28 de maio de 2017

Pastores metodistas, presbiterianos, episcopais e batistas lideram comício a favor do aborto nos Estados Unidos


Pastores metodistas, presbiterianos, episcopais e batistas lideram comício a favor do aborto nos Estados Unidos

Micaiah Bilger
A maioria das religiões judaico-cristãs acreditam que a Bíblia ensina que todas as vidas humanas são valiosas e merecem proteção.
Mas há algumas que se desviam do ensino e promovem o aborto.
Um grupo de líderes eclesiásticos do Estado de Nova Iorque recentemente defendeu o aborto na capital estadual, conforme reportagem da Rede Noticiosa Cristã.
Juntos, ativistas abortistas que se identificam como católicos, presbiterianos, metodistas, episcopais, batistas, unitaristas e judeus exortaram os legisladores do Estado de Nova Iorque a apoiar o aborto e a Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos, de acordo com a reportagem.
“Como pastores, cremos na capacidade dos nova-iorquinos de obter serviços médicos apoiados por seus ensinos religiosos e convicções pessoais,” o diretor Dennis Ross, um rabino judeu reformado, disse ao jornal Legislative Gazette. “Pessoas de todas as religiões creem em aborto seguro e legal, acesso à contracepção e educação sexual, e acreditamos que a Federação de Planejamento Familiar é um fornecedor essencial de serviços médicos.”
Sara Hutchinson Ratcliff da organização Católicas pela Escolha, que não é ligada à Igreja Católica, também participou do evento na cidade de Albany.
“Independente do que os bispos católicos possam dizer aos legisladores, a grande maioria dos fiéis na Igreja Católica discorda de nossa hierarquia acerca das questões do aborto, contracepção, e onde e como deveria ser o papel adequado das vozes religiosas na formulação de políticas públicas,” disse Ratcliff.
É preocupante ver esses líderes eclesiásticos investindo seu tempo e energia no apoio da multimilionária indústria do aborto e da destruição da vida dos bebês em gestação quando eles poderiam estar ajudando as mulheres e bebês que precisam desesperadamente de seu apoio.
As religiões judaico-cristãs ensinam seus seguidores a proteger e defender as pessoas mais vulneráveis, até mesmo quando não é fácil. Os bebês no útero são alguns dos seres humanos que mais sofrem discriminação e violações em nossa cultura hoje. Anualmente nos Estados Unidos, aproximadamente 1 milhão de bebês em gestação são abortados, e suas mães e pais muitas vezes ficam feridos e angustiados.
Os líderes eclesiásticos deveriam estar lutando pelos direitos dos bebês em gestação e exortando os membros de suas igrejas a fazer o mesmo. Muitos já estão fazendo isso. Organizações religiosas e casas de adoração muitas vezes apoiam mulheres grávidas e famílias com crianças pequenas fornecendo apoio material e emocional. Alguns administram lares maternais e centros de assistência às grávidas, outros ajudam famílias com dificuldades com despesas de moradia, alimentação e contas médicas. E muitos oferecem amizade e esperança para mulheres grávidas que se sentem oprimidas e temerosas.
Para aqueles que estão chorando por um bebê abortado, mais casas de adoração estão oferecendo aconselhamento pós-aborto e retiros de cura. Eles asseguram àqueles envolvidos em abortos que eles podem perdoar a si mesmos e obter cura do sofrimento.
Esses líderes eclesiásticos pró-aborto não estão ajudando as mulheres ou suas famílias ao promoverem o aborto. Eles estão ajudando apenas a indústria do aborto.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Methodist, Presbyterian, Episcopalian, and Baptist Pastors Lead Rally for Abortion
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26 de maio de 2017

Caio Fábio é preso pela Polícia Federal por causa do Dossiê Cayman


Caio Fábio é preso pela Polícia Federal por causa do Dossiê Cayman

Julio Severo
Caio Fábio foi preso na quarta-feira (24 de maio) pela Polícia Federal e encontra-se no sistema prisional da Papuda, em Brasília, de acordo com o GospelPrime.
Caio Fábio
O noticiário da Rede Boas Novas incluiu áudio em que o próprio Fábio reconhece que a causa da prisão foi o Dossiê Cayman.
Como os tempos mudaram. Dois mil anos atrás, o Apóstolo Paulo foi preso por pregar o Evangelho. Hoje, Caio Fábio mostra como um pastor pode ser preso por politicagem que nada tem a ver com o Evangelho. Na verdade, o que ele fez foi contra o Evangelho.
Caio alega inocência, mesmo com provas policiais contra ele. Mas ele nunca se importou com a inocência de ninguém dos que ele atacou a seu bel prazer e carnalidade, tudo por amor a polêmicas e holofotes. Em 2010, sem nenhuma base, ele produziu três vídeos com calúnias e difamações contra Julio Severo, que respondeu neste vídeo: https://youtu.be/rNcnorKrzi0
Embora os protetores políticos de Caio o estejam livrando há anos de prisão com relação ao dossiê nefasto, sua prisão recente foi uma surpresa para ele e seus seguidores. Mas por que se deveria estranhar que numa época em que todo mundo com escândalos petistas esteja caindo só Caio deva ficar ileso? Por que ele passou tantos anos protegido de prisões, sendo que a Polícia Federal tem tantas provas incriminadoras contra ele? Por quanto tempo durarão sua impunidade e proteções políticas?
O Dossiê Cayman, como ficou conhecido, são documentos que apareceram em 1998, nas vésperas da eleição presidencial. Pelas investigações, os documentos que Caio Fábio ajudou a falsificar acusavam que Fernando Henrique Cardoso, na época disputando a presidência do Brasil contra Lula, tinha contas no valor de US$ 368 milhões no paraíso fiscal das ilhas Cayman (Caribe).
O dossiê era pura calúnia e difamação contra Cardoso, produzido exclusivamente para destruir a candidatura dele.
Lula confirmou que teve um encontro com Caio Fábio para conversar sobre o dossiê. Caio teria oferecido o dossiê ao PT pelo preço de US$ 1,5 milhão, mas Lula recusou.
Com o caso Cayman, que expôs publicamente suas atividades políticas oportunistas nos bastidores, Caio caiu em desgraça. Essa foi sua queda política.
Quase na mesma época, descobriu-se que ele estava em adultério com a secretária durante anos. Esses escândalos somados o levaram a acumular uma infinidade de dívidas.
Nesse tempo, ele era da Igreja Presbiteriana do Brasil, da qual foi afastado por causa de seu caso extraconjugal.
Para se recuperar financeiramente, fundou a Igreja Caminho da Graça e desde então passa o tempo criticando toda e qualquer liderança evangélica, mas perdeu o estrelato que tinha na década de 1990.
Em 1994, durante seu apogeu, seu programa de TV, “Pare & Pense”, foi o primeiro programa evangélico de TV a se envolver diretamente no processo eleitoral presidencial, tendo, juntamente com Valnice Milhomens, apresentado o candidato Lula.
Embora o dossiê Cayman tenha fracassado em seus intentos, a estratégia de Caio, ao trazer Lula para o “Pare & Pense”, produziu resultados. Só anos mais tarde Caio confessou:
“Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo.’ Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja.”
Em anos recentes, por causa da onda antipetista no Brasil, Caio tentou posar de antipetista.
Em 2014, por causa de uma entrevista entre Caio, Olavo de Carvalho e Danilo Gentili, houve uma sensação entre alguns evangélicos de que Caio havia, ao adotar o antipetismo, se tornado antimarxista, ainda que ele tivesse garantido que Marina Silva não é esquerdista. Isso já era sintoma de que ele continuava esquerdista. Além disso, ao dizer no ano passado que Obama não é esquerdista e salvou os EUA economicamente, Caio mostrou que o antigo esquerdismo dele continua intacto e bem envernizado.
Na entrevista de 2014, Olavo, conhecido por atacar a Esquerda e a Direita com palavrões, não emitiu nenhum palavrão contra a ideia de Caio pintar Marina como não-esquerdista nem o criticou pelo Dossiê Cayman. E quando Caio atacou Silas Malafaia, cuja postura então estava contra a Esquerda, Olavo manteve o mesmo silêncio amistoso, que reforçou a sensação ilusória de que o esquerdismo antipetista pró-Marina de Caio não era uma ameaça.
Carvalho perdeu uma grande oportunidade de desmascarar o maior aliciador do PT entre os evangélicos na década de 1990.
O bate-papo estava tão amistoso e aconchegante que mais parecia um encontro de comadres tomando seu chazinho da tarde. Só faltou tricô e crochê.
Se nenhum político de influência conseguir, como nas outras vezes no passado, aprontar truques de bastidores para livrar Caio Fábio da prisão, talvez Gentili e Carvalho possam visitá-lo na Papuda, enquanto tricotam e tomam um chazinho de comadres com ele.
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25 de maio de 2017

Governo Temer investirá R$ 1,5 milhão em “campanha contra homofobia”


Governo Temer investirá R$ 1,5 milhão em “campanha contra homofobia”

Secretária de Direitos Humanos propõe “pacto pela diversidade sexual”

Jarbas Aragão
Enquanto o país é abalado por mais denúncias de corrupção e vive tempos de insegurança sobre seu futuro próximo, o governo Michel Temer vem mostrando que, de várias formas, apenas deu um novo nome ao projeto petista de poder.
Uma das marcas dos 13 anos da administração do Partido dos Trabalhadores foi o investimento de milhões de reais para o avanço de uma agenda política liberal, que promove valores conflitantes com a tradição cristã do país.
Para o segundo semestre de 2017, Temer já autorizou a liberação de R$ 1,5 milhão a serem usados em uma “campanha contra a homofobia”. Flavia Piovensa, secretária Nacional de Direitos Humanos, comemorou a decisão.
Flavia foi recentemente a Washington, EUA, tentar obter uma vaga na Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
“A ideia é que nós lancemos no segundo semestre um pacto pela diversidade sexual e o combate a homofobia”, afirmou ela, sem dar muitos detalhes de como será a campanha. “Está garantida a verba da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), agora podemos sonhar”, sublinhou.
Durante o governo Dilma Rousseff algumas das campanhas contra homofobia foram suspensas por pressão da Bancada Evangélica. Muitos deputados ligados a igrejas diziam que esse tipo de campanha “incentivava o homossexualismo”.
Contudo, a atual diretoria da bancada não emitiu até agora nenhuma nota sobe o assunto, um indício que seu presidente, pastor Takayama (PSC/PR) possui prioridades diferentes do antecessor João Campos (PRB/GO), que ficou conhecido nacionalmente por sua luta ferrenha contra as imposições da agenda LGBT. Com informações O Globo.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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24 de maio de 2017

Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA


Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA

Organizações cristãs que lucram com imigração muçulmana protestam contra proibição

William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa
Comentário de Julio Severo: Quando William J. Murray escreveu este artigo, Trump estava ainda prometendo prioridade aos refugiados cristãos para entrar nos EUA. Aliás, ele fez uma lei nesse sentido. Mas isso durou muito pouco tempo. A pressão veio e Trump voltou atrás e removeu a prioridade aos refugiados cristãos. Hoje, os cristãos perseguidos não têm nenhuma prioridade no governo Trump. Mas o artigo de Murray, que já foi entrevistado por mim aqui, contém uma importante denúncia contra a grande mídia. Leia:
No ano de 2016, só 68 refugiados cristãos da Síria obtiveram autorização para entrar nos Estados Unidos — não os 37.521 que o jornal Daily Mail e outros grandes veículos de comunicação estão insinuando.
O Daily Mail, o Atlantic e muitas outras publicações estavam baseando seus artigos em informações fornecidas por organizações cristãs que lucram financeiramente com a imigração de refugiados muçulmanos aos EUA. Essas organizações estão sendo pagas milhares de dólares por pessoa para “reassentamento.”
O jornal Atlantic baseou seus números numa citação de Jenny Yang, vice-presidente sênior da entidade ativista World Relief (Socorro Mundial), braço da Associação Nacional de Evangélicos nos EUA que fornece serviços de reassentamento para refugiados e imigrantes. Essa organização, como outros que apoiam a imigração da Síria, recebem verbas do governo.
O Daily Mail, uma grande publicação impressa e online mundial, está na vanguarda da transmissão de informações falsas sobre imigração de refugiados muçulmanos versus cristãos aos Estados Unidos. Enquanto estava noticiando sobre uma entrevista que o presidente Trump deu, o Daily Mail em sua edição de 30 de janeiro escreveu:
“…o presidente se comprometeu a dar prioridade aos cristãos que solicitam condição de refugiados, dizendo que era mais fácil para os muçulmanos entrarem nos Estados Unidos do que para os cristãos. Contudo, as evidências disponíveis mostram que os EUA receberam 37.521 refugiados cristãos e 38.901 refugiados muçulmanos em 2016.”
A publicação então citou uma pesquisa de opinião pública do Pew de que “… a população da Síria é composta de 93 por cento de muçulmanos e cinco por cento de cristãos.” A conclusão óbvia que o Daily Mail quer que seus leitores tirem é que embora a população da Síria tenha apenas 5% de cristãos quase metade dos refugiados sírios que entram nos EUA eram cristãos em 2016. A omissão das estatísticas reais de refugiados sírios foi pior do que jornalismo ruim: teve a intenção deliberada de conduzir os leitores a uma conclusão errada.
A estatística de 37.521 refugiados cristãos entrando nos Estados Unidos no ano de 2016 não representou cristãos sírios, mas em vez disso todos os refugiados de todas as nações. O Daily Mail declara que os cristãos são apenas 5% da população síria, mas aproximadamente 50% dos refugiados sírios que entram nos EUA.
Na realidade, um total de só 68 refugiados cristãos sírios tiveram permissão de entrar nos EUA em 2016, enquanto 98% dos refugiados sírios que eram muçulmanos sunitas tiveram permissão, de acordo com o Departamento de Estado.
As estatísticas sobre refugiados informadas no Daily Mail incluíam todos os refugiados cristãos, até mesmo aqueles que escaparam da Coreia do Norte comunista. Dos 85.000 refugiados que Obama recebeu em 2016, só 12.587 eram da Síria. Os dados do Centro de Processamento de Refugiados do Departamento de Estado mostram que dos 12.587 refugiados sírios que entraram nos Estados Unidos no ano de 2016, a vasta maioria — 12.363 (98,2 por cento) — era muçulmana sunita. Só 68 dos 12.587 — pouco mais que meio por cento — eram cristãos.
Há uma discrepância final. Os números da pesquisa do Pew foram usados porque indicavam a percentagem mais baixa da população cristã na Síria. Contudo, fontes mais confiáveis, inclusive o governo sírio e o Livro de Fatos Mundiais da CIA, discordam dessa percentagem e colocam a população da Síria em 10%, não 5%. Além do mais, até o número de 10% inclui só cidadãos sírios e ignora o fato de que dezenas de milhares de cristãos iraquianos fugiram para a Síria em busca de segurança depois que George Bush invadiu o Iraque em 2003. Essa invasão deixou os cristãos indefesos contra o terrorismo muçulmano sunita.
Os cristãos iraquianos fugiram em busca da segurança da Síria, que tem um governo que os tratou em igualdade com os muçulmanos. Entretanto, logo eles se viram no meio de uma revolta muçulmana sunita financiada pela Arábia Saudita e manipulada e armada pelos Estados Unidos.
O Daily Mail, assim como o Washington Post e outros grandes meios de comunicação, não mencionam que os grupos terroristas na Síria são muçulmanos sunitas. Até mesmo o Departamento de Estado dos EUA sob Obama declarava que o Estado Islâmico (ISIS) era muçulmano sunita e estava cometendo genocídio contra os cristãos e muçulmanos xiitas.
O presidente Trump está tentando ajudar as vítimas de genocídio, um fato que o Daily Mail e a maioria dos grandes meios de comunicação que têm um desejo forte de culturas “diversas” se recusam a admitir.
Traduzido por Julio Severo, com a permissão do autor, do original em inglês: Fake News on Muslim “refugees” in Major Media Outlets. Uma versão editada em inglês deste artigo foi publicada pelo WND (WorldNetDaily).
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23 de maio de 2017

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT


Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Julio Severo
Os evangélicos conservadores, cujo voto deu vitória a Donald Trump, haviam esperado que quando ele se tornasse presidente o governo dos EUA pararia de usar suas embaixadas para promover a agenda homossexual, como ocorria muitas vezes sob o ex-presidente Obama.
Embaixada dos EUA na Macedônia
Entretanto, na semana passada, quando ativistas esquerdistas, inclusive Cuba, estavam celebrando o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (DIHTB), várias embaixadas dos EUA sob Trump também o celebraram.
A Embaixada dos EUA na Macedônia tuitou isto:
Estamos hasteando a bandeira do arco-íris hoje para comemorar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. #DIHTB2017
Trump não fez uma proclamação DIHTB formal, mas seu Departamento de Estado realizou uma “Celebração Mundial de Diversidades de Sexo e Gênero.” Além da bandeira homossexual hasteada na Embaixada dos EUA na Macedônia, Kyle Randolph Scott, embaixador americano na Sérvia, realizou um Prêmio do Arco-Íris na Embaixada dos EUA na Sérvia. Ele disse:
“Os Estados Unidos continuam com o compromisso de avançar os direitos humanos de todos os seres humanos: isso inclui indivíduos LGBT aqui e no mundo inteiro. É por isso que minha embaixada e eu temos o orgulho de apoiar o trabalho da Aliança Gay-Hétero… O Prêmio do Arco-Íris serve como reconhecimento importante para um indivíduo ou instituição que tem contribuído para a luta contra a homofobia e transfobia na Sérvia… A Embaixada dos Estados Unidos contribui para avançar os direitos de indivíduos LGBT na Sérvia de muitas formas. Apoiamos várias organizações ativistas, tais como a Aliança Gay-Hétero, e Pais e Amigos de Lésbicas e Gays.”
Como é que um embaixador americano pode descaradamente usar sua embaixada para promover a agenda homossexual em outros países, inclusive premiando ativistas e grupos gays, sem a autorização de seu governo?
Ted Osius, homossexual assumido que é o embaixador americano no Vietnã, escreveu um texto no blog oficial do Departamento de Estado dos EUA honrando o DIHTB.
Em fevereiro, Trump frustrou sua base de evangélicos conservadores que esperavam que ele removesse Randy Berry, embaixador especial LGBT de Obama (o primeiro desse tipo), cuja missão é promover a aceitação da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo no exterior sob a rubrica de “direitos humanos” e no nome do governo dos Estados Unidos. Em vez de dar atenção aos seus eleitores conservadores, Trump escolheu manter o embaixador homossexual de Obama.
Contudo, muitos conservadores não estão protestando contra tal imperialismo homossexual sob Trump porque seu governo está fazendo avanços econômicos (é a economia, idiota!), mesmo quando a um preço de sangue.
Com informações de LifeSiteNews (Peter LaBarbera) e da Embaixada dos EUA na Sérvia.
Versão em inglês deste artigo: U.S. Embassies Under Trump Advance LGBT Agenda
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22 de maio de 2017

Dinheiro de sangue: Arábia Saudita conquista Trump


Dinheiro de sangue: Arábia Saudita conquista Trump

Julio Severo
Abandonando parte da retórica de sua campanha presidencial que era dura contra os muçulmanos e deixando suas promessas de uma “interrupção total e completa” da entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump visitou a Arábia Saudita, o lugar mais sagrado do islamismo.
Em sua primeira viagem internacional, Trump, cuja campanha defendia “Os EUA em Primeiro Lugar,” colocou a Arábia Saudita como prioridade máxima, acima de Israel. Ele é o único presidente americano a transformar a Arábia Saudita — ou alguma nação islâmica — em prioridade em sua primeira visita internacional.
Ele recebeu boas-vindas deslumbrantes dos líderes na Arábia Saudita. Ele foi saudado no aeroporto pelo rei Salman, o que foi de chamar a atenção considerando que o monarca muçulmano não apareceu no ano passado para dar boas-vindas ao presidente Barack Obama em sua visita final à Arábia Saudita.
Mais tarde, Salman condecorou Trump com a Medalha de Abdulaziz al Saud, a honraria saudita mais elevada.
Trump estava acompanhado na viagem pelos presidentes de várias grandes empresas americanas, que anunciaram contratos multibilionários com os sauditas.
Na Arábia Saudita, ele deu um discurso para os líderes de 50 países muçulmanos dizendo: “Esta não é uma guerra entre religiões diferentes, seitas diferentes ou civilizações diferentes. Esta é uma guerra entre os que buscam destruir a vida humana e os que buscam protegê-la. Esta é uma guerra entre o bem e o mal.”
Por sua vez, o rei saudita Salman disse: “O islamismo é a religião da paz e tolerância… o islamismo considera matar uma alma inocente o equivalente de matar a humanidade inteira.”
Trump disse: “O terrorismo vem se espalhando no mundo todo. Mas o caminho da paz começa bem aqui, nesta antiga terra, nesta terra sagrada. Os Estados Unidos estão preparados para ficar ao lado de vocês.”
Trump aclamou a amizade dos EUA com a Arábia Saudita, a qual “se estende por várias décadas e cobre dimensões numerosas.” É uma mensagem acentuadamente diferente de sua campanha que dizia “a Arábia Saudita e muitos dos países que deram vastas quantias de dinheiro para a Fundação Clinton querem as mulheres como escravas e querem matar gays.”
Enquanto isso, Ivanka Trump, que acompanhou seu pai presidencial na visita, louvou o “progresso” saudita nos direitos das mulheres.
O Trump de 2016 dizia que “Penso que o islamismo nos odeia” e que os muçulmanos têm “grande ódio dos americanos.” O Trump de 2017 pediu unidade com os sauditas e outras nações muçulmanas sunitas contra o terrorismo islâmico.

A Arábia Saudita financia o terrorismo

Entretanto, como é que as nações muçulmanas poderiam combater o terrorismo islâmico se a Arábia Saudita, de acordo com a Rede de Televisão Cristã dos EUA, tem um papel proeminente na propagação do terrorismo islâmico?
Um importante porta-voz da liberdade religiosa disse que o governo dos EUA não fará nenhum esforço sério para derrotar os terroristas do ISIS porque eles são sunitas. William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que a família real da Arábia Saudita sunita não quer permitir nenhuma tentativa genuína de deter os violentos ataques do terrorismo sunita no Oriente Médio porque são de natureza sunita.
Murray disse que os Estados Unidos têm sido “marionetes” militares da família real saudita, atacando e isolando nações xiitas como a Síria. Em sua opinião o Estado de maioria xiita da Síria, que protege a minoria cristã, é alvo dos Estados Unidos só porque os membros da família real saudita estão dando as ordens, não o povo americano.
Trump, que tem condenado o presidente da Síria Bashar Assad por cometer “crimes indescritíveis contra a humanidade,” não tem aberto a boca sobre a Arábia Saudita e seus aliados sunitas que perseguem cristãos e apoiam o ISIS. Em vez disso, nos primeiros dias de seu governo ele premiou Arábia Saudita por combater o terrorismo islâmico.
Se é irracional ter a Arábia Saudita como aliada contra o terrorismo islâmico, por que Trump fez desse país islâmico sua prioridade máxima para sua primeira viagem internacional como presidente? O motivo é o dinheiro.

Dinheiro de sangue, lucro de sangue, empregos de sangue

Em seu primeiro dia na Arábia Saudita, Trump assinou um contrato extraordinário no valor total de 350 bilhões de dólares para um período de dez anos. Ele disse: “Este foi um dia tremendo. Investimentos tremendos nos Estados Unidos. Centenas de bilhões de dólares de investimentos nos Estados Unidos e empregos, empregos e empregos.”
Separadamente, empresas americanas no setor petrolífero ganharão 22 bilhões de dólares em novos acordos com a empresa estatal saudita de petróleo Aramco. E acordos com outras empresas americanas poderão chegar à cifra de 50 bilhões de dólares.
Gary Cohn, assessor econômico do presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, disse aos jornalistas que a Arábia Saudita “vai contratar empresas americanas” para “muitas coisas relacionadas à infraestrutura,” se gabando de que o acordo vale “muito dinheiro. Bilhões e bilhões de dólares.”
A Arábia Saudita “investirá muito dinheiro nos EUA e contratará muitas empresas americanas para investir e construir coisas aqui nos EUA,” disse Cohn.
O acordo mais tangível entre Trump e o líder saudita foi a venda de 110 bilhões de dólares em equipamento militar para a Arábia Saudita que entrou em vigor imediatamente. A Casa Branca disse que o acordo produzirá “dezenas de milhares de novos empregos nos Estados Unidos.”
Sean Spicer, assessor de imprensa da Casa Branca, afirmou que os 110 bilhões de dólares em equipamento militar representam o “maior acordo de armas da história dos EUA.”
Trump e sua equipe deixaram claro que violações de direitos humanos não afetarão esses contratos. Então a lógica do governo Trump, a qual é muito compatível com a lógica dos neocons, é que as nações muçulmanas que dão lucros enormes para os EUA serão aliadas na luta americana contra o terrorismo islâmico, ainda que financiem tal terrorismo e estejam envolvidas no genocídio de cristãos. Esse é o caso saudita.
As nações muçulmanas que não dão lucros para os EUA serão inimigas na luta americana contra o terrorismo islâmico, ainda que protejam minorias cristãs. Esse é o caso sírio.
O segredo para conquistar Trump, Obama, Bush e Clinton são acordos econômicos lucrativos.
Como é que os Estados Unidos esperam derrotar o terrorismo islâmico se armam pesadamente seu principal patrocinador?
Como é que os Estados Unidos esperam derrotar o terrorismo islâmico se dependem economicamente de seu principal patrocinador?
O Trump de 2016 ficaria envergonhado do Trump de 2017.
Trump escolheu continuar o imperialismo homossexual de Obama ao manter o embaixador especial de Obama para questões homossexuais mundiais. Por que foi que Trump não levou o embaixador consigo para repreender a Arábia Saudita por matar homossexuais?

O maior acordo de armas da história dos EUA

O acordo enorme de 110 bilhões de dólares em equipamento militar representa não só o “maior acordo de armas da história dos EUA,” mas também uma despesa militar maior do que a despesa militar de nações vastamente maiores do que a Arábia Saudita.
O Brasil, que é territorialmente a quinta maior nação do mundo e é maior do que os Estados Unidos sem o Alasca, tem um orçamento militar anual de 24 bilhões de dólares. De longe, a pequena Arábia Saudita ultrapassou o Brasil.
A Rússia, que é territorialmente a primeira maior nação do mundo, tem um orçamento militar anual de 65 bilhões de dólares. De longe, a pequena Arábia Saudita ultrapassou a Rússia.
Além de seu acordo colossal, a Arábia Saudita tem um orçamento militar anual de 81 bilhões de dólares.
O que a pequena Arábia Saudita pretende fazer com seu novo equipamento militar imenso comprados dos EUA? A Arábia Saudita pretende usar tudo isso só para si? Não será generosa para muitos de seus irmãos sunitas que lutam pelo islamismo no mundo inteiro, principalmente na Síria?
O dinheiro saudita de sangue conquistou Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump.
Por causa do dinheiro saudita, o ISIS está vivo e ativo, cometendo genocídio contra os cristãos.

O papel saudita no atentado de 11 de setembro de 2001 contra os EUA

Se os EUA e seus líderes se envergonhassem de receber dinheiro de sangue, eles reconheceriam o fato de que a maioria dos terroristas muçulmanos que cometeram o atentado de 11 de setembro de 2001 contra os EUA eram sauditas. Mas a Arábia Saudita nunca foi invadida por tropas americanas.
Os sauditas há muito tempo são suspeitos de financiarem os atentados terroristas que atingiram Nova Iorque e Washington.
Os terroristas islâmicos mataram aproximadamente 3 mil pessoas. Quinze dos 19 terroristas eram sauditas.
Na época dos atentados em 2001, a Arábia Saudita estava financiando o radicalismo muçulmano em mesquitas e entidades muçulmanas de caridade. Esse foi dinheiro de sangue indo para causas de sangue.
O dinheiro de sangue não parou aí. Depois que o Congresso dos EUA aprovou uma nova lei permitindo que as famílias das vítimas do atentado de 11 de setembro de 2001 processassem a Arábia Saudita em tribunais americanos, muçulmanos armaram uma campanha política caríssima, inclusive dando dinheiro para veteranos militares americanos para visitar o Congresso dos EUA e avisar os legisladores acerca do que eles disseram poderia ter consequências inesperadas.
O que poucas pessoas sabiam, inclusive alguns dos próprios veteranos recrutados, era que o governo da Arábia Saudita estava em grande parte financiando a campanha, no valor de centenas de milhares de dólares.
O dinheiro saudita de sangue conquistou os EUA, inclusive Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump, e produzirá centenas de milhares de novos empregos nos Estados Unidos.
Com a assistência enorme do gordo cliente saudita, o índice de empregos nos EUA subirá nas alturas. São empregos de sangue.
Para Trump, o lucrativo petróleo saudita vale mais do que o sangue cristão derramado por muçulmanos sunitas apoiados pelos sauditas.
Acredito no capitalismo guiado por valores judaico-protestantes. Mas o capitalismo sem tais valores é destrutivo.

Comprando o silêncio e a indiferença dos americanos

Ao pagar 100 bilhões de dólares para Trump em equipamento militar, a Arábia Saudita comprou a indiferença dos americanos para com o genocídio que os muçulmanos sunitas estão cometendo contra os cristãos e se protegeu de ser acusada do que é: o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial.
A Arábia Saudita tem abundantes petrodólares para comprar a indiferença americana, e os EUA não têm mais valores judaico-protestantes para guiar seu capitalismo e rejeitar dinheiro de sangue.
Depois de dois dias de reuniões na Arábia Saudita, Trump tem agenda marcada para viajar para Israel e para o Vaticano para se encontrar com o Papa Francisco.
Por que Trump não fez de Israel a primeira nação de sua viagem internacional é um mistério confundindo conservadores e desafiando a retórica da amizade EUA-Israel.
No entanto, mesmo que Trump tivesse escolhido visitar a Arábia Saudita no final de sua lista de viagens internacionais, isso não mudaria o fato de que a Arábia Saudita vem espalhando o terrorismo islâmico no mundo inteiro.
A única visita adequada dos EUA à Arábia Saudita deveria ser por tropas americanas.
Com informações do DailyMail, Associated Press, ABC News, Coalizão de Liberdade Religiosa e WND.
Versão em inglês deste artigo: Bloody Money: Saudi Arabia Conquers Trump
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