10 de fevereiro de 2012

Aiatolá: Matem todos os judeus, aniquilem Israel

Aiatolá: Matem todos os judeus, aniquilem Israel

Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.
A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.
Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.
aiatolá Ali Khamenei
O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.
Como Israel irá atacar as instalações nucleares do Irã, há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.
Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”. Embora essa afirmação pareça um equívoco para alguns no ocidente, há fundamento por trás dela.
O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.
O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.
Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom.
Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”.  Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.
O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]... E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.
É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.
Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.
Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.
Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.
Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.
Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.
Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.
Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.
O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame.
Reza Kahlili é um pseudônimo de um ex-agente da CIA que atuou na Guarda Revolucionária do Irã e é autor do premiado livro “A Time to Betray”. Reza Kahlili também é veterano da organização EMPact America e ensina no Academia Conjunta de Treinamento de Contra-inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: “Ayatollah: Kill all Jews, annihilate Israel
Fonte em português: www.juliosevero.com
Quem precisa de Israel?, artigo de Pat Boone

9 de fevereiro de 2012

A ousadia dos bonofóbicos e o silêncio dos malofóbicos

A ousadia dos bonofóbicos e o silêncio dos malofóbicos

Julio Severo
Os maus estão cada vez mais ousados na defesa de suas sem-vergonhices. Dois deles se beijando homossexualmente em público deveriam, no mínimo, ganhar uma repreensão pública. Mas no Brasil da tolerância ao mal e da intolerância ao bem, quando os bons tentam se queixar são sumariamente tachados de “malofóbicos”.
Em seguida, os “bonofóbicos”, que têm fobia aos bons, se queixam para a mídia pró-bonofobia, e a polícia e o governo se tornam todo ouvidos para as criaturas que odeiam o bem e os bons.
Cria-se então uma lei para proteger o beijo público dos bonofóbicos e punir os “malofóbicos”, que têm aversão ao mal. O malofóbico que se escandalizar com dois sem-vergonhas se pegando em público, mesmo na frente de crianças, estará legalmente impedido de repreender a dupla bonofóbica. Isso é malofobia! Aversão ao mal é crime! Em vez disso, ele deverá demonstrar bom-senso virado de cabeça para baixo e repreender as crianças que olharem torto para o beijo bonofóbico! Aversão ao bem é a nova moda estatal!
Com a lei que pune quem se constrange com beijos bonofóbicos, agora homens que sofrem de bonofobia podem entrar no banheiro feminino, disfarçados de mulheres, doa a quem doer, sejam meninas ou mulheres, e quem tem direito de registrar boletim de ocorrência é a mulher de mentira! Bem-vindo ao mundo da bonofobia!
A mídia, sustentada em grande parte pelo patrocínio de um governo descaradamente bonofóbico, é 100% bonofóbica, instigando sistematicamente a população 99% malofóbica a denunciar os malofóbicos! Os bonofóbicos são pintados como eternamente bonzinhos e os malofóbicos são mostrados como incuravelmente mauzões.
Os malofóbicos, paralisados de medo ou ignorância, seguem passivos e desconcertados, somente se queixando com seus botões, horrorizando-se com a simples ideia de serem chamados de “malofóbicos” — aparentemente o rótulo mais negro do universo.
Enquanto isso, crimes reais e graves são totalmente banalizados. Um ministro do governo pode publicamente e à vontade incitar à punição dos que não aceitam as sem-vergonhices das paradas e condutas das criaturas que têm orgulho de sua bonofobia. E uma ministra feminista com histórico de terrorista comunista pode até declarar que já matou dois de seus filhos e que é explicitamente a favor do assassinato dos bebês em gestação.
Contudo, nenhum malofóbico tem coragem de gravar um vídeo e ir à delegacia para registrar um boletim de ocorrência, dizendo: “Senhor delegado, a ministra do governo incitou o assassinato de bebês em gestação. Isso é crime! Além disso, ela mesma declarou que já matou dois de seus filhos. Quero que essa monstrenga seja devidamente punida!”
Orgulho bonofóbico: bebê medicamente abortado por solução de sal
Se a bonofobia avançar como doença social, as criaturas que têm fobia a bebês vão receber do Estado bonofóbico o “direito” de matar seus próprios filhos. E as pessoas que têm aversão e fobia ao assassinato de bebês serão tratadas como doentes mentais.
No mundo perfeito da bonofobia, o mal é incriticável e intocável. O mal é sagrado, em todas as formas que a mídia promover e que o Estado impor.
No mundo perfeito da bonofobia, o bem é condenável e totalmente criticável. Aliás, o bem é uma abominação social, sob incitação da mídia e do governo.
Parece pesadelo ou piada, mas não é.
O povo do Brasil adora ver o programa cômico onde o herói diz: “Sigam-me os bons!” Mas na hora em que os bons devem seguir o bem contra a maldade dos maus, o sentido de ação vira piada, e nossos super-heróis mais parecem Chapolins Murchos!
Mas os malofóbicos não sabem denunciar os bonofóbicos que instigam grandes crimes como exigir o “direito” de assassinar crianças.
A sem-vergonhice vence quando o bom caráter perde seu sentido de ser e agir. Os maus têm medo da ousadia dos bons. É só com o silêncio da maioria que os maus conseguem ser ousados.
Os bonofóbicos vão parar de constranger, ameaçar e punir os malofóbicos somente quando os bons souberem enfrentar as sem-vergonhices dos maus. Enquanto isso, a rejeição a um beijo bonofóbico público presenciado por crianças e adultos será um crime vastamente maior do que um bonofóbico exigindo o “direito” de assassinar inocentes bebês em gestação.
No mundo virado de cabeça para baixo, os bonofóbicos estão seguindo a chamada do Chapolim Endoidecido: “Sigam-me os maus!” É a minoria ameaçando e perseguindo a maioria. E isso, infelizmente, não é piada nem programa cômico. São loucos fora do hospício. Eles são os bonofóbicos, com orgulho.
Quando é que vamos ser ousados contra sua descarada bonofobia?
Dicionário politicamente incorreto:
Bonofóbico: Indivíduo que sofre de bonofobia; que tem aversão patológica ao bem e aos bons.
Bonofobia: Preconceito e aversão patológica ao bem e aos bons.
Malofóbico: Indivíduo que tem aversão ao mal.
Malofobia: Aversão ao mal.

Magno Malta chama Gilberto Carvalho de “safado” por estratégia de confronto com evangélicos

Magno Malta chama Gilberto Carvalho de “safado” por estratégia de confronto com evangélicos

Rosa Costa, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA — Irritado com a declaração do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, no Forum Social de Porto Alegre contra os evangélicos, o líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), reagiu da tribuna chamando o ministro de "safado", "mentiroso" e "camaleão".
Magno Malta: Gilberto Carvalho é um safado
Pregador evangélico, Malta sugeriu a carvalho que "lave a boca com álcool". O ministro teria dito no Fórum — de acordo com o senador — que a próxima batalha ideológica será com os evangélicos, "conservadores que têm uma visão do mundo controlada por pastores de televisão".
"Lave sua boca com álcool seu Gilberto Carvalho. Você precisa aprender a respeitar as pessoas. Vá procurar sua turma. Está brincando com quem?", indagou o senador. No entender de Malta, a intenção do ministro ao criticar dos evangélicos era agradar aos participantes do Fórum, "que são mais liberais e defendem o aborto".
"Barriga não dói só uma vez, seu cara de pau. Temos reagir à fala irresponsável desse ministro meia-boca."
O senador disse que foi procurado por Carvalho em 2010 para ajudar na campanha de Dilma Rousseff à Presidência. "E isso se deu sobretudo no segundo tempo, quando o debate tinha o aborto como um dos temas", informou.
Ele disse que também ajudou a "desatanizar" o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. No entender de Magno Malta, todos os evangélicos foram desrespeitados, apesar do trabalho que fazem, sobretudo tirando drogados das ruas do País. Ele anunciou que vai sugerir às igrejas evangélicas que processem o ministro. "Ële mexeu no lugar errado, ele nos bajula, mas agora errou e muito."
Divulgação: www.juliosevero.com
Magno Malta e seu apoio a Dilma Rousseff

8 de fevereiro de 2012

Bebês em gestação e ovos de tartaruga

Bebês em gestação e ovos de tartaruga

Reinaldo Azevedo
Tartarugas são animais protegidos, como sabemos. Eu aposto que há mais ONGs empenhadas em salvá-las do que entidades dedicadas ao combate ao aborto. Mas não são apenas as tartarugas nascidas que estão sob tutela. Não! Não só é proibido comer a carne do bicho como também é proibido se alimentar de seus ovos, hábitos de várias comunidades no Brasil que foram postos na ilegalidade.
Se alguém argumentar que um ovo de tartaruga ainda não é uma tartaruga, será tomado por idiota ou cínico. Porque é certo, salvo algum evento da natureza, que, lá vem um quase-poema concreto, no ovo está o novo que renova o velho.
Por alguma estranha razão que ainda não foi suficientemente explicada — e não há um só abortista que tenha conseguido fazê-lo — há quem considere que o “ovo” humano não contém o humano.
Dona Eleonora comparou um aborto a uma infecção, ao vírus da AIDS, ao crack. A imoralidade dessa gente me obriga a animalizar o humano para protegê-lo de certos humanos. Que o feto da nossa espécie ganhe o status de um ovo de tartaruga!
Que o Ibama cuide dos fetos do Homem, já que os humanistas de Dilma o consideram um vírus a ser combatido por políticas públicas!
Divulgação: www.juliosevero.com

7 de fevereiro de 2012

Ministra do governo Dilma compara gravidez a doenças como dengue e HIV

Ministra do governo Dilma compara gravidez a doenças como dengue e HIV

Nova ministra volta a defender legalização do aborto e compara a prática a “crack, drogas, dengue, HIV e doenças infecto-contagiosas”

Reinaldo Azevedo
Uma das características principais, se não for a principal, dos defensores da legalização do aborto é a DESUMANIZAÇÃO DO FETO, a transformação da VIDA que está no ventre da mulher em COISA, para que ele possa ser então, sugado, curetado. É um modo de pensamento que tem história.
Dilma Rousseff, antes de dar aquele truque nos eleitores e ter se tornado católica e contrária à legalização do aborto, era a favor. Deu inúmeras entrevistas. No dia 14 de maio de 2010, em Brasília (ah, a memória, esta minha amiga!!!), ao fim da chamada “Missa dos Excluídos”, que costuma juntar católicos de esquerda (!?), a então candidata do PT deu está declaração maravilhosa sobre o aborto:
“Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito. Não acredito que mulher alguma queira abortar. Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si”.
Entenderam? Embora, numa distração, Dilma considerasse que o feto é uma “vida dentro” da mulher, ela defendia o aborto. Ao procurar uma imagem para explicitar o seu pensamento, encontrou: “Ninguém quer arrancar um dente”! Assim, feto e dente se equivalem. As palavras fazem sentido.
Os cristãos, inicialmente os evangélicos e depois os católicos, não gostaram das opiniões da candidata. A questão pegou fogo na campanha eleitoral, e a petista virou, então, religiosa. Eleição ganha, Dilma pode retomar o velho projeto. Por isso nomeou para a Secretaria das Mulheres Eleonora Menicucci, ex-colega de armas — integrou o grupo terrorista POC (Partido Operário Comunista). Consta que Dilma não pegou no berro propriamente; Eleonora pegou.
Eleonora Menicucci: de terrorista comunista a Frankenstein pró-aborto
Ontem, esta senhora já discorreu sobre o aborto. E voltou a fazê-lo nesta terça. Sua declaração é de embrulhar o estômago daqueles que não se deixam embrulhar pela trapaça intelectual. Leiam:
“O aborto, como sanitarista, tenho que dizer, ele é uma questão de saúde pública, não é uma questão ideológica. Como o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas.”
Como é que é? “Como sanitarista”, então, ela decreta que “não é uma questão ideológica”, mas “de saúde pública”? E sua autoridade para decretá-lo decorre do fato de ser “sanitarista”? Então se deve concluir que:
* o aborto é uma mera questão sanitária:
* todos os sanitaristas são necessariamente a favor do aborto como medida de pura higienização.
Os nazistas não afirmariam nada mais, como direi?, preciso a respeito. Se há alguma dúvida sobre o que ela pensa a respeito do feto, a dúvida se desfaz ao seguir os passos da chefe e tentar tornar mais claro o conceito. A outra comparou o “feto arrancado” ao “dente arrancado”. Dona Eleonora resolveu ficar na sua área e mandou brasa: o aborto não é uma questão ideológica, assim como não o são “o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas.”
O aborto não é mais como um dente arrancado.
O aborto é como o crack e as drogas.
O aborto não é mais como um dente arrancado.
O aborto é como o mosquito da dengue.
O aborto não é mais como um dente arrancado.
O aborto é como o vírus HIV.
O aborto não é mais como um dente arrancado.
O aborto é como as doenças infecto-contagiosas.

No dia em que Dilma enganou os evangélicos

Em outubro de 2010, na reta da eleição, a então candidata Dilma Rousseff enviou uma Carta Aberta aos evangélicos. Escrevi a respeito e comentei. No item 2, lia-se: “2. Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto”. No item 3, estava escrito: “3. Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País.”
Era só uma tática. Saibam que existe um projeto enviado ao Congresso pelo governo petista que descrimina, sim, o aborto. Agora é questão se “ganhar a sociedade” com o proselitismo. Dilma escolheu para a pasta uma militante da causa.

O silêncio dos bocós

Eleonora, já deu pra perceber, é chegada à mitologização da própria trajetória. Voltou a falar sobre o seu passado na luta armada, e isso costuma bastar para que os presentes façam um silêncio reverencial, ainda que ela compare um feto a um mosquito ou a uma infecção:
“Quem passou pelo que nós passamos na luta contra a ditadura cresce, amadurece, e não esquece nunca. São marcas que nos tornam mais fortes e mais sensíveis ao debate, sensíveis à espera, sem sentar-se numa cadeira e ficar esperando a banda passar. É espera com ação”, disse Menicucci.”
“Luta contar a ditadura” uma ova! Luta a favor de uma ditadura contra a outra ditadura! A diferença é que, se Eleonora e sua turma tivessem vencido, o terror teria durado muito mais tempo e matado uma quantidade de pessoas infinitamente maior, como provam todos os regimes comunistas. E Eleonora queria comunismo. Foi torturada? Lamento! Lamento, repudio e acho que os torturadores merecem a lata do lixo, assim como todos os assassinos comunistas.
Não dá! Esta senhora foi muito além do razoável. Andou revelando por aí, sem que lhe tenha sido perguntado, que tem uma filha lésbica, que ela própria se relacionou com homens e mulheres etc.  Paqrece padece de egolatria; gosta de fazer praça de seu estilo de vida; acha que suas práticas pessoas compõem uma categoria de pensamento. É a Val Marchiori da esquerda. Está pronta para a capa de “Caras - Versão Vermelha”. Se eu fosse avançar na alegoria, teria de escrever que a banheira e a taça de champanhe de uma celebridade comunista estariam necessariamente cheias de sangue. “Ah, esse Reinaldo! Olhem que agressividade!” Sei. Suave e comparar o feto a uma infecção.
Eu estou pouco me lixando para a vida privada de Dona Eleonora e de sua família. Não tenho nada com isso. Eu não assisto ao ‘Mulheres Ricas” e também não me interro por “Mulheres Loucas”. O que eu sei é o seguinte: é próprio das tiranias desumanizar o homem para que possam eliminá-lo em nome de uma causa. Assim procederam todos os fascismos, especialmente a sua versão nazista. Assim procedeu o comunismo. A diferença é que os fascistas costumam se esconder porque, intimamente, sabem-se partidários do horror, da truculência e da morte. Os comunistas recalcitrantes, ao contrário, sentem orgulho em revelar a sua condição. O fascista, um asqueroso, transforma a morte num instrumento de luta pelo poder; o comunista, outro asqueroso, transforma a morte num instrumento de progresso social.
Não, Dona Eleonora!
O feto não é um mosquito!
A vida é mais do que uma infecção!
Se e quando não for, então um partido vai definir quem é progressista o bastante para viver e quem não é colaborativo o bastante para morrer.
Divulgação: www.juliosevero.com
Brasileiros rejeitam em maioria esmagadora agenda abortista e homossexualista do partido do governo

Jean Wyllys diz que calvinistas são aliados do movimento homossexual

Jean Wyllys diz que calvinistas são aliados do movimento homossexual

Comentário de Julio Severo: A generalização de Wyllys é injusta, pois há muitos calvinistas conservadores que não concordam com a agenda gay. Mas, conforme já apontei num artigo, pelo fato de que os calvinistas liberais são estridentes e os calvinistas conservadores preferem geralmente o silêncio e evitam criticar abertamente os calvinistas liberais que estão fazendo estragos, fica a impressão de que os calvinistas liberais representam a opinião da maioria dos calvinistas. Quem acaba se beneficiando são os ativistas gays. A notícia a seguir é do site Holofote:
Jean Wylly: calvinistas são aliados do movimento gay
Jean Wyllys diz que calvinistas são aliados do movimento LGBT
O parlamentar acusou alguns pastores e padres de fazerem discurso ‘religioso-facista’ por dizerem que homossexualismo é abominação
O deputado federal pelo PSOL (RJ) e ativista gay Jean Wyllys, que ficou conhecido em todo o Brasil por ter sido o vencedor da 5ª edição do Big Brother, volta a atacar padres e pastores evangélicos, em uma entrevista concedida ao jornalista Eduardo Irineu do Jornal Extra de Pernambuco.
O político voltou a afirmar que alguns segmentos religiosos, sem citar quais são, continuam incentivando a disseminação da violência contra os homossexuais, aproveitando-se das concessões públicas de difusão dos canais de TV e de rádio.
Jean Wyllys destaca que sua rota de colisão com padres e pastores é, justamente, pelo fato deles usarem concessões públicas de difusão dos canais de TV e rádio para pregar contra a homossexualidade. Para o parlamentar, este tipo de mensagem só incentiva o ódio aos homossexuais.
O parlamentar fez questão de reafirmar que “esses padres e pastores vem a público, através do rádio, da TV e em jornais impressos, alegando que o homossexual é abominável”. Para Wyllys, aqueles que pregam que a prática homossexual é abominável [diante de Deus], acabam sendo cúmplices dos crimes praticados contra gays.
Dando a entender que os alguns segmentos evangélicos são contrários à dignidade do ser humano que está homossexual, o deputado ressaltou que “é importante dizer que não são todos os padres e pastores que promovem esse tipo de incentivo. O movimento LGBT tem muitos aliados na Igreja Católica e, também, entre os evangélicos. Inclusive, existem Igrejas Inclusivas, Calvinistas, com o protestantismo histórico, que não são contrários à dignidade dos homossexuais”.
Segundo o deputado, o pai do ministro Alexandre Padilha (Saúde) lidera, em São Paulo, um movimento integrado por protestantes históricos (batistas, anglicanos e luteranos), que luta contra a homofobia. Enfatiza-se que em nome do combate à homofobia, o movimento LGBT vem tentando emplacar  o kit gay nas escolas públicas e o PLC 122 que põe em risco as liberdades de culto e de expressão.
Jean Wyllys fez questão de ressaltar também que as instituições religiosas se beneficiam da isenção fiscal – prevista na Constituição Federal – deixando de pagar impostos e arrecadando muito dinheiro; e que usam esse dinheiro “para promover campanhas difamatórias contra mim, colocando-me a imagem de ‘inimigo do cristianismo’.”
Fonte: Holofote
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Pastor assembleiano mantém seu nome em tabloide calvinista liberal custe o que custar

Dilma escolhe ativista pró-aborto para representar todas as mulheres do Brasil

Dilma escolhe ativista pró-aborto para representar todas as mulheres do Brasil

Dilma, a devota de “Nossa Senhora de Forma Geral”, escolhe uma notória defensora da legalização do aborto, ex-guerrilheira comunista, para representar todas as mulheres do Brasil na Secretaria das Mulheres. A ex-guerrilheira já fez dois abortos e confessou que ninguém a obrigou

Reinaldo Azevedo
Eu gosto de sinceridade. Pago um preço alto por dizer o que penso, como sabem. A sinceridade na política é uma tolice? Pois é… Eu não sou político. Leiam o que informa Bernardo Mello Franco, na Folha. Volto em seguida:
Amiga da presidente Dilma Rousseff desde a década de 1960 e sua colega de prisão na ditadura militar, a nova ministra Eleonora Menicucci, 67, promete defender a liberação do aborto à frente da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Socióloga, professora titular de Saúde Coletiva da Unifesp e filiada ao PT, ela assumirá o cargo na sexta-feira. Substituirá a também petista Iriny Lopes, que sai para disputar a Prefeitura de Vitória. Menicucci integra o Grupo de Estudos sobre o Aborto e já relatou ter se submetido à prática duas vezes. Ontem, afirmou à Folha que levará sua convicção e sua militância na causa para o governo. “Minha luta pelos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres e a minha luta para que nenhuma mulher neste país morra por morte materna só me fortalece”, disse.Na campanha eleitoral de 2010, deu-se um evento fabuloso: Dilma Rousseff, então candidata do PT, notória defensora da “legalização” do aborto — ela empregava essa palavra —, mudou o discurso. Setores da imprensa armaram um escarcéu danado, acusando de “reacionários” todos aqueles que, ora vejam!, lembrassem as palavras da própria candidata.
A polêmica sobre o aborto marcou a corrida presidencial de 2010, quando José Serra (PSDB) usou o tema para atrair o voto religioso. Dilma, que já havia defendido a descriminalização da prática em duas entrevistas, disse ser “a favor da vida”, mas afirmou que não faria uma “guinada à direita” para se eleger. A nova ministra anunciou que fará uma gestão de continuidade. Citou como prioridades o combate à violência contra a mulher e à “feminilização da pobreza” e a preparação das feministas para a conferência Rio+20. Ela negou os rumores de extinção da secretaria, que circulavam desde o ano passado. “Digo isso como futura ministra. A secretaria continua com status de ministério e com muita força”, afirmou.
(…)
Voltei: Sim, meus caros! Material impresso por católicos conclamando os eleitores — católicos — a não votar em defensores do aborto foi apreendido. Pessoas foram presas por simplesmente portar um daqueles papéis. Era nada menos do que censura à liberdade de opinião. Os tais setores da imprensa aplaudiram o absurdo! Ninguém, no entanto, seria preso por imprimir um folheto que pedisse votos para defensores do aborto. Esse simples contraste dá conta da estupidez! E, no entanto, o aborto, ressalvadas os casos previstos em lei, é que é ilegal. Foi um momento de puro surrealismo político.
Pois bem! Dilma foi à Aparecida, escoltada por Gabriel Chalita, e passou a ser católica desde criancinha. Chegou até a declarar numa entrevista a Datena que era devota de Nossa Senhora. “De qual”, ele quis saber. Ela inventou uma santa nova: “Nossa Senhora de Forma Geral”… Mais: chamou a santa de a “nossa deusa”. Dilma inaugurava o paganismo católico.
Pois é… Agora a presidente escolhe para a Secretaria das Mulheres ninguém menos do que uma notória defensora do aborto, Eleonora Menicucci, que já confessou, sem que ninguém a tanto a obrigasse, ter se submetido à prática duas vezes. É claro que o cretinismo patrulheiro e fascistóide — os “fascistas do bem!” — já vão se arrepiar: “Vejam que absurdo escreve esse Reinaldo!” Absurdo por quê? Acho que Dilma estava enganando os eleitores, só isso. Ex-militante do grupo terrorista POC (Partido Operário Comunista), também Eleonora disse ter “muito orgulho e muita honra de ter sido presa política na luta contra a ditadura”.
Pois é… As palavras fazem sentido. Muitos se sentem honrados por ter lutado contra a ditadura. Eu mesmo lutei e acho isso honroso. Luto ainda contra outras formas de ditadura, como a de opinião. E continuo a achar honroso. Mas por que a prisão seria uma distinção honrosa? Fica parecendo que os que não foram presos são menos honrados. Não são, não! Até porque a democracia brasileira chegou pelas mãos dos que fizeram a luta pacífica contra o regime e queriam, de fato, democracia. Não era o caso nem de Dilma nem de Eleonora. Ou o Partido Operário Comunista assaltava bancos — ela mesma participou de ações assim — para instaurar no Brasil a democracia?
Podem urrar à vontade. Fato é fato. Lido com fatos.
Divulgação: www.juliosevero.com
Brasileiros rejeitam em maioria esmagadora agenda abortista e homossexualista do partido do governo

PayPal envolvido em atividade criminosa

PayPal envolvido em atividade criminosa

Julio Severo
WND, que considero ser o melhor site conservador do mundo, teve uma manchete explosiva ontem: PayPal envolvido em fraude bancária, cuja tradução está no final deste artigo.
Quem diria: o PayPal, que agiu contra mim sem nenhuma culpa da minha parte, agora se torna foco de um escândalo de lavagem de dinheiro.
Don Hank, dono do site Laigle’s Forum, assim se pronunciou sobre a notícia do WND: “Agora ligue essa notícia ao modo cruel como o PayPal recusou serviço para Julio Severo porque o site dele se opõe ao ‘casamento’ gay, e você poderá ver como as agendas radicais e sua implementação são realmente o sintoma de uma mentalidade criminosa muito mais profunda de mentiras. É um capitalismo criminoso ligado a um governo criminoso (que nada fez para proteger Julio), um potente coquetel de corrupção política”.
No meu caso, a conduta hostil do PayPal ocorreu depois da conduta suspeita de duas grandes organizações gays dos EUA.
Em 21 de agosto de 2011, a Campanha de Direitos Humanos foi apanhada visitando meu blog num registro de visitas. Essa é a organização homossexual mais forte dos EUA. Nos dias seguintes, AllOut (Tudo Fora do Armário), uma organização gay que recebe muitos financiamentos, lançou uma campanha de abaixo-assinado online para que o PayPal fechasse as contas de 10 organizações pró-família. Ainda que eu não seja uma organização, meu nome foi incluído nessa campanha gay internacional, e minha conta foi fechada.
O caso do PayPal, com destaque para minha situação, foi amplamente coberto pela mídia cristã dos EUA. Confira uma das reportagens de vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=oZ8fzSkiB5A

WND fez também uma longa reportagem sobre o caso, cuja tradução está aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2011/09/paypal-coloca-escritor-cristao-na-lista.html
Em dezembro, o PayPal fechou minha conta definitivamente. Para mim, o PayPal explicou que estou desqualificado para receber doações de meus amigos e leitores porque “você não é uma organização registrada sem fins lucrativos”. Para AllOut, o PayPal explicou que fechou minha conta porque “Levamos muito a sério quaisquer casos em que um usuário incitou ódio, violência ou intolerância por causa da orientação sexual de uma pessoa”.
Agora, não posso mais receber doações de meus amigos por meio do PayPal.
Numa classificação dos dez maiores ataques aos cristãos em 2011, a Comissão Anti-Difamação de Cristãos, com sede nos EUA, classificou a pressão gay sobre o PayPal como quarto maior ataque anticristão de 2011, conforme saiu na revista Charisma.
Agora, veja só a cara e as mãos sujas da empresa que agiu contra mim por incitação de uma grande organização gay dos EUA. Para ler a reportagem completa, siga o link em inglês:

PayPal envolvido em fraude bancária

Alegado esquema de lavagem de dinheiro por parte da gigantesca empresa de transações financeiras envolveu bilhões
Jerome R. Corsi
NOVA IORQUE — Um ex-funcionário de um dos maiores bancos financeiros do mundo alega que a gigantesca empresa de internet PayPal está envolvida num esquema internacional de lavagem de dinheiro envolvendo centenas de bilhões de dólares. Ele forneceu para WND 1.000 páginas de evidências.
O denunciante, John Cruz, era um gerente de relações da região sul de Nova Iorque do banco HSBC, que tem sua sede internacional em Londres.
“Descobri muitas contas onde o PayPal era usado como canal mediante o qual centenas de milhares de dólares eram depositados ou retirados das contas de clientes do HSBC num padrão de transações suspeitas que deveriam ser denunciadas às autoridades legais sob vários estatutos bancários, inclusive a Lei do Patriotismo”, Cruz disse para o WND. (Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: “PayPal, American Express implicated in bank fraud”)
Versão em inglês deste artigo: PayPal implicated in criminal activity