2 de setembro de 2010

Homem armado na TV Discovery exige fim de nascimento de “bebês humanos parasitas” e atribui a Al Gore o seu “despertamento”

Homem armado na TV Discovery exige fim de nascimento de “bebês humanos parasitas” e atribui a Al Gore o seu “despertamento”

Kathleen Gilbert
Últimas notícias: 17h37min 01/09/10 — Reportagens indicam que a polícia matou a tiros James Lee, e libertou os reféns.
SILVER SPRING, Maryland, EUA, 1 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Tiros foram disparados e pelo menos um refém foi feito na sede em Silver Spring do Canal Discovery no que parece ser um louco ambientalista radical.
De acordo com as reportagens, o homem armado exigiu que os executivos do Canal Discovery veiculassem programação ajustada para deter a propagação de “bebês humanos parasitas” a fim de salvar o planeta do aquecimento global e da poluição.
James J. Lee, identificado pela polícia como o homem armado, espera forçar a rede a desestimular a explosão populacional por meio da “sujeira humana” de mais crianças, principalmente entre populações imigrantes, de acordo com um documento aparentemente de autoria de Lee.
Funcionários do Canal Discovery repararam pela primeira vez em Lee em fevereiro de 2008, quando ele foi preso durante um protesto no prédio da Discovery.
Lee, residente de San Diego, disse que experimentou um “despertamento” quando assistiu ao documentário ambientalista ‘‘An Inconvenient Truth” (Uma verdade inconveniente), do ex-vice-presidente Al Gore, segundo a reportagem da MSNBC.
Na quarta-feira de tarde, a polícia estava envolvida em negociações para libertar o que havia sido noticiado como um número pequeno de um ou três reféns feitos por Lee, que foi visto com um possível dispositivo explosivo amarrado no próprio corpo. Até agora não há informações de feridos.
Uma lista de exigências publicada no site www.savetheplanetprotest.com, assinada como “as exigências e palavras de Lee” busca programação da rede de televisão que mostre “como as pessoas podem viver SEM dar a luz mais crianças humanas sujas já que essas novas adições continuam a poluir e são poluição”.
“Salvar o planeta significa salvar o que restou da fauna selvagem não humana”, declara o site. “Isso significa impedir a raça humana de procriar mais nojentos bebês humanos!… Todos têm a responsabilidade de preservar o planeta em que vivem não procriando mais filhos que continuarão suas práticas sujas”.
O manifesto frisa que as populações imigrantes e seus “sujos bebês ancoras” [termo designado aos bebês de imigrantes ilegais que acabam ganhando a cidadania americana exclusivamente pelo nascimento] têm de ser detidas, e que a teoria da evolução de Darwin e a teoria malthusiana da explosão populacional têm de ser repetidas “até que penetre no cérebro das pessoas estúpidas até aprenderem”.
Além disso, o documento insiste em que o canal tem de “parar todos os programas que glorificam o nascimento de bebês humanos” e “as teorias falsas por trás dessas ações”.
“Nos lugares desses programas, deve-se promover programas incentivando a esterilização e a infertilidade da raça humana. Todos os programas que anteriormente apoiavam nascimentos de bebês têm agora de fazer promoções na direção de deter nascimentos humanos, não incentivá-los”, diz o documento, acrescentando que a civilização e “todas as suas nojentas raízes e ganância culturais e religiosas devem ser expostas pela sujeira que são”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/sep/10090112.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Relatório da População Mundial: ‘Populações idosas; menos trabalhadores, declínio dos países desenvolvidos’

Relatório da População Mundial: ‘Populações idosas; menos trabalhadores, declínio dos países desenvolvidos’

Thaddeus M. Baklinski
WASHINGTON, DC, EUA, 29 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Relatório da População 2010 publicado pela Agência de Referência de População (ARP) em 28 de julho, diz que a diminuição das populações em idade de trabalho está colocando em risco os programas de apoio social e assistência de saúde de longo prazo para os idosos, e aponta para uma redução nas populações dos países desenvolvidos.
O relatório declara que no mundo inteiro havia, em 1950, 12 pessoas em idade de trabalho para cada pessoa com 65 anos ou mais. Em 2010, esse número havia diminuído para 9. Em 2050, esse índice de sustento aos idosos, que indica níveis de potencial sustento social disponível para os idosos, está projetado para cair para 4.
O relatório também mostra os contrastes entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento e frisa que embora os países em desenvolvimento verão aumentos populacionais, os países desenvolvidos estão começando a ver diminuições populacionais.
“Há duas grandes tendências na população mundial hoje”, disse Bill Butz, presidente da ARP. “Por um lado, índices de natalidade cronicamente baixos nos países desenvolvidos estão começando a desafiar a segurança de saúde e econômica de seus idosos. Por outro, os países em desenvolvimento estão acrescentando mais de 80 milhões às suas populações a cada ano e os mais pobres desses países estão acrescentando 20 milhões, agravando a pobreza e ameaçando o meio-ambiente”.
Comparando a Etiópia e a Alemanha, o relatório ilustra como os contrastes podem ser nítidos. Embora a Etiópia e a Alemanha tenham quase o mesmo tamanho populacional hoje, a Etiópia está projetada para mais que dobrar sua população de 85 milhões hoje para 174 milhões em 2050. A população da Alemanha provavelmente diminuirá de 82 milhões para 72 milhões durante o mesmo período de tempo. A causa dessas mudanças enormes são os nascimentos por mulheres durante a vida inteira delas. O índice de fertilidade total da Etiópia de 5,4 é quatro vezes maior do que o índice de 1,3 da Alemanha.
A população mundial subiu para 6.9 bilhões em 2010, diz o relatório, com aproximadamente todo esse crescimento nos países em desenvolvimento do mundo.
Em contraste, os países desenvolvidos do mundo, totalizando 1.2 bilhão de pessoas, viram suas populações continuarem a envelhecer à medida que o tamanho da população em idade de trabalho está diminuindo.
Por exemplo, o Japão tem um índice de fertilidade total de 1,4 filhos por mulher, e um índice de sustento aos idosos de 3 — o mais baixo do mundo, junto com a Alemanha e Itália. Em 2050, o Japão terá só 1 adulto em idade de trabalho para cada pessoa idosa; a Alemanha e a Itália terão cada um 2.
O relatório aborda o efeito da recente recessão mundial, dizendo que parece ter provocado mais declínios nos índices de natalidade em alguns países desenvolvidos, tais como Espanha e Estados Unidos, e reduziu aumentos onde os índices de natalidade haviam começado a subir, tais como na Noruega e Rússia.
O Relatório da População Mundial 2010 da Agência de Referência de População e seu relatório resumo oferecem informações detalhadas sobre 19 indicadores de população, saúde e meio-ambiente para mais de 200 países.
O texto na íntegra do relatório está disponível em inglês aqui.
Veja o artigo relacionado de LSN:
Demographic Report Reveals "Unprecedented Global Aging" - Childlessness in US Women at 20%
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072211.ht ml
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072903
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Homem homossexual tenta estuprar adolescente, é agredido e morre em hospital no interior de SP

Homem homossexual tenta estuprar adolescente, é agredido e morre em hospital no interior de SP

DE RIBEIRÃO PRETO
Um vendedor homossexual acusado de tentar estuprar um adolescente no bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), morreu na noite de terça-feira em decorrência de agressões que sofreu no dia anterior.
De acordo com a Polícia Militar, Josué Fernandes da Silva, 32, agarrou o adolescente na porta de casa. Vizinhos ouviram os gritos do jovem e agrediram Silva. A Polícia Militar encontrou-o na rua, com marcas da agressão e seminu.
Silva foi encaminhado à UBDS (Unidade Básica Distrital de Saúde) do Sumarezinho, de onde foi levado ao CDP (Centro de Detenção Provisória) de Serra Azul.
Ele ficou em observação na enfermaria, mas na terça, com muitas dores, foi levado à UBDS do Castelo Branco, onde morreu às 20h, depois de receber atendimento médico. A reportagem não obteve contato com as famílias do adolescente e do acusado.
Comentário de Julio Severo: O crime relatado aqui é de natureza homossexual, porém a notícia omitiu completamente a palavra “homossexual”. Mas o que o jornal se recusa a mostrar, o Blog Julio Severo revela, inserindo no texto divulgado aqui, para maior clareza jornalística, a palavra em negrito que está na própria essência do crime noticiado.
Com a morte desse homossexual, agora mais um número incha as estatísticas de “crimes de homofobia” usadas para “provar” que os homossexuais são vítimas inocentes da brutalidade irracional de pessoas insanas, usando essas estatísticas para aprovar leis de proteção à sodomia, inclusive com direito de obrigar crianças e adolescentes a aprender que a sodomia é normal.
É óbvio que se a vítima fosse homossexual, o jornalismo esquerdista da Folha de S. Paulo não pouparia palavras como “homofobia”, “crime contra os direitos humanos”, “crime hediondo”, etc. E a reportagem traria o termo “homossexual”, que seria abundantemente usado a favor da agenda gay. Só em casos desfavoráveis ao homossexualismo é que o jornalismo irresponsável omite identificações fundamentais.
Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

Amor não correspondido: evangélicos e judeus

Amor não correspondido: evangélicos e judeus

Dr. Stuart Schwartz
Quem teria pensado que a maior arma no combate à crescente onda de antissemitismo nos Estados Unidos de Obama se encontraria nestas palavras: “Jesus me ama! Disto eu sei, pois é o que a Bíblia me diz.”
Os filhos dos cristãos evangélicos cantam este hino em escolas bíblicas de todo o país, refletindo a crença em uma vida vivida de acordo com a vontade de Deus, tal qual revelada na Bíblia. Nada de relativismo moral aqui: de um lado, uma existência que honre a Deus; do outro, o pecado e a rebeldia. Certo e errado — simples assim. E é esta visão bíblica do mundo que embasa o apoio inabalável dos cristãos evangélicos a Israel e ao Judaísmo. Como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu observou, Israel e os judeus “não têm maiores amigos e aliados” do que a comunidade de 70 milhões de cristãos evangélicos dos Estados Unidos — amigos melhores, na verdade, do que boa parte da comunidade judaica americana.
Sua visão de mundo — influenciada pelos valores judaico-cristãos que embasam as Escrituras — sempre tem levado os evangélicos à conclusão de que a obra-em-curso conhecida como Israel merece apoio, em  uma região do mundo onde brutalidadeterrorismo, e desprezo às mulheres são o status quo. Enfatizando o valor individual e uma vida correta, os israelenses possuem uma clareza moral que lhes permitiu construir uma democracia que está em sexto lugar entre 35 países democráticos no que diz respeito à justiça, próximo aos Estados Unidos. Os evangélicos americanos reconhecem isso, parcialmente contrabalançando o apoio suicida que uma parte significativa da comunidade judaica dá ao Partido Democrata, que se alia com aqueles que desejam eliminar os judeus, tanto estrangeiros quanto domésticos. Uma medida do poder desse apoio é o trabalho a que os esquerdistas têm se dado, diz Ed Lasky, da American Thinker, para criar uma cisão entre os evangélicos e Israel.
O Cristianismo continua a pôr de lado uma longa história de antissemitismo, para se investir do que os evangélicos, cada vez mais influentes, veem como uma perspectiva divina do povo judeu. O manual de teologia evangélica mais popular em voga é bastante direto em sua instrução aos crentes: reverenciar e respeitar o lugar especial dos judeus, do Judaísmo e de Israel no plano de Deus para a humanidade. Zev Chafets, politico israelense e ex-colunista do New York Daily Newschama a aliança judaico-evangélica de “um casamento feito no céu.” O Dr. Randall Price, líder do prestigioso instituto de estudos judaicos da Liberty University (universidade evangélica), tem uma relação de 30 anos com Israel, baseada na ordem para “amar a Deus, amar Israel e amar os judeus” dada pelas Escrituras.
Essa abordagem de base bíblica produziu um forte apoio evangélico. O turismo cristão manteve vivo o setor de turismo Israelense, enquanto os judeus o evitavam. O Ministério do Turismo israelense informa que 1.8 milhões dos 3 milhões de visitantes do ano passado eram cristãos, totalizando um aumento de 40% nos últimos oito anos, entre os cristãos dos Estados Unidos.
Os evangélicos são dramaticamente mais simpáticos a Israel do que os quase seis milhões de judeus americanos que, de acordo com a Pesquisa Populacional Judaica Nacional, se identificam como judeus reformados e/ou seculares, muitos dos quais são hostis, tanto a Israel quanto ao Judaísmo de base bíblica. Eles rejeitam Deus em favor da “nacionalidade.” Como Dennis Prager, o colunista e apresentador de talk show que se descreve como um judeu que honra a Bíblia observa, "a religião deles raramente é o Judaísmo.” Ao invés disso, “é todos os ‘ismos’ da esquerda. Eles incluem liberalismo, socialismo, feminismo, marxismo e ambientalismo.” 
Resultado: Deus se tornou o inimigo de um número significativo de judeus americanos e os inimigos de Deus, seus aliados. O destacado erudito James Q. Wilson, ex-professor de Harvard que ganhou a Medalha Presidencial da Liberdade pela “clareza moral” de sua erudição, apontou que, na verdade, Deus está de permeio, entre a metade progressista e mais visível da comunidade judaica americana e os evangélicos. Os evangélicos olham as Escrituras como um guia para uma existência moral, enquanto que os judeus progressistas são radicais ordinários que veem Deus como um mito opressivo.
Ele prossegue: Depois que “as ideias do marxismo sobre o proletariado comprovaram ser falsas e o capitalismo provou ser o melhor meio de se alcançar a abundância econômica,” a esquerda substituiu “o proletariado” com “o oprimido” como seu “objeto de afeição.” Para a esquerda judaica, “Israel apenas substituiu John D. Rockefeller no topo de sua lista (de inimigos)”. Esses judeus são parte de uma fervorosa esquerda para a qual faz sentido que os cristãos evangélicos apoiem Israel, pois ambos reforçam o terrorismo com sua opressão aos “indefesos.” O caso em questão: o judeu furiosamente marxista e antissemita Dr. David Boyarin, um professor de Talmude (comentários tradicionais à bíblia judaica) na Universidade da Califórnia, em Berkeley, que afirma que a mais alta forma de judaísmo é a destruição de Israel e que a composição da raça judaica — se deixada crescer — resultará na opressão dos outros por parte dos judeus.
Os judeus americanos precisam repensar as alianças. O colunista e comentarista da Fox News Charles Krauthammer alerta a comunidade judaica de que “é um sinal da desorientação de um povo aflito e confuso que nós devamos achar tão difícil distinguir nossos amigos de nossos inimigos.” Ele bem pode ter tido em mente os comentários do rabino Eric Yoffie, que dirige a maior e mais amplamente secular afiliada do judaísmo americano (e que menos apoia Israel). Yoffie comparou líderes evangélicos como o falecido Dr. Jerry Falwell a Hitler. Entretanto, de acordo com Yechiel Eckstein, o rabino ortodoxo que dirige a Associação Internacional de Cristãos e Judeus, Falwell teve uma longa e intensa relação de amor com Israel e o Judaísmo, baseada em valores bíblicos comuns — em outras palavras, porque foi o que a Bíblia lhe ensinou. Outro judeu americano progressista, o líder de uma das maiores organizações judaicas nos Estados Unidos, a Liga Anti-Difamação, recentemente “declarou guerra contra os cristãos conservadores.” Os judeus progressistas têm demonstrado que, na ausência da fé no Deus das Escrituras e de uma visão de mundo baseada na Bíblia, os judeus americanos tendem à hostilidade contra Israel e à moralidade inspirada por Deus que define o judaísmo centrado na Bíblia (veja “Pensamento Progressista Judaico e o Novo Antissemitismo”). Na verdade, como o pensador americano Richard Baehr coloca, muitos já estão “trabalhando para o inimigo.”
Rodney Stark, o sociólogo educado em Berkeley que fez grande carreira explodindo o dogma das esquerdistas Elites do Conhecimento (o título de seu recente e altamente louvado estudo dos efeitos do Cristianismo sobre a cultura dá uma ideia de sua abordagem, “The Victory of Reason: How Christianity Led to Freedom, Capitalism, and Western Success” [A Vitória da Razão: Como o Cristianismo levou à Liberdade, ao Capitalismo e ao Sucesso Ocidental]), usa um estudo para mostrar que os “judeus irreligiosos” compõem uma parcela significativa das elites altamente educadas que estão abertas às religiões da Nova Era e a movimentos cúlticos. Os judeus irreligiosos afluem a movimentos semirreligiosos, tanto políticos quanto sociais, porque eles “carecem de uma ancoragem (na) fé convencional” das tradições judaico-cristãs. Em outras palavras, eles estão espiritualmente desnutridos.
Como Pogo, o personagem dos quadrinhos, (e gambá não sectário), famosamente disse, "Nós encontramos o inimigo e ele é a gente." Sem referências bíblicas, os judeus progressistas americanos se enfiaram em uma cena autodestrutiva de bar saída de Jornada nas Estrelas, um boteco Mos Eisley de liberais típicos, acadêmicos marxistas, e elites políticas e midiáticas abrindo o caminho a rosnadas rumo a sua aniquilação.
Talvez seja a hora de a outra metade mostrar sua cara. A parte menos visível da comunidade judaica americana teria, nos evangélicos, aliados fiéis, a exemplo de Israel, apoiando, juntamente com eles, as tradições judaico-cristãs e uma nação de Israel que tem sempre demonstrado moralidade e moderação para com aqueles que buscam destruí-la.
O que seria necessário? O primeiro passo para a comunidade judaica americana é adotar o slogan que surgiu de suas tradições bíblicas, servindo de fundação para o apoio cristão aos judeus e Israel: "Em Deus confiamos."
O Dr. Stuart H. Schwartz é ex-executivo na área de jornalismo e de vendas. Atualmente estuda na Liberty University, em Lynchburg, Virginia.
Tradução de Larry Martins, da equipe do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo
Texto original: The American Thinker
Divulgação: www.juliosevero.com

1 de setembro de 2010

O que podemos fazer por um Brasil ameaçado?

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O que precisamos saber.
O que precisamos fazer.



Conscientização nacional




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Dr Zenbio Fonseca critica PNDH-3 (parte 3)

Veja também:

Governo brasileiro se une a ONU para exortar países da América Latina a descriminalizar o aborto

Governo brasileiro se une a ONU para exortar países da América Latina a descriminalizar o aborto

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BRASÍLIA, Brasil, 29 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo brasileiro assinou um documento patrocinado pela ONU apoiando a descriminalização do aborto em toda a América Latina.
O documento, que não possui compromisso legal e é intitulado “Consenso de Brasília”, foi anunciado na 11ª Conferência sobre as Mulheres da América Latina e Caribe (CEPAL) na capital do Brasil. O documento contém numerosas referências, algumas indiretas e outras explícitas, a medidas em favor do aborto, homossexualismo, contracepção e outras políticas anti-vida e anti-família.
Em sua seção sobre “direitos sexuais e reprodutivos”, um termo muitas vezes usado como eufemismo para a legalização do aborto, o “Consenso” exorta os governos a “revisar as leis que punem as mulheres que fizeram aborto propositadamente”, e cita o Comitê contra a Tortura das Nações Unidas, insinuando que proibir o aborto é igual à “tortura” sob o direito internacional.
A mesma seção também exige que os governos “garantam as condições e recursos para a proteção e exercício dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres em todo o ciclo de vida em todos os grupos populacionais, livres de todas as formas de discriminação”, e “garantam também o acesso universal das mulheres em sua diversidade à assistência abrangente e de alta qualidade de serviços de saúde sexual e reprodutiva”.
O jornal brasileiro O Globo noticiou que o documento, que ele descreve como uma convocação para a descriminalização do aborto, foi apoiado e assinado pela representante oficial do Brasil, Nilcéia Freire, ministra da Secretaria Especial para Políticas de Mulheres.
O jornal observa que, depois que o governo recuou na questão da descriminalização do aborto em seu programa nacional de “direitos humanos”, “a descriminalização do aborto vem sendo defendida de novo oficialmente pelo governo brasileiro”.
Além disso, O Globo informa que três países se recusaram a assinar o documento: Os Estados Unidos, o Chile e a Costa Rica. Todos os outros governos, 33 ao todo, deram sua aprovação.
O “Consenso”, que ironicamente contradiz as convicções da maioria dos latino-americanos, também contém declarações que apóiam o homossexualismo, inclusive condenando a “lesbofobia”, e promove a distribuição de contraceptivos para adolescentes.
A conferência foi organizada pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e Caribe (ECLAC).
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Presidente do Brasil busca garantir aborto como “direito” e proibir crucifixos em prédios governamentais
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/01/presidente-do-brasil-busca-garantir.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10073001
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31 de agosto de 2010

Outra estudante de aconselhamento perseguida por convicções cristãs recorre de decisão judicial

Outra estudante de aconselhamento perseguida por convicções cristãs recorre de decisão judicial

DETROIT, Michigan, EUA, 28 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Advogados recorrerão de uma decisão de tribunal federal feita na segunda-feira num processo em prol da estudante Julea Ward contra a Universidade do Leste de Michigan (ULM) depois que a universidade expulsou a estudante cristã por se manter firme nas suas convicções sobre a conduta homossexual.
A ULM removeu Ward de seu programa de aconselhamento de pós-graduação em março de 2009 por não concordar com a conduta homossexual como moralmente aceitável. Ward não queria concordar em mudar suas convicções religiosas sobre a conduta homossexual nem expressar uma mensagem contrária a elas durante suas sessões de aconselhamento como condição para receber um diploma universitário.
“Os estudantes cristãos não deveriam ser expulsos por serem fiéis às suas convicções”, disse David French, advogado sênior do Fundo de Defesa Aliança (FDA), o qual argumentou diante do tribunal regional federal do leste de Michigan no mês passado. “Para alcançar sua decisão, o tribunal teve de fazer algo que nunca fez no tribunal federal: sustentar um código de discurso universitário extremamente amplo e vago”.
A ULM iniciou seu processo disciplinário contra Ward logo depois que ela se matriculou num curso de aula prática de aconselhamento em janeiro de 2009, quando recebeu como tarefa atender a um potencial cliente buscando assistência com relação a um relacionamento homossexual. Reconhecendo a potencial questão de consciência com o cliente, e sabendo que ela não poderia concordar com o relacionamento homossexual do cliente sem violar suas convicções religiosas, Ward pediu a seu supervisor como lidar com o assunto.
Ward foi aconselhada a encaminhar o potencial cliente para um conselheiro diferente. A ULM então informou Ward de que ela só poderia permanecer no programa de aconselhamento se concordasse em passar por um programa de “recuperação”. Seu propósito era ajudá-la a “ver o erro dos caminhos dela” e mudar o “sistema de convicções” dela em sua relação com o aconselhamento sobre relacionamentos homossexuais.
Numa subsequente reunião formal de avaliação, advogados dizem que os professores da ULM denegriram as opiniões cristãs de Ward e fizeram várias perguntas impróprias e intrusivas sobre as convicções religiosas dela. Então uma comissão da universidade a removeu do programa de aconselhamento. Ward recorreu, mas o deão da Faculdade de Educação da ULM sustentou a remoção dela.
“Julea meramente seguiu o conselho de seu professor supervisor ao encaminhar um potencial cliente a um conselheiro que não tinha questões de consciência com o assunto particular a ser discutido”, disse French. “Ela própria teria com alegria aconselhado o cliente se o tópico tivesse como foco outro assunto. Confiamos em que o tribunal regional federal entenderá as questões constitucionais envolvidas nesse caso”.
Os códigos de discurso da ULM que permitiram as ações da universidade foram desafiados como parte do processo do FDA, Ward versus Wilbanks. Uma política que proíbe “discriminação com base na… orientação sexual” acrescenta que os conselheiros não podem “fechar os olhos” para o que a universidade define como discriminação. Outra política problemática declara que o departamento de aconselhamento da ULM pode disciplinar um estudante que mostra “incapacidade de tolerar pontos de vistas diferentes”.
O FDA está atualmente litigando um caso semelhante envolvendo uma estudante de aconselhamento na Universidade Estadual de Augusta na Geórgia. A estudante Jennifer Keeton processou a universidade depois que, conforme ela disse, ela foi forçada a se submeter a um abrangente “treinamento de sensibilidade de diversidade” e proibida de expressar suas convicções religiosas, ou então ser expulsa do programa de aconselhamento.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072803
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Comitê da ONU ataca o papel de mãe e exige novos “direitos” para as mulheres

Comitê da ONU ataca o papel de mãe e exige novos “direitos” para as mulheres

Dr. Terrence McKeegan
29 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um comitê da ONU de tratados, notório por sua promoção do aborto e de posições ideológicas não apoiadas por tratados da ONU, conclui sua sessão nesta semana. Durante a sessão o comitê lançou ataques contra o papel das mães e os papéis sexuais tradicionais, e ao mesmo tempo pediu novos e muito mais expandidos “direitos” sexuais e reprodutivos.
Contudo, a sessão foi especialmente notável pelas declarações da Federação Russa, que relatou que índices declinantes de aborto estavam ajudando a diminuir os índices totais de mortalidade materna nesse país.
O comitê, que monitora a implementação da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (cuja sigla em inglês é CEDAW), é composto por 23 especialistas “independentes” e está avaliando oito nações durante sua 46ª sessão.
Diante do comitê da CEDAW, a delegação da Federação Russa frisou um novo programa de dois anos do Ministério da Saúde que tem como foco a prevenção do aborto e a proteção da vida. A delegação teve a felicidade de relatar ao comitê que pela primeira vez em décadas, o índice de natalidade estava agora excedendo o índice de aborto e que o “número declinante de abortos estava também diminuindo os índices de mortalidade das mulheres depois do parto ou aborto”.
Apesar disso, o comitê expressou preocupação de que o governo estava promovendo o papel das mães e ajudando as mulheres a permanecer em casa com seus filhos recém-nascidos, em vez de facilitar o rápido retorno delas ao mercado de trabalho. O especialista cubano avisou acerca dos estereótipos sexuais negativos que poderiam resultar se as mulheres fossem vistas apenas como “boas mães, boas esposas e donas-de-casa, enquanto os homens fossem vistos como os provedores econômicos”.
O especialista da Holanda questionou a Rússia sobre se a atual legislação cobria a discriminação contra mulheres lésbicas, bissexuais ou transexuais. O especialista do Brasil lamentou que o acesso a “serviços médicos transgêneros” não estavam disponíveis em muitas regiões da Rússia, e exortou a nação a garantir que “os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres fossem baseados em evidência científica e não na religião”.
Em análises de outros países, Fiji foi repreendido por não disponibilizar casamento e tecnologias reprodutivas para duplas de mesmo sexo. O especialista da Tailândia inquiriu de Fiji se dava para se propor a descriminalização da prostituição para trabalhadoras adultas do sexo. A Albânia foi indagada: “O que o governo está fazendo para combater a homofobia e a violência contra gays, lésbicas e transexuais?”
O boletim Friday Fax de C-Fam informou que no ano passado a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos (CIDHGL), tema recente do apoio inédito do governo de Obama para uma posição especial na ONU, criou um manual para ativistas com o objetivo de promover as ideologias de “orientação sexual” e “identidade de gênero” por meio do comitê da CEDAW.
O tratado da CEDAW não menciona aborto, nem as palavras “gênero”, “orientação”, “sexual” ou “reprodutivo” aparecem em parte alguma do texto. As observações e recomendações feitas pelas agências de tratados não têm poder legal, já que só os países membros de um tratado têm a autoridade de coletivamente interpretar um tratado. Apesar disso, os ativistas pró-aborto estão instaurando processos judiciais no mundo inteiro citando as interpretações das agências de tratados de direitos humanos da ONU, como o Comitê da CEDAW, ao desafiar leis nacionais contra o aborto.
O comitê da CEDAW conclui sua sessão de três semanas na sexta-feira.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072907
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30 de agosto de 2010

Ligação da homossexualidade com trauma na infância

Ligação da homossexualidade com trauma na infância

James Tillman
DUNEDIN, Nova Zelândia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.
“As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados”, disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.
O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com “outra coisa”.
Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.
Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. “Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença”, disse ele.
Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.
“Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los”, disse ela. “Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto”.
Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.
Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.
A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.
Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072701
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29 de agosto de 2010

O sorriso de Maquiavel

O sorriso de Maquiavel

R. B. Marques
Cristão, neurocientista, educador, psicanalista clínico
A notícia veiculada no Estadão sobre o manifesto de Dilma, candidata do PT à presidência da República, para "acalmar o povo de Deus", exige de nós reflexão e posicionamento.

Observem como Dilma faz promessas aos cristãos, promessas que, obviamente, não pretende cumprir. A prova é que as mesmas vão de encontro ao Plano de Governo dela e do PT, vão de encontro às propostas clássicas imorais e anticristãs defendidas pelo PT (a quem ela serve), vão de encontro ao PNDH que ela e Lula promoveram, e assim por diante.

Serra tem feito mais ou menos o mesmo. Contudo, embora também não confie nele e não o queira como presidente, Serra ainda não tem sua imagem tão associada a ideologias por demais perigosas para os cristãos. Mesmo assim, não o imagino liderando a nação, assim como não confio mais em Lula, em quem votei e até defendi por algum tempo.

Só quem é ignorante ou tem memória curta ignora que, na História antiga e recente, uma estratégia muito conhecida (e eficiente) de se chegar legitimamente ao poder é fazer acordos com adversários ideológicos, prometendo, em troca de apoio ou mesmo de silêncio, não persegui-los, não lhes criar problemas, etc. No entanto, depois de eleito democraticamente, o maquiavélico que fez o acordo descumpre-o, num ato golpista.

Não quero comparar, jamais, Dilma, ou quem quer que seja, a Hitler. Contudo, precisamos ser inteligentes para aprendermos a desconfiar de acordos e promessas de campanha, percebendo, inclusive, que déspotas malignos como Hitler chegaram ao poder através do voto, negociando com adversários, fazendo acordos e promessas. Uma vez no poder, manipulou informações, forjou evidências, distorceu acontecimentos e, assim, conseguiu eliminar, jeitosa mas violentamente, todos os adversários; instalou uma perseguição feroz (inicialmente bem camuflada) a qualquer voz que enfrentasse sua ideologia e de seu partido; colocou amigos contra amigos, vizinhos contra vizinhos, filhos contra pais, estimulando a denúncia, gerando um cenário em que as pessoas se vingavam de seus desafetos denunciando-os falsamente ao Estado, acusando-os de crimes que jamais cometeram; e, claro, conquistou o apoio das massas oferecendo, a um povo sofrido com a 1ª guerra, emprego, retomada do crescimento, prosperidade, esperança, honra... Com isso, todo mundo passou a confiar no que quer que ele dissesse ou fizesse. Nos bastidores, porém, instalava-se um Estado fortemente ideológico, de controle social, que criminalizou a opinião, perseguiu os desafetos, matou os que o ameaçavam...

É evidente, porém, que qualquer semelhança é mera coindicência. Não obstante, não nos custa sermos mais desconfiados.

Entre tantas outras aberrações ideológicas, o PT, e a própria Dilma, têm histórico de apoio a ditaduras, a censura de imprensa (somente quando esta os critica), a anular a anistia (somente do lado dos que se opuseram às tentativas de golpe comunista armado), ao aborto amplo e irrestrito, à promoção da libertinagem sexual, à indução ao homossexualismo, à perseguição à ala de cristãos que ousam manter-se fiéis ao que Deus ensina nas Escrituras, e tanto mais.

Agora, temos o controle estatal chegando aos lares, usando, como sempre, algo bom — que é proteger as crianças e adolescentes de abusos e violência — para implantar algo mau — que é intervir na educação dos filhos e proibir pais de dar simples palmadas nos filhos, ameaçando-os de prisão por fazerem algo que a Bíblia recomenda, sem considerar as ressalvas e os contextos.

Apesar de acontecer num país que se pensa democrático, apenas porque votamos e — ainda — damos nossas opiniões nas rodas de amigos, a verdade é que se trata de um típico aparelhamento de controle ideológico e de comportamento somente visto em ditaduras grotescas do nível do nazismo, do stalinismo e do maoísmo, assim como em ditaduras capitalistas veladas.

O interesse, é claro, não é impedir a palmada, mas sim usar argumentos como esse para calar e tirar do caminho aqueles que, por convicção intelectual e espiritual, podem ameaçar esse tipo de ditadura: os cristãos, que, historicamente, são os guardiões das liberdades. (Observação: favor não confundir cristãos com as religiões institucionalizadas, que em muito se assemelharam às piores ditaduras comunistas e fascistas).

Especialistas já alertam: além de uma palmadinha não fazer mal nenhum (o que é diferente de espancamentos, por exemplo, que já eram denunciados e tratados dentro das leis já vigentes), com a "lei da palmada" surgirá um clima inadministrável, em que pessoas se sentirão tentadas a prejudicar outras de quem elas não gostam por algum motivo, apenas denunciando-as ao poder público. Imagine o Conselho Tutelar invadindo sua casa e tomando a guarda de seus filhos, e você sendo preso e processado, só porque uma vizinha sua, que zangou-se com sua recusa em cortar a árvore que derruba folhas no quintal dela, lhe denunciou por "violência doméstica"... Uma outra pessoa da rua pode até testemunhar contra você, apenas por ter ouvido, por exemplo, um filho seu chorar, um dia, e entendeu que você agride suas crianças...

É de assustar como autoridades por nós eleitas para nos representar, e sustentadas com nosso dinheiro, podem chegar a esse nível de estupidez; pior, é de assustar como tantas pessoas tidas como "inteligentes", inclusive alguns profissionais da mente e da saúde, chegam ao ponto de apoiar uma lei absurda como essa; e mais grave ainda é observar como uma população inteira parece ignorar o perigo de se fazer de cega, surda e muda diante da escalada crescente de estratégias de controle social que nos tornarão, a todos, reféns dos interesses específicos de um grupo.

Entretanto, como diz o livro de Eclesiastes: "nada de novo sob o sol". Estratégias como essas aqui mencionadas, de conquista astuta e ardilosa do poder, e consequente controle ideológico de todo um povo, já constavam dos escritos e conselhos do renascentista Maquiavel — embora alguns digam que ele fora "mal interpretado". Mas, se Maquiavel realmente pensou desse modo, fico imaginando-o se estivesse vendo o que hoje fazem tantos políticos - parece até que o ouço maliciosamente sorrindo...

Tudo bem, sei que me exponho em escrever sobre esse assunto, ainda mais nesse tom. Exponho-me, inclusive, ao risco de ser tido como paranóico, tratado como adepto da teoria da conspiração. Mas a questão é, gostemos ou não, que os fatos estão aí, e merecem, no mínimo, ser objeto de alerta e reflexão, antes que cada um tome sua decisão.

Fica aqui um pedido: em vez de apenas votar — ou não votar —, ore pelos candidatos. Ore por Dilma e pelo acordo que alguns evangélicos pensam que lhes assegurará alguma coisa. Ore por Lula, pelo governo deste país. Ore para que o contato com cristãos, interesseiro ou não, sirva como porta de entrada do verdadeiro evangelho no coração dos candidatos, especialmente Dilma e Serra, que estão firmando estes acordos. Ore para que o Espírito de Deus revele-se a eles, e o levem aos pés de Cristo Jesus.

Encerro recordando que, sabemos bem, perseguir e tentar calar os cristãos lembra-nos de perto o cumprimento de profecias bíblicas bastante claras que caracterizam a chegada dos últimos tempos. Sem esquecer que, junto, vem a tentativa de desacreditar as Escrituras, de colocar a opinião pública contra a Palavra de Deus, e até de forçar os cristãos a terem de escolher entre algumas leis de um país insano, e as leis de Deus reveladas na Bíblia. Esse é o cenário ideal que precede o advento do Anticristo, e estamos assistindo, com nossos próprios olhos, os passos sutis, porém cada vez mais expostos e ousados, do doutrinamento mental da sociedade, necessário à construção desse cenário.

A pergunta é: você está preparado para o que vem por aí?
Governo Lula quer proibir pais de disciplinar os filhos

28 de agosto de 2010

Cabrestos espirituais

Cabrestos espirituais

O domínio, por assim dizer, "espiritual" das esquerdas na democracia brasileira é praticamente absoluto. O presidente corrupto, envolvido politicamente com a narcoguerrilha colombiana, com a destruição das democracias latino-americanas, fiel aliado de ditaduras totalitárias de matizes comunistas ou islâmicos, enfim, membro do que há de pior no âmbito dos valores políticos, indica uma candidata, cujo passado de terrorista e assaltante de bancos não é nada abonador. Mas quem disse que o eleitorado brasileiro está interessado nisso ou sabe algo de Dilma Rousseff? Basta que o capataz Lula indique seu capacho presidenciável e o povo brasileiro, como cabresto enfeitiçado pelo bolsa-esmola, vote! Quando a esquerda não intoxica a alma da população com ideologias, compra com dinheiro.
É interessante notar que o passado de banditismo da candidata não assuste ninguém. Ou que seus crimes, incluindo o assassinato, em seu currículo profissional (e por que não dizer ficha policial?), não envergonhem o eleitor incauto. Mas na cabeça da gente dita que elegeu o petismo como projeto político, como também nos círculos midiáticos, o passado da ministra da Casa Civil é coisa do passado. Ou, no mais, é passado para se orgulhar, já que a sujeitinha "lutava" contra a ditadura em favor da democracia. Que grande mentira! Dilma Rousseff não lutava pela democracia. Lutava sim, para substituir o regime militar e implantar a ditadura comunista!
Espantoso, pusilânime, vexaminoso, é o posicionamento da "oposição." (coloco entre aspas, porque tenho lá minhas dúvidas).Gente como José Serra ou mesmo os políticos do DEM engolem a historinha falaciosa da terrorista e assaltante de bancos que lutava pela democracia. De Serra não se pode esperar muita coisa, já que em sua juventude fez parte da UNE e da Ação Popular (posteriormente Ação Popular Socialista), um reles grupelho de esquerda católica, envolvido, em 1966, no atentado terrorista ao Aeroporto Guararapes, em Pernambuco, matando três e ferindo outras 14 pessoas. Pediu asilo ao Chile, quando este país se tornou um antro de marxistas amiguinhos do presidente Salvador Allende. Chamar Serra de "direitista" temo mesmo acinte de chamar Hitler de filosemita. O candidato tucano pode ser a direita da esquerda, outro menchevique dos bolchevistas, um Kerensky de Lênin. Mas é só.
Já o DEM prima pela estupidez política. Ainda que o candidato a vice de Serra, Índio da Costa, tenha captado e tornado públicas as informações mais importantes para o eleitorado brasileiro, o seu partido não deu o menor apoio. Pelo contrário, calou-se, junto com a covardia dos tucanos. Para a maioria dos eleitores, o PT aliado do narcotráfico das Farc não existe. Deveras, o DEM nem pode ser chamado de"opositor". Ele foi tão absorvido pelo cabresto espiritual socialista, que precisou mudar a sigla de Partido da Frente Liberal para o de"democratas", a mesma nomenclatura do esquerdista Partido Democrata norte-americano. Até a alardeada direita política ficou emburrecida pela cultura ideológica da esquerda. A direita tem medo de se assumir direita. O liberal conservador, como político, esconde suas credenciais, com medo de desagradar o status quo socialista. Quer parecer mais esquerdista do que o próprio esquerdista.
Dilma Rousseff, antes de ser adversária do candidato tucano, nada mais é do que sua companheira de armas de outros tempos. Daí o fato de Serra não fazer um pio sobre o passado da ex-ministra da Casa Civil. Nenhum comentário sobre sua vida pregressa, sobre o roubo do dinheiro da amante do governador Adhemar de Barros ou o seu envolvimento, junto com seu grupo guerrilheiro, no assassinato do capitão do exército americano Charles Chandler. Parece que ser bandido com viés esquerdista neste país dá direito à absolvição. Inclusive, a bandidagem vermelha se auto-indeniza, com o beneplácito de nossa"democracia burguesa". A mesma democracia que Dona Dilma Rousseff lutou para destruir.
O que se dirá então da extrema frouxidão tucana de não associar o PT às Farc? O que se vê é muito simples: esquerdista é cúmplice de esquerdista, como terrorista é cúmplice de terrorista. Da mesma forma que Dilma mente sobre seu passado de democrata, Serra também parte da mesma falácia. Não é ele quem diz que a democracia foi destruída em 1973 no Chile, por Pinochet, quando na verdade, quem estava destruindo as instituições chilenas era seu comparsa, o presidente Allende? Quem teve raízes na Ação Popular não pode se dizer democrata sincero. Serra chamou Lula de "troglodita de direita", ainda que a direita tenha desaparecido do imaginário político, só existente, claro, como espantalho imaginário dos socialistas. Poderemos pensar assim que o tucano é a personificação da esquerda? Que ele seja tão radical quanto o PSTU ou o PSOL? Não seria espantoso, quando José Serra se diz admirador de Antonio Gramsci e da revolução cultural socialista. O PSDB só reafirma os valores (ou não seriam contra-valores) da esquerda revolucionária, os valores do cabresto cultural esquerdista. A diferença é de método. É a disputa do marxista-leninista histórico com o socialista fabiano, ambos com as táticas de Gramsci. Ou como diz um grande amigo meu: a diferença entre o tucanato e o petismo, é que o primeiro usar talher e finge falar francês.
O cabresto cultural está montado, junto com a farsa ideológica do socialismo. Votar em José Serra é reafirmar o espírito socialista, como é o mesmo que votar em Dilma, Marina Silva ou Plínio de Arruda Sampaio. Todos são irmãos espirituais, de alguma forma. A diferença é de progressão e radicalização do socialismo. E tanto oposição como situação são apenas duas faces de uma mesma moeda ideológica. É a disputa da oposição de esquerda contra a situação de esquerda, para ver quem radicaliza mais a identidade socialista. Grande diferença!
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