30 de julho de 2016

Putin ama Hillary!


Putin ama Hillary!

Julio Severo
Alguns conservadores, tomados pelo pânico depois de manchetes recentes sobre Donald Trump fazendo apelo à Rússia para revelar os podres de Hillary Clinton, estão apelando para o lado da desonestidade, acusando que “Putin ama Hillary” por causa de informações de que o presidente russo Vladimir Putin fez negócios com Hillary.
Putin e Hillary Clinton
Para provar suas razões, postam fotos de Putin e Hillary juntos, como se uma foto de Ronald Reagan sorrindo com o líder soviético Mikhail Gorbachev fosse prova suficiente de que os dois eram aliados. As fotos na verdade são da época em que Hillary era secretária de Estado dos EUA e, quer tal secretária seja democrata (socialista) ou republicana (conservadora), os chefes de Estado, inclusive da Rússia, têm de recebê-la.
Ronald Reagan sorrindo com líder soviético Mikhail Gorbachev
Putin, assim como todos os outros governantes, faz negócios com qualquer um, até com Trump, que tem empresas que mantêm negócios na Rússia.
Se seguisse a lógica dos ativistas anti-Rússia toda a mídia conservadora deveria também publicar manchetes “Putin ama Trump,” porque Trump tem negócios na Rússia e também porque Putin publicamente louva Trump e vice-versa.
Aliás, dá para se acusar também “Trump ama Hillary” porque a família de Trump e a família de Hillary têm uma amizade de décadas e há registro de muitos apoios de Trump a Hillary. E se os ativistas anti-Rússia gostam tanto de fotos para provar suas teorias, não faltam fotos de um Trump sorridente com Bill e Hillary Clinton. Daí se os ativistas anti-Rússia têm moral para dizer que “Putin ama Hillary” deveriam ter a mesma moral para dizer: “Trump ama Hillary.”
Donald Trump sorrindo com Hillary e Bill Clinton
Isso não envolve diferenças ideológicas, mas simplesmente amor ao dinheiro. Ativistas anti-Rússia parecem não ter massa encefálica suficiente para entender isso ou têm desonestidade de sobra para rejeitar a realidade.
Enquanto esses ativistas vivem e sobrevivem de uma paixão pelos sonhos e pesadelos da época há muito passada da Guerra Fria, o histórico amplamente registrado de Trump mostra que ele não é movido por ideologia, mas unicamente por interesses empresariais.
Enquanto Obama e seu governo esquerdista lançam boicote após boicote contra a Rússia depois de os russos terem aprovado uma lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, Trump vem, num contraste surpreendente, fazendo acenos positivos para a Rússia.
Se os ativistas anti-Rússia são tão sérios sobre suas obsessões contra a Rússia, o ídolo certo para eles é o queniano islâmico que faz boicotes contra a Rússia, não o candidato empresarial americano que faz acenos amistosos para Putin. Esses muitos acenos são um contraste fenomenal com as caras feias desses ativistas e com a cara feia que Obama constantemente mostra em suas fotos com Putin.
Se a obsessão contra a Rússia é a coisa mais importante para esses ativistas, então é evidente que no fundo “eles amam Obama.” Seguindo a linha de Obama, Hillary promete manter a política americana de impor a agenda homossexual no mundo inteiro e também manter os boicotes contra a Rússia. Mais anti-Rússia que isso, impossível. Como negar que na realidade Hillary é a candidata ideal para os ativistas anti-Rússia?
Enquanto que num governo Trump esses ativistas precisariam suar muito para convencer Trump a boicotar a Rússia, num governo Hillary tais suores e sacrifícios seriam desnecessários. Hillary vai manter a política de boicote anti-Rússia de Obama.
Diferente de Obama, que está alienando a Rússia e demonstrando amizades profundas com o Vaticano, Trump está fazendo o inverso: alienando o Vaticano e demonstrando publicamente desejo de parceria e amizade com a Rússia.
Trump publicamente chamou o Papa Francisco de “vergonha,” termo depreciativo que ele nunca usou para Putin.
A reposta dos eleitores católicos americanos tem sido boicotar o candidato Trump. O escritor católico Christopher J. Hale escreveu na revista Time (a mais importante revista americana) um artigo forte intitulado “Trump-Pence é a chapa republicana mais anticatólica da moderna história dos EUA.”
A maioria dos católicos americanos está com Hillary, seja por ela ser a favor de boicotes contra a Rússia ou para promover a agenda gay no mundo inteiro. Embora seja muito suspeito e desonesto dizer que “Putin ama Hillary,” é perfeitamente compreensível e honesto dizer que “a maioria dos católicos americanos ama Hillary.”
A maioria dos ativistas anti-Rússia são católicos movidos por uma guerra de mil anos entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. É um ódio religioso que hoje se mascara como hostilidade política e ideológica. Trump não parece se importar com esse ódio milenar tão bem disfarçado.
O caso é sério. O fato é que nem por brincadeira ativistas anti-Rússia aceitariam que um americano pedisse ajuda à Rússia para derrotar a socialista Hillary. Mas Trump, que não tem nenhuma afinidade com esses ativistas e seus ódios, fez isso. E anda fazendo muito mais, desprezando o papa, elogiando Putin e colocando como preocupação prioritária não uma obsessão anti-Rússia, mas a ameaça islâmica.
Leitura recomendada:

29 de julho de 2016

O mito do conservador gay


O mito do conservador gay

Scott Lively
Comentário de Julio Severo: O Dr. Scott Lively, autoridade em questões da agenda gay nos EUA, mostra neste artigo que não é possível ser conservador e homossexual ao mesmo tempo. Eu tenho certeza de que isso não é possível. Na recente convenção do Partido Republicano nos EUA, um discurso de destaque foi dado por Peter Thiel, bilionário assumidamente homossexual que é dono do PayPal. Ele é membro oficial do Partido Republicano. De modo geral, um republicano nos EUA é considerado conservador. E só um “conservador” importante teria espaço na convenção republicana. Ali, Thiel declarou: “Tenho orgulho de ser republicano gay,” fazendo com que os republicanos presentes se levantassem e lhe dessem uma salva de palmas. Que tipo de “conservador” homossexual Thiel exemplifica que está sendo aplaudido por republicanos americanos? Sob a liderança de Thiel, o PayPal eliminou minha conta depois de uma campanha internacional orquestrada pela organização homossexual esquerdista AllOut. Em vez de ficar do lado da vítima conservadora, o PayPal ficou do lado do opressor esquerdista. Meu caso foi tratado em manchete pelo WND (WorldNetDaily) na reportagem “PayPal coloca Julio Severo na lista negra.” Meu caso foi noticiado na época por uma TV católica nos EUA (neste link: https://youtu.be/fSSjmMwQNn4) O ChristianPost, uma das maiores mídias evangélicas dos EUA, também fez cobertura televisiva do meu caso (neste link: https://youtu.be/oZ8fzSkiB5A) Então, sei por experiência o que o maior dos homossexuais “conservadores” pode fazer com um conservador cristão. Por isso, o texto a seguir do Dr. Scott é importantíssimo:
Foi com desapontamento, mas não surpresa, que li a notícia acerca de republicanos aplaudindo de pé Peter Thiel, que é assumidamente homossexual e um bilionário no Vale do Silício, na convenção republicana nacional. Alguns conservadores estão contando o caso como mero apreço por Thiel romper com os críticos de Trump no Vale do Silício, mas na realidade há um problema grave de concessão moral na questão homossexual no Partido Republicano e precisamos confrontar isso pelo que é.
Ronald Reagan não era um homem perfeito, mas ele era um grande homem e um líder extraordinário cuja presidência marcou o ápice do conservadorismo na última metade do século XX. Em 1983 o presidente Reagan fez duas coisas que exemplificam a batalha das ideologias de esquerda e direita que ainda definem a guerra cultural: Em 3 de fevereiro daquele ano, numa mensagem no Café-da-Manhã Nacional de Oração, ele declarou 1983 como “Ano da Bíblia,” e um mês mais tarde num discurso na Associação Nacional de Evangélicos, ele declarou que a União Soviética comunista era um “Império do Mal.” Nesse último discurso, ele contrastou a herança judaico-cristã dos EUA com o ateísmo dos soviéticos, explicando que esse contraste estava no centro do conflito entre EUA e URSS.
Em 1980 uma onda de conservadorismo populista levou o candidato Reagan à Casa Branca, desafiando a elite do Partido Republicano, a qual foi forçada a aceitar deixar seu candidato favorito George Herbert Walker Bush ficar com a vaga de vice. Eles aguardaram sua oportunidade e logo que Reagan terminou seu mandato eles voltaram a comandar o Estado americano em direção à Nova Ordem Mundial com o sr. Bush, que era chefe de espiões na CIA, colocando-o na presidência.
Mas o presidente Reagan havia sido tão eficiente na articulação de valores conservadores, e tão corajoso em lutar contra seus inimigos marxistas culturais na mídia, nas instituições acadêmicas e no governo, que os EUA experimentaram um enorme reavivamento espiritual, cultural e patriótico durante a década de 1980, cuja influência persiste até hoje.
Tão poderoso foi o impacto de Reagan no Partido Republicano, que as mãos dos elitistas Bush, Dole, Bush, McCain e Romney foram publicamente amarradas na questão homossexual, embora os manda-chuvas do Partido Republicano continuassem avançando a causa gay nos bastidores. E tão poderoso foi o reavivamento de valores morais da Revolução Reagan na cultura em geral que levou mais de 25 anos, milhões de horas de propaganda de cultura pop, a tomada total do sistema de educação pública nos EUA e o sequestro descarado do judiciário federal para os marxistas culturais a desfazerem.
O poder de Reagan não veio do Partido Republicano. Veio dos valores da Bíblia. E o conservadorismo dele não era um conservadorismo que ficava só pouco atrás do esquerdismo na rota para o globalismo. O que ele lutou para “conservar” foi a cosmovisão cristã autêntica dos fundadores dos EUA conforme está personificada na Declaração de Independência e na Constituição dos EUA. Ele não aceitou a mentira marxista de “Vento da História,” mas com ousadia lutou na direção contrária, avançando o Reino de Deus nos assuntos mundiais e recuperando território perdido na guerra cultural dentro dos EUA. Sob Reagan, o “Excepcionalismo Americano” era real, e não só um eufemismo neocon para intimidar o mundo.
Ronald Reagan nunca teria permitido que Peter Thiel usasse a plataforma do Partido Republicano para legitimar a homossexualidade, e os conservadores populistas da Revolução Reagan nunca teriam aplaudido isso.
Reagan sabia que o conservadorismo verdadeiro é absolutamente incompatível com a agenda gay. Os dois são contraditórios em princípio e prática como fidelidade conjugal e adultério. Todos os pontos do conservadorismo verdadeiro têm como base a Bíblia, desde a propriedade privada, identidade e segurança nacional até a liberdade pessoal, direito e ordem: O conservadorismo defende a verdade de Deus ou não tem o que defender. E a verdade de Deus é mais clara sobre o perigo de legitimar a perversão sexual, principalmente a homossexualidade, do que sobre qualquer outra política social. Foi o Supremo Tribunal da época de Reagan que confirmou o direito de os estados criminalizarem a sodomia homossexual na decisão Bowers versus Hardwick (1986), uma decisão vigorosamente defendida por Antonin Scalia, que havia sido nomeado por Reagan e era seu aliado ideológico mais chegado no tribunal.
Ronald Reagan fez os EUA recordarem que o inimigo dos EUA é o marxismo, que a raiz de seu mal é o ateísmo e que sua meta é a eliminação total da civilização judaico-cristã. Para citar o Manifesto Comunista de Marx e Engels diretamente: “Comunistas em todas as partes apoiam todo movimento revolucionário contra a ordem social e política existente das coisas.”
A principal tática dos marxistas é o sincretismo, significando a mistura de duas opiniões opostas transformando-as numa opinião afetada por concessões que está sempre um passo mais perto das metas marxistas. Chama-se Dialética Marxista, e era ensinada para crianças nas escolas soviéticas com uma pequena dança: “Dois Passos para Frente, Um para Trás — Ganho Líquido: Um Passo.” Em outras palavras: Exija uma mudança esquerdista radical de política e então faça concessões com os conservadores de modo você consiga só parte do que você exigiu, mas ainda assim continue avançando até sua meta. Essa estratégia é detalhada em termos espantosamente claros no Manifesto LGBT (de leitura obrigatória) intitulado “The Overhauling of Straight America” (O Recondicionamento da América Heterossexual).
Lamentavelmente, republicanos pós-Reagan têm se mostrado constantemente ingênuos e suscetíveis a essa estratégia.
O exemplo mais óbvio disso é a Rede de Televisão Fox News de Rupert Murdoch. Em 1996 a Fox se designava como guardiã do galinheiro conservador [contra as raposas] e herdeira do legado de Reagan, lançando o que começou como uma rede noticiosa genuinamente conservadora. Com o tempo, porém, a Fox se tornou meramente um braço do Partido Republicano. À medida que as elites republicanas cada vez mais capitulavam para o “Vento da História” marxista, principalmente nas questões LGBT, a Fox continuamente ajustou seus funcionários e programação para refletir as concessões e torná-las palatáveis para as massas.
No nome da elite do Partido Republicano, a Fox vem liderando o caminho para normalizar o mito do “conservador gay,” e outros canais de mídia “conservadora” estão imitando, tais como o Breitbart com seu representante “Milo,” que é assumidamente homossexual e faminto por holofotes. Mas como a verdade da Bíblia, o conservadorismo verdadeiro não “muda com os tempos.” Se abandonar suas pressuposições lógicas, tais como a determinação de proteger a civilização contra o câncer da degeneração sexual, então perderá toda a sua autoridade moral. O conservadorismo verdadeiro tem de concordar com Deus que disse “Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)
O presidente Reagan certa vez disse num discurso para seus apoiadores conservadores “Sem Deus, não existe virtude, pois não existe lembretes na consciência. Sem Deus, ficamos atolados nas coisas materiais, esse mundo vazio que nos diz só o que os sentidos percebem. Sem Deus, há um embrutecimento da sociedade. E sem Deus, a democracia não poderá durar muito. Se um dia nos esquecermos de que somos uma nação sob Deus, então seremos uma nação que deixará de existir.”
Pelo padrão de Reagan, os EUA estão deixando de existir. É hora de os conservadores rejeitarem o mito inventado pelos marxistas do “conservador gay” e voltarem à verdade da Bíblia.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site do Dr. Scott Lively: The Myth of the ‘Gay Conservative’
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28 de julho de 2016

Trump é acusado de crime por pedir ajuda para Rússia


Trump é acusado de crime por pedir ajuda para Rússia

Julio Severo
Donald Trump está sendo acusado de cometer crime ao pedir que a Rússia descubra mais segredos sujos de Hillary Clinton, depois que o presidente americano Barack Hussein Obama já havia se queixado na televisão americana e acusado o presidente russo Vladimir Putin de estar prejudicando sua candidata Hillary e ajudando Trump.
É a primeira vez na história das eleições presidenciais dos EUA que um candidato do Partido Republicano pede ajuda para a Rússia. Nem mesmo um candidato do Partido Democrático, que é abertamente esquerdista, nunca fez isso tão declaradamente, ao vivo e diante de toda a imprensa, como Trump fez.
É a primeira vez na história das eleições presidenciais dos EUA que a candidata mais esquerdista está sofrendo perdas por causa de ações direta ou indiretamente russas.
Tanto políticos do Partido Democrático, que abriga Obama e a nata da Esquerda americana, quanto políticos do Partido Republicano estão condenando Trump, acusando que ele cometeu crime de traição à pátria.
Tanto esquerdistas quanto direitistas americanos o estão acusando desse crime.
Ele merece ser acusado desse crime por pedir ajuda para Putin? Ele merece ser tratado como criminoso por querer prejudicar, com ajuda russa, sua opositora descaradamente socialista e criminosa?
Se ele mudasse seu sobrenome para Clinton, Trump poderia cometer crimes e traições à vontade, pelo resto da vida, sem ser condenado.
Ativistas de mentalidade neocon, que acusam a Rússia de ser a fonte de todos os males mundiais, estão desconcertados, confusos e perplexos com as muitas atitudes de Trump favoráveis à Rússia.
Parecem ter sofrido apoplexia, pois, mais por hábito da Guerra Fria do que por honestidade e fatos, acusam por muito menos alguém de ser agente da KGB, porém estão impotentes e emudecidos de fazer semelhante acusação neurótica contra Trump.
Estão tendo de fazer as maiores ginásticas e piruetas demagógicas para desculpar o comportamento de Trump com relação à Rússia. Tudo para não enfrentar a realidade dura e cruel de que Trump rompeu com a mentalidade da Guerra Fria.
Quer gostem ou não, eles estão muito mais com Obama, que quer perpetuar a Guerra Fria, do que com Trump.
A contragosto ou não, os apoplécticos circenses anti-Rússia estão se unindo à desonestidade dos neocons, manipulando as emoções de seu público mentalmente limitado e cativo para continuar ganhando poder e popularidade, a todo momento tentando explicar que Trump é tão anti-Rússia quanto eles e que as atitudes pró-Rússia de Trump são supostamente apenas uma estratégia secreta para derrotar a Rússia.
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27 de julho de 2016

No GospelPrime, Augustus Nicodemus exorta contra palavrões nas redes sociais


No GospelPrime, Augustus Nicodemus exorta contra palavrões nas redes sociais

Julio Severo
O portal GospelPrime, de origem assembleiana, é conhecido por dar espaço democrático aos mais diferentes e até contraditórios seguimentos evangélicos do Brasil, desde luteranos, calvinistas e tradicionais até pentecostais, renovados e neopentecostais.
Tratando do problema dos palavrões, o GospelPrime fez uma reportagem sobre uma mensagem de Augustus Nicodemus, considerado o apóstolo dos cessacionistas do Brasil.
De acordo com o GospelPrime, Nicodemus acredita que palavras de baixo calão em redes sociais é o reflexo da igreja brasileira cada vez mais superficial. Se a acusação dele sobre superficialidade procede, então a aplicação serve, a contragosto, para sua própria denominação também, pois já vi muitos calvinistas (que teimam em ser rotulados de “reformados,” como se a Reforma fosse marca registrada do calvinismo, não de Lutero) de esquerda e direita falando palavrões.
Em sua reportagem intitulada “Pastor exorta crentes que publicam palavrões nas redes sociais,” o GospelPrime disse:
Por mais que entenda que nem todos os seus amigos da rede social são crentes, o reverendo presbiteriano resolveu escrever para aqueles que são cristãos, mas estão se comportando como se não fossem, fazendo postagens de fotos “meio-eróticas” ou com palavrões no meio de postagens com declarações de fé.
Nicodemus cita Efésios 4:29 e Efésios 5:3-7 que falam contra o uso de palavras torpes, advertindo os crentes em Cristo que será pelas palavras que seremos justificados ou condenados.
O reverendo também cita outros versículos de Colossenses e Filipenses que trazem a mesma mensagem sobre tomar cuidado com o que falamos e pede para que seus seguidores façam interpretações sobre esses textos.
“A pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrange não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras”, escreve.
Concluindo, ele faz uma análise sobre como esses palavrões representam a igreja evangélica brasileira: “Acho que a vulgarização do vocabulário dos evangélicos é simplesmente o reflexo do que já temos dito aqui muitas outras vezes: o cristianismo brasileiro é superficial, as igrejas evangélicas estão cedendo ao relativismo da nossa sociedade”.
Mas acusar o relativismo é uma explicação muito vaga e geral. É tão difícil abrir a boca para denunciar que com a disseminação de modismos socialistas, palavrões se tornam mais comuns entre adeptos do socialismo, inclusive evangélicos que seguem a Teologia da Missão Integral (TMI)?
A maioria dos evangélicos contrários à TMI não fala palavrões. Eu, por exemplo, tenho sido pioneiro na luta contra a TMI e me oponho ao vício dos palavrões.
Contudo, há um segmento evangélico periférico que, alegando fazer uso supostamente tático de técnicas socialistas (inclusive palavrões e vigarices), luta contra o socialismo, mas cujo comportamento moral é basicamente o mesmo dos seus inimigos.
É óbvio, porém, que os palavrões não nasceram no socialismo, pois a Bíblia ensina que do coração procedem as coisas sujas e também que a boca fala do que está cheio o coração. Então, antes de existir Karl Marx já havia palavrões. E sem dúvida nenhuma, não existe maior boca suja no universo do que Satanás. Ele é o pai dos palavrões.
Nicodemus deu um tiro certo ao tratar palavrões como prática ofensiva para Deus. Mas igualmente ofensivo é determinar o que o Espirito Santo pode ou não pode fazer hoje, principalmente limitando a autoridade dele de dar hoje dons sobrenaturais do Espírito Santo.
A atitude de limitar Deus se chama “cessacionismo,” cujos adeptos acreditam, pregam e impõem que o Espírito Santo cessou há dois mil anos de dar dons de línguas, profecia, visões, etc., como se ele tivesse morrido. Tal crendice teológica fora da Bíblia deixa apenas duas conclusões óbvias:
1)      Todos os que falam em línguas e têm profecias hoje são heréticos.
2)      Todos os cessacionistas são heréticos.
Embora Nicodemus seja calvinista e cessacionista, nem todos os calvinistas são cessacionistas. O Dr. Wayne Grudem, que é o maior teólogo calvinista da atualidade e autor de uma famosa teologia sistemática, não é cessacionista.
De acordo com o teólogo calvinista Vincent Cheung, “Cessacionismo é rebelião contra Deus.”
Não vejo problemas grandes na teologia calvinista de Nicodemus. Não vejo problemas com sua exortação contra palavrões. Mas a rebelião cessacionista (cujo veneno sob influência dele e de outros rebeldes calvinistas é um câncer na Igreja Presbiteriana do Brasil) é tão ofensiva para Deus quanto os palavrões.
Leitura recomendada sobre palavrões:
Leitura recomendada sobre cessacionismo:

25 de julho de 2016

Infinitamente mais importante do que tirar Dilma do poder


Infinitamente mais importante do que tirar Dilma do poder

Julio Severo
O que é infinitamente mais importante do que tirar Dilma do poder?
É eliminar da consciência popular o mito da Inquisição.
Quem disse isso? Olavo de Carvalho, que está usando uma retórica anticomunista soviética para sanear a Inquisição.
Pobre Dilma. Ela não é a maior ameaça do Brasil. A maior ameaça é dizer que a Inquisição torturava, saqueava e matava multidões de judeus e evangélicos. Isso conforme a retórica do Olavo, que disse na semana passada:
“Quem quer que tenha estudado a ofensiva cultural soviética e a posterior estratégia gramsciana compreende algo que parece ainda totalmente ignorado de cem por cento dos liberais e conservadores neste país: eliminar da consciência popular mitos como a ‘Inquisição’... é infinitamente mais valioso do que ‘tirar a Dilma.’”
Independente do que a estratégia soviética olaviana e o gramscismo olaviano digam, a Inquisição nunca foi mito e sempre foi amplamente condenada nos Estados Unidos, o maior país capitalista do mundo.
Independente do que a estratégia soviética olaviana e o gramscismo olaviano digam, a Inquisição nunca foi mito e sempre foi amplamente condenada por evangélicos, especialmente americanos, muito antes de existir a União Soviética.
Independente do que a estratégia soviética olaviana e o gramscismo olaviano digam, a Inquisição nunca foi mito e sempre foi amplamente condenada pelos judeus, que já eram vítimas dessa máquina assassina muito antes dos evangélicos.
Não é mito o fato de que judeus e evangélicos eram vítimas preferenciais da Inquisição, que os torturava, saqueava e matava.
O único interessado em transformar essa realidade em mito é Satanás, o pai da mentira, do roubo e da morte.
Se, conforme o próprio Olavo declarou, “eliminar da consciência popular mitos como a Inquisição” é infinitamente mais importante do que tirar Dilma, então sua luta anticomunista é uma farsa e apenas escada para atingir outros objetivos. Eu não estranho tal atitude, que é típica entre ocultistas, que sempre mascaram suas intenções.
No passado, eu achava que uma unidade entre católicos olavianos e evangélicos contra o comunismo seria possível. Hoje não tenho mais essa ilusão, especialmente vendo evangélicos olavianos que, como papagaios, repetem a retórica pró-Inquisição de seu novo mestre. Passaram do “Imbecil Coletivo” para o emburrecimento coletivo do olavismo cultural.
É lamentável que um movimento chamado beneficamente de Escola Sem Partido esteja atrelado a um homem determinado a uma doutrinação pró-Inquisição ao custo da verdade e do sangue das vítimas judias e evangélicas. Trocando uma doutrinação mentirosa por outra.
Se Dilma fosse avisada de que eliminar um suposto mito da Inquisição é mais importante do que derrubá-la, ela própria financiaria, com Caixa 2, a campanha olaviana de saneamento da Inquisição, para que o Olavo ficasse tão distraído com esse pirulito que a esquecesse. Mas para isso, ele precisaria ser mais importante para o impeachment do que ele alega e aparenta ser. O que foi noticiado na imprensa internacional é que o impeachment mostra o crescente poder evangélico no Brasil, que, se depender do Olavo, será destruído por uma propaganda que usa o revisionismo da Inquisição para fomentar objetivos que estão lacrados a sete chaves numa cabeça ocultista.
Se a campanha gramsciana olavina der certo, no futuro judeus e evangélicos serão demonizados como se fossem soviéticos sanguinários, transformando efetivamente as vítimas em monstros criminosos.
Quem sairá como herói nessa estória farsante?
Leitura recomendada:

24 de julho de 2016

Você não é obrigado a comprar coisas ungidas para receber bênçãos


Você não é obrigado a comprar coisas ungidas para receber bênçãos

Julio Severo
Comprar coisas ungidas para receber bênçãos? Não é necessário nem obrigatório. Coisas podem ser ungidas, não para enriquecimento pessoal, mas para a libertação de pessoas.
A Bíblia diz: “Deus fazia milagres maravilhosos por meio das mãos de Paulo, de tal maneira, que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os doentes. Estes eram curados de todas as suas enfermidades, assim como espíritos malignos eram expelidos deles.” (Atos 19:11-12 King James Atualizada)
Havia tanta unção no Evangelho que Paulo pregava que as pessoas levavam lenços e aventais para o apóstolo passar sua unção para esses objetos, que se transformavam em canais de bênção e libertação.
Quanto Paulo cobrava para ungir? Nada.
Anos atrás, em duas ocasiões diferentes, mães trouxeram até mim pacotes de maconha que seus filhos usavam. Elas perguntaram o que fazer. Eu disse que não era necessário jogar fora, pois eu oraria pelos pacotes para que Deus visitasse e operasse um milagre.
Orei para que os rapazes tivessem nojo daquela droga.
As mães levaram de volta os pacotes e deixaram onde estavam. Depois que os filhos usaram a maconha orada e “ungida,” começavam a vomitar. Em ambos os casos, os jovens passaram muito mal e acabaram jogando a maconha fora…
Quanto cobrei para orar pela maconha? Nada.
Se as mães tivessem trazido lenços e aventais, eu também teria orado, sem cobrar.
Afinal, de graças recebemos, e de graça damos. Orar e ungir sem cobrar é totalmente bíblico.
Mas, olhando apenas pelo lado cômico, já pensou quanto dinheiro eu ganharia se, imitando os exploradores da fé, eu começasse a vender “maconha ungida”?
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22 de julho de 2016

Peter Thiel, fundador do PayPal, recebe aplausos de pé ao declarar seu orgulho da homossexualidade entre republicanos americanos


Peter Thiel, fundador do PayPal, recebe aplausos de pé ao declarar seu orgulho da homossexualidade entre republicanos americanos

Julio Severo
Peter Thiel, intimidador capitalista bilionário e fundador do PayPal, cumpriu sua palavra. Dias antes de seu discurso endossando Donald Trump para presidente na quinta-feira, ele informou a toda a imprensa de que ele iria declarar: “Sou um homem gay orgulhoso.”
Peter Thiel
Ele deu muito tempo para uma alegada oposição contestar suas palavras confirmando uma conduta de pecado na Convenção Nacional Republicana (CNR). Mas não apareceu nenhuma oposição republicana, e Thiel foi recompensado com uma salva forte de aplausos como se ele tivesse discursado para a Convenção Nacional Democrática, que é esquerdista.
Ele quebrou uma nova barreira para o ativismo homossexual dentro do Partido Republicano ao se tornar o primeiro palestrante assumidamente homossexual a tratar de sua homossexualidade numa convenção do Partido Republicano — numa época em que os conservadores querem que o Partido Republicano lute contra a agenda gay.
Quando ele disse que ele tinha orgulho de ser homossexual e republicano, ele recebeu aplausos de pé, depois de acrescentar: “Quem se importa qual banheiro as pessoas usam?”
As famílias se importam.
Os cristãos se importam.
Os conservadores se importam.
Republicanos de mentalidade esquerdista poderiam estar dizendo para si mesmos: “Quem se importa sobre o bilionário homossexual Thiel declarando seu orgulho da homossexualidade entre nós enquanto ele usa sua fortuna para nossa causa política?”
Republicanos de mentalidade conservadora fizeram outras perguntas. Peter LaBarbera, fundador e diretor da entidade Americanos em Defesa da Verdade sobre a Homossexualidade (www.AFTAH.org), perguntou em sua conta de Twitter: “Quantos adúlteros assumidos discursaram numa convenção do Partido Republicano? O homossexualismo é só um pecado sexual diferente.”
Como evangélico conservador, também faço perguntas. Será que Thiel, o fundador do PayPal, pode restaurar minha conta? Será que ele pode pedir desculpa e declarar que ele cedeu a ativistas homossexuais que estavam me importunando e perseguindo?
Em 2011, o PayPal fechou minha conta definitivamente, depois de uma campanha orquestrada pela organização homossexualista americana AllOut. Para mim, o PayPal explicou que estou desqualificado para receber doações de meus amigos e leitores porque “você não é uma organização registrada sem fins lucrativos”. Para AllOut, o PayPal explicou que fechou minha conta porque “Levamos muito a sério quaisquer casos em que um usuário incitou ódio, violência ou intolerância por causa da orientação sexual de uma pessoa.”
Numa classificação dos dez maiores ataques aos cristãos em 2011, a Comissão Anti-Difamação de Cristãos, com sede nos EUA, classificou a pressão gay sobre o PayPal como quarto maior ataque anticristão de 2011, conforme saiu na revista Charisma.
Thiel acredita no libertarianismo, cujos seguidores tradicionalmente acreditam na liberdade de expressão e liberdade da imprensa.
Um verdadeiro libertário jamais teria exterminado minha conta no PayPal quando fui vítima de bullying de AllOut. Mas o ato anticristão de Thiel contra mim e minha família (minha conta era usada para receber donativos de meus amigos para nos sustentar) se explica pelo que ele escreveu num artigo de 2009 para o Instituto Cato. Ele disse: “Não mais creio que a liberdade e a democracia sejam compatíveis.”
Do jeito difícil, entendi que ele pratica o que crê e diz.
O escritor conservador Don Hank comentou sobre o discurso de Thiel na CNR:
Quando ouvi Thiel dizer ontem de noite que ele estava muito aberto ao diálogo, pensei que ele poderia realmente estar sendo sério. Mas considerando que ele estava na direção do PayPal quando o PayPal negou serviço ao Julio simplesmente porque o Julio acredita na definição tradicional do casamento (isso NÃO é crime!), é difícil levar Thiel a sério. Pareceria que ele é só outro intimidador que quer forçar todo mundo a apoiar a agenda homossexual e silenciar os que não apoiam.
É claro que se Trump for eleito, caberá a ele decidir se dialogamos abertamente ou só permitimos que as pessoas religiosas e outros indivíduos de mente sã sejam escravizados a essa agenda.
Penso que Trump está tentando navegar entre pessoas de tradição e os revolucionários que querem que a tradição seja abolida. Mas ele tem a sabedoria para ter êxito?
Sugiro que todos os que tenham ligações com a campanha de Trump enviem este link “o PayPal fechou minha conta definitivamente” para a liderança e lhes perguntem para ver se Thiel está sendo sério sobre diálogo e tem disposição de reabrir a conta do Julio. Afinal, o Julio está na linha de frente cristã do diálogo e a organização de Thiel, a qual afirma querer diálogo, está do outro lado. Se Thiel se recusar a restabelecer a conta do Julio, ele é mentiroso e Trump deveria se distanciar dele e divulgar uma declaração com essa finalidade.
Afinal, Trump poderia ter escolhido qualquer gay influente para palestrar na convenção, mas ele escolheu um intimidador que sufoca o diálogo enquanto de forma hipócrita afirma estar aberto a ele. Agora ele tem de dar satisfação por essa escolha ou recuar. Isso não pode ficar assim.
Ao que tudo indica, o problema de Thiel, de 48 anos, e seu PayPal não é só minha postura cristã conservadora contra a agenda gay. Na CNR, ele expressou críticas ao Partido Republicano, onde há muitos oponentes socialmente conservadores do movimento homossexual.
“Quando Donald Trump nos pede para Fazer a América Grande de Novo, ele não está sugerindo uma volta ao passado. Ele está correndo para nos liderar de volta àquele futuro brilhante,” ele disse.
Aparentemente, ele estava se referindo ao fato de que no passado os Estados Unidos eram dominados por evangélicos conservadores que rejeitavam a homossexualidade. Em sua fundação, os EUA eram 98% protestantes, não 98% homossexuais. George Washington, o primeiro presidente dos EUA, rejeitava a conduta homossexual.
Thiel, que apoia o “casamento” homossexual, foi um dos investidores originais do Facebook (uma decisão que o tornou bilionário) e ele ainda faz parte de sua diretoria.
Ele é também co-fundador de Palantir, uma empresa há muito tempo associada à realização de análise de dados para agências americanas de espionagem e monitoração.
Ele apoia a legalização da maconha, algo a que o Partido Republicano se opõe há muito tempo.
A decisão de Thiel de endossar Trump, ainda que o democrata esquerdista John F Kennedy seja seu presidente favorito, mostra que ele parece um republicano tão imprevisível quanto Trump.
É evidente que há muito mais coisas nas motivações de Thiel. Pelo fato de que ele é um capitalista com uma fortuna de 3 bilhões de dólares, ele pode simplesmente crer que Trump administrará a economia melhor do que Hillary Clinton. Suas ambições capitalistas parecem estar um pouco acima de sua militância homossexual.
Contudo, definitivamente seu poder capitalista está a serviço da militância homossexual. O PayPay se comprometeu a parar a expansão de seus serviços na Carolina do Norte, EUA, depois que o governador desse estado sancionou uma lei para proteger mulheres e crianças contra predadores homossexuais não permitindo que homens biológicos usem os banheiros e vestiários femininos.
Em resposta ao boicote do PayPal, no Facebook Franklin Graham, filho do lendário evangelista Billy Graham, disse: “O PayPal merece o prêmio de hipócrita do ano!… O PayPal atua em países inclusive Arábia Saudita, Nigéria e Iêmen, pelo amor de Deus. Só no mês passado o PayPal anunciou que estava se expandindo em Cuba, um país em que indivíduos homossexuais e transgêneros são presos, torturados e executados.”
Na CNR, Peter Thiel explicitamente exortou as pessoas a votarem em Trump, num contraste forte com o senador Ted Cruz, que esquivou-se de dar apoio e tem criticado Trump por sua postura sobre indivíduos transgêneros usando banheiros e vestiários femininos. Durante sua campanha, Trump disse que que os indivíduos transgêneros deveriam ter liberdade de escolher qualquer banheiro que quiserem.
Embora Thiel tivesse jogado um osso para Trump, para os republicanos e para os militantes gays, Trump parece estar jogando um osso para os evangélicos e para os militantes gays. Depois do discurso de Thiel na CNR, o discurso de Trump prometeu eliminar uma lei que impede os líderes religiosos de falar sobre política e ao mesmo tempo ele promoveu vigorosamente o rótulo “nossa comunidade LGBT.”
O presbiteriano conservador Robert A. J. Gagnon, que é professor de teologia e autor do livro “The Bible and Homosexual Practice: Texts and Hermeneutics” (A Bíblia e a Prática Homossexual: Textos e Hermenêutica), disse:
Trump disse: “Desta vez, o terrorista mirou nossa comunidade LGBT. Como seu presidente, farei tudo o que eu puder para proteger nossos cidadãos LGBT contra a violência e opressão de uma ideologia estrangeira odiosa. Acreditem em mim. E tenho a dizer que como republicano é tão legal ouvir vocês gritando de alegria com o que acabei de dizer. Obrigado.” Só podemos ficar pensando até que ponto irá essa definição positiva de “nossa comunidade LGBT.” Até que ponto a promessa de proteção contra o ódio se estenderá para promover leis discriminatórias de “orientação sexual” no mercado de trabalho contra pessoas religiosas. Ele já declarou apoio a tais leis e expressou oposição direta a leis que proíbem homens de nascimento de entrarem em banheiros femininos.
Obviamente uma presidência de Hillary promoveria essa agenda com mais força do que uma presidência de Trump. Mas uma presidência de Trump implodiria os valores republicanos por dentro, exterminando talvez para sempre nossa conexão com um Partido Republicano que outrora apoiava nossos valores e ética sexual. É por isso que muitos de nós continuam a ter reservas sobre endossar Trump para presidente até mesmo em face do horror de uma presidência de Hillary.
A presença do intimidador homossexual bilionário Peter Thiel como palestrante na convenção do Partido Republicano parece ter sido planejada para implodir os valores conservadores dentro do Partido Republicano.
Se Trump continuar tratando valores cristãos e a agenda gay como um mero jogo empresarial, ele estará cooperando com tal implosão.
Com informações do DailyMail e The New York Times.
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