28 de fevereiro de 2015

Assassinato, intrigas, confusões, CIA, sodomia, Putin


Assassinato, intrigas, confusões, CIA, sodomia, Putin

Julio Severo
Quando a grande mídia toma o lado dos ativistas gays contra os cristãos, o público discorda.
Quando a grande mídia favorece Dilma contra o povo brasileiro, o público discorda.
Quando a grande mídia toma o lado de uma versão anti-Putin num caso envolvendo um opositor de Putin assassinado “misteriosamente,” o público concorda?
De acordo com Paul Craig Roberts, que foi ministro de Ronald Reagan (o presidente americano mais conservador dos últimos 40 anos), o assassinato “misterioso” recente de um opositor de Putin foi jogada de desestabilização da CIA no espírito das hostilidades de Obama contra a Rússia.
E de acordo com o Dr. Scott Lively, a maior autoridade mundial sobre os malefícios da agenda gay, no início da década de 1990 Bill Clinton revogou uma lei que proibia homossexuais de ocuparem cargos na CIA e outras agências americanas de inteligência e espionagem.
Por cortesia do esquerdista Clinton, há mais de duas décadas os homossexuais estão, cada vez em número maior, presentes lá: na CIA, no FBI, na NSA, etc.
Dr. Lively deixa claro que por onde passam, os ativistas gays provocam intrigas, confusões e desastres, sempre usando suas ocupações em benefício de sua causa maior e sempre em prejuízo dos opositores dessa causa. E gays ocupando cargos na maior agência de espionagem do mundo são capazes dos maiores estragos do mundo contra quem não se alinha à sua agenda.
Semanas atrás, a maior revista gay dos EUA declarou Putin o inimigo número 1 do movimento homossexual. Isso não deve ter passado despercebido pelos homossexuais nas agências americanas de inteligência. Aliás, não tem passado nem mesmo despercebido pela grande mídia brasileira, rotineiramente pró-Dilma e pró-sodomia, mas insistentemente contra o presidente russo.
Esse é o preço do presidente de uma grande nação hoje aprovar leis para proteger crianças e adolescentes contra os malefícios óbvios da propaganda homossexual.
Um cidadão comum que faz oposição à agressiva agenda gay é vítima de armações patentemente maldosas, calúnias, intrigas e ameaças. Um presidente sofreria menos?
Os ativistas gays são cruéis, mentirosos e implacáveis com cidadãos comuns que não aceitam sua agenda tirânica. Eles seriam menos cruéis com um presidente?
Versão em inglês deste artigo: Murder, Intrigues, Confusions, CIA, Sodomy, Putin
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27 de fevereiro de 2015

Ex-alunos contam experiência de ensino domiciliar, que cresce no país


Ex-alunos contam experiência de ensino domiciliar, que cresce no país

Mateus Luiz de Souza
Desde 2012, o MEC permite que o desempenho no Enem seja utilizado como certificação de conclusão do ensino médio. O foco era beneficiar alunos de supletivo, mas a medida na prática facilitou também a vida dos jovens que foram educados em casa –o homeschooling.
Segundo a Aned (Associação Nacional de Educação Domiciliar), desde então o número de adeptos no Brasil dobrou e atingiu 2.000 famílias.
A Folha procurou ex-alunos do homeschooling para conhecer suas impressões sobre o sistema em expansão.
Lorena Dias, 17, saiu da escola em 2010, no 8º ano. Ela diz ter pedido para sair, porque sofria bullying e os pais estavam preocupados com as greves e a presença de drogas e no colégio público em que estudava, em Contagem (MG).
Guilherme, 13, e Lorena, 17, que são educados em casa pelos seus pais, Lilian e Ricardo Dias
"Não tinha muita ideia de como faríamos. Fiquei um pouco perdida no início", diz.
Ela admite que o padrão rígido de estudos estabelecido pelos pais no começo, determinando horários e os conteúdos, foi flexibilizado com o tempo. Questionada se isso não é ruim, ela responde que não. "Me senti livre para usar meu tempo da forma mais confortável. Na escola, você segue o ritmo do professor."
Ela diz que sentia falta da convivência diária com crianças. Para tentar compensar, os pais faziam encontros quinzenais de famílias adeptas do homeschooling. Além disso, ela manteve contato com algumas amigas da escola.
Lorena está tentando se matricular em jornalismo em uma universidade de Brasília, onde mora hoje. A falta de um certificado de ensino médio tem sido um problema –para utilizar o Enem, o aluno precisa ter 18 anos, um a mais do que ela. Lorena tenta agora uma liminar judicial.
Vale lembrar que, apesar do Enem, o homeschooling não é regulamentado no Brasil, ao contrário do que ocorre nos EUA. Assim, as famílias precisam estar cientes de que não há consenso sobre sua legalidade.
Uma interpretação judicial possível é que as famílias estão violando o artigo 246 do Código Penal (que considera crime "deixar de prover à instrução primária" aos filhos).
A Aned alega que quem dá homeschooling não está deixando de prover instrução primária. A maior parte das famílias nunca teve problemas legais, mas ficou famoso o caso do casal Cléber e Bernadeth Nunes, de Timóteo (MG), condenado a pagar multa de R$ 9 mil em 2010 por educar os filhos em casa. O conselho tutelar levou o caso ao Ministério Público, que abriu a ação.
Os garotos Jônatas e Davi estão hoje com 20 e 21 anos. Jônatas critica o ensino formal –diz que as provas que fez eram "pura decoreba". Em casa, não tinham horário para estudar: eram livres para decidir quando pegar nos livros. De família religiosa, liam a Bíblia com frequência.
Os garotos se dedicaram também à informática. Adolescentes, criavam sites para clientes da região. Em 2011, ganharam R$ 30 mil de prêmio na Campus Party, por um projeto de melhora para o AcessaSP (rede de acesso gratuito à internet de São Paulo).
Davi é hoje responsável pela informatização da nefrologia do hospital municipal de Betim (MG). "Vou querer educar meus filhos com ensino domiciliar", diz.
Não seria o primeiro caso. A família Brennan, aliás, já está na terceira geração de homeschooling.
Os pais de Timothy Brennan Jr., 41, estudaram em casa porque, quando a família se mudou dos EUA para o Pará, a escola mais próxima ficava muito longe. Depois a família se mudou para o Rio Grande do Sul, mas ele foi educado da mesma forma.
Hoje em Chapecó (SC), onde é dono de uma escola de inglês, ele até tentou colocar os filhos em uma escola, mas ficou decepcionado com os resultados. Resolveu ensinar em casa Marky, 14, e Ellen, 12.
Um desafio, diz, é que ele morava numa fazenda, com liberdade para brincar e muitas crianças ao redor. Já Marky e Ellen estão em uma cidade, onde o contato com jovens é menor, assim como os espaços para lazer.
Outra limitação é que o sistema exige muito dos pais. Ricardo Dias, 44, pai de Lorena, diz que vários pais o procuram para saber como é o ensino em casa. "O pai fica o dia inteiro fora, a mãe também. Eu falo: não dá, não faz."
"Por isso, a família tem de ter um nível financeiro bom", afirma Luciane Barbosa, doutora em educação pela USP e autora de uma tese sobre o assunto. "É muito difícil dar certo em outras condições."
É a opinião também do pedagogo Fabio Schebella. "Ao menos um dos pais vai ter que ficar em tempo quase integral com os filhos, e muitas vezes vai ter de estudar antes deles.
Divulgação: www.juliosevero.com
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26 de fevereiro de 2015

Justin Peters: um cessacionista americano ensinando “apologética” aos pentecostais do Brasil


Justin Peters: um cessacionista americano ensinando “apologética” aos pentecostais do Brasil

Julio Severo
Palestrante convidado da VINACC, um evangélico americano virou manchete ao lançar uma rajada de críticas aos pregadores da Teologia da Prosperidade classificando-os como “falsos profetas.”
Justin Peters deu sua aula de apologética num templo da Assembleia de Deus em Campina Grande em 16 de fevereiro de 2015. A VINACC realizou nessa igreja seu 2º Encontro Apologético Internacional.
No evento, Peters disse: “Benny Hinn, Kenneth Copeland, Joel Osteen, Myles Munroe, Joyce Meyer e outros são todos falsos profetas. O que eles ensinam não é o Evangelho pregado por nosso Senhor Jesus Cristo, mas um ensino que não tem nenhuma base bíblica.”
No entanto, as críticas dele não pararam nos “falsos profetas.” Ele também ensinou, no nome da apologética cristã, acerca do dom de línguas e “como Deus não fala hoje” através de profecias e revelações.
Na Declaração Doutrinária de seu site, Peters diz que “os dons miraculosos de línguas, interpretação de línguas, revelação divina e cura física” eram dons apenas para os Apóstolos de Jesus. Ele também diz que esses “dons não estão mais em atividade hoje… e que são, portanto, desnecessários.”
Desnecessários? O evangelismo de poder era um componente essencial e vital do ministério de Jesus e seus discípulos. Dons sobrenaturais são ferramentas de Jesus para espalhar o Evangelho. Esses dons têm sido vitais para evangelismo eficaz no Brasil, para equipar os cristãos a confrontar as forças das trevas e libertar as pessoas das garras de Satanás.
Se eles eram extremamente necessários para Jesus e seus discípulos, por que eles seriam desnecessários hoje? As forças das trevas se evaporaram?
Tratar os dons sobrenaturais do Espírito Santo como “desnecessários” nunca foi parte do verdadeiro Evangelho. O cessacionismo (a doutrina herética que diz que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram dois mil anos atrás e não estão mais disponíveis hoje) nunca foi parte do ministério de Jesus e seus Apóstolos.
Se Peters ensinou tal “apologética” num templo da Assembleia de Deus no Brasil, com certeza ele ofendeu muitos brasileiros! Os pentecostais, os neopentecostais e os renovados são a maioria dos evangélicos brasileiros.
Não tenho dificuldade com críticas contra abusos de pregadores calvinistas, luteranos, pentecostais e neopentecostais. Mas rotular os pentecostais como “falsos profetas” ou “pregadores heréticos” só porque a motivação do crítico é o cessacionismo é hipocrisia. Ensinar contra o Espírito Santo é heresia.
Justin Peters acabou mostrando no Brasil que Myles Munroe, Kenneth Copeland e os que acreditam em profecias, línguas e revelações estão todos destinados ao inferno. Ao que tudo indica, a motivação para sua oposição ao pentecostalismo e aos dons sobrenaturais do Espírito Santo para hoje é seu amor por suas insignificantes doutrinas religiosas humanas que limitam Deus e seu poder e ações — sob o disfarce de amor pela “verdade.”
Esse tipo de “apologética” — que merece um título justo de falsa apologética — teria causado problemas nas igrejas do Apóstolo Paulo, que viu muitos abusos dos dons sobrenaturais do Espírito Santo na igreja de Corinto, mas sua resposta não foi bani-los ou pregar o cessacionismo. Sua resposta foi corrigir os abusos. Ele jamais condenou, criticou ou atacou esses dons. Ele nunca desestimulou seu povo de buscar mais dons sobrenaturais.
Como seria de esperar, a falsa apologética de Peters causou confusão entre os brasileiros. E seu ministério deu um relatório público do que aconteceu:
“No final de sua sessão, para dar uma apresentação prévia da próxima sessão, Justin falou sobre o abuso do dom de línguas e como Deus fala e não fala conosco. Aparentemente, isso deixou alguns transtornados, por assim dizer. Algumas pessoas evidentemente confrontaram os organizadores e os convenceram a pedir que Justin ajustasse e modificasse sua mensagem a fim de não mencionar o dom de línguas e o abuso de línguas, sob a premissa de que falar sobre tais coisas ofenderia muitos. É claro que Justin explicou que ele não podia, em sã consciência e diante de Deus, ajustar sua mensagem ou aguá-la para agradar às inclinações de uma audiência. Na realidade a única coisa que pode arrancar as pessoas que estão sob falsas doutrinas não é aplacar, mas falar a verdade em amor. Justin lhes disse isso e eles o proibiram de concluir seu seminário… os organizadores deviam se envergonhar de ter tão pouca firmeza de caráter. É claro que tenho certeza de que ovelhas fervorosas entre os organizadores lutaram para que não ocorresse essa concessão. Triste, eu mesmo lutei. Esse é outro motivo por que temos, como crentes, de nos submeter a um jugo com os que já estão condenados. É melhor ter uma conferência pequena fiel à verdade do que uma grande multidão que negocia a verdade. Os que estão sob falsa doutrina não se curvarão facilmente porque a doutrina falsa é uma batalha espiritual.”
“Doutrina falsa”: crer nos dons sobrenaturais do Espírito Santo para hoje.
“Falar a verdade em amor”: ensinar o cessacionismo.
O público da VINACC não estava transtornado porque Justin pregou contra Benny Hinn e outros. Aliás, eles estavam ali para ouvi-lo atacar esses pregadores. Eles ficaram transtornados porque ele queria também atacar suas experiências pessoais com Deus.
Há muitos apologetas calvinistas no Brasil que adoram o cessacionismo. Com a mesma paixão, eles adoram fazer críticas implacáveis aos pentecostais e neopentecostais. Ao mesmo tempo, muitas vezes eles escondem sua verdadeira motivação. Pelo menos nisso, Peters é mais honesto do que os calvinistas brasileiros. Aliás, tenho um e-book (“Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade”) que desmascara a falsidade deles.
Pelo fato de que Peters é americano e não sabe que o evangelicalismo brasileiro é essencialmente pentecostal, ele não conseguiu ou não quis ocultar sua motivação para detonar os pregadores da Teologia da Prosperidade.
Para sua teologia humana, os cristãos que falam em línguas, ouvem a voz de Deus e têm profecias e revelações espirituais são tão “falsos cristãos” quanto todos os outros pregadores condenados por ele.
Discordo da teologia de Peters. Em minha opinião, o cessacionismo dele é heresia. Contudo, eu aplaudo a sinceridade e honestidade dele. Nesse aspecto, os críticos calvinistas anti-pentecostais do Brasil têm muita coisa para aprender com ele.
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25 de fevereiro de 2015

A maior máquina assassina da história da humanidade


A maior máquina assassina da história da humanidade

Mike Konrad 
Comentário de Julio Severo: Este artigo extremamente instrutivo me foi recomendado e enviado por Joan Swirsky, uma judia americana pró-família. Vale a pena ler e divulgar.
Quando pensamos em assassinato em massa, o que nos vem à mente é Hitler. Se não é Hitler, então é Tojo, Stálin, ou Mao. Dá-se o crédito aos tiranos do século XX como os piores da espécie da tirania a terem já surgido na humanidade. Contudo, a verdade alarmante é que o islamismo já matou mais do que esses tiranos, e pode ultrapassar todos eles juntos em números e crueldade.
A enormidade dessas matanças da “religião da paz” está tão longe da compreensão que até os historiadores honestos ignoram a dimensão. Quando olhamos além do foco míope, o islamismo é a maior máquina assassina da história da humanidade, sem exceção.
A conquista islâmica da Índia foi provavelmente o caso mais sangrento da história. — Will Durant, citado no site de Daniel Pipes.
Avaliações moderadas colocam o número em 80 milhões de indianos mortos.
De acordo com alguns cálculos, a população indiana diminuiu entre o ano 1000 (ano da conquista do Afeganistão) e 1525 (ano do fim do Sultanato de Delhi). — Koenrad Elst, citado no site de Daniel Pipes.
Oitenta milhões?! Diante desse número, os crimes dos conquistadores espanhóis no continente americano ficam insignificantes. Não é de surpreender que Hitler admirava o islamismo como uma religião de guerra. Ele tinha muita reverência pelo islamismo, cuja carnificina nem ele conseguiu ultrapassar.
Mais de 110 milhões de negros foram mortos pelo islamismo
…um mínimo de 28 milhões de africanos foram escravizados no Oriente Médio islâmico. Desde então, calcula-se que 80 por cento dos negros capturados pelos comerciantes muçulmanos de escravos morreram antes de alcançar o mercado escravo. Acredita-se que o número total de mortos com os 1400 anos de invasões árabes e muçulmanas na África para capturar escravos tenha alcançado 112 milhões de negros. Quando se acrescenta a esse número os que foram vendidos nos mercados negros, o número total de vítimas africanas do comércio escravo no Leste da África e na África transaariana pode ser significativamente mais elevado do que 140 milhões de negros.John Allembillah Azumah, autor do livro “The Legacy of Arab-Islam in Africa: A Quest for Inter-religious Dialogue” (O Legado do Islamismo Árabe na África: Uma Busca por um Diálogo Inter-religioso)
Some apenas esses dois números juntos, e o islamismo ultrapassou as vítimas do totalitarismo do século XX. No entanto, não termina aí. Acrescente os milhões que morreram nas mãos dos muçulmanos no Sudão em nossa época.
Boa parte da escravidão islâmica era de natureza sexual, com preferência pelas mulheres. Os homens que eram capturados eram castrados. Os filhos mulatos das mulheres eram muitas vezes mortos, o que explica o motivo por que o islamismo não pendeu demograficamente para a raça negra, diferente das escravas no Ocidente, as quais tinham filhos e criaram uma raça mestiça. Acrescente os filhos mortos e chegamos a mais de 200 milhões.
Recorde que no sétimo século, o Norte da África era quase totalmente cristão. O que aconteceu com eles?
No ano 750, cem anos depois da conquista de Jerusalém, pelo menos 50 por cento dos cristãos do mundo inteiro estavam sob a hegemonia muçulmana… Hoje não existe nenhum Cristianismo natural nessa região [do noroeste da África], não existe nenhuma comunidade cristã cuja história dá para identificar o rastro desde da antiguidade. — “Christianity Face to Face with Islam” (Cristianismo Face a Face com o Islamismo), CERC
O que aconteceu com esses milhões de cristãos? Alguns se converteram. O resto? Perdidos na história humana.
Sabemos que mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por piratas muçulmanos. Quantos morreram? Ninguém sabe.
…durante 250 anos entre 1530 e 1780, os números podem ter facilmente chegado a 1.250.000. — BBC
Na Idade Média…
…muitos escravos eram levados à Armênia e ali castrados para preencher a demanda muçulmana de eunucos. — “Slavery in Early Medieval Europe” (Escravidão no Início da Europa Medieval)
A mesma prática ocorria em toda a Espanha islâmica. Europeus do Norte da Europa eram capturados quando muçulmanos atacavam a Islândia, ou comprados, ou sacrificados nos locais de castração na Ibéria. Muitos morriam por causa das operações que ocorreram durante séculos.
Não se sabe o número de mortos quando os muçulmanos conquistaram os Bálcãs e sul da Itália, mas de novo os números somam certamente milhões durante os séculos. Não esqueça os 1,5 milhão de cristãos armênios mortos pelos turcos durante a 1ª Guerra Mundial. Sabemos que por mais de cinco séculos, vastos números de meninos cristãos foram raptados para se tornarem mercenários janízaros islâmicos para os turcos. Faça a soma disso também.
Os muçulmanos apreciavam mulheres loiras para seus haréns. Então mulheres eslavas escravizadas eram compradas nas feiras do Califado da Crimeia. Na Espanha muçulmana, um tributo anual de 100 mulheres visigodas [loiras germânicas] era exigido da costa da Cantábria da Espanha.
Durante décadas, os governantes muçulmanos da Espanha exigiam 100 virgens por ano da população conquistada. O tributo só teve uma parada quando os espanhóis étnicos começaram a fazer resistência. — “Jihad: Islam’s 1,300 Year War Against Western Civilisation” (Guerra Santa Islâmica: a Guerra de 1.300 anos do Islamismo contra a Civilização Ocidental)
Acrescente o total de mortos da Reconquista (movimento na Espanha e Portugal para reconquistar seus países dos muçulmanos) e os números sobem muito mais alto.
As pesquisas mostram que a Baixa Idade Média (ou Idade das Trevas) não foi causada pelo povo germânico godo, que acabou assimilando e se tornando cristão:
…o real destruidor da civilização clássica foram os muçulmanos. Foram as invasões árabes… que destruíram a unidade do mundo mediterrâneo e transformaram o Oriente Médio — outrora uma das principais rotas mercantis do mundo — num campo de batalha. Foi depois do surgimento do islamismo… que as cidades do Ocidente, que dependiam do comércio mediterrâneo para sua sobrevivência, começaram a morrer. — “Islam Caused the Dark Ages” (O Islamismo Causou a Idade das Trevas)
Acrescente na computação os milhões desconhecidos que morreram como consequência.
Quantos conhecem os horrores da conquista da Malásia? Os budistas da Tailândia e Malásia foram massacrados em massa.
Quando atacados e massacrados pelos muçulmanos, os budistas inicialmente não fizeram nenhuma tentativa de escapar de seus assassinos. Eles aceitaram a morte com uma atitude de fatalismo e destino. E daí eles não existem mais hoje para contar sua história. — História da Jihad.org
Possivelmente, nunca saberemos o número de mortos.
Depois que os muçulmanos começaram a governar no século XV, povos animistas acabaram desaparecendo por terem sido escravizados e “incorporados” na população muçulmana da Malásia, Sumatra, Bornéu e Java por meio de invasões, tributação e aquisição, principalmente de crianças. Java era o maior exportador de escravos no ano de 1500.Islam Monitor (Monitor do Islamismo)
Do mesmo modo, o islamismo chegou às Filipinas. Somente o aparecimento dos espanhóis deteve um colapso total, e confinou o islamismo às ilhas do Sul.
A vinda dos espanhóis salvou as Filipinas do islamismo, exceto a ponta do Sul em que a população havia se convertido ao islamismo. — História da Jihad.org
De novo, não se sabe o número de mortos, mas acrescento-os ao total.
Os filipinos animistas estavam com muita vontade de se aliar aos espanhóis contra o islamismo. Aliás, boa parte do sudeste asiático deu boas-vindas aos espanhóis e portugueses como preferíveis ao islamismo.
…desde o século XVII sucessivos reis tailandeses se aliaram às potências marítimas ocidentais — os portugueses e os holandeses — e tiveram sucesso em expulsar a ameaça do islamismo dos malásios muçulmanos e seus senhores árabes. — História da Jihad.org
Alguns galeões e mosquetes não foram suficientes para conquistar a Ásia. O islamismo fez os europeus inicialmente parecerem como libertadores; e até certo ponto eles eram. Quem eram os reais imperialistas?
Até mesmo hoje…
…Jihadistas malásios estão conspirando para transformar a Malásia multiétnica num Califado Islâmico, e estão fomentando confusões no Sul da Tailândia. — Histórida da Jihad.org
Acrescente tudo isso. As vítimas africanas. As vítimas indianas. As vítimas europeias. Acrescente o genocídio armênio. Então acrescente o fato conhecido, mas sem dúvida com um número consideravelmente grande, de vítimas do Leste da Ásia. Acrescente a guerra santa islâmica cometida por muçulmanos contra a China, que foi invadida em 651 d.C. Acrescente a atividade predatória dos canatos da Crimeia contra os eslavos, principalmente suas mulheres.
Embora os números não sejam claros, o que é óbvio é que o islamismo é a maior máquina assassina da história, sem exceção, possivelmente ultrapassando 250 milhões de mortos. Possivelmente um terço ou metade ou mais de todos os mortos por guerras ou escravidão na história podem ser atribuídos ao islamismo. E esse é apenas um exame superficial.
Agora considere os mais de 125 milhões de mulheres hoje que sofrem mutilação genital por amor à honra islâmica. Apesar do que os defensores dizem, essa prática é quase totalmente confinada às áreas islâmicas.
Recentes informações do Curdistão iraquiano levantam a possibilidade de que o problema é mais comum no Oriente Médio do que se cria anteriormente e que a mutilação genital feminina (MGF) está mais ligada à religião do que muitos acadêmicos e ativistas ocidentais admitem. — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly
Outrora considerada como concentrada na África, descobriu-se agora que a MGF é comum onde quer que haja o islamismo.
Há indicações de que a MGF pode ser um fenômeno de proporções epidêmicas no Oriente Médio árabe. Hosken, por exemplo, nota que tradicionalmente todas as mulheres da região do Golfo Pérsico foram mutiladas. Os governos árabes se recusam a lidar com esse problema. — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly
Recorde que isso está acontecendo há 1400 anos. E foi imposto numa população que no passado era cristã ou pagã.
A MGF é praticada em grande escala na Indonésia islâmica, e está aumentando.
…longe de diminuir, o problema da MGF na Indonésia está crescendo acentuadamente. As cerimônias em massa em Bandung estão ficando maiores e mais populares a cada ano. — Guardian
O escritor britânico horrorizado desse artigo do Guardian ainda está iludido que o islamismo não apoia a MGF, quando na verdade é agora fato que a MGF é uma prática islâmica importante. As mulheres islâmicas sofrem lavagem cerebral para apoiar seu próprio abuso.
Além disso, Abu Sahlieh citou Maomé, que disse: “A circuncisão é sunna (tradição) para os homens e makruma (ação honrosa) para as mulheres.” — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly
Qual outra tirania faz isso? Nem mesmo os nazistas mutilavam suas próprias mulheres!
Diferente dos ditadores do século XX cuja fúria assassina os consumiu, reduzindo sua longevidade, o islamismo continua avançando. No fim, embora de modo mais lento, o islamismo tem matado e torturado muito mais do que qualquer outro credo, religioso ou secular. Diferente da tirania secular, o islamismo, devido à sua poligamia e predações sexuais, se reproduz e aumenta.
Outras tiranias são infecções furiosas, que ardem como fogo, mas logo se extinguem. Mas o islamismo é um câncer terminal, que se espalha e domina tudo. Nunca bate em retirada. Seus métodos são traiçoeiros, muitas vezes imperceptíveis no início, impulsionados pelo crescimento populacional. Como um câncer, a extirpação pode ser a única cura.
Portanto, toda vez que você ler sobre um “excesso” israelense [contra os muçulmanos] — e pode haver verdade na queixa —, coloque a notícia em contexto. Olhe contra quem os israelenses estão lutando. O islamismo é totalmente diferente de todas as outras ditaduras da história humana.
Mike Konrad é o pseudônimo de um americano que não é judeu, hispânico ou árabe. Ele dirige o site Arábia Latina (http://latinarabia.com), onde ele discute a subcultura dos árabes na América Latina. Ele queria que seu espanhol fosse melhor.
Traduzido por Julio Severo do artigo do American Thinker (Pensador Americano): The Greatest Murder Machine in History
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24 de fevereiro de 2015

EUA nomeiam primeiro embaixador mundial da agenda homossexual


EUA nomeiam primeiro embaixador mundial da agenda homossexual

Julio Severo
Comentário de Peter LaBarbera: Gente, se aprendemos algo de Barack Obama, é que não existe limite para seus favorecimentos às paixões ignóbeis do movimento homossexual e transgênero. Esse caso mais recente descrito por meu amigo brasileiro Julio Severo é um insulto para a maioria das nações do mundo inteiro que escolhem não celebrar o pecado de Sodoma como muitos americanos esquerdistas — observe que eu não disse todos os americanos — fazem.
Onde é que está o embaixador especial para questões de adultério? Fornicação? Pornografia? Aborto? É melhor eu ter cuidado: não quero dar nenhuma ideia para a burocracia de Obama. Isso é neoimperialismo na sua pior forma — em vez de ser uma força para o bem no mundo, os Estados Unidos estão agora usando seu dinheiro e poder para defender a imoralidade sexual e a rebelião sexual no mundo inteiro — pois os EUA estão redefinindo “direitos humanos” para incorporar condutas destrutivas, mas que dá para mudar.
Se o Partido Democrata (de Obama, conhecido por defender o homossexualismo e o aborto) for derrotado em 2016, espero que o próximo governo reverterá ações como essa, mas com certeza isso está longe de acontecer, considerando a timidez covarde do Partido Republicano nessa questão. A Cidade Brilhante na Colina que Ronald Reagan invocou se transformou numa favela coberta de fumaça e neblina espalhando poluição moral sob o governo de Obama. E a vergonha dele se torna a vergonha do povo dos EUA até que nós, os cidadãos dessa nação outrora grande, corrijamos os erros que estão sendo realizado nos outros países no nome dos Estados Unidos.
Os Estados Unidos estão nomeando seu primeiro embaixador internacional de direitos homossexuais. Esse é um evento histórico, pois nenhuma nação, nem mesmo a ONU, jamais nomeou um embaixador homossexual para promover direitos homossexuais mundiais.
Todos os grandes canais noticiosos dos EUA estão cobrindo esse evento histórico.
Num comunicado à imprensa, o Departamento de Estado dos EUA disse que Randy Berry, um diplomata americano declaradamente homossexual, será seu primeiro embaixador especial para promover direitos homossexuais. John Kerry, ministro do Departamento de Estado, disse: “Estamos trabalhando para derrubar as leis que criminalizam a conduta consensual de mesmo sexo em países no mundo inteiro.”
A preocupação do governo dos EUA não é apenas os mais de 75 países que criminalizam a atividade homossexual, mas também mirar nações que estão tentando resistir ao violento ataque de organizações homossexuais dos Estados Unidos e Europa, especialmente por causa de várias leis pró-família que entraram em vigor no mundo em anos recentes. O jornal Washington Post deu alguns exemplos: “O presidente russo Vladimir Putin sancionou uma lei em 2013 que proíbe a ‘propaganda homossexual,’ e a Nigéria proibiu casamento de mesmo sexo e restringiu a conduta homossexual, inclusive exibições públicas de afeição entre gays.”
Putin foi nomeado pela “The Advocate,” a maior revista homossexual dos EUA, como o maior oponente da agenda gay.
Kerry diz que Randy Berry ajudará o governo de Obama em seus esforços mundiais para pressionar os países estrangeiros a eliminarem leis que criminalizam a atividade homossexual.
De acordo com “The Advocate,” a ideia de nomear um embaixador especial para questões LGBT foi defendida com vigor por várias organizações, inclusive o Serviço Mundial Judaico Americano (SMJA) e a Campanha dos Direitos Humanos (CDH), a maior organização homossexual dos EUA, cujo co-fundador, Terrance Patrick Bean, foi preso por agressão homossexual a uma criança no ano passado.
Num comunicado à imprensa, o esquerdista SMJA aplaudiu a nomeação histórica, pelo Departamento de Estado, de Randy Berry como o primeiro embaixador mundial especial para questões LGBT no mundo inteiro.
De acordo com seu próprio site, o SMJA é o quarto maior financiador da agenda gay no mundo todo. Desde 2005, o SMJA investiu mais de 9 milhões de dólares em direitos LGBT mundiais. No ano passado, o SMJA deu 3 milhões de dólares para 47 organizações que promovem a agenda gay em 14 países.
Se você está tentando imaginar como uma organização esquerdista que promove a agenda gay é judaica, recorde que o presidente americano esquerdista que está promovendo a mesma agenda é alegadamente protestante.
De acordo com o jornal homossexual “Washington Blade,” Chad Griffin, presidente da CDH, aplaudiu o Departamento de Estado.
“Num momento em que muitos indivíduos LGBT no mundo inteiro estão enfrentando perseguição e violência diária, essa nomeação sem precedentes mostra um compromisso histórico para com o princípio de que direitos LGBT são direitos humanos,” disse ele. “O presidente Obama e o ministro Kerry mostraram tremenda liderança ao serem campeões dos direitos de indivíduos LGBT no exterior. Agora, trabalhando intimamente com esse novo embaixador, temos de trabalhar com mais afinco do que nunca para criar novos aliados, fazer os violadores de direitos humanos baterem em retirada e apoiar os líderes e organizações corajosos que lutam por direitos LGBT no mundo todo.”
A nomeação de um diplomata abertamente homossexual como embaixador LGBT envia uma mensagem de que os Estados Unidos permanecerão na vanguarda e liderança da promoção da agenda gay no mundo inteiro. Mostra também sua determinação de fazer a Rússia, a Nigéria e outras nações baterem em retirada.
Agora os Estados Unidos tornarão o mundo mais livre para os adeptos da ideologia e atos homossexuais e menos livre para cristãos e outros que não aceitam a depravação homossexual, inclusive a Rússia e a Nigéria que estão tentando proteger suas crianças da propaganda homossexual.
Cada ativista homossexual no mundo todo é beneficiado pelo que os EUA estão fazendo.
Cada cristão praticante é ameaçado.
Fico pensando no que acontecerá com cristãos como eu. Meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado originalmente pela Editora Betânia em 1998, deixou os grupos gays brasileiros furiosos porque expus que eles estavam trazendo para o Brasil a ideologia gay dos EUA. Aliás, muitos de seus militantes haviam sido treinados e financiados nos EUA. Minha denúncia trouxe ameaças contra mim. Mas agora, com o governo dos EUA escolhendo fortemente ficar do lado dos ativistas homossexuais internacionais, eles receberão mais treinamento e financiamento para avançar e ameaçar, e cristãos como eu correm o risco de serem rotulados de “violadores de direitos humanos” e “criminosos.”
Os EUA, que foram fundados por homens que acreditavam na Bíblia, estão determinados a desafiar as convicções cristãs deles, inclusive a crença deles de que Deus destruiu Sodoma por causa de seus pecados homossexuais. George Washington, por exemplo, via a conduta homossexual como abominável e detestável. Mas a atual América, uma superpotência, acha que é maior do que Washington e do que o Deus que castigou o pecado homossexual de Sodoma. E uma presença maior do Partido Republicano no Senado e Câmara dos Deputados nos EUA não aumentou a oposição a essa ameaça nacional e internacional.
Vendo o avanço implacável da agenda gay nos EUA, vários grandes líderes evangélicos americanos estão investindo na propagação da resistência em outros países. Recentemente, a Campanha pelos Direitos Humanos (CDH), que é o maior grupo homossexualista americano, publicou um relatório intitulado “Exportação de Ódio,” denunciando líderes cristãos americanos que, em contrariedade à política externa oficial dos EUA que promove a agenda gay no mundo inteiro, estão promovendo uma resistência mundial a essa agenda.
É claro que quando o próprio Mal diz que é “Exportação de Ódio” é exatamente o contrário. A real “Exportação de Ódio” — ódio pela família, crianças e cristãos — é o governo dos EUA financiando o ativismo homossexual no mundo inteiro.
Tenho saudades dos dias em que a maior exportação dos EUA eram o Evangelho de Jesus Cristo, com a bênção do governo americano. Hoje, é a sodomia…
Não é de admirar que Billy Graham tenha dito: “Os EUA são tão maus quanto Sodoma e Gomorra.” E muitas vezes ele menciona: “Se Deus não castigar os Estados Unidos, Ele terá de pedir perdão para Sodoma e Gomorra”.
O lugar número 1 do relatório da CDH ficou para o Rev. Scott Lively, autor livro “Pink Swastika,” que tem se destacado por inspirar os russos a assumir uma firme postura contra as políticas homossexualistas do Ocidente. O relatório também aponta que além da Rússia, ele também viaja para Uganda, Europa Oriental e Inglaterra.
Lively é autor de uma “Carta aberta ao presidente Vladimir Putin,” de 2013, onde ele diz:
“O movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle político. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal. Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de ‘homo-fascismo’ e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças). Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa.”
Outros líderes evangélicos americanos citados no relatório da CDH também viajam para outros países para ajudá-los na resistência mundial à agenda gay hoje fortemente promovida pelo governo dos EUA.
Com informações da FoxNews e outras agências dos EUA.
Versão em inglês deste artigo: US Names First Global Envoy for Homosexual Agenda
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