2 de abril de 2020

Pastor da Assembleia de Deus morre uma semana depois de adoecer com COVID-19


Pastor da Assembleia de Deus morre uma semana depois de adoecer com COVID-19

Jenny Rose Spaudo   
Um pastor da Assembleia de Deus morreu uma semana depois de testar positivo para o COVID-19.
O pastor Angel Escamilla, da Igreja do Calvário de Naperville, em Naperville, Illinois, EUA, foi hospitalizado por pneumonia, anunciou a igreja segunda-feira.
“Entristece-me coração dizer que o pastor Angel Escamilla faleceu,” diz o pastor principal Marty Sloan na página da igreja no Facebook. “Sei que oramos por sua cura terrena na esperança de que ele permanecesse conosco. Nossas orações não foram em vão, pois voltaram nossos corações à esperança que depositamos no céu. Pessoalmente, eu via o pastor Angel como um homem de forte fé no Senhor, um homem na Palavra e um homem de GRANDE oração! Se alguém alguma vez falou aos céus em oração, foi o pastor Angel. Sentiremos falta dele para sempre em nossa equipe e na família da igreja.”
A igreja diz que Escamilla deu positivo na terça-feira, 24 de março. A igreja disse a seus seguidores que ele estava “gravemente doente, e estamos pedindo a Deus que faça um milagre em seu corpo.”
Escamilla foi pastor da Igreja Calvário, a divisão hispânica da igreja. De acordo com o site da igreja, ele esteve no ministério por mais de 40 anos. Ele e sua esposa, com a qual ele estava casaddo havia mais de 40 anos, tiveram dois filhos e 10 netos.
“Sou apaixonado por viver a vida sem lamentos ou medo, cumprindo o desejo de Deus para minha vida e vendo todos os meus netos no ministério,” disse ele.
Por favor, ore pela família Escamilla e pela Igreja do Calvário de Naperville, enquanto eles sofrem a perda do pastor Angel Escamilla.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: AG Pastor Dies a Week After Falling Ill With COVID-19
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1 de abril de 2020

Governo Trump projeta 100 mil a 240 mil mortes por COVID-19 nos EUA


Governo Trump projeta 100 mil a 240 mil mortes por COVID-19 nos EUA

Aamer Madhani, Kevin Freking e Ricardo Alonso-Zaldivar
WASHINGTON, EUA (Associated Press) — O presidente Donald Trump alertou na terça-feira os americanos a se prepararem para um “inferno de duas semanas ruins” pela frente, enquanto a Casa Branca projetou que poderá haver de 100.000 a 240.000 mortes nos EUA devido à pandemia do coronavírus, mesmo que as atuais normas sociais de distanciamento sejam mantidas.
As autoridades de saúde pública enfatizaram que o número poderia ser menor se as pessoas em todo o país insistissem em manter distância entre si.
“Nós realmente acreditamos que podemos fazer muito melhor do que isso,” disse Deborah Birx, coordenadora da força-tarefa de coronavírus da Casa Branca. Isso exigiria que todos os americanos levem a sério seu papel na prevenção da propagação de doenças, disse ela.
Trump chamou os esforços americanos para retardar a disseminação do coronavírus “uma questão de vida e morte” e exortou o público a prestar atenção às normas de seu governo. Ele previu que os EUA logo verão uma “luz no fim do túnel” na pandemia que matou mais de 3.500 americanos e infectou 170.000 mais.
“Quero que todo americano esteja preparado para os dias difíceis que estão pela frente,” disse Trump.
“Esta será uma das duas ou três semanas mais difíceis que já tivemos em nosso país,” acrescentou Trump. “Vamos perder milhares de pessoas.”
O Dr. Anthony Fauci, o principal especialista em doenças infecciosas do governo, disse que os números são “preocupantes” e pediu aos americanos que “pisem no acelerador” com seus esforços coletivos de mitigação.
“Continuamos vendo as coisas melhorarem,” disse Fauci. “Não podemos desanimar com isso porque a mitigação está realmente funcionando e funcionará.”
Birx disse que as previsões de pandemia inicialmente previam de 1,5 a 2,2 milhões de mortes nos EUA. Mas esse foi o pior cenário, sem esforços para retardar a propagação do coronavírus por meio do distanciamento social.
Birx disse que os estados ainda não viram um aumento nos casos enquanto Nova Iorque pôde tomar medidas para achatar a curva do aumento de hospitalizações e mortes.
Quanto à projeção de 100.000 a 240.000 mortes, Fauci, dos Institutos Nacionais de Saúde, disse: “Não aceitamos esse número, mas é isso que vai ser… Queremos fazer muito melhor que isso.”
Não é apenas o distanciamento social que pode fazer a diferença, mas também os esforços frenéticos dos hospitais de todo o país para se preparar para uma invasão de pacientes gravemente enfermos. Quanto mais preparados os hospitais estiverem, maiores as chances de vidas serem salvas.
Há também um curinga no que diz respeito ao tratamento: se a combinação de drogas que Trump divulgou — um remédio para malária e um antibiótico — fará realmente a diferença. Essa combinação já está sendo usada em milhares de pacientes, e Fauci disse que gostaria de ver um teste rigoroso de sua eficácia.
Os comentários de Trump vieram depois que ele anunciou no domingo que estenderia até 30 de abril as normas de distanciamento social que exortavam os americanos a cessar grandes reuniões, trabalhar em casa, suspender o aprendizado nas escolas e mais em uma campanha nacional para conter a propagação do vírus.
Foi uma reversão abrupta para Trump, que passou boa parte da semana passada mirando em 12 de abril como o dia em que ele queria ver os americanos “enchendo os bancos” das igrejas para os cultos do domingo de Páscoa.
Trump chamou os dados de “muito preocupantes,” dizendo que entendia que as 100.000 mortes eram um mínimo que seria difícil de evitar. Ele também procurou reescrever sua minimização do surto, dizendo que rejeitava aqueles que comparavam o novo coronavírus à gripe — quando na verdade ele fez isso várias vezes publicamente.
“Isso poderá ser um inferno de duas semanas,” disse Trump. Ele acrescentou: “Você sabe que 100.000 é, de acordo com a modelagem, um número muito baixo. Aliás, quando vi esse número pela primeira vez… eles disseram que era improvável que eu fosse capaz de alcançar isso. Temos de ver, mas acho que estamos fazendo melhor do que isso.”
Trump minimizou as preocupações de Andrew Cuomo, de Nova Iorque, e de outros governadores, de que os hospitais de seus estados não têm respiradores suficientes para tratar um antecipado aumento explosivo de pacientes. Trump disse que o governo federal tem atualmente um estoque de 10.000 respiradores que planeja distribuir conforme necessário.
“Agora, quando o aumento ocorrer, se ocorrer de maneira uniforme, poderemos distribuí-los rapidamente antes que eles precisem,” disse Trump. “Mas queremos ter uma reserva agora. É como ter reservas de petróleo.”
Birx disse que as experiências do estado de Washington e da Califórnia lhe dão esperança de que outros estados possam manter o coronavírus sob controle através do distanciamento social. Isso ocorreu porque eles agiram rapidamente para conter os primeiros focos de coronavírus, fechando escolas, exortando as pessoas a trabalhar em casa, proibindo grandes reuniões e adotando outras medidas agora familiares à maioria dos americanos, comentou ela.
“Estou tranqüilo ao olhar para a linha de Seattle,” acrescentou ela. “Os estados da Califórnia e Washington reagiram muito cedo a isso.” Muitos outros estados e governos locais já têm controles rígidos sobre mobilidade e reuniões.
Trump disse que também pedirá ao governador da Flórida, Ron DeSantis, que permita a atracação de dois navios de cruzeiro com passageiros que tiveram contato com pacientes que sofrem do COVID-19. Os passageiros estão ansiosos para desembarcar quando chegarem à Flórida, mas DeSantis disse que os recursos de saúde do estado já estão muito escassos para suportar o número de casos de coronavírus de um navio.
“Eles estão morrendo no navio,” disse Trump. “Farei o que é certo, não apenas por nós, mas para a humanidade.”
Trump falou depois de outro dia preocupante para o mercado de ações, que está em queda livre, com o cononavírus praticamente paralisando a economia dos EUA e deixando milhões de desempregados. O Índice Dow Jones caiu mais de 400 pontos, ou aproximadamente 1,9%, para fechar o pior final do primeiro trimestre de seus 135 anos de história.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Associated Press: White House projects 100K to 240K US deaths from virus
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30 de março de 2020

Coronavírus é o dedo de Deus


Coronavírus é o dedo de Deus

Bryan Fischer
De 1865 a 1867, a Inglaterra experimentou uma praga de um vírus mortal entre seus animais, uma epidemia que exterminou milhares e milhares do gado daquela nação. Os efeitos dessa praga foram sentidos em todos os lares, entre ricos e pobres igualmente, à medida que os suprimentos de carne, queijo, leite e manteiga se esgotaram. Consumiu as riquezas da nação. O bispo J.C. Ryle disse que era “como se o ouro e a prata fossem arrancados de nós e jogados ao mar.” Havia, ele diz, uma “maldição de desproteção” sobre a terra.
Ryle escreveu um panfleto amplamente divulgado na época, e adaptei seus pensamentos para este artigo em conexão com a pandemia do coronavírus que está devastando nossa economia, paralisando-nos de medo, isolando-nos de nossos amigos e nos aprisionando em nossas próprias casas. Embora o vírus deva ser levado a sério, é provável que o pânico e a histeria acabem causando mais danos à nossa economia do que o próprio vírus.
Como devemos, como homens e mulheres cristãos, encarar essa pandemia? Os políticos, é claro, devem lidar com a política e nossos profissionais médicos e cientistas devem lidar com as teorias de ajuda e prevenção terapêuticas. Mas, como povo de Deus, devemos elevar nosso olhar mais alto que o deles e procurar discernir os propósitos de Deus em tudo isso.
Antes de tudo, cabe a nós reconhecer que essa pandemia vem das mãos de Deus. Foi ele quem enviou essa praga sobre nós. Como os bruxos do Faraó disseram diante de uma infestação global de mosquitos: “Esse é o dedo de Deus” (Êxodo 8:19). Se os ocultistas pagãos puderam imaginar a causa, deveríamos ser capazes também de imaginar.
Ele é soberano sobre tudo o que acontece no céu ou na terra. Sua sabedoria, poder e propósito direcionam providencialmente tudo o que acontece na terra. Para nós, como crentes, não aceitarmos isso é loucura teológica. Devemos admitir que o coronavírus é o dedo de Deus.
Uma grande crise ou catástrofe após outra registrada na Bíblia é atribuída ao controle de Deus. Deus foi quem enviou o dilúvio ao mundo nos dias de Noé (Gênesis 6:17), a fome nos dias de José (Gênesis 41:25), as pragas na terra do Egito (Êxodo 7:5, 9:3), os tumores nos filisteus depois de terem capturado a arca (1 Samuel 5:7, 6:3), a peste que afligiu Israel nos dias de Davi (2 Samuel 24:15), a fome no dias de Eliseu (2 Reis 8:1), e o grande vento e a forte tempestade nos dias de Jonas (Jonas 1:4).
Deus, como Benjamin Franklin comentou, “ainda governa nos assuntos dos homens” e usa desastres naturais, guerras e doenças como instrumentos de sua vontade divina. “O desastre chega a uma cidade, a menos que o Senhor o tenha feito?” (Amós 3:6). O coronavírus é obra do Senhor. Pode ser que a natureza esteja louca, mas não é só isso. É, na verdade, o dedo de Deus.
Se Deus criou o mundo, não é absurdo imaginar que ele também o governa. Se ele o formou, não é absurdo imaginar que ele também o administre. Assim como um pai firme e amoroso mostra seu maior amor, corrigindo seus filhos para protegê-los de si mesmos e de sua própria loucura, Deus também acha necessário, ocasionalmente, disciplinar aqueles que suas mãos criaram. A dor é sua ferramenta de disciplina. Ele usa até coisas más para realizar sua vontade soberana. “Devemos receber o bem de Deus e não receberemos o mal?” (Jó 2:10).
Os fundadores dos EUA sabiam que os homens deverão estar na presença de Deus como indivíduos no dia do julgamento, para responder pelo que fizeram em seus corpos terrenos. Mas as nações não são assim. As nações não são eternas e devem receber sua recompensa e seu julgamento dentro das fronteiras da história.
O coronavírus é o dedo de Deus, o castigo de Deus em uma nação rebelde, insubordinada, desobediente e teimosa. É seu julgamento sobre os EUA pelos seus pecados nacionais. “Os olhos do Senhor Deus estão sobre o reino pecaminoso, e eu o destruirei da superfície da terra” (Amós 9: 8).
Os pecados nacionais dos EUA são muitos. O primeiro e principal pecado nacional dos EUA é o aborto. O sangue de 63 milhões de inocentes massacrados mancha as mãos dos americanos e clama a Deus desde a terra. O que Thomas Jefferson disse sobre a escravidão hoje pode ser corretamente dito sobre o aborto. “Tremo pelo meu país quando reflito que Deus é justo, que sua justiça não pode dormir para sempre.”
O segundo pecado nacional dos EUA é a homossexualidade. Os EUA normalizaram, abraçaram e sancionaram o comportamento que é uma abominação aos olhos de Deus. De acordo com Paulo em Romanos 1, é “vergonhoso, desonroso” e “contrário à natureza.” É o pecado que fez com que Sodoma e Gomorra fossem consumidas pela ira de Deus.
O terceiro é a cobiça, um desejo insaciável e ganancioso de riqueza que os outros têm. Os americanos buscam cegamente a riqueza como se fosse o segredo da felicidade e reclamam quando o governo dos EUA não lhes dá mais dinheiro de outras pessoas. “Ninguém engane você com palavras vazias, porque por causa disso a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência” (Efésios 5:6).
O quarto pecado nacional é a imoralidade sexual desenfreada. Os EUA estão inundados de pecados de promiscuidade, adultério, prostituição e pornografia. Os EUA estão nadando em um pântano de devassidão e estão atormentados por doenças sexualmente transmissíveis numa escala quase incalculável, porque ignoraram flagrantemente a verdade de que “a vontade de Deus é… que você se abstenha da imoralidade sexual” (1 Tessalonicenses 4:3) .
O quinto pecado nacional dos EUA é o abuso de drogas e álcool, alguns deles até legais. Os EUA têm insistido obstinadamente em desafiar a ordem de Deus de “não embriagar-se de vinho, que é devassidão” (Efésios 5:18). Em vez de permitir que o Espírito de Deus nos controle, permitimos que outras coisas nos controlem.
O sexto pecado nacional dos EUA é rejeitar a autoridade da Palavra de Deus. Os EUA não apenas rejeitaram a Palavra de Deus, como a ridicularizam e a todos que acreditam nela. No entanto, o julgamento chega a qualquer nação que rejeite a Palavra de Deus revelada. Zacarias diz: “Eles fizeram seus corações como pederneira, para que não ouvissem as palavras do Senhor dos Exércitos. Por isso veio grande ira do Senhor dos exércitos” (Zacarias 7:12).
O sétimo pecado nacional dos EUA é abandonar o próprio Deus. Os EUA abandonaram o Deus que os criou e os sustenta e lhes deu essa terra rica e abundante. “Tu me abandonaste, declara o Senhor, e continuas retrocedendo, por isso estendi a minha mão contra ti e destruí-te” (Jeremias 15: 6).
Então, o que devemos fazer? Devemos nos humilhar debaixo da poderosa mão de Deus e reconhecer que somos uma nação orgulhosa e arrogante, cega a nossos muitos pecados.
Cada um de nós deve se examinar e se recusar a continuar com o que sabemos ser um comportamento pecaminoso. Os pecados de uma nação consistem nos pecados de muitas pessoas. Se cada um de nós consertar nossos caminhos, se varrermos a frente de nossa própria porta, poderemos fazer nossa parte para reduzir o peso do pecado que nossa nação carrega diante de Deus.
E enquanto os políticos, cientistas e profissionais médicos dos EUA trabalham para eliminar esse contágio, podemos e devemos clamar a Deus com um só coração e uma só voz para remover esse julgamento da terra. Os homens de Nínive se humilharam, confessaram seus pecados e clamaram a Deus. Ele ouviu e perdoou. “Invoca-me,” diz o Senhor, “em tempos de angústia, e eu te livrarei” (Salmo 50:15).
“Deus Todo-Poderoso, que ordena todas as coisas no céu e na terra, e em cuja mão está a vida de homens e animais, tem misericórdia de nós, pecadores miseráveis, que agora são visitados com grande doença e mortalidade. Não temos nada a dizer por nós mesmos. Humildemente confessamos que merecemos teu castigo por causa dos nossos muitos pecados nacionais. Mas poupa-nos, Senhor, de acordo com tua abundante misericórdia. Pedimos que tu não lides conosco de acordo com nossos pecados. Retira essa praga de nós e restaura a saúde de nossos corpos e de nossa nação. Acima de tudo, leva todos nós ao verdadeiro arrependimento e aumenta a verdadeira adoração a ti no país. Pedimos tudo isso em nome e através da mediação de Jesus Cristo, nosso Senhor, a quem, contigo e o Espírito Santo, seja toda honra e glória. Amém.” (Adaptado da oração do bispo Ryle.)
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Associação da Família Americana: Coronavirus Is the Finger of God
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29 de março de 2020

43 pessoas adoeceram em igreja pentecostal depois de culto de avivamento, 10 testaram positivo para coronavírus


43 pessoas adoeceram em igreja pentecostal depois de culto de avivamento, 10 testaram positivo para coronavírus

Leonardo Blair, jornalista do Christian Post
Vários membros de uma igreja pentecostal de Illinois, EUA, estão hospitalizados ou em quarentena doméstica, depois que pelo menos 43 congregantes adoeceram depois de um culto de avivamento dois domingos atrás, e pelo menos 10 deles testaram positivo para o novo coronavírus.
Igreja A Vida de Glenview
Em uma postagem no Facebook na quarta-feira à noite, Layna LoCascio, esposa do pastor Anthony LoCascio, que lidera a Igreja A Vida de Glenview, disse que pelo menos 43 das aproximadamente 80 pessoas que estiveram num culto em 15 de março em sua igreja ficaram doentes e todos os que fizeram teste para o novo coronavírus deram positivo para o vírus que já matou mais de 1.470 e infectou mais de 97.000 pessoas nos Estados Unidos.
“Temos 43 infectados (no mínimo) em nossa igreja ou ligados à nossa igreja desde nosso último culto em 15 de março. Todos eles não foram testados, mas quem faz o teste acaba dando positivo, e todos temos os mesmos sintomas. Simplesmente não é fácil. Especialmente não é fácil quando você é líder e pastor de uma igreja preciosa e todos nós fomos infectados juntos,” escreveu ela.
Os líderes da igreja disseram que o culto foi realizado dias antes da ordem do govenador para ficar em casa. No entanto, foi depois que as autoridades pediram que grandes eventos públicos fossem reduzidos a 1.000 pessoas e que os privados tivessem no máximo 250 participantes, noticiou o jornal Chicago Tribune.
O pastor LoCascio disse ao jornal Daily Herald que ele havia pensado em cancelar o culto inicialmente, mas pelo fato de que o número de casos confirmados de coronavírus em sua área era baixo, ele decidiu contra, principalmente porque eles tinham um pregador convidado vindo e haviam promovido evento por um tempo.
“Tinhamos um pregador convidado. Estávamos promovendo o evento,” afirmou ele. “Fizemos o anúncio: ‘Se você estiver doente, fique em casa.’ Nós não sabíamos que [isso iria acontecer]. Ninguém sabia.”
A decisão de não cancelar causou muita sofrimento a muitos, inclusive o pastor LoCascio, o evangelista convidado Eli Hernandez, bem como um membro da igreja que está lutando contra o câncer.
“Um das principais colunas de nossa igreja, que tem câncer, está no hospital com pneumonia, infecção no sangue e câncer de pâncreas e Covid19. Ele não está nada bem. Ele está na UTI e em um respirador. Meu marido está chateado com isso! Muito chateado! Ele também está muito doente,” escreveu Layna LoCascio.
“Já fazem 11 dias seguidos que ele tem febre e está doente. Ele ainda está com febre e agora tosse, mas consegue andar, conversar e comer pelo menos. (Ficou tão ruim que ele me pediu para verificar seu seguro de vida, pobrezinho.) Sem as orações de pessoas preciosas de todo o país orando, poderíamos ter tido um cenário diferente,” disse ela, pedindo orações contínuas.
Layna LoCascio disse que ela, seu marido e o evangelista visitante haviam acabado de participar de uma conferência de pastores na área metropolitana de Chicago, onde os casos de coronavírus estavam explodindo, apenas alguns dias antes do culto de avivamento em 15 de março e eles podem ter sido infectado lá.
“Se fosse apenas a nossa família, seria muito mais fácil lidar com isso, mas quando afetou tanta gente em nossa igreja, é muito difícil… Mal sabíamos todos nós (líderes de nossa igreja, meu marido, eu e o irmão Hernández e sua família), mal sabíamos que provavelmente estávamos infectados com o Covid19,” disse ela.
Eles estavam ansiosos pelo culto especial porque era a última reunião deles antes do isolamento entrar em vigor, disse ela.
“Convidamos muitos convidados e membros. Todos sabíamos que era o último culto antes do isolamento. Tantas coisas bonitas aconteceram! As pessoas se encheram do Espírito Santo e até tivemos milagres. Ele até pregou sobre fé! (Irmão Hernandez.) Mas agora… agora ele está no hospital com pneumonia e sob sedação, não está nada bem. O que posso dizer? Desisto da minha fé? Eu olho diretamente nos olhos do que parece ser a situação mais temida que poderia vir disso?” ela perguntou.
“Minha doce e preciosa mãe (e provavelmente meu pai também) acabou sendo infectada e agora mamãe está em casa com uma tosse forte e de cama. Eu poderia sentar-me, ME AFLIGIR e me PREOCUPAR (e acredite, já fiz minha parte justa), e poderia deixar meu espírito dentro de mim MORRER, OUUUU eu poderia simplesmente escolher dizer: ‘EU CONHEÇO MEU DEUS!!!!’ E meu Deus diz ‘Eu estarei com VOCÊ’!!!
Ela continuou: “Meu Deus é MAIS do que suficiente para suprir todas as minhas necessidades, todas as NOSSAS necessidades! Mesmo que ele esteja tão SILENCIOSO quanto pode ser agora, SEI que já ouvi a voz dele antes e sei que ouvirei a voz dele DEPOIS!!! Ele nos disse!!! ELE NOS DISSE QUE ESTÁVAMOS INDO PARA O OUTRO LADO!!!! Eu não me importo com a intensidade da tempestade neste ‘mar da Galiléia.’ Ele PROMETEU à minha igreja um dinâmico reavivamento dos últimos tempos! Ele nos prometeu que seríamos um lugar de cura! Não vou me CURVAR! NÃO VOU ME CURVAR DIANTE DO MEDO!”
Layna LoCascio também postou um vídeo na página da igreja no Facebook, explicando que ela está tratando o marido com alho.
A Organização Mundial da Saúde diz que, embora o alho seja um alimento natural e possa ter “algumas propriedades antimicrobianas,” não existe “evidências a partir do surto atual de que comer alho tenha protegido as pessoas do novo coronavírus.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Christian Post: 43 people fall ill at Pentecostal church after revival, 10 test positive for coronavirus
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28 de março de 2020

Pastor evangélico que disse que a pandemia do coronavírus é “histeria em massa” morreu do vírus depois de viagem ministerial


Pastor evangélico que disse que a pandemia do coronavírus é “histeria em massa” morreu do vírus depois de viagem ministerial

Julio Severo
Um pastor evangélico, que compartilhou alegações de que o coronavírus é uma “histeria em massa,” está entre as primeiras pessoas que morreram devido ao vírus na Carolina do Norte, terra de Billy Graham.
Pastor Landon Spradlin e sua esposa
Landon Spradlin, de 66 anos, de Gretna, na Virgínia, adoeceu com o novo coronavírus, ou COVID-19, em uma viagem a Nova Orleans e morreu em 25 de março de 2020 em um hospital em Concord, Carolina do Norte. A morte de Spradlin, um músico talentoso e pastor, viralizou na internet, em parte porque ele questionou se a cobertura midiática da doença era exagerada.
Ao voltar de Nova Orleans, Spradlin, que havia pastoreado em várias igrejas diferentes ao longo dos anos, começou a se sentir muito pior. Ele e sua esposa, Jean Spradlin, pararam em Concord, onde ele foi internado em um hospital e diagnosticado com pneumonia. Ele acabou sendo colocado em um respirador, pois sua condição piorou antes de morrer.
Em 13 de março, o pastor compartilhou online um meme sugerindo que as mortes por coronavírus eram comparáveis às da gripe suína.
O post comparava a “histeria em massa” em torno do número de mortes por coronavírus nos EUA enquanto Donald Trump é presidente em comparação com as mortes por H1N1 no governo de Barack Obama.
Na seção de comentários abaixo do post de 13 de março, Spradlin escreveu que, embora ele soubesse que o COVID-19 é real, o "verdadeiro problema" é “a mídia está bombeando medo e fazendo mais mal do que bem. O coronavírus é algo que vem e vai.”
Embora você deva orar pelo consolo de Deus visitando a família de Spradlin, o caso dele mostra que, mesmo quando você tem fé, você nunca deve diminuir a realidade e a crueldade das doenças. Você deve encarar essa realidade com fé e cautela.
Durante um surto de peste bubônica, o teólogo do século 16 Martinho Lutero disse em uma carta intitulada “Se alguém pode fugir de uma praga mortal”:
Você deve pensar assim: “Pois bem, por decreto de Deus, o inimigo nos envia veneno e lixo mortal. Portanto, orarei a Deus pedindo misericordiosamente que nos proteja. Então vou fumigar a casa, ajudar a purificar o ar, administrar remédios e tomá-los. Devo evitar lugares e pessoas onde minha presença não é necessária para não ser contaminado e, assim, porventura infectar e contaminar outros, e assim causar sua morte como resultado de minha negligência. Se Deus quiser me levar, ele certamente me encontrará e eu fiz o que ele esperava de mim e, portanto, não sou responsável pela minha própria morte ou pela morte de outros. Se meu vizinho precisar de mim, porém, não evitarei lugar ou pessoa, mas irei livremente.”
Lutero encarou o perigo e a realidade de uma doença mortal com fé e coragem. Assim devemos também agir.
Com informações da Newsweek, Patch, Daily Mail e Rede de Televisão Cristã dos EUA.
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26 de março de 2020

Tempo de pandemia do coronavírus é tempo de oração


Tempo de pandemia do coronavírus é tempo de oração

Julio Severo
Tempo de crise é tempo de oração. Não adianta achar que o coronavírus, o vírus que causa a doença de COVID-19, não é uma crise ou, pior, que é apenas uma “gripezinha,” “resfriadinho” e “fantasia,” conforme disse o Presidente Jair Bolsonaro. Se fosse só isso, os EUA, a maior potência do mundo, não teriam orientado seus cidadãos no mundo inteiro a voltar para casa imediatamente.
Alguns preferem se consolar que tudo não passa de uma conspiração globalista — um pensamento tolo, pois a pandemia está destroçando o principal plano globalista, que é fronteiras abertas. Para desespero dos globalistas, EUA e Europa fecharam suas fronteiras.
Outros se consolam que é uma conspiração da Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas no início da crise, a OMS, que estava sob intensa pressão da China, não queria de forma alguma classificar essa crise como pandemia. Foi só depois da pressão intensa dos EUA que a OMS conseguiu superar a pressão chinesa e reconhecer a pandemia.
Como avalio essa crise? Bolsonaro precisa estabelecer um Dia Nacional de Oração. Trump já fez isso. Vou apontar os riscos para o Brasil e para Bolsonaro.
Se o Brasil viver uma quarentena, muitas empresas falirão e os trabalhadores vão ficar sem dinheiro para comprar comida. Será um quadro terrível. Mas recorde que países como Israel já estão em quarentena. Israel, que tem o turismo como uma de suas maiores fontes de lucro, baniu o turismo enquanto durar a pandemia.
Se a quarentena for abolida no Brasil ou se for imposta somente a idosos, aumentarão os números de infectados, e o sistema de saúde, que já está sobrecarregado e não dá conta de quase nada, vai falir. Isto é, se você sofrer um acidente ou ataque cardíaco, você terá de ficar em casa e morrer. Isso já está acontecendo na Itália, que é mais avançada do que o Brasil.
Outro problema são os favelões do Brasil. Se o coronavírus atingir as favelas, vai ser o caos. Uma amiga médica contou que já há no Brasil médicos infectados. Se até médicos estão sendo infectados, o que dizer dos favelões?
Se essa pandemia não fosse tão séria quanto Bolsonaro faz parecer, tratando-a como “gripezinha,” “resfriadinho” e “fantasia,” como foi que grande parte de sua comitiva aos EUA pegou essa “fantasia”? Como explicar isso? Quem faz descaso da pandemia é o Rasputin Olavo de Carvalho, que diz que ela é uma invenção e não existe. Mas um dos principais adeptos dele no governo, Felipe G. Martins, pegou o coronavírus. Por que ele se isolou? Esqueceçaram de contar a ele que é apenas uma invenção e “fantasia”?
Como não deduzir a origem do comentário de Bolsonaro de que o coronavírus é “fantasia” quando seu conselheiro ocultista favorito tem a mesma fantasia?
Bolsonaro está numa crise política intensa. Se a epidemia se espalhar no Brasil sem quarentena, o povo vai culpá-lo. Se as pessoas falirem por causa da quarentena, o povo também vai culpá-lo. Por isso, é mais necessário do que nunca que ele busque a Deus e se liberte de conselhos de Olavo e outros ocultistas, que poderão afundá-lo.
O único jeito de Bolsonaro vencer essa crise e as fantasias que foram inoculadas em sua mente é voltando-se para Jesus Cristo, que é a Verdade. Por influência de sua esposa evangélica, Bolsonaro não repete sempre as palavras de Jesus Cristo “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32)? Jesus Cristo tem o poder de livrar a mente dele de todas as fantasias e teorias de conspirações inoculadas pelo Rasputin.
É claro que se os EUA, que são geniais na descoberta de soluções, descobrirem um remédio contra o coronavírus, todas as nossas preocupações sobre epidemia e quarentena vão desaparecer.
Contudo, se nenhum remédio surgir agora, precisaremos invocar a Deus como nunca antes — e também levar o Evangelho do Reino de Deus, curando os enfermos e expulsando demônios.
Precisaremos também orar para que Bolsonaro conheça a verdade que liberta. Estou fazendo minha parte, orando por ele e tentado alertá-lo.
Mensagem para o Presidente Jair Bolsonaro, enviada por mim através de sua página de Facebook:
Bolsonaro, oro todos os dias por você. Mas permite-me lhe dar dois humildes conselhos? Não fica bem referir-se ao coronavírus como “gripezinha” e “resfriadinho.” É tão impróprio quanto dizer “facadinha” e “atentadozinho” em referência ao ato terrorista socialista contra sua vida. São referências descabidas inaceitáveis. Outro conselho é: IMITE TRUMP! Trump enxotou aos pontapés Steve Bannon, uma espécie de “Olavo de Carvalho americano” a quem ele chamou de oportunista. Daria para você imitar Trump e enxotar aos pontapés do governo Olavo e seus adeptos ineptos, encrenqueiros e oportunistas? Independente de você aceitar esses dois humildes conselhos, vou continuar orando diariamente por sua vida.
Leitura recomendada sobre coronavírus: