30 de outubro de 2014

Presidente da Apple assume publicamente ser homossexual


Presidente da Apple assume publicamente ser homossexual

“Considero ser homossexual um dos melhores presentes que Deus me deu", disse o presidente da Apple

Julio Severo
O presidente da Apple, Tim Cook, revelou que é homossexual em um artigo publicado nesta quinta-feira no site da revista Bloomberg Businessweek. “Há anos, eu tenho falado com muitas pessoas sobre minha orientação sexual. Muitos colegas na Apple sabem que eu sou gay,” escreveu Cook, de acordo com o Portal Terra.
Cook também disse: “Deixe-me ser claro: eu tenho orgulho de ser gay, e considero ser gay um dos melhores presentes que Deus me deu.”
A ousadia de Cook em defender seu orgulho homossexual poderá aumentar os efeitos das políticas homossexualistas da Apple. Não é de hoje que essa mega-empresa americana censura conteúdo cristão.
De acordo com um relatório de 2011 conduzido pela Mídia Religiosa Nacional e pelo Centro Americano de Lei e Justiça, “Dos 425.000 aplicativos disponíveis no iPhone da Apple, os únicos censurados pela Apple por expressarem opiniões normalmente legais foram aplicativos com conteúdo cristão.”
Com ou sem o homossexualista Tim Cook, sempre foi fácil para a Apple censurar os cristãos em preferência da agenda gay.
O escândalo mais recente é a revelação de Edward Snowden, um ex-analista da CIA, mostrando como os serviços de inteligência dos EUA usam a Apple para monitorar a população mundial.
Considerando que a prioridade hoje do Departamento de Estado dos EUA é combater o “movimento anti-homossexualismo” no mundo inteiro, não é de surpreender que a Apple dê porta aberta para os serviços de espionagem dos EUA manterem a população mundial sob constante vigilância.
Uma grande empresa intrometida em união com um grande governo intrometido achando que podem tratar a população mundial como inimigo hostil por não aceitarem a agenda gay dos EUA. Isso é imperialismo homossexual.
Com informações do Portal Terra.
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29 de outubro de 2014

Cuidado com os falsos conservadores! Neocons e suas crueldades esquerdistas contra os cristãos


Cuidado com os falsos conservadores! Neocons e suas crueldades esquerdistas contra os cristãos

Julio Severo
Recebi um relatório ontem de Peter LaBarbera, uma das maiores vozes cristãs contra a agenda gay nos EUA, de que ele fora detido pela polícia de imigração quando entrou no Canadá. Fizeram uma busca intensa em seu telefone, notebook e pertences.
Não, não. LaBarbera não é um terrorista islâmico. De acordo com a Gaystapo e as turbas politicamente corretas, ele é pior: ele é “homofóbico” — um termo vago que pode ser livremente interpretado para se referir a criminosos ou meramente cristãos que citam versículos da Bíblia que condenam pecados homossexuais.
Os agentes canadenses confiscaram de LaBarbera uma cópia de DVD de um novo documentário russo chamado “Sodoma” como potencial “propaganda de ódio” em violação da lei canadense que proíbe materiais ou pessoas que podem potencialmente “incitar ódio” com base na “orientação sexual.”
“Sodoma,” que apresenta uma entrevista com o líder pró-família americano Scott Lively, do ministério Defend the Family International (Defenda a Família Internacional), apenas mostra a postura cristã tradicional de que a homossexualidade é uma perversão sexual.
LaBarbera estava entrando no Canadá para estar em seu próprio julgamento num tribunal porque sua manifestação pacífica em 12 de abril contra o aborto e a sodomia numa universidade pública canadense foi considerada “ódio.”
Ironicamente, o governo canadense que maltratou LaBarbera é o governo conservador de Stephen Harper, no poder há muitos anos. Os cristãos canadenses haviam votado nele para evitar maus-tratos da Esquerda contra os cristãos que se opõem ao aborto e à sodomia, e agora eles sofrem maus-tratos esquerdistas nas mãos de um governo conservador.
O Canadá “conservador” está se tornando um lugar perigoso para cristãos pró-vida e pró-família. Você pode com toda a liberdade protestar contra a sodomia e o aborto na Rússia, mas não no Canadá.

O amigo de LaBarbera

Passei meu dia ontem com um amigo americano de LaBarbera. Ele era o diretor de uma organização pró-família cristã num estado americano.
Vendo o avanço implacável da agenda homossexual e seus promotores, ele estava determinado a combatê-la sem concessões.
Mas algumas vozes “conservadoras” bem financiadas em seu estado achavam que concessões eram vitalmente importantes: “já que as organizações pró-família não poderiam permitir o ‘casamento’ homossexual, pelo menos deveriam deixar os ativistas homossexuais terem uniões civis.” Meu amigo de forma correta entendia que essas uniões civis eram um importante trampolim para pretensões mais elevadas, inclusive o “casamento” homossexual. Assim, ele resistiu a essas vozes, que vinham principalmente de grupos ligados aos neocons.
Então veio a batalha entre Barack Obama e Mitt Romney na última eleição presidencial dos EUA. As mesmas vozes diziam: “Romney é a única opção conservadora para derrotar Obama!” Conservadora? Meu amigo e outros conservadores reais sabiam que o primeiro estado a legalizar o “casamento” homossexual nos EUA foi Massachusetts, sob o governador Mitt Romney, que se tornou o primeiro governador americano a sancionar uma lei que transforma a sodomia em casamento oficial.

Satanás e Belzebu

Alan Keyes, um católico conservador, denunciou, num excelente artigo do WND, que a escolha entre Obama e Romney era realmente “Uma escolha entre Satã e Belzebu.” Esse artigo foi adaptado para a realidade brasileira em meu texto: “Uma escolha entre Satã e Belzebu na eleição presidencial do Brasil.”
Mas os neocons venceram. Eles disseram que era absurdo não apoiar Romney. A prioridade, diziam eles, era derrotar Obama.
Meu amigo foi removido da direção da organização pró-família porque cristãos conservadores foram enganados e levados a escolher Belzebu para derrotar Satanás… E enquanto ele estava mencionando para mim o relatório de LaBarbera sobre sua detenção por “homofobia,” ele me contou como os neocons são poderosos entre os conservadores dos EUA.
Os neocons têm muito mais poder político e dinheiro do que a maioria dos cristãos que se engajam em batalhas pró-família apenas para defender suas famílias. Mas os neocons têm interesses “mais elevados,” principalmente interesses ultranacionalistas às expensas de valores morais e cristãos.
O que acontece quando cristãos conservadores votam nos candidatos dos neocons? Só olhe para o governo “conservador” do Canadá e seus maus-tratos esquerdistas contra Peter LaBarbera.

“Conservadores” no Reino Unido

No Reino Unido, os cristãos também votam em conservadores para se protegerem desses maus-tratos esquerdistas. Mas o que é que eles conseguiram?
O governo britânico sob David Cameron, do Partido Conservador, aprovou uma lei que transforma a sodomia em casamento oficial.
Primeiro, a conversa “conservadora” política era: “vamos lutar contra o ‘casamento’ homossexual, mas pelo menos deixar os ativistas homossexuais obterem uniões civis.” Em seguida: “Agora, deixem que eles obtenham o ‘casamento’ homossexual!” Isso não é conservador. Isso é neocon, ou falso conservador.
Agora, de acordo com o WND, homossexuais britânicos estão processando para forçar as igrejas a casá-los! Tudo começou com um governo “conservador” fazendo concessões, concessões e mais concessões.
A próxima conversa será: “o ‘casamento’ homossexual não é importante. Os conservadores deveriam focar em assuntos mais importantes.” Importantes para os neocons, é claro.
Tanto o Canadá quanto o Reino Unido são referências relevantes para nossa compreensão de que votar em conservadores (ou falsos conservadores) não é uma solução. Pode se tornar outro grave problema.

Neocons e a perseguição aos cristãos

O governo “conservador” britânico segue os interesses dos neocons, não os interesses dos conservadores. De acordo com Murad Makhmudov e Lee Jay Walker, a perseguição aos cristãos vem no rastro das ambições dos neocons, que têm inflamado tortura e assassinato de cristãos no Kosovo, Líbia, Iraque, Síria e outras nações. Eles apontam que os EUA e o Reino Unido são as principais ferramentas dos neocons para facilitar a perseguição aos cristãos.
Então os neocons têm a capacidade de enganar os cristãos conservadores e levá-los a escolher seus candidatos “conservadores.” Em seguida, eles têm capacidade igual de impor maus-tratos esquerdistas aos cristãos em seus países enquanto ao mesmo tempo estimulam tortura e morte de cristãos em outros países.
Mesmo assim, os neocons sequestram os sentimentos conservadores em todos os lugares, enganando suas vítimas que os candidatos deles são melhores que seus inimigos.
Na recente eleição presidencial do Brasil, neocons americanos estavam ativamente envolvidos, conforme denunciado no artigo “Estrategista de Obama na campanha presidencial do Brasil.” O candidato deles era pró-agenda gay, mas os conservadores foram enganados para pensar: “A agenda homossexual não deveria ser importante agora.” A coisa importante era derrotar os inimigos dos neocons.
Nesse caso, como muitos brasileiros me contaram, se Obama estava com os neocons, ele é um herói!
Eu não compreendo por que os neocons são chamados de neo-conservadores, pois eles estão dispostos a apoiar qualquer causa, conservadora ou esquerdista, que avance a supremacia dos EUA.
Alan Keyes está certo. Candidatos esquerdistas não merecem nosso apoio. E definitivamente os candidatos dos neocons também não merecem.

Jesus e os governantes maus

Para um cristão conservador de verdade, há outra questão. Quando só os maus governam, os cristãos deveriam focar sua atenção apenas em prioridades espirituais: a pregação do Evangelho e a salvação dos pecadores.
Quando o Império Romano dominava Israel, Jesus nunca instigou seus discípulos sobre questões políticas. É claro que se há um candidato que não é anti-família, somos livres para apoiá-lo. Mas ambições políticas nunca foram a prioridade ou preocupação de Jesus. Ele nunca ficou obcecado sobre apoiar um governante mau contra outro governante mau. Aliás, ele nunca instigou seus discípulos nessas obsessões.
Quando estrategistas políticos manipulam os conservadores, penso em LaBarbera sendo detido por um governo conservador por sua postura cristã contra o aborto e a homossexualidade. Penso em meu amigo americano sendo removido da direção de uma organização pró-família porque neocons bem financiados acham que a supremacia das políticas americanas deveria também ter prioridade sobre questões pró-família. Penso nas igrejas britânicas sendo processadas para casar homossexuais. E penso nos cristãos na Síria e Iraque sendo degolados por causa do financiamento dos neocons dos EUA e Reino Unido aos degoladores islâmicos.
Nesta altura, deveríamos ter aprendido algo com o exemplo de Jesus e os ardis dos neocons.
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Enquanto a ONU se Exausta, Promotores do Aborto Pressionam Sem Parar


Enquanto a ONU se Exausta, Promotores do Aborto Pressionam Sem Parar

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) Líderes mundiais vêm e vão. Em seu rastro, o trabalho básico é feito.
Os que restam na sede da ONU — embaixadores, delegados, autoridades e funcionários da ONU — estão se exaustando nas centenas de resoluções de assuntos triviais como o orçamento bianual de 5,5 bilhões de dólares da organização, para acabar com as guerras e promover direitos humanos. No ano passado a Assembleia Geral adotou 316 resoluções.
O item mais importante neste ano é o novo sistema de desenvolvimento que substituirá as Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDM). Há quase dois anos estão em andamento negociações sobre o qual deve ser o foco da agenda de desenvolvimento pós-2015.
No começo deste ano, um grupo de trabalho da Assembleia Geral, do qual a maioria dos países membros participou, propôs 17 Metas de Desenvolvimento Sustentável. Eles tentaram atingir um equilíbrio entre objetivos de países pobres e ricos.
Os países pobres querem compromissos concretos que melhorarão a vida das pessoas no mundo em desenvolvimento. Os países ricos querem limitar seus compromissos, enquanto ao mesmo tempo promovem valores e normas ocidentais.
Grupos abortistas estão entre os que estão fazendo campanha feroz para ter um pedaço do bolo, e eles têm alguns países de seu lado. Eles querem que a saúde sexual e reprodutiva seja uma prioridade a fim de receberem mais dinheiro para expandir suas operações e fazerem lobby por maior acesso ao aborto. Eles têm montado uma campanha que abranja todo o sistema da ONU para tornar o aborto um direito humano.
Na semana passada, durante uma reunião da ONU, um delegado suíço perguntou a Nicole Ameline, presidente de um comitê que monitora a implementação do tratado da ONU sobre os direitos das mulheres, se o comitê tinha uma posição sobre o aborto, especificamente em casos de estupro ou deficiência. A resposta dela foi obscura. Ela disse que o comitê não tinha “nenhum requisito particular” sobre o aborto, mas então com hesitação disse que o comitê cria que nesses casos os países deveriam “…potencialmente… permitir o aborto.”
“Cremos que nossa posição é defensível,” ela acrescentou.
As negociações para a agenda final de desenvolvimento pós-2015 começam com seriedade no começo do próximo ano a ser adotadas em setembro. Os embaixadores do Quênia e Irlanda facilitarão as negociações. Um relatório do secretário-geral sobre as consultas e atividades nos dois anos passados está sendo muito antecipado no próximo mês. A intenção é que o relatório seja um trampolim para negociações, mas provavelmente refletirá os desejos dos países que fazem doações. O secretário-geral tem de prestar contas a esses países.
Os países ricos têm uma vantagem distinta em todas as negociações da ONU. Não só eles contribuem mais dinheiro para o sistema da ONU, influenciando assim a perspectiva dos funcionários e autoridades da ONU — 16 países membros contribuem 80% do orçamento da ONU, e 128 contribuem apenas pouco mais de 1% do orçamento da ONU —, mas eles também dão aos países pobres assistência bilateral e portanto esperam ter mais influência no modo como o dinheiro deles é gasto. Além disso, os países ricos têm números exponencialmente mais elevados de funcionários mais bem treinados em Nova Iorque do que os países pobres. As negociações da ONU podem ser desanimadoras para delegados de países em desenvolvimento. Considerando essas desvantagens, seus esforços necessariamente convergem para a obtenção de assistência.
Embora os países ricos tenham mais em jogo em termos de investimento no sistema da ONU, os países pobres dependem do apoio e orientação da ONU para sua própria sobrevivência. É por isso que a agenda de desenvolvimento pós-2015 é uma ferramenta tão forte. Tudo o que conseguir entrar nesse novo plano se tornará um ponto central das campanhas da ONU, investimentos governamentais e aproximadamente 130 bilhões em assistência de desenvolvimento oficial a cada ano.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Bispo Macedo: a favor do aborto e contra profecia

28 de outubro de 2014

Congressista Acusa Autoridades de Obama de Ajudar Abortos Forçados da China


Congressista Acusa Autoridades de Obama de Ajudar Abortos Forçados da China

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) Fotos de mães e seus bebês abortados a força ricocheteiam pela internet. Agentes de planejamento familiar extorquem multas imensas de lavradores. Um advogado é torturado e encarcerado por defender as mães. Zhang Yimou, um aclamado produtor cinematográfico da China, foi multado em 1,24 milhão de dólares por violar sua quota de filhos.
Nos seis anos passados, estão se acumulando provas da aplicação brutal da lei chinesa de um filho só. Agora um congressista dos EUA está acusando as principais autoridades de Obama de quebrar as leis americanas e ajudar as políticas de aborto forçado da China.
Obama deu 227 milhões de dólares para uma agência da ONU que facilita a política de um filho só, e vistos para autoridades chinesas com ligações aos atos brutais de abortos forçados, acusou o Dep. Chris Smith (R-NJ). 
Os EUA proíbem financiamento federal de organizações cúmplices das políticas de esterilização e aborto forçado da China, mas permitem que estrangeiros diretamente envolvidos em sua aplicação entrem nos EUA. “Poucos infratores têm seus vistos rejeitados,” Smith disse.
Smith deu uma lista interminável de abusos da China e como as autoridades de Obama os possibilitam num discurso na semana passada.
As penalidades duras da China por ter um filho sem permissão governamental abrangem de sequestro e abortos forçados, cadeia, perda de empregos, destruição de lares e multas até dez vezes mais que a renda anual dos pais.
Em apenas 24 províncias, mais de 3 bilhões de dólares foram coletados por ano em multas, muitas vezes apropriadas por burocratas locais.
Recentemente, os líderes chineses estão determinados a pressionar enquanto as vítimas postaram fotos na internet e descreveram abusos, provocando fúria internacional. Em alguns casos responsáveis pela aplicação da lei foram demitidos e famílias receberam assistência.
Em vez de aumentar a pressão, as autoridades de Obama dão sinais de que endossam a política da China.
O vice-presidente Joe Biden disse a uma audiência chinesa que ele “entendia plenamente” a política de um filho só e não estava “com segundos pensamentos” sobre o governo chinês por impô-la. Smith apontou para o fato de que o histórico de Biden apoiava seu sentimento insensível: como membro do Senado dos EUA, ele rejeitou uma emenda que condenava a política de um filho só.
Chen Guangcheng — o advogado autodidata cego preso e torturado por defender mulheres de abortos forçados — ligou para Smith durante uma audiência do Congresso de uma sala de hospital em Beijing com medo. Sua escapatória ousada da prisão domiciliar e viagem para a Embaixada dos EUA em Beijing capturou a atenção do mundo — ainda mais quando os auxiliares da secretária de Estado Hillary Clinton o mandaram da proteção da embaixada ao hospital infestado de policiais. Depois de críticas intensas, as autoridades de Obama permitiram que Chen fugisse para os EUA.
Quando perguntaram a Clinton se ela ou o presidente Obama tocou no assunto de abortos forçados na China com o presidente Hu Jintao, ela recusou responder.
Não só as autoridades de Obama fazem de conta que não veem os abusos da China, mas dão dólares de impostos de renda para uma organização que financia e dá orientação à agência de planejamento familiar da China, inclusive equipes de treinamento.
O FNUAP trabalha exclusivamente na China com a agência de planejamento familiar, que é mais bem financiada do que outras burocracias de saúde da China e desprezada pelos cidadãos por sua corrupção e práticas brutais. Esse laço foi fortalecido quando o FNUAP ficou do lado da China quando os EUA pararam de financiar a agência da ONU por causa de seu trabalho que apoia a política de um filho só.
“Por mais de três décadas, o FNUAP tem sistematicamente louvado o programa de controle populacional da China e frequentemente exortado outros países a adotar políticas semelhantes,” disse Smith.
Quando Smith desafiou Peng Peiyun, a autoridade máxima de controle populacional da China, para acabar com a coerção, ela lhe disse que “o FNUAP apoiou muito o programa de um filho só por casal” e “categoricamente concorda com ela que o programa é voluntário e que não existe coerção.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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27 de outubro de 2014

EUA dão bilhões de dólares para “combatentes da liberdade” que degolam crianças


EUA dão bilhões de dólares para “combatentes da liberdade” que degolam crianças

Matt Barber
Não dá mais para saber a diferença entre mocinhos e bandidos. Você mesmo já deve ter visto isso no noticiário. O mundo civilizado está chocado e horrorizado. Os cristãos e pessoas da etnia yazidi estão, aos milhares, fugindo do Iraque e outros países para salvar a própria vida, enquanto os seguidores do “profeta” Maomé, também conhecidos como “Estado islâmico,” continuam a cometer matanças brutais contra esses “infiéis” em fuga, chegando ao ponto de torturar, desmembrar e decapitar crianças enquanto seus pais são forçados a assistir a tudo.
Como pai de três filhos, não consigo compreender essas coisas. Não consigo nem mesmo pensar nessas coisas. O que eu faria, o que qualquer um de nós faria, para deter isso? Se você e eu estivéssemos no lugar de nossos irmãos e irmãs cristãos árabes, renunciaríamos à nossa própria vida para que nossos bebês preciosos pudessem viver?
Sem nenhuma demora ou hesitação.
Mas tem mais: descobriu-se que, sob o presidente Barack Obama, o governo dos EUA vem subsidiando, ao custo considerável de bilhões de dólares, outra seita de extremistas militantes que, da mesma forma e com igual fervor religioso, estão torturando, desmembrando e decapitando crianças em massa. A única diferença material é que, de acordo com autoridades dentro do governo dos EUA e conforme a política americana, esse segundo bando de monstros terroristas são, por alguma razão desconhecida, considerados “combatentes da liberdade.”
Diversos relatórios provam de forma conclusiva que esses fanáticos fundamentalistas estão atraindo, com seduções, famílias de segurança relativa com conversas enganadoras de liberdade e uma vida melhor, e então abruptamente transformando-as nos sociopatas ímpios que eles mesmos são. É praticamente horrível demais para descrever, mas penso que tenho de fazer isso.
Esses “combatentes da liberdade” estão então, sem nenhum sentimento de compaixão, matando, debaixo de torturas, crianças apavoradas na presença de seus pais. Toneladas de evidência revelam, por exemplo, que esses bárbaros estão, em muitos casos, brutalmente serrando fora os braços e as pernas de crianças inocentes enquanto elas se contorcem de dores excruciantes, só para eliminá-las com uma decapitação sem cerimônia.
Talvez o aspecto mais repugnante e imperdoável disso tudo, porém, seja que, embora relatórios tenham comprovado que a maioria dos membros do Congresso, governadores e até legisladores americanos tenham sido alertados para o fato de que o governo dos EUA está ajudando a financiar e facilitar esses crimes generalizados contra a humanidade, só uma minoria de legisladores tem disposição de levantar um dedo para deter isso.
E assim esse genocídio, financiado pelos americanos que pagam impostos, prossegue sem trégua.
Enquanto os políticos que os americanos elegem, tanto do Partido Democrático quanto do Partido Republicano, fazem de conta que não estão vendo nada, o governo de Obama continua de modo silencioso a canalizar 540 milhões de dólares por ano (isso significa 1,5 de milhões dólares por dia) de dólares dos americanos que pagam impostos para armar e equipar esse bando assassino de radicais religiosos.
Daí, qualquer diferença importante entre os islamistas assassinos de crianças no Oriente Médio e o aliado assassino de crianças no governo americano é, no máximo, entre o superficial e o insignificante.
Enquanto que o ISIS e os muçulmanos fundamentalistas no Iraque decapitam crianças e, ao fazerem isso, se consideram combatentes da liberdade em nome de Alá, os aliados fundamentalistas dos EUA decapitam crianças e, ao fazerem isso, se consideram combatentes da liberdade em nome da deusa do sexo e erotismo.
Enquanto os islâmicos fundamentalistas usam máscaras negras, agitam bandeiras negras e, enquanto estou escrevendo, estão dirigindo suas caravanas em direção a Bagdá, os americanos fundamentalistas usam máscaras médicas, agitam a bandeira da “liberdade reprodutiva” e, enquanto eu estou escrevendo, estão dirigindo seus carros luxuosos para sua clínica de aborto local nos EUA.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: U.S. gives billions to child-beheading “freedom fighters”
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26 de outubro de 2014

Um cristão deve ser antimarxista


Um cristão deve ser antimarxista

Eguinaldo Hélio Souza
Um verdadeiro cristão deve ser completamente antimarxista. Por quê? Pelo simples fato do marxismo ser anticristão.
E o marxismo não é anticristão em sua história. É anticristão em sua essência. Não é anticristão por ter matado milhões de cristãos. Antes matou milhões de cristãos por ser anticristão. Esse é um fato. Qualquer tentativa de negá-lo não passará de no mínimo auto engano e no máximo pura fraude.
Os ataques do marxismo não são exclusivamente contra o cristianismo, porém, na prática, ele fez dos cristãos o principal alvo de seu ódio. “O nazismo odiava o Deus de Abraão; o comunismo odiava todo tipo de deus, principalmente aquele Deus”, escreveu Alain Besançon. Por ter nascido no seio do cristianismo e por ter se propagado em países onde este era maioria, os cristãos do mundo inteiro foram vítimas dessa ideologia. Não houve na história um único país que tenha adotado o marxismo e não tenha, de alguma forma, perseguido a Igreja.
Mas o comunismo quer abolir estas verdades eternas, quer abolir a religião e a, moral, em lugar de lhes dar uma nova forma e isso contradiz todo o desenvolvimento histórico anterior. [1]
Quando Marx escreveu isso em 1848 no famigerado Manifesto Comunista, abolir as verdades eternas e abolir a religião só poderia significar abolir a teologia e a prática cristã, pois essa era a religião de seu meio. Os mártires cristãos dos países comunistas nada mais foram do que fruto óbvio de suas intenções.
“Posso entender”, escreveu um pastor que passou anos sendo torturado por sua fé, “posso entender que os comunistas prendam padres e pastores como contra-revolucionários. Mas por que os padres foram forçados a dizer a missa sobre excrementos e urina, na prisão romena de Piteshti? Por que cristãos foram torturados para tomarem a comunhão com esses mesmos elementos? Por que a obscena zombaria da religião?” (Era Karl Marx um satanista?, p. 47). Sim, por quê? Simples, porque o marxismo é anticristão e seu alvo é destruir o cristianismo tão logo possa fazê-lo.
Deus, salvação, pecado, espírito eram conceitos negados por Marx e seus seguidores. Só existe a matéria e tudo o mais além disso eram invenções das classes dominantes para manter sua supremacia. Envenenado pelo ateísmo de seu tempo sua doutrina não se ateve apenas às questões políticas e econômicas. Para chegar a estas teve que formular uma concepção do mundo e da História que suplantasse o próprio Cristianismo e a história da salvação. Para Marx e Engels, sua teoria filosófica era superior a tudo o que houve antes. O cristianismo não passava de uma ilusão criada pelas condições econômicas, um inimigo a ser vencido.
O sistema marxista nunca co-existiu pacificamente com o Cristianismo. Ou ele tentou dominá-lo, ou destruí-lo, ou corrompê-lo. E assim o fez. Marx odiava o cristianismo, por que esperar que seus seguidores o tolerrassem?
Para Marx, de qualquer forma, a religião cristã é uma das mais imorais que existe (Karl Marx, Vida e Pensamento, David McLellan, Vozes, p. 54).
Como, pois conciliar cristianismo e marxismo? Qualquer cristão que tente fazê-lo logo mais sentirá seu ferrão. Andarão dois juntos se não estiverem de acordo? O objetivo é sempre estabelecer a sharia comunista, onde as ideias da esquerda destroem qualquer opinião contrária juntamente com seus opinantes.
Onde chegou o marxismo houve tentativa de destruir o cristianismo. Talvez um bom exemplo disso seja o que aconteceu na Rússia, onde prevalecia a Igreja Ortodoxa.
A Igreja Ortodoxa sofreu a mais longa e a mais intensa perseguição de que lembra a História (..) a Rússia era cristã há um milênio. A Igreja foi dizimada, visto que a maior parte dos bispos e dos padres, juntamente com milhares de crentes, tomaram o caminho dos campos. [2]
E assim foi na China, na Coréia do Norte, no Camboja, em Cuba e onde quer que a ideologia marxista tenha chegado. Os mártires cristãos sob essa ideologia superam em muito todos os mártires de toda Era Cristã. Abaixo, um exemplo da China
O holocausto silente, conhecido como Revolução Cultural [na China], havia invadido outro lar inocente. Cena semelhante se repetia há muitos quilômetros ao sul, onde mais de vinte funcionários da Associação Cristã de Moços e da Associação  Cristã de Moças foram forçados a ajoelhar-se perante um monte de bíblias em chamas. Enorme multidão presenciava o espetáculo. À medida que as chamas se intensificavam e irradiavam o calor na direção das vítimas, estas gritavam de dor excruciante. Atormentados por intensas queimaduras, muitos se suicidaram, atirando-se de altos edifícios. Eram estes os mesmos secretários e pastores progressistas que apoiaram a política do governo nos anos 50, louvando o partido comunista por conseguir o que o Cristianismo não havia conseguido em cem anos.  [Grifo meu] [3]
A igreja precisa se opor ao marxismo seja qual for o nome adotado por ele: socialismo, comunismo, progressismo. Precisa rejeitá-lo em qualquer área que ele queira se infiltrar: política, filosofia, história, sociologia, teologia, etc. Precisa falar contra, escrever contra, votar contra. Precisa combatê-lo como se combate qualquer heresia cristã. Ou antes, como uma das piores heresias cristãs, pois transformando o Estado em seu Leviatã oprime a tudo e a todos.
Mesmo que ele se apresente em uma forma amiga e agradável, não passará de Lúcifer transformado em anjo de luz. Seus frutos venenosos podem demorar a aparecer e podem ser antecedido pelas flores mais belas. Isso não diminuirá seu veneno e nem o seu poder destruidor como vemos hoje na Venezuela.
Não basta ele ser derrotado nas urnas. Precisa ser extirpado das cátedras, da cultura, das mentes. Não com sangue e força bruta, mas com inteligência e coragem daqueles que se proclamam cristãos.
Já deixamos o monstro crescer demais. Não somos inocentes. Sua força nasceu da conivência e da negligência dos cristãos. Alimentou-se da ganância e da inocência. E se lhe for permitido se imporá sem dó nem piedade sobre tudo o que é possível se impor, desde a política até a religião.  
1. MARX, K. e  ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Global Editora, 1986, p. 35
2. BESANÇON, Alain. Breve tratado de sovietologia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.
3. LAWRENCE, Carl. A Igreja  na China. São  Paulo: Vida, 1987, p. 25, 26.
Leitura recomendada:
O racismo de Karl Marx

25 de outubro de 2014

Estrategista de Obama na campanha presidencial do Brasil


Estrategista de Obama na campanha presidencial do Brasil

Julio Severo
A campanha presidencial do Brasil em 2014 teve o envolvimento de um importante estrategista de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: David Axelrod. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, Axelrod havia sido contratado para ajudar a construir a candidatura de Aécio Neves.
Obama e David Axelrod
A ideia de estrategistas americanos trabalhando em campanhas eleitorais do Brasil não é novidade. Durante a eleição de 2010, Ben Self, que trabalhou na campanha de Obama, foi contratado como consultor da atual presidente Dilma Rousseff.
O que é anormal acerca do envolvimento de David Axelrod na campanha de Aécio Neves é que ele é um homem muito influente no Partido Democrático, de Obama.
De acordo com o WND, Axelrod foi mentorado por um comunista americano. O WND também diz: “Mais do que qualquer outra figura importante, David Axelrod foi quem tornou Barack Obama presidente… A imagem de Obama foi em grande parte obra das mãos de Axelrod.”
De acordo com Ann Coulter, Axelrod era conhecido por destruir homens que denunciavam Obama.
Axelrod fez Obama presidente — o presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história dos EUA.
Considerando que a presidente Dilma Rousseff é tão abortista e homossexualista quanto Obama é, qual é então o principal interesse do principal estrategista de Obama em ajudar o oponente de Dilma?
No passado, Obama louvava abertamente Dilma e seu antecessor, Lula, muito embora Dilma e Lula fossem socialistas anti-EUA. Ambos os presidentes brasileiros são alinhados à agenda abortista e homossexualista do governo americano, principalmente no sistema da ONU. Sua relação tem sido tensa apenas por causa de questões econômicas que poderiam colocar em risco a hegemonia econômica dos EUA.
Axelrod foi trazido ao Brasil com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, também conhecido por suas iniciais FHC — que é amigo íntimo do ex-presidente americano Bill Clinton. FHC fundou o PSDB, o Partido da Social Democracia, cujo candidato presidencial é Aécio Neves.
A plataforma presidencial de Aécio é tão homossexualista quanto a plataforma de Dilma. E o vice de Aécio, Aloísio Nunes, é tão pró-aborto quanto Dilma. Para mim, não existe nenhuma falsa esperança de que Aécio poderia descontinuar as políticas homossexualistas de Dilma.
Mesmo assim, tanto FHC quanto Neves são identificados de forma errada como “conservadores” pelos meios de comunicação dos EUA.
Desesperados com as políticas abortistas e homossexualistas de Dilma, muitos cristãos no Brasil querem votar em Aécio. Mas se o estrategista socialista americano que fez Obama presidente tiver também sucesso em fazer Aécio Neves presidente, ele também será o presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história do Brasil?
Eu não sei. Mas sei que Aécio é o candidato do estrategista socialista do presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história dos EUA!
Por isso, não tenho nenhuma falsa esperança de que Aécio se oporá às agendas anti-vida e anti-família. Não tenho nenhuma esperança de que ele se oporá à agenda homossexualista que o governo de Obama vem impondo nas nações.
Como escritor pró-família, tenho de ser honesto sobre os dois candidatos socialistas (anti-EUA e pró-EUA) que estão concorrendo à presidência do Brasil. Aliás, dois dias atrás, no auge desta campanha política, meu blog foi fechado pelo Google depois que publiquei meu artigo atacando a plataforma homossexualista de ambos os candidatos. Sob pressão, o Google restaurou meu blog em 24 horas.
Para compreender Aécio Neves e suas conexões com o governo de Obama, convidei para uma entrevista Wayne Madsen, um jornalista investigativo americano cujo trabalho tem aparecido em meu site favorito, o WorldNetDaily. Não concordo com Madsen em muitas coisas, mas acho que ele está correto em alguns pontos. Madsen ficou conhecido por revelar as conexões de Obama à CIA. Leia a entrevista:
Julio Severo: Por 12 anos, o Brasil tem tido um partido socialista (Partido dos Trabalhadores) governando. Em muitos aspectos, esse partido está também alinhado à agenda abortista e homossexualisa dos EUA. Por que os neocons aceitam um alinhamento brasileiro a essa agenda, mas não a Cuba e Venezuela?
Wayne Madsen: George Soros é o financiador do FEMEN e Pussy Riot, que têm realizado ataques em igrejas na Rússia e em toda a Europa. Soros e sua gangue, que têm uma aliança com neocons para forçar o mundo a implorar todos os bens e serviços de um grupo poderoso de conspiradores de Wall Street e gângsteres de Londres — inclusive os Rothschilds —, são os reais inimigos do povo. Eles desejam colocar o homem deles, Aécio, e seu assessor financeiro, Armínio Fraga Neto, um executivo da Fundação Quantum (de Soros), para governar o Brasil.
Julio Severo: A maioria dos conservadores brasileiros está disposta a votar em qualquer candidato só para se livrar da socialista Dilma. O que você pensa sobre isso?
Wayne Madsen: Se votarem em Aécio, os brasileiros terão um governo influenciado por Soros que venderá a preço de banana o patrimônio do Brasil.
Julio Severo: A plataforma de governo de Aécio segue os itens homossexualistas do governo atual de Dilma. Não existe diferença. A diferença em outros aspectos é: Dilma está envolvida com bandidos em Cuba e Venezuela. Em contraste, Aécio quer indicar para seu possível futuro governo indivíduos ligados a George Soros. Ele tem também conexões com neocons dos EUA. Será que você poderia nos contar o conhecimento que você tem sobre isso?
Wayne Madsen: Rubens Antônio Barbosa, assessor de política externa de Aécio, é um neocon inflexível que removerá o Brasil dos BRICS. Diplomatas neocons da Embaixada dos EUA em Brasília e do Consulado-Geral dos EUA no Rio estão ajudando a campanha de Aécio a fim de colocar “seu menino bonzinho” no poder.
Julio Severo: O livro “The Next Decade: What the World Will Look Like” (A Próxima Década: Como o Mundo se Parecerá), de George Friedman (do Stratfor, que presta serviços de consultoria para o governo dos EUA), tem um capítulo interessante dizendo que o Brasil poderá representar a próxima ameaça para a supremacia econômica dos EUA, e sugere que a estratégia dos EUA para prejudicar a expansão brasileira seria fortalecer os vizinhos do Brasil, principalmente a Argentina. Essencialmente, os EUA tratariam o Brasil nas próximas décadas como tratam hoje a Rússia, mas não porque os EUA querem impedir algum comunismo brasileiro. A razão é impedir o Brasil de se tornar um rival econômico para os EUA. O que você pensa sobre isso?
Wayne Madsen: Se o Brasil se tornar uma grande potência econômica, tudo o que os EUA deveriam fazer é aceitar isso e parar de pensarem que são o novo Império Romano. Se o governo americano insistir nessa rota de novo Império Romano ao estilo fascista, os EUA se desintegrarão tão rápido quanto o Império Romano. 
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