como o aborto. Aliás, países como a África do Sul, que tem uma das leis de aborto mais liberais do continente, tem visto um aumento em mortes maternas atribuíveis em parte a complicações de abortos ilegais.
O Dr. Koch apresentou suas descobertas iniciais na reunião de inauguração do Grupo de Trabalho Internacional de Pesquisa Global da Saúde das Mulheres no mês passado em Washington, DC.
Este artigo foi usado com a permissão de: www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10021207.html
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6 de março de 2010

Lei do Preto Velho é aprovada debaixo do nariz da bancada evangélica do Rio de Janeiro

Lei do Preto Velho é aprovada debaixo do nariz da bancada evangélica do Rio de Janeiro

Omissão de deputados evangélicos na ALERJ facilita a aprovação da lei que obriga reverenciamento ao orixá Preto Velho e o transforma em patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro

O Preto Velho, entidade espiritual cultuada na umbanda, agora é patrimônio estatal. Em 9 de fevereiro de 2010 a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) aprovou o Projeto de Lei 1924/2008 que declara o Dia dos Pretos Velhos como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, determinando o revenciamento dessa entidade espiritual.
A autoria da lei é do Dep. Atila Nunes (PSL), que vem atuando fortemente para que todos os orixás das religiões afro-brasileiras tornem-se propriedade imaterial no Rio de Janeiro e passem a ser reverenciados através dessas leis. O Dep. Nunes está apenas aproveitando a incrível onda estatal de privilegiar tudo o que se refere à “cultura” afro-brasileira.

Base Legal

A Constituição Federal prevê no artigo 216 que os bens de natureza imaterial constituem patrimônio cultural brasileiro. Com tal proteção estatal, qualquer afronta ou ameaça ao patrimônio — no caso, o Preto Velho — deve ser punida na forma da lei.
A transformação da entidade espiritual Preto Velho em patrimônio e propriedade imaterial de inicio obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção dessa chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas, através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança. A lei dá todo esse poder a essa “cultura”.
Enquanto o PNDH-3 de Lula estabelece a “crucificação” dos crucifixos e outros símbolos cristãos em repartições públicas, o Rio de Janeiro, com a dormência dos deputados cristãos, já se prepara para preencher a lacuna espiritual.
Oficialmente, a data do Preto Velho será comemorada com festejos programados e realizados pelas Secretarias de Turismo e Ciência e Cultura e incluídos no calendário oficial e turístico do Estado. Assim, o Estado laico, que quer distância do Cristianismo e seus valores, está agora abraçado e amigado ao Preto Velho, graças principalmente às leis de igualdade racial, que transformam em “cultura” as práticas religiosas dos descendentes de africanos.

Discussões e omissões

O PL 1904/08 foi aprovado em 2ª votação, em 09/02/10, sem resistência. Os deputados evangélicos da ALERJ estranhamente não fizeram nenhum tipo de articulação para deter a aprovação da lei.
O único parlamentar a votar contra foi o deputado evangélico Edson Albertassi/PMDB, que em outros embates decisivos estava presente e deu voto contrário.
O nefasto no caso é o oportunismo eleitoral e religioso de deputados evangélicos que dizem que o Rio de Janeiro está sob “maldição espiritual” por causa das leis que homenageiam orixás, mas que na hora da votação — como na aprovação do feriado estadual de São Jorge, dia mundial do orgulho gay, umbanda, candomblé e iemanjá como patrimônio do Estado — se ausentam completamente dos embates. Na hora da votação, eles tomam chá de sumiço.
Paulo Teixeira em seu Blog Holofote critica os deputados que utilizam terrorismo religioso em época eleitoral culpando pessoas e governos, mas que são omissos em votações decisivas.
O Rio de Janeiro é hoje um mosaico de confusão religiosa, onde uma população majoritariamente católica e evangélica vive sob um número crescente de leis que dão aos orixás da “cultura” afro-brasileira uma estranha e louca intimidade com o Estado “laico”, trazendo pesadas conseqüências para as escolas públicas, onde os alunos serão obrigados a aprender a reverenciar o Preto Velho.
A ALERJ tem outros projetos que aguardam apenas a oportunidade de votação para completar “a agenda espiritual” dos orixás. Com a sonolência da bancada evangélica do Rio, tudo é possível para os orixás e seus adeptos.