21 de maio de 2019

Trump apoia o “casamento gay” enquanto seus apoiadores cristãos conservadores permanecem em silêncio


Trump apoia o “casamento gay” enquanto seus apoiadores cristãos conservadores permanecem em silêncio

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump ridicularizou repetidamente Pete Buttigieg, o prefeito de South Bend, Indiana, por ser um democrata em busca da indicação do Partido Democrata para a eleição presidencial americana de 2020.
Pete Buttigieg, em sua campanha presidencial, beijando seu marido homossexual Chasten
Mas Trump não insulta Buttigieg por sua homossexualidade e defesa da homossexualidade. Em vez disso, ele elogiou Buttigieg por fazer campanha com seu marido homossexual, Chasten.
“Eu acho que é bom,” disse Trump.
Durante uma entrevista com Trump, Steve Hilton, apresentador da rede “conservadora” de televisão Fox News, comentou como ele acha ótimo ver Buttigieg no palco com seu marido gay enquanto essa dupla normaliza o casamento homossexual em meio aos holofotes da mídia numa campanha presidencial onde o candidato democrata para a Casa Branca em 2020 é assumidamente homossexual, declara que ele é um cristão e mostra descaradamente seu parceiro homossexual.
“Eu acho que está absolutamente bem,” respondeu Trump.
Hilton comentou que é “um sinal de grande progresso nos EUA,” ao qual Trump interrompeu e disse “eu acho ótimo.”
Sobre a homossexualidade assumida de Buttigieg em uma campanha política, Barack Hussein Obama em seus dias presidenciais também teria oferecido os mesmos elogios. Em reação, haveria um protesto inevitável de grupos e líderes conservadores. Aliás, eles passaram todo o governo Obama lutando contra os esforços socialistas para promover o “casamento gay,” que foi legalizado em 2015.
Entretanto, depois da vitória de Trump, os conservadores dos EUA ficaram em silêncio enquanto Trump não mostrou apoio aos esforços conservadores para reverter os esforços de Obama para promover o “casamento gay.”
Talvez Trump tenha interpretado que tal silêncio é um sinal verde para ele fazer alguns elogios ao “casamento” gay, e ele fez exatamente isso em relação a Buttigieg e seu parceiro homossexual dizendo que “é absolutamente bom” querer ser o presidente dos EUA como um homossexual envolvido ativamente em perversões homossexuais.
Então, Trump não vê nenhum problema se um homossexual ativo se tornar o presidente dos Estados Unidos? Deus vê.
Trump vê problemas no Partido Democrata, que é socialista, mas nenhum problema na homossexualidade? De que adianta criticar o Partido Democrata se o crítico não vê problema algum na homossexualidade?
Se Trump fosse Obama, tenho certeza de que haveria um grande protesto. Mas não tem havido tal reação. Nenhum grande grupo e líder cristão está condenando a postura de Trump de elogiar o “casamento” gay.
Conservadores estão poupando Trump por posturas que nunca poupariam e nunca pouparam em Obama. Obama nunca ficaria impune por elogiar o “casamento” gay, porque ele era esquerdista. Trump tem ficado impune pelo mesmo pecado, porque ele é direitista.
Portanto, para elogiar pecados nos Estados Unidos, e ser elogiado pelos conservadores, o presidente precisa de um cartão de direita, não de esquerda.
Trump está conquistando para a esquerda e para o Partido Democrata uma vitória que Obama nunca foi capaz de alcançar: avançar a normalização do casamento falso de homossexuais entre conservadores. Essa é uma grande vitória, mas não para o bem-estar dos Estados Unidos.
Se os cristãos conservadores só lutam contra os pecados sociais quando um esquerdista está na Casa Branca, por que eleger direitistas que apoiam os mesmos pecados? Se os conservadores, especialmente os evangélicos, votaram em Trump para representá-los na Casa Branca, é pedir demais que ele condene o “casamento” gay?
É demais para os conservadores que condenaram Obama por apoiar o “casamento” gay pedir a Trump que não imite Obama?
A homossexualidade é, sem o status social do casamento, já uma abominação, como revelado por Deus na Bíblia. A tradição judaica, de acordo com Scott Lively em seu livro “The Pink Swastika,” afirma que o “casamento” homossexual é o “insulto final” a Deus.
A esquerda tem insultado a Deus ao promover o “casamento” homossexual.
Obama insultou a Deus ao promover o “casamento” homossexual.
O Supremo Tribunal dos EUA insultou a Deus ao legalizar o “casamento” homossexual.
E agora Trump insultou a Deus elogiando Buttigieg em seu estilo de vida homossexual imoral com seu parceiro homossexual.
Pode haver esperança para uma nação quando um presidente de esquerda elogia insultos homossexuais a Deus, mas há resistência conservadora.
No entanto, como pode haver esperança quando um presidente que representa conservadores também elogia insultos homossexuais a Deus?
Com informações de USAToday.
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20 de maio de 2019

Trump sugere que ativistas pró-vida foram longe demais no Alabama com a proibição quase total do aborto enquanto ele diz que é pró-vida, mas acredita em aborto para bebês concebidos em estupro e incesto


Trump sugere que ativistas pró-vida foram longe demais no Alabama com a proibição quase total do aborto enquanto ele diz que é pró-vida, mas acredita em aborto para bebês concebidos em estupro e incesto

Julio Severo
O presidente Donald Trump quebrou seu silêncio sobre a nova lei do Estado do Alabama, nos EUA, que impõe uma proibição quase total de abortos, dizendo que ele é pró-vida, mas acredita que precisa haver abortos para bebês concebidos em estupro ou incesto.
“Como a maioria das pessoas sabe, e para aqueles que gostariam de saber, sou fortemente pró-vida, com as três exceções — estupro, incesto e proteger a vida da mãe — a mesma postura tomada por Ronald Reagan,” Trump tuitou na tarde de sábado na Casa Branca.
A líder pró-vida Rebecca Kiessling, que foi concebida em estupro, respondeu em seu Facebook:
“Eu não merecia a pena de morte pelo crime do meu pai biológico. Pergunte ao [ex-candidato presidencial pelo Partido Republicano] Rick Perry sobre sua conversa comigo e ele disse como meu testemunho lhe tocou o coração, ele disse que ele não conseguia me olhar nos olhos e justificar a exceção de estupro por mais tempo. Tenho certeza de que se você conhecesse uma das 800 mulheres da campanha Save The 1, você também teria dificuldade de nos olhar nos olhos e depois nos dizer que não merecemos proteção igual.”
Minha resposta para Trump foi:
“Fortemente pró-vida? Sr. Presidente, se você pode matar um bebê inocente que não tem culpa por ter sido concebido em estupro e incesto, por que não matar todos os outros por outras razões estúpidas? Deus chama você para salvar as vítimas da opressão, e esses bebês são tais vítimas! Você quer alguém morto? Mire nos estupradores, não em bebês inocentes!”
Risco para a saúde e aborto para bebês concebidos em estupro e incesto são os pretextos clássicos usados pela esquerda para legalizar o aborto para todos os bebês. Então, se Trump quer ajudar a esquerda a permitir o aborto legal, esses casos excepcionais são suficientes.
Trump parece ter adotado uma abordagem mais política do que pró-vida. Ele continuou: “Chegamos muito longe nos últimos dois anos com 105 novos e maravilhosos juízes federais (muitos outros ainda por vir), dois grandes novos juízes no Supremo Tribunal, a Política da Cidade do México e uma atitude totalmente nova e positiva sobre o direito à vida.”
A Política da Cidade do México bloqueia o financiamento do governo federal dos EUA para organizações não-governamentais que fornecem aconselhamento ou encaminhamento para aborto. É aplicável apenas para nações estrangeiras, não para o aborto comercial nos EUA, que continua forte, lucrativo e legal.
“A esquerda radical, com o aborto tardio (e pior), está implodindo nessa questão. Devemos nos unir e ganhar para a vida em 2020,” continuou Trump.
“Se formos tolos e não permanecermos UNIDOS como um só, todos os nossos ganhos pela vida podem, e irão, desaparecer rapidamente!” escreveu ele.
Apesar disso, o governo Trump teve um avanço muito “modesto” no avanço pró-vida nos EUA. A Federação de Planejamento Familiar, o principal rede de clínicas de aborto nos EUA, recebe cerca de 500 milhões de dólares em verbas do governo federal e no ano passado Trump aprovou essa enorme quantia para a Federação de Planejamento Familiar. Mais tarde, Trump cortou 50 milhões de dólares dessa rede de clínicas de aborto, e muitos grupos pró-vida elogiaram o corte de 10% como uma grande vitória. Mas a verdadeira vitória foi para a Federação de Planejamento Familiar recebendo os outros 90%, ou 450 milhões de dólares.
Contudo, a primeira vez que Trump entrou diretamente na questão do aborto foi quando o Alabama aprovou sua lei na semana passada, a qual proibiria o aborto em todos os casos, exceto se a saúde da mãe estivesse ameaçada.
A lei, marcada para entrar em vigor em seis meses, não penaliza mulheres que recebem abortos, mas ameaçaria os médicos que os fazem com até 99 anos de prisão.
Legisladores em Indiana, Ohio, Louisiana e Missouri também avançaram leis para restringir severamente o aborto.
Líderes pró-vida esperam que tais contestações judiciais cheguem ao Supremo Tribunal, e que o judiciário vá derrubar Roe versus Wade, a decisão desse tribunal de 1973 que declarou que matar bebês em gestação é um direito constitucional.
Trump não é a única voz pró-vida proeminente a falar dizendo que os legisladores do Alabama foram longe demais.
O televangelista cristão Pat Robertson, um forte opositor ao aborto, chamou a lei do Alabama de “extremista,” apesar do fato de que seu programa de TV Clube 700 já entrevistou Rebecca Kiessling por duas vezes para contar seu testemunho sobre como ela foi concebida em estupro e Deus usou-a poderosamente para mostrar ao mundo que todo bebê tem valor aos olhos de Deus.
Durante a campanha de 2016, Trump garantiu o apoio dos evangélicos que inicialmente hesitavam em votar no bilionário bombástico, duas vezes divorciado, ao prometer nomear juízes pró-vida na mais alta corte dos EUA.
Sua postura declarada sobre o aborto duas décadas atrás era que ele era pró-aborto.
“Sou muito a favor das mulheres poderem escolher o aborto,” disse Trump em uma entrevista a Tim Russert em 1999. “Odeio o conceito de aborto. Odeio isso. Odeio tudo o que representa. Sinto náuseas quando ouço pessoas debatendo o assunto. Mas — eu simplesmente acredito em escolha.”
Entretanto, em 2011, Trump disse que ele havia mudado de postura e se opunha ao aborto.
Durante a campanha de 2016, Trump explicou em uma entrevista que sua postura mudou depois que ele teve uma conversa sincera com uma amiga que havia considerado fazer aborto. Portanto, a conclusão lógica é que se mais líderes pró-vida o ajudarem, ele pode abandonar sua postura pró-aborto para bebês concebidos em estupro e incesto e, esperançosamente, promulgar leis mais fortes contra estupradores, inclusive a pena de morte.
No entanto, vamos ver como " a lei pró-vida do Alabama é “extremista.” Ela permite o aborto quando “a saúde da mãe está ameaçada.”
Em sua enciclopédia pró-vida “Fatos da Vida,” o Dr. Brian Clowes disse:
Por que os ativistas pró-vida devem se opor às exceções da “saúde da mãe.” À primeira vista, pode parecer insensível que alguém se oponha aos abortos cometidos para preservar a saúde física ou mental das mulheres. Contudo, precisamos lembrar que os abortistas interpretarão qualquer brecha — até mesmo uma exceção da “vida da mãe” — para significar aborto por qualquer pedido.
Os abortistas de todo o mundo usam a definição de “saúde materna” estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS): “Um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.” O Suprema Tribunal dos EUA definiu a saúde materna para incluir “saúde mental” em sua decisão nos Estados Unidos versus Vuitch (402 US 62, 71-72 (1971)) e expandiu isso para dizer que virtualmente todos os fatores de qualquer tipo são relevantes para a saúde materna. saúde da mãe, inclusive “física, emocional, psicológica, familiar e da idade da mulher” (Doe v. Bolton, 410 US 179, 192 [1973]).
Alguns juízes pró-aborto foram a extremos ainda mais ridículos em sua corrida louca para sustentar o “direito” do aborto. Talvez o exemplo mais absurdo tenha sido fornecido pelo juiz John F. Dooling quando ele revogou a Emenda Hyde. Dooling afirmou na página 309 de sua opinião que “a pobreza é uma condição médica.” A maioria dos abortistas aceita essas definições literalmente, porque elas cobrem todas as desculpas possíveis para o aborto durante todos os nove meses de gravidez.
Finalmente, a abortista Jane Hodgson testemunhou sob juramento:
Em minha opinião médica, toda gravidez que não é desejada pela paciente, sinto que há uma indicação médica para abortar uma gravidez onde ela não é desejada. De boa fé, eu recomendaria em uma base médica, você entende, isso, e seria 100%… Eu acho que os abortos são todos medicamente necessários…
Hodgson também afirmou a atitude geral pró-aborto em relação ao aborto quando ela disse: “Um aborto medicamente necessário é qualquer aborto que uma mulher pede.”
Sobre o caso de gravidez de estupro, Clowes disse:
Do ponto de vista ético e lógico, o número de gravidezes de estupro e incesto na maioria dos países é simplesmente irrelevante para o argumento moral contra essas exceções. Um bebê concebido por meio da violência é tão inculpável e inocente quanto o concebido no casamento e, portanto, merece a mesma proteção. Todos os bebês em gestação merecem ser salvos, ou nenhum deles merece.
Gravidez de estupro ou riscos à saúde foram as principais estratégias para legalizar o aborto nos Estados Unidos, e o resultado foi, de acordo com Fatos da Vida: De 1980 a 2005, houve um número médio anual de 1.455.281 abortos. A vida da mãe ou casos de saúde foram apenas 0,36%. Para estupro e incesto, apenas 0,09%.
Do jeito que eu vejo: você não tem culpa se alguém abandona um bebê à porta de sua casa. Mas o que você vai fazer? Apenas deixar a criança na porta? Não, você vai tomar todas as medidas necessárias para garantir o bem-estar do bebê.
Uma mulher estuprada e engravidada não tem culpa, e ela é tão vítima e inocente quanto o bebê. O que fazer? Tomar todas as medidas necessárias para garantir o bem-estar do bebê e depois adotá-lo ou torná-lo disponível para adoção. Há milhares de casais que adorariam adotar um bebê.
No que diz respeito ao aborto, apenas estupradores merecem pena de morte, não bebês inocentes.
Com informações do DailyMail.
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19 de maio de 2019

O massacre dos primeiros evangélicos nos Estados Unidos


O massacre dos primeiros evangélicos nos Estados Unidos

Craig von Buseck
Há alguns anos, aproveitei uma tarde para visitar a fortaleza espanhola em St. Augustine (Santo Agostinho), na Flórida. Sou um fã de história, então gosto de parar em locais que fazem adolescentes se queixarem. Mas hoje deixei meus filhos adolescentes no condomínio em Orlando e fiz a caminhada até a costa do Atlântico. No caminho, vi uma placa indicando o Monumento Nacional de Forte Matanzas e decidi dar uma olhada.
Sendo estudante da história americana, eu tinha ouvido falar do massacre dos colonos huguenotes franceses na Flórida, mas eu não tinha visitado os locais onde aconteceu. Ao me juntar à excursão no Forte Matanzas (que significa “matanças de porcos” em espanhol), aprendi os detalhes dessa extensão americana da luta religiosa, política e militar que resultou da Reforma protestante.
Em 1564, um grupo de evangélicos franceses conhecidos como huguenotes se estabeleceu em territórios reivindicados pelos espanhóis perto da atual cidade de Jacksonville, na Flórida, EUA. Eles construíram o Forte Caroline no rio St. John, na Flórida, na atual cidade de Jacksonville. Em 30 de junho de 1564, eles marcaram um dia de Ação de Graças e ofereceram a primeira oração evangélica na América do Norte:
“Cantamos um salmo de ação de graças a Deus, implorando a Ele que lhe agradasse continuar sua bondade costumeira para conosco.”
De acordo com o boletim informativo American Minute de Bill Federer, em 1989, o deputado federal Bennett recitou a história:
“Três pequenos navios transportando 300 franceses liderados por Rene de Laudonniere ancoraram no rio hoje conhecido como o St. Johns… Em 30 de junho de 1564, a construção de um forte em forma triangular… foi iniciada com a ajuda de um tribo local de índios timucuanos… (Forte Caroline era) o lar desse grupo de huguenotes… suas fortes motivações religiosas os inspiraram.”
Quando o rei da Espanha descobriu essa invasão no que ele considerava sua propriedade, ele enviou um exército sob o comando de Don Pedro Menéndez para expulsar os franceses e estabelecer uma colônia espanhola em La Florida. Esse foi o começo de St. Augustine.
O Serviço Nacional de Parques fornece esses detalhes do conflito:
Frotas de navios espanhóis que carregavam tesouros navegavam ao longo da costa da Flórida a caminho da Espanha e o Forte Caroline fornecia uma base perfeita para atacar os franceses. Para o católico devoto Filipe, o pior de tudo era que os colonos franceses eram huguenotes (evangélicos franceses). Apesar dos protestos de Filipe, Jean Ribault partiu da França em maio de 1565 com mais de 600 soldados e colonos para reabastecer o Forte Caroline.
O general Pedro Menéndez de Aviles, encarregado de eliminar os franceses, também partiu em maio, chegando ao rio Saint Johns em agosto com cerca de 800 pessoas, pouco depois de Ribault. Os espanhóis desembarcaram no dia 8 de setembro e estabeleceram e chamaram sua nova aldeia “Santo Agostinho” porque a terra foi avistada pela primeira vez no dia da festa de Santo Agostinho, em 28 de agosto.
Jean Ribault navegou em 10 de setembro para atacar e eliminar os espanhóis em St. Augustine, mas um furacão levou seus navios até o sul, destruindo-os na costa da Flórida.
Ao mesmo tempo, Menéndez liderou um exército para atacar o Forte Caroline. Como a maioria dos soldados estava ausente, Menéndez foi facilmente capaz de capturar a colônia francesa, matando a maioria dos homens na batalha. Ele então recebeu a informação dos índios timucuanos de que um grupo de homens brancos estava na praia a alguns quilômetros ao sul de Santo Agostinho. Ele marchou com 70 soldados até onde uma entrada havia bloqueado 127 franceses naufragados tentando voltar para o Forte Caroline.
Com um francês capturado como tradutor, Menéndez descreveu como o Forte Caroline foi capturado e pediu aos franceses que se rendessem. Rumores ao contrário, ele não fez promessas de poupá-los. Tendo perdido a maior parte de sua comida e armas no naufrágio, eles se renderam. No entanto, quando Menéndez exigiu que abandonassem a fé evangélica e aceitassem o catolicismo, eles se recusaram. Cento e onze franceses foram mortos. Apenas dezesseis foram poupados — alguns que professavam ser católicos, alguns marinheiros bretões impressionados e quatro artesãos necessários em Santo Agostinho.
Duas semanas depois, a sequência de eventos foi repetida. Mais sobreviventes franceses apareceram na enseada, inclusive Jean Ribault. Em 12 de outubro, Ribault e seus homens se renderam e sofreram o mesmo destino ao novamente se recusarem a abandoar sua fé evangélica. Desta vez 134 foram mortos. A partir desse momento, a entrada foi chamada Matanzas — que significa “matanças de porcos” em espanhol.
O boletim da Oração do Capitólio apresentou recentemente uma história sobre o aniversário do massacre dos huguenotes franceses:
“Embora tenham morrido como mártires 444 anos atrás, o sacrifício dos huguenotes franceses na Flórida ainda permanece na eternidade, e o preço foi pago nos céus por nossa liberdade nos EUA, aqui na terra. Louvado seja Deus… Eles não amaram suas vidas até a morte.” (Ap 12:11)
O boletim explica que um mural no edifício do Congresso dos Estados Unidos revela essa parte da história da Flórida e fornece um mapa representando as três cidades mais antigas de nossa nação:
“Um local de interesse frequentemente negligenciado no edifício do Congresso dos EUA é um mapa histórico que é mostrado no teto do Corredor de Cox na ala da Câmara do Edifício do Capitólio. Intitulado ‘Forte Santo Agostinho,’ esse mural fica no teto do corredor, e mostra as datas da fundação das três primeiras cidades nos EUA: Santo Agostinho (1565), Jamestown (1607) e Plymouth (1620). "
“Os conquistadores espanhóis fundaram Santo Agostinho, Flórida, em 8 de setembro de 1565, enquanto obedeciam à ordem do rei Filipe II da Espanha, para ‘exterminar’ o ‘problema francês’ na terra que a Espanha havia reivindicado.”
“Mais tarde, os espanhóis construíram o Castillo de San Marcos — uma fortaleza de aparência assustadora, projetada para servir como um sinal para todos os outros que esta terra pertencia à Espanha! O Castillo de San Marcos, que levou 30 anos para ser construído, também é mostrado neste mapa.”
“St. Augustine (Santo Agostinho), Flórida, é a cidade mais antiga dos EUA hoje, tendo sido fundada por europeus que residem lá desde então.”
Esses são locais históricos significativos e belos e, junto com o Forte Caroline, em Jacksonville, e o Forte Matanzas, ao sul de St. Augustine, na costa do Atlântico, merecem uma visita.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã dos EUA: 444 Years: The Massacre of the Huguenot Christians in America
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18 de maio de 2019

Escolas e professores no Estado de Washington, EUA, são instruídos a honrar o feriado islâmico do Ramadã


Escolas e professores no Estado de Washington, EUA, são instruídos a honrar o feriado islâmico do Ramadã

Julio Severo
Professores e escolas na grande cidade de Seattle, Estado de Washington, EUA, receberam instrução para honrar o feriado islâmico do Ramadã. A instrução veio diretamente da superintendente Judy Martinson, que em março recebeu uma carta do Conselho sobre Relações Islâmicas Americanas (CRIA), uma organização islâmica envolvida num grande caso de terrorismo anos atrás.
A carta, intitulada “Feriados Islâmicos Próximos e Acomodações Religiosas,” orienta escolas e professores a honrar o Ramadã, que é um feriado religioso islâmico, para alunos muçulmanos.
A superintendente Judy declarou a carta como política oficial e a enviou a todos os diretores de escolas, os quais por sua vez enviaram a todos os professores.
Para ajudar alunos muçulmanos a celebrar o Ramadã, a carta do CRIA pressiona as escolas americanas a usar saudações islâmicas para alunos muçulmanos, tais como “Ramadan Mubarak!” ou “Ramadan Kareem.”
A carta também instrui os professores a monitorar o jejum dos estudantes islâmicos e para não programarem nenhuma prova durante os feriados islâmicos.
Uma professora que se sentiu constrangida com tais pressões islâmicas em sala de aula fez contato com a Fundação de Defesa da Liberdade de Consciência (FDLC), que enviou uma carta às escolas de Seattle para pararem imediatamente de privilegiarem feriados islâmicos.
Em resposta, Ibrahim Hooper, diretor de comunicações da CRIA, ameaçou adotar ações legais punitivas, dizendo que a carta da FDLC era um “sinal da crescente islamofobia” nos Estados Unidos.
Haverá agora uma grande luta entre ativistas muçulmanos que buscam impor sua religião em escolas americanas e professores que se sentem constrangidos com tais imposições.
Embora os EUA sejam o maior país evangélico do mundo, no início da década de 1960 a oração e a leitura da Bíblia foram proibidas por determinação do Supremo Tribunal, que decidiu que tais práticas cristãs eram inconstitucionais em escolas, depois que uma mãe marxista se queixou de que o filho dela estava sendo exposto a orações e leitura da Bíblia na escola.
Anos depois, o filho da marxista se converteu a Jesus Cristo. Você pode ler seu testemunho na entrevista exclusiva que ele deu a mim em 2015, neste link: Entrevista exclusiva com William J. Murray, defensor dos cristãos perseguidos. Mas a proibição continua.
Por mais bizarro que pareça, a liberdade religiosa nos EUA se resume basicamente a nivelar todas as religiões, de modo que se o evangelicalismo, que foi a religião dos fundadores dos EUA e é a religião predominante nos EUA hoje, ocupa espaço, todas as outras religiões, inclusive o satanismo e o islamismo, têm igual direito de espaço.
A solução encontrada muitas vezes é anular a liberdade do evangelicalismo de modo que nenhuma religião ocupe espaço. Mesmo assim, ativistas usam a estratégia de introduzir o islamismo e o satanismo como “cultura” de minoria.
Claro que a esquerda tem grande culpa no enfraquecimento da influência social do evangelicalismo e fortalecimento do islamismo. Mas a direita também tem contribuído. Desde o atentado islâmico contra os EUA em 11 de setembro de 2001, o presidente direitista George W. Bush começou a chamar o islamismo de “religião de paz.” Vindo da esquerda, não é surpresa. Mas foi uma decepção o maior líder direitista daquela época fazendo tal propaganda enganosa do islamismo. Resultado? Depois do tratamento especial de Bush para o islamismo, as mesquitas experimentaram um crescimento explosivo nos EUA.
Fica então difícil para os americanos proibirem a doutrinação islâmica nas escolas americanas, onde orações evangélicas e leitura da Bíblia estão proibidas há décadas, quando presidentes esquerdistas como Obama e presidentes direitistas como Bush já consagraram o islamismo como “religião de paz.”
Fica difícil proibir as escolas americanas de honrar o Ramadã quando Obama honrava o Ramadã na Casa Branca e hoje o próprio presidente direitista Donald Trump continua honrando o Ramadã na Casa Branca.
Com informações da Rede de Televisão Cristã dos EUA.
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17 de maio de 2019

Televangelista conservador Pat Robertson diz que o Alabama “foi longe demais” em sua lei antiaborto “extremista” porque não inclui a pena capital para bebês concebidos em estupro e incesto


Televangelista conservador Pat Robertson diz que o Alabama “foi longe demais” em sua lei antiaborto “extremista” porque não inclui a pena capital para bebês concebidos em estupro e incesto

Julio Severo
O televangelista cristão Pat Robertson disse acreditar que o Alabama “foi longe demais” em sua lei “extremista” de proibição quase total de abortos.
Pat Robertson
Robertson, que é um proeminente líder evangélico pró-vida e espera derrubar o aborto legal nos Estados Unidos, fez as declarações na quarta-feira no programa de TV Clube 700, horas antes de a governadora do Alabama Kay Ivey sancionar a nova lei.
A lei do Alabama contém uma exceção para quando a gravidez cria um risco mental ou de saúde para a mulher, mas nenhuma exceção para estupro ou incesto. A lei, que não puniria as mulheres que buscam matar seus bebês, puniria os médicos que realizam abortos com prisão perpétua.
“Acho que o Alabama foi longe demais,” comentou Robertson, de 89 anos. “É uma lei extremista.”
Robertson usou seu Clube 700, que é um programa de TV evangélico, para expressar sua opinião de que o aborto deveria ser legal em caso de estupro e incesto. Em resposta, a líder pró-vida Rebecca Kiessling, que foi concebida em estupro e foi entrevistada no Clube 700 em duas ocasiões, disse:
“Pat Robertson @700club, eu merecia proteção igual. O sacrifício de crianças é abominação. O filho não será punido pelos pecados do pai! Você está errado em dizer que a proibição do aborto no Alabama foi extremista demais para não ter uma exceção de estupro. Você me colocou no Clube 700 duas vezes, inclusive transmitindo meu testemunho. Então você valoriza meu testemunho de fé, mas não minha vida?!”
A lei do Alabama não é extremista, porque permitir o aborto por risco de saúde ou risco mental basicamente permite que qualquer mulher que diga que não está preparada psicologicamente para ter um bebê tenha um aborto.
E se o aborto é assassinato e um médico pode ser preso, por que isentar uma mulher que está usando um médico para matar seu bebê?
Robertson, que tem sido um inimigo explícito do aborto, foi condenado pela grande mídia quando insinuou em 2005 que a destruição da cidade de Nova Orleans pelo furacão Katrina foi castigo de Deus por causa das leis americanas de aborto. Então, na interpretação dele, Deus puniria os EUA por causa do aborto, mas desculparia os americanos que matam bebês concebidos em estupro e incesto?
Se Deus pensasse como Robertson, Rebecca Kiessling não estaria viva hoje para contar seu testemunho. Se Robertson fosse um legislador, ela não estaria viva para aparecer duas vezes no Clube 700 para contar seu testemunho sobre como Deus preservou sua vida concebida em estupro.
Robertson esqueceu o testemunho dela?
Se é muito controverso para ele, como pastor evangélico, defender o aborto em caso de estupro e incesto, igualmente controverso é que ele tenha defendido que o governo Trump não deve impor nenhuma sanção à ditadura islâmica da Arábia Saudita porque, de acordo com ele, ao comprarem muitas armas pesadas e caras dos EUA, os sauditas fazem os EUA prosperarem.
Robertson já entrevistou Kiessling, mas ele esqueceu. Será que ele também não entrevistou alguns cristãos perseguidos do Oriente Médio e esqueceu? A maioria das perseguições contra os cristãos no Oriente Médio é liderada por muçulmanos sunitas apoiados pela Arábia Saudita.
Pat Robertson deveria ver bebês concebidos em estupro e cristãos perseguidos por muçulmanos sunitas apoiados pelos sauditas exatamente como Deus os vê.
Com informações do DailyMail.
Leitura recomendada sobre Pat Robertson: