29 de junho de 2017

Reconhecendo acertadamente o Rev. Moon e seu ex-culto à personalidade entre conservadores americanos, mas não vendo outro messias descarado emergindo


Reconhecendo acertadamente o Rev. Moon e seu ex-culto à personalidade entre conservadores americanos, mas não vendo outro messias descarado emergindo

Julio Severo
Como pode o movimento conservador dos EUA ser propenso a falsos messias? Aliás, como pode um homem que conhece muito bem a influência de um falso messias entre conservadores dos EUA não ter nenhuma visão para ver outro messias emergindo com ambições oportunistas e ocultistas entre conservadores católicos e protestantes?
Vários anos atrás, tive longas conversas com um evangélico americano perturbado que me disse como o movimento conservador evangélico nos EUA era apóstata e a evidência era a influência do Rev. Moon, um falso messias descarado, entre eles, principalmente por causa de seu poder e recursos financeiros financiando e “ajudando-os.”
Aliás, a influência do Rev. Moon era tão incontestável que o maior jornal conservador dos EUA, o Washington Times, estava nas mãos dele.
Rev. Moon
O evangélico perturbado, que é membro do Instituto Inter-Americano (IIA), estava certo. De acordo com suas próprias palavras nas conversas, ele ajudou a fundar o IIA e a convidar e trazer mentes inteligentes para o IIA.
O homem influente do IIA é John Haskins.
Entretanto, sua visão, que era afiada com relação aos líderes evangélicos “apóstatas” recebendo dinheiro do messias falso, era míope com relação aos assuntos e realidade interna do IIA.
O filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, que é diretor do IIA, dificilmente é superado pelo Rev. Moon no que se refere a esoterismo, ocultismo e messianismo megalomaníaco.
Carvalho fundou no Brasil a primeira escola de astrólogos uns 30 anos atrás. Uma entrevista de Carvalho no jornal O Globo, publicada em 25 de maio de 2000, intitulada “Filósofo Acidental” disse dele:
“Durante um tempo, [Olavo de Carvalho] dedicou-se aos estudos islâmicos — aprendeu árabe e recita trechos do Alcorão — e ganhou um prêmio na Arábia Saudita em 1985 por um livro de 200 páginas (não publicado) sobre Maomé, no qual usou os conhecimentos da simbólica medieval para interpretar episódios da vida do profeta. Pratica o cristianismo, mas afirma que ficaria à vontade para professar o islamismo. Isso porque, na sua opinião, cristianismo, islamismo e judaísmo têm no fundo o mesmo objetivo. A existência de Deus é para Olavo uma obviedade suprema, a base fundadora de tudo.”
A entrevista foi mantida por 17 anos no site pessoal de Carvalho, mas foi imediatamente removida depois da publicação do meu artigo “O que atrai Olavo de Carvalho aos Estados Unidos?
Hoje, Carvalho diz descaradamente em português: “O Protestantismo nasceu do ódio e da sêde de sangue. Sua inspiração cristã é ZERO.”
Apesar disso, os membros evangélicos do IIA não sabem ler e entender os absurdos e até a linguagem suja dele, pois ele as expressa somente em português.
A diatribe anti-evangélica dele é descarada por sua ingratidão. Mesmo se rotulando como “católico” (que ficaria à vontade para professar o islamismo), ele não quis permanecer no Brasil, a maior nação católica do mundo. Em vez disso, ele escolheu autoexílio, vivendo como imigrante na nação mais evangélica do mundo, ainda que ele despreze o protestantismo. Sua incoerência flagrante me levou a escrever: “O que atrai Olavo de Carvalho aos Estados Unidos?
Quanto a Haskins, sua alma perturbada vê as igrejas evangélicas como “apóstatas,” mas é incapaz de ver semelhante enganosidade e desonestidade espiritual no imigrante autoexilado brasileiro que ele escolheu para dirigir o IIA.
Por que ele não consegue ver em Carvalho a mesma fraudulência que ele acertadamente viu no Rev. Moon e seu movimento conservador nos EUA?
Carvalho o tem financiado assim como o Rev. Moon alegadamente, de acordo com as palavras de Haskins, financiou líderes evangélicos americanos? Carvalho comprou o silêncio dele?
Haskins sabe que Carvalho está errado em questões importantes. Em 2013, quando Carvalho começou a me xingar e atacar depois que discordei dele por causa da defesa estridente dele acerca do revisionismo da Inquisição, Haskins, que também quietamente discordou de Carvalho nessa questão, magnificamente me ajudou a escrever um artigo intitulado “Um ativista pró-vida pode defender a Inquisição?” Muitas ideias no artigo, inclusive uma comparação entre a indústria do aborto e a Inquisição, vieram diretamente de Haskins, que apesar disso não queria crédito por suas ideias extraordinárias. Ele preferiu o anonimato.
Carvalho não é um megalomaníaco menos fanfarrão do que foi o Rev. Moon, principalmente no que se refere a um conservadorismo exótico. O alegado “anticomunismo” de Carvalho veio do que ele aprendeu na Escola Tradicionalista, que misturava conservadorismo antimarxista com ideias da Nova Era. A Escola Tradicionalista foi fundada pelo esotérico islâmico René Guénon, e Carvalho foi um dos principais introdutores desse feiticeiro e suas ideias da Nova Era no Brasil. Além disso, ele traduziu para o português um dos livros de Guénon.
A espiritualidade de Carvalho é sincrética, assim como sincréticos são geralmente os católicos do Brasil. Esse é o motivo por que o espiritismo, o esoterismo, a astrologia, as ideias da Nova Era e as religiões afro-brasileiras são tão populares entre católicos brasileiros. É de admirar então a popularidade de Carvalho entre católicos direitistas sincréticos do Brasil?
Mas não só católicos sincréticos estão sendo afetados por suas ideias. Fábio Blanco, um dos seguidores evangélicos mais apaixonados de Carvalho, até mesmo chamando-o de “pai” no Dia dos Pais, produziu dois textos reveladores em maio de 2017. Num, intitulado “O Cientista e o Ocultista,” ele disse: “O ocultista é apena um cientista.” Em outro, intitulado “O esoterismo e os princípios reformados,” ele se queixou: “Na ótica protestante há apenas uma divisão simples: crentes e não-crentes. Falar em esoterismo, neste contexto, torna-se impossível.”
Em sua busca de conhecimento conservador, ele foi tragado por uma gnose sedutora que o afastou do conhecimento da Bíblia e do genuíno conservadorismo que a Bíblia produz em seus leitores.
A influência “filosófica” de Carvalho exala esoterismo em seus seguidores católicos e evangélicos, afastando-os da Bíblia e levando-os mais e mais até ele e suas ideias gnósticas.
Como é que Haskins não consegue discernir tal influência?
Haskins é um homem muito inteligente e tem um discernimento valioso, mas sua visão mal-orientada, talvez danificada por interesses escusos, o tem impedido de ver em Carvalho o mesmo conservadorismo oportunista e espiritualmente prejudicial que ele vê no Rev. Moon.
Contudo, se ele pode aceitar Carvalho com seu histórico ocultista, misterioso e suspeito, por que ele não pode aceitar Pat Robertson, Matt Barber, Scott Lively e outros líderes evangélicos excelentes? Eles não são apóstatas.
Um homem que professa ser cristão e não vê o “conservadorismo” espiritualmente sincrético, ocultista e prejudicial de Carvalho pode estar em sério estado de apostasia e, certamente, sua visão espiritual está defeituosa.
Se Robertson, Barber, Lively e outros líderes evangélicos americanos estão num poço de apostasia, onde está Carvalho? Onde está Haskins?
Jesus disse:
“Guias cegos! Vocês coam um mosquito e engolem um camelo.” (Mateus 23:24 NVI)
Haskins vem coando “mosquitos” evangélicos americanos e engolindo um camelo esotérico brasileiro!
Se, como acredita Haskins, a influência do Rev. Moon no movimento conservador dos EUA foi prejudicial, que tipo de influência ele acha que Carvalho tem tido no movimento conservador católico do Brasil?
Como explicar que o homem que está certo sobre o falso messias nos EUA escolheu não ver o messianismo conservador exótico num imigrante autoexilado pseudo-católico do Brasil?
Se a influência de Carvalho nos brasileiros católicos é prejudicial, por que Haskins está trabalhando para estendê-la aos EUA?
Recentemente, Carvalho lançou um filme exaltando a si mesmo — um culto à personalidade que é uma conduta típica de marxistas e falsos messias como o Rev. Moon, que era tão conservador e anticomunista quanto Carvalho alega ser. Conscientemente ou não, Haskins tem trabalhado para estender aos EUA essa versão brasileira de culto à personalidade ao fazer propaganda do IIA.
O filme foi produzido graças às doações dos olavetes, que seguem Carvalho como os moonies seguem o Rev. Moon e fazem tudo o que ele lhes manda. A propósito, um dos moonies brasileiros mais proeminentes é José Osvaldo de Meira Penna, que é profundamente conectado a Carvalho.
Heloisa de Carvalho Martin Arribas, filha de Carvalho, tem publicamente exposto, num post de Facebook de 27 de junho de 2017, que não houve nenhuma prestação de contas pelas doações, acrescentando que “quem pega dinheiro de pessoas honestas e as engana é no mínimo vigarista.”
Não muito diferente do passado. Alunos da antiga escola de astrólogos processaram seu professor, Carvalho, por estelionato.
Não muito diferente do Rev. Moon, que também foi processado por estelionato.
Evidentemente, Carvalho não é tão famoso, nos EUA e internacionalmente, quanto o Rev. Moon. Mas o que Haskins está esperando para ver nele a mesma fraudulência e culto à personalidade que ele vê no Rev. Moon?
Se no novo messias ficar famoso nos EUA, será graças ao IIA e Haskins.
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28 de junho de 2017

Movimento homossexual celebra drag queen de 8 anos. Líderes pró-família chamam isso de abuso infantil


Movimento homossexual celebra drag queen de 8 anos. Líderes pró-família chamam isso de abuso infantil

Peter LaBarbera
(LifeSiteNews) — O mundo homossexual obsceno de indivíduos que se fazem passar por mulheres está celebrando um menino de 8 anos do Canadá que faz papel de “drag queen” sob o nome artístico de “Lactatia.” Mas críticos pró-família dizem que seus pais e todos os adultos que estão incentivando o menino a participar dos shows lascivos são culpados de “abuso infantil.”
Menino Nemis Quinn Mélançon-Golden
Graças aos meios de comunicação homossexuais, Nemis Quinn Mélançon-Golden, o menino que se veste de menina, está se tornando um astro da mídia social depois de aparecer no final de maio com a drag queen vulgar “Bianca Del Rio” na parada de Montreal, no Canadá, da “Turnê Mundial Werq.” Del Rio diz que Nemis — que usa maquiagem vermelha nos olhos, batom, unhas pintadas, uma peruca loira cacheada e com um vestido feminino negro com lantejoula — que ele é “fodedamente adorável.”

Conservadores sociais indignados

Como todos os outros líderes pró-família que viram o vídeo do menino Nemis vestido de “drag queen,” Laurie Higgins, escritora do Instituto de Família de Illinois, ficou horrorizada com o espectro de um menino adotando o estilo de vida “drag queen,” dizendo para LifeSiteNews: “Isso é abuso infantil inequívoco e vergonhoso. Por meio do movimento que presta adoração aos ‘transexuais,’ o mal está sendo promovido como bom, e mulheres e crianças inocentes são as vítimas.”
Shows de drag queens mostram homens extravagantes se vestindo como caricaturas grosseiras de mulheres — com penteados bufantes grotescos e vestidos berrantes — se engajando em piadas maliciosas, muitas vezes sodomíticas, atacando outras “drag queens” e imitando além dos limites cantoras populares como Cher e Britney Spears.
Historicamente uma parte importante da cultura gay, os shows das drag queens são agora parte integrante do entretenimento urbano, atraindo tanto homossexuais quanto heterossexuais.
Num vídeo do “Best Kept Montreal” (agora chegando perto de 700.000 visualizações), Del Rio faz piadas sobre dar uma dose de bebida alcoólica e o chama de “puta,” aplicando para o menino o vocabulário típico humilhante usado pelas drag queens. Depois que “Lactatia” escolhe outra drag queen como seu favorito, Del Rio diz: “Ainda que eu não seja seu favorito, você é meu favorito [fodido].”

Abuso infantil, dizem os críticos cristãos

Mas ativistas pró-família, inclusive dois ex-homossexuais, dizem que o mundo das drag queens está longe de ser um ambiente seguro para as crianças. Eles criticaram severamente os pais do menino por negligência perigosa contra o menino e por guiá-lo para um futuro destrutivo cheio de perversão.
“Olhe para os pais. Olhe para a mãe. Eles querem se promover à custa de seu filho,” Greg Quinlan disse para LifeSiteNews. “Uma criança não pode ser sacrificada à custa dos sonhos e aspirações dos pais.”
Quinlan, um ex-ativista gay e fundador e presidente do Centro das Famílias de Nova Jérsei, disse: “Esta criança já está envolvida na homossexualidade. Ela está envolvida em tudo o que é gay, e seus pais estão dando a bênção para isso.”
Ele disse: “O mundo ocidental ultrapassou Sodoma” em seu mal.
Outro líder pró-família que saiu do estilo de vida homossexual concordou.
“Estamos testemunhando a comunidade LGBTQ+ abraçar o abuso infantil ao cultivar a doença mental por meio de suas medidas para promover o estilo ‘drag queen’ numa criança. Não é preciso ser um cientista espacial para saber que isso acabará levando à atividade sexual,” disse Stephen Black, um ex-homossexual e vítima de abuso sexual na infância que agora é um homem cristão de família e o diretor executivo dos Ministérios First Stone, com sede na Cidade de Oklahoma.
“Hoje estamos vendo — verdadeiramente, diante de nossos olhos — um declínio moral como nunca vimos, uma mentalidade demente que chama o mal bom e o bom mal. A Bíblia predisse que esses dias chegariam e com certeza estamos neles,” Black disse para LifeSiteNews.
Higgins disse: “Cinquenta anos atrás, os pais que permitiam que um menino novo fosse a eventos de drag queens, sem mencionar participar deles, merecidamente perderia a custódia dele.”
Ela comentou a “ironia doente e repugnante” de que só dois dias atrás Ontário, no Canadá, aprovou uma lei que “permitirá que o governo confisque os filhos cujos pais recusem a aceitar o desejo desajustado deles e busca fútil de ser o sexo oposto — enquanto os pais desse menininho são celebrados por o mergulharem numa cultura de perversão de adultos.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeSiteNews: GBT community celebrates 8-year-old drag queen. Critics call it child abuse
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27 de junho de 2017

Putin pessoalmente ordenou hackeamento eleitoral para ajudar Trump a vencer e a CIA sabia disso em agosto, afirmam vazamentos mais recentes sobre investigação acerca da Rússia


Putin pessoalmente ordenou hackeamento eleitoral para ajudar Trump a vencer e a CIA sabia disso em agosto, afirmam vazamentos mais recentes sobre investigação acerca da Rússia

AFP
Comentário de Julio Severo: Normalmente, intervenções em eleições de outros países é uma prática condenável. Se o presidente russo tivesse sido acusado de ajudar eleitoralmente Hillary, seria criminoso, pois ela era criminosa. Mas o Trump que o presidente russo ajudou (o Trump da campanha, com muitas boas promessas, merecia ajuda. Pena que o Trump da campanha desapareceu… Se o presidente russo merece condenação por interferência na eleição americana, dificilmente o governo dos EUA escaparia de condenação de interferência nas eleições de vários países, inclusive Israel. Eis a reportagem do DailyMail:
A CIA tinha informações de espionagem de alto nível em agosto passado de que o presidente russo Vladimir Putin pessoalmente ordenou uma operação para ajudar Donald Trump a ganhar a corrida presidencial dos EUA, o jornal Washington Post informou na sexta-feira.
A informação de espionagem chocou a Casa Branca e colocou os diretores de órgãos de segurança dos EUA numa crise extremamente sigilosa andando na corda bamba para imaginar como reagir.
Mas em meio à confiança de que a democrata Hillary Clinton ainda tinha a eleição no papo e preocupações sobre o próprio presidente Barack Obama sendo visto como manipulando a eleição, o governo americano deu aviso para o governo russo, mas deixou contramedidas para depois da votação, informou o Washington Post.
Depois da vitória chocante de Trump, havia remorsos fortes entre autoridades governamentais de que eles haviam evitado adotar medidas duras.
“Entre especialistas de segurança nacional havia uma sensação de introspecção imediata, uma reação tipo: “Uau, não lidamos bem com essa situação,’” uma ex-autoridade governamental disse ao jornal.
O Washington Post disse que logo que informações de espionagem sobre Putin apareceram, a Casa Branca as viu como uma profunda ameaça de segurança nacional. Uma força-tarefa secreta de espionagem foi criada para solidificar as informações e apresentar possíveis respostas.
Eles não conseguiram fazer nada sobre as revelações humilhantes que WikiLeaks vazou dos e-mails hackeados de Hillary. O foco foi direcionado para se o governo russo conseguiria atrapalhar a própria votação de 8 de novembro hackeando as listas de registro de eleitores ou máquinas de votação, minando a confiança na própria contagem da votação.
Preocupados com a possiblidade de a situação piorar, o governo adiou as retaliações, e em vez disso deu avisos grossos diretamente para os russos não irem mais longe.
Pelo menos quatro avisos diretos — de Obama para Putin, de diretor de órgão de espionagem para diretor de órgão de espionagem e por meio de canais diplomáticos — pareceram ter um impacto, autoridades disseram ao Washington Post. Eles acreditam que o governo russo recuou em quaisquer planos possíveis de sabotar as operações de votação nos EUA.
“Fizemos a decisão de que tínhamos tempo amplo depois da eleição, independente do resultado, para medidas punitivas,” uma autoridade governamental de nível elevado disse ao Washington Post.
As opções para retaliar estavam sendo debatidas cedo: mais sanções para aleijar a economia russa, vazamentos de informações que humilhariam Putin diplomaticamente e o lançamento de ataques cibernéticos contra a infraestrutura russa estavam no topo da lista.
Mas a vitória chocante de Trump amorteceu a resposta.
Obama adotou medidas modestas no final de dezembro, expulsando 35 russos e aumentando as sanções existentes. Ele também, de acordo com o Washington Post, autorizou um plano para colocar implantes de ataques cibernéticos nos sistemas da infraestrutura vital da Rússia. Mas não se sabe, disse o Washington Post, se Trump está dando continuidade a essas medidas.
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