21 de novembro de 2014

Anistia imigratória do Obama: alegria de uns e tristeza de muitos


Anistia imigratória do Obama: alegria de uns e tristeza de muitos

Julio Severo
Obama anunciou ontem, 20 de novembro de 2014, uma grande política de anistia, que beneficiará milhões de imigrantes ilegais ou em situação irregular.
Obama não está fazendo isso por bondade. É tipo o “bolsa-família” do Brasil. Aliás, o governo do presidente Barack Obama acha essa política brasileira muito importante.
Muitos dos beneficiados da anistia do Obama são também brasileiros, que estão fugindo do inferno esquerdista do Brasil, mas ao serem ajudados por Obama, estão também ajudando a criar o inferno esquerdista nos EUA.
A bolsa da presidente Dilma Rousseff é ruim, mas a bolsa de Obama é boa? Afinal, que história é essa?
Pois bem. Evangélicos e católicos conservadores brasileiros que estão nos EUA estão comemorando a “bolsa de anistia imigratória” do Obama. Alguns desses brasileiros são meus amigos e estou vendo a comemoração deles.
Mas os evangélicos e católicos conservadores americanos não estão comemorando, pois sabem que essa bolsa é a estratégia do Obama para solidificar o inferno socialista nos EUA. Alguns desses americanos são meus amigos e estou vendo a tristeza deles.
E agora, nessa situação, de que lado você ficaria? Você comemoraria com os evangélicos e católicos conservadores brasileiros que precisam da bolsa anistia?
Ou você choraria com os evangélicos e católicos conservadores americanos?
De que lado você ficaria?
O que me preocupa é a atitude dos brasileiros. Eles condenam a bolsa família de Dilma como estratégia para consolidar seu poder socialista, mas estão ávidos de obter a bolsa imigratória do Obama, cuja estratégia é consolidar o poder socialista nos EUA.
Os imigrantes anistiados de hoje serão os futuros eleitores do Partido Democrático do Obama. Esse partido é semelhante ao PT em propostas anti-vida e anti-familia.
Embora a maioria dos imigrantes, inclusive brasileiros, seja contra o aborto e o “casamento” gay, eles têm parentes que precisam também da generosa anistia imigratória do Partido Democrático, ainda que esse partido seja pró-aborto e pró-homossexualismo.
O que mais pesa nessa situação?
Dinheiro e prosperidade. Quando as pessoas os querem, elas não se importam com os meios de adquiri-los.
Eu vi no YouTube uma pegadinha de um bonito jovem americano num carro muito caro. Ele dirigiu por várias ruas e ofereceu — apenas fazendo sinais com as mãos, sem usar uma única palavra — carona para várias moças bonitas que estavam caminhando na calçada. Embora elas mostrassem suspeitas e questionassem o fato de que elas não o conheciam, todas aceitaram a carona.
Dinheiro, prosperidade e conforto atraem as pessoas.
Obama está oferecendo carona com o carro que americanos de gerações passadas trabalharam e suaram para conseguir.
Os brasileiros conservadores não se importam com as motivações de quem está oferecendo a carona. Eles querem entrar no carro e fazer parte do dinheiro, prosperidade e conforto.
O lado socialista que tem esse poder vai ganhar o apoio até dos conservadores brasileiros. É o que está acontecendo entre eles e Obama. Eles dizem fugir do bolsa-família da Dilma, mas correm para a bolsa do Obama e até pedem socorro para o Obama socialista os livrar da Dilma socialista.
O que o dinheiro, prosperidade e conforto não fazem com as pessoas? Elas se esquecem que são conservadoras. Mas os socialistas — seja Obama ou Dilma — não se esquecem do que são.
A bolsa-família, a anistia imigratória e outras “caronas” são parte da revolução socialista que está varrendo Brasil e EUA.
Todos (inclusive eu) querem dinheiro, prosperidade e conforto. Esse é o motivo por que todos querem ir para a nação com mais dinheiro, prosperidade e conforto.
Mas aqueles de nós que são conservadores e cristãos deveriam simpatizar com os cristãos conservadores dos EUA que estão lutando para livrar seu país do socialismo.
Os conservadores deveriam parar de usar meios espertos e até ilegais para entrar nos EUA.
Alguns anos atrás eu estava numa reunião de oração no Brasil e o pastor presbiteriano pediu oração por um casal jovem, que estava para viajar aos EUA. Não era só uma viagem. Era uma mudança.
Eles tinham todos os documentos necessários para a viagem. Eles haviam pago uma quantia muito elevada para um grupo americano para obter os documentos falsos.
Eles tiveram uma viagem de sucesso. Mais tarde, eles obtiveram uma anistia. Agora, eles são “americanos.” Agora, eles têm dinheiro, prosperidade e conforto.
Será que Deus ouvir a oração deles?
Será que Deus está ouvindo as “orações” socialistas de Obama?
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20 de novembro de 2014

Prova: A ideologia progressista é uma seita herética mortal


Prova: A ideologia progressista é uma seita herética mortal

Exclusivo: Joseph Farah afirma que a maior denominação presbiteriana dos EUA tem ‘compromisso satânico’ com postura progressista

Joseph Farah
Mas essa não é a intenção deste artigo.
Em vez disso, gostaria de mostrar como a ideologia progressista de hoje é realmente uma seita herética mortal — semelhante em todo aspecto aos antigos rituais do culto a Baal e Dagom.
Usarei uma ação recente da liderança da Igreja Presbiteriana dos EUA, sequestrada por progressistas, para explicar o que quero dizer.
Na eleição presidencial americana de 2008, muitos americanos ficaram chocados quando souberam que, como legislador do Estado de Illinois, Barack Obama havia feito oposição a um projeto de lei que exigiria que profissionais médicos dessem assistência para salvar a vida de bebês que tivessem sobrevivido a abortos. O projeto surgiu quando enfermeiras haviam recebido ordens de colocar bebês de lado e deixá-los morrer sem assistência ou até mesmo hidratação — do jeito que fizeram com Terri Schiavo. Quando a postura radical de Obama foi revelada, foi tão revoltante para a maioria dos americanos que eles a repudiaram como algum tipo de lenda urbana — do mesmo jeito que fizeram acerca do certificado de nascimento dele que não existe.
Mas era verdade.
Barack Obama votou três vezes contra essa lei que protegeria a vida de bebês que nascessem, apesar de tentativas de matá-los por meio de abortos.
* Projeto de lei 1095 do Senado em 2001, Lei de Proteção de Bebês que Nascem Vivos: Nenhum registro de Obama ter votado aí. Você pode ler os comentários repugnantes dele justificando porque ele não votou aqui, em inglês.
* Projeto de lei 1662 do Senado em 20012, Lei de Proteção de Bebês que Nascem Vivos: O voto “não” de Obama na Comissão Judiciária do Senado de Illinois. Aqui está a documentação, em inglês, do voto “não” de Obama na tribuna do Senado. Aqui está a prova do voto “não” de Obama na tribuna do Senado de Illinois. E se você quer ler e ouvir a real justificativa verbal dele para deixar bebês morrerem sem assistência, confira este link em inglês. Projeto de lei semelhante foi aprovado no Senado dos EUA naquele mesmo ano por 98 a 0.
* De novo, no ano seguinte, Obama se opôs a esse projeto no Senado de Illinois.
Passemos para 2014 — apenas pouco mais de uma década depois.
O infanticídio é agora adotado não só por esse presidente radical que deturpou suas votações em Illinois repetidas vezes. Agora, quem está também adotando o infanticídio é a Assembleia Geral da progressista Igreja Presbiteriana dos EUA (cuja sigla em inglês é PCUSA).
No mês passado, 78 por cento da Assembleia Geral da PCUSA revogaram uma resolução que condenava o assassinato de bebês que nasciam vivos durante abortos, como ocorreu com o notório aborteiro Kermit Gosnell.
A PCUSA se intitula igreja cristã.
Mas não é. Na década de 1960, essa denominação presbiteriana foi infectada com uma paixão progressista religiosa. E agora essa é a sua verdadeira fé.
É parte da seita herética mortal.
Existe outro jeito de interpretar o compromisso fanático e apaixonado de matar a vida humana mais inocente a todo custo até mesmo quando conseguiu sobreviver a uma primeira tentativa traumática contra sua vida enquanto ainda estava no útero?
É preciso ter certo tipo de compromisso selvagem e satânico para extinguir bebês que ainda estão se agarrando à vida depois do trauma de um aborto malsucedido. Mas essa é a essência da ideologia progressista. Às vezes chega a mascarar sua determinação com jargões jurídicos, como Obama tentou fazer em vão mais que uma década atrás. Mas é só cortina de fumaça. Essa gente tem compromisso com o sacrifício de bebês em rituais progressistas. Não há outro jeito de dizer isso com exatidão.
O que estou querendo dizer?
A seita herética da ideologia progressista está se espalhando na cultura americana.
Apenas 10 anos atrás, proteger a vida de bebês que nasciam vivos depois do aborto era uma ideia quase que unanimemente apoiada na cultura popular e entre as elites políticas dos EUA. Obama estava isolado com uma minoria radical.
Hoje, a destruição compulsória dessas vidas foi adotada não só na cultura popular dos EUA, mas também tem o apoio do presidente dos Estados Unidos e de uma das maiores denominações evangélicas dos EUA — a Igreja Presbiteriana dos EUA.
A ideologia progressista não é apenas uma seita herética mortal, mas é também um vírus que, como uma epidemia generalizada, está transformando a cultura americana.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Proof: Progressivism is a death cult
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19 de novembro de 2014

Rev. Rick Warren faz discurso em conferência pró-família no Vaticano


Rev. Rick Warren faz discurso em conferência pró-família no Vaticano

CIDADE DO VATICANO (Associated Press) — Um líder evangélico americano exortou seus companheiros clérigos numa conferência do Vaticano a serem fiéis aos ensinos da Bíblia sobre sexo e casamento.
Rev. Rick Warren
O Rev. Rick Warren está entre representantes de 14 religiões na conferência sobre a “complementaridade” de homens e mulheres no casamento e na família. Os participantes da conferência acreditam que os homens e as mulheres têm papéis diferentes dados por Deus no casamento e na família.
Warren, que pastoreia uma das maiores igrejas protestantes dos Estados Unidos, disse que a Bíblia define o casamento como a união de um homem e uma mulher. Ele acrescentou: “Quando a Palavra de Deus é clara, não devemos, não podemos, andar para trás, recuar, bater em retirada, nos desviar ou nos render.”
Warren incentivou os líderes religiosos a celebrar o casamento tradicional e seus benefícios para homens, mulheres e crianças.
O Papa Francisco fez a abertura da conferência de três dias, declarando que as crianças têm o direito de crescerem com uma mãe e um pai.
Comentário de Julio Severo: Alguns dos líderes nessa conferência pró-família do Vaticano também estiveram na conferência pró-família no Kremlin em setembro.
Traduzido por Julio Severo da notícia da Associated Press: Evangelical pastor addresses Vatican conference
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Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?


Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

Brasil e sua enorme população católica são prisioneiros do socialismo, mas o Vaticano está (por quase mil anos!) preocupado com a Igreja Ortodoxa

Julio Severo
Enquanto o mundo está celebrando o fim da tirania comunista na Europa, seu fim não foi completamente positivo para o catolicismo, uma elevada autoridade do Vaticano indicou na segunda-feira. De acordo com a Reuters por meio do WorldNetDaily, a autoridade católica acha que a queda do Muro de Berlim 25 anos atrás ressuscitou tensões religiosas entre Roma e a Rússia. Essas tensões são muito mais antigas do que a União Soviética.
O cardeal Kurt Koch, a autoridade católica máxima para relações inter-religiosas, disse que o ressurgimento de igrejas católicas na Ucrânia e Romênia está criando grandes tensões com a Igreja Ortodoxa da Rússia. Durante décadas sob as tiranias comunistas, essas igrejas eram em grande parte suprimidas.
“As mudanças em 1989 não foram vantajosas para as relações ecumênicas,” Koch disse à Rádio do Vaticano.
Koch, que falou uma semana depois do aniversário de 25 anos da queda do Muro de Berlim, comentou que as conversações sobre laços mais próximos entre teólogos católicos e ortodoxos foram suspensas entre 2000 e 2006 por causa de tensões entre os dois lados.
A perseguição aos cristãos no Oriente Médio tem unido os católicos, os ortodoxos e os protestantes, disse ele, mas por trás da crise da Ucrânia há também um conflito de interesses entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa da Rússia.
Os russos, que compõem dois terços dos 300 milhões de ortodoxos do mundo, estão desconfiados dos esforços do Papa Francisco, que visitará a Turquia para se encontrar com o Patriarca Bartolomeu, o líder ortodoxo em Istambul.
Por causa das posturas mais progressistas dele, não é só os cristãos ortodoxos que estão desconfiados desse papa. Católicos e evangélicos conservadores estão também preocupados com o não conservadorismo dele e com o modo como os esquerdistas, inclusive ativistas homossexuais, têm acolhido-o de braços abertos.
Os problemas entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa não são novos. Desde que os cristãos ortodoxos deixaram a Igreja Católica e a supremacia do papa cerca de mil anos atrás, a relação deles tem sido difícil, até mesmo em nossos dias.
Entretanto, ambas igrejas não deveriam ter um relacionamento tão ruim, pois, em importantes questões éticas que desafiam o Cristianismo hoje, elas têm sido campeãs da verdade.
A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa têm uma boa postura contra o aborto, a agenda gay e o controle populacional. É claro que elas têm também problemas teológicos, inclusive a teologia da substituição, que diz que a Igreja Católica substituiu Israel. Tanto a Igreja Ortodoxa quanto os reformadores protestantes herdaram essa teologia do catolicismo.
Por causa dessa teologia, a Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa e muitas igrejas protestantes tradicionais não têm um bom relacionamento com Israel.
Acerca do comunismo, a alta autoridade do Vaticano deveria saber que se o comunismo caiu na Europa (duvido disso, pois sua forma mais branda que é anticristã e pró-islamismo está avançando rápido, pelo menos na Europa ocidental), isso não é verdade com relação à América Latina. Aliás, isso não é verdade no maior país católico do mundo: o Brasil.
Enquanto a Igreja Ortodoxa teve de ser suprimida na Rússia e outros lugares nos tempos comunistas, a Igreja Católica do Brasil nunca sofreu nenhuma supressão de um governo comunista. Pelo contrário, depois que um governo militar salvou o Brasil de uma tirania comunista na década de 1960, proeminentes líderes católicos defenderam líderes comunistas e atacaram a oposição a eles.
O crítico mais destacado do governo militar (1964-1985) foi o Bispo Hélder Câmara, um defensor da teologia da libertação. Ele era chamado de “Bispo Vermelho” por causa de suas posturas marxistas.
Em 1973, Câmara foi indicado para receber o Prêmio Nobel da Paz. A indicação foi feita por uma organização esquerdista com sede nos Estados Unidos, o American Friends Service Committee (Comitê de Serviço dos Amigos Americanos).
De acordo com a Dra. Constance Cumbey em seu livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os Perigos Ocultos do Arco-Íris), o bispo brasileiro tinha papel proeminente em eventos internacionais da Nova Era.
Câmara foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a mais poderosa organização católica do Brasil.
Durante décadas, a CNBB tem mantido a população católica brasileira sob seu feitiço marxista e é creditada por ter ajudado a fundar o Partido dos Trabalhadores, que hoje está no governo e tem mantido o Brasil escravizado sob seu socialismo pró-Cuba há 13 anos.
Na Rússia, o país mais ortodoxo do mundo, não foi fácil a relação entre Igreja Ortodoxa e comunismo. Em seu livro “Their Blood Cries Out” (O Sangue Deles Clama), Paul Marshall diz: “Duzentos mil padres, monges e freiras ortodoxos russos foram assassinados nas décadas de 1920 e 1930. Meio milhão foram presos ou deportados para a Sibéria.”
Embora na Rússia e outras nações a Igreja Ortodoxa tivesse sido suprimida de forma violenta para servir às ambições comunistas, no Brasil não houve nenhuma necessidade de tal violência e supressão. A CNBB tem, de forma voluntária e de todo o coração, trabalhado para tornar o Brasil e os católicos mais comunistas.
Portanto, em vez de dizer que o fim do comunismo não foi completamente bom na Rússia e Europa Oriental, a alta autoridade do Vaticano deveria se preocupar que o socialismo nunca teve um fim no maior rebanho católico do mundo.
O Brasil e sua Igreja Católica são prisioneiros da ideologia socialista, amada e promovida de modo especial pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e o Vaticano não os está ajudando quando foca sua atenção na Rússia. Em vez de tentar levar os cristãos ortodoxos para o curral católico, o Vaticano deveria tentar tirar os católicos brasileiros do curral socialista e sua teologia da libertação.
Com informações do WorldNetDaily e Reuters.
Versão em inglês deste artigo: End of communism not good for Catholicism?
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18 de novembro de 2014

Decência e justiça invadem Hollywood


Decência e justiça invadem Hollywood

Ted Baehr, com Tom Snyder
Comentário de Julio Severo: Conheci Ted Baehr pessoalmente num encontro pró-família e por alguns dias pude ver o testemunho cristão dele e especialmente sua alegria em Cristo. Homens cheios do Espírito Santo como Baehr estão fazendo diferença em Hollywood. Não estou querendo dizer que Hollywood é luz. É escuridão. Mas no meio dessa escuridão densa, Deus tem suas luzes, e Baehr é uma das mais brilhantes!
Milhares de estudos têm mostrado que os meios de comunicação de massa moldam o coração, a mente e as ações de nossos filhos e netos. Ao fazerem isso, os meios de comunicação de massa têm a capacidade de criar e controlar a cultura, ou pelo menos partes dela. Desse modo, os meios de comunicação de massa podem também controlar o futuro dos Estados Unidos.
Movieguide tem sido “guia da família para filmes e entretenimento” por aproximadamente 30 anos agora. Como tal, tentamos redimir os valores dos meios de comunicação e entretenimento de massa de acordo com os princípios morais e espirituais da Bíblia, de modo que consigamos transformar os Estados Unidos da América com o que é bom, verdadeiro e belo.
Fazemos isso conversando com líderes da indústria de entretenimento, honrando os bons filmes e programação de TV que eles fazem, informando ao público em geral sobre a influência dos meios de comunicação, ajudando famílias a fazerem melhores escolhas de entretenimento, e ajudando cineastas iniciantes a produzirem entretenimento cheio de fé e valores.
Nossa estratégia para fazer esse grande trabalho tem tido muito sucesso.
Por exemplo, desde que entramos nesse campo missionário o número de filmes com conteúdo ou cosmovisão cristã manifesta forte ou muito forte aumentou de um ou dois por ano para mais de 65 por ano, inclusive filmes baseados nas obras de ficção de escritores cristãos como J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis e filmes de grande sucesso como “Homem-Aranha 3” e “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas,” ambos dos quais tinham realmente conteúdo positivo e referências explicitamente cristãs.
Além disso, todos os grandes estúdios de Hollywood agora têm seções e/ou executivos especiais não só para lidar com filmes e desenhos pró-família, mas também para lidar com filmes pró-fé como “À Prova de Fogo” ou “Jornada pela Liberdade.”
Aliás, no ano passado Roma Downey e Mark Burnett produziram a minissérie “A Bíblia” para a Rede de Televisão A&E de TV a cabo, e neste ano a Fox distribuiu seu filme “O Filho de Deus” desenvolvido a partir da minissérie.
Além do mais, dois filmes evangélicos de menor porte, “Deus Não Está Morto” e “O Céu É de Verdade,” duplicaram e até triplicaram a quantia de dinheiro que semelhantes filmes evangélicos anteriores de sucesso como “À Prova de Fogo” e “Soul Surfer — Coragem de Viver” ganharam nas bilheterias
Como resultado de tudo isso, Hollywood está produzindo vários filmes de sucesso baseados na fé nos próximos anos, inclusive “Êxodo: Deuses e Reis,” refilmagens de “Os Dez Mandamentos” e “Ben-Hur,” “Christ the Lord” e “Rei Davi.” Vários estúdios e cineastas de Hollywood que estão fazendo esses filmes de sucesso chegaram a fazer contato com Movieguide num esforço para assegurar que os filmes sejam tão reverentes e precisos, mas tão dramáticos, quanto possível.
Por que esses estúdios e cineastas estão fazendo isso?
Pelo fato de que por 30 anos, estamos mostrando a Hollywood, com precisão cientifica e estatística, que filmes de entretenimento pró-família e edificantes com conteúdo e valores cristãos positivos dão mais lucro do que em média qualquer outro tipo de filme.
Hollywood já testou nossas afirmações e constatou que são muito confiáveis.
E, tente imaginar? O sucesso financeiro de filmes como Narnia e filmes do Oriente Médio baseados na obra de escritores cristãos como Tolkien e Lewis e o sucesso constante de filmes como “The Blind Side,” “A Paixão de Cristo,” “O Céu É de Verdade,” “Casamento Grego,” “Os Miseráveis” com Hugh Jackman e Anne Hathaway, “Homem-Aranha 3,” “Piratas do Caribe” e “O Homem de Aço” comprovam que estamos certos.
Aliás, filmes com forte conteúdo cristão positivo neles fazem tanto sucesso que até o último filme do James Bond, “007 — Operação Skyfall,” tinha algumas referências razoavelmente explícitas e positivas sobre Jesus Cristo e o Cristianismo. Não só isso, mas “007 — Operação Skyfall” é agora o filme de James Bond de maior sucesso já feito!
É claro que damos toda a glória por essa mudança positiva a Deus, por meio da fé em Jesus Cristo, pelo poder do Espírito Santo.
Jesus Cristo trabalha por meio de pessoas como nós e pessoas como nossos leitores — e também por meio de cineastas de Hollywood.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Decency, righteousness invade Hollywood
Outros artigos de Ted Baehr ou sobre ele:
Sobre Hollywood:

17 de novembro de 2014

“A homossexualidade é contra a Natureza”: A última grande mensagem de Myles Munroe sobre a agenda gay


“A homossexualidade é contra a Natureza”: A última grande mensagem de Myles Munroe sobre a agenda gay

Julio Severo
Dois meses antes de ser morto num acidente de avião em 9 de novembro, o pregador motivacional Myles Munroe escreveu um comunicado à imprensa contra uma parada gay em sua pátria, as Bahamas — uma mensagem tão poderosa que a mídia secular inglesa a mencionou em suas reportagens sobre a morte dele. Em artigo intitulado “Myles Munroe: Preacher who outraged many with his views on women and gays” (Myles Munroe: O pregador que revoltou muitos com suas opiniões sobre as mulheres e os gays), o jornal britânico The Independente disse:
Em setembro Munroe de novo provocou polêmica em sua pátria, depois de uma parada gay. Numa declaração intitulada “Homossexualidade — Fobia ou Princípio,” pessoas, ele disse, “sequestraram” e “estupraram” o movimento de direitos civis com sua luta por direitos LGBT.
Alguns indivíduos homossexualistas chamaram a posição dele sobre a homossexualidade de “hipócrita” à luz da então recente visita de Monroe ao polígamo Jacob Zuma, presidente da África do Sul.
Não sei se Munroe criticava a ideologia marxista de Zuma ou o estilo de vida depravado dele ou a ideologia pró-sodomia e pró-aborto dele.
Myles Munroe
Muito embora proeminentes jornais ingleses o tivessem atacado por causa de “Homossexualidade — Fobia ou Princípio,” esse artigo excelente parece ter desaparecido completamente do site dele.
Eu não sei o que poderia ter levado ao desaparecimento desse artigo ou se aconteceu antes ou depois da morte de Munroe. A pressão esquerdista foi demais sobre ele e seu ministério?
Lembro que em 2008 Munroe louvou a vitória de Obama. Enquanto ele estava olhando apenas a cor da pele de Obama como motivo de orgulho, eu vi a cor do caráter de Obama — pró-aborto, pró-sodomia, pró-islamismo e marxista. É claro que a última mensagem de Munroe foi um duro golpe na ideologia do governo de Obama.
Será que essa mensagem pode ter sofrido um fim em todos os canais oficiais de Munroe porque as elites políticas poderosas que gostavam dele odiaram sua última e mais poderosa mensagem para este mundo?
Munroe sabia que se você quer mudar algo, você precisa confrontá-lo. Ele disse: “Você jamais conseguirá mudar aquilo que você não confronta nem transformar aquilo que você evita.” Portanto, as mudanças contra a agenda gay só virão quando a confrontarmos. Nenhuma transformação virá se evitarmos essa agenda maligna.
E ele de fato confrontou! Quando o Papa Francisco e seu Concílio estavam irresolutos sobre questões homossexuais, ele disse: “O papa e seu concílio parecem estar adotando uma postura flexível sobre gays e homossexualidade. Talvez esse seja o teste de sua infalibilidade bíblica.”
Só acho que ele deveria ter sido igualmente enérgico acerca de Obama e seu “cristianismo” fajuto e progressista que abraça o aborto, a homossexualidade, o islamismo e o socialismo.
Seja como for, ele compreendia que a agenda gay que vem atacando a família ameaça a própria sobrevivência dos seres humanos. Ele disse: “O propósito da família é garantir a sociedade. A santidade da família é o alicerce principal da sobrevivência humana.”
“Homossexualidade — Fobia ou Princípio” fala sobre a agenda gay nas paradas gays e sua ameaça à família humana. Munroe não a evitou. Ele a confrontou.
Por que Deus queria tal última mensagem de Myles Munroe, que foi um dos mais proeminentes defensores da teologia da prosperidade?
Não sei. Só sei que é um dos melhores artigos que já li sobre a agenda homossexual e as paradas gays. Leia o incrível texto de Myles Munroe:

Comunicado à imprensa: “Homossexualidade — Fobia ou Princípio”

Dr. Myles Munroe
31 de agosto de 2014
Com o pretexto de “Direitos Civis” e “Direitos Humanos” a minoria LGBT decidiu “celebrar” publicamente a civilidade do estilo de vida e preferência sexual que eles escolheram de forma bastante exclusiva. Não tenho certeza qual é a missão ou metas deles nessa campanha, mas obviamente eles têm recebido incentivo e motivação suficiente para tentar algo que 90% das Bahamas e seu povo consideram inaceitáveis e viola suas convicções, posturas morais e valores comuns.
Talvez seja útil primeiro fazer uma pergunta simples, mas profunda: “É civilizado, certo, racional, lógico e saudável promover uma causa, estilo de vida ou prática de uma conduta que pode no final causar a extinção da raça humana? É insanidade exigir a “celebração” de sua própria extinção.
Não tenho certeza acerca do papel que o governo, líderes governamentais, ministérios do turismo ou outros partidos desempenharam ou o incentivo, se é que houve, que eles podem ter fornecido para essa manifestação social provocadora, mas acredito que isso deve ser tratado a partir da perspectiva não de alguma posição religiosa, mas em vez disso a partir da preocupação por nossa estrutura social muito frágil que é mantida unida por valores e padrões morais que fornecem o sistema para uma sociedade saudável nas Bahamas.
Há também uma preocupação com relação à assistência, apoio e promoção dessas campanhas por parte de organizações internacionais e indivíduos, inclusive agências de viagem e organizações de promoção do turismo. Os cidadãos das Bahamas têm um direito legítimo de serem e expressarem suas preocupações nesses assuntos.
Penso que é perigoso, impróprio, imaturo e insincero acusar de ter fobia — ou medo — alguém que tem preocupações profundas com tentativas de se impor, forçar ou estabelecer um conjunto de valores, padrões, tendências morais ou estilo de vida que podem drasticamente mudar e de forma muito real desestabilizar o alicerce de uma sociedade.

A bênção da fobia

Um dos maiores mecanismos naturais da capacidade humana para sobrevivência e segurança é o elemento do medo. Sem a capacidade de ter “medo” ou “pânico” a espécie humana não consegue se proteger contra ameaças. A beleza do medo é que é uma qualidade humana inerente que protege contra o perigo e extinção. A fobia é inerentemente boa.

Homofobia: conceito errado e enganação

Não existe maior dano para a dignidade humana do que a enganação. Em toda a história o poder da enganação arruinou milhões de vidas, iniciou guerras mundiais e até mudou o clima das nações. Em nosso mundo pós-moderno há uma enganação colossal invadindo a própria estrutura moral das nações e desmantelando a própria essência da existência natural da humanidade. Na verdade, essa enganação está ameaçando a extinção da humanidade. O que é estupendo é que essa enganação não é nova, mas surgiu no contexto da existência humana no planeta há muito tempo, cinco mil anos atrás. No entanto, apesar da realidade de sua existência, historicamente sempre manteve seu lugar às margens da grande sociedade.
Qual é essa enganação? É a atração e relações anormais entre espécies humanas do mesmo sexo ou gênero tentando normalizar o anormal sob o pretexto de ser normal. Ainda que essa conduta anormal se disfarce de muitos rótulos, geralmente é descrita como homossexualidade. A própria palavra incorpora sua premissa básica e essa premissa é: é principalmente um impulso sexual. Os que decidiram adotar, praticar, incentivar, se entregar e sucumbir às paixões desse sexo e desejam honrar, promover e civilizar esse “estilo de vida” se tornaram, na geração passada, mais agressivos, ao ponto de usarem violência em alguns casos. Essa estratégia parece ser provocar medo, agressões psicológicas e passar uma imagem de autocompaixão e abuso. Termos como fanático, crime de ódio, mente fechada, conservador, anti-humano, anti-direitos civis, bullying, e o mais comum, fobia, são usados para isolar a maioria dos seres humanos, retratando-os como gente que não ama, insensíveis, impiedosos, odiadores de seres humanos, sem compaixão e incivilizados.
Minha opinião é que essa acusação de “homo-fobia” é a maior enganação de todas. Sua intenção é fazer com que os que são considerados “normais” sintam culpa por serem normais. Essa enganação é injusta, desonesta e perigosa. Seu efeito é fazer com que a maioria dos seres humanos se sinta culpada por não aceitar, glorificar e honrar essa conduta humana “anormal.”
Tenho certeza de que perguntarão: “O que é ‘anormal’ e quem define o que é ‘natural’?” É essencial compreender que o que é natural não pode e não precisa ser definido. O natural é simplesmente o estado normal da criação que se manifesta por sua essência natural. Em outras palavras, a natureza se define. O que a natureza define é também o que é considerado “normal.” O normal é aquilo que é o resultado do curso natural da vida como obras da natureza ou criação em se sustentar. Portanto, a fonte do “natural” ou “normal” é a própria criação e qualquer opinião emitida por um gênio humano não pode mudar o que é natural.
Talvez seja também importante observar que a palavra raiz da qual derivamos nossa palavra moderna “Lei” é a palavra “norma.” A conclusão óbvia é que toda a natureza é a fonte da lei natural e portanto define qual é a referência para a criação de qualquer lei humana que tente interferir com a própria natureza. É também importante notar que qualquer lei feita pelos homens é ignorada pela natureza.
A sexualidade humana é um produto da criação natural e se expressa como normal, não precisando pois de definição. Qualquer desvio do natural é geralmente considerado como “anormal” ou “contrário à natureza.” Na natureza sempre haverá exceções e essas devem ser reconhecidas como tais. Mas mesmo as exceções precisam ser definidas de forma adequada, pois até na natureza há uma reação natural inerente para proteger sua sobrevivência minimizando o impacto da exceção. Todas as exceções na natureza são naturais e não por escolha.
À luz dessa realidade natural, por que a homossexualidade deveria ser considerada “contrária à natureza” e talvez “anormal”? Talvez a resposta esteja na própria descrição da homossexualidade como “um estilo de vida.” Ser heterossexual não é um estilo de vida, mas um derivado natural da natureza e não por escolha. Estilos de vida são “escolhidos” ou um resultado de “circunstâncias,” mas nunca um produto da natureza. Podemos escolher estilos de vida, mas nunca nossa natureza.
A definição natural de “contrário à natureza” é aquilo que não é um produto da própria natureza, e aquilo que não pode de forma natural se reproduzir na criação. Talvez esse seja o maior desafio da grande enganação da homossexualidade, o fato natural de que os membros do mesmo sexo podem se unir, viver juntos, expressar intimidade e até ter profundo envolvimento emocional um com o outro, mas a realidade é que eles nunca conseguirão, de modo natural, se reproduzir conforme sua espécie. É esse fato, verdade e realidade que torna esse estilo de vida “contrário à natureza.”
É essa verdade simples que transforma em desonestos e enganadores os que desejam perpetrar esse “estilo de vida” anormal de “orientação.” Não sou contra nem tentarei impedir nenhum ser humano que está decidindo praticar um “estilo de vida” específico ou tem inclinação de seguir certa conduta “anormal,” mas minha preocupação e argumentação é a tentativa deles de impor essa decisão nos que pela natureza são considerados normais.

A mentira da homofobia

É divertido que quando a maioria dos seres humanos responde e expressa sua discordância ou sua profunda preocupação sincera com a tentativa dos que adotam e praticam esse estilo de vida de impor esse estilo de vida humano “contrário à natureza” na sociedade, a resposta deles é interpretada como fobia ou medo.
Se essa acusação fosse feita por indivíduos ignorantes e desinformados talvez fosse motivo para dar risada, mas quando indivíduos inteligentes fazem essa alegação de fobia para uma pessoa inteligente responsável, temos de aceitar a ofensa em nível pessoal. Talvez o medo real seja o que eu chamaria de “verdadefobia” ou “realidadefobia.” Será que os que desejam ser considerados normais, aceitáveis, naturais e civilizados temem a verdade óbvia de que o que eles estão afirmando, reivindicando, promovendo e defendendo com lutas é por natureza anormal e contrário à natureza?
Entretanto, concordo com a acusação deles a partir de uma perspectiva. Sim, tenho medo de todo estilo de vida, orientação, preferência ou conduta que ameace a própria sobrevivência da raça humana. Será que os homossexuais não guardam no coração uma heterofobia que não ousam confessar? Os heterossexuais jamais tentam se impor na sociedade nem precisam brigar para serem reconhecidos.

O sequestro dos movimentos de direitos civis

O estilo de vida da homossexualidade e todos os outros nomes e rótulos que vieram a descrevê-lo, é tão antigo quanto o personagem bíblico Abraão, e era praticado por membros de comunidades de sua época mais de quatro mil anos atrás. Muitos na minoria homossexual que estão ainda envolvidos nesse estilo de vida parecem agir como se fosse uma causa nova pela qual eles nasceram para lutar. No começo da década de 1960 alguns indivíduos famosos da sociedade começaram a sair do que chamavam “armário” para se exporem para a comunidade maior como se para testar as águas. A reação da maioria da população naquele tempo foi de resistência e incômodo que ainda existem hoje apesar de afirmações ao contrário.
Essa resistência tem sido tão forte que aqueles que estão envolvidos no estilo de vida LGBT mudaram sua estratégia para serem aceitos pela sociedade. Antes, eles reivindicavam seus direitos sociais se expondo e impondo. Agora, eles recorrem à estratégia de fazer da questão homossexual uma questão de direitos civis. É interessante notar que depois de mais de 4000 anos da existência registrada desse estilo de vida e conduta contrária à natureza a resistência social ainda existe e tenho certeza de que continuará, não importa como a tão chamada sociedade tente disfarçá-la com trajes socialmente aceitáveis. A natureza nunca discordará de si mesma e nenhum direito comum ou lei legislativa conseguirá mudar a lei natural.
Com grande desapontamento tenho estado na varanda da história e observado com horror e choque o sequestro e estupro que vem sofrendo o que vimos a conhecer como os movimentos de direitos civis. O que tornou tudo isso mais angustiante foi ver muitos indivíduos que estavam ativamente envolvidos nesses movimentos históricos de resistência abandonando o sacrifício de muitos que morreram pelas causas nobres da dignidade humana pela maioria que estava sendo abusada, para usar o sangue deles para cobrir as exigências de minorias da sociedade para justificar e civilizar suas preferências egoístas contra a natureza.
Já provei o impacto negativo da opressão civil de um governo que desvalorizava a minha humanidade, mas isso acontecia não por causa de um estilo de vida que eu havia escolhido, ou uma conduta que era por orientação, ou uma disposição preferida, mas em vez disso uma realidade que era “natural.” Eu era vítima por pigmentação inerente… Eu nasci negro e não tive escolha no assunto. Nas Bahamas eu e minha família junto com a maioria da população das Bahamas sofríamos discriminação, éramos desvalorizados como seres humanos, éramos privados de direitos e oprimidos por um governo dominado por uma minoria.
Tenho com toda a minha lógica buscado compreender, mas ainda não consigo igualar a filosofia, ideologia ou propósito dos movimentos de direitos civis com a agenda do movimento homossexual. Acho que a tentativa de igualar os movimentos históricos de direitos civis com as reivindicações de direito para honrar, glorificar e aceitar como normal a prática de um estilo de vida que pode extinguir a raça humana é ilógica, desonesta e um abuso do sangue e sofrimento de prisão de muitos. É um sequestro dos ganhos pagos com o sangue de homens e mulheres de honra por uma conduta que não só é contra a natureza, mas também destrói a raça humana.

A opressão da maioria

O princípio fundamental dos movimentos de direitos civis era a liberdade e restauração da dignidade e valor da maioria de seres humanos oprimidos. A realidade é que historicamente era geralmente a imposição dos valores, preconceitos e ideologia desumana da minoria sobre a maioria que era o contexto e fonte da opressão e desvalorização dos seres humanos. Dá para considerar o contexto do atual movimento LGBT na mesma perspectiva, onde uma percentagem pequena e um segmento minoritário da população estão tentando impor sua ideologia, valores, moralidade e preferências sexuais pessoais contra a natureza sobre as convicções, padrões e valores morais e culturais comuns da maioria.
Talvez dava para se considerar isso como o novo governo de opressão do século XXI. Essa ideia parece ser ainda mais reforçada pela influência intrometida e exigências de globalização, a ONU e outros órgãos e agências mundiais que agora condicionaram sua oferta de assistência econômica nacional à conformidade social e cultural nacional que adota concessões com base em valores e moralidade.

A agenda dos meios de comunicação

O parceiro mais poderoso e perigoso da enganação é a percepção. O mundo dos meios de comunicação é realmente sobre o negócio e gerenciamento da percepção. Não dá para calcular o poder dos meios de comunicação. Não devemos também calcular mal nem minimizar o impacto desse poder para criar percepção. É por isso que em toda a história toda vez que havia a necessidade de controlar o ambiente mental ou criar uma realidade percebida, os meios de comunicação sempre foram usados como ferramenta crucial para exportar, importar e disseminar a enganação. Portanto, é importante que em nossa democracia moderna a exigência de verdade, transparência e objetividade nos meios de comunicação deva ser a principal preocupação de todos os cidadãos responsáveis.
Precisamos sempre estar vigilantes, como cidadãos que pensam de forma civilizada, para tomar cuidado com a agenda e preconceito coletivo dos meios de comunicação. Conforme já observei, em tempos recentes os meios de comunicação impressos e eletrônicos, tanto nacionais quanto internacionais, parecem preocupados com casos que promovam ou glorifiquem esse estilo de vida, favorecendo-o de forma proeminente e destacando-o múltiplas vezes. Parece haver não só desequilíbrio de opiniões e perspectivas, mas destaque especial. Tenho a esperança que todos os meios de comunicação vão querer fazer um esforço para publicar também as opiniões da maioria.

Chantagem intelectual e econômica

Parece também haver um aumento no uso de chantagem econômica e política na área de manipulações feitas por forças da minoria LGBT, que também inclui uma campanha difamatória intencional, tratando a maioria como fanáticos, odiadores dos seres humanos, intolerantes e intimidadores. Isso é uma deturpação desonesta e grave dos fatos. Há também o abuso de afirmações infundadas feitas pela minoria com relação a mudanças de tendências e atitudes para fomentar suas próprias posições. Isso é inacreditável. Aliás, parecer haver uma praga colossal de desonestidade intelectual, social, fisiológica e lógica. Não existe nenhuma confirmação científica conclusiva que confirme que a minoria que pratica esse estilo de vida, que sua condição é um assunto de biologia ou genética em vez de uma conduta que se aprende por hábito e que se torna um estilo de vida que eles preferem.
Vamos reiterar mais uma vez que a maioria da população na maioria dos países em toda a história e em nossa sociedade contemporânea são ignorantes com relação à existência de conduta anormal ou preferências anormais do estilo de vida homossexual. Esse estilo de vida e conduta é realmente uma velha estória com um truque ardiloso novo. O que a maioria não aprecia é a desonestidade e enganação que são usadas por aqueles que desejam impor sua vontade neles. Todo ser humano tem o direito de escolher seu estilo de vida contra a natureza, mas não deve exigir que o aceitemos como natural. Eles são livres para preferir qualquer orientação sexual anormal que desejarem, mas não devem nem podem exigir que nós, a maioria, a honremos promovendo-a ou glorificando-a como normal. Tudo o que a maioria quer é honestidade e a liberdade de expressar nossas preocupações, opiniões e posturas sem sermos rotulados de ignorantes, intolerantes, caipiras ou homofóbicos.
Traduzido por Julio Severo do comunicado público à imprensa de Myles Munroe: “Homosexuality – Phobia or Principle”
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