19 de junho de 2019

Vídeo musical de Taylor Swift ataca pessoas que protestam contra o comportamento LGBTQ, mas se abstém de condenar nações islâmicas que executam homossexuais


Vídeo musical de Taylor Swift ataca pessoas que protestam contra o comportamento LGBTQ, mas se abstém de condenar nações islâmicas que executam homossexuais

Julio Severo
O último clipe coberto de arco-íris de Taylor Swift, “Você Precisa se Acalmar,” é uma homenagem à agenda LGBTQ e ataca aqueles que protestam contra o comportamento LGBTQ.
Vídeoclipe Taylor Swift retratando cristãos protestando contra a sodomia como fanáticos
Swift deu a dica de que a música serviria como um hino para o ativismo LGBTQ.
Repleto de celebridades como a apresentadora de TV Ellen DeGeneres, o ator Ryan Reynolds, a atriz transsexual Laverne Cox, a popstar Katy Perry e o elenco da série de TV “Queer Eye,” da Netflix, o videoclipe retratou aqueles que protestam contra a agenda LGBTQ como caipiras brancos estúpidos cheios de ódio com cartazes sobre Adão e Eva.
A letra da música inclui frases do tipo: “E controle seus impulsos de gritar sobre todas as pessoas que você odeia, porque a diferença nunca deixou ninguém menos gay.”
Obviamente, Swift está se dirigindo aos cristãos, a quem ela descreve enganosamente como indivíduos mal-humorados que não fazem nada além de protestar contra a agenda homossexual.
Entretanto, ela não ataca nações muçulmanas que não perdem tempo protestando contra a agenda gay, preferindo em vez disso executar homossexuais. A Arábia Saudita é uma dessas nações.
Ela poderia argumentar que não é da conta dela preocupar-se com questões de nações distantes. Mas a Arábia Saudita não está, pelo menos economicamente, longe dos EUA. Pelo contrário, os investimentos sauditas tocam praticamente tudo nos EUA.
O banco central da Arábia Saudita tem incríveis reservas de US$ 584 bilhões em moeda estrangeira, mas não revela quanto disso está nos títulos do Tesouro dos EUA.
A Arábia Saudita ameaçou vender ativos americanos se o Congresso dos EUA aprovar uma lei que permitiria que vítimas do atentado terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001 processassem governos estrangeiros. Portanto, o governo dos EUA não pode permitir que cidadãos americanos processem a Arábia Saudita pelo terrorismo saudita.
Os EUA estão amarrados à Arábia Saudita.
Uma manchete de reportagem da CBS News disse: “Os fortes laços das grandes empresas dos EUA com a Arábia Saudita.”
Uma manchete de reportagem da CNN disse: “Os laços monetários da Arábia Saudita com os EUA são enormes… e obscuros.”
Uma manchete de reportagem do Quartz disse: “O Vale do Silício [onde estão Google, Facebook e outras grandes empresas de internet] está repleto de dinheiro da Arábia Saudita.”
A grande diferença entre os cristãos que protestam contra a agenda gay e os sauditas islâmicos que executam homossexuais é que os sauditas têm bilhões e bilhões e bilhões de dólares. Os manifestantes cristãos contra a agenda gay não têm bilhões de dólares.
Então, é difícil entender por que Taylor Swift não está ocupada contra os sauditas islâmicos que executam homossexuais, mas muito ocupada contra os cristãos?
Se Swift tratasse os sauditas do jeito que ela tratou os cristãos em seu videoclipe, as represálias sauditas seriam rápidas.
Se ela não aceita cristãos que não aceitam a depravação homossexual, ela deveria atacar George Washington, o primeiro presidente dos EUA. Ele nunca executou homossexuais, mas exonerou de modo desonroso do Exército um soldado que cometeu sodomia (atos homossexuais).
Swift teria honrado o soldado depravado e menosprezado Washington. Eu teria honrado Washington e sua nobre decisão.
Se Swift é tão corajosa em defender a homossexualidade, por que não atacar com força as execuções sauditas de homossexuais e exigir a proibição dos investimentos sauditas nos EUA?
Com informações da CBN News e da CNN.
Leitura recomendada:

17 de junho de 2019

STF criminaliza a “homofobia,” tornando atos e opiniões discriminatórios contra os homossexuais um crime como o racismo


STF criminaliza a “homofobia,” tornando atos e opiniões discriminatórios contra os homossexuais um crime como o racismo

Julio Severo
O Supremo Tribunal Federal (STF) oficialmente inventou a “homofobia” e “transfobia” como crimes semelhantes ao racismo em 13 de junho de 2019. Oito dos 11 ministros votaram para tratar a “homofobia” da mesma forma que o racismo sob a lei brasileira, tornando-se um ato criminoso como racismo.
O grande avanço homossexualista no Brasil fez manchetes nos principais jornais americanos e internacionais, inclusive:
Reuters: “Supremo Tribunal do Brasil considera a homofobia um crime.”
Associated Press: “Supremo Tribunal do Brasil vota para tornar a homofobia um crime.”
The Wall Street Journal: “Supremo Tribunal do Brasil Criminaliza Atos Homofóbicos.”
USAToday: “Supremo Tribunal do Brasil criminaliza a homofobia e a transfobia.”
The Daily Beast: “Supremo Tribunal do Brasil vota para criminalizar a homofobia.”
O racismo foi criminalizado no Brasil em 1989, com penas de prisão de até cinco anos. Os juízes do STF decidiram que a “homofobia” tem de ser enquadrada na lei do racismo.
“Crimes homofóbicos são tão alarmantes quanto a violência física,” disse o vice-presidente do STF, Luiz Fux, em seu voto, citando “níveis epidêmicos de violência homofóbica.”
Essa definição de violência engloba não apenas atos, mas também opiniões. “Todo preconceito é violência,” disse a ministra Carmen Lucia. Assim, um cristão que defende o ensino da Bíblia de que atos homossexuais são pecado seria visto como um indivíduo com um “preconceito religioso.”
O Dicionário Oxford define “preconceito” como “uma ideia ou opinião formada antes de ter evidência de sua verdade ou utilidade.” Nesse caso, o fornecedor da evidência da “verdade” é o Estado e qualquer opinião, bíblica ou não, que não se conforme à opinião do Estado é “preconceito.”
Na lei brasileira de racismo, qualquer opinião ou uma única palavra chamando um indivíduo negro de “negro” é passível de punição legal. Portanto, se a lei contra a “homofobia” for agora enquadrada na lei do racismo, a conclusão é que um indivíduo que expresse qualquer palavra negativa sobre homossexuais estará sujeito à punição legal.
A ação julgada pelo STF para tornar a “homofobia” um crime foi originalmente trazida pelo Partido Socialista Popular e pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (conhecida como ABGLT).
O Partido Socialista Popular está por trás da criminalização da “homofobia” no Brasil porque é natural que os socialistas busquem criminalizar a principal ameaça ao socialismo: cristãos que acreditam na Bíblia.
A ABGLT também está por trás da criminalização da “homofobia” no Brasil porque há muitos anos ela persegue os cristãos que creem na Bíblia que nunca machucaram nenhum homossexual, mas defendem o que a Bíblia diz: que os atos homossexuais são abomináveis aos olhos de Deus e que os homossexuais não herdarão o Reino de Deus.
Em 2011, a ABGLT apresentou uma queixa ao Ministério Público Federal contra o televangelista pentecostal Silas Malafaia, o líder evangélico mais proeminente no Brasil, por “incitar a violência contra pessoas LGBT.” A interpretação da ABGLT de “incitar violência contra pessoas LGBT” é pregar contra o pecado homossexual e se opor à doutrinação homossexual de crianças em idade escolar.
Em 2007, a ABGLT apresentou uma queixa ao Ministério Público Federal contra mim, Julio Severo, por “por manter um site que incita a violência contra a comunidade LGBT.”
Meu blog busca informar, em uma perspectiva cristã, o público sobre assuntos homossexuais censurados pela grande mídia. Por exemplo, enquanto o STF estava ocupado criminalizando a “homofobia,” os grandes meios de comunicação estavam mantendo um apagão sobre o horrível caso de duas lésbicas brasileiras que mataram a facadas um menino um ano depois de cortar seu órgão sexual para torná-lo uma “menina.”
Os meios de comunicação do Brasil estão em silêncio. A ABGLT e outros grupos homossexuais estão em silêncio. O que devo fazer? Ficar em silêncio para ser cúmplice do silêncio maligno deles? No entanto, quando eu exponho esse e outros casos horríveis de violência homossexual contra crianças, sou acusado de “incitar a violência contra pessoas LGBT.”
O processo federal contra mim só não avançou porque deixei o Brasil em 2009 justamente quando o Ministério Público Federal estava intimando para suas audiências o homem responsável pelo domínio do meu site para dar-lhes a minha localização para avançar suas ações.
Portanto, a lei da “homofobia” no Brasil é baseada no socialismo e em um grupo gay que tem um histórico de perseguir líderes evangélicos, inclusive a mim. Essa lei certamente terá como alvo cristãos como eu, porque é uma lei produzida para atender a grupos ideológicos a seus próprios pedidos. Mais conveniente que isso, impossível.
A BBC disse: “Por quase 20 anos houve esforços para tornar a homofobia um crime no Brasil, mas a legislação sobre o assunto tem enfrentado resistência entre grupos conservadores e religiosos no Congresso.” Meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado em 1998 pela Editora Betânia, que era na época uma das principais editoras evangélicas do Brasil, era usado por parlamentares evangélicos no plenário do Congresso Nacional. “O Movimento Homossexual” foi o primeiro livro publicado contra o movimento homossexual no Brasil e preparou profeticamente a Igreja Cristã no Brasil para o vindouro ataque homossexualista à liberdade de expressão cristã.
Incrivelmente, os juízes do STF disseram que sua decisão foi necessária porque os homossexuais são legalmente desprotegidos.
O “casamento” homossexual foi legalizado no Brasil em 2013. Mesmo com tal privilégio, os homossexualistas e sua máquina de propaganda na grande mídia continuam pregando que os homossexuais são vítimas de violência no Brasil e precisam de proteção especial e mais e mais privilégios.
Ao noticiar sobre o STF criminalizando a “homofobia,” a Associated Press (AP), que é o maior serviço noticioso do mundo, disse que o Brasil “ainda é um país perigoso para os membros da comunidade LGBT e tem um grande movimento evangélico que frequentemente critica os direitos dos gays.”
Assim, a AP sugeriu que existe uma ligação entre “perigo para os homossexuais” e “crítica evangélica da agenda homossexual.”
Assim como a origem da criminalização da “homofobia” foi socialista e homossexualista, a origem no Brasil da principal resistência ao socialismo e à agenda homossexual é o evangelicalismo. O EuroNews disse: “O apoio de igrejas pentecostais conservadoras ajudou Bolsonaro a vencer a eleição,” com relação a Jair Bolsonaro, que foi eleito especialmente por evangélicos para derrotar um candidato socialista.
A Reuters disse: “Evangélicos e outros brasileiros socialmente conservadores ajudaram Bolsonaro a vencer a eleição do ano passado, enquanto ele prometia derrubar anos de políticas sociais esquerdistas, inclusive mais direitos para casais do mesmo sexo. Bolsonaro [é] um católico que foi batizado por um pastor evangélico em uma viagem a Israel há três anos.”
Embora seja reconhecido internacionalmente que Bolsonaro teve sua vitória graças aos evangélicos conservadores, ele vem nomeando para seu governo especialmente indivíduos de um grupo esotérico extremista de direita que está enganando muitos católicos, alguns evangélicos e principalmente o próprio Bolsonaro.
Em 14 de junho de 2019, Bolsonaro disse a jornalistas que o STF estava “completamente errado” em criminalizar a “homofobia” e ultrapassou seus poderes, invadindo a esfera legislativa. Ele acrescentou que tal criminalização prejudicaria os homossexuais porque um empregador “pensaria duas vezes” antes de contratar uma pessoa gay por medo de ser acusado de “homofobia.”
De acordo com o Euronews, “O Congresso tem uma maioria conservadora sob a influência da Igreja Evangélica.” Aliás, a maioria dos parlamentares conservadores brasileiros são evangélicos, que tradicionalmente estão na política brasileira na linha de frente da resistência pró-família contra o aborto e agenda homossexual.
O Euronews está certo. Muitas vezes, trabalhei nos bastidores com parlamentares brasileiros para deter projetos de lei homossexualistas. Desde 2003, por exemplo, fui consultor informal do presidente do Frente Parlamentar Evangélico.
A criminalização da “homofobia” acabará tratando como “crime” qualquer opinião crítica de atos e propaganda homossexuais, porque se é crime racial criticar os outros por causa de sua cor de pele, por que não seria crime “homofóbico” criticar os comportamentos homossexuais?
Vários jornais americanos e internacionais usaram como única fonte de referência o Grupo Gay da Bahia para explicar que a lei da “homofobia” é necessária para proteger os homossexuais da violência.
A reportagem da Associated Press disse:
“De acordo com o grupo de direitos humanos Grupo Gay da Bahia, 420 indivíduos LGBT foram mortos em todo o Brasil em 2018, enquanto pelo menos 141 foram mortos neste ano.”
A BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews também mencionaram o Grupo Gay da Bahia e suas estatísticas.
Para eles, menos de 500 mortes por ano são motivo suficiente para criminalizar a “homofobia.”
Agora, pelo fato de que a Associated Press, a BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews fizeram suas reportagens sem fazer uma leitura e pesquisa adequada do caso, vamos mostrar os fatos sobre a violência no Brasil. Mais de 60.000 brasileiros são assassinados por ano no Brasil. Os homossexuais são menos de 1% dessa contagem enorme de violência. Como então eles deveriam obter mais privilégios se a população em geral no Brasil sofre uma taxa explosiva de assassinatos?
É claro que as reportagens da Associated Press, da BBC, do Daily Beast, do USAToday e do EuroNews não se preocuparam com a epidemia de violência homossexual contra crianças. O caso do menino de 9 anos castrado, torturado e decapitado por duas lésbicas é ignorado pela grande mídia. Os repórteres têm medo de serem acusados de “homofobia” se mencionarem violência homossexual contra crianças?
A principal causa de assassinatos de homossexuais no Brasil é a paixão irracional de um amante da vítima. A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência.” (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, citado pela Associated Press, a BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews, não se queixa de narcotraficantes assassinando homossexuais. Em 2008, conforme noticiado pelo site pró-vida internacional LifeSiteNews, ele postou na Internet os endereços residenciais de líderes pró-família cristãos no Brasil. Ele também incluiu meu nome. Por que ele não postou os endereços residenciais de traficantes de drogas? Se ele tivesse feito isso, ele estaria morto agora.
Se eu tivesse postado na internet o endereço dele, ele me acusaria de ameaçá-lo e eu estaria preso. Por que ele não está preso?
Quando a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais havia apresentado queixa no MPF contra mim por “homofobia” em 2007, Mott se regozijou com a notícia. “Estamos todos orgulhosos da ABGLT pela denúncia contra este nosso arquiinimigo Julio Severo,” ele foi citado como declarando numa lista homossexual de emails do Yahoo. “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra.”
Se eu tivesse me regozijado com a desgraça de Mott e dito “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra,” todo grupo gay brasileiro e internacional me denunciaria por “homofobia.”
Então, a principal fonte de violência contra homossexuais para a reportagem da Associated Press, a BBC, o Daily Beast, o USAToday e o EuroNews é um grupo homossexual fundado por um homossexualista que não tem como alvo os traficantes de drogas que realmente matam homossexuais. Ele tem como alvo cristãos como eu. Cristãos que nunca mataram ou até mesmo nunca machucaram homossexuais. Cristãos cujo único “crime” é acreditar e pregar a Palavra de Deus, onde Deus diz que o pecado homossexual é uma abominação.
Como é que dá para eu duvidar que o STF não está criminalizando os cristãos?
Com informações da Associated Press, Reuters, BBC, Daily Beast, USAToday, EuroNews, Migalhas e Wall Street Journal.
Leitura recomendada:
Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:
Outra leitura recomendada:

16 de junho de 2019

Pôneis lésbicas para crianças: programa de TV “Meu Pequeno Pônei” se junta ao ativismo gay para celebrar o Mês do Orgulho Gay


Pôneis lésbicas para crianças: programa de TV “Meu Pequeno Pônei” se junta ao ativismo gay para celebrar o Mês do Orgulho Gay

Andrea Garrett
A nona e última temporada da série animada “Meu Pequeno Pônei” no Discovery Family Channel (Canal de Conteúdo de Família da Discovery) apresentará uma dupla de lésbicas que cuida de um personagem de idade escolar chamado Scootaloo.
O episódio, intitulado “A Última Cruzada,” apresenta a dupla de mesmo sexo Aunt Holiday e Auntie Lofty, no meio do Mês da Parada do Orgulho Gay, que os produtores do programa chamam de “feliz coincidência.”
É o mais recente programa infantil destinado a crianças com a agenda LGBTQ. No mês passado, a série animada da PBS “Arthur” apresentou um “casamento” gay.
E Cartoon Network, popular entre as crianças, incentivou seus espectadores infantis a celebrar o Mês do Orgulho Gay durante o mês de junho. A rede também está apresentando uma linha de mercadorias de “Mês do Orgulho Gay” em seu site.
No Twitter, a Ativista Mamãe Elizabeth Johnston rejeitou a inclusão da dupla lésbica no “Meu Pequeno Pônei,” postando: “Por que um programa sobre pôneis de todas as coisas tem uma dupla de mesmo sexo? Simplesmente insano. Veja o que seus filhos estão assistindo, gente!”
Ken Ham, de “Answers in Genesis,” também comentou: “Parece que mais e mais empresas estão, para copiar as tendências, entrando na guerra contra as crianças para destruí-las, atraindo-as para a depravação. Lembrete aos pais enquanto você considera programas de TV, compra de livros, brinquedos, etc., para as crianças a manter isso em mente em tudo…”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã dos EUA: Lesbian Ponies for Kids: 'My Little Pony' TV Show Joins in Gay Activism for Pride Month
Leitura recomendada:

15 de junho de 2019

Recusa de financiar com dinheiro de impostos Olavo de Carvalho e sites e blogs olavistas teria derrubado general de seu cargo de ministro


Recusa de financiar com dinheiro de impostos Olavo de Carvalho e sites e blogs olavistas teria derrubado general de seu cargo de ministro

General Santos Cruz era contra o financiamento de sites e blogs olavistas e chegou a bloquear elevada soma de dinheiro governamental para Olavo de Carvalho

Julio Severo
Fontes militares, de acordo com o site informativo A Republica, que fazem parte do governo Bolsonaro afirmam que o general Carlos Alberto Santos Cruz acabou perdendo seu cargo de ministro na Secretaria de Governo por causa pressão cada vez maior de Carlos Bolsonaro, que busca aumentar a influência de olavistas no governo.
De acordo com essas fontes, na primeira reunião de Cruz com Fábio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência (Secom), foi apresentado ao ministro o projeto de pagar 320 mil reais por mês a Olavo de Carvalho para que ele tivesse um programa de TV veiculado na EBC, TV Escola e em plataformas digitais do governo. Além disso, Wajgarten, que é ligado a Carlos Bolsonaro, propôs a Cruz colocar um olavista em cada uma das secretarias de comunicação dos ministérios. Cruz rejeitou a ideia.
A ideia foi reapresentada uma segunda vez. O valor passou de 400 mil. Cruz novamente rechaçou a ideia.
A oposição de Cruz às ideias do homem ligado a Carlos Bolsonaro aumentou o confronto com Carvalho, conhecido como “Rasputin de Bolsonaro,” culminando na sua queda.
Cruz também se opôs ao financiamento de blogs e sites olavistas. “Fábio quer promover esses blogueiros e sites, distribuir recursos, e Santos Cruz era contra. O embate ficou forte e somou-se a outras discordâncias. A convivência estava muito difícil,” disse uma das fontes.
“O racha final foi pelo controle da comunicação e principalmente pela intenção de uma ala do bolsonarismo liderada por Carlos de financiar meios ideologicamente identificados com o governo,” concluiu a fonte.
A ala do bolsonarismo liderada por Carlos Bolsonaro, que vinha pressionando o General Santos Cruz, é olavista.
O general vinha sendo xingando por adeptos de Olavo de Carvalho depois que o guru deles disparou seus xingamentos aos militares do governo. Enquanto Jair Bolsonaro permanecia calado e neutro, sem defender seus ministros militares contra os palavrões de Rasputin, seu filho Carlos, um olavista roxo, tuitava apoio total ao Rasputin, ajudando na disseminação das contentas, fofocas, intrigas e confusões dele.
O general atacado por Rasputin e seu bando chegou a pedir pessoalmente ajuda ao presidente contra a perseguição olavista que vinha sofrendo nas redes sociais, oferecendo colocar seu cargo de ministro à disposição de Jair Bolsonaro. A resposta de Bolsonaro para tentar acalmar seu Rasputin e sua matilha foi conceder a Carvalho a condecoração máxima do governo brasileiro. De nada adiantou. Carvalho continuou xingando os militares.
Nos tempos dos governos Lula e Dilma, havia também financiamento a sites e blogs esquerdistas, mas eu cumpria meu papel de escritor evangélico conservador denunciando as perversidades desses dois governos, tendo o sustento de mim e minha família inteiramente bancado por apoiadores individuais, sem nenhum centavo governamental.
Era uma luta desigual e injusta. Eu, com o bolso praticamente vazio, enfrentava, junto com outros escritores conservadores, a matilha de sites e blogs esquerdistas que tinham muito dinheiro de uma única fonte: meu bolso e o bolso de cada leitor — através de impostos.
Sei como é então enfrentar blogs e sites bancados pelo governo. Pegar agora de novo dinheiro de impostos — que é pegar dinheiro do povo — para bancar Carvalho e seus seguidores em sites e blogs é imitar os governos esquerdistas. Tanto num caso quanto no outro o dinheiro para financiar tudo vem do nosso bolso.
Ainda que sites e blogs olavistas não sejam, pelo menos, abortistas, há problemas que um verdadeiro conservador não pode e não deve ignorar. Esses canais defendem a Inquisição, que historicamente torturou e matou judeus e protestantes, como se tivesse sido vítima das “mentiras” de historiadores judeus e protestantes. Isso é uma das maiores loucuras já vistas, equiparável à loucura de defender clínicas de aborto.
Outra aberração de sites e blogs olavistas é a idolatria escancarada ao Rasputin, como se ele fosse um gênio infalível. Aliás, há vários assessores de Bolsonaro, escolhidos imprudentemente por ele mesmo, que veem Rasputin como um semideus e um deles chegou a dizer que “Olavo é um verdadeiro profeta.”
Se Bolsonaro, seus filhos e seus ministros quiserem financiar esses sites e blogs com dinheiro de seus próprios salários mensais, não vejo problema. Todos são livres para fazer o que quiserem. Mas não é certo nem justo pegar dinheiro de impostos para fazer isso, pois dinheiro de imposto sai do meu bolso e do bolso de muitos outros conservadores que não concordam com o fanatismo olavista.
Se o governo Bolsonaro me investigar, vai passar vergonha e humilhação internacional, pois não há governos nem instituições entre meus apoiadores financeiros. Vai descobrir que sou um escritor conservador que vive pela fé em Jesus Cristo.
Viver pela fé é muito mais desafiador do que viver recebendo, às escondidas, dinheiro de governos e ideólogos poderosos, mas é mais gratificante, porque sou independente, sem conflito de interesses (o famoso “rabo preso”), sem ligações com governos.
Se fizerem uma CPI para investigar se meu blog já recebeu dinheiro de impostos, não vão encontrar nenhum financiamento governamental. Mas dá para dizer a mesma coisa sobre o Rasputin e os blogs e sites olavistas, que criticam ferozmente a esquerda, mas a imitam na boca cheia de palavrões e ganância de bolsos vorazes por dinheiro do bolso dos outros através de impostos?
Com informações de A Republica, Gazeta do Povo, O Globo e O Antagonista.
Leitura recomendada sobre o governo Bolsonaro: