8 de fevereiro de 2016

Imigrantes muçulmanos vão à discoteca na Rússia, incomodam as moças e acordam no hospital na manhã seguinte


Imigrantes muçulmanos vão à discoteca na Rússia, incomodam as moças e acordam no hospital na manhã seguinte

Jacob Bojesson
Um grupo de 51 refugiados muçulmanos sofreu agressões brutais fora de uma discoteca em Murmansk, na Rússia, depois que apalparam e assediaram sexualmente mulheres numa discoteca no sábado.
Imigrantes muçulmanos apanhando na Rússia
Os refugiados haviam antes recebido ordem de deixar a Noruega por “má conduta” e tentaram sua sorte na Rússia. O que eles não perceberam quando foram à discoteca em Murmansk é que os russos têm menos tolerância do que outros países europeus no que se refere a agressões sexuais contra mulheres locais.
Os refugiados teriam apalpado e assediado as mulheres de um modo semelhante às agressões em Colônia, na Alemanha, na véspera de Ano Novo. Um grupo de homens russos levou os refugiados para o lado para lhes ensinar que “Colônia está a 2.500 km ao sul daqui.”
Os refugiados tentaram fugir, mas foram rapidamente capturados pelos russos. Eles então os levaram à rua e lhes deram uma surra que eles jamais se esquecerão. A polícia chegou para dissolver a briga, mas a população local informa que a polícia deu alguns murros nos refugiados antes de prender 33 deles. Dezoito refugiados estavam em condições tão péssimas que tiveram de ser levados ao hospital.
A polícia decidiu deixar as surras se intensificarem e não fez um boletim de ocorrência. A única coisa que se pôde confirmar é que havia “briga de massa envolvendo refugiados.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Daily Caller: Refugees Go Clubbing In Russia, Harass Girls, Wake Up In Hospital The Next Morning
Leitura recomendada:

7 de fevereiro de 2016

Pastor é condenado à prisão por ajudar ex-lésbica e sua filha


Pastor é condenado à prisão por ajudar ex-lésbica e sua filha

Ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella saíram dos EUA com ajuda do religioso

Jarbas Aragão
Um pastor menonita norte-americano foi condenado por dar assistência a uma ex-lésbica que fugiu do país com a filha. Ele começará a cumprir pena no próximo mês, pois perdeu o recurso.
O pastor Kenneth Miller foi condenado em agosto de 2012 por ter ajudado a ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella a cruzarem a fronteira com o Canadá. Em seguida, ambas fugiram para a Nicarágua.
O caso teve início em 2000, quando Lisa Miller ainda era homossexual e vivia em união estável com Janet Jenkins. Elas decidiram fazer um procedimento de inseminação artificial e Miller deu à luz a Isabella em 2002. Em 2003, Miller e Jenkins se separaram.
Nessa época, Lisa converteu-se, renunciou ao estilo de vida homossexual. Quando a união civil foi legalmente dissolvida, o tribunal deu a guarda da criança para Lisa, mas Janet tinha o direito de visitar a criança.
Logo começaram a surgir problemas. Isabella passou algumas noites na casa de Janet, que continua sendo homossexual. A mãe afirma que essas visitas estavam causando grande trauma para a menina.
Quanto tinha seis anos de idade, a menina voltava para casa tocando suas partes íntimas “de forma inadequada”, garante Lisa. Também falava sobre suicídio. Para Lisa, a criança passou por alguma situação muito difícil, pois pedia para não ficar mais com Janet.
Isso a fez recorrer ao tribunal e pedir a custódia exclusiva de Isabella. No primeiro momento teve ganho de causa, mas Janet recorreu. O processo se arrastou até 2008, quando a Suprema Corte concedeu novamente o direito de Janet receber Isabella em sua casa.
Como Lisa se recusou a isso, o juiz Richard Cohen ameaçou passar a custódia para Janet se ela não acatasse a decisão do tribunal. Desesperada, Lisa decidiu fugir do país.
Quando um processo foi instaurado para apurar o caso, o nome do pastor Kenneth Miller apareceu. Ele era citado como “cúmplice” na fuga. Em 2013, o caso foi julgado e o pastor condenado a 27 meses atrás das grades, mais um ano de condicional supervisionada.
O pastor recorreu, mas o 2º Circuito de Apelações confirmou a decisão no final de janeiro de 2016. Como a Nicarágua não possui tratado de extradição com os Estados Unidos, Lisa e Isabella continuarão com suas vidas no novo país.
No site oficial do caso, montado pela defesa do pastor, Ken Miller afirma que irá cumprir a pena. Pede orações por ele e pela sua família. Em uma ‘carta aberta’ afirma que tentou apenas ajudar Lisa e Isabella. Para ele, suas atitudes meramente apoiaram o desejo de Lisa de mudar de vida, seguir a Jesus e sair de um relacionamento que contraria os padrões estabelecidos por Deus.
O pastor cita Romanos 8:28. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Afirma ainda que “Não estamos desanimados ou deprimidos por causa do futuro, porque Deus está no futuro e nós estamos com Deus, por isso somos encorajados”.
Finaliza ressaltando que “Algumas coisas nunca poderão ser trancadas atrás dos muros de uma prisão. Verdade. Consciência. Retidão moral e o Evangelho salvador de Jesus”. Com informações Christian News
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada sobre o caso Lisa Miller:

6 de fevereiro de 2016

Trump promete avançar questões gays


Trump promete avançar questões gays

Kevin Franck
O líder na corrida da nomeação presidencial do Partido Republicano prometeu hoje avançar a igualdade gay e lésbica se for eleito.
Numa entrevista para Sue O’Connell da NECN só dias antes das cruciais eleições primárias de New Hampshire, Trump lançou-se como um político capaz de unificar os EUA nas questões LGBT.
O’Connell, que é também dona do jornal homossexual Bay Windows, se identificou como lésbica numa pergunta que comentava sobre o progresso que a comunidade LGBT tem feito nas últimas duas décadas e perguntou a Trump se os eleitores podem esperar que ele continue esse progresso se ele for eleito.
“Quando o presidente Trump estiver no cargo, poderemos esperar mais avanços em leis que garantam igualdade para gays e lésbicas?” O’Connell lhe perguntou.
“Olha, vocês poderão esperar,” respondeu Trump. “E olha, de novo, vamos unir as pessoas, vocês têm uma opinião e outras pessoas têm outras opiniões. Precisamos unir todos e se não nos unirmos, não vamos mais ter um país.”
Embora ele agora diga que se opõe ao “casamento” gay, Trump tem demonstrado uma relação mais leve com questões LGBT. Numa campanha que ele confessa foi alimentada por ódio, Trump tem atacado mulheres, muçulmanos, pessoas com deficiências, imigrantes e prisioneiros de guerra que foram capturados, mas não a comunidade LGBT.
Trump vem sendo criticado por seu principal rival, o senador texano Ted Cruz, pelo que Cruz chama os valores de Trump de “valores de Nova Iorque” [valores liberais e esquerdistas].
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do jornal homossexual Bay Windows: Trump promises “forward motion” on gay issues
Leitura recomendada:

5 de fevereiro de 2016

Embaixada palestina inaugurada no Brasil


Embaixada palestina inaugurada no Brasil

Julio Severo
Num momento em que o governo socialista de Dilma Rousseff se recusa a reconhecer o novo embaixador de Israel, toma a atitude igualmente desonrosa de congratular pela inauguração da embaixada de um país fictício encravado em terras historicamente de Israel e dos judeus.
Um Estado palestino nunca dará certo por vários motivos:
1. Está encravado em Israel e Deus, cedo ou tarde, desencravará esse organismo estranho de onde nunca deveria ter existido.
2. Está em guerra constante com os judeus, inclusive com atos terroristas.
3. Foi fundado pela OLP (Organização para a Libertação da Palestina), que tem um currículo de muito derramamento de sangue israelense.
4. A filosofia básica de vida desse estado é islâmica. Portanto, é inimiga de Israel e do Cristianismo.
Mas os braços abertos do governo brasileiro aos terroristas palestinos não é coisa nova. O governo militar, sob o presidente-general Ernesto Geisel, já estava dando abertura diplomática e política a eles em 1979.
Outro fator importante é que o Vaticano tem sido o maior defensor mundial de um Estado palestino. A posição do Vaticano é historicamente contra Israel e a favor dos palestinos. E como o Brasil é o maior país católico do mundo, nada mais natural do que seguir a linha da matriz religiosa.
O reconhecimento de um Estado palestino, e consequentemente de embaixadas palestinas, é algo para se lamentar. Representa hostilidade aos judeus e aos planos de Deus para eles. E é lamentável também que governo do PT, Vaticano e outros tenham disposição de se colocar ao lado dos inimigos de quem Deus escolheu como único herdeiro da terra de Israel.
Se um dia eu me tornasse presidente do Brasil, expulsaria o embaixador palestino e sua embaixada, mesmo sob risco de sofrer ameaças de socialistas e um Vaticano avidamente pró-Palestina.
Leitura recomendada:

3 de fevereiro de 2016

Islâmicos atropelam adolescentes cristãs que negaram sexo


Islâmicos atropelam adolescentes cristãs que negaram sexo

Cerca de 700 cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão

Jarbas Aragão
Recentemente no Paquistão três meninas cristãs foram espancadas por terem rejeitado as investidas de jovens muçulmanos. Uma delas veio a falecer. O incidente ocorreu em janeiro, na capital Lahore.
As três adolescentes tinham 17, 18 e 20 anos e estavam voltando a pé para casa após mais um dia de trabalho. Quatro jovens muçulmanos em um carro começaram a seguir e assediar as meninas. Os rapazes insistiam para que elas entrassem no carro deles para “se divertirem”.
Elas recusaram o “convite”, explicando que eram cristãs e não se relacionavam sexualmente fora do casamento. Eles insistiram e elas correram. Um dos muçulmanos gritou com elas, dizendo: “como vocês ousam fugir de nós, meninas cristãs servem apenas para uma coisa: satisfazer os desejos sexuais dos homens muçulmanos”.
Os rapazes tentaram atropelar as meninas. Duas caíram no chão e tiveram fraturas. Uma quebrou o quadril a outra, as costelas. A mais nova, Kiran Masih, foi arremessada para o alto e caiu sobre o para-brisa do carro que continuava acelerando.
Segundo testemunhas, os muçulmanos riram e aceleraram ainda mais o veículo. Logo em seguida, o motorista pisou no freio com toda força. A menina de 17 anos caiu ao chão e faleceu, em consequência da fratura exposta no crânio e esmagamento dos ossos.
A denúncia desse caso é feito por Wilson Chowdhry, presidente da Associação Britânica dos Cristãos Paquistaneses (BPCA) e ativista dos direitos humanos. Ele conta que o caso das meninas foi tratado por desdém pelas autoridades paquistanesas.
“A violência contra cristãos é raramente investigada e ainda que seja, é altamente improvável que a justiça seja feita. As mulheres sofrem de uma condição social muito baixa no Paquistão, mas nada se compara às mulheres cristãs, que estão apavoradas, principalmente depois desse ataque”, assevera Chowdhry.
A ONG “Movimento de Solidariedade e Paz”, que apresenta dados alarmantes. Cerca de 700 mulheres cristãs são sequestradas, violentadas e forçadas a se casarem a cada ano no Paquistão, ou seja, praticamente duas por dia!
A menina mais nova tinha apenas 9 anos. Quando foi detido, o paquistanês afirmou que não entendia pois já tinha feito “a mesma coisa com outras meninas cristãs”. Ele foi ouvido, mas não foi preso.
A justificativa para esses atos é o entendimento que os islâmicos possuem que podem estuprar mulheres “infiéis” (não muçulmanas) sem que precisem temer uma punição divina.
O conceito islâmico de “espólio” é explicado por uma das maiores autoridades em lei e jurisprudência islâmica, o falecido Majid Khadduri. Em seus livros ele reiterava que: “O termo espólio (ghanima) é aplicado especificamente à propriedade adquirida por meio da força de não-muçulmanos. Entretanto, isso inclui não apenas propriedades (móveis ou imóveis), mas também pessoas, seja na qualidade da asra (prisioneiros de guerra) ou sabi (mulheres e crianças)”.
Esse é o entendimento dos militantes do Estado Islâmico, cujo comércio de escravas sexuais tem chocado o mundo.
Mesmo quando vivem nas nações ocidentais, muitos muçulmanos acreditam ter direito de estuprar e abusar sexualmente de mulheres “infiéis” ou até mesmo de mulheres muçulmanas se estiverem desacompanhadas à noite ou se não estiverem usando um véu.
Isso tornou-se notório para o mundo quando uma série de estupros realizado por muçulmanos ocorreu na Alemanha no início do ano. Na ocasião, a mídia mundial não deu atenção ao fato de que a motivação era religiosa. Com informações de Gatestone Institute
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

2 de fevereiro de 2016

O novo paraíso fiscal favorito dos corruptos do mundo é…


O novo paraíso fiscal favorito dos corruptos do mundo é…

“Alguns o estão chamando de nova Suíça”

Comentário de Julio Severo: O governo dos EUA passou tantos anos lutando contra os paraísos fiscais que os países que abrigavam as fortunas dos ditadores mundiais estão perdendo seus paraísos. Mas enquanto o governo dos EUA fechava tais portas de corrupção, outra porta se abriu… O que dá para chamar isso? Eliminação de concorrência?
(BLOOMBERG) – Em setembro passado, num escritório de advocacia que dá para a Baía de San Francisco, Andrew Penney, diretor-executivo de Rothschild & Co., deu uma palestra sobre como a elite rica do mundo pode evitar pagar impostos.
Sua mensagem era clara: Você pode ajudar seus clientes a transferir suas fortunas para os Estados Unidos, livres de impostos e escondidas de seus governos.
Alguns estão chamando isso de nova Suíça.
Depois de passar anos criticando e repreendendo outros países por ajudarem americanos ricos a esconderem seu dinheiro no estrangeiro, os EUA estão se tornando importantes como um paraíso fiscal secreto para estrangeiros ricos. Ao fazerem resistência às novas normas mundiais sobre transparência, os EUA estão criando um novo mercado quente, se tornando o lugar para estocar riquezas estrangeiras. Todos desde advogados de Londres até companhias fiduciárias estão tendo parte nisso, ajudando os ricos do mundo a mudarem suas contas de paraísos fiscais como as Bahamas e Ilhas Virgens Britânicas para paraísos fiscais em Nevada, Wyoming e South Dakota, nos EUA.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): World’s favorite new tax haven is…
Leitura recomendada:

1 de fevereiro de 2016

Os horrores da Inquisição e seus modernos defensores


Os horrores da Inquisição e seus modernos defensores

Julio Severo
Tão pérfido quanto cometer um crime é desculpá-lo, minimizá-lo ou negá-lo.
Em outubro de 2015 o filósofo Olavo de Carvalho disse: “A entidade chamada Inquisição é uma invenção ficcional de protestantes.” Sua declaração original está aqui.
Outras de suas declarações pró-Inquisição estão expostas aqui.
Se tudo o que Olavo disse sobre a Inquisição é correto, então os protestantes são mentirosos, pois eles dizem horrores da Inquisição há cinco séculos.
Se tudo o que Olavo disse sobre a Inquisição é correto, então os judeus são mentirosos, pois eles dizem horrores da Inquisição há mais de cinco séculos.
Se tudo o que Olavo disse sobre a Inquisição é correto, então o Papa João Paulo 2º é um mentiroso, pois ele comparou a Inquisição ao comunismo e nazismo. Aliás, ele pediu perdão pelos crimes da Inquisição.
Falando aos cardeais sobre a Inquisição em 1994, o papa disse que confessar o pecado institucional seria uma parte proeminente do Ano Jubileu de 2000. “Como é que podemos ficar em silêncio sobre tantos tipos de violência perpetrados no nome da fé?” ele perguntou, especificamente mencionando “guerras religiosas, tribunais da Inquisição e outras violações dos direitos da pessoa humana.” Ele os comparou aos “crimes do nazismo de Hitler e ao stalinismo marxista.”
No lugar do papa, Olavo e uns poucos católicos radicais que promovem um revisionismo histórico da Inquisição exigiriam que protestantes, judeus e o Papa João Paulo 2º pedissem perdão por suas “invenções ficcionais” contra a Inquisição.
O comunismo e o islamismo, que cometeram e cometem grandes crimes contra a humanidade, vivem de revisionismo histórico. Como é que um movimento que se chama de conservador pode ter esse tipo de subsistência desonesta?
O caminho certo para o conservadorismo católico é reconhecer os horrores da Inquisição e confessar o pecado institucional, como fez o Papa João Paulo 2º. Tal reconhecimento impediria que a unidade católica pró-família e pró-vida com evangélicos e ortodoxos sofresse uma ruptura por causa do apego irracional e insano a uma instituição que fez tudo o que o diabo gosta (matar, roubar e destruir) e não fez nada que o Senhor Jesus mandou (amar os pecadores e pregar o Evangelho).
O caminho errado e criminoso é, imitando comunistas e islâmicos, promover um revisionismo histórico. Tal revisionismo nada tem a ver com o conservadorismo genuíno. Desculpar ou minimizar os horrores da Inquisição nada tem a ver com o verdadeiro Cristianismo e representa agressão a judeus e evangélicos. Representa também agressão a uma Igreja Católica que desde o Papa João Paulo 2º tem se distanciado da Inquisição e buscado uma plataforma que defenda a vida e a família, não a tortura, assassinato e violações de direitos humanos.
Como um movimento “conservador” que se diz pró-vida pode ter moral para criticar os horrores da indústria do aborto e do comunismo quando nega, desculpa ou minimiza os horrores da Inquisição e transforma suas vítimas judias e protestantes em mentirosas?
Que tipo de movimento “conservador” é esse, onde um homem que se autointitula seu cabeça nada mais faz do que alegar que a “Inquisição é uma invenção ficcional” e xingar conservadores evangélicos e católicos que discordam de suas opiniões pessoais?
Leitura recomendada:
Leitura recomendada:

30 de janeiro de 2016

“Os Judeus que Construíram o Brasil” revela capítulo escondido da história brasileira


“Os Judeus que Construíram o Brasil” revela capítulo escondido da história brasileira

Resultado de pesquisas realizadas em todo o mundo e no arquivo secreto do Santo Ofício da Inquisição, "Os Judeus que Construíram o Brasil" revela como judeus e novos cristãos foram perseguidos entre os séculos 16 e 18.
Livro traz detalhes sórdidos da Inquisição portuguesa que transferiu para o Brasil a perseguição aos judeus
Jogando luz sobre uma passagem da história brasileira mantida em sigilo, o livro traz detalhes sórdidos da Inquisição portuguesa que transferiu para a colônia a perseguição aos judeus.
Autorizada pelo Papa, a caça aos judeus começou em 1478 na Espanha e em 1536 em Portugal. Mas só no final do século 16 os portugueses mandaram quadros para o Brasil a fim de vigiar e perseguir os judeus. Distante da Europa, o país foi o destino de muitos convertidos.
Em "Os Judeus que Construíram o Brasil", as historiadoras Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneide Ribeiro e Lina Gorenstein contam como a Inquisição prendeu mais de mil pessoas, provocou o desaparecimento de outras mil e arruinou famílias em todo o país.
Lançado pela editora Planeta e com o subtítulo "Fontes Inéditas para uma Nova Visão da História", o livro tem previsão de lançamento para o dia 10 de dezembro e já está em pré-venda na Livraria da Folha.
OS JUDEUS QUE CONSTRUÍRAM O BRASIL
AUTOR Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneida Ribeiro, Lina Gorenstein
EDITORA Planeta
QUANTO R$ 33,90 (preço promocional por tempo limitado)
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos

29 de janeiro de 2016

Transgênero animal: Jovem diz que é uma gata presa em corpo humano


Transgênero animal: Jovem diz que é uma gata presa em corpo humano

Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando.

Jarbas Aragão
Na Europa, após a conquista de direitos iguais para homossexuais e, em alguns países, para transgêneros, outro movimento parece ganhar força. A teriantropia seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Pessoas poderiam em nome da “construção” da sua identidade, descobrir-se um animal. Já existe até uma nomenclatura para isso: “transespécie”.
O caso mais recente a receber atenção é o de uma mulher na Noruega chamada Nano. Aos 20 anos ela acredita que “nasceu na espécie errada” e afirma que, na verdade, é uma gata presa em um corpo humano.
O canal NRK P3 mostrou em reportagem especial o caso da mulher, que se veste com orelhas de gato e um rabo falsos. “Fui um gato toda a minha vida, mas só assumi aos 16 anos quando médicos e psicólogos descobriram o que havia “dentro” de mim”, disse ela.
Para a jovem, é um “defeito genético”. Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando. Afirma que tem medo de cachorros e que já tentou caçar ratos. Acredita ainda que tem a audição e a visão aguçada dos felinos.
Questionada sobre seu estilo de vida, ela quer aceitação da sua condição. Asseverou que “É cansativo, mas você se acostuma a viver com os instintos de gatos”. Explica que já recebeu ajuda de psicólogos, mas decretou: “vou ser gato toda a minha vida.””

Caso semelhante na França

Meses atrás, foi amplamente divulgado o caso da francesa Karen, que nasceu homem, fez operações para mudar de sexo e agora quer viver como um animal, mais especificamente um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde que tinha sete anos de idade.
“Estrela” de um documentário sobre o tema, ela afirma veementemente: “Eu tenho um cavalo dentro de mim”. O que pode parecer loucura na verdade é algo cada vez mais comum. Já existe inclusive um encontro chamado pony-play. As pessoas fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete!
Com informações de Christian News
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

28 de janeiro de 2016

Mauricio Macri e a ideologia de gênero na Argentina


Mauricio Macri e a ideologia de gênero na Argentina

Julio Severo
Patricia Bullrich, ministra da Segurança da Argentina, nomeou a transexual Mara Pérez Reynoso, líder de um grupo homossexual, como Coordenadora Nacional de Diversidade.
Mauricio Macri
A meta de Bullrich, que atua sob o governo do presidente Mauricio Macri, é tratar como problema de segurança nacional as questões de gênero e diversidade.
Logo que Macri ganhou a eleição para presidente em novembro de 2015, o secretário de Estado dos EUA John Kerry congratulou Macri, dizendo que os EUA continuam a estar gratos pela liderança da Argentina na ONU no avanço das questões homossexuais e aguardando maior cooperação entre EUA e Argentina para expandir essas questões.
O governo de Macri provavelmente não desapontará os desejos do governo americano.
Falta uma mentalidade cristã na Argentina para entender que o problema homossexual é profundamente destrutivo, desde os tempos de Sodoma.
Alguns líderes pró-vida brasileiros haviam celebrado a vitória de Macri. Eles, que combatem a ideologia de gênero no Brasil, celebraram um homem que está promovendo essa mesma ideologia na Argentina. Enquanto eles celebram Macri, todos os meios de comunicação esquerdistas da América Latina celebram a primeira transexual num cargo governamental na Argentina.
Mauricio Macri, o novo presidente da Argentina, é conservador? Eu não tinha uma resposta a essa pergunta. Por isso, logo depois da eleição dele fiz contato com vários líderes pró-vida católicos da Argentina. Um desses contatos foi com o Dr. Jorge Scala, autor do livro “IPPF: A Multinacional da Morte,” publicado pela Cúria Diocesana de Anápolis.
Minhas perguntas: Os meios de comunicação do Brasil estão dizendo que o novo presidente da Argentina é conservador. Por favor, você poderia confirmar se ele é realmente conservador, pró-vida e pró-família? Ele tem lutado contra o aborto e o “casamento” homossexual?
Resposta do Dr. Jorge Scala, direto da Argentina:
 O adjetivo “conservador” é bastante ambíguo. Nãos sei bem qual o significado que poderia ter nos EUA. Contudo, posso dar com clareza algumas informações sobre o presidente argentino eleito em relação ao aborto e uniões homossexuais. Como prefeito da cidade de Buenos Aires, Mauricio Macri promulgou um chamado “protocolo do aborto não punível” para legalizar o aborto a pedido de qualquer mulher com apenas a declaração juramentada assinada de que a gravidez havia sido produto de um estupro. Evidentemente, ele não é “pró-vida.” Quanto às uniões homossexuais, o prefeito Macri em pessoa fez a primeira união civil homossexual na cidade de Buenos Aires, apesar de que naquela época não existia nenhuma lei autorizando isso. Evidentemente, ele é a favor do lobby gay. Provavelmente o qualificativo “conservador” se refere ao fato de que o Sr. Macri é filho de um empresário muito rico e que terá políticas econômicas favoráveis ao capitalismo.
Líderes pró-vida precisam ser cuidadosos. Eles estavam tão entusiasmados com Macri que queriam também um Macri no Brasil. Eles haviam achado que ele era bom só porque ele havia derrotado um candidato socialista que apoiava a ideologia de gênero. O que eles não entendem é que ativistas esquerdistas e empresários não são muitas vezes necessariamente inimigos no que se refere à ideologia de gênero.
A promoção da ideologia de gênero agora é uma das prioridades do governo de Macri.
Não há motivo para celebrar esse tipo de governo.
Versão em inglês deste artigo: Mauricio Macri and Gender Ideology in Argentina
Leitura recomendada:

27 de janeiro de 2016

O que todo conservador precisa saber sobre Donald Trump


O que todo conservador precisa saber sobre Donald Trump

John Stemberger 
Comentário de Julio Severo: Quero deixar claro que as posturas de Trump sobre o islamismo são as posturas que todo conservador genuíno durante toda a história americana não hesitaria em ter. Ele tem também feito promessas incríveis de ajudar os cristãos perseguidos. Mas como é que ele conseguirá cumprir suas promessas? Como é que um homem que sempre apoiou financeiramente a esquerda americana de repente virou o candidato aparentemente favorito dos direitistas dos EUA? Meu amigo Dr. Michael Brown diz: Você sabia que na eleição geral de 2012, Donald Trump tuitou: “Sempre voto nos ganhadores. Congratulações ao meu amigo @BarackObama”? Leia mais aqui neste artigo revelador de John Stemberger:
Donald Trump
Há muitas coisas para se gostar em Donald Trump.
Primeira, em contraste com os típicos políticos excessivamente tímidos, ele fala sem rodeios, direto ao ponto e sem fazer concessões. Ele também fala sobre questões difíceis como imigração e islamismo radical de um modo inflexível enquanto outros candidatos dão respostas nebulosas.
Depois de sentirem que muitos políticos (dos dois grandes partidos dos EUA) mentiram para os americanos por tantos anos, eis um homem que parece que será implacável e fará escolhas difíceis.
Além disso, muitos conservadores e eleitores do ultraconservador Tea Party se sentem de modo especial atraídos para com Trump porque ele está disposto a confrontar a elite do Partido Republicano, que há anos vem convencendo os conservadores a votar só em candidatos republicanos, mas logo que são eleitos abandonam os valores conservadores defendidos pelo seu próprio partido.
Por último, Trump é talvez o candidato presidencial mais divertido da história da política americana.
Trump se encaixa perfeitamente num mundo que está acostumado a receber suas notícias por meio de jornalistas que mais parecem comediantes como Jon Stewart, Stephen Colbert, Bill Maher e Rush Limbaugh. Sem retoques e simplesmente fascinante de assistir, Donald Trump é verdadeiramente o máximo de um candidato da Reality TV; sua apelação geral é um fenômeno como nada que os americanos viram antes na história americana.
Apesar desses fatores, há coisas sobre a vida, histórico e opiniões de Trump que deveriam nos fazer parar para pensar ou até nos deixar muito preocupados? Em minha opinião, os eleitores conservadores que estão considerando apoiar Trump deveriam fazer para si três perguntas.
Por favor, considere-as:
1. Qual é o histórico político e de votação de Donald Trump?
Em 2008, milhões de americanos que votaram em Barack Obama cometeram um grande erro.
Os eleitores avaliaram Obama superficialmente com base no fator de que ele era bacana, em seu carisma, em seu tom apartidário, capacidade dinâmica de falar, sua esposa energética Michele e o romance por trás da ideia de fazer história elegendo o primeiro presidente afro-americano.
Os que apoiaram Obama não sabiam realmente quem era ele ou o que ele defendia. Eles não sabiam sobre seu histórico e relacionamentos com outros filósofos radicais, sobre seu pastor racista antiamericano e as forças que influenciaram quem Obama realmente era.
Os Estados Unidos elegeram um ativista socialista que foi senador durante alguns anos; os meios de comunicação nada fizeram para ajudar os eleitores a compreender como a opinião desse homem sobre o mundo era realmente radical e extremista.
Em resumo, os eleitores não fizeram um exame do histórico de Obama.
Muitos eleitores que gostam de Donald Trump também não têm ideia dos fatos com relação ao seu histórico, sua vida, seus valores e suas posturas registradas sobre algumas questões realmente importantes.
Pelo fato de que Trump não tem um histórico de votação como uma autoridade eleita, só temos fatos históricos gerais e o registro de suas próprias declarações públicas para considerar.

Filiação partidária:

Trump se filiou ao Partido Democrata [socialista e, em questões de vida e família, igual ao PT no Brasil] em 2001, e permaneceu nesse partido por oito anos. [Depois, ele se filiou ao Partido Republicano.] Contudo, ele tirou férias desse partido em 2011, embora voltasse a ser republicano em 2012.
Em resumo, Trump trocou de partido várias vezes e já foi filiado ao Partido Republicano, ao Partido da Independência, ao Partido Democrata, foi candidato do Partido da Reforma e agora está de volta no Partido Republicano.

Apoio aos democratas [semelhantes aos petistas]:

De 1989 a 2011, Trump doou 581.350 dólares para 23 candidatos democratas diferentes em disputas estaduais e federais, inclusive Ted Kennedy e Harry Reid. Em 2010, Trump doou 50.000 para Rahm Emanuel, prefeito de Chicago que é um assessor chegado do presidente Obama.
As doações de Trump para candidatos do Partido Republicano incluem muitos republicanos esquerdistas tais como Charlie Crist, governador da Flórida, e o senador Arlen Spector.
Em 2004, quando perguntado por Wolf Blitzer da CNN “Você se identifica mais como democrata ou republicano?” Trump respondeu: “… em muitos casos eu provavelmente me identifico mais como democrata.”
Ele então explicou: “Tenho muitos anos de vida, e parece que a economia tem desempenho melhor sob democratas do que sob republicanos.”
Trump foi também um crítico muito aberto do presidente George W. Bush — chegando a exortar a democrata Nancy Pelosi a iniciar o impeachment dele. Trump chamava George W. Bush de “maligno” e “o pior presidente da história dos Estados Unidos,” chegando ao ponto de dizer que o que Bush fez foi pior do que o que Bill Clinton fez para provocar impeachment.

Trump votou em Obama

Finalmente, talvez o fato mais surpreendente sobre Donald Trump que a maioria das pessoas não sabe é que ele declarou, com orgulho e de forma pública, que ele votou em Barack Obama.
Depois de não acompanhar as eleições primárias de 2012, Trump tuitou depois da eleição geral: “Sempre voto nos ganhadores. Congratulações ao meu amigo @BarackObama.” Em 19 de setembro de 2015, um blogueiro conservador deu a notícia inédita de que Trump deletou o tuíte sobre votar em Barack Obama, mas que ele havia feito um print screen do tuíte.
2. As posturas esquerdistas de Donald Trump em questões políticas nos dizem como ele governaria como presidente?
Conversando com dezenas de meus amigos no Tea Party e círculos cristãos, vi que eles gostam de Trump porque ele tem disposição, retoricamente, de “confrontar a elite” do Partido Republicano.
Mas isso eleva a forma acima da substância? Será que podemos presumir que falar duro se transformará num compromisso com uma política pública conservadora? Você sabe qual tem sido a postura de Trump durante anos em questões como aborto, impostos, casamento de mesmo sexo e o sistema público de saúde socialista de Obama antes que ele tivesse decidido concorrer para presidente?

Aborto:

Durante uma entrevista televisiva nacional em 1999, Trump declarou: “Olha, sou muito a favor de se escolher o aborto. Odeio o conceito do aborto. Odeio. Odeio tudo o que ele representa. Sinto repugnância quando escuto pessoas debaterem esse assunto. Mas, mesmo assim, acredito que as pessoas têm o direito de escolher o aborto.”
De novo em 1999, Trump declarou para a Associated Press: “Acredito que [o aborto] é uma decisão pessoal que deveria ser deixada para as mulheres e seus médicos.”
Em seu livro de 2000 “The America We Deserve” (A América que Merecemos), Trump declarou: “Apoio o direito da mulher escolher, mas não me sinto à vontade com os procedimentos.” (The America We Deserve, págs. 31-32)
Em 2011, Trump diz que ele mudou de ideia sobre essa questão, mas mesmo hoje ele apoia o aborto no caso de estupro, incesto e a vida da mãe e ele disse que apoia os “aspectos bons” de se financiar a Federação de Planejamento Familiar [a maior rede de clínicas de aborto dos EUA].

Impostos:

Trump não é um conservador econômico e há muitos anos ele apoia o aumento de impostos e se opõe a um imposto único. Ele crê que os impostos deveriam aumentar com a renda e se opõe ao livre comércio mais do que qualquer outro candidato em ambos os partidos, exceto talvez Bernie Sanders. Por um lado, Trump pede impostos mais baixos, mas por outro, ele propôs o maior aumento de impostos da história.

Sistema público de saúde de Obama:

Sem nenhum constrangimento, Trump se declara “esquerdista” na questão de saúde pública.
No livro “A América que Merecemos,” Trump escreve: “Sou conservador na maioria das questões, mas esquerdista na questão de saúde… Precisamos de um sistema de saúde para todos.”
Embora ele tenha declarado continuamente em sua campanha que os americanos precisam se livrar do sistema público de saúde de Obama, ele também apoia um sistema de saúde controlado pelo Estado. No lugar do sistema público de saúde de Obama ele promete “algo excelente.” Contudo, Trump não explicou como seu plano de saúde pública seria diferente do sistema de Obama.

Propriedade privada:

Sobre os direitos de propriedade, Trump é também esquerdista e apoia o mau uso de leis de confisco de propriedades. Ele foi bem claro em seu apoio à decisão Kelo versus New London do Supremo Tribunal dos EUA em 2005 dizendo: “Por acaso concordo com essa decisão 100 por cento.”
Em Kelo, o Supremo Tribunal decidiu que a propriedade privada pode ser confiscada pelo governo e redistribuída para outro proprietário privado enquanto fosse considerada no melhor interesse do público conforme decisão do governo.

Direitos gays:

Trump também favorece novos direitos gays e leis de “casamento” homossexual “que garantem às duplas de mesmo sexo direitos legais iguais como os casais heterossexuais casados.” Trump se opunha à lei das forças armadas que proibia militares abertamente homossexuais.

Jogatina e cassino:

Donald Trump constrói e possui cassinos. Em 2013 o cassino Taj Mahal de Trump em Nova Jérsei foi o primeiro dos EUA a incluir um clube de strip-tease, completo com dança erótica do colo e um “espetáculo de homens” para mulheres.
Quatro dos cassinos de Trump faliram.
O histórico de declarações de Trump sobre questões de políticas específicas não dá indicação nenhuma de que ele é um conservador coerente. Pelo contrário, ele tem adotado muito mais posições esquerdistas do que posições conservadoras durante os anos.
3. Donald Trump tem o tipo de caráter e integridade que dá para confiar?
Como vimos no escândalo e vergonha internacional do presidente Bill Clinton e Monica Lewinski, integridade e caráter são importantes.
A essência do caráter é poder confiar em alguém. Um homem de caráter é um homem de palavra. Caráter significa que o homem não fica mudando constantemente, e as ações e palavras dele são as mesmas.
Com base em seu próprio histórico, há uma questão séria quanto a se ou não podemos confiar em Donald Trump.

Concorrendo como independente:

No primeiro debate do Partido Republicano Trump foi rápido e claro que ele não excluiria um terceiro partido ou partido independente para concorrer para presidente e também não teria compromisso com um indicado republicano.
Logo depois, ele mudou de ideia e publicamente prometeu por escrito que só concorreria como republicano. Então em novembro de 2015 Trump ameaçou mudar de ideia de novo e quebrar sua promessa concorrendo à presidência como independente se a elite republicana se opusesse a ele.
Se Trump concorrer como candidato de terceiro partido, ele instantaneamente neutralizaria um indicado republicano; isso com certeza entregaria a eleição para Hillary Clinton por omissão e levanta questões reais sobre seu motivo para concorrer.
Como assunto prático as pesquisas de opinião pública são claras: de todos os candidatos republicanos a candidatura de Trump dá a maior chance possível de perder a presidência para Hillary Clinton.
Os insultos deploráveis de Trump, suas falas e ideias de duplo sentido certamente o destruiriam numa eleição geral. Mas o que aconteceria se ele ganhasse a eleição geral e se tornasse o próximo presidente? O que aconteceria quando a função presidencial não mais fosse algo divertido? Ele se demitiria? Ele tem o caráter de trabalhar na presidência até as últimas consequências?

Comentários sobre as Mulheres:

Finalmente, e talvez o mais preocupante, Trump tem um longo histórico de comentários vis e desprezíveis sobre as mulheres que são moralmente condenáveis e comprovarão ser politicamente devastadores se chegarem a ser usados contra ele numa eleição geral por oponentes.
Numa entrevista de 1991 no jornal Esquire ele disse: “Sabe, não importa realmente o que a mídia escreve enquanto temos uma **** jovem e bela.”
Numa entrevista de 1992 na Revista New Yorker ele disse: “Temos de tratar as mulheres como [palavrão]” (Revista New York, 9 de novembro de 1992)
Em 2005 em seu livro “Trump Nation: The Art of being Donald” (Nação de Trump: A Arte de Ser Donald), ele disse: “Minha parte favorita [do filme ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’] é quando Sam mostra sua arma no jantar e diz ao cara que mande sua namorada fechar a boca. Diga a essa p**a que fique calma. Diga: ‘P**a, fique calma.’ Adora esses termos.”
Em 2006 no programa “Entertainment Tonight” ele disse: “Se eu fosse dono do programa The View, eu demitiria Rosie. Quero dizer: Eu a olharia bem naquela face gorda e feia dela e diria: ‘Rosie, você está demitida.’ Todos nós somos um pouco gordos, mas Rosie é pior do que a maioria de nós.”
Em 2012 ele chamou Bette Midler de “grotesca” no Twitter.
Em 2013 num programa de “Celebrity Apprentice” Trump fez uma insinuação direta de sexo oral na rede de televisão ao dizer para Brande Roderick, coelhinha da Playboy: “Deve ser um quadro lindo. Você se abaixando até meus joelhos.”
Em 2015 no Twitter ele chamou Arianna Huffington de “cadela.”
Em 2015 num artigo da revista Rolling Stone, falando sobre Carly Fiorina ele disse: “Olhe para a cara dela! Alguém votaria naquilo?”
Com base no histórico dele, dá para votar nele?
Donald Trump claramente atingiu um ponto nevrálgico nos conservadores que estão frustrados com o governo dos EUA. Mas as políticas e valores de Trump não são diferentes — e talvez sejam piores — do que a maioria dos políticos americanos.
Ele é coerentemente incoerente e muda de posições regularmente, se contradiz muitas vezes e surfa em cima das questões mais populares.
Hoje ele trata Hillary Clinton como lixo, mas ele a louvou como uma trabalhadora excelente nas duas últimas eleições, e esperava que ela conseguiria a indicação presidencial do Partido Democrático em 2008.
Hoje, ele critica o presidente Barack Obama, mas em 2009, quando Obama estava salvando, com dinheiro de imposto, empresas falidas, Trump avaliou Obama da seguinte forma:
“Eu contrataria Obama. Ele lidou muito bem com a tremenda bagunça na qual ele interveio. Ele tem ainda uma tarefa hercúlea a frente dele, mas parece ser páreo para o desafio… acima de tudo, acredito que ele fez um trabalho muito bom.”
Ele deu grande apoio para candidatos do Partido Democrático. Ele votou em Barack Obama. Ele é esquerdista em importantes questões políticas. Ele ainda considera um terceiro partido para concorrer. Ele despreza e humilha as mulheres.
É realmente esse tipo de homem que os americanos querem que lidere e represente os Estados Unidos?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site conservador NewsMax: Stemberger: 3 Questions Every Voter Should Ask Before Supporting Trump
Leitura recomendada: