20 de fevereiro de 2019

Nova iniciativa de Trump: Legalizar a homossexualidade em todos os países


Nova iniciativa de Trump: Legalizar a homossexualidade em todos os países

Comentário de Julio Severo: O governo Trump não é conhecido por combater o “casamento” gay e outros itens da agenda gay. Mas Richard Grenell, o ativista homossexual mais importante do governo Trump, sempre lutou pelo “casamento” gay e agora ele está usando todo o poder do governo americano para avançar uma iniciativa para legalizar o homossexualismo no mundo inteiro. À primeira vista, é só uma iniciativa para trazer direitos humanos — o mesmo tipo de retórica usada pela esquerda. Para entender o que é essa iniciativa do governo americano, você precisa primeiro entender quem é o ativista gay Grenell. Leia relato sobre ele escrito por Peter LaBarbera aqui. Leia meu artigo aqui. E leia agora o artigo abaixo, do WND:
Richard Grenell
O homossexual mais destacado no governo Trump está liderando uma iniciativa para descriminalizar a homossexualidade em dezenas de países onde ela ainda é ilegal.
O noticiário da TV NBC News, citando funcionários do governo Trump, informou que a iniciativa liderada pelo embaixador americano na Alemanha, Richard Grenell, tem como objetivo em parte denunciar o Irã por seu histórico de direitos humanos.
A embaixada dos EUA em Berlim na terça-feira está trazendo de avião ativistas LGBT de toda a Europa para um encontro estratégico, com direito a jantar.
O plano se concentra principalmente em países do Oriente Médio, África e Caribe.
“É preocupante que, no século 21, cerca de 70 países continuem a ter leis que criminalizam o status ou a conduta LGBTI,” disse à NBC um funcionário dos EUA envolvido na organização do evento.
Provavelmente, o governo Trump trabalhará essa iniciativa, ainda na fase inicial de desenvolvimento, com a ONU, a União Europeia e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa. A Secretaria de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho do Departamento de Estado, entre outras agências dos EUA, também participará.
Essa campanha está estritamente focada na criminalização, em vez de questões mais amplas, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, disse a NBC.
Foi concebida em parte como resposta ao recente relato de uma execução por enforcamento de um jovem gay no Irã.
A NBC ressaltou que os europeus não apoiaram a atitude do governo Trump de deixar o acordo nuclear com o Irã de 2015 e a reimposição de sanções. Reformular o Irã como uma questão de direitos humanos poderia ajudar os Estados Unidos e a Europa a chegarem a um acordo sobre a política em relação ao regime liderado pelo mulá.
“As execuções públicas bárbaras são muito comuns em um país onde as relações homossexuais consensuais são criminalizadas e punidas com açoitamento e morte,” disse Grenell.
Contudo, essa estratégia pode alienar aliados no mundo árabe com os quais Trump vem fortalecendo os laços.
Na Arábia Saudita, a homossexualidade pode ser punida com a morte. Um relatório de 2017 da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais revelou 72 nações que criminalizam a homossexualidade.
A NBC observou que, como candidato, Trump, apesar de ambíguo em relação a muitas questões de direitos homossexuais, foi o primeiro candidato republicano a mencionar direitos LGBT em seu discurso de aceitação na Convenção Nacional Republicana.
O secretário de Estado Mike Pompeo, que é evangélico, está apoiando a iniciativa diplomática para combater a violência e a discriminação contra indivíduos LGBT, disse a NBC, citando autoridades dos EUA. Pompeo declarou em sua audiência de confirmação no Senado: “Acredito profundamente que os indivíduos LGBTQ têm todo o direito que qualquer outra pessoa no mundo teria.”
Grenell está sob consideração para ser o embaixador de Trump na ONU. Ele já foi porta-voz do embaixador dos EUA na ONU quando John Bolton ocupou o cargo. Bolton é agora o conselheiro de segurança nacional de Trump.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): New Trump push: Make homosexuality legal everywhere
Leitura recomendada:

19 de fevereiro de 2019

Mulher bruxenta: O feitiço de Tom Brady


Mulher bruxenta: O feitiço de Tom Brady

Tom Brady pode ser o G.O.A.T. [bode em inglês] — sigla que significa o “maior de todos os tempos.”
Gisele Bündchen
Ele também pode ter a incrível sorte de ganhar três prêmios de jogador mais importante da liga americana de futebol, seis campeonatos Super Bowls e quatro prêmios de jogador mais importante do campeonato Super Bowl.
Ou, talvez, é como ele sugere. Ele é casado com uma bruxa praticante — alguém que oferece encantamentos em altares antes, durante e depois dos jogos.
“Você sabe que eu aprendi muito com minha esposa ao longo dos anos,” disse Brady, recostando-se em uma cadeira de barbeiro na Sede Mundial de Barbear da Gillette, em Boston, sobre sua parceira supermodelo, Gisele Bündchen. “Ela está tão envolvida nesse negócio de poder da intenção e acreditar em coisas que realmente vão acontecer.”
Brady disse que Gisele “sempre faz um pequeno altar para mim no jogo porque ela simplesmente deseja muito,” completo com fotos de seus filhos.
“E eu tenho essas pequenas pedras especiais e pedras de cura e pedras de proteção e ela me faz usar um colar e tomar essas gotas que ela faz, eu rezo todos esses mantras,” disse Brady. “E parei de questioná-la há muito tempo. Eu apenas calo a boca e escuto.”
Brady disse a princípio que ele achava que “isso é meio louco,” mas funcionou.
“Há cerca de quatro anos estávamos jogando no Seahawks e ela disse: ‘É melhor você me dar atenção, este é o seu ano, mas essas são todas as coisas que você terá de fazer para vencer.’” E eu fiz todas aquelas coisas e, por Deus, você sabe, funcionou.”
Gisele também previu que 2015 não seria o ano de Brady, ele lembrou, e com certeza essa temporada para os Patriots terminou decepcionantemente no jogo do Campeonato AFC.
Mas no início deste ano, Brady, de 41 anos, perguntou se ele tinha uma chance de vencer e obteve a resposta que estava procurando.
“Ela disse: ‘Sim, mas você vai ter de se esforçar muito e vai ter realmente de me escutar. Então, cara, eu a escuto,” disse Brady.
A que ela atribui sua própria lista de sucesso?
“Ela disse: ‘Você tem sorte de ter casado com uma bruxa — eu sou apenas uma boa bruxa,” disse Brady.
Tom Brady e Trump
Pode haver mais coisas do que isso.
Gisele também está profundamente envolvida em yoga, meditação, cristais, astrologia, um pouco de budismo, taoísmo e o guru espiritual mexicano Don Miguel Ruiz. Ela deu a todos em seu casamento de 2009 o livro dele “The Mastery of Love.”
Ela também fundou a Fundação Luz. Luz significa luz em muitas línguas, inclusive o hebraico. Essa palavra está ligada a Lúcifer, o anjo das trevas conhecido como “o portador da luz.”
Gisele é brasileira, ex-modelo da Victoria’s Secret e atriz. Desde 2004, ela está entre as modelos mais bem pagas do mundo e, a partir de 2007, foi a 16ª mulher mais rica do setor de entretenimento. Em 2012, ela ficou em primeiro lugar na lista da revista Forbes mostrando as modelos mais bem pagas.
Brady cresceu em um lar católico romano, mas admitiu em uma entrevista de 2015 que ele e Gisele estão envolvidos “em tudo” religiosamente. Sua resposta então foi em resposta a uma pergunta sobre a presença de uma menorá judaica em sua casa.
“Não somos judeus,” disse Brady. “Mas acho que estamos envolvidos em tudo… Não sei no que acredito. Acho que existe um sistema de crenças, eu não tenho certeza o que é.”
Antes do campeonato Super Bowl em 2012, quando os Patriots perderam para os New York Giants, Gisele teria enviado um email para seus amigos e familiares pedindo-lhes para rezar pelo sucesso dos Patriots nesse jogo.
Tom Brady
“Meus queridos amigos e familiares,” dizia o e-mail. “Este domingo será um dia muito importante na vida do meu marido. Ele e seu time se esforçaram arduamente para chegar a este ponto e agora eles precisam mais do que nunca que vocês enviem para eles energia positiva para que possam realizar seu sonho de ganhar este campeonato.”
“Então, peço a todos vocês que se juntem a mim nessa cadeia positiva e rezem por ele, para que ele possa se sentir confiante, saudável e forte. Visualizem-no feliz e realizado, experimentando com seu time uma vitória neste domingo.”
Os comentários de Brady durante o evento de caridade da Gillette deixaram os cristãos um pouco alarmados — especialmente sobre o autoproclamado rótulo de bruxa da esposa dele. A mídia social se empolgou com reação.
“Tom Brady foi batizado como católico, mas sua verdadeira religião é o paganismo,” disse o padre Peter West, da Igreja Católica de São João, em Orange, N.J., num tuíte. “Ele atribui suas vitórias no campeonato Super Bowl à bruxaria de sua esposa.”
O jogador Rex Buckhead disse ao Noticiário da Rede de Televisão Cristã que muitos dos colegas de time de Brady não estão jogando por si mesmos ou pelo ocultismo.
“Essas glórias terrenas, estatísticas, prêmios… jogamos para a glória de Deus!” Burkhead disse. “No mundo aí fora glorificamos a Ele com os talentos que Ele nos deu, vamos aproveitar ao máximo essas habilidades para dar todo o louvor a Ele.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Witchy woman: The Tom Brady Spell
Leitura recomendada:

18 de fevereiro de 2019

Mil cientistas vão a público com dúvidas sobre a evolução


Mil cientistas vão a público com dúvidas sobre a evolução

Mais de 1.000 cientistas altamente influentes de todo o mundo se manifestaram publicamente expondo suas dúvidas sobre a teoria da evolução de Charles Darwin.
Eles procedem de instituições como Harvard, Johns Hopkins, Columbia, Tulane, Rice e Baylor, da Academia Nacional de Ciências, da Academia Russa de Ciências Naturais, do Museu Britânico e da Biblioteca Lincoln do MIT.
“Somos céticos quanto às alegações que apoiam a capacidade de mutação aleatória e seleção natural para explicar a complexidade da vida,” dizem eles em um comunicado. “Um exame cuidadoso das evidências da teoria darwiniana deveria ser encorajado.”
Os cientistas incluem os melhores em biologia molecular, bioquímica, biologia, entomologia, química quântica computacional, microbiologia, psiquiatria e ciências comportamentais, astrofísica, biologia marinha, biologia celular, física e astronomia, matemática, física, geologia e antropologia, segundo a Evolution News, uma publicação online do Instituto Discovery em Seattle, que promove a teoria do design inteligente.
O Instituto Discovery publicou pela primeira vez a sua lista de “dissidência científica do darwinismo” na revista The New York Review of Books em 2001 para contestar as alegações “falsas” da série “Evolution” da PBS.
A PBS afirmou que “praticamente todos os cientistas do mundo acreditam que a teoria seja verdadeira.”
Mas o biólogo Douglas Axe, diretor do Instituto de Biologia, argumentou que a pressão dos colegas está obscurecendo a verdade.
“Como nenhum cientista consegue mostrar como o mecanismo de Darwin consegue produzir a complexidade da vida, todo cientista deve ser cético,” disse ele. “O fato de que a maioria não quer admitir isso expõe o efeito doentio da pressão dos colegas sobre o discurso científico.”
Originalmente, o presidente do Instituto Discovery, Bruce Chapman, montou uma lista de 100 cientistas de nível de doutorado para a declaração.
“Percebendo que provavelmente havia mais cientistas em todo o mundo que compartilhavam certo ceticismo sobre a evolução darwiniana e estavam dispostos a se manifestar publicamente, o instituto mantém a lista e vem acrescentando outros nomes a ela continuamente desde a sua criação,” disse a reportagem da Evolution News.
“A lista de signatários inclui agora 15 cientistas das Academias Nacionais de Ciências em países como Rússia, República Checa, Brasil e Estados Unidos, bem como da Royal Society. Muitos dos signatários são professores ou pesquisadores de importantes universidades e instituições internacionais de pesquisa, como a Universidade de Cambridge, o Museu de História Natural de Londres, a Universidade Estatal de Moscou, a Universidade de Hong Kong, a Universidade de Stellenbosch na África do Sul, o Instituto de Paleontologia Humana na França, a Universidade Ben-Gurion em Israel, MIT, o Instituto Smithsoniano, a Universidade Yale e a Universidade Princeton,” comentou ele.
Marcos Eberlin, Ph.D., fundador do Laboratório de Espectrometria de Massa Thomson e membro da Academia Nacional de Ciências do Brasil, disse na reportagem: “Como bioquímico, me tornei cético com relação ao darwinismo quando fui confrontado com a extrema complexidade do código genético e suas muitas estratégias mais inteligentes para codificar, decodificar e proteger suas informações.”
Michael Egnor, professor de neurocirurgia e pediatria da Universidade Estadual de Nova Iorque, Stony Brook, disse que os cientistas “sabem intuitivamente que o darwinismo pode realizar algumas coisas, mas não outras.”
“A questão é qual é esse limite? O conteúdo das informações nos seres vivos excede esse limite? Os darwinistas nunca enfrentaram essas perguntas,” disse ele. “Eles nunca perguntaram cientificamente: a mutação aleatória e a seleção natural geram o conteúdo da informação nos seres vivos?”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): 1,000 scientists go public with doubts on evolution
Leitura recomendada sobre a teoria da evolução:

16 de fevereiro de 2019

Agora Trump está iniciando guerra na Venezuela


Agora Trump está iniciando guerra na Venezuela

Chuck Baldwin
Comentário de Julio Severo: Com o artigo recente “Venezuela: substituindo o socialista brutal por mais socialismo?” do jornalista Alex Newman, publicado no site conservador The New American, mostrando que o conflito na Venezuela não é entre esquerda e direita, mas uma disputa de esquerdista contra esquerdista, ficou claro que a postura do presidente americano apoiando um esquerdista contra outro esquerdista é no mínimo anticonservadora. Mas não é só a revelação de Newman que traz questões preocupantes. O Rev. Chuck Baldwin traz outras revelações, traduzidas e editadas por mim no artigo dele abaixo. Embora eu não concorde com todas as opiniões dele, o que ele diz sobre belicismo e tráfico de drogas é muito importante. Leia!
Todas as conversas de Trump sobre tirar os Estados Unidos de guerras intermináveis e de conflitos militares estrangeiros são apenas muita fanfarronice. Não! É mais do que isso: é totalmente subterfúgio e mentira. Como tenho documentado uma e outra vez, Donald Trump é um belicista. Por que razão mais você acha que o maior belicista no Congresso, o senador Lindsey Graham, é um dos maiores fãs de Trump?
Trump fala sobre acabar com guerras sem fim, mas ele não está falando sério. Aliás, ele agravou e expandiu as guerras e os conflitos militares em todo o mundo; ele expandiu as bases militares dos EUA mundialmente (especialmente na Europa Oriental); ele provocou o crescimento explosivo dos dólares dos contribuintes para a máquina de guerra dos EUA (também conhecida como Nova Ordem Mundial); e ele aumentou significativamente a quantidade de bombas que os EUA lançaram — bombas que mataram milhares de civis inocentes em todo o mundo, especialmente no Oriente Médio. Na verdade, Donald Trump joga uma bomba em algum lugar do mundo a cada 12 minutos. E toda a sua retórica à parte, Trump NÃO está removendo as forças dos EUA da Síria.
E agora, o insaciável desejo de guerra de Trump o levou para a Venezuela. Não é uma questão de se ou quando tropas americanas irão para a Venezuela; elas já estão lá. Muito antes de o público falar sobre a presença de tropas americanas em um centro estrangeiro de operações, a CIA e tropas de Operações Especiais já estão há muito tempo lá. Você e eu sabemos que a guerra dos EUA na Venezuela já começou. A base de operações fica na vizinha Colômbia — assim como a base de operações na guerra síria está no vizinho Iraque. As anotações pessoais de John Bolton dizem que 5.000 soldados americanos irão para a Colômbia.
Falando na Colômbia, alguém não acha estranho que o governo dos EUA consiga usar a Colômbia — o maior produtor de drogas ilícitas no Hemisfério Ocidental — para iniciar uma guerra? Todos — inclusive o governo dos EUA — sabem que a Colômbia é controlada por cartéis de drogas. Todos — inclusive o governo dos EUA — sabem que a Colômbia é de onde vem a maior parte da cocaína encontrada nas ruas dos EUA. E os EUA estão usando a Colômbia como base de operações para encenar um golpe militar contra a Venezuela? Sério?
Diga-me, que perigo a Venezuela representa para a segurança dos Estados Unidos? Isso mesmo, NENHUM.
Assim, enquanto Donald Trump quer construir um muro ilegal (assim diz o juiz Andrew Napolitano) na fronteira sul dos Estados Unidos — ostensivamente para manter as drogas ilegais (e outras coisas) fora dos EUA (e eu estou totalmente a favor de manter tudo isso fora dos EUA) — ele está usando a capital exportadora de drogas do mundo ocidental (Colômbia) como uma base de operações para as forças dos EUA para derrubar os líderes da Venezuela, porque… sim, porque… por quê?
Antes de deixar o assunto da Colômbia, a maioria de nós sabe por que os EUA estão tão amigos da capital exportadora de drogas do mundo ocidental? É porque o próprio governo federal (através das forças criminosas de Operações das Trevas dentro da CIA, das forças especiais dos EUA e empresas privadas contratadas por esses malfeitores de Operações das Trevas) é o maior distribuidor mundial de cocaína colombiana, esse é o motivo.
Vários anos atrás, um agente federal aposentado, que havia trabalhado em pelo menos quatro diferentes agências policiais federais — inclusive a agência antidrogas DEA —, sentou-se em uma mesa de almoço perto de mim em um restaurante Cracker Barrel e me disse que a “guerra americana contra drogas” não é nada mais do que a tentativa do governo federal de “livrar-se da concorrência” (palavras dele). Ele me disse que ele viu de perto e de forma pessoal e sabia do que ele estava falando. E ele me deu detalhes e me mostrou coisas que me convenceram de que ele estava dizendo a verdade. Isso foi durante a presidência de G. W. Bush.
Um agente aposentado da CIA também me contou suas experiências pessoais de ver com os próprios olhos a CIA transportando cocaína e outras drogas pesadas em aviões de carga C-130 militares a partir da Colômbia e de outros países da América Central e do Sul. E como conheço pessoalmente esse homem, sei que ele estava dizendo a verdade. Isso foi durante a presidência de Bill Clinton.
Elementos criminosos dentro do governo federal estão trazendo mais drogas para os EUA do que todos os transportadores de drogas individuais do México juntos. Um muro na fronteira sul dos EUA pode realizar alguma coisa boa (embora eu tenha minhas dúvidas e ainda não goste de muros de fronteira). Mas uma coisa que o muro não vai fazer é impedir que o maior distribuidor mundial de drogas ilegais, as forças criminosas clandestinas dentro do governo dos EUA, tragam drogas para os EUA. Eles simplesmente transportarão por ar, passando por cima do muro em aeronaves C-130.
Agora, voltemos à questão da Venezuela.
O Instituto Ron Paul informa:
Como os acontecimentos na Venezuela continuam a sair do controle, está começando a parecer uma repetição da história — os EUA e seus aliados europeus estão agindo exatamente da mesma maneira que na Síria e na Líbia.
Sanções, o apelo para o truque da legitimidade e apoio à oposição — táticas dos EUA usadas na Síria estão agora em ação em Caracas.
Daniel McAdams, diretor do Instituto Ron Paul, diz que os EUA e seus aliados europeus estão empurrando a Venezuela para uma guerra civil.
“Aqui vamos nós novamente. Isto é como a Síria retornando. Isso é exatamente o que aconteceu na Síria e na Líbia. Eles estão jogando exatamente o mesmo jogo repetidamente,” disse ele.
O próprio Ron Paul concorda:
A intervenção americana nos assuntos da Venezuela não é apenas hipócrita, mas “insensata, muito perigosa, custará caro, é contra as leis americanas, e se eles fingirem que temos de entrar porque queremos espalhar valores americanos, esses não são meus valores!” Paul exclamou, apontando que os EUA criticam outros países por suposta “intromissão,” mas “quando fazemos isso, é certo, apropriado e quase sagrado.”
Advertindo que Maduro não vai rolar e abandonar o poder sem luta — e que os outros países ocidentais que estão apoiando o presidente Juan Guaidó provavelmente estão fazendo isso para evitar retaliações econômicas do governo americano — Paul lamentou a incapacidade do governo Trump de aprender com história.
“Dê uma olhada na política externa dos EUA nos últimos 10 anos!” implorou Paul, pedindo aos EUA que pelo menos aprendessem com as lições da “guerra contra o terrorismo.”
“Tenho certeza de que Maduro e outros estão causando danos,” disse Paul, acrescentando que ele é um crítico duro do socialismo da Venezuela, que “geralmente leva ao empobrecimento” — mas não é “tarefa dos EUA” realizar “intervenções desnecessárias.”
E, às vezes, os artistas entendem melhor a criminalidade das guerras inconstitucionais de agressão do que políticos e pastores americanos.
O comediante Lee Camp acertou em cheio quando disse:
A elite americana deixou de lado suas divisões políticas internas para se unir no apoio entusiástico a uma intervenção estrangeira, apoiada pelo poder de toda a mídia americana, disse Lee Camp no último programa Redacted Tonight.
“Não estou dizendo que as coisas estão ótimas lá na Venezuela — não estão. Mas a propaganda pró-guerra e o imperialismo dos EUA não estão curando nada,” disse Camp durante o segmento de abertura de seu programa satírico.
Camp diz que uma mistura de preocupação equivocada e egoísmo descarado faz com que o governo americano “trate toda crise humanitária como um passarinho” — alimentando uma situação política e econômica já perigosa fazendo-a virar em um conflito total.
O apresentador de programa de TV lista uma série de exemplos recentes em que os EUA parecem ter piorado as coisas — deixando sua tarefa incompleta, ou na maioria das vezes, invadindo, em primeiro lugar — inclusive o Iraque, a Líbia e a Síria.
Mas o socialismo da Venezuela o coloca em oposição ideológica ao governo americano, enquanto suas reservas de petróleo o tornam um alvo geopolítico irresistível — danem-se as experiências passadas.
“O povo venezuelano merece autodeterminação, independentemente de como você se sente em relação ao atual governo — a última coisa de que precisam é serem transformados em um estacionamento neoliberal,” resume Camp, observando os sólidos laços entre o autoproclamado “presidente” da oposição Juan Guaido com Washington e o FMI.
Ahh! Camp tocou no coração da questão: PETRÓLEO. E não apenas petróleo; a Venezuela também é rica em ouro.
Leia este relatório:
A paixão de décadas dos EUA pela Venezuela chegou ao auge na quarta-feira, quando Estados Unidos, Canadá, Brasil e outros declararam um homem que nem sequer concorreu ao cargo de presidente, e muito menos foi eleito para o cargo, como o presidente. da Venezuela.
Na quarta-feira, Juan Gerardo Guaidó Márquez prestou juramento público e jurou-se o presidente da Venezuela. Ele assumiu esse cargo com zero processo democrático — essencialmente tornando-se um ditador — e foi imediatamente declarado legítimo pelo governo americano.
Essa decisão de Washington de reconhecer Guaidó como o presidente oficial é uma medida ilegal que eles usaram nas últimas duas décadas para invadir e destruir países como o Iraque, a Líbia e a Síria. A mesma retórica dos guerrilheiros bipartidaristas em Washington está sendo lançada mais uma vez, à medida que rostos como Marco Rubio ameaçam guerra total. De repente, indivíduos que odeiam Trump estão se unindo em solidariedade, fervendo com seu muco belicoso sobre o potencial de um conflito venezuelano.
Para aqueles que não se lembram, quase exatamente as mesmas táticas foram usadas pouco antes de os EUA invadirem a Líbia e transformaram esse bastião de esperança na África em um estado infernal inspirado pelo terrorismo, no qual escravos humanos agora são abertamente vendidos em público.
Assim como Guaidó afirmou ser presidente e foi reconhecido pelos EUA, na Líbia, o chefe do Conselho Nacional de Transição (CNT) da Líbia, Mustafa Abdul Jalil, ameaçou com mortes em massa se o Ocidente não intervisse e rapidamente recebeu o controle. Dias depois, o CNT líbio foi oficialmente reconhecido como o governo da Líbia e o regime de Gaddafi estava fora. Dias depois disso, as potências da Otan, lideradas pelos EUA, passaram a transformar a Líbia no buraco do inferno devastado pela guerra que é hoje.
Nos próximos dias, você pode esperar que esse movimento dos EUA estimule o potencial para uma guerra civil na Venezuela, que atrairia outros países como Cuba e Brasil [para não mencionar a Rússia]. O resultado dessa potencial guerra civil seria totalmente catastrófico.
Assim como na Líbia, o atual conflito na Venezuela é muito maior do que alguma crise humanitária, já que a Venezuela possui montanhas de ouro e petróleo.
E quem o presidente Trump escolheu para liderar a guerra contra a Venezuela? O neocon, criminoso ultra-belicoso e extraordinário globalista CRE, o Darth Vader do Departamento de Estado dos EUA, Elliott Abrams.
Enfrente a realidade: Donald Trump cercou-se com a escória do governo, uma lista de belicistas, globalistas e elitistas do CRE. E, por favor, PARE de se desculpar por Trump dizendo que ele não percebe o que está fazendo. Besteira! Ele sabe exatamente o que está fazendo. Como todo presidente recente antes dele, Donald Trump é um robô do Estado Profundo globalista que se enriquece dos espólios da guerra perpétua. E Trump está muito feliz em obrigá-los com mais uma guerra estrangeira, desta vez na Venezuela rica em petróleo e rica em ouro.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site de Chuck Baldwin: Now Trump Is Waging War In Venezuela
Leitura recomendada sobre a Venezuela:
Outros artigos de Chuck Baldwin:

12 de fevereiro de 2019

Venezuela: substituindo o socialista brutal por mais socialismo?


Venezuela: substituindo o socialista brutal por mais socialismo?

Alex Newman
Enquanto os amantes da liberdade em todos os lugares expressaram prazer com a implosão contínua do regime brutal de Maduro que está oprimindo o povo da Venezuela, as preocupações sobre o histórico socialista do presidente interino apoiado por estrangeiros estão crescendo dentro e fora do país. Especialmente alarmante para os não-intervencionistas é a perspectiva de intervenção do governo dos EUA na luta venezuelana entre dois lados socialistas opostos.
Reconhecidamente, o presidente venezuelano provisório Juan Guaidó é, sem dúvida, muito mais moderado em seu socialismo do que o regime bárbaro de Maduro-Chávez. Mas o partido político de Guaidó, conhecido como “Vontade Popular,” é, apesar disso, um membro esquerdista da Internacional Socialista, a maior e mais poderosa aliança de partidos políticos socialistas e comunistas do mundo. Essa rede perigosa reivindica abertamente um governo socialista mundial. E seus membros incluem partidos com o sangue de milhões em suas mãos.
É claro que as afirmações de ditadores, comunistas e socialistas em todo o mundo de que Guaidó é ilegítimo parecem ser infundadas. Algumas das afirmações são francamente absurdas, como um comentário da deputada federal americana muçulmana Ilhan Omar afirmando que o governo Trump estava tentando “instalar uma oposição de extrema-direita.” Na realidade, a Assembleia Nacional democraticamente eleita, de acordo com a Constituição da Venezuela, declarou o ditador Maduro um “usurpador” e exigiu sua remoção. O governo Trump e governos em todo o mundo aceitaram a decisão da legislatura eleita e reconheceram Guaidó como líder interino, enquanto se preparam novas eleições.
Enquanto o consenso praticamente em todos os lugares é que Guaidó e eleições livres seriam uma melhoria enorme em relação à situação atual, a afinidade de Guaidó com o socialismo que destruiu sua nação está causando preocupação entre combatentes da liberdade na Venezuela e outros países. Internamente, a oposição anticomunista, que há muito tem sido brutalmente reprimida pelo regime, está dividida quanto à seguinte pergunta: Dá para se confiar em Guaidó? Um ponto importante entre os críticos é a alegação de que Guaidó e seu partido estão muito ligados a Maduro — especialmente ideologicamente.
Aliás, o manifesto do partido político de Guaidó se parece muito com os princípios políticos de qualquer ditadura socialista. Por exemplo, a plataforma da Vontade Popular engloba a noção comunista de pseudo-direitos humanos promovidos através da ONU. Entre os “direitos” socialistas defendidos pelo partido estão “o direito a um lar confortável,” o “direito a alimentos frescos, água potável, assistência de saúde e remédios” e “o direito à educação.” Os cidadãos cubanos e soviéticos também tinha esses “direitos,” no papel. Verdadeiros direitos humanos — como os fundadores dos EUA deixaram claro —, vêm porém de Deus, não do governo. E os verdadeiros direitos envolvem ser livre de coerção, não privilégios concedidos pelo governo que exigem que o governo redistribua a riqueza.
Com relação também aos críticos está a oferta de anistia de Guaidó aos criminosos do regime em colapso, muitos dos quais continuariam servindo em altos cargos de poder. Os oponentes disseram que isso equivaleria a impunidade para crimes horripilantes perpetrados pelo regime, que assassinou e torturou seus oponentes enquanto destruía e saqueava a outrora nação próspera. Enquanto isso, algumas ex-autoridades do regime expressaram seu total apoio a Guaidó — um fato que poderia ser interpretado como ratos fugindo de um navio que está afundado, ou um sinal perturbador de que o socialismo continuará a arruinar a Venezuela de alguma forma.
Talvez o fato mais preocupante seja a participação do partido de Guaidó na Internacional Socialista. Muitas vezes mencionada como IS, essa organização inclui muitos partidos comunistas “antigos,” hoje com outros nomes, da época da Guerra Fria, que assassinaram e torturaram um grande número de pessoas. Todos os anos, os partidos se reúnem e exigem “governo mundial,” uma ONU mais forte, redistribuição internacional da riqueza e mais das mesmas políticas que destruíram a Venezuela, Cuba e outras vítimas nacionais do socialismo. Em sua conferência de 1962 em Oslo, a IS saiu do armário e disse: “O objetivo final dos partidos da Internacional Socialista é nada menos que o governo mundial.”
Para entender como a Internacional Socialista é radical, considere que, em 2012, essa aliança realizou seu congresso anual em uma nação africana liderada por um partido político marxista-leninista que, de acordo com os principais especialistas em genocídio, estava naquele exato momento envolvido na fase de planejamento e preparação do genocídio para exterminar um grupo minoritário em apuros. O então líder daquele partido, conhecido como o Congresso Nacional Africano (ANC), tinha ido à televisão nacional naquele mesmo ano para cantar canções genocidas diante de seus militares sobre massacrar membros do grupo minoritário com sua metralhadora. Mas a IS elogiou abundantemente seus anfitriões. Mais recentemente, a IS deu todo o seu apoio a Guaidó.
Dentro da Venezuela, os críticos notaram tudo isso. O diretor de comunicações, Rafael Valera, com o movimento pró-liberdade conhecido como Rumbo Libertad, por exemplo, criticou a ideia de ter Maduro e outros altos funcionários do regime em qualquer governo de transição. “Guaidó é membro da Internacional Socialista, junto com outros três partidos de pseudo-oposição,” disse ele em reportagens. “O Partido da Vontade Popular de Guaidó também apoiou diálogo com Maduro no passado e pediu à população venezuelana que participasse de eleições fraudadas. Eles também estão propondo que chavistas perigosos façam parte da transição, continuando sua impunidade sistemática. Eles querem perdoar mercenários, criminosos e chavistas proeminentes… O partido de Guaidó pode nos dizer, por seu histórico, que não quer realmente derrubar o sistema comunista, mas dar mais vida a ele.”
Nos Estados Unidos, analistas anticomunistas expressaram também grandes preocupações. O proeminente anticomunista Cliff Kincaid do programa America’s Survival, por exemplo, escreveu uma coluna intitulada “Combatendo o Comunismo com o Socialismo Não Salvará a Venezuela.” Nele, ele comentou que Guaidó é um socialista sem remorso e que o presidente Trump convocou todas as nações do mundo para resistir ao socialismo e à miséria que ele traz. Trump reiterou sua oposição ao socialismo em seu discurso de Estado da União nesta semana. E, no entanto, seus assessores — basicamente, ao que parece, o agente do Conselho de Relações Exteriores, John Bolton — convenceram Trump a se unir a um socialista “alternativo” na Venezuela.
“A crise na Venezuela é o que acontece quando o Departamento de Estado dos EUA usa suas agências de financiamento, inclusive a USAID, para apoiar grupos de ‘oposição.’ Em vez de promoverem grupos anticomunistas que adotam ideias americanas de governo limitado e livre iniciativa, os programas da USAID subsidiam figuras e movimentos políticos de esquerda, frequentemente descritos como ‘sociedade civil,’” advertiu Kincaid, ecoando as preocupações de longa data sobre a ilegalidade e opressão sendo financiados por dólares dos impostos dos EUA. “A Fundação Nacional de Democracia (FND), entidade financiada pelo governo dos EUA, faz a mesma coisa em escala muito maior. A FND gasta mais de US$ 150 milhões por ano em ‘assistência democrática’ em países estrangeiros.”
O altamente influente serviço de notícias Breitbart também soou o alarme, com a repórter Frances Martel, focada na América Latina, observando que os membros da oposição têm “laços profundos” com a Internacional Socialista. Martel também explicou que muitas outras figuras principais da oposição alinhadas com Guaidó, mesmo de outros partidos, são também membros da Internacional Socialista. “Se o socialismo destruiu a Venezuela, o socialismo não pode salvá-la, e os líderes da oposição parecem estar aprendendo isso da maneira mais difícil,” escreveu ela.
E se essa questão não for tratada, o futuro poderá não ser tão brilhante quanto os defensores de uma Venezuela livre esperam. “Essa infiltração socialista não só paralisou a oposição, mas ameaça deformar o futuro de uma Venezuela sem Maduro em algo que se parece um pouco com o presente e passado recente do país,” acrescentou ela. “Sem abandonar o socialismo, a Venezuela nunca se salvará do socialismo, e quanto mais cedo os líderes da oposição perceberem isso mais danos a nação eles conseguirão evitar.”
Entre os elementos mais alarmantes dessa saga para os americanos está o fato de que o presidente Trump, que expressou pontos de vista não-intervencionistas por um período de muitos anos, disse que a intervenção militar dos EUA pode ser uma “opção” para a Venezuela. Perguntado durante uma entrevista na TV, Trump disse: “Olha, não quero dizer isso. Mas certamente é algo que está na minha lista — é uma opção.” Enquanto isso, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, ao reunir o apoio internacional a Guaidó, referiu-se a Guaidó e seus aliados socialistas como “forças da liberdade” enquanto atacavam Maduro e o agrupamento diversificado de regimes que estão apoiando-o.
Ironicamente, depois de ter ajudado a ditadura a desarmar os cidadãos obedientes à lei na Venezuela, a ONU instou contra a interferência estrangeira na Venezuela. Em vez disso, o chefe da ONU, António Guterres, ex-líder da Internacional Socialista, ofereceu assistência da ONU na negociação entre as duas facções socialistas. “Acho que é importante que a ONU reafirme a disponibilidade de seus bons ofícios para apoiar quaisquer negociações entre as duas partes para que uma solução seja encontrada,” disse o ex-chefe da IS e atual chefe da ONU, um conhecido extremista socialista e globalista.
Em entrevista ao The New American, o proeminente líder anticomunista Frank De Varona, que invadiu Cuba aos 17 anos e é diretor de imprensa e informação da Brigada de Assalto da Associação dos Veteranos da Baía dos Porcos 2506, celebrou os recentes acontecimentos na Venezuela como o começo do fim do regime. Ele explicou que a Associação de Veteranos e todas as organizações anticomunistas cubanas nos Estados Unidos apoiaram a decisão de Trump de reconhecer Guaidó como presidente interino. Como as eleições serão realizadas em breve e a Venezuela já experimentou os efeitos danosos do socialismo, De Varona disse não estar muito preocupado com a participação do partido do Guiadó na IS. Ele também expressou seu apoio às sanções dos EUA que “levariam à falência do regime de assassinatos em massa de Nicolás Maduro.”
Observando que mais de 20 governos nacionais reconheceram Guaidó como o presidente temporário, De Varona disse que o regime “simplesmente não pode sobreviver” sob a pressão crescente. “A Venezuela será em breve uma nação livre, democrática e soberana com a ajuda de Deus,” acrescentou ele. De Varona trabalhou para persuadir o governo Trump a se levantar contra o que ele descreveu como a “Troika de Tirania” — os regimes que regem Cuba, Venezuela e Nicarágua. Ele se reuniu com o governador da Flórida, Ron DeSantis, o senador Rick Scott, o assessor de segurança nacional Bolton, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, e outros para deixar claro seus pontos de vista — esses regimes não são governos legítimos e não devem ser tratados como tal.
No final, De Varona e outros anticomunistas estão animados com os acontecimentos. “Cuba é o câncer e Venezuela, Nicarágua e Bolívia são a metástase,” disse ele, acrescentando que, se o regime cubano entrar em colapso, os outros regimes cairão também. E isso pode estar chegando em breve. “O fim do regime de Maduro significará o fim de Cuba recebendo petróleo de graça. Estou otimista de que uma Venezuela livre tenha um impacto muito negativo sobre o regime em Cuba. A Cuba comunista está quase falida… Será muito difícil para o regime sangrento cubano sobreviver, especialmente se o governo Trump parar os cruzeiros e os voos aéreos para Cuba, reduzir remessas, aplicar a Lei Helm-Burton, inclusive o Título III, e acrescentar Cuba às listas negras de nações que apoiam o terrorismo e o tráfico de pessoas.”
Como esta revista tem documentado extensivamente, a elite dos Estados Unidos — especialmente o Conselho globalista de Relações Exteriores — desempenhou um papel fundamental em levar Fidel Castro e outros bandidos brutais ao poder. O sombrio apoio a tais movimentos continuou, com os globalistas do CRE e a elite do Estado Profundo apoiando um assassino em massa marxista nas eleições anteriores de El Salvador, como apenas um exemplo. Há poucos anos, a diretora do CRE para a América Latina na época, a defensora de Fidel Castro, Julia Sweig, foi descrita como uma “agente de influência” do regime de Havana por um oficial de inteligência dos EUA encarregado de expulsar os espiões de Fidel Castro Estados Unidos.
O governo de Trump e o Congresso dos EUA precisam seguir o sábio conselho dos fundadores dos EUA e resistir à tentação de se envolver em mais intervencionismo em países estrangeiros. Intervir para substituir um socialista por outro socialista não seria prejudicial apenas para os EUA, mas também poderia ser devastador para genuínos movimentos de oposição anticomunistas na Venezuela e outros países. Em resumo, a intervenção dos EUA em nome da oposição desacreditaria a oposição e daria crédito às afirmações de Maduro de que seus inimigos são simplesmente lacaios do “Império Ianque.” Poderia também legitimar a repressão — afinal, qualquer governo no mundo reivindicaria que tem justificativa para impedir que forças estrangeiras hostis o derrubassem.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista The New American: Venezuela: Replacing Brutal Socialist With More Socialism?
Leitura recomendada sobre a Venezuela:
Outros artigos de Alex Newman: