29 de agosto de 2014

Unidos por Israel


Unidos por Israel

Eguinaldo Hélio de Souza
Sim, somos cristãos Unidos por Israel. Declaramos nosso amor pelo povo judeu como um legítimo reconhecimento por tudo o que recebemos desse povo em particular (Rm 3.1, 2; 15.27). Entendemos nosso dever de orar por eles (Rm 10.1) e de reconhecer no atual Estado de Israel o cumprimento das promessas bíblicas (Isaías 66.8; Amós 9.14, 15). Há um Deus que rege a história e, portanto, a existência de Israel tem conotações proféticas e históricas importantes dentro dos propósitos divinos.
No entanto, sabemos que nem todos os cristãos pensam assim. Alguns inclusive assumem um sentimento antissemita que não se harmoniza com os sentimentos cristãos. Pensamos que aqueles que afirmam não ser antissemitas, mas apenas antissionistas, estão fazendo uma declaração incoerente. É como se disséssemos reconhecer o direito de uma pessoa existir, mas negássemos seu direito de ocupar lugar no espaço.
Outros são cristãos legítimos e sinceros e, no entanto, opõem-se a Israel por motivos particulares e diversos. Nós, cristãos que amamos Israel, não desejamos que nosso amor a essa nação nos faça inimigos dos cristãos que pensam diferente.
Nosso amor pelos judeus não significa desamor para com os cristãos que não amam Israel. Não nos sentimos pressionados entre alternativas. Amamos Israel e amamos a Igreja de Cristo, mesmo os indivíduos dentro dela que não concordam com nossas posições. Somos Unidos por Israel. Não queremos ser desunidos pela causa de Israel.
 Também é importante dizer que uma declaração de nosso amor pelos judeus não significa desamor por outros povos e nações. Como cristãos, devemos amar o mundo que Deus amou (João 3.16) e isso inclui tanto árabes quanto judeus. 
Entretanto, amar não é negar nossas firmes posições e nem ocultar nossas opiniões. Temos o pleno direito de expressá-las e defendê-las. Nosso respeito não significa concordância irrestrita, seja com cristãos que se opõem a Israel, seja com povos que declaram abertamente seu ódio aos judeus e manifestam o desejo por sua destruição. Nosso apoio a Israel não é irracional ou injusto. Vemos nas Escrituras apoio suficiente para sua existência, como também o viram as autoridades britânicas durante os primeiros anos do Movimento Sionista.
Chaim Weizmann, presidente da Agência Judaica, órgão que representava os judeus antes da existência de seu Estado, assim escreveu em sua autobiografia:
Nunca lhe ocorreu [isto é, nunca ocorreu a Lucien Wolf, antissionista declarado] que homens como Balfour, Churchill, Lloyd George, fossem profundamente religiosos e acreditassem na Bíblia, de tal maneira que nós, os sionistas, representássemos para eles uma grande tradição pela qual sentiam enorme respeito.[1]
O Estado judeu se tornou uma realidade não apenas por causa dos judeus, mas também devido àquilo que os cristãos acreditavam sobre a Bíblia. E somente por causa das Escrituras podemos orar, abençoar, apoiar e amar a Israel e aos judeus.
Ainda é preciso dizer que nosso respeito à Israel não se apoia em alguma infalibilidade por parte dos judeus ou de seus líderes. É óbvio que tomam decisões erradas, é óbvio que falham. Quando a falha não ocorre entre as altas lideranças ocorre entre os próprios soldados e civis, propensos a ódios, excessos e erros como qualquer outro. Pelo contrário, nossa defesa ao seu direito à terra se fia na justiça divina e não na justiça humana:
Não é por causa da tua justiça, nem pela retidão do teu coração que entras a possuir a sua terra, mas (...) para confirmar a palavra que o SENHOR, teu Deus, jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó. Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o SENHOR, teu Deus, te dá esta boa terra para possuí-la, pois tu és povo obstinado. (Dt 9.5, 6).
Os judeus conscientes por seu lado não reivindicaram a terra porque fossem melhores do que outros seres humanos. Julgavam-se igual a todos os homens e por isso lutaram para viver novamente na terra de seus antepassados:
Temos o direito de ser tratados como seres humanos normais, capazes de ingressar na família das nações como iguais e de ser senhores de nosso próprio destino. Odiamos o antissemitismo tanto quanto o filossetimismo. Ambos são degradantes.[2]
Não podemos ser ingênuos
Reconhecer os erros de Israel por outro lado não significa ignorar seus acertos bem como as más intenções de seus inimigos. Os cristãos que condenam Israel parecem fazer vistas grossas ao ódio e às ameaças abertas de seus inimigos. Relacionar aqui as inúmeras declarações de intenção de destruir Israel, feitas por seus inimigos, não seria só cansativo, como desnecessário. Os críticos cristãos de Israel geralmente são pessoas instruídas, com pleno acesso à mídia, que sabem muito bem as  intenções por trás de muitas declarações aparentes de boa vontade.
Como escreveu Mosab Hassan Yousef, filho do fundador do HAMAS:
Portanto, para o Hamas, o problema supremo não era a política de Israel. Era Israel em si, a existência daquele Estado-nação.[3]
Essa não é uma declaração isolada. O extermínio da nação de Israel permanece o objetivo de várias nações árabes desde o surgimento. É um fato sabido por todos. E quando cristãos ignoram os discursos de ódio por parte dos árabes com relação aos judeus eles estão sendo cúmplices desses sentimentos. Não é necessária grande quantidade de informação e de análise política para saber que se a paz não aconteceu ainda é porque de fato o interesse não é a paz, mas o extermínio de Israel.
Na maioria das vezes o que existe é uma ingenuidade voluntária, que não passa de mero partidarismo alimentado por influência ideológica e não pela sinceridade ou pelo desejo de justiça.
Ser justo é defender os inocentes e não apenas os que sofrem
A verdade é que Israel tornou-se uma nação forte em pouco mais do que seis décadas. Possui poderio bélico de alto poder de destruição. Sua situação econômica sem dúvida é muito superior ao dos chamados palestinos. Isto, contudo, não faz de Israel o culpado e de seus atacantes inocentes. Ninguém é culpado por ser rico ou inocente por ser pobre. Somos culpados ou inocentes de acordo com nossas ações. Em outras palavras, o poderio bélico de Israel não o torna culpado da mesma forma como a pobreza dos palestinos não os tornam inocentes. Julgar dessa forma é alterar o sentido de justiça.
Não admitirás falso rumor e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa. Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda falarás, tomando parte com o maior número para torcer o direito. Nem ao pobre favorecerás na sua demanda. (Êxodo 23.1-4)
Não fareis injustiça no juízo; não aceitarás o pobre, nem respeitarás o grande; com justiça julgarás o teu próximo. (Levítico 19.15)
Uma amostra de julgamento incoerente pode ser visto no muro que separa Belém e outras cidades de Israel. Não resta dúvida de que ele cria segregação e prejudica os palestinos sob vários aspectos. A pergunta é: por que o muro foi construído? Todos sabem que foi para evitar o terrorismo, que de fato diminuiu significativamente após sua construção. Entretanto, o governo judaico é acusado de perverso por esse ato enquanto não se faz qualquer menção ao terrorismo como se matar pessoas fosse um direito e protegê-las uma ofensa. Este é apenas um exemplo.
Alguns se queixam de que a história é escrita pelos vencedores. E na maioria das vezes é mesmo, pois os perdedores não têm condição de escrevê-la. No entanto, dizer que é escrita pelos vencedores não quer dizer que foi escrita pelos culpados enquanto os inocentes foram silenciados. A Alemanha nazista perdeu a guerra e nem por isso era inocente. Tudo o que a respeito do nazismo foi escrito pelos vencedores é plenamente verdadeiro.
Forte e fraco não são sinônimos de culpado e inocente. Ninguém que procure julgar com justiça seguirá esse caminho, pois esse não é o caminho de Deus.
Duas espécies de peso e duas espécies de medida são abominação para o SENHOR, tanto uma coisa como outra. Provérbios  20.10
O que justifica o ímpio e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro. Provérbios 17.15
A culpa e a inocência não são inerentes a grupos étnicos ou classes sociais. Avaliar segundo esses critérios embotará o senso de justiça de qualquer um. Nem sempre os que usam da palavra justiça são os que a estão praticando ou que estão avaliando segundo ela.
Devemos amar os inimigos de Israel e os cristãos que se opõem a Israel. Só não podemos alegar que são inocentes ou que são justos em sua avaliação. Somos Unidos por Israel porque acreditamos no que dizem as Escrituras a seu respeito. Por esse mesmo motivo rejeitamos os que abertamente defendem a sua destruição e aqueles que substituem a Palavra por ideologias humanas.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
“O Vaticano contra Israel”: Crítica do novo livro de Meotti


[1] WEIZMANN, Chaim. Israel, do sonho à realidade. São Paulo: IBRASA, 1969. p. 182
[2] WEIZMANN, Chaim. Israel, do sonho à realidade. São Paulo: IBRASA, 1969. p. 187
[3] YOUSEF, Mosab Hassan. FILHO DO HAMAS. Rio de Janeiro: Sextante, 2010. p.75

28 de agosto de 2014

O tiro saiu pela culatra! Islamitas treinados pelos EUA se juntaram ao ISIS


O tiro saiu pela culatra! Islamitas treinados pelos EUA se juntaram ao ISIS

Base Secreta na Jordânia era o local de acobertamento para o apoio aos insurgentes que visavam derrubar Assad

Aaron Klein, correspondente do WND em Jerusalém
Comentário de Julio Severo: Este importante artigo do WND, traduzido por Dionei Vieira (que é tradutor que colabora traduzindo artigos que lhe indico como imprescindíveis), pois mostra como o governo dos EUA treinou muitos dos terroristas islâmicos que estão há meses torturando, estuprando e matando os cristãos no Iraque e na Síria. Há informação anterior do WND de que a CIA estava enviando armas para esses terroristas. O atual artigo do WND também revela que o ISIS (EIIL) recebeu muita ajuda de dois grandes aliados dos EUA no Oriente Médio: Turquia e Arábia Saudita. Todos colaborando, querendo ou não, para exterminar os cristãos da Síria e Iraque.
Treinadores do Exército dos EUA
JERUSALÉM, Israel — Rebeldes sírios que viriam a se juntar ao Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ou ISIS (EIIL), foram treinados em 2012 por instrutores dos Estados Unidos que trabalham em uma base secreta na Jordânia, de acordo com informações de autoridades jordanianas.
As autoridades disseram que dezenas de futuros membros do ISIS foram treinados na época como parte de um apoio secreto aos insurgentes que visava derrubar o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, na Síria. As autoridades disseram que o treinamento não tinha o objetivo de ser usado em qualquer campanha futura no Iraque.
As autoridades jordanianas disseram que todos os membros do ISIS que receberam treinamento dos Estados Unidos para lutarem na Síria foram primeiro examinados por quaisquer vínculos com grupos extremistas, como a Al-Qaeda.
Em fevereiro de 2012, o site WND foi o primeiro a dar a notícia de que os EUA, a Turquia e a Jordânia estavam operando uma base de treinamento para os rebeldes sírios na cidade jordaniana de Safawi na região desértica do norte do país.
Esse relatório já foi confirmado por vários outros relatos da mídia.
Em março passado, a revista alemã Der Spiegel relatou que os americanos estavam treinando rebeldes sírios na Jordânia.
Citando o que dizia era de que eram participantes sob treinamento e organizadores, Der Spiegel relatou que não estava claro se os americanos trabalhavam para empresas privadas ou se estavam com o Exército dos EUA, mas a revista disse que alguns organizadores usavam uniformes. O treinamento na Jordânia estaria focando no uso de armamentos anti-tanque.
A revista alemã relatou que cerca de 200 homens receberam o treinamento nos últimos três meses em meio aos planos dos EUA para treinar um total de 1.200 membros do Exército Livre da Síria [rebeldes islâmicos] em dois campos no sul e no leste da Jordânia.
O jornal britânico The Guardian também relatou, em março passado, que os instrutores dos EUA estavam ajudando os rebeldes sírios na Jordânia junto com instrutores britânicos e franceses.
A agência Reuters relatou que um porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA se recusou a comentar imediatamente sobre a reportagem da revista alemã. O Ministério das Relações Exteriores Francês e os Ministérios das Relações Exteriores e da Defesa da Grã-Bretanha também não quiseram comentar à agência Reuters.
As autoridades jordanianas falaram ao site WND em meio a preocupações de que a violência sectária no Iraque se espalharia para o seu próprio país, bem como para a Síria.
O ISIS anteriormente postou um vídeo no YouTube ameaçando passar pela Jordânia e “assassinar” o rei Abdullah, a quem eles vêem como um inimigo do Islã.
O site WND relatou na semana passada que, segundo fontes do regime da Jordânia e da Síria, a Arábia Saudita armou o ISIS e que os sauditas são uma força motriz no apoio ao grupo ligado à al-Qaeda.
O site WND relatou ainda que, de acordo com uma fonte xiita em contato com um alto oficial do governo do primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki, o governo do Obama tem conhecimento, há dois meses, de que o grupo inspirado na al-Qaeda tomou duas cidades iraquianas e que agora está ameaçando Bagdá também estava treinando combatentes na Turquia.
A fonte disse ao site WND que pelo menos um dos campos de treinamento do grupo no Iraque do Estado Islâmico do Iraque e da Síria, o ISIS, está nas proximidades da Base Aérea de Incirlik perto de Adana, na Turquia, onde o pessoal e equipamentos norte-americanos estão localizados.
Ele chamou Obama de “um cúmplice” nos ataques que ameaçam o governo de Maliki a quem os EUA ajudaram a estabelecer, através da guerra do Iraque.
A fonte disse que, após o treinamento na Turquia, milhares de combatentes do ISIS foram para o Iraque através da Síria para se juntar ao esforço para estabelecer um Califado Islâmico sujeito a uma rígida lei islâmica, ou Sharia.
Leitura recomendada:

27 de agosto de 2014

Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente


Aviso para as igrejas: ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente

Evangelista processado por pregação bíblica vê cantora gospel lésbica como um prenúncio

Bob Unruh
Uma cantora gospel que vem exortando as igrejas para que mudem a doutrina sobre o comportamento homossexual desde o momento em que ela anunciou que é lésbica está na vanguarda de uma tsunami de promotores da agenda gay que estão infiltrando as igrejas, afirma o advogado evangélico, evangelista e ativista Scott Lively.
Vicky Beeching
Lively, presidente da Abiding Truth Ministries, disse que com pessoas de dentro da igreja na ofensiva, como Vicky Beeching, uma artista de origem britânica que se tornou popular entre os evangélicos nos EUA, ele espera que "os ataques contra os cristãos nos EUA serão tão grandes como nunca vimos antes".
Ele explicou que, depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição americana que não aceitasse e promovesse totalmente o comportamento homossexual.
A primeira vitória foi sobre a Associação Americana de Psiquiatria e, após 40 anos, todos os outros grupos tinham sido conquistados, disse ele. Os escoteiros foram os últimos a cair, há apenas um ano.
Agora, a única organização que sobrou é a igreja, disse ele.
"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja", disse ele.
O problema é que os líderes cristãos não estão se preparando para uma luta como essa, disse Lively, e realmente não sabem do que o movimento é capaz.
Beeching revelou que ela é lésbica em uma entrevista na semana passada ao jornal “Independent” de Londres.
"O que Jesus ensinou foi uma mensagem radical de acolhimento, inclusão e amor. Estou certa de que Deus me ama do jeito que eu sou e sinto que isso é um grande chamado que eu tenho para comunicar aos jovens," disse ela.
Lively, entretanto, disse que Beeching representa "a volta da maré antes de um tsunami" e um indicador de "de as coisas ainda vão piorar muito".
Ele publicou um folheto para os pastores que explica o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade.
"Nem uma única passagem bíblica retrata a homossexualidade de forma positiva", diz o folheto. "Jesus, de forma inequívoca, condenou todo pecado sexual, incluindo a homossexualidade, confirmando o paradigma de ‘uma só carne’ de Gênesis".
Ele afirma que " uma perigosa heresia moderna chamada de ‘teologia gay’ está se infiltrando na igreja cristã em um ritmo alarmante".
"Muitos crentes, com medo de serem chamados de ‘inimigos’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um pecado’", diz ele.
"Mas, do Gênesis ao Apocalipse, a Bíblia ensina que a homossexualidade NÃO É ‘ apenas mais um pecado’. É um símbolo de rebelião extrema contra Deus e é um presságio da Sua ira".
Na lista estão várias condenações bíblicas ao comportamento homossexual.
Ele disse que seu objetivo é colocar o folheto nas mãos de cada pastor e líder cristão dos EUA e de todo o mundo para que eles tenham uma explicação bíblica do porquê o comportamento homossexual é pecaminoso.
Lively nota que um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal."
"Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: a igreja cristã", disse Lively.
Lively está familiarizado com os ataques contra os cristãos. Ele foi processado por ativistas em Uganda, que o acusaram sob o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) de incitar perseguição aos homossexuais.
O caso é importante porque uma decisão contra ele significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-bíblicos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição dos Estados Unidos.
O juiz federal dos Estados Unidos, Michael Posner, deixou prosseguir o caso trazido contra Lively por um grupo africano chamado Sexual Minorities Uganda (Minorias Sexuais de Uganda) ou SMUG.
O grupo SMUG chama o discurso contra o comportamento homossexual, feito por Lively, de "crime contra a humanidade" em violação da "lei internacional". Os autores alegam que o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) nos Estados Unidos permite-lhes fazer a acusação em um tribunal dos EUA.
Mas o advogado de Lively, Horatio Mihet do Liberty Counsel (Conselho de Liberdade), diz que a pregação de seu cliente é protegida pela Constituição.
"Acreditamos que as pretensões do SMUG estão firmemente encerradas, não só pelo direito da Primeira Emenda à liberdade de expressão, mas também pela recente decisão da Suprema Corte em Kiobel, que eliminou o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) para casos que teriam ocorrido em nações estrangeiras", disse ele.
No entanto, Posner levou quase 80 páginas para dizer que ele achava que as alegações do SMUG eram importantes e precisavam ser julgadas.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Churches warned: “Tidal wave of gay theology” looming
Outros artigos de Scott Lively:

26 de agosto de 2014

Marina Silva: a “nova direitista” que a esquerda escolheu para os conservadores do Brasil


Marina Silva: a “nova direitista” que a esquerda escolheu para os conservadores do Brasil

Julio Severo
Se depender de Emir Sader, a direita, ou os conservadores, já têm seu candidato: Marina Silva. Ele defendeu essa ideia no site esquerdista Carta Capital. Ora, para que ele tivesse um pingo de razão, ele teria de provar que:
1. Marina não militou durante mais de duas décadas no Partido dos Trabalhadores (PT).
2. Marina nunca foi uma ambientalista radical nem foi ministra do Meio-Ambiente no governo Lula.
3. Marina nunca ocupou papel de liderança na infame Central dos Trabalhadores (CUT).
4. Marina nunca teve papel de liderança na Rede Sustentabilidade, cujos fundadores são a favor do aborto, “casamento” gay e maconha e, além disso, opostos às campanhas evangélicas em defesa da família.
5. Marina nunca foi assessorada pelo maior católico progressista — Leonardo Boff — nem pelo maior protestante progressista — Caio Fábio.
Marina Silva e Leonardo Boff, da Teologia da Libertação
Se Emir Sader conseguir provar que Marina não tem esses envolvimentos, então ele pode começar a argumentar sobre uma possibilidade de Marina ser conservadora.
Contudo, esse não é o caso. Marina nunca foi conservadora. Pelo contrário, ela se queixou da “onda de conservadorismo” que quase derrotou Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010. A onda conservadora foi a expressão de fortes sentimentos cristãos contra o aborto e o homossexualismo. Em vez de se colocar frontalmente contra o histórico e posições patentemente abortistas e homossexualistas de Dilma e do PT, Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, criticou abertamente o que ela enxergou como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites.” (Fonte: http://bit.ly/11zFSqq)
O que Sader está fazendo — escolhendo uma esquerdista para os conservadores — não é novidade. Na última eleição presidencial americana, os eleitores americanos tinham uma candidata excelente: Michele Bachmann, que é contra o aborto, o “casamento” gay, a favor da educação escolar em casa, da liberdade dos pais vacinarem ou não os filhos, etc.
No entanto, a esquerda americana insistia em peso que o candidato ideal para a direita americana era o mórmon liberal Mitt Romney, que como governador do estado de Massachusetts legalizou o “casamento” gay. Massachusetts, sob Romney, foi o primeiro estado americano a legalizar essa abominação.
Romney era o candidato predileto da esquerda americana para a direita americana! Estamos num tempo tão difícil que agora, desde os EUA até o Brasil, quem escolhe candidatos para os conservadores são os próprios esquerdistas.
Pobre de nós, conservadores! Estamos tão incapacitados de fazer escolhas que os esquerdistas “bondosamente” indicam seus próprios aliados para nos representar. É a velha, desgastada e inútil estratégia de “votar no menos pior ajuda” — sim, sempre acaba ajudando a garantir a perpetuidade da esquerda no poder.
Michele Bachmann não é nada parecida com Romney, assim como Marina não é nada parecida com uma cristã conservadora. Michele é uma política cheia do Espírito Santo, não cheia de Teologia da Libertação. Veja as referências de Michele aqui:
Michele nunca se envergonhou nem atacou ondas conservadoras. Pelo contrário, ela apoiou todas, inclusive o Tea Party, que foi a maior onda conservadora nos EUA.
Agora compare a Michele cheia do Espírito Santo com a Marina cheia da Teologia da Libertação:
Essa é a Marina que Emir Sader e outros da esquerda brasileira escolheram para representar os conservadores do Brasil. Sader tem a coerência de mostrar que no passado a escolha para os conservadores foi o socialista Fernando Henrique Cardoso. Assim, ao mesmo tempo em que escolhem um Lula ou uma Dilma para si, a esquerda escolhe como “alternativa” para os conservadores um clone camuflado dessas criaturas socialistas.
E se Marina também sofrer um acidente de avião? Não tem problema: Sader & Cia não vão hesitar de nomear Aécio Neves pró-“casamento” gay como o legítimo representante dos conservadores.
Como cristão conservador, só tenho uma resposta: Vade retro, Satana!
A esquerda nos EUA e no Brasil está com tudo para escolher candidatos para si e para os conservadores.
Pena que não tenhamos nenhum candidato cheio do Espírito Santo, contra o aborto, o “casamento” gay, a favor da educação escolar em casa, da liberdade dos pais vacinarem ou não os filhos, etc.
Pena que não tenhamos nenhum candidato para condenar de forma clara e sem ambiguidade — parafraseando Marina — “a Teologia da Libertação renitente que coloniza a política e sacrifica a família e a vida em nome de uma igualdade marxista utópica e destrutiva.”
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25 de agosto de 2014

Ateísta diz que é “imoral” dar à luz bebês com síndrome de Down


Ateísta diz que é “imoral” dar à luz bebês com síndrome de Down

O biólogo Richard Dawkins levantou a polêmica ao dizer que mulher deve abortar a criança

Leiliane Roberta Lopes
Richard Dawkins é um biólogo inglês conhecido mundialmente por suas obras como “O Gene Egoísta” e também por ser um grande militante do ateísmo.
Essa semana o professor da Universidade de Oxford, no Reino Unido, virou notícia por conta de uma mensagem no Twitter dizendo que mulheres grávidas de crianças com síndrome de Down devem abortar.
“Aborte e tente de novo”, disse o biólogo ao ser questionado por uma usuária do microblog que queria saber o que fazer caso engravidasse e descobrisse que o bebê nasceria com a síndrome. “É imoral trazer ‘isso’ ao mundo se você tiver escolha.”
O comentário de Dawkins revoltou mães de crianças com a síndrome e algumas responderam dizendo que nunca desistiriam da gravidez. “Eu lutaria até meus últimos dias pela vida do meu filho”, postou uma internauta.
O biólogo respondeu as críticas dizendo que os bebês com síndrome de Down são “fetos diagnosticados com a doença antes de terem sentimentos”.
Na visão do ateísta uma criança com síndrome de Down tem todos os direitos inalienáveis à pessoa, mas não no caso do feto. “Um feto, sem um sistema nervoso desenvolvido, não tem”. Com informações Folha de SP
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Gays são 1 em 50, e não 1 em 4


Gays são 1 em 50, e não 1 em 4

Michael Brown
De acordo com uma pesquisa do Instituto Gallup de 2011, os americanos pensavam que 25 por cento da população era gay (ou seja, uma em cada quatro pessoas), enquanto que aqueles com idade entre 18-29 anos apresentavam um número de cerca de 30 por cento (ou seja, quase uma em cada três pessoas). A realidade é que menos de 2 por cento da população é gay (ou seja, menos de uma em 50 pessoas), e muitos líderes gays sabem que isso é verdade.
Povo dos EUA, vocês foram enganados.
Por muitos anos, foi dito aos americanos que “um em cada 10 americanos” era gay, um número com base em um estudo esmagadoramente falho de 1948 de Alfred Kinsey. (Kinsey, na verdade, se baseou em dados de presos do sexo masculino para chegar a suas estatísticas.)
Mesmo sabendo que essa estatística foi inflada, os ativistas gays a usaram como uma mentira conveniente, já que, como salientaram dois líderes estrategistas gays no final de 1980, “há força nas estatísticas.” Conforme expresso por um líder gay há poucos dias, “A verdade é, números importam, e importam para se ter influência política.”
Em outras palavras, se os americanos percebessem que menos de 2 por cento da população era gay, em vez de 10 por cento (e muito menos de 25 por cento), eles teriam tido uma visão muito diferente dos “direitos dos homossexuais.”
Para ficar claro, é errado intimidar ou oprimir ou maltratar alguém com base no sexo ou na etnia ou suas atrações românticas, de forma que não é essa a questão. Mesmo que os gays sejam 1 por cento da população, ou 90 por cento, eles não devem ser maltratados.
Mas você não precisa reformular o sistema jurídico, a ponto de atacar as liberdades de expressão, de consciência e religião baseado no desejo sexual e romântico de uma pequena porcentagem da população, nem tem cabimento alguém se envolver em um grande experimento social, como redefinir o casamento, por causa de um grupo de pessoas estatisticamente pequeno.
Em 2003, no breve relatório da decisão histórica da Suprema Corte dos EUA sobre o caso Lawrence versus Texas, uma grande coalizão de 31 gays e organizações pró-homossexualismo utilizou a estatística de 2,8 por cento da população masculina e 1,4 por cento da população feminina como pessoas que se identificam como gays, lésbicas ou bissexuais.
Isso significa que essas organizações de ativistas estavam plenamente conscientes de que o número de 10 por cento era completamente falso e ainda assim eles nunca protestaram quando esse número foi utilizado para fazer avançar a sua causa. Por que expor uma mentira tão útil?
Em 2011, o Instituto Williams da faculdade de direito da UCLA divulgou um estudo feito pelo Dr. Gary J. Gates, que está a serviço do Instituto Charles R. Williams como um Distinto Acadêmico da Williams sobre Orientação Sexual e Direito de Identidade de Gênero e Políticas Públicas. Sua biografia oficial afirma ainda que, “o Dr. Gates, co-autor da obra The Gay and Lesbian Atlas, é um reconhecido especialista em geografia e demografia de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros… Muitos meios de comunicação, nacionais e internacionais, regularmente exibem o seu trabalho.”
Segundo o Dr. Gates, apenas 1,7 por cento da população se identifica como gay, com aproximadamente o mesmo número para os que se identificam como bissexual.
Compare isso com uma pesquisa informal que realizei ao falar em uma conferência de jovens cristãos no mês passado, perguntando a esses jovens de compromisso qual a percentagem da população que era gay. (Algumas desses jovens foram educados em casa e pareciam conhecer pouco sobre os mais famosos programas de TV a cabo, então eles eram menos conhecedores do mundo do que os jovens comuns.) O primeiro adolescente respondeu: “Trinta por cento.” O segundo disse: “Quarenta por cento.”
Onde no mundo eles conseguiram números tão absurdos? Você pode agradecer à mídia por isso, ou seja, pelas séries de TV, as novelas e os filmes, juntamente com as principais agências de notícias.
Mas é aí que as coisas ficam muito interessantes. Durante anos, os ativistas gays trabalharam para introduzir uma questão sobre a orientação sexual na Pesquisa de Saúde Nacional (NHIS) do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), um documento de grande importância tanto na política do governo americano como na percepção pública.
Essa questão foi incluída na pesquisa de 2013, e os resultados, divulgados no mês passado, produziram manchetes chocantes: “1,6 por cento dos adultos se identificam como gays ou lésbicas e 0,7 por cento se consideram bissexuais.”
Esses números são próximos aos números usados por líderes conservadores durante anos, pelos quais fomos ridicularizados como sendo mentirosos e difamados como sendo inimigos. Agora, o governo confirmou o que sabíamos ser verdade.
Os líderes gays e lésbicas não estavam felizes com os resultados, com o Dr. Scout, diretor da organização sem fins lucrativos da Rede de Saúde LGBT do CenterLink, que afirmou: “Se realmente somos 2 por cento contra 4 por cento, isso significa que as pessoas vão dizer: ‘OK, eu só vou cuidar dessa metade com o mesmo empenho.’”
Que tal mudar isso para: “Se realmente somos 2 por cento contra 25 por cento, as pessoas vão dizer, ‘OK, eu só vou cuidar de um duodécimo com o mesmo empenho.’” E tome nota: o Dr. Scout apenas alegou que 4 por cento eram gays.
Os líderes bissexuais estavam preocupados também com Ellyn Ruthstrom, presidente do Centro de Recursos Bissexuais em Boston, que opinou: “Para uma pesquisa do NHIS de tão respeitada que é produzir um número tão pequeno, é um golpe.”
“Isso apenas vai tornar ainda mais difícil para nós quando sairmos e conversarmos com as pessoas sobre a população bissexual,” disse ela. “Nós já temos uma dificuldade real com as pessoas por não levarem a identidade bissexual a sério.”
Mas fica ainda mais interessante. Um artigo no Washington Post, intitulado “grupos de defesa dos homossexuais contestam a pesquisa federal do número estimado da população,” observa que a Pesquisa Nacional de Fumantes Adultos de 2013 veio com resultados que “mais lembrava o que os grupos de defesa dos direitos dos homossexuais tinham esperado. Descobriu-se que 3,5 por cento dos norte-americanos se consideravam gays, lésbicas ou bissexuais, com 1,9 por cento rotulando-se gay ou lésbica e 1,6 por cento se identificavam como bissexual.”
Isso significa que os grupos de defesa dos homossexuais sabiam muito bem que, ao invés de ser um em 10 pessoas, seus números eram mais perto de um em 50 pessoas, com menos de um em 60 pessoas que se identificam como bissexual.
A verdade é que se tem enganado e mentido para o povo americano, e os ativistas gays têm sido cúmplices nesse engano, isso se não lideraram ativamente as estratégias dessa fraude. Com a nova pesquisa, é hora de expor as mentiras.
A realidade é que menos de um em 50 americanos se identificam como gays, dos quais apenas uma minoria quer ser “casado.”
Que tolice, então, redefinir o casamento, restringir as liberdades de consciência, de expressão e de religião, e se envolver em um experimento social colossal com base em uma pequena porcentagem da população para tal.
Nós não seremos enganados novamente.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo da revista Charisma: Gays Are 1 in 50, Not 1 in 4
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