1 de abril de 2015

Lei contra intolerância homossexual provoca onda de protestos e boicotes nos EUA


Lei contra intolerância homossexual provoca onda de protestos e boicotes nos EUA

Julio Severo
A aprovação de uma lei no Estado americano de Indiana para proteger estabelecimentos de investidas homossexuais está sendo maliciosamente acusada de “abrir espaço para discriminação de homossexuais.” A lei foi inspirada em casos em que padeiros cristãos tiveram de fechar seus estabelecimentos depois que duplas homossexuais queriam um bolo de “casamento” com símbolos do homossexualismo. Quando os padeiros cristãos recusaram, as duplas gays acionaram as autoridades.
Ativistas gays protestam contra lei de Indiana que protege cristãos contra intolerância homossexual
Apesar do caráter estritamente protetor da lei, grupos homossexuais estão provocando uma onda de boicotes e protestos nos Estados Unidos, invertendo o debate, que deveria ser sobre proteger os direitos civis dos cristãos, para proteger um suposto direito de ativistas gays exigirem serviços dos cristãos.
A lei, denominada Religious Freedom Restoration Act (Lei de Restauração da Liberdade Religiosa, ou RFRA na sigla em inglês), foi assinada na semana passada pelo governador republicano Mike Pence.
Apesar de a lei só entrar em vigor em julho, sua aprovação provocou reação imediata de líderes empresariais, atletas e celebridades. E o governador que a assinou já sinaliza suavizar a lei.
Em artigo no jornal The Washington Post, o presidente da Apple, Tim Cook, um dos principais executivos abertamente gays, disse que “há algo muito perigoso ocorrendo em Estados pelo país,” referindo-se à lei de Indiana.
“Em nome da Apple, eu me oponho a essa nova onda de leis, onde quer que emerjam. Escrevo na esperança de que muitos outros se unam a esse movimento,” disse Cook.
Embora a Arábia Saudita seja internacionalmente notória por executar homossexuais, a Apple nunca esboçou a mais leve oposição a essas execuções e nunca falou em boicote. Pelo contrário, tanto a Apple quanto Cook continuam, de boca fechada, fazendo negócios multimilionários com a Arábia Saudita.
Autoridades governamentais e celebridades imorais dos EUA sentem ousadia de expressar publicamente sobre a lei protetiva de Indiana o que jamais expressariam contra as leis draconianas sauditas. O tratamento que a lei de Indiana vem sofrendo é similar ao fogo de artilharia pesada da grande mídia ocidental, com a total colaboração do governo americano sob Obama, contra a lei da Rússia que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, como se proteger crianças desse tipo de propaganda nociva fosse a maior ameaça do universo.  
Segundo o Rev. Scott Lively, que é hoje a mais importante autoridade mundial em questões da agenda homossexual, a crise na Ucrânia e os subsequentes boicotes do governo dos EUA à Rússia têm como causa principal a lei russa contra o homossexualismo.
Agora, os boicotes se voltam contra Indiana.
O Estado de Connecticut e a cidade de Seattle anunciaram que irão barrar viagens de negócios de funcionários públicos financiadas pelo governo a Indiana.
No Twitter, celebridades como Miley Cyrus e o ator Ashton Kutcher entraram na campanha pelo boicote a Indiana.
Acuado com os boicotes e protestos, o governador Mike Pence está considerando suavizar a lei.
De nada adiantou Pence explicar que o objetivo da lei é proteger igrejas, indivíduos e empresas cristãos e evitar que sejam “punidos por suas crenças bíblicas.”
Parece que Indiana e seu governador republicano estão sofrendo na pele o que a Rússia começou a sofrer desde a aprovação de sua lei de proteção às crianças.
O governo e a mídia politicamente correta dos EUA têm se oposto à resistência pró-família não só nos EUA, mas também no mundo inteiro. Recentemente, o governo de Barack Obama nomeou o primeiro embaixador mundial para promover a agenda homossexual.
Com informações da BBC de Londres.
Leitura recomendada:

30 de março de 2015

Meninas Britânicas Estupradas por Gangues Muçulmanas em "Escala Industrial"


Meninas Britânicas Estupradas por Gangues Muçulmanas em "Escala Industrial"

Soeren Kern
"Nos intervalos entre os estupros, que por vezes duravam dias, os homens de Oxford mantinham as meninas sob vigilância de modo que não pudessem escapar. Além de serem estupradas em diversos locais de Oxford, algumas delas eram levadas a outras cidades e bairros como Londres e Bournemouth com o mesmo propósito". — Oxfordshire Serious Case Review (Avaliação de Casos Graves de Oxfordshire).
"Cheguei à delegacia de polícia às 2h30, toda ensanguentada, calças ensopadas até os órgãos genitais. Eles fizeram pouco caso, me considerando safada, inconveniente". — Testemunho da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.
"Fiz queixa de um homem que me sequestrou de um orfanato. Ele foi preso, solto e me sequestrou novamente". — Testemunho da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.
"A polícia se recusa a fornecer os endereços para que possamos trazê-la de volta para casa". — Testemunho do pai da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.
"Ela era menor, mas nos informaram que isso não era da conta deles". — Testemunho do pai da vítima, Oxfordshire Serious Case Review.
O relatório não incrimina nem responsabiliza ninguém. Ele culpa a falta de providências por "falta de conhecimento" e "falhas organizacionais".
As autoridades locais por toda a Grã-Bretanha gastam um "considerável esforço intelectual" para encontrar as razões para não realizar investigações públicas compulsórias na questão do abuso de crianças por receio de "repercussões negativas". — The Telegraph.
Nos termos dos novos planos, professores, assistentes sociais, polícia e autoridades eleitas serão obrigados a tomarem providências quando houver alguma suspeita de abuso de crianças, sujeitos a penas de cinco anos de prisão no caso de descumprimento da lei.
"A não tomada de providências, sistêmica, tem sido ignorada através do silêncio, o desleixo em série recompensado com promoções e delatores afastados. Por que as coisas irão mudar agora, após os acontecimentos"? — Simon Kent, comentarista britânico.
Acredita-se que cerca de 400 meninas britânicas, algumas com apenas onze anos de idade, foram sexualmente exploradas por gangues de estupradores muçulmanos em Oxfordshire nos últimos 15 anos, de acordo com um arrepiante relatório que acaba de ser divulgado. Ele acusa autoridades locais de ignorar, repetidamente, casos de estupro devido a uma "cultura de negação".
Sete membros de uma gangue que abusa sexualmente de crianças de Oxford que foram considerados culpados em 2013 (no sentido horário a partir da 1ª foto à esquerda): Assad Hussain, Zeeshan Ahmed, Kamar Jamil, Bassam Karrar, Mohammed Karrar, Akhtar Dogar e Anjum Dogar. Eles foram sentenciados em 2013 a uma pena conjunta de 95 anos de prisão por estupro, tortura e sequestro de meninas britânicas sendo algumas de apenas 11 anos.
A escala dos abusos em Oxfordshire, município no sudeste da Inglaterra, espelha casos chocantes da mesma natureza de exploração sexual de meninas britânicas brancas por gangues em Bristol, Derby, Rochdale, Rotherham e Telford, implica que não se trata de um problema isolado e sim endêmico.
As 133 páginas do Serious Case Review (Avaliação de Casos Graves, SCR em inglês) foram publicadas em 3 de março, no mesmo dia em que o Primeiro Ministro Britânico David Cameron convocou a assim chamada Reunião de Cúpula sobre Abusos de Downing Street, na qual revelou uma série de medidas destinadas a julgar mais criminosos e fazer justiça.
O relatório que revela que há "fundamentação para se acreditar" que 373 meninas foram exploradas sexualmente por gangues em Oxfordshire desde 2004, tem como base o relato de seis meninas às autoridades. As meninas foram as vítimas no julgamento "Operação Bullfinch", no qual sete muçulmanos foram considerados culpados em maio de 2013 por sequestro e estupro de meninas entre os anos de 2004 e 2012.
De acordo com a SCR, entre 2005 e 2010, as seis meninas foram registradas 500 vezes como desaparecidas, sendo que na metade dessas vezes elas estavam sob os cuidados de agências oficiais de proteção a criança, mas as autoridades nunca se preocuparam em investigar.
Na Parte 2, o relatório inclui trechos do discurso de abertura da acusação no julgamento com o objetivo de "focar a mente" no sofrimento que as meninas tiveram que suportar. Os homens "obrigavam as meninas a tomarem bebidas alcoólicas, faziam com que elas ingerissem drogas como maconha, cocaína, craque e por vezes heroína. As meninas ficaram viciadas a determinadas drogas e se sentiam incapazes de viver sem elas. Isso fazia com que se tornassem ainda mais dependentes daqueles homens".
O relato continua:
"vira e mexe os homens também faziam uso de extrema violência física e sexual contra as meninas ameaçando-as, caso tentassem fugir, com sérios danos contra elas e/ou suas famílias.
"os réus levavam as meninas para outros lugares, normalmente hotéis, pensões ou moradias vazias para que outros homens fizessem sexo com elas, em muitos casos em grupos, por dinheiro pago a eles, não às meninas.
"A maioria dos homens envolvidos no abuso sexual das jovens meninas, o faziam durante muitos anos. Qualquer um deles era muito mais velho do que qualquer uma das meninas, com uma idade para saberem exatamente o que estavam fazendo, o mal que estavam causando às meninas, o fato delas estarem sofrendo e que a atividade que exerciam era ilegal e muitas vezes depravada. Em suma, a conduta deles era intencional e persistente. Muitos dos atos sexuais cometidos contra as meninas eram muito graves quanto à depravação. As meninas eram obrigadas a ingerir tal quantidade de drogas que mal sabiam o que estava acontecendo. A bem da verdade elas disseram que era a única maneira de lidar com o que estava acontecendo.
"O abuso sexual variava de estupro vaginal, anal e oral e também envolvia o uso de diversos objetos como facas, cutelos, bastões de basebol e brinquedos eróticos. O abuso sexual também era, em muitos casos, acompanhado de condutas humilhantes e degradantes como mordidas, arranhões, bem como urinar em cima delas, asfixiá-las e amarrá-las. Elas também apanhavam e eram queimadas. Esse tipo de comportamento sexual era, não raramente, cometido por grupos de homens e por vezes duravam dias a fio.
"Os locais para onde as meninas eram levadas eram normalmente casas particulares e pensões em Oxford. Algumas das casas particulares pareciam estar vazias, usadas somente para fins de abuso. Os homens que vinham para pagar para o sexo com as meninas não eram sempre de Oxford, muitos vinham de longe como Bradford, Leeds, Londres e Slough. Ao que tudo indica, eles vinham exclusivamente para abusar de meninas jovens, com hora marcada através dos homens que as mantinham em cativeiro em Oxford.
"Nos intervalos entre os estupros, que por vezes duravam dias, os homens de Oxford mantinham as meninas sob vigilância de modo que não pudessem escapar. Além de serem estupradas em diversos locais de Oxford, algumas delas eram levadas a outras cidades e bairros como Londres e Bournemouth com o mesmo propósito".
A Parte 3 do SCR mostra como as autoridades locais poderiam ter acabado com o abuso já em 2005, mas não o fizeram porque se recusaram a levar a sério as queixas das meninas. O relatório dispõe de dezenas de comentários das meninas feitos durante as entrevistas, como por exemplo:
"cheguei à delegacia de polícia às 2h30, toda ensanguentada, calças ensopadas até os órgãos genitais. Eles fizeram pouco caso, me considerando safada, inconveniente".
"Por que alguém de 13 anos iria inventar uma história dessas"?
"O assistente social só queria ouvir o que o "assistente social" queria ouvir, de modo que não havia necessidade de se fazer coisa alguma....".
"A polícia nunca me perguntou porque, apenas me levaram para casa".
"Eu achei que se eu contasse aos policiais o que realmente estava acontecendo eles não acreditariam em mim e eles não os prenderiam e então... eles não fizeram nada e isso me fez pensar que nada podia ser feito".
"Fiz queixa de um homem que me sequestrou de um orfanato. Ele foi preso, solto e me sequestrou novamente".
"Tanto o conselho de Oxford quanto outro conselho discutiram a meu respeito para que eu evitasse tomar providências. Não foi culpa minha eu ter sido estuprada".
"A assistência social lavou as mãos, a opção é sua, foi o que disseram".
"Uma WPC (policial feminina) me encontrou bêbada com homens. Eu disse que eu estava bem e ela foi embora me deixando ali com eles. Naquela noite eu fui estuprada".
A SCR também mostra que os pais estavam exasperados pela falta de interesse mostrado pela polícia e assistentes sociais, que não raramente culpavam as meninas pela situação em que elas se encontravam. Alguns comentários dos pais:
"a polícia não irá atrás de ninguém a não ser que haja uma razão muito forte para tanto"
"Ninguém pensou em nós, como seria se fosse com a filha deles"
"A polícia se recusa em fornecer os endereços para que possamos trazê-la de volta para casa".
"Ela era menor, mas nos informaram que isso não era da conta deles".
"Eu tentei falar com a assistência social sobre as provas, mas eles não estavam interessados. Era óbvio que se tratava de alguma coisa relacionada com sexo".
"Anos importantes da vida dela foram roubados, ela deveria estar em algum clube para jovens, andando de skate ou em uma festa de formatura, tudo isso lhe foi roubado por causa deles: dos criminosos e da polícia/assistentes sociais por não fazerem nada quando ficaram cientes do que estava acontecendo".
"Tudo está na minha cabeça o tempo todo, o que aconteceu com meu "bebê" e o que eu fiz porque eu não estava entendendo o que estava acontecendo comigo. Eles sabiam o que estava acontecendo com ela e não me disseram".
"Por que eles deixaram tudo isso continuar acontecendo durante a longa investigação"?
"Ninguém conversou conosco sobre como lidar com os responsáveis".
"Os policiais disseram que ela não parecia estar correndo perigo, eles disseram que ela estava feliz por estar lá e se recusaram a dizer onde ela se encontrava".
"Passar a mão na cabeça dela e levá-la ao MacDonald's foi a solução encontrada pelo assistente social".
"Um supervisor disse (antes de se entender que se tratava de exploração) ela é malandra, e gosta de ser assim".
"(Após um roubo ter sido investigado onde uma menina estava com homens mais velhos) o que interessava para a polícia era o roubo e não uma menina de 13 anos com homens mais velhos".
"Em reuniões entre várias agências não havia registros/minutas e nunca havia pautas".
"O orfanato não me informou quando ela desapareceu".
"Eu fiquei desesperada por nunca conseguir obter uma resposta adequada que estava diante de nós que não nos culpasse ou envergonhasse".
E ainda assim o relatório não incrimina nem responsabiliza ninguém. Ele culpa a falta de providências por "falta de conhecimento" e "falhas organizacionais". O relatório conclui:
"o Serious Case Review (SCR) não tem provas de negligência profissional deliberada ou má conduta por parte das agências, mas havia, de tempos em tempos, uma preocupante falta de curiosidade e acompanhamento, além disso, muitas coisas deveriam ser trabalhadas de maneira bem diferente e melhor. Há poucos indícios que o entendimento local sobre a exploração sexual de crianças (CSE em inglês) ou como tratar desse problema uma vez identificado, tenha sido consideravelmente diferente de outras regiões do país.
"Superficialmente muitas das ilustrações descritas no relatório podem ser vistas como falta de aptidão profissional, falta de interesse ou inércia. Elas se tornam mais compreensíveis quando colocadas no contexto do conhecimento e dos processos naquele momento e lugar, dificuldades práticas em torno das evidências e, uma mentalidade profissional que não conseguia captar que a capacidade da vítima de dizer "não" estava totalmente corroída.
"O problema como um todo foi não perceber a natureza do abuso, o aliciamento, o rapto de casa, a falta de consentimento, a incapacidade de fugir e o pavoroso horror pelo qual as meninas estavam passando, mas de ver tudo isso como algo que estava sendo feito voluntariamente. Alguma coisa que as meninas fizeram ao invés de alguma coisa feita a elas".
De acordo com o Telegraph as autoridades locais por toda a Grã-Bretanha gastam um "considerável esforço intelectual" para encontrar as razões para não realizar investigações públicas compulsórias na questão do abuso de crianças por receio de "repercussões negativas".
Uma investigação citada pelo jornal constatou mais de 30 ocorrências em que as autoridades locais se recusaram a conduzir uma Serious Case Review, obrigatória por lei sempre que uma criança é gravemente ferida após um abuso. Quando as investigações já eram conduzidas, em muitos casos os relatórios falharam ao não examinar como o "medo, abuso, timidez, cegueira deliberada e otimismo exagerado" levaram os assistentes sociais a tomarem decisões erradas.
Discursando em uma reunião de cúpula sobre exploração infantil em 3 de março o Primeiro Ministro Cameron afirmou que os assistentes sociais britânicos necessitam de uma "dose gigantesca de bom senso". Ao ler um trecho do relatório ele declarou:
"não é necessário nenhum treinamento em exploração sexual infantil para saber que tem alguma coisa errada quando uma criança de 12 anos vai para a cama com um homem de 25 ou que volta para casa bêbada, machucada, meio despida e ensanguentada por ter se encontrado com "amigos".
Cameron acrescenta:
"acredito ser muito importante darmos um passo para trás e reconhecermos a natureza horrorosa do que está acontecendo em nosso país. Meninas jovens, e elas são jovens, sendo abusadas mais e mais vezes, em escala industrial, estupradas, passando de um bando de criminosos para outro bando de criminosos. E durante todo o tempo em que isso estava acontecendo, tantas organizações e tantas pessoas vendo tudo. Isso sem falar que nós realmente temos que nos comprometer que isso acabe já, que nunca mais aconteça e que nós reconheçamos que abuso é o que realmente é".
Segundo os novos planos anunciados na reunião de cúpula, o governo procurará estender o crime de "negligência deliberada", recentemente instituída, para proteger idosos em casas de repouso para também proteger crianças de predadores sexuais. Serão necessários professores, assistentes sociais, polícia e autoridades eleitas para tomarem providências quando houver alguma suspeita de abuso de crianças, sujeitos a penas de cinco anos de prisão no caso de descumprimento da lei. A nova lei será aplicada em todos os níveis burocráticos, do mais baixo ao médio até o nível mais alto de gerentes seniores e diretores.
Alguns observadores duvidam da eficácia do plano de Cameron. Em um entrevista concedida à Sky News, o Ministro do Parlamento do Partido Conservador Tim Loughton, ex-parlamentar Sub-secretário de Estado para Crianças e Famílias, declarou o seguinte sobre o relatório de Oxfordshire:
"uma preocupante falta de curiosidade é uma forma demais benevolente de dizer clara incompetência e negligência que passou por várias agências no departamento de serviços às crianças, nas assistentes sociais e na polícia de Oxfordshire".
Loughton acrescentou que na nova lei, "negligência deliberada" será extremamente difícil de provar. Promotores públicos terão que mostrar que as autoridades estavam "proativamente impedindo que as pessoas apresentassem alegações" e que havia "uma conspiração de acobertamento ou silêncio".
O comentarista britânico Simon Kent também está pessimista. Ele escreve:
"é fato que professores, conselheiros, polícia, equipes e assistentes sociais do Serviço Nacional de Saúde (NHS em inglês) na Inglaterra e País de Gales fracassaram categoricamente em proteger crianças pequenas de predadores sexuais durante toda uma geração.
"A não tomada de providências, sistêmica, tem sido ignorada através do silêncio, o desleixo em série recompensado com promoções e delatores afastados. Por que as coisas irão mudar agora, após os acontecimentos?
"Anos irão passar até que as intenções de David Cameron sejam totalmente implementadas. Até lá o abuso irá continuar, para a eterna vergonha daqueles que têm o poder, mas não o vigor ou a coragem ideológica para acabar com isso".
Kent conclui: "ineficaz e tardio. Isso não é o bastante".
Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter.
Traduzido por Joseph Skilnik do artigo do Instituto Gatestone: Original em inglês: British Girls Raped by Muslim Gangs on "Industrial Scale"
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

29 de março de 2015

Agência da ONU Quer que Países Tenham Menos Filhos Enquanto Estão Envelhecendo


Agência da ONU Quer que Países Tenham Menos Filhos Enquanto Estão Envelhecendo

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, 27 de março (C-Fam) Enquanto muitos países estão lidando com declínio da fertilidade, envelhecimento populacional e até perda de população, os promotores do controle populacional querem usar uma conferência próxima da ONU para tornar a redução da fertilidade uma prioridade da ONU para o futuro imediato.
Uma comissão da ONU se reunirá em abril para debater as implicações da “dinâmica populacional” para a nova agenda de desenvolvimento global que será lançada por líderes mundiais neste setembro.
No passado, a Comissão de População e Desenvolvimento (CPD) promovia a contracepção em regiões de fertilidade elevada na África e Sudeste asiático. A versão preliminar da resolução deste ano parece repetir essa abordagem.
Comenta acerca dos “benefícios potenciais de desenvolvimento do declínio da fertilidade,” citando a possibilidade de um “dividendo demográfico” muito louvado de índices de natalidade mais baixos. Pede investimentos em direitos reprodutivos e saúde sexual e reprodutiva em múltiplos parágrafos, e alerta quanto a protuberantes populações de jovens.
Enquanto isso, o documento ignora a crise crescente de envelhecimento populacional em países com fertilidade abaixo do nível de substituição, e faz vista grossa aos desafios emergentes enfrentados por países que estão envelhecendo antes de chegarem a ter uma chance de se desenvolver.
O Fundo de População da ONU (FNUAP), que maneja influência desproporcional com seu orçamento de 1 bilhão de dólares, faz pressões ativas sobre os governos antes da comissão a cada ano.
Numa recente viagem ao Japão, o diretor do FNUAP foi indagado o que ele achava acerca da nação mais idosa do mundo.
“Penso que é importante que o que o Japão tem feito e realizado não seja visto como negativo,” o Dr. Babatunde Osotimehin disse.
“Deveria ser visto como positivo em termos de como os investimentos certos foram feitos e como a democratização e a boa governança têm permitido que as pessoas cheguem aonde estão.”
Osotimehin se referiu ao Japão como “laboratório” para avaliar estratégias para lidar com uma população que está envelhecendo. Mas os riscos são mais elevados do que simples experimentação. Os países pobres em que serviços sociais estão já sobrecarregados ou quase inexistentes estão de forma especial preocupados que não poderão reverter os efeitos de décadas de rápido declínio de fertilidade.
De acordo com Kaja Jurczynska da entidade Population Action International, uma sociedade idosa é uma “história de sucesso humano” em que a assistência melhorada de saúde reduz mortes evitáveis e aumenta a expectativa de vida.
Esse otimismo ignora outra força que está fazendo subir a idade média, isto é, fertilidade reduzida, que há muito é o foco da política populacional da ONU.
A versão preliminar da resolução exorta os governos a lidar com o envelhecimento, mas não discute os perigos de sociedades que estão envelhecendo rapidamente, tais como insuficientes profissionais de saúde para idosos sem filhos, forças de trabalho decrescentes e preocupações de segurança nacional.
Considerando os danos potenciais e benefícios desiguais da redução da fertilidade, uma pergunta importante é se dá para se reverter índices de natalidade enquanto a fertilidade mergulha abaixo do nível de substituição.
Num forum patrocinado pelo FNUAP em 2011 na Tailândia, o professor japonês Noriko Tsuya avisou as autoridades que “logo que o declínio populacional começa, não dá para simplesmente você pará-lo com facilidade.” Najib Assifi, representante do FNUAP, expressou preocupação de que o rápido desenvolvimento econômico da Tailândia poderia ser cortado por sua taxa de natalidade que está caindo de modo vertiginoso: “Quem trabalhará nas fábricas do futuro?”
Enquanto os preparativos da conferência começam, o foco da atenção é a África, onde a fertilidade permanece elevada.
No último final de semana, o FNUAP realizou um retiro para delegados africanos que trabalham em questões de desenvolvimento para persuadi-los a apoiar a abordagem centrada na contracepção do FNUAP para as políticas populacionais.
Certo delegado zombou e desprezou os esforços para fazer os africanos embarcar na agenda de controle populacional. “Eles acham que escutaremos ao Dr. Osotimehin porque ele é um de nós,” disse ele. Osotimehin é nigeriano, e pai de cinco.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Quem sustentará os idosos?

28 de março de 2015

ONU Vota a Favor do “Casamento” Gay?


ONU Vota a Favor do “Casamento” Gay?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA (C-Fam) Numa reunião de orçamento animada e surpreendentemente lotada na semana passada, os países membros da ONU aprovaram benefícios especiais para qualquer funcionário da ONU em arranjos legais de mesmo sexo.
Uma proposta da Rússia na Assembleia Geral quase reverteu a decisão unilateral do secretário-geral em junho passado estendendo benefícios de casamento para qualquer funcionário da ONU num arranjo legal de mesmo sexo, ainda que seu país de origem não reconheça o “casamento” de mesmo sexo.
O que é surpreendente é que 80 países votaram a favor de se permitir tais benefícios. Só 43 países votaram para revogar a decisão executiva, e 70 países cujas leis não estão em coerência com a ação executiva ou se abstiveram do voto (37), não apareceram ou não chegaram a dar um voto (33). Se todos esses países tivessem votado, é provável que a Assembleia Geral teria revogado o secretário-geral.
No início da reunião o presidente eslovaco do comitê fez piada sobre todos os que compareceram por encherem o salão de conferências da ONU. Os procedimentos do comitê de orçamento são geralmente secos e comparecidos apenas por especialistas técnicos.
Uma mensagem do secretário-geral defendendo sua decisão foi lida antes da votação, dizendo que era seu “privilégio e dever” fazer tais decisões. Os Estados Unidos, os países europeus e os países nórdicos cada um tomaram a tribuna em sucessão rápida para ecoar os comentários dele sobre a necessidade de promover “igualdade.”
A Rússia argumentou que a decisão abertamente desafiava uma resolução consensual da Assembleia Geral em 2004 que exigia que o secretário-geral decidisse a situação conjugal dos funcionários da ONU pela referência às leis de seus países de origem. A Arábia Saudita ficou do lado dos russos, mas citou a xaria como seu fator motivador.
Fontes dizem que o resultado da votação não deveria ser visto como uma exibição mundial de apoio aos direitos LGBT, mas como prova da dominação completa dos países ricos que fazem doações no orçamento da ONU e questões administrativas da ONU. O resultado aumenta a percepção de que os países membros não têm a mesma agenda social dos países ricos que fazem doações e têm menos adesão no sistema.
Até mesmo entre os 80 países que votaram com o secretário-geral, pelo menos metade deles não tem condições de dar benefícios especiais para duplas de mesmo sexo em suas leis nacionais. O casamento entre um homem e uma mulher permanece a norma na vasta maioria dos países do mundo e não mais de 40 países no mundo inteiro dão benefícios para duplas de mesmo sexo por meio de leis que sancionam o tão chamado “casamento gay” ou uniões civis. Até mesmo na Europa poucos países sancionam tais arranjos sem qualificação.
Antes da votação, um delegado de um país europeu disse sem rodeios ao Friday Fax que os países da União Europeia contribuem mais de 30% do orçamento da ONU, e deveriam ter um poder maior de decisão sobre como o dinheiro é gasto. Os mesmos países também gastaram significativo capital político para alcançar o resultado de terça-feira.
As abstenções e ausências são o produto de uma campanha de seis anos realizada pelos Estados Unidos e países europeus para fazer com que os países se abstenham durante as votações envolvendo direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) na ONU.
Esta não é a primeira vez que a Assembleia Geral dá sua aprovação oficial a uma decisão do secretário-geral para garantir benefícios de casamento para funcionários da ONU em arranjos legais de mesmo sexo.
A resolução de 2004 citada pela Rússia foi adotada pela Assembleia Geral depois de uma ação executiva similar do secretário-geral, e limitava o alcance de sua decisão para estender benefícios de casamento para parceiros de mesmo sexo. Desta vez uma votação foi necessária, refletindo o mérito da argumentação da Rússia apesar das afirmações dos Estados Unidos e dos europeus.
A votação foi um caso que estabeleceu precedente para futuras ações conjuntas dos países europeus e do secretário-geral para avançar direitos LGBT por meio do sistema da ONU, apesar da falta completa de qualquer mandato em resoluções da ONU. Um precedente foi agora estabelecido para o secretário-geral abertamente desafiar o consenso da Assembleia Geral em questões LGBT.
Depois da votação a Rússia disse que não consideraria as ações do secretário-geral como “reais” apesar da votação, pois contradiz a resolução de 2004.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Maior organização pró-família do mundo manifesta apoio para lei russa anti-propaganda homossexual

27 de março de 2015

A legitimidade da proposta de boicote sugerida por Feliciano


A legitimidade da proposta de boicote sugerida por Feliciano

Fabio Blanco
O pretexto de liberdade, quando defendida por meio da crítica à liberdade alheia, não passa de um simulacro. O que ele esconde, na verdade, é o espírito intolerante, incapaz de conviver com as escolhas daqueles que pensam de uma maneira que não se encaixa nos padrões politicamente corretos.
Marco Feliciano
Os pensadores de esquerda são pródigos, em seus discursos, na promoção de uma liberdade que contempla apenas aqueles que defendem ideias que lhes agradem. Mas os liberais modernos e até alguns conservadores também têm cometido esse erro, confundindo respeito à liberdade com silêncio ou omissão.
Quando o pastor Marco Feliciano, por meio de um post no Facebook, propôs (entenda bem: propôs!) aos evangélicos que boicotassem, temporariamente, a empresa Natura, por causa de seu patrocínio oficial à novela da Rede Globo de Televisão, Babilônia, muita gente se mostrou indignada, como se isso representasse uma afronta obscurantista à liberdade de expressão e uma típica atitude de um líder manipulador e de um povo estúpido, pronto para obedecer o que dizem seus gurus.
Desde reconhecidos liberais, como os articulistas do blog O Antagonista, até representantes da igreja pentecostal, como Gutierres Siqueira, discordam, se bem que por motivos diversos, da atitude de Feliciano, colocando em dúvida a correção da propositura do pastor.
Diante disso, me cabe perguntar: onde foi que ele errou?
Basta analisar o que escreveu Feliciano para concluirmos que sua proposta foi uma convocação aberta, sem qualquer tipo de ameaça ao fiéis e muito menos à integridade física ou moral de quaisquer dos envolvidos. Na verdade, foi uma proposta pacífica e até respeitosa para que os evangélicos demonstrassem sua indignação.
Onde está o cerceamento à liberdade de expressão, como sugeriu O Antagonista?
De fato, a atitude de Feliciano representa a mais pura manifestação de liberdade. É a forma mais civilizada conhecida no mundo capitalista de comunicar a uma empresa que ela não está agindo de maneira que agrade seus consumidores. O que o pastor propõe, na verdade, deveria ser visto como uma evolução dentro da democracia brasileira, tão desacostumada de ver as pessoas resolverem seus problemas por si só e tão viciada em esperar que o governo resolva tudo.
Aliás, nestes tempos que se fala tanto em reforma política e democracia direta, a proposta do deputado é um exemplo típico de como o povo, em algumas situações, pode agir diretamente, independente de seus representantes políticos. E isso sem o patrocínio oficial velado, como ocorre nos movimentos de minorias e ONG’s. Se os evangélicos realmente colocassem em prática a proposta de Feliciano, estaria dando um exemplo de maturidade democrática, não de intolerância como sugeriu o blog.
E também diferente do que disse Gutierres Siqueira, que afirmou que a intenção de boicote à empresa é um sinal da imaturidade dos evangélicos, se os crentes realmente colocarem em prática esse ato, estarão demonstrando que entendem muito bem como funciona um país democrático e quais são as armas de ação que estão legitimamente disponíveis a eles.
O que Siqueira talvez não tenha compreendido é que o boicote não é à novela. Para isso, bastaria não assisti-la. O boicote se dirige à empresa que patrocina a novela, que patrocina a causa homossexualista. O que os cristãos fariam seria uma declaração de discordância e insatisfação, avisando à empresa que, se o apoio à novela permanecer, eles deixarão de consumir seus produtos.
Tal atitude é uma prática muito comum nos Estados Unidos, onde existe uma sociedade que desenvolveu uma compreensão da cultura capitalista como ninguém e usa dos boicotes como forma legítima de pressionar empresas a fazer aquilo que ela espera.
Mas aqui isso é visto como intolerância e imaturidade, o que denota que nem mesmo os pensadores deste país conseguem compreender como funciona uma sociedade civilizada.
Siqueira ainda afirma que Feliciano, sendo deputado, deveria prezar pelo bem comum e não promover boicotes. Mas o que é o bem comum na cabeça do articulista? E quem define o que é bom para todos? Será que ele não percebe que esse tal bem comum é uma mera abstração e o que existe, na verdade, são interesses privados que se conflitam, se harmonizam e se toleram. O deputado, portanto, não pode exercer seu mandato em favor de um abstrato bem comum, mas apenas de bens palpáveis e objetivos, conforme a demanda dos setores da sociedade.
E que não se fale que ele está promovendo um policiamento moral. É muita ingenuidade acreditar que a questão da promoção da homossexualidade é apenas um problema de moralidade privada. Estamos tratando com um jogo político muito forte, que envolve a tentativa de impor uma agenda gayzista a toda a sociedade, algo que afeta não apenas os homossexuais, mas, principalmente, as crianças, sujeitas que estão a todo tipo de influência. E que não se diga que esse é um problema apenas para os religiosos, dizendo que basta eles desligarem a tv e tudo estará resolvido. E o restante da população que é afetada por essa propaganda, deve ser ignorada? Ora, não cabe aos religiosos se preocuparem apenas com o mal que os atinge diretamente, mas devem prezar pelo bem da sociedade onde vivem. Abdicar dessa luta é o mesmo que deixar os não-cristãos à mercê dos grupos ideológicos de promoção de gênero. E isso não me parece um exemplo de consciência cristã.
Quando Gutierres Siqueira afirma que má cultura combate-se com boa cultura, ele está certíssimo. O problema é que a questão deixou de ser imediatamente cultural para tornar-se política. Os movimentos organizados de promoção da homossexualidade estão investindo pesado para moldar a mentalidade da população em favor de sua causa. Combater isso apenas no campo cultural é bom, mas seus efeitos são diferidos no tempo e demoram a ser percebidos.
O que existe hoje é uma disputa por mentes e corações e se os cristãos simplesmente ignorarem isso estarão entregando a sociedade aos manipuladores e engenheiros sociais, que usam de todos os meios disponíveis para transformá-la segundo seus interesses.
Por isso, a proposta de Marco Feliciano, além de ser justa, é bastante inteligente. Apenas não sei se a população evangélica é madura o suficiente para compreendê-la.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

26 de março de 2015

Dep. Pastor Eurico pede medidas do governo brasileiro contra intolerância islâmica às igrejas cristãs


Dep. Pastor Eurico pede medidas do governo brasileiro contra intolerância islâmica às igrejas cristãs

Julio Severo
A liberdade que os muçulmanos têm no Brasil de construir mesquitas e promover sua ideologia é a liberdade que eles não dão aos cristãos em países como Arábia Saudita, Irã e muitos outros.
Dep. Pastor Eurico
Portanto, numa medida de justiça e defesa de direitos humanos, o governo brasileiro deveria aplicar uma política recíproca. O Dep. Pastor Eurico, da tribuna do Congresso Nacional, pediu tal medida, bradando contra a violência islâmica aos cristãos.
Para assistir ao discurso dele, use este link: https://youtu.be/Vj_yJXtPNRc
Se Dilma Rousseff atender a esse discurso, de legitima defesa dos direitos humanos, ela será pioneira na política brasileira, que nunca, sob presidente nenhum, aplicou reciprocidade à Arábia Saudita, que não permite Bíblias nem igrejas em seu território, condenando à morte qualquer pessoa que aceitar Jesus Cristo como Salvador.
Se Dilma aplicar tal reciprocidade, seu exemplo será impactante em todo o mundo ocidental, que não ousa desafiar a tirania dos países islâmicos que não poupam a vida dos cristãos.
Mesmo que Dilma não aja, o recado do Pastor Eurico foi dado, e todos os que o receberam, inclusive deputados e lideranças cristãs, têm a obrigação moral de pressionar o governo brasileiro de hoje a fazer o que nenhum governo brasileiro do passado fez: colocar os países muçulmanos que perseguem cristãos nos seus devidos lugares. Se não querem dar liberdade para os cristãos viverem, pregarem e construírem suas igrejas em seus países, o Brasil lhes dará o troco, proibindo a pregação islâmica e a construção de mesquitas em território brasileiro.
Medidas duras funcionam melhor do que palavras ocas.
Leitura recomendada: