16 de janeiro de 2019

Senadores e deputados federais do partido de Bolsonaro vão à China comunista importar sistema para monitorar cidadãos brasileiros


Senadores e deputados federais do partido de Bolsonaro vão à China comunista importar sistema para monitorar cidadãos brasileiros

Julio Severo
Deputados federais e senadores do partido do Presidente Jair Bolsonaro foram convidados pelo governo comunista chinês, que está pagando todas as despesas da viagem, para conhecerem de perto o sistema de reconhecimento facial.
Um dos objetivos da viagem é a bancada do PSL (Partido Social Liberal) conhecer o quartel-general comunista de onde é operado o sistema chinês de monitoração dos cidadãos chineses e também empresas comunistas que dominam essa tecnologia. A ideia do PSL é conseguir uma parceria com os comunistas chineses e trazer essa tecnologia para o Brasil.
“Os chineses estão muito à nossa frente na questão da segurança pública, e como representante do estado do Rio de Janeiro essa tecnologia toda muito me interessa,” afirmou o deputado Felício Laterça ao UOL antes de embarcar junto com uma comitiva de 12 parlamentares rumo à China, na terça-feira (15).
Participam da viagem a senadora eleita Soraya Thronicke, os deputados eleitos Carla Zambelli, Daniel Silveira, Tio Trutis, Felício Laterça,  Bibo Nunes, Charlles Evangelista, Marcelo Freitas, Sargento Gurgel e Aline Sleutjes, a deputada estadual Delegada Sheila, todos do partido de Bolsonaro.
Comitiva do partido de Bolsonaro que viajou para a China
O Partido Comunista da China usa o sistema de monitoração para manter amplo controle social, político e religioso sobre seus cidadãos, ao vigiá-los sem que percebam ou tenham feito algo de errado. Embora o governo comunista chinês diga que só usa esse sistema contra criminosos, cristãos e dissidentes políticos são rotineiramente punidos e presos.
De acordo com o UOL, deputados federais e senadores da bancada do PSL no Congresso Nacional vão apresentar um PL (Projeto de Lei) que obriga a implantação de tecnologia de reconhecimento facial em locais públicos para auxiliar as forças de segurança pública no combate ao crime e captura de suspeitos ou foragidos.
A China comunista tem em uso o maior e mais moderno sistema de vigilância do mundo, que usa o reconhecimento facial para identificar os cidadãos — e, desta maneira, prender criminosos e suspeitos. Os equipamentos conseguem reconhecer o rosto das pessoas, permitindo identificar seu sexo e idade, inclusive informações como o carro que o cidadão utiliza, suas rotas mais frequentes, a seus parentes e às pessoas com quem ele entra em contato, dados do fisco, profissionais e outros.
Essa aproximação com a China comunista acontece num momento em que o governo Bolsonaro, amplamente visto como direitista, condena claramente a ditadura de Nicolas Maduro na Venezuela. Apesar de tudo, a ditadura venezuelana tem sido menos comunista do que o governo chinês, pois a ditadura de Maduro não tem perseguido os cristãos tanto quanto o governo chinês os persegue. Quem pois denuncia Maduro tem a obrigação de denunciar muito mais a ditadura comunista chinesa.
Se o PT, que governou o Brasil durante os governos de Lula e Dilma (2002-2016), enviasse seus senadores e deputados para a China para importarem para o Brasil o sistema comunista chinês de monitoração dos cidadãos, haveria manifestações e protestos. Todos os escritores conservadores e direitistas denunciariam isso como manobra comunista de controle dos cidadãos. Mas o que acontecerá agora que o governo direitista de Bolsonaro está fazendo isso?
Muitos apoiadores de Bolsonaro criticaram o Papa Francisco por enviar um representante para a posse de Maduro. Mas quem criticará os senadores e deputados do partido de Bolsonaro por fazerem algo vastamente pior?
Mesmo que o partido de Bolsonaro enviasse seus senadores e deputados para os EUA para importarem para o Brasil algum sistema americano de monitoração dos cidadãos, isso não deixaria de ser um controle ditatorial. Há muitos anos os conservadores americanos denunciam a monitoração imoral do governo americano sobre os cidadãos americanos. As denúncias de Edward Snowden contra esse sistema foram amplamente apoiadas por conservadores americanos.
Seja da China comunista ou dos EUA, a monitoração e controle estatal constante dos cidadãos é algo perigoso.
Não importa se é o PT de Lula ou o PSL de Bolsonaro que está buscando esse controle, precisa ser denunciado.
Não importa se estão buscando esse sistema da Venezuela, China ou EUA, precisa ser denunciado.
Um dos meus seriados favoritos era “Person of Interest,” com Jim Caviezel lutando para que o governo americano não obtivesse controle de um supercomputador para monitorar os cidadãos. Infelizmente, o problema de monitoração não existe só em seriados de TV. É uma realidade ambicionada por governos de esquerda e — quem diria! — um governo direitista do Brasil que quer a ajuda da China comunista para monitorar os cidadãos brasileiros.
Com informações do UOL.
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Adolescente de Ohio, EUA, chama polícia depois que pai lhe tira o celular


Adolescente de Ohio, EUA, chama polícia depois que pai lhe tira o celular

Greg Norman
Ela ligou para a polícia, mas não obteve a resposta que esperava.
Policiais da cidade de South Euclid, Ohio, EUA, dizem que foram despachados para uma casa no sábado por causa de uma queixa de roubo — apenas para chegar e encontrar uma garota de 16 anos que afirmou que seu pai roubou seu celular, algo que ela acreditava ter o direito de ter.
O pai disse aos policiais que ele pegou o celular dela por razões disciplinares, e a polícia ficou do lado dele.
“Os policiais explicaram que ter um celular com menos de 18 anos é um ‘privilégio’ e não um ‘direito’ como ela acredita,” disse a Delegacia de Polícia de South Euclid em um post de Facebook. “Os policiais sugeriram que ela seguisse as normas que seu pai estabelecera, se ela esperava conseguir o telefone de volta.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da FoxNews: Ohio teen calls cops after father takes away her cell phone
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15 de janeiro de 2019

Os tentáculos da doutrinação ideológica de Olavo de Carvalho sobre 57 milhões de crianças e jovens nas escolas do Brasil


Os tentáculos da doutrinação ideológica de Olavo de Carvalho sobre 57 milhões de crianças e jovens nas escolas do Brasil

Julio Severo
Considerado uma espécie de Rasputin na família Bolsonaro, Olavo de Carvalho conseguiu que seus adeptos fossem nomeados para os cargos mais importantes do governo do Presidente Jair Bolsonaro. Enquanto o Pr. Silas Malafaia havia recomendado Guilherme Schelb para o Ministério da Educação (MEC), sua recomendação virou pó diante da influência de Carvalho, que indicou seu adepto Ricardo Vélez. Além desse olavete, dois outros olavetes, Carlos Nadalim e Murilo Resende, foram escolhidos respectivamente para a Secretaria Especial da Alfabetização e a direção da Avaliação da Educação Básica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).
O fanatismo se apossou de tal forma do MEC que até apoiadores de Bolsonaro que não idolatram Carvalho foram, de acordo com o UOL, removidos de cargos de liderança do MEC. É a limpeza ideológica em prol do pensamento único do olavismo.
A doutrinação ideológica de Carvalho deve influenciar o MEC nos próximos quatro anos, desde a alfabetização até o ensino superior, cujo impacto fatalmente atingirá os cerca de 48,6 milhões de estudantes matriculados nas escolas da educação básica e sobre os pouco mais de 8,3 milhões de alunos do ensino superior (segundo o último Censo Escolar, de 2017).
A doutrinação ideológica dele abarca desde luta contra o marxismo até uma estranha luta contra o que ele chama de “mito,” “lenda” e “mentira” da Inquisição. A Inquisição e o Holocausto torturavam e matavam preferencialmente judeus, mas revisionistas amenizam seus crimes. Carvalho é o maior revisionista brasileiro da Inquisição, indo de encontro a um fato atestado pela vasta maioria dos historiadores judeus.
Se Carvalho visitasse Israel e proclamasse que a Inquisição é mentira, os judeus o veriam como um louco não diferente dos loucos que minimizam os crimes do Holocausto.
A Inquisição, que também matava evangélicos, chegou a torturar e matar muitos judeus no Brasil. Há até um Museu da Inquisição em Belo Horizonte que documenta os horrores da Inquisição.
Movidos por esforços de historiadores judeus e evangélicos, os Estados Unidos, onde Carvalho vive autoexilado como imigrante desde 2005, se tornou o país que mais investiu em campanhas de informação para combater a propaganda desinformatória de militantes da Inquisição.
Com um desinformante da Inquisição dominando o MEC, o que é que vai prevalecer agora? O ponto-de-vista americano, que é predominantemente anti-Inquisição? O ponto-de-vista das vítimas judias e evangélicas da Inquisição? Ou a doutrinação e analfabetismo moral e histórico dos revisionistas desinformantes, que é exatamente o grupo em que estão Carvalho e seus adeptos?
Você pode ler mais sobre a Inquisição no meu artigo: “Aborto, Inquisição e revisionismo na Enciclopédia Britânica.”
Ignorando a gravidade do assunto da Inquisição, Bolsonaro e seus filhos acreditam que a influência ideológica de Carvalho é necessária para destruir a influência ideológica de Paulo Freire (1921-1997) na educação brasileira. Mas poucos sabem que o famoso método Paulo Freire foi construído com o mesmo ingrediente básico que o método Olavo de Carvalho vem sendo construído: oportunismo às custas do evangélicos.
De acordo com a BBC de Londres: “A influência de Olavo na montagem do governo supera a da bancada evangélica, cujo eleitorado foi crucial na vitória de Bolsonaro, mas recebeu um único ministério (Mulher, Família e Direitos Humanos).” Imparcialmente, a BBC acabou reconhecendo que os evangélicos deram a vitória a Bolsonaro, que em retribuição e “gratidão” deu tudo para o astrólogo Olavo e seus adeptos. Isso se chama oportunismo.
Não diferente do oportunismo de Paulo Freire. De acordo com o Dr. David Gueiros Vieira, o Método Paulo Freire nada mais é do que uma cópia pirata pervertida do Método Laubach.
Em matéria no site do Escola Sem Partido intitulada “Método Paulo Freire ou Método Laubach?” Vieira explicou que o Método Laubach foi criado pelo missionário evangélico americano Frank Charles Laubach (1884–1970) para ajudar populações analfabetas do Terceiro Mundo a lerem a Bíblia.
Em 1915, Frank Laubach fora enviado por uma missão evangélica à ilha de Mindanao, nas Filipinas, que estava então sob o domínio americano — desde que os EUA derrotaram a Espanha numa guerra. A dominação católica espanhola deixara à população filipina uma herança de analfabetismo total e ódio aos americanos. Laubach usou seu método para ensinar os filipinos a ler a Bíblia.
Depois de 1915, o Método Laubach foi utilizado com grande sucesso em toda a Ásia e em várias partes da América Latina, durante quase todo o século XX.
Vieira disse:
No Brasil, este foi introduzido pelo próprio Laubach, em 1943, a pedido do governo brasileiro. Naquele ano, esse educador veio ao Brasil a fim de explicar sua metodologia, como já fizera em vários outros países latino-americanos.
Lembro-me bem dessa visita, pois, ainda que fosse muito jovem, cursando o terceiro ano ginasial, todos nós estudantes sabíamos que o analfabetismo no Brasil ainda beirava a casa dos 76% — o que muito nos envergonhava — e que este era o maior empecilho ao desenvolvimento do país.
A visita de Laubach a Pernambuco causou grande repercussão nos meios estudantis. Ele ministrou inúmeras palestras nas escolas e faculdades.
Houve também farta distribuição de cartilhas do Método Laubach, em espanhol, pois a versão portuguesa ainda não estava pronta. Nessa época, a revista Seleções do Readers Digest publicou um artigo sobre Laubach e seu método — muito lido e comentado por todos os brasileiros de então, que, em virtude da guerra, tinham aquela revista como único contato literário com o mundo exterior.
Na mesma época, subitamente, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas semelhantes às de Laubach, porém com teor filosófico totalmente diferente. As de Laubach, de cunho evangélico, davam ênfase à cidadania, à paz social, à ética pessoal, ao Cristianismo e à existência de Deus. As novas cartilhas, utilizando idêntica metodologia, davam ênfase à luta de classes, à propaganda da teoria marxista, ao ateísmo e a conscientização das massas à sua “condição de oprimidas”. O autor dessas outras cartilhas era Paulo Freire, que emprestou seu nome à essa “nova metodologia” — da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos — como se a mesma fosse da sua autoria.
A verdade então é que a luta de um missionário evangélico americano para alfabetizar a população brasileira para o Evangelho foi pirateada e corrompida por Paulo Freire em prol da propaganda do marxismo. Isso se chama oportunismo.
Se foi péssimo o oportunismo de Paulo Freire às custas de um evangélico americano, o que poderia resultar do oportunismo de Olavo de Carvalho às custas da vitória que os evangélicos deram a Bolsonaro? Que tipo de educação a doutrinação ideológica dele poderia trazer para crianças?
Um bom jeito de avaliar a capacidade educativa dele é ver os frutos dessa educação na vida dos próprios filhos dele. Dois filhos dele são muçulmanos. Outra filha fora forçada, quando era menor de idade, a casar com um muçulmano numa mesquita. O próprio Carvalho recebeu prêmio da ditadura islâmica da Arábia Saudita por uma biografia de Maomé que ele escreveu.
O histórico de Carvalho é saturado de esoterismo, astrologia e islamismo esotérico. Mesmo hoje, ele continua com fortíssimas ligações esotéricas. Nenhum filósofo de renome dos EUA elogia e recomenda Carvalho, mas Wolfgang Smith, esotérico americano adepto do bruxo islâmico René Guénon, tem elogiado e recomendado Carvalho e vice-versa. Esotérico sempre elogia esotérico. Se tudo isso é confuso para o público, o que dizer de seus próprios filhos? Como eles poderiam ficar menos confusos?
Um dos filhos de Carvalho, num post de 12 de outubro de 2018, fez algo certo pelos motivos errados. Luiz Gonzaga de Carvalho Filho, autodenominado professor que dá aulas de astrologia e esoterismo, disse:
“Agora se você quer poder ter liberdade real para criar instituições culturais islâmicas independentes ou para fazer homeschooling islâmico para seus filhos e ter uma verdadeira independência cultural e religiosa em relação ao governo, vote em Bolsonaro.”
Eu votei em Bolsonaro, como milhões de evangélicos. Mas não votei nele para que seu governo fosse tomado de adeptos de um esotérico cujos filhos confusos vivem e pregam o islamismo e o esoterismo.
Os filhos muçulmanos de Carvalho e sua revisionismo louco da Inquisição não impediram que o Presidente Bolsonaro desse a ele um amplo poder de influência ideológica no MÈC nos próximos quatro anos. Dos Estados Unidos — de onde Carvalho não saiu nem para comparecer à posse de Bolsonaro —, o astrólogo indicou três nomes para o MEC, inclusive o ministro Ricardo Vélez. No discurso de posse, Vélez disse que sua gestão se inspirará em Carvalho, como se fosse novidade um olavete não fazer propaganda de Carvalho. Você pode ler mais sobre ele aqui: “Novo ministro da Educação: hostil ao socialismo e Trump, amistoso com Bolsonaro e Hillary.”
Não sem razão, Olavo de Carvalho diz que a esquerda exerce o controle do ensino brasileiro. Mas agora ele quer, com a cumplicidade de Bolsonaro e seus filhos, substituir esse controle ideológico por seu próprio controle ideológico, que foi tão desastroso na vida de seus próprios filhos, que se tornaram muçulmanos e astrólogos. É o Brasil trocando um buraco de doutrinação ideológica por outro buraco de doutrinação ideológica.
Coincidência ou não, Trump enfrentou o mesmo desafio que Bolsonaro está enfrentando. Havia um oportunista que queria encher o governo americano com oportunistas. Mas Trump acabou enxotando-o da Casa Branca. O nome do oportunista é Steve Bannon, adepto do bruxo islâmico René Guénon, o mesmo bruxo seguido e recomendado por Carvalho.
Coincidência ou não, Eduardo Bolsonaro vem se encontrando tanto com Bannon quanto com Carvalho. Se a família Bolsonaro imitasse Trump, evitaria os oportunistas, em vez de promovê-los, principalmente às custas dos evangélicos que elegeram Bolsonaro. Se até Trump conseguiu enxotar o adepto americano de Guénon, por que é que Bolsonaro prefere idolatrar o adepto brasileiro de Guénon?
Por vontade de socialistas, o oportunista Paulo Freire se tornou ídolo na educação brasileira. Agora, por vontade da família Bolsonaro, o astrólogo oportunista, que é o maior adepto e propagandista brasileiro de Guénon, se tornou ídolo na educação brasileira.
Havia um ídolo no governo de Nabucodonosor, e todos os ministros se prostravam a ele, mas Sadraque, Mesaque e Abednego não se prostraram, porque eles amavam mais a Deus do que os ídolos dos homens. Sadraque, Mesaque e Abednego jamais se prostrariam a nenhum ídolo do governo Lula ou do governo Bolsonaro.
Se a doutrinação ideológica de Carvalho trouxe confusão para seus próprios filhos, que se tornaram muçulmanos e astrólogos, poderia gerar miraculosamente conservadorismo através do MEC? O próprio Carvalho, que fala mais que a boca, disse:
“Já decidi: quem quer veja na política conservadora a finalidade e essência dos meus escritos é uma besta quadrada, um filho da puta e um bosta em toda a linha.”
Não fique surpreso, pois, se o MEC sob controle de olavetes que estão sob controle de Carvalho promover um suposto “conservadorismo” que no final gerará confusão para milhões de crianças. Esse “conservadorismo” não está centrado em Jesus Cristo e no Evangelho, mas num homem extremamente confuso e contraditório que tem uma boca que fede mais que latrina.
Numa coisa Laubach estava absolutamente certo: As pessoas precisam aprender a ler e escrever para conhecerem melhor a Bíblia e seu Autor. Só assim elas conseguirão se ver livres de doutrinações, analfabetismos e idolatrias ideológicas — de qualquer fonte e abismo de onde venham.
Com informações do jornal El País.
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14 de janeiro de 2019

Papa enviou representante para a posse do ditador Maduro da Venezuela


Papa enviou representante para a posse do ditador Maduro da Venezuela

Julio Severo
O Papa Francisco enviou um representante do Vaticano para participar da cerimônia de posse do ditador venezuelano Nicolás Maduro.
Enquanto muitos países — inclusive os EUA e a maioria das nações da América Latina e da Europa — boicotaram a posse do ditador venezuelano, o Vaticano enviou o monsenhor polonês George Koovakod para participar do evento. Maduro agradeceu a solidariedade do Vaticano.
O ditador Nicolás Maduro declarou-se o vencedor da eleição de maio passado, que foi amplamente rejeitada internacionalmente como fraudulenta.
Na quarta-feira, alguns bispos venezuelanos emitiram uma declaração denunciando o novo mandato de Maduro como “ilegítimo” e alertando-o para uma era de governo arbitrário, violando a constituição do país.
Mas essa nota é um progresso pálido, considerando que no passado líderes da Igreja Católica na Venezuela deram apoio forte à Teologia da Libertação, que possibilitou a vitória de Hugo Chavez e do socialismo.
De acordo com o Livro de Fatos da CIA de 2016, 96% dos venezuelanos são católicos e só 2% são evangélicos. Com uma Venezuela esmagadoramente católica, era impossível Chavez instalar o comunismo na Venezuela sem a colaboração de bispos e padres.
Mais do que ninguém, a Igreja Católica tem uma dívida enorme para com o povo venezuelano por todos os males e desastres do comunismo bolivariano.
Com informações do Breitbart.
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