17 de agosto de 2018

Facebook censura comentário sobre lésbicas, mas não censura comentários homossexuais contra Jesus Cristo


Facebook censura comentário sobre lésbicas, mas não censura comentários homossexuais contra Jesus Cristo

Julio Severo
Poucos minutos atrás recebi a seguinte mensagem do Facebook:
Este post vai contra nossos Padrões Comunitários.
Só você pode ver este post porque vai contra nossos padrões sobre discurso de ódio.
Em seguida, o Facebook mostrou o comentário “ofensivo”: “As duas sapatonas foram mau exemplo.” Esse não foi um post de Facebook em minha conta. Foi apenas um comentário na página de uma amiga conservadora.
Então, o Facebook me disse:
Você Está Temporariamente Bloqueado de Postar
Esse bloqueio temporário durará 30 dias, e você não poderá postar no Facebook até o fim do bloqueio.
Se você postar algo que vai contra nosso padrão de novo, sua conta será bloqueada por outros 30 dias.
Por favor tenha em mente que pessoas que frequentemente postam coisas que não são permitidas no Facebook poderão ter suas contas permanentemente desativadas.
Assim, minha conta de Facebook (https://www.facebook.com/julio.severo) estará bloqueada por trinta dias (em vigor a partir de 17 de agosto de 2018) não porque defendi violência contra lésbicas. Fui bloqueado porque usei o termo bastante popular “sapatona”!
Recentemente, um cantor homossexual brasileiro chamou Jesus de “gay,” “travesti” e “transexual.” Seu comentário ofensivo inundou as páginas do Facebook em todo o Brasil, e não houve censura ou bloqueio registrado contra o que o ativista homossexual disse contra Jesus. No entanto, pelo fato de que eu simplesmente disse que o comportamento de duas “sapatonas” foi um mau exemplo, o Facebook, que não viu nenhum discurso de ódio em um homossexual xingando Jesus, está me punindo com um bloqueio de 30 dias da minha conta. Então tenho a obrigação de dizer que a conduta de lésbicas “honradas” é um bom exemplo, principalmente para crianças?
Esses são os padrões do Facebook: Qualquer termo popular que os homossexuais não gostam é “discurso de ódio,” mas quando suas palavras sujas contra Jesus Cristo inundam o Facebook, não há nenhum discurso de ódio.
Esse não é o primeiro bloqueio de 30 dias do Facebook contra mim.
O mês inteiro de fevereiro de 2018 estive bloqueado porque denunciei a agenda homossexual e a invasão islâmica da Europa. Veja meu artigo: Por que o Facebook atormenta e censura os cristãos?
O Facebook também impôs um bloqueio de 30 dias contra mim em dezembro de 2017, porque mencionei o dever cristão de amar os pecadores, inclusive os homossexuais. Você pode ler meu artigo aqui: Por que o Facebook concede liberdade de expressão para radicais anticristãos e impõe censura nos cristãos?
E em junho de 2017 o Facebook impôs outro bloqueio de 30 dias contra mim porque eu estava informando sobre brasileiros que foram multados por chamarem um homossexual de “bicha.” Veja meu artigo: “Facebook, censura, palavrões, xingamentos e linguagem suja.” Nesse caso, o Facebook recuou depois que uma organização jurídica da Califórnia ameaçou processar o Facebook em meu nome. Por causa da ameaça legal, o Facebook reconheceu que suas ações foram de censura. Veja meu artigo: Facebook reconhece sua própria censura contra Julio Severo. E agora?
Talvez um dos atos mais vergonhosos do Facebook contra mim foi censurar Levítico 18:22, um famoso versículo da Bíblia que eu publiquei no meu perfil, mas o Facebook não gostou e o removeu. Veja meu artigo: Socorro! O Facebook está censurando versículos da Bíblia
Essa censura contra um versículo da Bíblia imediatamente se tornou manchete no WND (WorldNetDaily), numa reportagem intitulada “Famoso versículo da Bíblia intolerável demais para o Facebook.”
Devido a esse escândalo, o Facebook entrou em contato com o WND com esta mensagem:
“Logo que fomos notificados do problema, começamos a investigar e restauramos o conteúdo logo que pudemos identificar o erro. O conteúdo foi restaurado já que não violava nossos padrões. Informamos ao Sr. Severo acerca do restabelecimento e fizemos um pedido de desculpas pelo erro.” (Veja a reportagem traduzida do WND “Facebook finalmente responde sobre sua censura a versículo picante da Bíblia”)
No entanto, o post da Bíblia não foi restaurado e eu nunca recebi nenhum pedido de desculpas do Facebook.
Se o dono do Facebook, que é um judeu esquerdista, não se importa nem mesmo com Levítico 18:22, um famoso versículo das Escrituras judaicas, por que ele se importaria com um post que ataca a violência sexual islâmica contra garotas europeias?
O que eu fico tentando imaginar é: Como é que pode um judeu, que pertence a uma raça e religião historicamente oprimidos por muçulmanos, censurar meu esforço para denunciar a violência sexual islâmica?
No início deste ano, um judeu denunciou o Facebook por excluir Israel e incluir a Palestina. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, é contra sua própria raça e cristãos evangélicos, os aliados mais importantes dos judeus?
Digam ao Sr. Zuckerberg que Julio Severo é um evangélico defensor apaixonado da Bíblia e de Israel em suas fronteiras bíblicas.
Leitura recomendada sobre censura do Facebook:
Outra leitura recomendada:
Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:

16 de agosto de 2018

Líderes da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil apoiam Lula e o aborto desrespeitando suas próprias congregações


Líderes da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil apoiam Lula e o aborto desrespeitando suas próprias congregações

Julio Severo
Um “Manifesto Em Defesa da Democracia, do Diálogo e da Diversidade” se queixa da prisão do ex-presidente socialista Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que ele “foi condenado e preso em um processo polêmico, de inédita rapidez, sem respeito às garantias constitucionais” e que sua condenação é uma “afronta à Constituição Federal.”
Tal queixa é de natureza exclusivamente esquerdista. Entre os assinantes do manifesto estão o Pr. Nestor Paulo Friedrich, presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) e Wilhelm Wachholz, reitor da Escola Superior de Teologia, que forma pastores da IECLB.
O apoio ao criminoso condenado Lula não foi expresso apenas nas palavras do manifesto. O Pr. Inácio Lemke, vice-presidente da IECLB, visitou Lula na prisão em total apoio e solidariedade, conforme registrado pelo próprio site do PT, que informou que Lemke é apoiador do PT desde a década de 1980.
Como explicar que os principais líderes da IECLB apoiem um partido e um criminoso condenado que claramente afrontam os valores cristãos?
Os líderes da IECLB são incapazes de enxergar que os anos de governo do PT trouxeram um aumento da agenda homossexual, abortista e feminista no Brasil?
Provavelmente nem ligam. Em audiência recente no Congresso Nacional, a Pra. Lusmarina Campos, da IECLB, disse: “O aborto não é condenado na Bíblia, pois não é considerado nem pecado, nem crime”, acrescentando: “não há determinação bíblica de quando a vida começa.”
A IECLB tem a desonra de ter não só pastores que defendem a Teologia da Libertação, mas também sua versão protestante, a Teologia da Missão Integral (TMI).
Com tal abertura esquerdista, é inevitável que pastores da IECLB defendam o aborto e a agenda homossexual. A Teologia Gay está crescendo na IECLB.
Segundo dados de 2016, a IECLB tem 643.534 membros. A IECLB é também a denominação protestante mais antiga do Brasil, tendo surgido em 1824.
Como a maioria das denominações protestantes tradicionais ou históricas, os membros da IECLB aceitam todas as imposições dos líderes, sem questioná-los. Por isso, nesse clima de submissão é muito difícil saber se os mais de 600 mil membros da IECLB apoiam ou não o ativismo esquerdista de seus principais líderes.
Obviamente, nenhum líder da IECLB tem respaldo bíblico para prestar solidariedade a Lula ou legitimar o aborto.
Nesta altura, me pergunto se as leis da IECLB estipulam que essa denominação deve se orientar pela agenda esquerdista e defender o aborto. Se não, por que seus líderes estão fazendo isso? Por que, numa reação de democracia popular, os membros e pastores locais não destituem os líderes que se rebelaram contra a Bíblia colocando o ativismo esquerdista acima do amor por Jesus?
Enquanto a maioria fica em silêncio (e querendo ou não acaba consentindo com a grave ideologização de sua denominação), algumas vozes surgem. A Associação Luteranos Herdeiros de Worms, que vem protestando contra essa ideologização, é uma dessa vozes.
Quando me refiro ao perigo da ideologização não quero dizer somente a esquerda. Alguns pastores da IECLB, numa reação aos esquerdistas radicais, estão optando pelo outro extremo do radicalismo, inclusive seguindo cegamente o astrólogo Olavo de Carvalho e seus adeptos “petistas” direitistas. Essa adesão cega já está provocando iguais prejuízos entre evangélicos que, ao se tornarem olavetes, abandonam formalmente as igrejas evangélicas.
Essas duas formas de ideologização trazem grave prejuízo aos cristãos. O cristão fiel a Jesus deve evitar todos os extremos.
Não sou contra pastores visitarem o criminoso condenado Lula. Mas essas visitas devem ter como único objetivo proclamar o Evangelho para ele, curar o câncer esquerdista alojado em sua mente e expulsar as legiões de demônios dele. Visitas com finalidade política são uma traição ao Evangelho.
Já que os líderes esquerdistas da IECLB gostam tanto de revoluções esquerdistas para derrubar governos, desafio os pastores e membros das congregações locais da IECLB a realizar uma revolução bíblica e conservadora para derrubar a ditadura esquerdista na cúpula da IECLB que defende o indefensável, inclusive o aborto, indo frontalmente contra Jesus Cristo, o Senhor da vida.
Enquanto a ditadura esquerdista durar na direção da IECLB, pastores esquerdistas se sentirão à vontade para defender, em nome da IECLB, o aborto no Congresso Nacional.
É hora de dar aos líderes esquerdistas da IECLB o que eles mais gostam: revolução — revolução bíblica e conservadora!
Com informações do PT, Associação Luteranos Herdeiro de Worms, GospelPrime e Wikipédia.
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15 de agosto de 2018

Médica aborteira: “Como minha fé cristã me inspirou a me tornar uma médica de abortos”


Médica aborteira: “Como minha fé cristã me inspirou a me tornar uma médica de abortos”

Micaiah Bilger
Uma médica aborteira do Tennessee, EUA, diz que sua fé cristã a levou a acreditar que as mulheres deveriam ter fácil acesso a abortos sem condenação ou vergonha.
Sarah Wallett
Em uma coluna para o site Refinary 29, Sarah Wallett explicou por que ela é abortista e cristã. Ela disse que sua educação cristã e a dedicação de sua família para cuidar de pessoas necessitadas foram o que a “inspiraram” a seguir sua linha de trabalho.
As mulheres “exigem e merecem” abortos, afirmou Wallett. Ela descreveu seu trabalho de aborto como uma parte “integral” da assistência de saúde das mulheres e disse que as mulheres não devem ser julgadas por fazer aborto. Wallet disse que suas pacientes muitas vezes tentam justificar seus abortos para ela ou dizem que se sentem aflitas com sua decisão. Ela culpou esses sentimentos pelo estigma e condenação da sociedade, e disse que as mulheres não deveriam sentir que precisam justificar seus abortos a ninguém. Ela nunca menciona como essa angústia poderia ter algo a ver com o fato de que um aborto destrói a vida de um inocente bebê em gestação.
Ela escreveu:
Eu também fui criada em um lar cristão em Lexington, SC. Minha família frequentava a igreja regularmente, fazia orações antes das refeições e eu aprendi desde a infância que era meu dever ajudar as pessoas necessitadas e deixar o mundo um lugar melhor do que eu o havia encontrado. As pacientes que atendo todos os dias são muito claramente pessoas necessitadas — e o atendimento médico que lhes presto tanto muda a vida delas quanto, em muitas circunstâncias, salva a vida delas.
A compaixão e empatia que aprendi com minha fé cristã são fundamentais para o meu trabalho. Demasiadas vezes, as mulheres que optam por abortar enfrentam estigma e vergonha significativos — vejo isso todos os dias. As pacientes têm de caminhar por entre manifestantes que gritam “assassina” e muito pior apenas para entrar na minha clínica. Certa paciente, mãe de quatro filhos, não conseguia parar de me dizer por que estava fazendo um aborto, sentindo-se claramente como se precisasse se explicar depois de passar por entre os manifestantes. Ela ficava me dizendo que já tinha uma família grande, que estava tendo dificuldades financeiras, que suas gravidezes eram de alto risco e que seu parceiro concordava com ela — qualquer coisa que pudesse pensar para ter certeza de que eu entendia sua vida e situação. Até mesmo para sua médica de aborto, ela se sentia obrigada a justificar sua decisão, uma tarefa que ninguém deveria ter de fazer.
Outra paciente compareceu sozinha à clínica de aborto de Wallett porque sua família e amigos não apoiaram sua decisão de abortar seu filho em gestação. Ela disse que a família e os amigos da paciente a incentivaram a manter o filho, mas a paciente queria terminar a faculdade antes de ter uma família. Wallett disse que a situação da paciente era triste porque sua família e amigos não a apoiavam. No entanto, lendo nas entrelinhas, parece que a família da paciente estava tentando apoiar a ela e seu filho.
Como médica, Wallett disse que também enfrentou condenação por fazer abortos, tanto de cristãos quanto de colegas na classe médica.
“… Até me senti afastada de meus colegas de medicina por causa do medo de associação com um procedimento que é ‘desagradável’ para muitos pensarem ou discutirem,” disse ela.
Ela concluiu: “Escolhi ser médica aborteira, enquanto ninguém escolhe ter de encarar a decisão de fazer um aborto. Muitas das minhas pacientes também têm uma fé forte, e espero que elas possam encontrar o mesmo conforto, aceitação e compreensão em suas próprias vidas. De minha parte, continuarei a fazer o que puder para garantir que eles encontrem.”
Para Wallett, um aborto é um direito que toda mulher deve ter acesso fácil. Ela acredita que o aborto é uma opção compassiva para as mulheres que enfrentam uma gravidez não planejada ou indesejada, e ninguém deve tentar tirar essa opção ou julgar uma mulher por isso.
Wallett pega e escolhe quais partes da fé cristã ela quer seguir. Ela nunca reconhece que um aborto destrói a vida de um ser humano inocente no útero. Nem menciona como o Cristianismo ensina que todo ser humano tem valor inato, começando no útero; e que é errado matar um ser humano inocente.
O Cristianismo ensina compaixão e serviço às pessoas necessitadas, como Wallett mencionou; mas esses ensinamentos incluem seres humanos no útero. Wallett pode estar tentando ajudar as mulheres com suas tentativas equivocadas de compaixão, mas ao abortar bebês em geração, ela está prejudicando mais vidas do que está ajudando.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Abortionist: “How My Christian Faith Inspired Me To Become An Abortion” Doctor
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14 de agosto de 2018

Igreja pró-homossexualismo planeja construir espaço de culto com cervejaria e doar lucros para a maior entidade de planejamento familiar e aborto dos EUA


Igreja pró-homossexualismo planeja construir espaço de culto com cervejaria e doar lucros para a maior entidade de planejamento familiar e aborto dos EUA

Robert Gearty
Um edifício em Santa Cruz, na Califórnia, EUA, está sendo transformado em um espaço de culto e cervejaria pública por uma igreja pró-homossexualismo que planeja doar parte de seus lucros com a venda de cervejas para a Federação de Planejamento Familiar [a maior rede de clínicas de aborto nos EUA], de acordo com reportagens.
Igreja Comunidade do Propósito Maior
Membros da Igreja Comunidade do Propósito Maior agora se reúnem aos domingos em um salão de refeições para orar, ouvir e beber cerveja, informa o canal televisivo KNTV.
“Não há nada na Bíblia que diga que você não pode beber álcool de maneira responsável,” disse o pastor Chris VanHall à emissora.
A Federação de Planejamento Familiar tem escritórios na ex-livraria que VanHall planeja transformar numa cervejaria no próximo verão, noticiou o jornal The Santa Cruz Good Times.
“Uma igreja que serve cerveja e distribui os lucros para entidades como a Federação de Planejamento Familiar é realmente emocionante para mim,” disse o pastor ao jornal.
A recente Parada do Orgulho Gay de Santa Cruz incluiu um contingente da Comunidade do Propósito Maior, informou o jornal.
VanHall disse à KION-TV em uma reportagem na sexta-feira que aos domingos haverá igreja no bar, “mas será antes de abrirmos para o público.”
O pastor disse à KNTV que realizar os cultos na sala de refeições lhe deu a ideia de abrir a cervejaria.
“Pensei comigo mesmo: “Não seria ótimo se uma igreja pudesse descobrir uma maneira de fazer um produto em que eles dividissem os lucros com organizações locais de serviços comunitários?’ Estávamos como que ‘ei, nós adoramos cerveja, nós adoramos fazer cerveja, por que não abrir uma cervejaria?’” ele disse.
De qualquer forma, ele disse, seus sermões ficam sempre melhores depois de alguns copos de cervejas.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da FoxNews: Pro-gay church plans to build worship space/brewery, donate profits to Planned Parenthood
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13 de agosto de 2018

Cantor homossexual chama Jesus de “gay”, “travesti” e “transexual”, sofre repercussão negativa e recebe solidariedade da ONU


Cantor homossexual chama Jesus de “gay”, “travesti” e “transexual”, sofre repercussão negativa e recebe solidariedade da ONU

Julio Severo
“Eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Jesus é travesti, sim, Jesus é transexual, sim, Jesus é bicha, sim, p*! Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*,” disse um cantor homossexual durante seu show no Brasil em julho passado.
Houve reação negativa imediata, não de grupos de direitos humanos e do governo. A reação veio da população brasileira, especialmente de grupos católicos e evangélicos.
O comentário ofensivo contra Jesus foi feito por Johnny Hooker, um cantor homossexual brasileiro que foi nomeado como “campeão” na campanha Livres e Iguais pelo escritório da ONU no Brasil em 17 de maio, o Dia Internacional Contra Homofobia, Transfobia e Bifobia.
De acordo com a ONU no Brasil, o convite foi feito ao homossexual brasileiro porque “assim como Johnny, a ONU Brasil acredita que a visibilidade de pessoas LGBTI nos mais variados espaços da sociedade é fundamental para mudar as mentes e tocar as vidas das pessoas.”
Assim, parece que a luta contra a alegada homofobia equivale a lançar ataques ofensivos contra Jesus Cristo e seus seguidores. Pelo menos, essa é a conclusão prática pela resposta da ONU, que não demitiu Hooker de sua campanha, mas publicou uma nota no Twitter dizendo: “Em solidariedade a Johnny Hooker contra ataques de ódio e discriminação.”
O tuíte de solidariedade da ONU também continha o link para uma entrevista de Hooker com a ONU. Na entrevista, intitulada “‘A gente vai resistir’, diz novo campeão da igualdade da ONU,” a ONU lhe fez várias perguntas sobre sua homossexualidade, inclusive “Que mensagem você gostaria de passar para as pessoas sendo agora campeão da igualdade da Livres & Iguais?”
Hooker respondeu: “É uma grande responsabilidade e uma grande alegria ser um dos campeões da igualdade da ONU Brasil. Eu fico muito honrado.”
Se usar uma posição e cargo da ONU para abusar e ofender Jesus é ser um “campeão,” será que Hooker poderia também tentar ser um campeão contra Maomé na Arábia Saudita?
Contudo, o que esperar de um ativista que usa como sobrenome “Hooker,” nome em inglês que significa “prostituta”?
Respondi ao tuíte absurdo da ONU: “Esse cantor cometeu OFENSAS graves aos cristãos do Brasil. Se vc acha que isso não é nada, favor mandá-lo à Arábia Saudita para que ele faça lá com Maomé a mesma coisa que ele fez com Jesus.”
Se esse cantor homossexual fosse corajoso, ele iria para a Arábia Saudita e diria: “Eu estou aqui hoje pra dizer pra vocês que Maomé era travesti, sim, Maomé era transexual, sim, Maomé era bicha, sim, p*! Pode vaiar a vontade. Enfia a vaia no c*.”
Depois da típica reação negativa saudita, gostaria de ver a ONU dizendo: “Em solidariedade a Johnny Hooker contra os ataques de ódio e discriminação.”
Tenho certeza de que os sauditas saberiam como “recompensar” o cantor homossexual por seus insultos contra Maomé! E a ONU acabaria dizendo: “Em memória de Johnny Hooker, morto pelo ódio e discriminação islâmica na Arábia Saudita.”
A campanha Livres e Iguais da ONU é uma hipocrisia total. A ONU quer os ativistas homossexuais livres para ofender os cristãos e seus valores, concedendo-lhes proteção total contra punições por seus atos e palavras ofensivas.
Os homossexuais brasileiros chamam uns aos outros de “veado.” Mas obviamente só eles têm o direito de insultar.
Então, se um indivíduo pode ser multado em US$ 1.500 por proferir um único insulto contra um homossexual, por que um homossexual não pode ser multado por proferir vários insultos contra Jesus e os cristãos? Por que Hooker deveria ser poupado de uma multa de US$ 1.500 por cada um de seus insultos (Jesus é travesti, Jesus é transexual, Jesus é gay)?
Por que a conta de Facebook dele não é bloqueada por 30 dias?
A ONU não quer igualdade para homossexuais como Hooker. Ela os quer livres para insultar os cristãos e se você mencionar que na Arábia Saudita esse comportamento ofensivo é punido com a pena de morte, há o papo furado de “islamofobia.” Os cristãos não têm permissão de reagir a insultos homossexuais e não têm permissão de dizer que os muçulmanos matam homossexuais.
Enquanto os cristãos apenas protestam contra insultos homossexuais, os muçulmanos matam homossexuais, mesmo quando eles não insultam ninguém. Mas a campanha Livres e Iguais não está atrás de muçulmanos que matam homossexuais. Está atrás de cristãos que não matam os homossexuais.
“Livres e Iguais” nada mais é do que pura propaganda fajuta da ONU. Deveria ser chamada de “Livres para Insultar Cristãos.” Essa campanha da ONU simplesmente não critica cristãos progressistas, como Desmond Tutu, um membro de “Livres e Iguais” que disse que prefere ir para o inferno a ir a um céu homofóbico.
O Brasil tem sido um aliado especial da ONU e de outros propagandistas internacionais da agenda homossexual. Em 2015, Randy Berry, Embaixador Especial do Departamento de Estado dos EUA para os Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI, visitou o Brasil para engajar o governo brasileiro na luta contra a “homofobia” internacional. O cargo de embaixador especial dos Estados Unidos para os Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI, o único posto governamental na história mundial para a propaganda homossexual internacional, foi criado por Obama e não foi abolido por Trump.
Curiosamente, Berry e a Campanha “Livres e Iguais” da ONU nunca visitaram a Arábia Saudita, um aliado próximo dos EUA, para envolver a ditadura islâmica saudita na luta contra a “homofobia” internacional.
Com informações da ONU Brasil e Globo.
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