25 de março de 2019

Astrólogo Olavo de Carvalho provoca Pr. Silas Malafaia e recebe resposta à altura


Astrólogo Olavo de Carvalho provoca Pr. Silas Malafaia e recebe resposta à altura

Julio Severo
O astrólogo Olavo de Carvalho, que tem feito e recebido propaganda de FakeNews de que ele foi o maior responsável pela eleição de Jair Bolsonaro, disse em 22 de março de 2019:
“Prezado bispo Malafaia: Ninguém pode negar que as igrejas evangélicas ajudaram um bocado na derrocada do petismo. Mas também não pode negar que elas entraram nessa luta com um atraso formidável. Pelo menos até 2009 ainda se davam muito bem com o partido governante. Nesse ano Lula em pessoa oficializou em lei a Marcha Para Jesus. Será que o senhor já esqueceu?”
“Entrei no combate anticomunopetista em 1989, com a conferência ‘O fim do ciclo nacionalista’ e com as notas que viriam a compor ‘O Imbecil Coletivo’. A turma do Bispo Malafaia só entrou MAIS DE VINTE ANOS DEPOIS.”
As provocações de Carvalho vieram depois que Silas Malafaia contestou comentário equivocado de Eduardo Bolsonaro atribuindo a Carvalho a vitória de Jair Bolsonaro. Malafaia disse:
“EDUARDO BOLSONARO! Eu fui um dos principais apoiadores do seu pai na campanha. Continuo apoiando e peço a Deus que ele faça um grande governo em prol do povo brasileiro. Você como político tem muito que aprender. Para começar aprenda a respeitar aliados e deixe de bajular guru.”
Carvalho se sentiu humilhado de ser chamado de “guru” pelo maior pastor do Brasil? Processe Malafaia, então. E processe também mais gente, inclusive a Voz da América, a rádio oficial do governo dos EUA que na semana passada transmitiu ao mundo inteiro a mensagem de que Olavo de Carvalho é o guru de Jair Bolsonaro. Todo mundo, até o governo Trump, já sabe que Carvalho não passa de um guru que tem transformado Bolsonaro num homem dependente, assim como o czar direitista da Rússia era dependente de Rasputin, até cair sob seus maus conselhos.
Eis algumas das respostas de Malafaia a Carvalho postadas em seu Twitter em 23 de março de 2019:
“OLAVO DE CARVALHO ESTÁ EQUIVOCADO EM RELAÇÃO AOS EVANGÉLICOS 1 > Vou colocar uma série de Twitter para desmentir o astrólogo Olavo de Carvalho sobre os evangélicos estarem contra a esquerda 20 anos depois dele. Coitado não sabe de nada!”
“OLAVO DE CARVALHO ESTÁ EQUIVOCADO EM RELAÇÃO AOS EVANGÉLICOS 2 > Em 1989 , apoiar o PT era como um pecado no mundo evangélico.A liderança evangélica, quase que absoluta , repudiava a esquerda fazendo comparação com a perseguição dos comunistas aos evangélicos na antiga URSS.”
“UMAS PERGUNTAS PARA OLAVO DE CARVALHO > Sua posição sobre Israel, inquisição, esoterismo . Como tem gente enganada no mundo evangélico com esse sujeito. Querem saber quem ele é ? Entrem no blog de Julio Severo.”

“SÓ KKKK MUITO KKKK > Se dependesse de Olavo de Carvalho nem para vereador Bolsonaro conseguiria vencer. No voto para presidente, Bolsonaro teve dos evangélicos mais de 11 milhões de votos em relação ao que Haddad recebeu dos evangélicos. Números do datafolha e ibope.”
Parece que o astrólogo Olavo se esqueceu de que enquanto ele estava fundando em 1989 a Sociedade Brasileira de Astrocaracterologia, as igrejas evangélicas estavam ativamente lutando contra Lula na eleição presidencial daquele ano.
Eu estava lá. Pelo menos entre igrejas pentecostais e neopentecostais, nenhum pastor estava apoiando Lula. Apoiaram Fernando Collor, candidato que se apresentou como direitista contra o aborto e contra o comunismo, para derrotar Lula, o candidato pró-aborto. Passei o próprio dia da eleição em jejum e oração para que Lula perdesse, e ele perdeu. Isso foi há trinta anos.
De onde foi então que o astrólogo Olavo tirou sua ideia de que só mais de 20 anos depois de 1989 as igrejas evangélicas despertaram? Ele tem algum vídeo de Silas Malafaia ou outro pastor assembleiano apoiando Lula em 1989?
A propaganda comum na década de 1980, a qual era reforçada por meu humilde ativismo na época, era que se Lula e o PT ganhassem as igrejas evangélicas seriam fechadas e os evangélicos seriam perseguidos. Nós evangélicos víamos então o PT como uma extensão da União Soviética. Nossa base anticomunista era cristã.
A mentalidade evangélica anticomunista era tão grande que quando Fernando Henrique Cardoso (FHC) se candidatou à prefeitura de São Paulo em 1985, a população evangélica ficou chocada quando o então pastor (e hoje bispo) Manoel Ferreira o apoiou como um lobo solitário, pois FHC era amplamente visto pelos evangélicos como comunista. De revolta, escrevi uma carta ao jornal Mensageiro da Paz, da Assembleia de Deus, protestando contra o apoio de Ferreira a FHC. A vasta maioria dos pastores e evangélicos votou em Jânio Quadros, que ganhou a prefeitura de São Paulo com uma propaganda que mostrava claramente FHC como comunista.
Naquele tempo, a suposta base anticomunista de Olavo de Carvalho era René Guénon, ocultista islâmico que era antimarxista. Mas de forma alguma o pensamento ocultista ou o nome de Carvalho influenciou os evangélicos na sua forte posição contra o PT em 1989.
Programas de TV evangélicos, inclusive de Pat Robertson e Jimmy Swaggart, já alertavam fortemente contra o marxismo desde a década de 1970 no Brasil.
Dizer pois que os evangélicos entraram na luta antimarxista 20 depois do astrólogo Olavo é falsificar totalmente a história. Qual é então a intenção de Carvalho com tal falsificação descarada?
O astrólogo Olavo estaria talvez certo se dissesse que a Igreja Católica entrou na luta antimarxista 20 anos depois dele. Na verdade, as igrejas evangélicas pentecostais e neopentecostais estavam engajadas na luta antimarxista 20, 30 e mais anos antes de Carvalho.
Nas décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990, a maioria das igrejas evangélicas era contra o PT, e só caiu momentaneamente depois, na primeira eleição de Lula, graças à influência do apóstata Caio Fábio, que se tornou mais tarde amigo do astrólogo Olavo — sem porém abandonar o esquerdismo.
Se Carvalho não viu as igrejas evangélicas, inclusive na TV, combatendo o marxismo nas décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 é porque ele estava muito envolvido com mulheres, orgias e ocultismo, conforme relatos públicos de sua filha.
Mas a ascensão do PT não começou em 2002. Começou no final da década de 1970 com amplo apoio de líderes católicos, enquanto amplos setores dos líderes evangélicos denunciavam e combatiam o PT e todo tipo de esquerdismo. Quem é que não lembra os programas de televangelistas pentecostais da década de 1970 e 1980 criticando ferozmente todas as esquerdas?
Quem não se lembra de que na década de 1980 enquanto as famosas comunidades eclesiais da Igreja Católica estavam a todo vapor criando os políticos e o eleitorado do PT, as igrejas evangélicas estavam ensinando que se Lula fosse eleito e o PT governasse, o Brasil se transformaria numa ditadura comunista?
Quem é que não se lembra dos livros da Editora Betânia e Editora Vida com testemunhos impressionantes de cristãos oprimidos pelo comunismo? Quem é que não se lembra do programa Clube 700, na antiga TV Tupi, com o apresentador Pat Robertson alertando diariamente contra o comunismo no final da década de 1970? Quem é que não se lembra do programa de Jimmy Swaggart, na TV Bandeirantes, alertando contra o comunismo no final da década de 1970 e durante toda a década de 1980?
Eu, que sou resultado dessa formação evangélica, sempre fiz oposição ao PT, não tendo votado em Lula e outros comunistas uma única vez. Por isso mesmo, fui o maior denunciador da queda momentânea da maioria dos líderes evangélicos em 2002. Confira:
Minha oposição a Lula foi reconhecida na mídia internacional em 2006, quando um artigo meu foi matéria de capa no The Religion & Society Report, do renomado filósofo americano Harold O. J. Brown, que me convidou para expor para o público internacional quem era Lula e o PT. O resultado foi o artigo “Behind the homosexual tsunami in Brazil,” cuja tradução está disponível neste artigo: “Por trás do tsunami homossexual no Brasil.”
Eu, que sempre fui contra o PT, lutei muito de 2002 em diante para que as igrejas evangélicas voltassem à sua postura anterior, de oposição majoritária ao PT.
Enquanto nas décadas de 1970 e 1980 Olavo de Carvalho se ocupava com astrologia e outras vigarices, os líderes evangélicos estavam envolvidos no combate às esquerdas.
Em 1992, numa audiência sobre o aborto na Câmara dos Deputados, o Dep. Eduardo Jorge se dirigiu ao presidente da CNBB mencionando seu agradecimento não só pela Igreja Católica, mas por sua formação de Teologia da Libertação dentro da Igreja Católica. Eu estava então acompanhando o presidente da CNBB para apoiar a postura pró-vida dele. Eduardo Jorge deixou claro que se ele agora era petista, foi graças à formação que ele recebeu na Igreja Católica nas décadas de 1970 e 1980.
Sendo que a maioria da Igreja Católica passou décadas apoiando o desenvolvimento do PT e a maioria das igrejas evangélicas não passou décadas participando desse desenvolvimento, igualar as igrejas evangélicas com a Igreja Católica na esquerdização do Brasil é a mesma coisa que dizer que uma esposa que caiu uma única vez em adultério é igual à prostituta que passou décadas envolvida em imoralidades. É uma comparação que só um vigarista poderia fazer, e quem anda espalhando esse boato, mito e fake news é o próprio astrólogo Olavo.
A própria esquerda americana reconhece que a maior resistência ao marxismo no Brasil são as igrejas evangélicas. Essa mesma esquerda não conhece o astrólogo. Mesmo depois de estar vivendo como imigrante há 15 anos nos EUA, o astrólogo não foi notado pela poderosa esquerda americana. Sua única chance agora de ser notado é pegar carona na fama de Bolsonaro como presidente. Sem carona em Bolsonaro, o astrólogo Olavo continuará na mesma obscuridade que ele sempre teve nos EUA, onde ele não é reconhecido entre os maiores filósofos americanos, e ele mesmo já se queixou disso. Aliás, ele que xinga frequentemente o protestantismo, foi morar nos EUA, o maior país protestante do mundo, para quê?
Ele busca crescer às custas dos evangélicos, xingando-os e igualando-os à CNBB. E o que não deveria causar nenhuma surpresa é agora ele querer alcançar nos EUA visibilidade pegando carona na fama de Bolsonaro. É uma existência arrastada a reboque de famas alheias.
Usar a queda momentânea dos líderes evangélicos para dizer que a maioria das igrejas evangélicas sempre foi de esquerda é a mesma coisa que dizer que só porque Bolsonaro já elogiou Lula e Hugo Chavez ele sempre foi comunista e responsável pela ascensão do PT.
Vamos aos fatos. Quando estava no exército certas ações de Bolsonaro agradavam às esquerdas.
Em 2002, na primeira eleição de Lula, Bolsonaro chamou Lula de honesto e disse que votaria nele.
Em 1999, quando Bolsonaro foi questionado sobre o que achava de Hugo Chávez ser apoiado pelos comunistas, ele afirmou: “Ele não é anticomunista e eu também não sou. Na verdade, não tem nada mais próximo do comunismo do que o meio militar.”
Em 2002, Bolsonaro apoiou Aldo Rebelo, chefe do Partido Comunista do Brasil, para ministro da Defesa.
Apesar disso, o astrólogo Olavo não usa o histórico de Bolsonaro contra ele, porque a intenção clara é pegar carona na atual fama do Presidente Bolsonaro.
Quando não é possível pegar carona ou parasitar um movimento, ele o ataca. Um exemplo foi o impeachment da socialista Dilma Rousseff. Sem dúvida alguma, a derrubada dela foi o acontecimento histórico mais importante para o conservadorismo brasileiro nos últimos anos.
Conforme noticiado pela mídia internacional e reconhecido pela Rede de Televisão Cristã dos EUA na manchete “Impeachment de Dilma mostra crescente poder evangélico no Brasil,” a queda do governo da Dilma foi causada especialmente por líderes evangélicos.
Como o astrólogo Olavo não conseguiu tomar para si a glória da derrubada de Dilma, ele disse:
“Quem quer que tenha estudado a ofensiva cultural soviética e a posterior estratégia gramsciana compreende algo que parece ainda totalmente ignorado de cem por cento dos liberais e conservadores neste país: eliminar da consciência popular mitos como a ‘Inquisição’... é infinitamente mais valioso do que ‘tirar a Dilma.’”
O importante, para ele, não foi tirar Dilma do poder. O importante é tirar da cabeça das pessoas o “mito” — que, segundo ele, é promovido pelos evangélicos e judeus — de que a Inquisição torturava e matava judeus e evangélicos.
Por pura inveja, ele ignora e deprecia a grandeza do papel evangélico que foi responsável pelo impeachment da Dilma.
Não é de estranhar então que ele ache que em 1989 enquanto ele estava despertando para um ativismo antimarxista, as igrejas evangélicas não estavam fazendo nada contra Lula. Pode ser problema de memória. Não ouso apontar velhice porque se esse fosse o caso, o presidente Donald Trump, que tem a mesma idade dele, estaria um caco. Mas, não. Trump, na idade que tem, viaja o tempo inteiro, dá palestras e entrevistas, rebate os inimigos o tempo inteiro e mostra um incrível ativismo.
Apesar de suas fraquezas, a diferença de Trump para Carvalho é bem simples. Trump não bebe, não fuma e procura levar uma vida mais ou menos evangélica, pois ele nasceu em lar evangélica. Já Carvalho é um fumante que garante que o cigarro não faz mal, mas seu estado de saúde, especialmente respiratória, indica exatamente o contrário. Em vez de confirmar que o cigarro não faz mal, a saúde dele indica que ele não está sendo honesto consigo mesmo e com os que o seguem cegamente.
Com sua notória auto-infalibilidade, ele garante que a Inquisição não matava judeus e evangélicos e que os evangélicos só vieram a lutar contra o marxismo 20 anos depois dele.
Se eu fumasse maconha, ou fosse adepto de uma seita de lunáticos, eu também acreditaria em tudo o que ele diz e ficaria balbuciando: “Olavo tem razão.”
Sem maconha, fica fácil reconhecer que Silas Malafaia tem razão nas suas respostas às asneiras do astrólogo Olavo.
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24 de março de 2019

Governo da Inglaterra diz para cristão estrangeiro que pediu asilo: O Cristianismo não é uma religião pacífica


Governo da Inglaterra diz para cristão estrangeiro que pediu asilo: O Cristianismo não é uma religião pacífica

Comentário de Julio Severo: Minha opinião pessoal? O funcionário do governo inglês que negou pedido de asilo de um cristão perseguido só pode ser muçulmano. Tenho amigos na Inglaterra que me contaram que muitos muçulmanos ocupam cargos públicos no governo inglês, inclusive na imigração. É de duvidar que eles seriam injustos com cristãos perseguidos de outros países que pedem asilo na Inglaterra?
Uma onda de indignação está crescendo em resposta a uma carta sarcástica do Ministério do Interior do Reino Unido negando um pedido de asilo de um muçulmano que se tornou cristão porque as autoridades inglesas disseram que o Cristianismo não é uma religião pacífica e que o convertido não acreditava no Cristianismo de qualquer maneira.
O caso desenvolveu-se, informou o jornal Express de Londres, quando o pedido de asilo de um cidadão iraniano foi rejeitado.
Um apelo está sendo buscado, e muitas autoridades e especialistas estão condenando a ação.
Nathan Stevens, assistente social de imigração, divulgou o caso no Twitter.
O funcionário do Ministério do Interior que despachou a rejeição listou seis passagens da Bíblia, inclusive do Apocalipse, e disse: “Esses exemplos são incoerentes com sua afirmação de que você se converteu ao Cristianismo depois de descobrir que é uma religião pacífica, em oposição ao islamismo, que contém violência. raiva e vingança.”
Além disso, o funcionário não identificado que enviou a carta agiu como um especialista em teologia, afirmando: “Você afirmou em seu [pedido de asilo] que Jesus é seu salvador, mas então afirmou que Ele não seria capaz de salvá-lo do regime iraniano. Portanto, considera-se que você não tem convicção em sua fé e sua crença em Jesus é morna.”
Stevens escreveu: “Vi muita coisa ao longo dos anos, mas até mesmo eu fiquei realmente chocado ao ler essa crítica exagerada incrivelmente ofensiva usada para justificar uma recusa de asilo.”
Ele acrescentou: “Quaisquer que sejam seus pontos de vista sobre fé, como é que um funcionário do governo pode escolher arbitrariamente pedaços de um livro sagrado e depois usá-los para destruir o motivo sincero de alguém por ter tomado uma decisão pessoal de seguir outra fé?”
Stevens revelou que o requerente está recorrendo da decisão, apresentando uma queixa ao Ministério do Interior.
No site Jihad Watch, que monitora a lei islâmica xariá, estava o comentário de Christine Douglass-Williams, que disse sobre as alegações do Ministério do Interior: “Bela tentativa, mas o Apocalipse é um relato profético, não um chamado à violência; além disso, não existe um problema mundial de cristãos e judeus citando versículos violentos da Revelação ou do Antigo Testamento e colocando-os em prática. Mas os jihadistas estão citando o Alcorão para justificar sua violência e fazem isso repetida e abertamente.”
Ela também apontou que o governo do Reino Unido “continua a permitir a entrada na Inglaterra dos piores pregadores do ódio jihadista, que promovem a jihad contra seu próprio povo.”
“Mais de 100 palestrantes de ódio jihadista foram convidados e hospedados em universidades britânicas durante o ano letivo de 2016 e 2017.”
Entre os palestrantes estava Syed Muzaffar Shah Qadri, que pregou “ódio e violência da jihad” e foi proibido de pregar no Paquistão.
Além disso, a Inglaterra aprovou a entrada de Shaykh Hamza Sodagar, apesar de ele defender a morte de homossexuais.
Ele disse: “Se há homens homossexuais, a punição é uma das cinco coisas. Uma — a mais fácil talvez — corte a cabeça deles, é a mais fácil. Segunda — queime-os até a morte. Terceira — jogue-os de um penhasco. Quarta — derrube uma parede sobre eles para que eles paguem seus pecados debaixo disso. Quinta — uma combinação das coisas acima.”
O relatório disse: “O especialista em questões jurídicas Donor James McKinney declarou: ‘Este caso parece ser um exemplo extremo de um funcionário individual fabricando uma razão para recusar um pedido de asilo, e o Ministério do Interior reconhece que ele estava fora de sintonia.’”
O Express informou que Stephen Evans, da Sociedade Secular Nacional, acusou o governo de usar “justificativas teológicas para recusar pedidos de asilo.”
“Decisões sobre o mérito de um recurso de refúgio devem se basear em uma avaliação dos fatos em questão — e não na interpretação do estado de qualquer religião,” disse ele. “Não é o papel do Ministério do Interior bancar o teólogo.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): U.K. Home Office claim: Christianity not peaceful religion
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