29 de julho de 2014

O Brasil passou dos limites em relação a Israel


O Brasil passou dos limites em relação a Israel

Andres Oppenheimer
Enquanto a maioria dos países condenou a violência em Gaza, na maior parte dos casos culpando ambos os lados e dirigindo críticas em variados níveis a um e a outro, o Brasil passou dos limites ao simplesmente endossar a versão do grupo terrorista Hamas para o conflito — indo além até mesmo de países como o Egito e a Jordânia em suas ações contrárias a Israel.
Em nota emitida em 23 de julho, o governo da presidente brasileira Dilma Rousseff declarou: “Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis”.
E acrescentou que seu embaixador em Israel foi chamado ao Brasil para consultas — algo que nem mesmo países árabes como o Egito ou a Jordânia fizeram até este momento em que escrevo.
Tal comunicado alinha o Brasil com Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países que automaticamente tomam o partido de ditaduras militares e violadores dos direitos humanos em todo o mundo. Agora, há rumores de que o Brasil pretende se manifestar contra Israel na Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 29 de julho.
Muitos outros países condenaram o “uso desproporcional da força” por Israel, contudo a maioria deles — inclusive a Argentina, que normalmente acompanha os posicionamentos do Brasil — condenou simultaneamente o Hamas pelos ataques sistemáticos de foguetes contra alvos civis israelenses, que segundo Israel deflagraram o atual ciclo de violência.
Ademais, os Estados Unidos e os 28 membros da União Europeia, que consideram o Hamas um grupo terrorista, condenaram-no especificamente pelo uso de civis como escudos humanos.
Em 17 de julho, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, conhecida pela sigla UNRWA, anunciou ter encontrado 20 foguetes do Hamas escondidos numa escola da ONU em Gaza. Poucos dias depois, a UNRWA anunciou outra descoberta idêntica em outra escola da ONU.
Após a crítica do Brasil, dirigida unicamente a Israel, o ministro das Relações Exteriores israelense emitiu uma declaração, afirmando que a atitude do Brasil “demonstra a razão pela qual o gigante econômico e cultural continua sendo politicamente irrelevante” no cenário internacional. Representantes de Israel esclareceram que a reação incomumente enérgica foi provocada pela decisão do Brasil de convocar seu embaixador para consultas.
Em contraste, os Estados Unidos e os 28 integrantes da União Europeia iniciaram suas declarações sobre o conflito em Gaza destacando o direito de Israel a se defender.
O Conselho da União Europeia, que inclui a França, a Bélgica e vários outros países com populações muçulmanas numerosas, manifestou-se no dia 22 de julho no sentido de que “a União Europeia condena firmemente o disparo indiscriminado de foguetes pelo Hamas contra Israel”.
E completou: “A União Europeia condena veementemente a convocação (do Hamas) da população civil de Gaza para atuar como escudos humanos. Embora reconheça o legítimo direito de Israel a se defender contra quaisquer ataques, a UE enfatiza que a operação militar israelense deve ser proporcional e em consonância com a legislação humanitária internacional”.
O Brasil pode ter chamado seu embaixador por razões políticas internas, bem como pelo desejo de agradar aos estados radicais árabes e africanos, em sua busca pela obtenção de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
José Miguel Vivanco, responsável pela divisão das Américas da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, ressalta que o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva — mentor político de Rousseff — posicionou-se consistentemente em favor dos piores violadores dos direitos humanos do mundo nos anos em que ocupou a presidência.
Mais recentemente, com Dilma Rousseff, o Brasil melhorou significativamente sua participação nas votações sobre o tema no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém o mesmo não ocorreu em outros fóruns diplomáticos. Na América Latina, por exemplo, o Brasil permaneceu em silêncio em relação às inúmeras violações aos direitos humanos cometidas pelas forças de segurança da Venezuela, relata Vivanco.
“O Brasil está fazendo a coisa certa ao protestar com veemência contra Israel pelo uso desproporcional da força, que resultou num grande número de mortes de civis, mas ao mesmo tempo não podia deixar de condenar os ataques indiscriminados e constantes de foguetes do Hamas contra a população civil israelense”, disse-me Vivanco.
Minha opinião: Israel pode ser acusado de falhar ao evitar a morte de civis em casos específicos durante o conflito de Gaza, e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pode ser culpado por não fazer o bastante para acelerar a tão necessária criação de um Estado palestino, porém Israel não pode ser condenado por se defender.
Não se pode esperar de nenhum país no mundo que fique inerte enquanto um grupo terrorista dispara milhares de foguetes contra suas maiores cidades e, depois, usa civis como escudos humanos. E menos ainda quando, diferentemente do Al Fatah e outros grupos palestinos mais moderados, o Hamas conclama à aniquilação de Israel e ensina às crianças palestinas que matar judeus é uma prestação de serviço a Alá.
Se o Brasil quer ser levado a sério como uma democracia moderna e um ator internacional responsável, deveria agir como tal.
Fonte: Miami Herald
Divulgação: www.juliosevero.com
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28 de julho de 2014

Ator Jim Caviezel demonstra sua convicção pró-vida adotando duas crianças deficientes


Ator Jim Caviezel demonstra sua convicção pró-vida adotando duas crianças deficientes

Steven Ertelt
Ele atuou no papel principal em filmes como Além da Linha Vermelha e Conde de Monte Cristo. Fez o papel de Jesus em A Paixão de Cristo e pode ser visto na TV em vários outros papéis.
Jim Caviezel
Mas é pela sua fé firme e suas posturas pró-vida que Jim Caviezel cativou milhões de pessoas pelo mundo. E ele não é apenas pró-vida na questão do aborto. Ele coloca suas posturas em prática, cumprindo suas convicções pró-vida ao adotar duas crianças com deficiência.
Depois do feito, aqui está ele dando uma entrevista (em inglês) sobre os filhos.
Saiba um pouco mais da história de Jim Caviezel:
O bebê Bo foi abandonado em um trem na China logo após nascer. Ele foi criado em um orfanato até os cinco anos de idade e disse que nunca teve uma mãe — ele veio da lama.  Um grande e visível tumor ameaçava sua vida e afastava qualquer real esperança de receber amor ou ter uma família.
O desafio de um amigo fez com que Jim Caviezel, ator que é mais conhecido por seu papel de Jesus em A Paixão de Cristo e atualmente estrela o seriado “Person of Interest,” entrasse na vida de Bo.  Em uma entrevista a Christophers, uma organização de mídia cristã, Caviezel conta: “Esse conhecido meu disse, ‘Você é pró-vida. Te digo uma coisa, se você realmente acredita no que fala, adote uma criança. Não qualquer criança, tem que ser uma com uma séria deficiência.’” Caviezel ficou “apavorado” com a possibilidade de adotar uma criança com uma deficiência, mas no fundo de sua alma, ele sabia que era o que Deus queria dele.
Quando Caviezel encontrou Bo pela primeira vez naquele orfanato na China, ele sabia que adotar Bo significaria uma vida de médicos, cirurgias, preocupações e aflições.  Mas, em uma entrevista à Catholic Digest, Caviezel declarou: “Olhei no seus olhos e, sei que vai parecer besteira sentimentalista, mas estou falando a verdade; no meu coração eu escutei esse menino me chamando, dizendo: ‘Você vai me amar?’”
Mais tarde, Caviezel e sua esposa Kerri decidiram adotar outra criança, uma menina recém-nascida e saudável. Mas antes de concluírem a adoção, conheceram uma menina de cinco anos, também com um tumor no cérebro. “O casal declarou que eles sabiam que a criança saudável encontraria um bom lar,” disse a reportagem da agência Catholic News, “mas era mais provável que a criança doente não tivesse essa sorte.  Eles decidiram adotar a criança de cinco anos, e desde então têm sido abençoados.”
Caviezel declarou à Catholic Digest que ele se tornou um novo homem desde que adotou as crianças. “Dennis Quaid me disse há muito tempo atrás quando teve seu filho Jack: ’Você sentirá emoções que você nem sabia que existiam antes de ter um filho,’” conta Caviezel. “Agora eu sei como é. Mesmo eles sendo adotados, é tão forte quanto qualquer instinto. Isso foi o que mexeu comigo. Sempre pensei que se eu adotasse, não sentiria o mesmo que se eles fossem geneticamente meus próprios filhos. Nada poderia estar mais longe da verdade.”
Bo e sua irmã LeLe precisaram de várias cirurgias, e o tumor de Bo principalmente foi mais complicado, mas Caviezel e sua esposa se sentiram abençoados pela sua família acima de tudo. “Outro dia minha filha pulou no meu colo, colocou a mão no meu rosto e sussurrou no meu ouvido, ‘Papai, eu te amo tanto,’” Caviezel contou à Catholic digest. “Isso mexe com o seu coração. Quando você chega em casa e as crianças correm até você, vêm e agarram a sua perna. É uma coisa nossa. Eles sobem nos meus pés e eu ando com eles até a cozinha, depois rimos.”
Ao buscar ativamente viver a sua fé, Caviezel viu sua vida realizada mais do que ele jamais pensou ser possível. “Tomamos o caminho mais difícil,” declarou o ator em um artigo do Catholic.org. “Isso é o que a fé representa para mim; é ação. É o samaritano. Não é o que diz que é, é o que faz; e faz sem chamar atenção para si. Estou contando porque quero inspirar outras pessoas.”
Quando Bo, agora com 13 anos, ganhou o prêmio de estrela do mês na Victory Gymnastics Academy em março de 2011, disse que seus objetivos no futuro incluem se tornar “um policial, um bombeiro, e é claro, um pai.” Conta que gosta de tocar piano, viajar a diferentes países com sua família, e “organizar as coisas.” Ele mora com sua “mãe, pai e irmã, LeLe, que é uma bailarina.”
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de LifeNews: Jim Caviezel Displayed His Pro-Life Convictions by Adopting Two Disabled Children
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Putin é pior do que Stálin?


Putin é pior do que Stálin?

Pat Buchanan
Em 1933, o Holodomor (a Grande Fome) estava ocorrendo na Ucrânia.
Depois que os “kulaks,” os fazendeiros independentes, haviam sido liquidados na coletivização forçada da agricultura soviética, uma fome genocida foi imposta sobre a Ucrânia através da apreensão de sua produção de alimentos.
Pat Buchanan: colunista do WND e ex-assessor do presidente Ronald Reagan
O número de mortos foi estimado entre 2 a 9 milhões de pessoas.
Walter Duranty, jornalista do jornal New York Times, que chamou os relatórios sobre a fome de “propaganda maligna,” ganhou um prêmio Pulitzer por sua mentira.
Em novembro de 1933, durante o Holodomor, o maior esquerdista entre todos, o presidente Franklin Delano Roosevelt, convidou o ministro do Exterior Maxim Litvinov para receber, em nome de seu mestre Stálin e do seu regime assassino, um reconhecimento oficial dado pelo governo dos EUA.
Em 1 de agosto de 1991, apenas quatro meses antes da Ucrânia declarar a sua independência da Rússia, George H. W. Bush, advertiu a Assembleia Legislativa de Kiev:
“Os americanos não irão apoiar aqueles que buscam a independência com o objetivo de substituir uma tirania distante por um despotismo local. Eles não vão ajudar aqueles que promovem um nacionalismo suicida baseado em ódio étnico.”
Em resumo, a independência da Ucrânia nunca foi parte dos interesses dos Estados Unidos. De 1933 a 1991, nunca foi um interesse vital dos EUA. Bush pai era contra.
Quando, então, foi que o problema sobre qual é a bandeira que tremula sobre Donetsk ou Crimeia se tornou tão fundamental que os EUA armariam os ucranianos para combater os rebeldes apoiados pelos russos e considerariam dar uma garantia de guerra da OTAN para Kiev, potencialmente trazendo os EUA para uma guerra com uma Rússia armada com armas nucleares?
Desde Franklin Delano Roosevelt, os presidentes dos Estados Unidos sentiam que os EUA não poderiam permanecer isolados dos governantes da Rússia, que geograficamente é a maior nação do mundo.
Ike (Dwight David “Ike” Eisenhower) convidou Khrushchev (Nikita Sergeyevich Khrushchev) para uma turnê nos EUA, depois que ele havia esmagado de modo sangrento a Revolução Húngara. Depois de Khrushchev colocar mísseis em Cuba, JFK (John Fitzgerald Kennedy) foi logo pedindo um novo abrandamento das tensões da Guerra Fria em discurso na Universidade Americana.
Algumas semanas depois que os exércitos dos países do Pacto de Varsóvia esmagaram a Primavera de Praga (liberalização política na Tchecoslováquia) em agosto de 1968 e LBJ (Lyndon Baines Johnson) já estava buscando um encontro com o primeiro-ministro russo Alexei Kosygin.
Após criticar fortemente Moscou sobre a derrubada do voo 007 da empresa Korean Air Lines por um míssil soviético, em 1983, o velho guerreiro da Guerra Fria, Ronald Reagan, estava buscando uma reunião de cúpula.
O que estou querendo dizer: Todos os presidentes desde FDR (Franklin Delano Roosevelt) até George H. W. Bush, mesmo depois de conflitos com Moscou que foram muito mais graves do que o embate atual sobre a Ucrânia, procuraram voltar a buscar reuniões pessoais com os homens no Kremlin.
Seja o que for que pensamos dos ditadores soviéticos que bloquearam Berlim, escravizaram a Europa Oriental, colocaram foguetes em Cuba e armaram os árabes para atacar Israel; Ike, JFK, LBJ, Nixon, Ford, Carter, Reagan e Bush pai, todos eles buscaram reuniões pessoais com os governantes da Rússia.
Evitar uma guerra catastrófica exigia reuniões pessoais.
Como, então, podemos explicar o clamor da elite da política externa atual dos EUA para enfrentar, isolar e incapacitar a Rússia, e fazer de Putin um leproso político e moral com quem estadistas honrosos nunca consigam negociar?
O que foi que Putin fez que rivaliza com a fome imposta na Ucrânia que matou milhões, ou com o massacre dos rebeldes húngaros ou com o aniquilamento da Tchecoslováquia pelos membros do Pacto de Varsóvia?
Na Ucrânia, Putin respondeu a um golpe de Estado apoiado pelos EUA, o qual derrubou um aliado político da Rússia que havia sido democraticamente eleito, com um ataque sem derramamento de sangue na Crimeia pró-Rússia, onde Moscou tem atracado a sua frota do Mar Negro desde o século 18. Isso é rotina geopolítica de Grande Potência.
E apesar de Putin colocar um exército na fronteira da Ucrânia, ele não ordenou uma invasão ou ocupação de Luhansk ou Donetsk. Será que isso realmente tem a aparência de uma campanha militar para remontar o Império Russo dos Romanov ou o Império Soviético de Stálin, que alcançou até o Elba?
Quanto à derrubada do avião da Malásia, Putin não ordenou isso. O senador John Cornyn disse que os serviços de inteligência dos EUA ainda não apresentaram nenhuma evidência que ligue o míssil disparado com a Rússia.
As interceptações dos serviços de Inteligência parecem indicar que os rebeldes ucranianos achavam que tinham atingido um avião de transporte militar Antonov.
No entanto, hoje, a principal voz de política externa do Partido Republicano, o senador John McCain, chama a Casa Branca de Obama de “covarde” por não armar os ucranianos para combater os separatistas apoiados pelos russos.
Mas suponha que Putin responda à chegada de armas americanas em Kiev ocupando o leste da Ucrânia. O que os EUA fariam então?
John Bolton (ex-embaixador dos EUA na ONU) tem a resposta: Traga a Ucrânia para a OTAN.
Tradução: Os EUA e a OTAN devem fazer guerra com a Rússia, se necessário, por causa de Luhansk, Donetsk e a Crimeia, embora nenhum presidente dos EUA já tivesse achado que valia a pena uma guerra com a Rússia por causa da Ucrânia.
O que motiva Putin parece simples e compreensível. Ele quer o respeito devido a uma potência mundial. Ele se vê como protetor dos russos deixados para trás nas vizinhanças da Rússia. Ele adora fazer política de Grande Potência. A história está cheia de tais homens.
Ele tem dado permissão para que aviões militares americanos sobrevoem a Rússia para ir ao Afeganistão. Ele coopera na P5+1 sobre o Irã (esforços diplomáticos de 5 países que são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU mais a Alemanha, sobre o Programa Nuclear Iraniano). Ele ajudou os EUA a livrar a Síria de armas químicas. Ele lança astronautas americanos em órbita, colabora na guerra contra o terrorismo e discorda dos americanos na questão da Crimeia e da Síria.
Mas o que é que está motivando os americanos que estão procurando todas as oportunidades para reiniciar a Guerra Fria?
Não seria um desejo desesperado de aparecer uma vez mais como um líder igual foi “Churchill”, uma vez mais como um herói, uma vez mais relevante, como eles mesmos se viam durante a Guerra Fria, que já terminou há muito tempo?
Quem é que está sendo o verdadeiro problema aí?
Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Is Putin worse than Stalin?
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27 de julho de 2014

“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes”, lamenta terrorista


“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes”, lamenta terrorista

Guerra em Israel provoca debate de judeus e cristãos sobre intervenção divina

Jarbas Aragão
Circula nas redes sociais uma imagem do jornal Jewish Telegraph com uma entrevista surpreendente. A manchete diz “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”.
Entre as centenas de compartilhamentos, muitos comentários mostram que existe ceticismo, afirmando que se trata de uma montagem e que o jornal sequer existe.
O Gospel Prime investigou e apresenta a tradução dessa matéria do jornal Jewish Telegraph, que embora de pequena circulação, existe sim. Trata-se de um periódico judeu produzido no Reino Unido. Alguns sites americanos e israelenses reproduziram a matéria, o que deu uma dimensão maior ao caso. A frase destacada na manchete teria vindo de um terrorista, mas ele não é identificado.
Veja abaixo a primeira parte da matéria.
“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”.
Por Barbara Ordman (nascida em Manchester, mas que vive em Ma’ale Adumim, na Cisjordânia)
Em outubro de 1956, o primeiro-ministro David Ben Gurion foi entrevistado pela rede CBS. Ele declarou: “Em Israel, para ser realista, você precisa acreditar em milagres.” Mas o Talmud Yerushalmi diz que, de modo algum devemos depender de milagres. Ensina ainda que não devemos fugir de nossas responsabilidades e apenas esperar por intervenção milagrosa do Sobrenatural.
Um dos terroristas de Gaza foi questionado por que não conseguiam usar seus foguetes de forma mais eficaz. “Nós apontamos para os alvos, mas o Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”
Amém! E quando o nosso Deus não está ocupado fazendo isso, nos deu o poder de criarmos alta tecnologia, para que nossa avançada tecnologicamente criasse o sistema de defesa Domo de Ferro, que ajuda a proteger nosso povo e nossas cidades.”
A jornalista que escreveu o artigo passa a narrar como ela escapou de um ataque de foguetes vindos de Gaza num abrigo construído no subsolo da casa onde ela mora com a família.
Chama a atenção o fato de o site das forças armadas de Israel trazer a afirmação que os ataques por terra do Hamas estão sendo impedidos através de uma “sucessão de milagres” e que “graças aos céus” um grande atentado terrorista perto do Kibbutz Sufa não pode acontecer por causa da “graça dos céus”.
Em diversos sites evangélicos de língua inglesa está sendo divulgado um vídeo do pastor Larry Randolph, com uma profecia trazida por ele dia 13 de março, meses antes do início do conflito. O pastor conta que estava orando por Israel quando viu uma nuvem de poeira sobre a nação tomar a forma de um guerreiro que ele entendeu ser o rei Davi. E uma voz vinda dos céus dizia que estava pronta para lutar e a segurança de Israel não seria comprometida.

Fonte: GospelPrime
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26 de julho de 2014

Hamas: A morte os assalte, e vivos desçam ao inferno; porque há maldade nas suas habitações e no seu meio


Hamas: A morte os assalte, e vivos desçam ao inferno; porque há maldade nas suas habitações e no seu meio

Danilo Fernandes
Comentário de Julio Severo: Quem não crê no sobrenatural de Deus não pode ser cristão. Tendo em vista seu histórico comprovado de defesa do esquerdismo e deboche com coisa séria e “brincadeiras” de mau gosto — sem mencionar os notórios palavrões e baixarias —, o artigo abaixo, de Danilo Fernandes é ou um sinal de um grande milagre ocorrendo, ou peça de uma grande farsa e cilada. Se é ou não brincadeira, não dá para saber. Seja como for, é um grande artigo, especialmente vindo de alguém que passou anos defendendo tão bem a esquerda e atacando os conservadores. Ele pode estar totalmente errado em muitas coisas, mas neste artigo ele está totalmente certo. Quem quer que estava orando por um milagre, isso pode ser resposta. Eis o artigo do (ex?) esquerdista Danilo Fernandes:
Os seus sepulcros se multiplicam e seus ossos secam entre os escombros. Perece a vossa esperança. Serão seus filhos vitimas dos seus líderes assassinos para sempre?
Os palestinos do Hamas são responsáveis por crimes contra a humanidade. Ninguém pode negar que cada um dos mísseis lançados pelos palestinos tem como alvo a população civil de Israel. Cada um deles, acerte ou não o seu alvo, mira sempre a população inocente, nunca alvos militares. Isto é um fato incontestável.
Já Israel, que tem o direito de defender os seus filhos, dispara os seus mísseis diretamente, e unicamente, contra os alvos militares de onde partiram os mísseis inimigos. Se há hospitais ou escolas ali, lamentavelmente, ainda assim, são alvos militares pois ali são praticados atos perfeitos de guerra contra Israel.
O exercito de Israel, contudo, antes de se defender avisa os civis palestinos acerca do que irá fazer, quando e onde irá fazer. Não há surpresa, ardil ou desonestidade nos ataques de Israel. Nunca se viu um exercito que agisse assim.
População inocente avisada, Israel inicia o avanço. Se o Hamas decide fazer os seus ataques a partir de hospitais e escolas e ainda obriga a população a não deixar a área-alvo a fim de usar seus próprios filhos como escudo humano, realmente, não há nada que se possa fazer a não ser orar a Deus que dê aos palestinos a coragem e meios para apear os seus líderes assassinos e indicar outros que estejam dispostos a viver em paz com seus vizinhos.
Lamentavelmente, esta é uma guerra de mídia e Israel já perdeu esta batalha. Faça o que fizer. Quanto mais mortes houverem, mais o Hamas ganhará apoio para a sua causa de ódio. 
O Hamas troca a vida de suas crianças por dinheiro e por ódio. O Hamas é vil e se esconde atrás das crianças de seu próprio povo covarde.
Veja AQUI este relatório da Global Humanitarian Assistence. Os dados disponíveis são de 2011. Reparem que Gaza e Cisjordania (West Bank) são o terceiro "destino" do mundo que mais recebeu ajuda humanitária neste ano. Mais do que o Haiti, por exemplo, em seu terrível terremoto no ano de 2010. Mais do que países africanos que passaram por genocídios, epidemias horripilantes e secas. Agora, considere que este valor cresce exponencialmente a cada ano a medida que o marketing do sangue faz o seu papel com a ajuda da mídia esquerdista, pródiga no endeusamento dos mais bárbaros facínoras.
E, então, considere mais o seguinte: Os recursos contabilizados no relatório não incluem o financiamento de guerra vindo dos países inimigos de Israel e nem a ajuda de países árabes e de seus habitantes endinheirados acostumados a arrecadar recursos para a Jihad de seu deus assassino.
Quanto vale a morte de algumas dezenas de palestinos expostos na midia mundial incansavelmente, usados como adubo na agenda anti-semita de vários países? Vale muito. Centenas de milhares de negros africanos, por exemplo, não valem a vida de um palestino que morreu porque o seu próprio governo usou  hospitais, escolas e mesquitas como base de mísseis para atacar outro pais. A vida dos cristãos no Iraque e na Síria não vale nada. A vida de ucranianos, curdos e bolivianos em São Paulo não vale nada. A vida dos miseráveis tutsis, dos somalis e dos maubere é irrelevante em seus milhões de mortos diante da meia dúzia de vitimas palestinas dos maldosos judeus. A vida das vitimas de qualquer outra etnia que não venda jornal e não importe aos donos dos petrodólares e aos rasputins das ditaduras de esquerda não vale nada. Absolutamente nada.
O Hamas não quer paz. O Hamas quer destruir Israel e se locupletar no dinheiro que foi dado para a caridade em favor de seu povo.
 O Brasil em 2012 respondeu por 11% dos homicídios do mundo. Veja bem, 11% dos assassinos DO MUNDO estão no Brasil e o que fazem os comunistas e petistas? Se preocupam com a vida dos palestinos. Vão se lascar! Mais brasileiros são assassinados em DOIS DIAS por aqui do que morreram palestinos em todo este ano vitimados por conflito com Israel.  É muita hipocrisia e safadeza destes esquerdistas do PT.
Se todos estes recursos de ajuda humanitária e, ao menos, seis vezes mais vindos de países inimigos de Israel, atualmente usados para comprar armas, fosse empregado em prol do povo de Gaza, os palestinos viveriam muito bem. Um território mínimo, a maior rede de hospitais e escolas operadas pela ONU, sem a necessidade de um exercito regular, empregos em Israel, muita verba humanitária disponível e um exercito de homens e mulheres ali servindo para ajudar aquela população a construir a sua nova nação. Mas, não! O ódio e a cobiça falam mais alto. Fica evidente que os palestinos odeiam mais a Israel do que são capazes de amar os seus próprios filhos.
Enquanto isto, os filhos dos manda-chuvas do Hamas não estão nas escolas usadas como silos de mísseis. Estão no Qatar, Dubai e Paris, vivendo como nababos. O povo palestino paga o preço das escolhas que fez ao eleger os seus próprios carrascos. E eles se ajuntam contra a alma do justo, e condenam o sangue do inocente.
 Khaled Mashal (líder político do Hamas) está recisando de uma ajudinha para terminar seu projeto de 4 torres de luxo + um shopping com 10.000 m2 em Doha no Qatar. O Ismail Hanyia (na foto, líder do Hamas na Faixa da Gaza) também precisa de uma ajudinha financeira para enviar pros seus filhos que estudam no exterior. Ele gastou muito nos ultimos anos comprando casas para cada um dos seus 13 filhos. Esses são os líderes que pedem para o Povo Palestino não sairem das suas casa na hora do ataque. Esses são os líderes que criam homens bombas, que pedem para o Povo Palestino morrer em nome da causa. Créditos Itay Malo
Todos choram a morte das crianças inocentes da palestina. Os seus pais, os seus parentes, a sua etnia, a opinião publica mundial, eu, você e até o soldado de Israel que tem o dever de disparar o míssil. Só os líderes palestinos não choram estas mortes.
A morte de tantos inocentes não me comove? Claro que comove. E me atormenta. Talvez por isto, eu escreva assim. Eu estou irado. Consumido de ira contra as mentes geradas nas madrassas, que são estas pocilgas onde se aprende o ABC de ódio de um falso deus. Contudo, não é em mim e nem em você que estes sacrifícios de inocentes deveriam doer mais, mas em seus pais, seus parentes, seu povo, seus governantes. São estes que podem (e devem) dar um basta nisto tudo. 
Os ossos se acumulam, mas ainda há esperança de que o povo palestino escolha outro destino e extermine o Hamas.
E sobre todas as coisas, Israel tem o direito de se defender.
Avante Israel. Liquide de vez esta fatura!
Fonte: Genizah
Divulgação: www.juliosevero.com
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25 de julho de 2014

Dilma cria “comitê evangélico” para campanha presidencial


Dilma cria “comitê evangélico” para campanha presidencial

Mesmo quebrando promessas de 2010, PT repete estratégia

Jarbas Aragão
Comentário de Julio Severo: Preciso, por justiça, fazer uma pequena correção no texto do jornalista do GospelPrime. Na eleição de 2010, a CNBB não teve papel contrário à plataforma pró-aborto do PT. Poucos foram os líderes católicos que denunciaram o PT. Entre eles, os mais destacados são o falecido Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, da diocese de Guarulhos, e o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz. Por sua coragem, Dom Bergonzini foi muito criticado por outros bispos da CNBB, e a carta dele que incentivava as pessoas a votar contra o PT foi removida do site da CNBB durante a campanha eleitoral. Dom Bergonzini, que era uma “ovelha negra” na CNBB, foi um exemplo de luta pró-vida e quem não conhece a história pode confundir seus atos de bravura como se fossem atos da própria CNBB, que é considerada a fundadora do PT. Mas não há o que confundir: Dom Bergonzini estava numa direção e a CNBB estava e continua em outra.
Em 2010 muitos analistas políticos indicaram que a polarização do debate de questões como aborto e casamento gay é que levaram a disputa para o segundo turno. Um dos maiores motivos para isso foi a manifestação pública da CNBB contra as propostas do PT e um grupo de evangélicos, com destaque para Silas Malafaia, que acusava a candidata Dilma de ser favorável a essas questões.
Quatro anos atrás, o comitê de Dilma costurou alianças com vários partidos cuja liderança tinham representatividade junto aos evangélicos. Tempos depois, muitos romperiam com o PT, alegando terem sido traídos. Em especial, o Partido Social Cristão (PSC), por conta da perseguição política contra o deputado pastor Marco Feliciano.
Com os números das pesquisas mostrando um possível segundo turno, a campanha de Dilma procurou criar um “comitê evangélico”, de representatividade questionável. Segundo o jornal O Globo, os nove partidos que lutam pela reeleição da presidente escolheram para fazer parte dos interlocutores com as igrejas evangélicas Marcos Pereira, presidente do PRB, Gilberto Kassab, do PSD, e Eurípedes Júnior do PROS.
Além destes, estavam presentes Aloísio Mercadante, Rui Falcão e Berzoini (PT), Michel Temer (PMDB), Carlos Lupi (PDT), Ciro Nogueira (PP), Luciano Castro (PR) e Renato Rabelo (PCdoB).
O processo teve início quando Pereira, do PRB, partido ligado à IURD, reclamou com Dilma que existe grande resistência dos fiéis à reeleição de Dilma justamente por que o governo petista quebrou sua promessa e de forma extra-oficial tornou legal tanto a união civil de homossexuais quanto o aborto.  A presidente vem se justificando que não mudou nenhuma lei com relação aos temas. Agora, além da criação do comitê ela quer se reunir com pastores para esclarecer o caso.
Quando surgiu o Partido da República e Ordem Social (PROS), seus líderes s anunciaram que não fariam parte da bancada evangélica. Contudo, se posicionaria favorável aos “temas evangélicos”, incluindo aborto, eutanásia e a homofobia.
Mas até agora a sigla não mostrou ter influência sobre os evangélicos de modo geral. Já o PRB, cujo principal expoente é Marcelo Crivella, tem apelo apenas junto aos fieis da Igreja Universal. Cerca de um ano atrás, Crivella intermediou um encontro de Dilma com cantoras evangélicas.  A decisão foi classificada como “engodo” pelo deputado Marco Feliciano, que acusou Dilma de não ter recebido pastores porque sabia que haveria uma conversa séria, com reivindicações.
O jornalista Julio Severo, colunista do portal Gospel Prime, denunciou recentemente que Gilberto de Carvalho, Secretário-Geral da Presidência, segundo homem mais forte do PT é responsável por “um projeto perigoso que visa transformar o Brasil numa Venezuela ou União Soviética”. Pois ele tem atraído para a defesa de seu partido teólogos como Ariovaldo Ramos e Alexandre Brasil, que inclusive recebe salário de R$ 15 mil do governo petista.
Em 2012 Carvalho anunciou em um encontro do partido que era preciso combater as igrejas evangélicas.  Na época, o Senador Magno Malta (PR), da Frente Parlamentar evangélica, chamou Carvalho de “safado” e “mentiroso”.  Embora o líder do partido de Malta estivesse nesse encontro com Dilma que busca aproximação com evangélicos, ele já anunciou que não apoiará a reeleição, fazendo campanha para o pastor Everaldo, do PSC.
Por ser pastor, Everaldo é considerado por muitos o único que representa o interesse dos evangélicos e tem conquistado o apoio de vários líderes com representatividade entre os evangélicos, como Silas Malafaia.
Fonte: GospelPrime
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Senador Magno Malta critica pastores que assinaram manifesto apoiando decreto ditatorial de Dilma Rousseff

24 de julho de 2014

Brasil está se preparando para romper relações com Israel?


Brasil está se preparando para romper relações com Israel?

Israel critica governo do Brasil chamando-o de “anão diplomático” por convocar seu embaixador para protestar contra operação israelense antiterrorismo

Jerusalem Post e Julio Severo
O governou socialista do Brasil nesta quinta-feira convocou seu embaixador em Israel para consultas em protesto contra a operação da IDF (Força de Defesa de Israel) contra o grupo terrorista islâmico Hamas na Faixa de Gaza.
Uma declaração emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil disse que o Brasil considera a “escalada de violência entre Israel e Palestina” como inaceitável. “Nós condenamos fortemente o uso desproporcionado de força por parte de Israel na Faixa de Gaza.”
O Ministério das Relações Exteriores de Israel imediatamente reagiu à atitude do governo brasileiro.
“Esta é uma prova lamentável do motivo por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático,” disse Yigal Palmor, porta-voz do Ministério do Exterior de Israel.
Palmor acrescentou: “O relativismo moral por trás dessa atitude faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, um país que cria problemas em vez de contribuir para soluções.” 
Durante a Operação Chumbo Fundido em 2008-2009, o governo socialista da Bolívia convocou seu embaixador para consultas, que foi um prelúdio para o posterior rompimento de relações diplomáticas.
O Brasil também está se preparando para romper suas relações com Israel?
O Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israel contra terroristas islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Uma autoridade israelense disse que o representante do Brasil no conselho tratou Israel de forma particularmente “má” ao dar um discurso no conselho.
Como cidadão brasileiro, peço perdão pelo modo maligno com que Israel foi tratado pelo governo socialista brasileiro na ONU.
Em sua inimizade ideológica para com Israel, o governo brasileiro não representa a mim nem a milhões de cristãos que apoiam Israel.
A diplomacia brasileira tem sido pior que um anão. Tem sido um desastre. O governo socialista da Venezuela vem massacrando seus próprios estudantes, que protestam contra os abusos de direitos humanos, e o governo brasileiro tem de forma burra ficado do lado do governo, não do povo, da Venezuela.
Se o Brasil quer usar sua posição na ONU para ser “mau” com uma nação, deveria escolher a Venezuela, a China ou Cuba, não Israel.
Se o Brasil romper suas relações com Israel, eu e minha família renunciaremos à nossa cidadania brasileira.
Com informações do Jerusalem Post.
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