22 de setembro de 2020

Para permanecer nos holofotes da grande mídia esquerdista, pastor batista usa discurso de ódio marxista para atacar a Igreja Batista da Lagoinha


Para permanecer nos holofotes da grande mídia esquerdista, pastor batista usa discurso de ódio marxista para atacar a Igreja Batista da Lagoinha

Julio Severo
O pastor e teólogo batista Ronilso Pacheco não consegue mais disfarçar que o ódio ideológico move sua vida e palavras. Inspirado pela Teologia da Libertação negra, que é tão marxista quanto qualquer teologia dessa espécie, ele defende o indefensável: O BLM, grupo terrorista cujos agitadores saqueiam lojas e cometem todos os tipos de violência.
Ronilso Pacheco
Ronilso se tornou tão radical e distante do Evangelho que, mesmo morando com visto de estudante nos EUA, ele ataca o presidente Donald Trump como “racista.”
Agora Ronilso, que se considera batista, ataca dois dos principais líderes da Igreja Batista da Lagoinha: Ana Paula Valadão e André Valadão.
Em seu artigo “André e Ana Paula Valadão: onde (e como) os discursos de ódio nascem,” ele condenou André por dizer que a igreja não é clube gay e condenou Ana por associar o pecado homossexual à AIDS. Ele disse:
“Neste nível de situação, Ana Paula e André Valadão deveriam ser responsabilizados. O que André Valadão recomenda para a comunidade gay é gueto, segregação, distanciamento. Isto é tão covarde quanto desonesto. O que Ana Paula afirma sobre gays é negação da vida social das pessoas, é uma acusação pública tão estúpida que atropela a ciência e o bom senso em nome de um fundamentalismo doentio e nocivo.”
Em vez de defender a cantora evangélica contras as turbas midiáticas esquerdistas, Ronilso se juntou às turbas. Eu não me juntei às turbas. Preferi defender o testemunho cristão da cantora com meu artigo: “Cantora gospel Ana Paula Valadão é criticada por imprensa esquerdista e é comparada a Hitler por entidade gay que a ameaça de processo por dizer que a AIDS é consequência mortal da união sexual entre dois homens.”
Quanto mais Ronilso, que se tornou mera marionete da ideologia marxista e imprensa esquerdista, ataca os evangélicos, mais entrevistas ele recebe da TV Globo e outros canais. E para garantir os holofotes, ele ele busca agradar à esquerda não poupando os termos mais radicais contra os evangélicos.
Homossexuais, como todos os outros pecadores, são bem-vindos nas igrejas. Mas eles não podem fazer o que querem nesse ambiente. Não podem se beijar. Não podem usar drogas ali. Não podem beber ali.
Igreja é o lugar em que os pecadores, inclusive homossexuais, deveriam encontrar sua libertação através de Jesus Cristo.
Só porque gays não têm liberdade de fazer na igreja o que eles fazem num clube ou boate gay — onde eles bebem, fumam, usam drogas e se prostituem à vontade — não significa “gueto, segregação e distanciamento.” Ronilso sabe disso. Mas a fim de manter os holofotes confortáveis da mídia esquerdista, ele tem de jogar os evangélicos aos leões de todas as formas possíveis. O preço de seu sucesso não é seu sacrifício pessoal, mas ele sacrificar os evangélicos.
Sobre homossexualidade e AIDS, havia consenso médico e científico no ínicio dessa epidemia na década de 1980 de que as principais vítimas da AIDS eram homossexuais. Especialistas, movidos mais por ideologia do que o bem-estar das pessoas, afirmavam então que no futuro a AIDS afetaria principalmente a população não homossexual. Já estamos no futuro, e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, a entidade mais importante do governo dos EUA sobre questões de saúde, disseram em 2020:
“Gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens são a população mais afetada pelo HIV nos Estados Unidos. Em 2017, os homens gays e bissexuais adultos e adolescentes representavam 70%.”
Portanto, se na década de 1980 a AIDS era uma doença indiscutivelmente de predominância gay, hoje nada mudou: Continua de predominância gay.
Mesmo assim, Ronilso disse:
“Associar AIDS e homossexualidade não é apenas fora de moda, fora de contexto ou retrógrado, é a perversidade de quem ostenta uma fé fútil e inconsequente.”
Se a esquerda disser que não existe lei da gravidade, Ronilso vai repetir como papagaio essa mentira só para agradar à esquerda. Se a esquerda mandá-lo plantar bananeira diante do público, ele vai obedecer sem pestanejar.
Ronilso mostrou que tem péssima capacidade de interpretar dados científicos e grande capacidade de ser instrumento do ódio da esquerda contra os evangélicos.
Ronilso também disse:
“Crer na homossexualidade como pecado, segundo a maneira que eles leem a Bíblia, é um direito que os irmãos Valadão têm. E destaco que é ‘segundo a maneira que eles leem a Bíblia,’ porque a afirmação de que a homossexualidade é ‘pecado’ está longe de ser um consenso entre lideranças evangélicas, inclusive estudiosos e teólogos. Esta compreensão está muito mais impregnada por tradições de leituras construídas socialmente do que explicitamente na Bíblia. Ela é uma interpretação e não um fato. A fé e a religiosidade não podem blindar figuras públicas que reforçam preconceito e homofobia.”
É um discurso relativista. Nenhum batista ou outro evangélicos deveria estranhar tal relativismo gritante no teólogo batista Ronilso, que com seu visto de imigrante nos EUA está estudando no Seminário Teológico União, uma das instituições teológicas mais antigas e esquerdistas dos EUA.
A presidente do Seminário Teológico União crê que Jesus não nasceu de uma virgem e ainda acha essa ideia “bizarra.” Ela crê que a onipotência e onisciência de Deus são invenção. E não acredita na ressurreição de Jesus.
Depois de estudar nessa instituição americana, Ronilso vai se tornar um exportador do relativismo moral que ele aprendeu nos EUA. Aliás, mesmo antes de terminar seu curso ele já está exportando.
Tardiamente, os evangélicos só estão copiando o que já estava acontecendo na sociedade brasileira. Marta Suplicy foi presidente de honra da conferência da Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais no Brasil em 1995, conforme denunciei em meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado pela Editora Betânia em 1998.
Ela, que já foi deputada federal e senadora, também apresentou o primeiro projeto de “casamento” homossexual do Brasil. Como foi que ela se tornou exportadora da agenda gay? Nas décadas de 1960 e 1970, ela estudou em universidades americanas e voltou para o Brasil cheia de relativismo moral. Com tal experiência, ou lavagem cerebral, ela apresentou o programa TV Mulher da TV Globo no final da década de 1970 e na década de 1980. Seu programa exaltava o relativismo moral e sexual, inclusive a homossexualidade.
Os EUA têm coisas boas e ruins para exportar. Só fico triste que muitos brasileiros escolham as piores coisas dos EUA.
Ronilso é apenas fruto do aprendizado ideológico que ele, por livre e espontânea vontade, decidiu abraçar. Ele conheceu e adorou as coisas más que os EUA têm para exportar. E hoje ele é um mero exportador dessas coisas más.
Em vez de usar o Evangelho contra o marxismo, Ronilso usa o marxismo contra o Evangelho.
Em vez de ser um instrumento do Evangelho, ele é um instrumento do marxismo.
Em vez de se opor aos esquerdistas e seu ativismo, ele se junta a eles para se opor aos evangélicos conservadores.
Em vez de reconhecer que existe muito ódio na esquerda, principalmente contra os evangélicos conservadores, Ronilso prefere interpretar esse ódio como “amor.”
Em vez de ver o amor dos evangélicos pelos pecadores homossexuais, ele prefere abandonar a visão do Evangelho e usar as lentes do marxismo para ver os evangélicos da pior forma possível.
Seria muito mais útil se Ronilso fosse menos covarde e mais corajoso e em vez de se identificar como “teólogo batista” ou “pastor batista,” ele se identificasse com a natureza ideológica que ele adotou: Militante marxista.
Nem de longe, o discurso de Ana Paula Valadão é ódio. Apesar de Ronilso ter visto somente ódio no discurso dela, o que Ana disse que enfureceu a esquerda inteira, inclusive Ronilso, foi:
“Muita gente acha que isso [homossexualidade] é normal. Isso não é normal. Deus criou o homem e a mulher e é assim que nós cremos. Qualquer outra opção sexual é uma escolha do livre arbítrio do ser humano. E qualquer escolha leva a consequências. A Bíblia chama qualquer escolha contrária ao que Deus determinou como ideal, como ele nos criou para ser, ele chama de pecado. E o pecado tem uma consequência, que é a morte, inclusive tudo o que é distorcido traz consequências naturalmente. Nem é Deus trazendo uma praga ou juízo. Taí a Aids para mostrar que a união sexual entre dois homens causa uma enfermidade que leva à morte e contamina as mulheres. Enfim, não é o ideal de Deus. Sabe qual é o sexo seguro, que não transmite doença nenhuma? O sexo seguro se chama aliança do casamento.”
Por mais doente que possa parecer, Ronilso vê ódio nesse discurso de amor cristão e ele vê amor no discurso de ódio dos esquerdistas. Ele chama o bem de mal e o mal de bem, como diz a Bíblia:
“Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e inteligentes em sua própria opinião.” (Isaías 5:20-21 NVI)
Na 2 Guerra Mundial, havia judeus que traíam outros judeus para agradar aos nazistas e receber deles algumas migalhas. Hoje, evangélicos que não aprenderam absolutamente nada com o passado traem seus irmãos evangélicos para agradar à grande mídia esquerdista e receber algumas migalhas.
Anos atrás, denunciei a abertura da Igreja Batista da Lagoinha a um famoso pastor esquerdista da Igreja Presbiteriana do Brasil. Meu objetivo era ajudar a Igreja da Lagoinha a não se contaminar com a ideologia esquerdista, da qual Ronilso se tornou uma vítima, exemplo e exportador.
Hoje, a Igreja Batista da Lagoinha é vítima de um teólogo batista que não assume seu ódio ideológico, mas prefere disfarçar seu marxismo como um evangelho diferente e melhor.
O Apóstolo Paulo nos alertou sobre evangelhos diferentes:
“Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:8-9 NVI)
Mesmo que um anjo negro, com uma Teologia da Libertação negra, venha com um evangelho negro com libertação negra, não acredite! O final triste desse evangelho falso é uma eternidade em trevas.
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21 de setembro de 2020

Pastor batista brasileiro, que é imigrante nos EUA, chama governo Trump de “péssima gestão” em relação à COVID-19 e diz que Trump faz declarações nitidamente racistas que incitam a violência


Pastor batista brasileiro, que é imigrante nos EUA, chama governo Trump de “péssima gestão” em relação à COVID-19 e diz que Trump faz declarações nitidamente racistas que incitam a violência

Julio Severo
Um país está mal quando seus próprios cidadãos xingam seu governo. Mas quando até imigrantes podem xingar impunemente o presidente o país num buraco muito maior.
Ronilso Pacheco
Um imigrante brasileiro, que goza das liberdades excessivas que os Estados Unidos dão, está usando e abusando dessas liberdades com várias declarações contra o governo do presidente Donald Trump.
Numa dessas declarações, Ronilo Pacheco, que é pastor e teólogo batista, disse:
“É apressado imaginar que declarações nitidamente racistas, incitação da violência, ou mesmo a péssima gestão de Trump frente à covid-19 o fragilizariam a ponto de garantir uma vitória de Biden.”
Ronilso, que mora em Nova Iorque, também disse:
“Se está seguro de ignorar a violência policial contra a população negra, se nitidamente defende pessoas brancas armadas e atirando contra manifestantes antirracismo, se faz declarações racistas e deliberadamente minimiza o efeito devastador da pandemia, é porque, provavelmente, trata-se de riscos calculados.”
A lógica de Ronilso é que quando baderneiros do BLM (Black Lives Matter) saqueiam lojas e ameaçam seus donos, eles devem ter total liberdade para fazer isso. Qualquer reação defensiva dos donos é vista por Ronilso como “racismo.”
Quando Trump critica os baderneiros e diz que a Lei e a Ordem devem ser impostos, Ronilso também vê tal postura defensiva como “racismo.”
Para você provar que não é racista, você tem de deixar os baderneiros saquearem à vontade e cometerem violências à vontade.
Se já é uma atitude criminosa um cidadão americano defender tal radicalismo nos EUA, o que dizer então de um imigrante? Obviamente, Ronilso sabe que o excesso de liberdade nos EUA lhe dá proteções suficientes para acusar Trump de “racista.”
Se eu fosse presidente dos EUA, eu deportaria um imigrante que chama o presidente americano de “racista.” Mas se Trump fizer isso, o BLM vai tratar Ronilso como “imigrante mártir” vítima do “racismo” de Trump!
Como exemplo do “racismo” que os negros americanos sofrem, Ronilso usou o caso de Jacob Blake, que foi baleado pela polícia. Para Ronilso, é um caso de violência policial contra os negros.
O que Ronilso não revelou é que logo antes de ser baleado, Blake, que tinha uma faca em sua posse, brigou com os policiais, não atendendo a nenhuma de suas ordens.
Ronilso parece desconhecer totalmente que quando um cidadão é abordado pela polícia, ele tem a obrigação de atender a todas as ordens dos policiais. Não atender, confrontar e brigar é atitude típica de criminosos. Quem afronta e briga com a polícia age de forma criminosa e não deve estranhar se for tratado como criminoso.
Quando é abordado pela polícia, um bom cidadão nem sonha em enfrentar os policiais. Ele simplesmente obedece a tudo e, se sentir que foi injustiçado, ele pode depois recorrer aos tribunais.
Ronilso também não revelou que a própria mãe de Jacob Blake pediu perdão a Trump e criticou os baderneiros que usaram violência contra a polícia para “defender Blake.” O imigrante Ronilso ousará chamar a mãe negra de Blake de racista por condenar os baderneiros?
De Nova Iorque, Ronilso escreveu seu artigo inflamatório em português, com o título de “Trump sabe que base de evangélicos brancos o aplaude em silêncio nos EUA.”
Para Ronilso, Trump está liderando uma população evangélica conservadora que é a grande força de resistência contra os baderneiros do BLM.
Para ele, qualquer pessoa que lute contra o BLM é “racista.”
Ronilso expressou extrema preocupação com as declarações de Trump de apoio aos evangélicos. Ele citou Trump, que disse:
“Os cristãos constituem a esmagadora maioria do país, e ainda não exercemos o poder que deveríamos. O cristianismo terá poder. Se eu estiver lá, você terá bastante poder, não precisa de mais ninguém. Você terá alguém representando você muito, muito bem. Lembre-se disso.”
Como prova de que Trump tem apoio quase total dos evangélicos, Ronilso disse:
“Uma pesquisa de julho deste ano, do Pew Research Center, apontou que nada menos do que 82% dos eleitores evangélicos brancos votariam em Trump e apenas 17% deles votariam em Biden. Oito em cada dez eleitores evangélicos brancos votariam em Trump.”
Ele acrescentou:
“O chamado ‘nacionalismo cristão’ continua mais forte do que nunca nos Estados Unidos, e ele tem força e ramificações que vem da mais remota formação da sociedade americana, controlando a política, defendendo a segregação, e conspirando contra a liberdade democrática para outros grupos da sociedade (negros, latinos, mulheres, gays, etc.).”
Ronilso garante:
“Mas o cristianismo do nacionalismo cristão não é exatamente o mesmo de Jesus.”
Na visão de Ronilso, o cristianismo do nacionalismo cristão, que é composto majoritariamente por evangélicos brancos conservadores, não passa de um movimento racista que impede os objetivos marxistas do BLM. Ele vê seu próprio “cristianismo” esquerdista como verdadeiro e o Cristianismo dos evangélicos conservadores que apoiam Trump como falso e contra o Evangelho.
Mesmo que a maioria das pessoas não conheça os objetivos claros do BLM, a conduta dos ativistas do BLM fala excessivamente alto: Badernas, saques, violência e enfrentamento contra a polícia.
Ronilso não está preocupado com negros enfrentando a polícia e com ativistas do BLM saqueando lojas e cometendo todo tipo de violência. Ele está preocupado exclusivamente com os evangélicos conservadores que são a maior base de apoio a Trump. Ele disse:
“Nas eleições americanas de 2020, é preciso dimensionar o papel que o nacionalismo cristão, bem como o papel dos evangélicos brancos conservadores tem como ponto de sustentação de Trump.”
Ronilso está fazendo tudo o que pode para inflamar o público brasileiro contra Trump e contra os evangélicos conservadores americanos.
Mas por que Ronilso acusa Trump de “racista” por criticar baderneiros que saqueiam e cometem violência? Por que ele ataca a polícia quando ela age com força quando um cidadão negro decide confrontar, desatender ordens e brigar fisicamente com a polícia? Se Trump fosse tão ruim quanto Ronilso afirma, ele deportaria certo imigrante brasileiro que usa e abusa da liberdade do país anfitrião para atacar o presidente que acolhe os imigrantes mais bizarros.
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20 de setembro de 2020

Mulher americana vai para o Céu e volta com a missão de “levar para o Céu o máximo de pessoas que puder”


Mulher americana vai para o Céu e volta com a missão de “levar para o Céu o máximo de pessoas que puder”

Talia Wise
Charlotte Holmes tem a missão de contar a todos os que ela conhece sobre a experiência que ela teve no dia em que ela morreu e foi para o Céu.
Foi uma experiência que mudou sua vida para sempre.
Em setembro de 2019, ela foi internada no Hospital Cox South em Springfield, Missouri, depois de fazer um checkup de rotina com seu cardiologista.
Enquanto estava no hospital, Charlotte sofreu um derrame e morreu.
“Fiquei acima do meu corpo e quando estava acima do meu corpo olhei para baixo e… pude ver 12 enfermeiras. Pude ver a pessoa em cima de mim fazendo compressões torácicas. Não tive medo, não tive nada disso. Apenas me senti satisfeita. Foi incrível,” disse ela ao Elo de Oração do noticiário da Rede de Televisão Cristã dos EUA.
Ela disse que o que ouviu e viu a seguir foi mais bonito do que ela jamais imaginou.
“De repente, abri os olhos e soube, sabia que não estava em casa,” explicou ela. “Eu sabia que tinha ido para o meu lar celestial.”
“E quase imediatamente, pelo que pude perceber, ouvi música,” descreveu Charlotte. “Eu tinha visto as árvores e as flores e tudo mais e estava balançando com a música… que era o louvor dos anjos e das pessoas lá.”
“Eu senti o cheiro das flores mais lindas que já cheirei na minha vida,” ela continuou. “Não há flores nesta terra com esse cheiro.”
Charlotte disse que estava diante dos “portões de pérolas” e viu familiares e amigos falecidos.
“Havia muito mais pessoas atrás deles, todos os meus amigos, toda a minha família, os santos da antiguidade,” ela continuou. “Não há palavras para expressar (isso).”
“Olhei e lá estava minha família. Minha mãe, meu pai, minha irmã, minha melhor amiga,” disse ela. “Eles pareciam jovens. Não usavam óculos. Meu primo, que teve uma perna cortada, estava com as duas pernas. Pareciam estar na casa dos trinta anos de idade.”
Charlotte compartilhou que ela também viu uma criança lá.
“Aos pés da minha mãe e do meu pai estava uma criança. Eu pensei, ‘quem era?’ e eu ouvi a voz. Todos nós sabemos disso. Somos cristãos, conhecemos a voz de Deus e O ouvi dizer ‘esse é o seu filho.’”
Charlotte perdeu um filho, quase 40 anos atrás, quando estava grávida de 5,5 meses. Ela disse que lutou contra a depressão porque não foi capaz de dizer adeus ao filho.
"É claro que, naquela época, eles não deixaram você segurá-los. Eles não deixaram você enterrá-los… Não pude segurar aquela criança,” disse ela.
Ela disse ao jornal Ozark County Times: “Eu mal podia esperar para segurá-lo. Senti falta disso.”
Charlotte disse que naquele momento ela olhou para trás e viu sua família na terra e eles estavam chorando.
“Eu disse, ‘mas Deus, eu queria ver meus netos se casarem.’ E de repente Deus disse: ‘Você tem uma escolha. Você pode ficar no Céu ou pode voltar. Mas se você voltar, você precisa contar sobre essa experiência. Você precisa trazer para o Céu o máximo de pessoas que puder,’ explicou ela.
“Ele disse: ‘Muito em breve irei buscar minha noiva, a Igreja. Você não tem muito tempo para cumprir sua missão.’ Ele disse: ‘Eu envio você em Meu Nome.’”
Charlotte disse que soube imediatamente que precisava voltar. Desde então, ela tornou sua missão compartilhar sua experiência.
“O céu é mais do que pensamos. O céu é mais bonito do que você pode imaginar. E, louvado seja Deus, Ele nos deu a chance de compartilhar nossos testemunhos… de compartilhar o amor de Deus,” disse ela. “Temos de levar para o Céu o maior número possível de pessoas.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã dos EUA: Missouri Woman Dies, Goes to Heaven, and Comes Back with Mission to 'Bring Home as Many as We Can'
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18 de setembro de 2020

Fundadores do BLM apoiam o marxismo e um assassino condenado de policiais, com o financiamento do BLM vindo através de um terrorista condenado


Fundadores do BLM apoiam o marxismo e um assassino condenado de policiais, com o financiamento do BLM vindo através de um terrorista condenado

CBN News
Os protestos continuaram em Rochester, Nova Iorque, na noite passada por causa da morte de Daniel Prude, apesar do anúncio do chefe de polícia na quarta-feira de que ele e outros líderes de sua equipe estão se demitindo.
Apoiados pelo Black Lives Matter, os manifestantes agora pedem a renúncia do prefeito e corte do financiamento da polícia.
Dadas as táticas e a destruição crescente dos protestos em andamento, os críticos estão levantando questões sobre os objetivos da organização por trás do movimento.
Como informam a CBN News e outros meios de comunicação, os três fundadores do Black Lives Matter se identificam como marxistas.
E um deles, Alicia Garza, diz que sua inspiração vem de uma terrorista doméstica chamada Joanne Chesimard, também conhecida como Assata Shakur, que foi condenada pelo assassinato de um policial estadual de Nova Jersey, em “estilo execução.”
A lista dos mais procurados do FBI diz: “Chesimard e seus cúmplices abriram fogo contra os policiais. Um deles foi ferido e o outro foi baleado e morto em estilo de execução à queima-roupa.”
Enquanto isso, o jornal Washington Examiner informa que o financiamento do BLM é canalizado por meio da organização esquerdista chamada Thousand Currents, que inclui uma terrorista condenada chamada Susan Rosenberg em seu conselho de diretores. Rosenberg foi perdoada pelo presidente Bill Clinton.
CBN News conversou com Quin Hillyer, um escritor de comentários do Examiner, para aprender mais sobre essas conexões.
“Seu objetivo final é a revolução cultural e é revolução marxista, esquerdista. É derrubar completamente a sociedade, derrubar totalmente o sistema capitalista, instituir uma redistribuição radical não apenas de riqueza, mas de todos os tipos de coisas, de poder , etc., etc., e criar sua sociedade abertamente marxista ou comunista, é isso o que eles dizem que querem fazer,” explicou Hillyer.
A organização BLM também se opõe à definição bíblica de família e celebra a homossexualidade e o transgenerismo. Seu site lista entre seus objetivos: “Nós desestabilizamos a estrutura familiar nuclear prescrita pelo Ocidente.”
É importante notar que, embora muitos líderes acreditem que “Black Lives Matter” é um sentimento importante, eles não concordam com as táticas e objetivos finais da organização BLM.
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17 de setembro de 2020

Casal de Hollywood e principais defensores da educação escolar em casa, Kevin e Sam Sorbo, participam da campanha para fazer EUA se voltarem para Deus


Casal de Hollywood e principais defensores da educação escolar em casa, Kevin e Sam Sorbo, participam da campanha para fazer EUA se voltarem para Deus

O casal influente de Hollywood Kevin e Sandra Lynn “Sam” Sorbo, que se casaram depois de se conhecerem no set de “Hercules: The Legendary Journeys” (Hércules: A Lendária Jornada) — um dos seriados de TV sindicalizados de maior audiência da década de 1990 — está juntando forças com “O Returno: Dia Nacional e Mundial de Oração e Arrependimento,” uma união promissora para o casal que é cristão ativo e costuma defender os valores bíblicos.
O casal Sorbo se juntará a vários milhares de cristãos em uma emocionante jornada à Alameda Nacional em Washington, DC, em 26 de setembro, para um encontro marcante conhecido como “O Retorno” — incentivado por centenas de igrejas em todo o mundo. A aglomeração vai ampliar o chamado “O Retorno” para todos os pastores, igrejas e famílias de todas as denominações e origens para liderar os Estados Unidos para se arrependerem de seus pecados e voltarem para Deus.
Uma estudante de engenharia biomédica da Universidade Duke que se tornou modelo e atriz, Sam — uma dos principais defensoras da educação escolar em casa — escreveu o livro “They’re Your Kids,” argumentando que ensinar as crianças sobre Deus é fundamental para seu crescimento ético.
“Precisamos ensinar às crianças que existe o bem e o mal, o certo e o errado e que elas devem aspirar a coisas fora de si mesmas,” disse Sam ao The Christian Post. “Valores piedosos e mais instrução podem fazer isso. Deus é a verdade. Ele é a palavra.”
O casal Sorbo há muito provou ser um time forte como líderes de fé cristã. As famílias que perderam a série Hércules da década de 1990 podem se lembrar do Sr. Sorbo em seu papel na tela no filme “Deus Não Está Morto” (2014). Não é nenhuma surpresa que o casal Sorbo esteja apoiando “O Retorno” ao chamar os EUA para mais uma vez encontrar seu fundamento moral na Palavra eterna de Deus, não nas areias movediças do humanismo relativista.
Jonathan Cahn, autor de best-sellers que aparecem no jornal New York Times, que atua como co-presidente de “O Retorno” com o pastor Kevin Jessip, diz que o momento para os EUA retornarem a uma base justa é agora.
“Este é o momento mais crítico,” disse Cahn. “É crucial! Se alguma vez toquei o shofar, é agora.
“Os EUA estão em uma época de abalos, mas há esperança,” continuou Cahn. “A Bíblia responde à pergunta ‘Existe alguma esperança? A única resposta é avivamento, e avivamento só vem por meio do arrependimento. Isso é o que Deus quis dizer quando disse: ‘Se meu povo, que é chamado pelo meu nome, se humilhar e orar e buscar minha face e abandonar seus caminhos iníquos, então ouvirei do céu, e perdoarei seus pecados e curarei sua terra.’”
Kevin e Sam Sorbo estão se juntando a dezenas de outros líderes cristãos que apoiam “O Retorno.” Os líderes já a bordo incluem Mike Lindell, Michele Bachmann, Pat Boone, Dr. James Dobson, Mark Gonzales, Robert Morris, Marcus Lamb, John Kilpatrick, Pierre Bynum, General William Boykin, Carter Conlon, Bispo Harry Jackson, Alveda King, Anne Graham Lotz, Pat e Gordon Robertson, Stephen E. Strang, EW Jackson e muitos outros apoiadores listados em thereturn.org/faith-leaders/.
“O Retorno” está marcado para 40 dias antes da eleição presidencial nos EUA e no 400º aniversário da partida do Mayflower, nos dias da fundação e dedicação dos EUA a Deus. Em torno do “Dia do Retorno” em 26 de setembro na Alameda de Washington serão 10 dias, conhecidos desde os tempos antigos como Dias de Temor, a serem definidos como um momento especial de oração e arrependimento de 18 a 28 de setembro.
Cahn gravou um vídeo especial sobre o evento, que teve mais de dois milhões de visualizações. Além disso, recursos online estão disponíveis, inclusive vídeos e downloads para indivíduos, pastores e igrejas. Os devocionais diários também incentivam o arrependimento pessoal e a consagração.
Eventos coordenados dentro do movimento “O Retorno” também acontecerão em todas as cidades, vilas, casas de culto e lares dos EUA, bem como em vários países ao redor do mundo, pois muitos acreditam que a nação recebeu uma janela crítica de oportunidade para se arrepender e voltar para Deus.
As seguintes organizações cristãs são parceiras do “O Retorno”: Family Talk, Gateway Church, Hispanic Prayer Network, House of David Ministries, Intercessors for America, Jensine Bard Ministries, John Kilpatrick Ministries, Dia Nacional de Oração, Museu da Bíblia e MyPillow .
Outros parceiros de “O Retorno” incluem 10 Days, All Pro Pastors International, A. Larry Ross Communications, Comitê de Oração Nacional da América, Anne Graham Lotz e Angel Ministries, Assembleias de Deus, Associação Evangelística Billy Graham, Bless Every Home, Calvary Chapel, Capitol Hill Prayer Partners, CBN (Rede de Televisão Cristã), revista Charisma, Igreja de Deus, Collide, CTN, Daystar Television Network, Engage Media Partners, EpicPay, Every Home for Christ, Family Research Council, Inciite Events, National Christian Foundation, Outreach, Igrejas Pentecostias/Neo-Pentecostais da América do Norte, Redigging the Wells of Reavival, Aliança Evangélica Mundial, Pré-nascido! e Triple Horse Studios.
Visite “O Retorno” em TheReturn.org ou ligue para **pray (**7729)  para fazer sua inscriação e saber mais. Acompanhe “O Retorno”  nas redes sociais no Facebook: @ReturnEvent2020; Twitter: @2020_Return; and Instagram: @The_Return2020.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Charisma: Hollywood Couple and Leading Homeschooling Advocates Kevin and Sam Sorbo Join 'The Return'
Filme de Kevin Sorbo:

16 de setembro de 2020

Como os líderes evangélicos podem criticar o ativismo homossexual no governo Trump se eles estão envolvidos em escândalos sexuais?


Como os líderes evangélicos podem criticar o ativismo homossexual no governo Trump se eles estão envolvidos em escândalos sexuais?

Julio Severo
Uma pergunta crítica, enquanto o governo do presidente Donald Trump está engajado em uma campanha mundial para promover a homossexualidade, é “Como os líderes evangélicos podem criticar o ativismo homossexual no governo Trump se eles estão envolvidos em escândalos sexuais?”
Trump e Jerry Falwell Jr.
Na verdade, eles não estão criticando essa campanha.
Não sei o que está acontecendo com esses líderes, porque eles estão muito silenciosos. Mas eu sei o que está acontecendo com um dos maiores apoiadores evangélicos de Trump: Jerry Falwell Jr.
Falwell tem sido um apoiador proeminente de Trump, inicialmente se tornando um dos primeiros grandes líderes evangélicos a apoiar Trump nas primárias republicanas de 2016 e continuando a defendê-lo durante sua presidência.
“Tive muito sucesso em trazer evangélicos para Trump em 2016,” disse Falwell.
Depois do apoio de Falwell ao presidente, Trump disse que ele era “um dos líderes religiosos mais respeitados em nossa nação.”
Já que Falwell foi um apoiador proeminente de Trump que liderou multidões de evangélicos a apoiar Trump, por que ele ficou em silêncio sobre os problemas morais no governo Trump, especialmente a campanha mundial para divulgar a homossexualidade?
A resposta é chocantemente simples e está disponível em toda a mídia agora: em meio a um escândalo sexual, Falwell teve de renunciar a seu cargo como presidente e chanceler da Universidade Liberty — a notável universidade cristã que seu pai, um importante pastor batista, fundou há 50 anos. Aliás, a Universidade Liberty é a universidade conservadora mais proeminente dos EUA.
Liberty impõe um código moral rígido para seus alunos. Ainda que a vida pessoal de Trump, inclusive vários divórcios, esteja em conflito com a moralidade evangélica da Liberty, Trump fez um discurso na Liberty em setembro de 2012. Portanto, o relacionamento de Trump e Falwell aconteceu antes da eleição presidencial de 2016.
Com base no código moral da Liberty, Trump nunca deveria ter sido convidado para falar na Liberty em 2012. No entanto, com base nos atuais escândalos sexuais de Falwell, os quais supostamente se estendem por vários anos, não há incoerência entre a vida pessoal de Trump e a vida pessoal de Falwell.
E não há incoerência no silêncio de Falwell em relação aos escândalos morais de Trump. Ele simplesmente não pode falar. Não sei se esse é o mesmo problema de outros líderes evangélicos proeminentes que apoiam Trump, mas parecem não ter coragem de denunciar o engajamento do governo dele no apoio a uma agenda gay mundial.
João denunciou isso porque os governantes não deveriam estar isentos de ouvir o que Deus pensa sobre a desobediência à sua Lei. Governante, reis e presidentes não estão isentos da Lei de Deus.
Então, se Trump também não está isento da Lei de Deus, por que os evangélicos ficam em silêncio sobre seus erros morais e sexuais? Falwell não pôde e não pode abordar essa questão porque ele não é um João Batista. Sua vida não está livre de escândalos sexuais. Mas todos os líderes evangélicos dos EUA também estão impedidos de abordar essa questão porque eles também estão envolvidos em escândalos sexuais?
Não é errado eles apoiarem Trump, que é melhor do que seus concorrentes democratas, que são socialistas e imorais. Mas esses líderes nunca deveriam se esquecer de copiar o bom exemplo de João Batista.
Se João Batista pôde no passado, quando os reis tinham o poder de matar cidadãos, repreender o divórcio e o adultério de um rei, por que os líderes evangélicos de hoje não podem fazer a mesma repreensão aos presidentes que não têm poder de matá-los? Se eles não têm coragem hoje, como teriam coragem de repreender Herodes no passado?
A covardia e o silêncio nunca foram uma característica de João Batista, e nunca deveriam ser uma característica dos líderes evangélicos modernos, a menos que eles estejam envolvidos nos mesmos problemas de Jerry Falwell Jr.
Em 2017, Falwell disse sobre Trump: “Estou muito chocado com o modo como ele é acessível a muitos. Ele responde ao seu celular a qualquer hora do dia e da noite.” Se Falwell não tivesse nenhum escândalo sexual, ele estaria livre para usar esse acesso fácil para dizer o que Trump precisa ouvir.
Trump ouviu multidões de líderes evangélicos conservadores apoiando-o, e isso é bom. Ele recebeu aproximadamente 80 por cento dos votos dos evangélicos. Ele foi muito apoiado pelos televangelistas.
Agora ele precisa ouvir muito mais do modernos Joões Batistas. Onde eles estão? Existe algum João Batista em torno de Trump, ou todos eles são Jerry Falwells?
Se João Batista ressuscitasse hoje, ele repreenderia os Falwells também.
Com informações da revista People.
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