20 de Julho de 2009

Carta enviada à revista “Cristianismo Hoje”

Carta enviada à revista “Cristianismo Hoje”

Olavo de Carvalho

Vocês falam do Júlio Severo naquele tom de superioridade fingida que é a linguagem por excelência dos fariseus hipócritas. Em vez de ajudá-lo no seu combate, como teriam o dever de fazer, procuram atiçar contra ele a sanha dos maledicentes e os risos dos escarnecedores. Ninguém mais do que eu diverge do Júlio numa infinidade de questões, mas não avalio seres humanos segundo sua semelhança ou dissemelhança comigo, e sim segundo suas qualidades intrínsecas, que no Júlio são grandes e esplêndidas, a começar pela sua coragem e pela sua fé cristã inabalável. A simples omissão dos cristãos em geral diante das perseguições que ele sofre já seria um pecado intolerável, mas vocês foram além da omissão: em vez de dar de beber a quem tem sede, meteram-lhe uma colherada de sal na boca. Capricharam na impiedade. Depois disso, não esperem que, no meu programa “True Outspeak” ou nos meu artigos, eu trate vocês de maneira respeitosa. Quem desrespeita o cristão perseguido torna-se automaticamente indigno de respeito.

30 de junho de 2009

Fonte: Olavo de Carvalho

Leia mais:

Entrevista original de Julio Severo para a revista Cristianismo Hoje

19 de Julho de 2009

Solana — Vamos forçar o nascimento da Palestina

Solana — Vamos forçar o nascimento da Palestina

Stan Goodenough

Se Israel e os árabes palestinos não estão preparados para fazer suficientes concessões para realizarem a criação do Estado da Palestina na Terra de Israel, a comunidade internacional deverá ir adiante e reconhecer a existência de tal Estado, fazendo assim de seu nascimento um fait accompli [caso consumado].

Essa recomendação para impor forçosamente a vontade do mundo sobre Israel foi feita pelo czar da política exterior da União Européia, Javier Solana.

O espanhol, que no mês passado tornou-se o primeiro diplomata europeu de alto escalão a se encontrar publicamente com um membro do grupo terrorista libanês Hezb’allah (Partido de Alá), patrocinado pelo Irã, anunciou sua proposição enquanto fazia uma palestra em Londres.

De acordo com a Reuters, Solana disse que o Conselho de Segurança das Nações Unidas deveria aprovar oficialmente uma lei internacional compulsória adotando a "solução dos dois Estados" como a fórmula aceita e sustentada universalmente para resolver o conflito árabe-israelense.

O movimento deveria incluir resoluções com respeito às fronteiras de Israel e da Palestina, a resolução do problema dos refugiados "palestinos", a questão dos direitos de propriedade de Jerusalém, e providências relacionadas à segurança.

A Reuters citou Solana, dizendo que a resolução "aceitaria o Estado palestino como um membro pleno das Nações Unidas e estabeleceria um calendário para implementação. Estipularia a resolução de outras disputas territoriais que restam e legitimaria o final das reivindicações".

A recomendação radical de Solana vem após anos de esforços internacionais infrutíferos para coagirem Israel a aceitar a rendição de seu berço nacional e de suas antigas terras históricas em favor da criação de um Estado palestino.

Incapaz de aguentar a pressão, consecutivos governos de Israel têm feito inúmeras concessões para demonstrarem sua disposição em promoverem a paz. Em contraste vívido, o lado árabe tem rejeitado veementemente qualquer forma de concessão, recorrendo repetidamente à violência e ao terror.

Crê-se que Solana veio à frente com sua mais recente recomendação motivado pela abordagem mais pró-árabe da administração Obama com relação à promoção da paz no Oriente Médio.

Embora não tenha havido qualquer resposta oficial do Conselho de Segurança à ideia de Solana, a proposição será vista como uma ameaça não tão velada que servirá para alavancar substancialmente o já intenso nível de pressão que está sendo imposto sobre o governo de Netanyahu para "fazer um acordo imediatamente" (Stan Goodenough, www.jnewswire.com/ - www.Beth-Shalom.com.br).

Publicado na revista Notícias de Israel 8/09.

Divulgação: www.juliosevero.com

18 de Julho de 2009

Um globalismo cristianizado?

Um globalismo cristianizado?

Olavo de Carvalho

Em qualquer texto doutrinário que vise a influenciar de algum modo a vida política, é preciso distinguir três níveis: (1) os princípios morais e políticos gerais proclamados ou implícitos; (2) a análise da situação concreta, e (3) as ações sugeridas ou apoiadas. No primeiro nível, a Encíclica Caritas in Veritate proclama a necessidade de fundar toda política social na caridade, e esta na verdade: “Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é a luz que dá sentido e valor à caridade.” No segundo nível, oferece um diagnóstico totalmente falso das causas da presente crise econômica. No terceiro, sugere como remédio aos males da economia atual a intensificação e ampliação das mesmas causas que os determinaram. Por mais que eu respeite a pessoa do Papa e a santidade do seu ofício, não posso ver aí verdade nenhuma, nem portanto caridade, exceto se por esta palavra entendermos as boas intenções ineficazes que a própria Encíclica condena.

Desde logo, Bento XVI apresenta como causa fundamental dos problemas atuais a desregulamentação da economia e a redução das redes de segurança social, que trazem “grave perigo para os direitos dos trabalhadores, os direitos fundamentais do homem e a solidariedade atuada nas formas tradicionais do Estado social.” Precisamente ao contrário, a ampliação desmesurada da previdência social — quase sempre forçada por meio dos mesmos argumentos agora usados por S. Santidade — foi que causou a falência do sistema bancário e, portanto, dos Estados que nele se apóiam. É verdade que “os sistemas de segurança social podem perder a capacidade de desempenhar a sua função”, mas não porque o mercado foi desregulamentado e sim porque lhes falta dinheiro para atender às exigências crescentes de ONGs ativistas, “movimentos sociais” e organismos internacionais, inclusive em favor da imigração ilegal. Quando Bento XVI oferece como solução para a crise econômica o aumento do poder regulador desses organismos, ele esquece que esse poder já veio crescendo, nas últimas décadas, ao ponto de impor a muitos países obrigações sociais que sua economia não suporta.

Por outro lado, é claro que muito do falatório liberal em favor da “abertura dos mercados” não veio de nenhum amor sincero ao liberalismo econômico, mas como expediente maquiavélico para debilitar os Estados nacionais e transferir sua soberania a organismos globais controladores, de modo que tanto as vantagens quanto as desvantagens daquela abertura concorressem igualmente para o acréscimo do poder da elite globalista.

Os beatos de sempre vão assegurar-nos, é claro, que a nova Encíclica não é um manifesto de apoio ao governo global. O texto mesmo dá-lhes o desmentido formal: “Para sanar as economias atingidas pela crise, ... urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial” investida de “poder efetivo”. Como modelo dessa autoridade, S. Santidade sugere... o Estatuto das Nações Unidas! Publicada com poucos dias de antecedência da nova reunião dos líderes do G-8, que já proclamam a necessidade de adotar em escala mundial uma política de “estímulos” como a implantada pelo presidente Barack Obama nos EUA, qual outro efeito real pode ter essa Encíclica senão o de um incentivo legitimador a que esses indivíduos façam precisamente o que querem fazer? Se, enquanto isso, o desemprego que Obama prometia eliminar cresce a olhos vistos, levando o próprio vice-presidente Joe Biden a confessar que a política alegadamente salvadora se baseou numa interpretação errada da economia, isso não impede S. Santidade de endossar como certa essa mesma interpretação errada e de sugerir que a solução fracassada seja ampliada em escala mundial.

A obstinação dos altos círculos católicos na idolatria do “controle global” não vem de hoje. Como o próprio Bento XVI reconhece, “depois da queda dos sistemas econômicos e políticos dos países comunistas da Europa Oriental,... na seqüência dos acontecimentos do ano 1989, o Pontífice (João Paulo II) pediu que o fim dos ‘blocos’ fosse seguido por uma nova planificação global do desenvolvimento, não só em tais países, mas também no Ocidente.” Ou seja, do fracasso total do maior experimento de economia planificada já tentado neste mundo, João Paulo II concluía que era preciso mais planificação ainda, e de dimensões globais.

Não se trata, aqui, de fazer a apologia abstrata da liberdade de mercado. É verdade que a modéstia na intervenção estatal coincide universalmente com a prosperidade (o Índice de Liberdade Econômica do Hudson Institute prova isso ano após ano), mas, como já tenho explicado dezenas de vezes, em geral essa liberdade vem hoje articulada a um projeto político que só a expande em escala local para melhor estrangulá-la no plano mundial. Nenhuma referência a essa maliciosa articulação de estratégias se vê na Encíclica de Bento XVI. Reconhecendo embora o poder criativo do livre mercado, o Papa não só faz a apologia do maior controle burocrático, mas sugere que dele participem as entidades da “sociedade civil”, como se não tivesse sido justamente a pressão dessas entidades – quase sempre apoiadas num discurso enganosamente cristão e subsidiadas pela elite globalista – que levou à destruição do sistema bancário.

Se, em aparente compensação, Bento XVI exorta os planificadores globais a orientar suas ações num sentido cristão, ele não fornece nem a mais mínima sugestão prática de como realizar essa cristianização do globalismo. A proclamação dos valores cristãos paira no céu das generalidades abstratas, enquanto, no plano da ação prática, só o que se sugere é a ampliação dos controles globais. Sem conexão com as medidas efetivas sugeridas, o apelo à verdade e à caridade funciona, nesse documento, tão-somente como um adorno retórico, embelezando um programa político que não tem com ele a menor conexão lógica e que oferece, como solução do mal, a ampliação das causas que o geraram. Os líderes do G-8 estão livres para brandir a Encíclica Caritas in Veritate como um poderoso argumento em favor de políticas que já haviam escolhido de antemão.

Para piorar formidavelmente as coisas, é público e notório que o poder globalista em expansão, longe de se inspirar no que quer que seja de genuinamente cristão, tem como um de seus objetivos professos — intimamente associado às suas políticas econômicas — a implantação de uma religião universal biônica, na qual a Igreja Católica, expurgada de seus elementos tradicionalistas, se integre como um instrumento dócil da maior farsa espiritual já tentada no universo (v. documentação cabal em Lee Penn, False Dawn. The United Religions Initiative, Globalism and the Quest for a One-World Religion, Hillsdale, NY, Sophia Perennis, 2004). Ao longo do texto, Bento XVI esperneia, aqui e ali, contra o relativismo e a descristianização, como se estes males viessem do ar e não do mesmo establishment globalista cujo poder ele procura expandir.

O dilema em que esse documento coloca os católicos é temível: deverão eles, por obediência ao Papa, colaborar com o fortalecimento do mesmo poder global que os estrangula e vai tornando inviável o exercício público da sua fé, ou, ao contrário, devem voltar-se contra o Sumo Pontífice, aprofundar ainda mais a divisão na Igreja e dar munição à campanha mundial anticatólica? Qualquer das duas alternativas é inaceitável. Enquanto os conservadores e cristãos não aprenderem que não é possível fazer face ao inimigo simplesmente “tomando posição” contra ou a favor disto ou daquilo, não haverá esperança para a humanidade senão a de adaptar-se servilmente a controles globais cada vez mais opressivos e anticristãos. A estratégia do inimigo não é linear: ela é dialética. Ela articula forças contrárias, fazendo-as trabalhar pelo sucesso da síntese global. O que é preciso não é combater propostas isoladas — favorecendo na esfera cultural o que se abomina na da política, ou cedendo na economia aquilo que se pretende defender na esfera cultural —, mas compreender a lógica total do “sistema do Anticristo” e oferecer-lhe resistência integral, tão articulada quanto a estratégia de que ele se serve.

A rejeição categórica do diagnóstico econômico e das soluções propostas pelo Papa Bento XVI deve, portanto, vir junto com o apoio mais decidido aos valores gerais que ele proclama. E a melhor maneira de fazer isto é mostrar que esses valores vão no sentido precisamente oposto ao dos remédios que ele propõe.

Fonte: Diário do Comércio, 10 de julho de 2009

Divulgação: www.juliosevero.com

17 de Julho de 2009

Concordo com Rick Warren!

Concordo com Rick Warren!

Joseph Farah

Rick Warren disse para a Sociedade Islâmica da América do Norte na semana passada que ele não está interessado em diálogo inter-religioso. Ele está interessado somente em projetos inter-religiosos.

Concordo com Rick Warren.

Então vamos à questão. Tenho uma sugestão de projeto. É bem simples. É bem direto. Penso que é um grande ponto de partida para uma ação conjunta de cristãos e muçulmanos.

Vamos pedir que os muçulmanos parem de matar e oprimir cristãos e judeus no mundo inteiro.

Esse seria o discurso que eu daria para um grupo tal como a Sociedade Islâmica da América do Norte, um grupo fachada para o grupo extremista Irmandade Muçulmana, que tem criado e sustentado organizações terroristas tais como al-Qaida e Hamas.

Mas, é improvável que a SIAN vá algum dia me convidar para dar uma palestra para sua convenção nacional. Por mim, tudo bem.

Apesar disso, estou sendo sério acerca da minha proposta. Realmente concordo com Rick Warren que “diálogo inter-religioso” é perda de tempo. Há somente quatro tipos de relacionamento que os cristãos precisam ter com descrentes, de acordo com a Bíblia:

* Precisamos orar por eles (Mateus 5:44)

* Precisamos evangelizá-los de modo que eles conheçam a verdadeira natureza de Deus e comecem um relacionamento real com Ele e tenham uma chance de obter a vida eternal (Marcos 16:15)

* Se tudo isso falhar, precisamos nos separar deles para a nossa própria proteção (1 Reis 8:53)

* Precisamos resgatar os descrentes que caem cativos e são forçados a viver sob seu jugo de opressão e a ameaça de morte, como Abraão fez com seu sobrinho Ló (Gênesis 14)

Será que não estou conseguindo entender algo? Talvez sim. Mas não consigo encontrar uma única referência bíblica que sugira que os crentes precisam desenvolver projetos de obras públicas com descrentes. Pode parecer bom. Pode agradar aos ouvidos. Pode aparentemente fazer sentido de uma perspectiva do mundo. Mas a Palavra de Deus não sugere que devemos, como sugere Rick Warren, tentar nos unir com os descrentes para “lidar como uma equipe” com os problemas do mundo.

Não há simplesmente nenhum precedente bíblico para isso.

Por exemplo, Rick Warren pensa que precisamos trabalhar com os muçulmanos para tratar de certas questões. Para isso, ele tem seu plano PAZ. As questões em que Rick Warren quer que trabalhemos juntos são as seguintes:

* Vazio espiritual: Como é que os cristãos devem trabalhar com muçulmanos na questão do vazio espiritual sem ajudá-los a entender arrependimento e graça? De uma perspectiva bíblica, esse é o único jeito que dá para tratar do vazio espiritual. Isso significa evangelismo.

* Liderança corrupta: A definição de liderança corrupta de uma perspectiva bíblica é liderança que não é fiel à Palavra de Deus. Como é que os crentes formarão uma nova definição que será palatável para descrentes e ainda fiel à Bíblia?

* Pobreza extrema: Jesus realmente diz aos crentes que ministrem aos pobres, mas não consigo ver onde ele sugere que temos de fazer isso em conjunção com programas governamentais, descrentes ou nome de outros deuses.

* Doenças pandêmicas: Será que o Deus a quem servimos não é grande o suficiente para tratar de problemas? Precisamos da ajuda de outros deuses? Será que isso é um princípio bíblico?

* Analfabetismo e educação: E o que devemos ensinar às pessoas? Será que temos de ajudar nações muçulmanas e grupos muçulmanos a ensinar seus filhos o Corão? Ou devemos esperar que nações muçulmanas e grupos muçulmanos permitam que ensinemos o povo deles a ler a Bíblia?

Todas essas idéias parecem legais. Parecem compassivas. Parecem lógicas. Parecem áreas para “interesses comuns”.

Mas, até onde posso ver, elas nada têm a ver com o que Jesus ensinou.

Sim, temos de lidar com o vazio espiritual — no nome de Jesus.

Sim, temos de lidar com a liderança corrupta — no nome de Jesus.

Sim, temos de ajudar os pobres — no nome de Jesus.

Sim, temos de curar os doentes — no nome de Jesus.

Sim, temos de educar — no nome de Jesus.

Como somos instruídos em 2 Coríntios 6:14: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Leia também:

A unção de Rick Warren ou a unção do Apóstolo Paulo?

16 de Julho de 2009

Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro denunciando o golpe para legalizar o “casamento” homossexual no Brasil

Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro denunciando o golpe para legalizar o “casamento” homossexual no Brasil

Para entender o golpe, lei este artigo:

Manobra abortista e homossexualista do presidente Lula

Mensagem de Marcio de Assis Santos Cordeiro para Julio Severo:

A paz do Senhor Jesus!

Tive conhecimento do seu blog através do autor do blog “Marcas de Cristo”, um amigo meu e irmão em Cristo. Observei que o sr. trava uma forte luta contra o homossexualismo e a disseminação dessa idéia, na verdade imposição. Por isso tomei a liberdade de lhe enviar a carta que escrevi à Procuradora Geral da República, Senadores, alguns ministros do STF, Associações Cristãs e até mesmo à Igreja Católica com o objetivo de que alguém possa contestar essas duas ações (ADPF — Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental) realizadas pelo governo federal e pelo governador Sérgio Cabral. Uma ADPF, para que o sr. possa entender, é cabível quando se entende que a administração pública realizou algum ato descumprindo algum preceito fundamental da Constituição Federal, em geral contidos no artigo 5º, direitos isonômicos, ou seja, que podem ser desfrutados por qualquer pessoa independente de normatização, comum a todos, por isso tido como fundamentais.

Essas ações só podem ser impetradas por partidos políticos com representação parlamentar ou pela procuradoria geral da República (pode haver alguns outros propositores que não me recordo agora). Nesta carta tento alertar as autoridades para a manobra realizada pelos proponentes dessas ações em tentar enganar o STF caracterizando a negativa por parte da administração pública em conceder direitos de relação estável contidas no código civil (art 1.723 do novo Código Civil) e todos benefícios correspondentes a uniões de homossexuais. Na carta mostro o absurdo jurídico de se considerar esse pleito como preceito fundamental, que na verdade é uma grosseria jurídica, mas como o STF é político é necessário uma pressão para mostrar que estamos de olho. Para se ter uma idéia, a ação da procuradoria não tinha pólo passivo, ou seja, qual ato da administração pública que estava sendo atacado e nesses casos o STF indefere e pronto. Só que aqui o STF devolveu os autos à procuradoria e deu prazo para que ela especifique o pólo passivo. Um absurdo, onde vemos a disposição política do STF.

Vejo nesse caso uma inércia da bancada parlamentar em atacar essa manobra, ainda mais quando é muito fácil comprovar a falta de base material e jurídica por parte da procuradoria. Temo que a bancada "evangélica" que é pró-Lula esteja fazendo um acordo de silêncio em troca de algum benefício político. Pois bem, peço apenas que me acuse o recebimento do e-mail e todo seu conteúdo. Segue a carta.

Obs.: Quando na carta digo que não há registro histórico na humanidade de ser humano que não tenha nascido de interação natural de órgão masculino e feminino e não cito a exceção de Jesus é porque estou sendo essencialmente técnico e não quero dar lugar a argumentação de que é entendimento fruto de preconceito religioso, muito usado pelos homofobistas e seus defensores (Eclesiastes 7: 16).

Carta para a Procuradora Deborah Duprat, em 7 de Julho de 2009

À Excelentíssima Sra. Procuradora Geral da República,

li no site de notícias do STF que Vossa Excelência teceu parecer favorável à legalização da união homoafetiva, ou seja, pretende legalizar o casamento entre homossexuais nos moldes do que ocorre hoje entre casais heterossexuais. Em suas alegações a Sra. Defende que a opinião contrária é fruto do preconceito e discriminação. Do mesmo modo seu entendimento que a leva a achar que os homossexuais tem os mesmos direitos que casais heterossexuais é também um conceito, pré formado ou ao, mas não passa disso, um conceito, e muito particular, diga-se de passagem. É sobretudo fruto de um conceito ideológico. É fácil demonstrar isso quando se detecta a necessidade que a Sra. teve de utilizar sofismas para fazer parecer fruto de um entendimento baseado em materialidade jurídica como os princípios constitucionais. Isso é lamentável partindo da Sra. devido ao cargo que ocupa, porém não surpreendente quando nos deparamos com a atual conjuntura em que os valores como verdade e fidelidade são considerados como retrógrados.

A Sra. se baseia no texto constitucional que proíbe “discriminações relacionadas à orientação sexual” e que determina a promoção do “bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. A discriminação se refere a praticar crime contra alguém devido a um entendimento, concepção ou conceito a cerca desta pessoa onde o criminoso entende que se justifica esse crime por distingui-la dentre os demais seres (prefixo dis) por motivos de origem, raça, sexo (não sexualidade) ou qualquer outro motivo, pois a etimologia da palavra nos remete à essa compreensão. Esse crime pode ser cerceamento dos direitos alheios ou qualquer outro baseado nesse entendimento como agressão, usurpação, ou seja, qualquer atitude ilícita prevista em lei, isso baseado no também princípio constitucional que diz que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Enquanto não existe prerrogativa legal, a própria lei ou ato normativo com força de lei que obrigue o reconhecimento dessa relação como estável e igual à de casais heterossexuais, não se pode caracterizar a negativa do agente público a esse reconhecimento como discriminação, inclusive o agente que assim for considerado pode estar sofrendo injúria ou calúnia segundo a materialidade da lei. Não discriminar significa não cometer ações desiguais, a acepção de pessoas na oferta dos direitos legais, impedir pessoas de usufruir direitos isonômicos. E o direito à reconhecimento de união estável familiar não é isonômico na medida em que só são materialmente permitidos à casais heterossexuais quando sacramentados em cartórios e prova disso é que até casais heterossexuais amaziados devem possuir o requisito tempo para se equipararem à primeira condição citada. E nisso que reside a implícita confusão, e todo sofisfa tem esse objetivo de confundir implicitamente para justificar o engano, e pode-se ser sofista de forma consciente ou inconsciente, porém o mal causado será o mesmo. Urge então a necessidade da destruição desse sofisma, desse erro de conceituar a legalizão material da união civil heterossexual sob título de casamento, uma espécie de contrato que gera deveres e direitos definidos e específicos, intríscecos e inerentes à essa união, como um direito gerido pelo princípio da isonomia. Por isso diferente do que a Sra. alega não há base material na constituição em que possa se assentar esse direito, ainda mais quando o texto legal a que se refere o casamento no código civil explicita com clareza que se trata de casais heterossexuais ( art 1.723 do novo Código Civil).

O princípio da isonomia trata de direitos incondicionais, que podem ser desfrutados por quaisquer cidadão, sob qualquer condição, direitos esses que por essa característica são poucos. A maioria dos direitos exigem condições para seu usufruto. Direitos regidos pela isonomia total seriam o direito à vida, à saúde, à alimentação, a não fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei, ou seja, direitos que não requerem condições, requisitos ou normatização legal definida em lei. Um exemplo: eu poderia entrar como cidadão comum em uma audiência do STF e exigir, baseado no princípio da isonomia, que o Ministro Gilmar Mendes saísse de seu assento para que eu o ocupasse e presidisse tal sessão? Seria uma loucura! Posso eu também, com gozo pleno da minha saúde de 41 anos, entrar em uma fila destinados à idosos em uma agência bancária invocando o princípio da isonomia? Seria também não menor loucura! Posso eu exigir que o carro oficial destinado a um parlamentar me sirva de condução, invocando o princípio da isonomia? Esses exemplos podem se multilicar exponencialmente, para demonstrar que existem direitos que só podem ser usufruídos por determinadas pessoas cuja a discriminação (no sentido de distinguir, separar) é definida e regida por parâmetros legais, normatizados sob forma de lei.

Na verdade, isso tudo demonstra que o STF deveria rejeitar essa ação por não existir sequer presunção de se estar infrigindo pressuposto constitucional. A administração pública tem o direito de negar a homologação da união civil entre homossexuais, já que não existe lei ou norma legal que a permita assim agir, e por conseguinte todos os direitos derivados dessa homologação. Se assim o fizesse o STF estaria criando uma nova norma legal, uma nova lei, já que o texo legal diz claramente que a união civil chamada matrimônio, casamento, só é permitida entre heterossexuais. E o STF tem o direito de propor novas leis, segundo a clareza do texto constitucional, mas não de deferí-las. Isso é prerrogativa única e intransferível do Congresso Nacional. O STF pode até arbitrar, porém deve evitar ao máximo, conflitos gerados pela falta de normatização de algumas leis. Só o executivo, sob circunstâncias excepcionais, pode criar normas com força de lei por um curtíssimo período de tempo (medidas provisórias), porém caberá ao Congresso Nacional, em última e inevitável instância, deferí-las.

Achar politicamente correto conceder esse direito aos homossexuais, entendendo como fazer-lhes justiça, é direito isonômico de qualquer cidadão. Mas o STF não pode fazê-lo senão pela propositura de projeto de lei ao Congresso Nacional. Instituir esse direito, legislar, por decisão judicial é ir contra o estado democrático de direito e pô-lo em risco, abrindo caminho para um futuro sombrio, onde a independência dos poderes não existirá. O caso de Honduras é bem didático.

Se os defensores desses direitos aos homossexuais querem agir legitimamente que busquem parlamentares, façam a pressão democrática legítima ao Congresso Nacional para discutir e aprovar um projeto desse tipo. Nem o argumento da demora devido à problemas instríscecos do Congresso Nacional em discutir e aprovar leis pode sobressair sobre o bem maior que é o estado democrático de direito, a tão duras penas conquistado. Que os signatários deste entendimento emfavor dos homossexuais não queiram agir como os guerrilheiros do Araguaia, porém hoje usando a caneta do STF ao invés do fuzil. E o STF não pode nem alegar ser fruto de pressão popular, pois se fizermos um plesbicito sobre o tema o resultado não seria nada animador aos defensores dessa causa, pois sérias pesquisas já demonstraram que cerca de 90% da população é contra, e não devemos esquecer esse sentimento e passar por cima dele via golpe jurídico.

A Sra. pede a “obrigatoriedade do reconhecimento, como entidade familiar, da união entre pessoas do mesmo sexo, desde que atendidos os mesmos requisitos exigidos para a constituição da união estável entre homem e mulher”. Pretende, ainda, que o Supremo declare que “os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis estendem-se aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo”. Aos argumentos dos opositores a Sra. diz que “é francamente incompatível com o princípio da isonomia e parte de uma pré-compreensão preconceituosa e intolerante, que não encontra qualquer fundamento na Constituição de 88”. Já foi demostrado que o princípio da isonomia é materialmente inviável na sua argumentação, senão sofista. Isonomia seria se eu impedisse um homossexual, e pelo fato de sê-lo de entrar em algum lugar público, entrar em alguma fila, comprar alguma coisa, etc. Esses sim são direitos isonômicos, inerentes e pertencentes a qualquer cidadão não privado de sua liberdade. Enquanto não se reconhece a união homoafetiva igualando à família heterossexual materialmente sob forma de lei ou ato normativo com força de lei, não se pode falar em isonomia como argumento da ciência do direito, não cabendo nem mesmo comparação para estabelecer parâmetros de igualdade, e para fazê-lo não se estará agindo no campo do direito e sim no campo político. Se o STF agir como órgão estritamente jurídico, técnico, o que é improvável, sugerirá que a Sr.a volte aos bancos acadêmicos ou se filie a algum partido e concorra a eleições para tentar fazer acontecer esse seu anseio ideológico em legítima ação legislativa, através de um projeto de lei.

Agora vamos nos ater ao novo conceito de família, pois a Sra. e os defensores dessa equiparação criaram um novo conceito de família, desprovido de total materialidade científica. A família heterossexual é uma relação biológica fundamental e insubstituível da qual depende o futuro da espécie humana. A família tem sua raiz material na necessidade reprodutiva da espécie humana, e a heterossexualidade é prerrogativa material, biológica única e insubstituível para a existência humana. Não existe registro na história da humanidade de nenhum ser humano gerado por ação que não seja pela natural interação de órgãos sexuais masculinos e femininos. Família produz parentela, produz outros seres. Sem essa condição não estaríamos aqui, nem eu nem a Sra. A relação heterossexual é condição indispensável e única para a existência da espécie humana. A relação sexual, cientificamente e materialmente falando, é instrumento reprodutivo de manutenção da vida. Logicamente que os seres humanos a utilizam na busca de prazer, exorbitando sua tarefa biológica, porém quando essa relação não produz seres humanos, não produz FAMÍLIA, passa para o domínio do campo subjetivo, afetivo, cuja compreensão é discricionária e assume por esta natureza subjetiva uma diversidade de matizes que podem coadunar mas também se contrapor, ao contrário do que acontece com o entendimento material da ciência biológica. Então família humana, material e insofismavelmente falando, continua e continuará sendo por ao menos alguns milhares senão milhões de anos, em que pese os parâmetros temporais da evolução das espécies, a relação de parentesco fruto de relação heterossexual. Até a lei reconhece essa materialidade quando obriga a um pai biológico a pagar pensão para a subsistência de um filho independente de qualquer vínculo afetivo que este queira estabelecer.

Então se deduz que a condição de sexualidade entre homossexuais não gera família, como sofisticamente a Sra. quer demonstrar para presumir igualdade segundo o argumento de defesa dos tais contra a discriminação sexual. Materialmente esse argumento não se fundamenta. A Sra. mesmo se contradiz quando afirma que sua concepção dessa “nova” família é do ponto de vista ONTOLÓGICO, subjetivo, e não poderia ser diferente. Então o que resta apenas é a condição afetiva. É este o único pilar em pode se sustentar essa tese. Não a estabilidade das relações sexuais e sim a estabilidade das relações afetivas, que exclui em absoluto a sexualidade. Um homem pode freqüentar um prostíbulo e ter a preferência em usar os serviços de uma determinada prostituta por anos a fio, sem estabelecer nenhum vínculo afetivo, e nem por isso a sexualidade existente entre os dois gera família, mas se houver um descuido aí sim gera família. Seguindo o viés da Sra. uma relação fraterna entre dois homens heterossexuais, uma forte e longa amizade, um companheirismo solidário ativo e comprovadamente testemunhado por muitos deveria gerar direitos de um sobre a herança de outro, pensão, benefícios de plano de saúde, etc. Amizades surgidas desde a infância, com laços muito mais sólidos e de fácil comprovação e testificação. Se o homossexual quer deixar algo para seu parceiro que o faça em vida em testamento. Se quiser que ele seja beneficiário de plano de saúde que se abra essa possibilidade para qualquer pessoa, qualquer cidadão, ou seja, que todos possam colocar como beneficiário que assim desejar de acordo com o nº permitido pelo plano. O que não se pode é querer dividir heranças e pensões entre famílias biológicas e adúlteros conscientes heterossexuais ou homossexuais, legitimando a traição, o engano, a mentira, a manipulação, instrumentos sem os quais essa relação não subsistiria. E isso, que já era um assinte quando os traidores eram heterossexuais, já há muito tem sido observado como louca jurisprudência beneficiando homossexuais, pois na verdade a única admissibilidade ética é quando desta maligna relação às sombras, haja geração de filhos, condição impossível entre homossexuais.

O seu entendimento sobre a questão é político e a Sra. está querendo impô-lo fazendo-se valer de sofismas, de uma pseudo-materialidade jurídico-constitucional, aproveitando-se oportunamente da acromegalia do judiciário, levando em consideração que o legislativo está paralisado no Senado e na Câmara devido a enxurrada de medidas provisórias do executivo que também se auto-infectou de acromegalia oportunista. A Sra. tem todo direito de defender suas concepções e conceitos políticos, pré formados ou não, porém na esfera legislativa. Mas no caso de ter defendido essa tese no STF poderia e deveria ter sido verdadeira e exprimir sua subjetividade, o conteúdo político da sua concepção. Espero que o STF seja o suficientemente técnico, que reconheça seu verdadeiro papel, e não queira legislar nesse caso, como infelizmente tem feito. Se a justiça é cega ela não deve olhar de onde vem a turba, a pressão, já que ir contra essa questão não é ser politicamente correto segundo alguns, mas isso é a preocupação de políticos e não magistrados. Assim será descoberto o conteúdo manobrista e oportunista político dessa ação, consciente ou não.

Sem mais, respeitosamente, porém verdadeiro, subescrevo-me.

Marcio Assis

Fonte: www.juliosevero.com

15 de Julho de 2009

Os primeiros cristãos condenavam o aborto como “entre os piores pecados”

Os primeiros cristãos condenavam o aborto como “entre os piores pecados”

Alex Bush

Quinze de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — David Brattston, um advogado e juiz aposentado, escreveu um artigo publicado por LifeSiteNews aqui, no qual ele investiga a questão do que os primeiros cristãos tinham a dizer sobre o aborto.

O artigo vem no rastro dos escândalos envolvendo Joe Biden, vice-presidente dos EUA, e Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, que são ambos católicos, mas que afirmam em entrevistas aos meios de comunicação que a moralidade do aborto tem sido uma questão de debate durante toda a história cristã.

Brattston mostra que, pelo contrário, o aborto era unanimemente considerado pecado de acordo com os primeiros pensadores cristãos. O autor investiga os escritos de pensadores cristãos desde a época de Cristo até o primeiro concílio ecumênico da Igreja em Nicéia em 325 AD.

Brattston escreve que sua conclusão é prontamente apoiada por fatos. Suas fontes foram escritas tão no começo da Era Cristã que os escritores teriam ou conhecido os apóstolos ou seus discípulos, ou os escritores teriam vivido apenas poucas gerações depois dos apóstolos.

Ele cita textos tais como o Didaquê, um “manual anônimo da igreja do fim do primeiro século”, que diz que “não matarás uma criança por meio de aborto nem assassinarás aquilo que é gerado”.

A obra Acerca da Alma, de Tertuliano, também declara que o aborto é imoral. “O embrião pois se torna ser humano no ventre a partir do momento em que sua forma está completa. A lei de Moisés, aliás, pune com devidas penalidades o homem que causar aborto, na medida em que já existe o início de um ser humano”.

Brattston conclui dizendo que entre os primeiros cristãos, o aborto era “proibido por Deus e estava na mesma categoria de qualquer outro assassinato”.

Veja o artigo complete aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/os-primeiros-cristaos-condenavam-o.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061505.html

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14 de Julho de 2009

Geração de ofendidos

Geração de ofendidos

Isaias Medeiros

Vivemos numa sociedade de pessoas “ofendidas”. O negro, por exemplo, que nunca soube que ser chamado de tal forma fosse ofensivo, aprendeu a se ofender com o nome que sempre designou a sua etnia (não raça, pois raça existe somente uma, a humana, da qual todos igualmente fazemos parte). Dessa forma, o negro agora não quer ser chamado de “negro”, pois alguns brancos lhe disseram que este termo é pejorativo, que significa algo ruim, inferior, e ele acreditou. Assim sendo, não existem mais os “negros”, e sim os “afro-descendentes”. O irônico (para não dizer perverso) é que este nome é bem mais “branco” do que qualquer outra coisa. É uma terminologia muito mais familiar ao mundo acadêmico (majoritariamente branco e elitista), do que à realidade daqueles que ela própria designa. Eu nunca vou ouvir um morador de alguma periferia (onde reside a maior parte dos negros) dizer com naturalidade que é um “afro-descendente”, ou mesmo que mora numa “área em situação de risco social” (só mesmo em propaganda política do PT). Quem fala bobagens deste tipo normalmente é funcionário público, pertence à classe média, e só lembra-se dos companheiros proletários “menos favorecidos” (os antigos “pobres”) na época das eleições.

Estas são expressões típicas das esquerdas, criadas pela moderna “elite intelectual” stalinista, e elegantemente mugidas pelos seus subalternos. Os conhecidos criadores de casos, ratos de diretórios acadêmicos e fãs de pós-graduações, chegaram à brilhante conclusão de que é mais vantajoso para eles lutar para “resolverem” problemas que não existem, do que tentar melhorar as situações reais, que objetivamente necessitem de mudanças. A estratégia é a seguinte: Elege-se um “grupo em situação de risco social”; elencam-se “discriminações”, “preconceitos” e outras “ofensas” que esse grupo nunca tomou conhecimento que sofria, e então se inicia um agressivo trabalho de “vitimização” dos seus integrantes, até que estes acreditem que realmente haviam sido injustiçados, “postos à margem da sociedade”, “excluídos do sistema” e outras asneiras parecidas com essas.

A esquerda, além de até hoje não ter resolvido nenhum dos nossos problemas, ainda gasta o nosso dinheiro para gerar e promover novos distúrbios sociais. E nem estes ela consegue solucionar. Mas, isto não é de causar estranheza. Os revolucionários nunca apontam soluções ou as põem em prática, mesmo quando podem.

O que eles querem é: 1º - fragmentar a sociedade em grandes “minorias”, assim as pessoas perdem a noção de sociedade como um todo e pensam que aqueles que supostamente as defendem irão fazê-lo especialmente ainda mais, caso estejam ou permaneçam no poder; 2º - colocar cada um desses fragmentos em alvoroço, num estado permanente de insatisfação, impulsionado por uma sensação artificialmente criada de estar sendo violado em seus direitos fundamentais o tempo todo; 3º - chegar ao poder; 4º - tomar o poder. O PT ainda não conseguiu tudo o que quer. É por isso que ele continua a fomentar a histeria coletiva de várias “minorias discriminadas”: os homossexuais, as mulheres, os “afro-descendentes”, os abortistas, os adoradores do diabo etc.

Aproveitando o ensejo, eu também quero reivindicar publicamente a minha condição de “ofendido”. Como cristão que sou, venho me sentindo ameaçado em minha diversidade religiosa. Faço parte de uma comunidade em situação de risco social, que vêm sendo constantemente discriminada pelo movimento gay e pela grande mídia, que ameaçam censurar o meu livro de fé em todos os trechos que lhes convém. Em face disto, exijo a implementação de políticas públicas que assegurem a nossa liberdade de consciência e de culto judaico-cristão. Nossa pluralidade cultural (pois temos irmãos em praticamente todos os países e, portanto, representantes de inúmeras culturas) não está sendo valorizada enquanto manifestação multifacetada que reflete uma organização social composta por atores sociais ricos em diversidade de dons e participantes de uma graça multiforme. Também desejo expressar a minha indignação contra o preconceito que os evangélicos sofrem, ao serem rotulados de ignorantes por pessoas que nunca puseram os pés em uma igreja evangélica e, evidentemente, baseiam-se em idéias pré-concebidas sobre os crentes para formularem suas opiniões a respeito dos mesmos.

Para finalizar, como integrante de uma “maioria duramente discriminada”, a das pessoas que não são perfeitas, mas tentam ao menos ser decentes, passo a expor a seguir, sete coisas que me ofendem profundamente:

1. O Brasil possuir um Presidente da República “altamente inflamável”, “ligeiramente analfabeto”, “quase corrupto” e que ainda defende o homossexualismo como “direito humano inalienável” na ONU;

2. Nós termos um Ministro de Estado (Carlos Minc) que participa da mui digna “Marcha da Maconha” e depois disso pensa que tem “um teco” de moral para criticar os evangélicos;

3. Num país de maioria cristã, um ministro do candomblé ter sido nomeado Ministro de Estado (adivinha de qual Gilberto Gil eu estou falando);

4. O Terrorismo de Estado que vem sendo praticado pelo governo do PT, através do programa “Brasil sem homofobia”, usado para perseguir politicamente e criminalizar toda e qualquer manifestação contrária ao movimento gay e ao homossexualismo, desrespeitando assim os valores cristãos, a família e os direitos constitucionais da esmagadora maioria dos cidadãos brasileiros, que não concordam com o modo de vida gay (segundo pesquisas recentes deste mesmo governo);

5. Um indivíduo que declarou publicamente ter tido mais de 500 “parceiros sexuais”, e que é acusado de cometer o crime de apologia à pedofilia, o “Professor-Doutor” Luiz Mott, “Decano-do-Movimento-Gay-no-Brasil”, como ele mesmo gosta se intitular, receber a mais elevada condecoração do Ministério da Cultura, a “Medalha de Comendador da Ordem do Mérito Cultural”, sem aparentes justificativas;

6. Certas religiões “afro-brasileiras” que fazem trabalhos para destruir a vida financeira, familiar e espiritual das pessoas; que sacrificam e estupram crianças em rituais de magia negra; que possuem entidades espirituais que só “incorporam” em indivíduos gays, deixando clara a relação entre o homossexualismo e essas crenças (“quimbanda” significa também “homem efeminado”);

7. A absoluta falta de respeito dos nossos governantes pelos valores cristãos da imensa maioria do povo brasileiro, que têm a Bíblia como livro sagrado e norma de conduta moral e espiritual. Pesquisas recentes mostram que 99% dos brasileiros não consideram normal o homossexualismo, 92% crêem que Deus criou o homem e a mulher com sexos diferentes para que tenham filhos e 66% o consideram um pecado contra Deus. **Mas, ao invés de o governo respeitar a liberdade de consciência destas pessoas, ele as rotula preconceituosamente de “preconceituosas” e criminosamente de “homofóbicas”, pois imputa a elas um “crime” que nem sequer existe.

Irmãos cristãos, não votem em esquerdistas nas próximas eleições. Nós somos maioria.

Nenhum assassino de crianças (abortista), anti-família, ou anticristão chegará ao poder se nós não permitirmos.

Basta você colocar a sua fé em Jesus e seus valores morais acima de qualquer simpatia pessoal por algum candidato ou mesmo por uma ideologia política.

Lembre-se: VOCÊ NÃO PODE SERVIR A DOIS SENHORES. É a Palavra de Deus quem diz (Mateus 6:24).

Decida-se!

*Isto se configura, inclusive, como um atentado ao Estado Democrático de Direito, pois viola os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros (Art. 5º, inciso VI da CF), sendo esta conduta agravada pelo fato de o Estado ameaçar puni-los pela prática de suposto fato típico e antijurídico (crime) não previsto pela lei (“homofobia”), ao arrepio do Código Penal Brasileiro, que declara em seu art. 1º que não há crime sem lei anterior que o defina. Além disso, de acordo com o art. 4º da Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto-lei nº 4.657, de 4/7/1942), “quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais do Direito”. Para isso, ele lançará mão do recurso da analogia, dos costumes jurídicos e do conjunto de pressupostos consagrados que inspiram a legislação. Um desses princípios afirma que “quem exerce seu próprio direito não prejudica ninguém”. Como pode então o mero exercício da liberdade de consciência, que é direito fundamental de cada brasileiro, previsto na CF do Brasil, prejudicar a outrem, ameaçando-lhe direito? Só mesmo na fantástica República das Bananas, que é dirigida por uma lula com cabeça de camarão.

Referências:

COTRIM, Vieira Gilberto. Direito e Legislação Introdução ao Direito. São Paulo – SP. Editora Saraiva. 21ª edição - 2000. 3ª tiragem – 2001. p. 79, 80, 93.

http://juliosevero.blogspot.com/2009/06/brasileiros-nao-apoiam-homossexualidade.html

http://juliosevero.blogspot.com/2009/05/ira-odio-aos-judeus-e-o-esquizofrenico.html

http://www.historia.uff.br/cantareira/edic_passadas/v9/6.htm

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/01/301883.shtml

Fonte: O Ccristão Revoltado

Divulgação: www.juliosevero.com

13 de Julho de 2009

Confissão espontânea

Confissão espontânea

Edson Camargo

A entrevista concedida por Julio Severo à revista Cristianismo Hoje é histórica. Mostra de que lado está boa parte da imprensa sedizente evangélica no país. Para mim não foi surpresa. Desdenhando do posicionamento de Julio Severo, e não levando em conta suas denúncias e a importância dos temas que ele trata, confessaram muito daquilo que denuncio a respeito da mídia cristã e de muitos líderes da igreja no país. Resumo, em termos brandos: o bom-mocismo perante inimigos e falsificadores do Evangelho, e a postura subserviente aos ditames pós-moderninhos, politicamente-corretos e anticristãos hegemônicos. E claro, a superficialidade intelectual.

Não, queridos, o problema não é só do entrevistador. Nada sai numa revista sem a anuência de seu conselho editorial. Vale a pena ver quem são essas pessoas, e ficar cada vez mais atento com o que escrevem ou permitem que seja publicado. Bem, convenhamos... não dá para esperar muito de quem enche a bola de Brennan Manning, de Philip Yancey, o chefão da franquia, Ed René Kivitz e Rick Warren.

É bom ressaltar que esse pessoal possui imensa influência em editoras, universidades, seminários e grandes denominações. Conheci pessoalmente um dos atuais membros do conselho editorial da Cristianismo Hoje: Mark Carpenter, presidente da editora Mundo Cristão, e junto a ele, na ocasião, o atual editor da revista, Marcos Simas, ex-proprietário da editora Textus, que tempos atrás se tornou “selo” da Mundo Cristão. Para ser sincero, pareceram-me cristãos sérios, e nada vi que apontasse neles descompromisso com o cristianismo bíblico. Mas aí ocorrem episódios como esse, evidencia-se o perfil da maior parte dos colunistas da publicação, problemas teológicos graves nos livros publicados, e a confessa admiração por autores como Brennan Manning. Fatos a deixar qualquer pessoa que creia na inerrância e na infalibilidade das Sagradas Escrituras, no mínimo, em alerta.

Simas e Carlos Fernandes, jornalista que assina a publicação e entrevistou Julio Severo, já trabalharam com Caio Fábio na antiga revista Vinde. Fica difícil, convenhamos, dissociar a forma com que Severo foi tratado de tais antecedentes.

Dos blogs, conheço outro do conselho editorial: o marqueteiro Volney Faustini, esquerdista e entusiasta da obra de caras como Robinson Cavalcanti e outros liberais teológicos. E lamento ao lembrar que Billy Graham havia originalmente fundado a Christianity Today como alternativa para uma revista evangélica “liberal” (leia-se adepta de ideologias coletivistas e de liberalismo teológico). Infelizmente hoje a revista está cada vez mais parecida com o que Billy Graham desejava combater.

Fica aí o exemplo do que sempre comento aqui no blog, não sem críticas e “argumentos” contrários.

Depois as pessoas ainda se espantam do pouco peso que a igreja brasileira exerce sobre os rumos do país.

Fonte: Profeta Urbano

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia mais:

Entrevista original de Julio Severo para a revista Cristianismo Hoje

Evangélicos progressistas, evangelicais ou encaPeTados?

Estranha graça: Philip Yancey e o homossexualismo

12 de Julho de 2009

54% das infecções do HIV provocadas por atividade homossexual entre homens de 13 a 29 anos

54% das infecções do HIV provocadas por atividade homossexual entre homens de 13 a 29 anos

Alex Bush

Dezoito de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Os Centros de Controle de Doenças dos EUA divulgaram uma ficha de dados de que 54% das infecções do HIV entre homens, de idades entre 13 e 29 anos, foram provocadas por contato homossexual em 2006. Isso é o oposto dos 34% de infecções provocadas por contato heterossexual no mesmo demográfico.

“De 2001 a 2006, sexo entre homens foi a categoria de maior transmissão do HIV nos Estados Unidos e a única associada com uma número crescente de diagnósticos de HIV/AIDS”, disse a ficha de dados.

O artigo além do mais declara que 77% dos homens homossexuais HIV positivo entre as idades de 15 e 29 não sabem que estão infectados.

O demográfico de jovens adultos homossexuais entre as idades de 13 e 29 é o único demográfico perceptivelmente crescendo em termos de infecção do HIV. Os outros demográficos de idade parecem razoavelmente estáveis em comparação, diz o CDC.

Veja a ficha de dados do CCD aqui.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Study: HIV-positive Practicing Homosexual Men 9000% More Likely to Develop Anal Cancer

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/mar/07032205.html

California Homosexual Organization Admits HIV/AIDS is "Gay Disease"

http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/oct/06100404.html

HIV/AIDS Rates Rise Sharply in Canada: 51% of Infections Among Homosexual Men

http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/aug/06080305.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/54-das-infeccoes-do-hiv-provocadas-por.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09061813

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STF versus NAÇÃO BRASILEIRA: a quem pertence o Poder Constituinte? (Parte I)

STF versus NAÇÃO BRASILEIRA: a quem pertence o Poder Constituinte? (Parte I)

Dr. Uziel Santana

“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. (Art. 1º, parágrafo único, Constituição Federal)”

A epígrafe acima é indubitável quanto à resposta a ser dada ao questionamento do título deste ensaio: a quem pertence o Poder Constituinte? “Todo o poder emana do povo”. É importante observarmos, de plano, a sintaxe dos termos “Todo” e “o”, na qualificação e referibilidade ao substantivo “Poder”. Isto é, não é qualquer poder que emana e pertence ao povo, mas todo o poder, o poder inteiro, completo, emana do povo brasileiro. E que poder é este a que se refere o dispositivo constitucional em comento? O poder de constituir o Estado Brasileiro através da fundação de uma ordem jurídica que tem como epicentro a Constituição Federal e como círculos complementares de normatividade concêntrica as leis infraconstitucionais. Numa expressão sintética: o Poder Constituinte.

A Constituição da República Federativa do Brasil não deixa dúvidas de que o Poder de constituir o Estado Brasileiro e de fazer as suas leis — essas como expressão formal dos fatores morais e culturais da sociedade brasileira — emana e pertence ao povo brasileiro. Aliás, digredindo — permitam-me — para falar mais tecnicamente, tal poder pertence à Nação Brasileira que, sociologicamente, define-se como o conjunto de pessoas nascidas em um determinado território e que se unem pelos mesmos laços de língua, raça, tradições, hábitos, religião e valores morais, possuindo, assim, o elemento unificador denominado de consciência nacional. Assim, Nação é um conceito atemporal e meta-espacial — isto é, para além do tempo e do espaço — enquanto que Povo é um conceito presencial e local. O Povo é, na verdade, a expressão presente e territorial da Nação, de modo que, falando em termos de Poder Constituinte, a partir do que a Constituição Federal estabelece-nos, o Povo Brasileiro — como expressão presencial e local da Nação Brasileira — é o titular, proprietário inalienável, do poder de constituir a República Federativa do Brasil e o seu respectivo Ordenamento Jurídico, fundando-os a partir de uma Constituição (e a nossa atual é a de 1988, embora com 57 emendas constitucionais!) e inovando-os através das leis infraconstitucionais estabelecidas pelo Poder Legislativo.

Dito tudo isso e demonstrado, argumentativamente, a partir do que estabelece o parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal, que não há dúvidas sobre a quem pertence o Poder Constituinte, uma pergunta se apresenta ao leitor: por que, então, a indagação inicial de saber se tal poder pertence à Nação Brasileira ou ao STF (Supremo Tribunal Federal)? E mais: neste contexto, qual, então, a função que a Constituição Federal estabelece para o STF? Pois bem. Vejamos.

Primeiramente, a indagação titular se dá porque, nos últimos tempos, o STF tem sido provocado — por meio de ADIs (ações diretas de inconstitucionalidade) e ADPF (argüição de descumprimento de preceito fundamental) — a decidir sobre questões que envolvem o complexo ideário sociocultural da denominada consciência nacional, os seus mores maiorum civitatis (aquilo que a sociedade classifica, em termos comportamentais, como o seu “belo”, o seu “bem” e a sua “verdade”) e o seu Poder — o Poder da Nação, da sociedade brasileira — de constituir o Estado e um Sistema Jurídico de acordo com os seus valores e princípios de ordem moral. Mais que isso, o STF tem sido provocado a decidir sobre todas essas questões com implicações de ordem legiferante e mutacional (seja como “legislador” positivo, seja como “legislador” negativo, através da técnica hermenêutica de interpretação conforme) de tal modo que os mais relevantes (e por isso o termo latino mores maiorum) valores morais e padrões éticos de comportamento estabelecidos pela Nação Brasileira na Constituição Federal de 1988 estão sendo objeto de construção e desconstrução “legislativa” por uma corte formada por apenas 11 pessoas do Povo Brasileiro. Assim, se é certo que a atual Constituição, conforme estabelece o preâmbulo constitucional, foi formada e sedimentada em determinados pilares morais e éticos e “sob a proteção de Deus” — porque esta foi a vontade do legítimo proprietário do Poder Constituinte, a Nação Brasileira – também é certo que, hoje, o STF, de modo equivocado e autoritário, ao nosso entender, tem sido levado a desmontar e remontar a estrutura ideológica da consciência nacional que formatou a Constituição Federal de 1988 sem a devida autorização do Povo e da própria Constituição para isso. Claro que tal ocorrência se dá por conta da permissividade do sistema constitucional processual brasileiro que, por via oblíqua, acaba, de certo modo, autorizando que o STF venha a se tornar — de modo ilegítimo, ressalte-se — um Poder Legislativo. E nisso reside um grande problema.

Por que estamos a afirmar isso? Porque é evidente que a Nação Brasileira ao estabelecer a Constituição Federal por meio da Assembléia Nacional Constituinte — expressão maior do seu Poder Constituinte Originário — não autorizou a inovação legislativa — especialmente, em temas de alta complexidade moral e ética — por parte de nenhum Poder ou Órgão da República Federativa do Brasil, a não ser o Poder Legislativo da União que pode fazê-lo — tais inovações e mutações constitucionais e infraconstitucionais – por ser o legítimo detentor do Poder Constituinte Derivado. Assim, quando o STF é provocado a decidir sobre temas de alta implicação moral e ética como “Pesquisa e manipulação de Células-Tronco”, “Aborto”, “União homossexual” (e etc.) não o pode fazer ao seu sentir, ao seu livre-arbítrio (por mais “nobre” e politicamente correto que o possa ser), desconsiderando os pilares e mores maiorum estabelecidos pela Nação Brasileira através da Assembléia Nacional Constituinte. Agir, assim, com técnicas interpretativas ampliativas ou que vão, claramente, de encontro aos valores mais relevantes da sociedade é desvirtuar as bases principiológicas do denominado Estado Democrático de Direito (e perceba que este termo técnico-jurídico nos denota que para ser “de Direito” o Estado tem que passar pela via democrática).

Ao STF, diz a Nação através da Constituição, cabe, justamente, ser o guardião dos princípios e preceitos fundamentais que ela, a Nação, definiu no texto constitucional, sem ir além, aquém ou fora dos parâmetros valorativos estabelecidos nesses princípios e preceitos. Não é dado ao STF o poder de constituir uma nova mentalidade, um novo paradigma moral e ético, porque isso cabe, tão-somente, à Nação diretamente ou através dos seus representantes eleitos. É o que estabelece de modo peremptório e definitivo o parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal. Infelizmente, no atual contexto de decisões de alta complexidade valorativa como as que citamos anteriormente, os nossos 11 ministros têm se tornado, no dizer do professor italiano Mauro Cappelletti, Juízes Legisladores.

É antidemocrático e manipulador o discurso jurídico de interpretação constitucional quando, como no caso da pesquisa de células-tronco, por exemplo, estabelece-se uma exegese que vai, frontalmente, contra a expressão da vontade da Nação Brasileira que fora estabelecida e estabilizada no texto Constitucional. E aqui não quero nem entrar no mérito da questão — se é certo ou errado — mas na forma, isto é, para haver uma tal alteração da consciência nacional, o Povo brasileiro, diretamente ou via Congresso Nacional, deve sempre ser consultado, seja através de uma nova Assembléia Nacional Constituinte, seja através de Referendo ou através de Plebiscito. Esta é a via democrática de alteração de paradigmas morais e éticos.

Recentemente, o STF — novamente através da Relatoria do Ministro Carlos Ayres Britto — foi provocado a se manifestar, através de ADPF, sobre a validade, na vigente ordem jurídico-constitucional, a respeito da união de homossexuais como entidade familiar. Indubitavelmente, sem também entrar no mérito, questões como essa — assim como o caso do aborto — não podem ser definidas no julgamento de 11 pessoas do Povo Brasileiro. Definitivamente, isso não é democracia. Isso deve ser feito pelo Povo, seja diretamente ou indiretamente, através dos seus representantes eleitos, o que não é o caso dos ministros que compõem o STF.

Infelizmente, vivemos hoje, no Brasil, um ilegítimo fenômeno de judicialização do Poder Constituinte Originário e uma exacerbação e arrogância do ativismo judicial onde a magistratura não se limita a exercer a sua função típica de Poder que é julgar os casos concretos de acordo com os limites morais e éticos estabelecidos pelo documento jurídico mais importante do Sistema, a Constituição Federal, expressão máxima do ideário valorativo da Nação Brasileira.

Dr. Uziel Santana (Professor da UFS e Advogado)

Fonte: Uziel Santana

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia mais:

Manobra abortista e homossexualista do presidente Lula

11 de Julho de 2009

Novo documentário desmascara ligação entre economia global em decadência e inverno demográfico

Novo documentário desmascara ligação entre economia global em decadência e inverno demográfico

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 30 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um documentário recém lançado afirma que a atual crise econômica global é em parte sintoma de uma crise populacional global que os documentaristas chamam de “inverno demográfico”.

A produtora de documentários SRB anunciou o lançamento de “Demographic Bomb: demography is destiny” (Bomba Demográfica: Demografia é Destino), continuação do documentário de 2008 “Demographic Winter: the decline of the human family” (Inverno Demográfico: o declínio da família humana. Veja a cobertura aqui.).

A frase “inverno demográfico” se refere ao fenômeno contemporâneo de um rápido declínio mundial nas taxas de natalidade. O documentário recém lançado apresenta razões fortes de que a perda de milhões de vidas devido às campanhas de controle populacional significa perda irreparável de milhões de produtores e consumidores que, se não fosse pelo controle populacional, estariam participando e sustentando a economia global de hoje.

“Como ‘Inverno Demográfico’, ‘A Bomba Demográfica’ lida com taxas de natalidade que estão caindo rapidamente e suas conseqüências para a humanidade no século 21”, disse Barry McLerran, produtor de ambos os documentários. McLerran apontou para o fato de que o inverno demográfico por sua vez tem conseqüências econômicas, à medida que menos e menos trabalhadores estarão disponíveis para sustentar imensas populações de idosos.

“’Inverno Demográfico’ predisse a crise financeira de 2008 para um prazo de 12 meses. ‘Bomba Demográfica’ revela como esse problema é só o começo”, avisou McLerran.

“’Bomba Demográfica’ mostra o que acontece quando países que incluem 80 por cento da economia do mundo têm números decadentes de trabalhadores, consumidores e inovadores — levando a menos e menos gastos de consumidores, e um número pequeno demais de trabalhadores para sustentar os idosos”.

O documentário entrevista demógrafos, sociólogos, economistas e historiadores que deixam claras as razões por que o declínio demográfico e o declínio econômico estão relacionados.

O filme abre com entrevistas com Paul Ehrlich, da Universidade de Stanford, o autor do livro “Bomba Populacional” de 1968. Esse livro convenceu a mente popular de que a explosão populacional era a maior ameaça do mundo. Ehrlich também declarou publicamente que dois bilhões de pessoas é o limite máximo da população da Terra.

O documentário também apresenta Matthew Connelly, da Universidade de Colúmbia, autor do livro “Fatal Misconception: The Struggle To Control World Population” (Idéias erradas fatais: a luta para controlar a população mundial), que explica como uma coalizão de organizações, instituições, governos e as Nações Unidas manipularam famílias e violaram direitos humanos fundamentais no processo de alcançar suas metas de redução da população.

No documentário também aparecem Jennifer Roback Morse, ex-professora de economia da Universidade Yale; Dowell Myers, professor de planejamento urbano e demografia da USC; Nick Eberstadt, que tem doutorado em filosofia pela Universidade de Harvard; Harry Dent, mestre em administração de empresas por Harvard; e Gary Becker, autor de “The Great Depression Ahead” (A Grande Depressão a Frente) e economista ganhador de Prêmio Nobel.

Para mais informações sobre os documentários “Inverno Demográfico” e “Bomba Demográfica”, clique aqui.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Researcher: Economic Impact of Abortion in U.S. Since 1970 - $35 to $70 Trillion
“No matter how you slice it, aggressive ‘population control’ exacts a huge price in future economic growth”

New Stats: Europe Facing Demographic Winter, Growing Political, Economic Tensions
By 2015, European deaths will be greater than births; Russian population declining by 750,000/year

New Documentary Explores Global Demographic Crisis

Demographic Winter: “Schools will be turned into nursing homes. Playgrounds will become graveyards.

Commentary: World’s Elite Make Population Control #1 Priority against Backdrop of Underpopulation Threat

Pope Against Population Control: “Population Is Proving To Be An Asset, Not A Factor That Contributes To Poverty”

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/novo-documentario-desmascara-ligacao.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09063011.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

10 de Julho de 2009

Diretor homossexual da Universidade de Duke acusado de oferecer filho adotado de 5 anos para sexo

Diretor homossexual da Universidade de Duke acusado de oferecer filho adotado de 5 anos para sexo

Kathleen Gilbert

DURHAM, Carolina do Norte, 30 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma autoridade abertamente homossexual da Universidade de Duke foi acusada de entregar seu filho negro adotado de 5 anos para predadores sexuais online.

Frank Lombard, subdiretor de 42 anos do Centro de Políticas de Saúde e um assistente social clínico licenciado, foi preso na quarta-feira depois de convidar um agente policial disfarçado para tirar vantagem de um de seus dois filhos, os quais ele adotou com seu amante homossexual.

O Departamento de Polícia Metropolitana de Washington D.C. e o FBI conduziram a operação policial.

Os investigadores receberam informações secretas acerca da atividade criminosa de Lombard por meio de um informante que disse que ele havia visto Lombard abusar sexualmente de uma criança negra quatro vezes num serviço de chat de vídeo de internet chamado ICUii. O informante disse que Lombardi se descrevia em seu perfil como “papai pervertido em busca de diversão”.

De acordo com o mandado de prisão proposto pelo Detetive Timothy Palchak, da Polícia Metropolitana de D.C., Lombard disse para o detetive disfarçado que ele havia estuprado seu filho em várias ocasiões desde a infância, e que “o abuso da criança era mais fácil quando a criança era nova demais para falar e saber o que estava acontecendo, mas que ele havia drogado a criança com Benadryl durante o abuso”.

O FBI declarou que as duas crianças haviam sido levadas ao lar de Lombard. A Secretaria de Serviço Social da Carolina do Norte havia dado a ele a custódia protetiva delas.

Lombard será transferido para Washington, D.C. nesta semana para enfrentar acusações federais, e poderia ganhar até 20 anos de prisão se condenado.

Michael Schoenfeld, porta-voz da Universidade de Duke, disse para o noticiário ABC News que Lombard, empregado de Duke desde 1999, foi colocado sob licença sem direito a salário.

O Dr. Paul Cameron, diretor do Instituto de Pesquisa da Família, disse que o caso parece coincidir com um padrão de abuso estabelecido numa recente análise da literatura descrevendo o impacto de pais homossexuais em seus filhos. A entrevista, feito pelo Dr. Cameron e publicada na revista Psychological Reports (que é revisada por especialistas), observou que tais crianças eram mais freqüentemente expostas a abuso sexual perpetrado por pais.

“Embora nem todo pai gay abuse de seu filho, a literatura científica registra uma incidência muito mais elevada de abuso cometido por pais gays ou pais adotivos”, Cameron disse. Cameron, especialista em questões de pais adotivos e adoção homossexual, também disse que provavelmente a criança vítima “adquiriu um interesse em sexo gay por meio dessas atividades”.

Cameron citou um estudo do Instituto Kinsey de 1978 que revelou que 23% dos homens homossexuais pesquisados confessaram ter feito sexo com meninos.

“A conversa hipócrita de que ‘pais gays não têm grande probabilidade de abusar’ não tem base em evidências, mas na ideologia esquerdista”, disse Cameron.

“Ao apoiar a adoção gay, o Presidente Obama, o Estado da Carolina do Norte e a Universidade de Duke são igualmente culpados por essa tragédia. Os homens que fazem políticas públicas deixam que dogmas os ceguem para as evidências que estão na literatura há anos”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/diretor-homossexual-da-universidade-de.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09063006.html

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9 de Julho de 2009

A unção de Rick Warren ou a unção do Apóstolo Paulo?

A unção de Rick Warren ou a unção do Apóstolo Paulo?

Julio Severo

O apóstolo Paulo fez quatro viagens missionárias, entre Israel, no Oriente Médio, e a Europa. Tal qual hoje, era uma interação em regiões de culturas religiosas altamente inflamáveis.

Mas como discípulo daquele que é o Príncipe da Paz, por onde andava, Paulo semeava a paz. A missão dele era promover parceria entre as religiões a fim de combater as guerras, a pobreza, a corrupção, as doenças e o analfabetismo.

O trabalho de Paulo era extremamente difícil, pois a ONU — sem mencionar o Rev. Moon — ainda não havia nascido, com sua Iniciativa das Religiões Unidas. Una as religiões em parcerias para o bem, e a paz reinará neste mundo.

Na verdade, Paulo nunca agiu dessa forma, mas cristãos liberais e esquerdistas bem que gostariam que ele tivesse tido tal mentalidade.

E se Paulo fosse um pastor famoso dos nossos dias? Ele seguiria ou não uma teologia de “paz e harmonia com tudo e com todos” se vivesse em nossa geração? Ele sacrificaria uma estratosférica reputação secular arriscando fazer a vontade de Deus, que muitas vezes está na contramão da sociedade e dos sistemas religiosos? Ou ele agradaria a todos, a fim de conservar uma boa imagem diante do público e garantir o sucesso televisivo?

Não dá para saber exatamente o que Paulo faria em nossos dias, mas certamente dá para ver o que pastores famosos estão fazendo hoje.

Dias atrás, Rick Warren conseguiu de novo.

Ele participou de um importante evento muçulmano, onde pediu parceria entre muçulmanos e cristãos para combater as guerras, a pobreza, a corrupção, as doenças e o analfabetismo.

Por onde passa, Warren deixa em seu rastro paz e harmonia entre diferentes religiosos.

Não é errado nem pecado querer a paz. Mas quando o Evangelho verdadeiro entra num lugar, Jesus diz o que acontece:

“Vocês pensam que eu vim trazer paz ao mundo? Pois eu afirmo a vocês que não vim trazer paz, mas divisão. Porque daqui em diante uma família de cinco pessoas ficará dividida: três contra duas e duas contra três. Os pais vão ficar contra os filhos, e os filhos, contra os pais. As mães vão ficar contra as filhas, e as filhas, contra as mães. As sogras vão ficar contra as noras, e as noras, contra as sogras.” (Lucas 12:51-53 NTLH)

O apóstolo Paulo é prova dessa verdade. Suas atividades missionárias lhe custaram experiências bem distantes de “paz e harmonia”. Paulo mesmo diz:

“Tenho sido chicoteado… e muitas vezes estive em perigo de morte. Em cinco ocasiões os judeus me deram trinta e nove chicotadas. Três vezes os romanos me bateram com porretes, e uma vez fui apedrejado. Três vezes o navio em que eu estava viajando afundou, e numa dessas vezes passei vinte e quatro horas boiando no mar. Nas muitas viagens que fiz, tenho estado em perigos de inundações e de ladrões; em perigos causados pelos meus patrícios, os judeus, e também pelos não-judeus. Tenho estado no meio de perigos nas cidades, nos desertos e em alto mar; e também em perigos causados por falsos irmãos. Tenho tido trabalhos e canseiras. Muitas vezes tenho ficado sem dormir. Tenho passado fome e sede; têm me faltado casa, comida e roupas.” (2 Coríntios 11:23-27 NTLH)

Olhando para o confortabilíssimo sucesso midiático adquirido no mundo, alguém como Warren teria muita dificuldade de se enveredar pelos caminhos espinhosos, intranqüilos e desconfortáveis de Paulo. Ele preferiria se envolver nos assuntos da moda — aquecimento global, AIDS, etc. —, sem ofender ninguém.

Um Paulo provoca “transtornos”, seja no primeiro século ou no século 21. Um Warren que faz sucesso no mundo secular e religioso do século 21 com sua mensagem de “parceria entre todos” teria dificuldade de fazer o mesmo sucesso no primeiro século?

Evidentemente, o mesmo mundo que rejeitava Paulo há 2.000 anos o rejeitaria hoje. Paulo simplesmente não sabia se envolver nos assuntos da moda e promover parceria entre diferentes religiões para combater a fome, guerras, etc. O que ele acharia de receber um pouco da “unção de Warren”?

Não se sabe se Warren está agradando a Deus com seus agrados aos grandes, aos poderosos e aos religiosos. Mas sabe-se com certeza que Paulo agradava a Deus e não agradava aos grandes, aos poderosos e aos religiosos.

O que Rick Warren acharia de receber um pouco da “unção de Paulo”?

Fonte: www.juliosevero.com

Leia mais sobre Rick Warren:

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8 de Julho de 2009

Farrah Fawcett e o câncer anal

Farrah Fawcett e o câncer anal

Julio Severo

A atriz Farrah Fawcett morreu recentemente de câncer anal. Conforme informação que um médico me mandou, a maioria dos canceres de ânus são provocados pelo vírus do papiloma humano, que é transmitido por relações sexuais. No caso anal é por relações anais.

Mais informações aqui:

http://abcnews.go.com/Health/story?id=7939402&page=1

Anos atrás, conversando com uma advogada, ela contou-me como lidava com o divórcio de mulheres de pastores. Ela relatou como elas precisavam de assistência médica para tratar de vários problemas anais sérios por causa dessa relação, que estava provocando diretamente os divórcios.

Aliás, a sodomia, que é condenada na Bíblia, é mencionada em dicionários especializados não como exclusivamente uma relação anal de homossexuais, mas também de casais normais. Veja:

Sodomia (palavra originária das inclinações homossexuais dos homens da cidade de Sodoma, em Gênesis 19:1-11): 1. Cópula com uma pessoa do mesmo sexo ou com um animal. 2. Cópula sem coito, principalmente anal ou oral, com uma pessoa do sexo oposto. (Webster’s Ninth New Collegiate Dictionary, edição de 1984.)

Cerca de 90% dos casos de câncer anal são provocados pelo VPH, tornando assim a relação anal prejudicial, não somente de homem com homem, mas também de homem com mulher.

Farrah Fawcett provavelmente pagou com a própria vida esse tipo de relação.

Fonte: www.juliosevero.com

7 de Julho de 2009

Muçulmanos suicidas perdem para evangélicos e judeus suicidas

Muçulmanos suicidas perdem para evangélicos e judeus suicidas

Evangélicos e judeus dão aos muçulmanos radicais lições de autêntico suicídio

Julio Severo

Um homem-bomba, que mata muitas pessoas explodindo veículos no esforço de chamar atenção, é também chamado de terrorista suicida. O islamismo radical detém o monopólio desse estranho suicídio que, em vez de matar e destruir exclusivamente o autor e outros terroristas semelhantes, mata inocentes.

O alvo preferencial dos terroristas muçulmanos são judeus e cristãos. Mesmo quando uma bomba explode matando alguns muçulmanos, a meta é acabar atingindo os EUA e Israel. Mas se fossem suicidas autênticos, eles atacariam apenas seus próprios irmãos muçulmanos.

Talvez eles precisem de aulas de judeus e cristãos. Provavelmente, ninguém saiba provocar mais destruição suicida entre judeus e cristãos do que os próprios judeus e cristãos.

Quer provas?

Com seus homens-bombas, os muçulmanos conseguem arrasar um trem, explodir um avião, um posto policial ou destroçar um ônibus com criancinhas, mas nunca conseguiram desestabilizar o que tanto querem: os governos de Israel e dos EUA.

Os cristãos conseguiram ambas as coisas. Com seu esquerdismo suicida, os homens-bombas evangélicos explodiram os fundamentos evangélicos dos EUA, que foram edificados por evangélicos comprometidos com Deus e com a moral cristã. Compromisso e moralidade foram destroçados da atual realidade americana. Os homens-bombas evangélicos fizeram um trabalho perfeito. O “evangélico” Hussein Obama está aí como prova.

As “bombas” dos suicidas evangélicos não são fisicamente explosivas, mas, ideologicamente, são devastadoras. São feitas para colocar no pedestal ocidental o “evangelho de Karl Marx”.

A Europa “cristã” já sucumbiu diante desse falso evangelho, que coloca o Estado no lugar central de Deus como Supremo Provedor na vida das pessoas, famílias e sociedade. A Organização das Nações Unidas (ONU), que foi criada pelo presidente americano Franklin Delano Roosevelt, um protestante esquerdista aliado do ditador Stálin, representa um Estado global imenso, cheio de tentáculos, e um pedestal mundial para esse evangelho.

Esse Estado global, que quer um suicídio global através de políticas internacionais defendendo o aborto, o homossexualismo e outras perversões como direitos humanos inalienáveis, está se impondo a nível mundial no lugar central de Deus como Supremo Provedor na vida das pessoas, famílias e sociedade. A única fonte de resistência ao governo mundial e pagão da ONU eram os evangélicos conservadores americanos — espécie em extinção hoje no governo dos EUA.

Os EUA foram fundados por evangélicos perseguidos como país para abrigar cristãos perseguidos. Depois da ação dos homens-bombas evangélicos, tudo o que sobrou foi Obama e uma nação americana irreconhecível, que se coloca vergonhosamente ao lado de Fidel Castro e outros ditadores marxistas.

Os EUA foram fundados por evangélicos perseguidos que amavam Israel, e um de seus mais importantes presidentes modernos, Ronald Reagan, foi um dos maiores apoiadores de Israel — sem mencionar um grande opositor do aborto legal. Depois da ação dos homens-bombas evangélicos, tudo o que sobrou foi Obama e uma nação americana empenhada na sacralização e proteção mundial do aborto e do homossexualismo.

Quem disse que os cristãos não são exemplos de suicídio?

Mas eles não estão sozinhos.

Há judeus que detestam Israel tanto quanto os terroristas suicidas do islamismo, e que conseguem fazer estragos muito maiores para os judeus do que mil Osamas Bin Laden.

Os judeus socialistas do mundo inteiro, assim como todos os socialistas do mundo inteiro, rejeitam os propósitos de Deus. O judeu socialista americano Tony Kushner declarou: “Eu queria que o Israel moderno não tivesse nascido”. Ele é autor de uma famosa peça teatral que faz propaganda homossexual. Ele também chama o estabelecimento do Estado de Israel “uma calamidade histórica, moral e política para o povo judeu”.[1]

George Soros, o bilionário judeu esquerdista, passou anos tentando remover da Casa Branca presidentes americanos que mostrem o mínimo de apoio a Israel e aos valores cristãos que fazem parte integral da fundação dos EUA. Ele e outros poderosos judeus esquerdistas americanos investiram milhões de dólares durante anos para que a esquerda se apossasse da Casa Branca. O socialista Obama na presidência é uma grande vitória para eles.

Depois da ação dos homens-bombas judeus, tudo o que sobrou foi Obama e uma nação americana que quer a todo o custo amizade com os mortais inimigos de Israel e ao mesmo tempo impor sobre Israel a obrigação imoral de entregar parte de seu território e a própria Jerusalém aos “palestinos”.

Muito diferente dos muçulmanos e muito parecido com os cristãos, as “bombas” dos judeus não são explosivos materiais. São um produto “made in Karl Marx”, com consequências infinitamente mais devastadores do que um ataque terrorista muçulmano contra um ônibus ou prédio.

Graças aos suicidas cristãos e judeus, a Terra Prometida está sob pressões e opressões que impõem o plano de Obama, da ONU, dos “palestinos” e outros sobre Israel. Nesse plano, todos têm vez e voz, menos o Deus que já determinou tudo desde o começo, com fronteiras e limites bem definidos e imutáveis.

Israel é uma nação criada há milhares de anos para glorificar a Deus. A ONU, que foi criada para glorificar a si mesma e restabeleceu modernamente Israel, não reconhece a Deus nem Seus planos para o mundo e muito menos Seus planos para Israel. Se até mesmo judeus como George Soros e Tony Kushner querem o suicídio Israel, o que esperar então da ONU?

É alguma novidade o papel suicida dos judeus? Já no Antigo Testamento, os maiores opositores aos planos de Deus para os judeus e sua Terra Prometida eram os próprios judeus. No plano político, o Antigo Testamento mostra como rei após rei de Israel se rebelava contra Deus e Sua vontade. Quem é que pode se esquecer de Acabe e outros reis judeus que estavam cometendo o suicídio de sua própria nação? Depois de milhares de anos, nada mudou. Karl Marx, um judeu ex-protestante convertido ao satanismo, é o criador do socialismo, provavelmente a ideologia destrutiva que mais gerou protestantes, católicos e judeus suicidas no mundo. Graças ao socialismo, há tantos judeus e cristãos suicidas hoje quanto havia no Antigo Testamento.

Então por que os muçulmanos radicais estão tão preocupados? Por que eles gastam tanto dinheiro em bombas e terrorismo? Há séculos eles lutam para conquistar o Ocidente “cristão” e destruir Israel. Mesmo com elevados investimentos em terrorismo, eles mal arranharam a superfície do Ocidente ou de Israel. Contudo, a vitória que eles tanto querem está vindo, mas não por causa de seus próprios esforços e terrorismo. Está vindo pelas mãos de cristãos e judeus que, com suas ações e tolices, odeiam os planos de Deus.

O mundo muçulmano em geral aprova e elogia as ações de terroristas muçulmanos contra o Ocidente “cristão” e contra Israel. Por sua vez, a maioria dos cristãos aplaude líderes cristãos e judeus esquerdistas que com suas ações e tolices estão levando o Ocidente “cristão” e Israel ao suicídio. E em vez de condenarem o terrorismo muçulmano, esses líderes o desculpam. Quer aceitem ou não, eles são os maiores aliados do terrorismo muçulmano mundial.

O Ocidente “cristão” e Israel podem sobreviver ao terrorismo muçulmano, mas dificilmente conseguirão sobreviver às ações e tolices de cristãos e judeus esquerdistas suicidas, que têm o apoio incondicional da ONU e da União Européia.

O Brasil não sofre nenhuma ameaça do terrorismo muçulmano, mas graças às ações de católicos e evangélicos esquerdistas suicidas, hoje o Brasil tem um presidente socialista amigo de Fidel Castro, Hugo Chavez, ONU, Obama e dos países muçulmanos inimigos de Israel. Tal qual o “protestante” Obama, o “católico” Lula tem paixão pela propagação da ideologia suicida do aborto e do homossexualismo.

O Brasil, que é o maior país católico do mundo, é vítima da teologia da libertação, que vem libertando católicos e evangélicos do Evangelho de Jesus Cristo para escravizá-los ao “evangelho” segundo Karl Marx. Os governos espiritualmente suicidas do Brasil de Lula e dos EUA de Obama são frutos de teologias espiritualmente suicidas entre católicos e protestantes.

O tradicional ódio e ataques terroristas muçulmanos contra os EUA irão desaparecer, pois os cristãos e judeus esquerdistas suicidas conseguiram colocar na Casa Branca alguém para agradar não somente a eles, mas também aos terroristas muçulmanos do mundo inteiro. Falta agora aos judeus esquerdistas suicidas aplicar em Israel o mesmo golpe, colocando na presidência de Israel um Hussein Obama, para fazer a vontade da esquerda e do islamismo.

Por isso, se lhe disserem que entre os muçulmanos há os maiores suicidas do mundo, duvide. Se lhe disserem igualmente que quem está destruindo o Ocidente e Israel é Osama Bin Laden e o terrorismo muçulmano, não acredite.

Os cristãos e judeus suicidas esquerdistas fundaram a ONU, afundaram a Europa “cristã” e estão afundando os EUA “cristãos”. Perto deles, os terroristas muçulmanos são apenas cachorrinhos vira-lata.

Existe saída para o esquerdismo que assola entre cristãos e judeus, escravizando e ameaçando nações? Existe solução para o terrorismo muçulmano? Há um meio de escapar da “salvação” que Obama, Lula, a ONU e cristãos e judeus suicidas esquerdistas estão oferecendo ao mundo?

A única salvação para os cristãos, para os judeus e para os muçulmanos é o maior Judeu de todos os tempos: o Rei Jesus Cristo.

Veja também a versão em inglês deste artigo: Muslim suicides surpassed by Protestant and Jewish suicides

Fonte: www.juliosevero.com

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47804

6 de Julho de 2009

Obama está levando os EUA à queda no marxismo, diz ex-jornal oficial da União Soviética

Obama está levando os EUA à queda no marxismo, diz ex-jornal oficial da União Soviética

Fred Lucas

(CNSNews.com) — Um comentário publicado no jornal que outrora foi o jornal oficia da União Soviética anunciou a “descida dos EUA no marxismo” citando os baixos padrões educacionais, a eleição de Barack Obama como presidente e como o governo americano assumiu o controle da General Motors.

O artigo de opinião no Pravda, um dos jornais da era soviética ainda publicados na Rússia, levava a manchete “Capitalismo americano foi-se com um leve gemido”, e foi escrito por Stanislav Mishin, que dirige o blog “Mat Rodina”.

“Como o romper de uma grande represa, a queda dos EUA no marxismo está acontecendo numa velocidade espantosa, diante de um cenário de ovelhas (isto é, pessoas) passivas e desanimadas”, escreveu Mishin.

O artigo afirma que a queda dos EUA ocorreu em três fases:

“Primeira, a população foi idiotizada por meio de um sistema educacional politizado e de baixo nível baseado na cultura popular, em vez da educação clássica. Os americanos sabem mais sobre seus dramas de TV favoritos do que os dramas do governo federal que afetam diretamente a vida deles”.

Segunda, “a fé deles em Deus foi destruída, ao ponto em que suas igrejas — dezenas de milhares de diferentes ‘vertentes e denominações’ — se tornaram na maior parte pouco melhores do que circos de domingo e seus televangelistas e mega-igrejas protestantes mais importantes ficaram mais do que felizes de vender suas almas e rebanhos a preço de banana, a fim de estarem do lado ‘vencedor’ de um ou outro político pseudo-marxista”.

O artigo também disse: “Os rebanhos americanos rejeitaram Cristo na esperança de obter poder terreno. Até mesmo nossas igrejas ortodoxas nos EUA são escandalosamente liberais”.

“O colapso final”, disse o artigo do Pravda, “ocorreu com a eleição de Barack Obama. A pressa com que ele tem feito as coisas nos últimos três meses é realmente impressionante. Seus gastos e emissão de moeda estão batendo recordes, não só na curta história dos EUA, mas também do mundo. Se a situação continuar desse jeito por mais de um ano, e não há nenhum sinal de que não continuará, na melhor das hipóteses os EUA ficarão semelhantes à República de Weimer e na pior como o Zimbábue”.

Dando detalhes sobre o controle agora dominante do governo de Obama sobre a General Motors, Mishin mencionou como o governo americano demitiu o diretor executivo da GM e a “ousadia” de Obama de declarar que ele e outro grupo de palhaços nomeados por ele e que não foram eleitos agora reestruturarão a indústria automobilística inteira e até serão a garantia das políticas automobilísticas”.

O “primeiro-ministro russo Putin, menos de dois meses atrás, avisou Obama e Tony Blair da Inglaterra, para não seguirem a rota do marxismo, pois só leva ao desastre”, disse o artigo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CNSNews

Para ler tudo sobre Obama neste blog, clique aqui.

5 de Julho de 2009

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer estatísticas

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer estatísticas

Solano Portela

Em 14 de junho de 2009 São Paulo apresenta o que está sendo considerado como o maior evento da cidade, superando, mesmo, a anual corrida de Fórmula 1: A Parada do Orgulho Gay. A aferição de importância é feita não somente pelo número de pessoas trazidas à cidade, e conseqüente receita contabilizada pela rede de serviços, comércio e cofres públicos, mas também, como divulgou a Globo no Jornal Hoje de 13.06.2009, pela imensa infra-estrutura de organização, apoio e “segurança” — tudo pago, compulsoriamente, com a arrecadação do meu e do seu dinheiro, quer concordemos ou não com a prática.

Há muito estamos observando a imposição do estilo gay de vida sobre a sociedade, que cria não apenas uma classe de intocáveis e “não-criticáveis”, mas um segmento subsidiado, fomentado e imposto pela máquina governamental. A pressão se demonstra, como exemplo, pela legislação (Projeto de Lei 122/2006, que tramita no Senado Federal e que tem como relatora a Senadora Fátima Cleide) cujo nascimento se avizinha, tendo como parteiros os nossos legisladores; mas também pelo silenciar, quase compulsório, de qualquer oposição. Hoje em dia quase que não há voz que arrisque o seu pescoço político e se oponha às pressões heterofóbicas. Alguns, como o Deputado Henrique Afonso, são alvo de processo de expulsão do partido (PT), porque suas convicções pessoais falaram mais alto do que a ditadura do partido, que aprisiona a consciência dos seus membros em causas abortistas e heterofóbicas (veja: “Dinheiro Público Desviado para Causa Abortista”, neste site). A sociedade, narcotizada, vai sendo levada não apenas à deriva, mas navegando a um destino que resultará em sua própria extinção, pelo menos por falta de descendentes, a prevalecer a idéia de que podemos brincar impunemente com a estrutura básica biológica e metafísica dos seres humanos, implantada pelo Criador em suas criaturas.

Como se não bastasse essa via governamental, que contraria gritantemente, o art. 5º, da nossa Constituição (“todos são iguais perante a lei...”), querem nos enganar com estatísticas falsas, não substanciadas, e com distorções de notícias procedentes do universo gay. Em 09 de dezembro de 2008 a Folha de São Paulo trouxe uma carta, no “Painel do Leitor” discutindo notícias recentes sobre assassinatos de homossexuais em uma praça de São Paulo, que eram investigados pela polícia. Nela, o missivista, o conhecido defensor da causa gay, recebedor de constante apoio governamental (deste e do governo anterior): Luiz Mott. Na carta, ele falava de um “genocídio de homossexuais” que estaria ocorrendo no Brasil. Obviamente, como cristãos e cidadãos ordeiros dessa nação brasileira, somos contra qualquer assassinato. Acreditamos até que a punição corrente para esses crimes seja por demais suave, no entanto, esse rótulo de “genocídio homossexual” é curioso, estranho e intrigante. A expressão não pode ser pacificamente aceita, sem análise maior.

Uma das estatísticas mais utilizadas é a de que “a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil”. Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado PL 122/2006, e a cobertura de inúmeras medidas supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, “tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos”, Mott compilou os seus dados através do método duvidoso e não científico de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de “estatísticas oficiais”. Segundo Mott, o Brasil atravessa um “homocausto” (trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!

Repetindo, repudio qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Mas sobre essas estatísticas e terminologia que está sendo utilizada pondero o seguinte:

1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão “genocídio” é curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos "atos bárbaros" da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”. Lemkim pegou a palavra grega “genos”, que significa “raça”, “tribo”, “grupo étnico”, unindo-a ao sufixo latino “cidium”, que significa “ato de matar”, “assassinato” — resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere aos assassinatos de homossexuais como sendo “genocídio homossexual”, está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com “raça”, “tribo”, “grupo étnico”). Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre “o direito de opção sexual”: ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar “genocídio”, contradizem-se em sua própria argumentação.

2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que, como afirmam os gays, “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais. Ocorre que o próprio movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

3. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não “dá mídia” nem impressiona tanto quanto as estatísticas do Mott.

4. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem — eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso dos assassinatos de homossexuais ocorridos no Parque dos Paturis, em Carapicuíba. Nenhum grupo gay deu importância ao fato de que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, era igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças).

A mídia esquece que os “ativos” são igualmente homossexuais; eles não são contabilizados nas estatísticas de violência da classe. E assim, com essas frases e “estatísticas” de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.

A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Além disso, as forças estatais alinham-se na imposição de uma onda heterofóbica, aceitando e promulgando estatísticas distorcidas, para substanciar ações e projetos que resultarão na destruição da frágil estrutura social, com um mínimo de ordem e decência — situação quase extinta em nossos dias.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

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Da pornografia para a pureza: casal evangélico dá testemunho de sua luta contra o pecado em novo ministério

Da pornografia para a pureza: casal evangélico dá testemunho de sua luta contra o pecado em novo ministério

Patrick B. Craine

RALEIGH, Carolina do Norte, 25 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Dois anos atrás, o mundo de Jeff e Marsha Fisher desabou depois que seus líderes denominacionais descobriram que Jeff estava viciado em pornografia. Jeff, que era pastor de uma igreja plantada na cidade de Buffalo, teve de deixar seu cargo, e eles se mudaram com seus dois filhos novos de Buffalo para Raleigh

Agora, eles estão usando sua experiência para a glória de Deus por meio de um ministério online chamado Porn to Purity, onde eles dão testemunho de suas contínuas lutas por meio de um blog e podcasts.

Cerca de um ano depois de plantar uma igreja, Jeff foi confrontado pelo diretor do escritório denominacional local e o pastor da igreja que estava ajudando a patrocinar o plantio, disse ele aos ouvintes num podcast. “Eles tinham uma pasta cheia de sites questionáveis que eu havia pesquisado enquanto estava só no escritório”, recorda ele. “Foi uma intervenção”.

Marsha sabia das lutas de Jeff com a pornografia, e já lhe tinha dado uma segunda chance, mas depois dessa descoberta, Jeff disse para LifeSiteNews.com (LSN), ela “ficou compreensivelmente muito irada comigo”.

Mas, em vez de fazê-lo dormir no sofá ou abandoná-lo, Marsha acabou escolhendo acolher Jeff. “Deus realmente tocou minha esposa e depois de algumas semanas”, disse ele para LSN, “ela viu quanto eu estava sofrendo, e viu como estávamos sendo tratados por nossos mentores e líderes e sentiu compaixão de mim… Eu diria, em algum ponto… cerca de dois meses, ela veio até mim e disse que percebia que esse não era apenas problema meu. Esse era nosso problema”.

“Pense nisso como problema de ‘uma só carne’”, Marsha diz aos ouvintes num podcast. “O Senhor em seu amor me deu a capacidade de ver o problema de pornografia de Jeff como NOSSO problema de casamento”.

“Marsha me acolheu em seus braços”, Jeff disse para LSN. “Sei que uma das coisas que a motivaram foi que ela não queria que nós fôssemos um desses fracassos. Ela não queria que fôssemos uma dessas estatísticas de um casamento que não funcionou. Assim nós dois tivemos de procurar aconselhamos e tivemos de lidar com o choque disso”.

Os Fishers postaram uma lista de estatísticas sobre pornografia em seu site, que revela que a pornografia é um problema geral na Igreja. De acordo com ChristiaNet, por exemplo, 50% de todos os homens cristãos e 20% de todas as mulheres cristãs são viciados em pornografia. E de acordo com Pastors.com, 54% dos pastores entrevistados tinham visto pornografia na internet no ano passado, e 30% nos últimos 30 dias.

Depois da intervenção de seus líderes, Jeff percebeu que tinha de lidar com seu vício de um jeito mais profundo. “Eu tinha de começar a reconhecer a profundidade do problema”, ele disse para LSN. “Precisamos ir além da mera atitude de fazer algo diferente ao usar o computador ou fazer algo diferente com as mãos… Tínhamos de lidar com o vício pornográfico de um jeito mais profundo”.

“Tive de começar a praticar a verdade”, ele disse. “Eu vinha encobrindo o vício… Eu precisava começar a ter uma rede de pessoas com as quais eu poderia conversar sobre isso. Tudo começou quando eu estava conversando com os conselheiros e então liguei para meu melhor amigo, que não sabia de nada, e lhe confessei tudo, e o que aconteceu. E ele é um desses amigos… que disse, sabe, ‘Jeff, sou um bom amigo, e vamos lidar com isso’. Por pelo menos no primeiro mês, ele e eu conversávamos diariamente… Já se passaram quase dois anos, e ainda conversamos pelo menos duas vezes por semana”.

Jeff crê que as igrejas não estão lidando com o vício de pornografia o suficiente. “Nos círculos cristãos, não é algo sobre o qual se converse. Todos fazem silêncio”, disse ele. “A maioria das pregações que ouvi relacionadas à pornografia são muito condenadoras, no sentido de: ‘Se você está envolvido nisso, então envergonhe-se. Um cristão não faria isso’. Eu simplesmente acho que essa é a abordagem errada”.

“Uma das coisas que Marsha e eu tínhamos a intenção de fazer quando começamos nosso site era, queremos conversar sobre isso”, disse ele. “Toda vez que damos nosso testemunho, as pessoas respondem, e as pessoas sentem que não estão sozinhas. Penso que as pessoas que estão no vício pornográfico sentem que estão sozinhas… Uma mensagem que as igrejas precisam transmitir é que esse é um problema real na sociedade. Não é o que Deus quer para nós, e eis o jeito de lidar com isso”.

Além disso, “os pais têm de criar um ambiente seguro em que seus filhos sintam que… podem se aproximar para conversar com eles”, disse Jeff. “Havia uma ausência em minha família e na família de Marsha sobre conversar acerca de coisas sexuais”.

Os Fishers já começaram a abrir diálogo com seus filhos. Jeff disse que eles começaram a falar sobre os riscos do uso da internet com sua filha de nove anos. “Penso que temos de dizer que… há coisas ruins lá fora”, disse ele, “e coisas como fotos com nudez, e… provavelmente você as verá. Venha conversar com a mamãe e com o papai e avise-nos imediatamente. E não vamos culpar você. Você não será castigada por isso”. Jeff disse para LSN que ele até modelou sua conduta dizendo para sua esposa e filhos quando ele acidentalmente vê imagens pornográficas online.

Jeff e Marsha querem que as pessoas que estão lutando para sair da pornografia tenham acesso aos recursos de que precisam para conquistar seu vício. Além do blog e dos podcasts deles, eles têm uma lista com vários recursos no seu site.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

No, It is Not Okay for Christian Couples to View Porn Together as a Warm Up for Sex
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08031902.html

Study Proves “Pornography is Harmful”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/mar/02031203.html

Pornography “One of the Most Pervasive and Destructive Problems in Our Society” — Philly Cardinal
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jun/06060908.html

Experts Link New Study on Aggressive Sexual Behavior to Pornography Usage
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/dec/07120406.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/da-pornografia-para-pureza-casal.html

Veja o artigo original em inglês aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09062514.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

4 de Julho de 2009

Novo relatório anual do FNUAP prioriza “saúde reprodutiva”

Novo relatório anual do FNUAP prioriza “saúde reprodutiva”

Samantha Singson

NOVA IORQUE, NY, EUA, 25 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Na semana passada, o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) divulgou seu relatório anual para 2008, destacando o trabalho da organização na área de saúde materna e suas “campanhas contínuas para garantir o acesso universal à saúde reprodutiva e ao direito de todas as pessoas de decidir o número e a escolha do tempo de seus filhos”.

Embora o FNUAP recuse sujeitar seus registros financeiros a uma auditoria independente e também se recuse a repassar para os próprios membros de sua diretoria um relatório específico de orçamento, seu relatório anual declara que em 2008 quase metade das despesas de campanhas do FNUAP foi para os programas de “saúde reprodutiva”, a um custo de 165,1 milhões de dólares, um aumento considerável dos 146,6 milhões do ano anterior. Em todas as cinco regiões, mais fundos foram gastos em iniciativas de saúde reprodutiva do que qualquer outro programa.

As atividades de 2008 do FNUAP para ajudar a alcançar o “acesso universal à saúde reprodutiva” incluem promoção do planejamento familiar, principalmente “garantindo produtos de saúde reprodutiva” tais como camisinhas. O relatório do FNUAP afirma que seu trabalho levou 89 países a ter planos orçamentários nacionais para a promoção e fornecimento de anticoncepcionais e outros materiais de saúde reprodutiva.

O FNUAP nega firmemente que seus programas tenham algo a ver com aborto e seu relatório não menciona essa palavra. Contudo, os críticos na ONU suspeitam que o uso que o FNUAP faz da frase “mortalidade materna” mostra a adoção do que alguns chamam de “abordagem de defesa da família tradicional que encubra a defesa do aborto”. Ao focalizar na criação de um novo “direito” à saúde materna, os promotores de direitos reprodutivos crêem que podem consolidar ganhos e ao mesmo tempo evitar que os oponentes do aborto apurem as ações mais ocultas do FNUAP. Então, logo que se sentirem confiantes de que se estabeleceu o novo direito à “saúde materna”, eles poderão alegar que o aborto é parte do novo direito.

O FNUAP continuou a focalizar na saúde mental como “parte integral da saúde reprodutiva”. O FNUAP e a Organização Mundial de Saúde publicaram o documento “Aspectos da Saúde Mental da Saúde Reprodutiva das Mulheres: Uma Análise Global da Literatura” que busca forjar ligações entre os fatores biológicos, psicológicos e sociais para promover “uma abordagem integrada à saúde mental e reprodutiva”. Nos Estados Unidos e em outros países, a “saúde mental” foi usada para expandir radicalmente os direitos de aborto além dos casos em que o bem-estar físico da mãe está em risco.

As campanhas do FNUAP em defesa de direitos dos jovens incluem apoiar “atividades que levaram sete países a ratificar a Convenção Ibero-Americana dos Direitos dos Jovens”. A Convenção é um documento que preocupa os conservadores sociais da América Latina por suas referências à “saúde sexual e reprodutiva” bem como “orientação sexual”, que eles temiam seria usada para promover o aborto e o homossexualismo na região.

Muito embora a liderança do FNUAP tenha expressado apoio à transparência e tenha falado em favor de usar normas internacionais de prestação de contas em resposta a preocupações dos países membros da ONU, o FNUAP não divulgou uma detalhada prestação de contas de suas campanhas. No relatório anual de 2008 não há tabelas financeiras detalhadas, comumente vistas em registro anuais de organizações, e só fornece descrições casuais de gastos do FNUAP.

Embora o governo de Bush tenha deixado de financiar o FNUAP porque a agência apóia o programa de controle populacional da China, que inclui esterilizações e abortos forçados, a agência pode esperar assistência monetária do governo de Obama em 2009. No começo deste ano, os Estados Unidos anunciaram que restabeleceriam o financiamento do FNUAP e prometeram dar 50 milhões de dólares em 2009 — uma cifra que colocaria os EUA como um dos principais países doadores do FNUAP, junto com a Holanda, Suécia, Dinamarca e Noruega.

(Esse artigo foi republicado com a permissão de http://www.c-fam.org/)

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/novo-relatorio-anual-do-fnuap-prioriza.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09062510.html

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3 de Julho de 2009

Manobra abortista e homossexualista do presidente Lula

Manobra abortista e homossexualista do Presidente Lula

Presidente Lula demorou em nomear o novo Procurador-Geral da República para permitir que a procuradora-geral interina Deborah Duprat desse parecer favorável para a legalização do aborto de bebês anencefálicos e para a legalização de uniões homossexuais

Julio Severo

Segundo noticiou a Folha de São Paulo de 30 de junho de 2009, o Presidente Lula nomeou somente em 29 de junho próximo passado Roberto Monteiro Gurgel Santos como o novo Procurador-Geral da República. Roberto Gurgel era, até então, Vice-Procurador-Geral da República e o candidato mais votado pela Associação Nacional dos Procuradores da República, candidato favorito do Procurador-Geral da República Antonio Fernando de Souza e um dos integrantes do grupo que foi formado pelo ex-procurador-geral da República Cláudio Fontelles. Uma das características desse grupo é o de ser grande defensor pró-vida, tanto que Cláudio Fontelles foi o autor da ação que tentou impedir a pesquisa com células-tronco embrionárias no Brasil, ação que acabou sendo rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal em 2008.

Apesar de ter recebido a lista tríplice do Ministério Público bem antes do término do mandato do atual Procurador-Geral, o Presidente Lula adiou propositadamente a nomeação, que ainda tem de ser ratificada pelo Senado Federal. Com essa demora, assumiu a Procuradoria-Geral da República a procuradora Deborah Duprat, de 50 anos, que aproveitou esse período para tomar algumas providências que dificilmente seriam tomadas pelo novo procurador-geral. Por exemplo, ela deu parecer favorável ao aborto de fetos anencefálicos na argüição de descumprimento de preceito fundamental que está em curso no Supremo Tribunal Federal, como também ajuizou argüição de descumprimento de preceito fundamental para a legalização de uniões homossexuais, o que, aliás, já fez. Duprat trabalhou com “minorias”, o que revela certa ligação dela com os homossexuais.

Como a decisão de nomeação, segundo a Folha de São Paulo, foi feita em conjunto com o Advogado-Geral da União José Antonio Toffoli, que defendeu recentemente o aborto em entrevista à revista Veja (além de ter sido um dos principais defensores da pesquisa com células-tronco embrionárias), dá para se ver claramente que a demora para a nomeação do Procurador-Geral da República foi propositada, a fim de que Deborah Duprat pudesse tomar essas iniciativas, que estão perfeitamente de acordo com o programa do Partido dos Trabalhadores.

Fonte: www.juliosevero.com