16 de abril de 2014

O fascismo da sutil censura imposta sobre Rachel Sheherazade


O fascismo da sutil censura imposta sobre Rachel Sheherazade

Luciano Ayan
Segundo o Portal 100 Fronteiras, finalmente os fascistas do PT, PCdoB e PSOL conseguiram: a opinião de Rachel Sheherazade está formalmente censurada no SBT. E em pleno 2014 tudo isso ocorreu à luz do dia! Veja o texto:
O SBT decidiu cortar de seu principal telejornal os comentários pessoais que a apresentadora Rachel Sheherazade costumava fazer.
Em comunicado enviado nesta segunda (14), a emissora avisa que Sheherazade continuará dividindo a bancada com Joseval Peixoto no comando do SBT Brasil, mas que os comentários serão feitos em forma de Editorial.
De acordo com o comunicado, “essa medida tem como objetivo preservar os apresentadores”.
A apresentadora virou alvo do Ministério Público após fazer um comentário em que apoiava a ação de justiceiros no Rio de Janeiro.
Na ocasião, um grupo de jovens tinha acorrentado a um poste um jovem acusado de praticar um roubo.
Leia abaixo o comunicado na íntegra:
Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial.
Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil.
Bem, pelo menos o SBT não escondeu que foi vítima de censura. Senão, por que eles deveriam “preservar” Rachel?
Já aviso de antemão que nem sequer darei atenção à comentários advindos do direitismo depressivo, que aproveitarão a oportunidade para dizer que “tudo está perdido”. Meu foco é nos direitistas pragmáticos, que devem usar esse evento como uma oportunidade para expor definitivamente o PT como um partido ditador, junto a seus aliados PCdoB e PSOL.
Mais importante que isso é aproveitar o momento para explicar exatamente o que o PT e seus aliados socialistas querem com as famosas “leis de mídia”, que, segundo eles, são para “democratizar a mídia”. Mas, como já vimos no caso de Rachel, todas as intenções do PT se baseiam em censurar a dissidência. Sempre foi assim na Rússia, China, Cambodja e Cuba. Por que agora seria diferente?
Um dos principais itens da lei de mídia que o PT lutará para aprovar se baseia em “quebrar monopólio das grandes empresas de comunicação”. Como qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe, não existe monopólio, e hoje temos várias opções de empresas de comunicação e mídia.
Na verdade, as tais leis de mídia pregam o seguinte:
* Retirar poder das empresas de comunicação e imprensa, deixando-as sempre com um tamanho reduzido
* Com isso, elas são cada vez mais vulneráveis à pressão estatal
* A partir dessa vulnerabilidade à pressão estatal, o governo decide o que vai ser divulgado nessas empresas
Toda proposta petista não é nada mais do que isso. O essencial é explicarmos para a população que aquilo que o PT e seus aliados conseguiram fazer contra Rachel é o que eles querem fazer contra todas as empresas a qualquer momento. Essa é a tal censura sutil (ou soft censorship, em que ao invés da censura ser feita a partir de um órgão estatal que formalmente diz o que pode ou não ser publicado, o governo utiliza o dinheiro de anúncios governamentais para exercer essa pressão de forma sutil)
De forma mais didática, a coisa funciona assim. Para pressionar o SBT, os socialistas do PT, PCdoB e PSOL usaram 150 milhões anuais da verba publicitária destinada ao canal. (Aliás, está aí mais uma das serventias da Petrobrás: ter seus anúncios usados como instrumento de chantagem em prol de uma censura feita pelo governo)
Agora, imagine se ao invés de umas quatro ou cinco empresas grandes de mídia, tivéssemos umas 20 a 25 empresas, a partir da limitação do número de estações que cada uma possa ter. Imagine que a verba destinada a cada uma delas varie entre, vá lá, 20 a 60 milhões.
Quanto menor a empresa, maior a vulnerabilidade se ela perder uma fatia dos anúncios estatais, que serão usados pelo governo para definir o que vai ser publicado ou comunicado nessas mídias. Simples assim.
Claro que o cidadão humilde poderá perguntar: mas o que eu perco com isso? É, meus amigos, depois de Alinsky, temos que estar cientes de que temos que apelar ao auto-interesse humano na hora de explanar nossas propostas.
Se já sabemos que a lei de mídia do PT é focada em censura, é preciso agora explicar de forma simples e compreensível para o cidadão comum como a censura prejudica a vida do povo, especialmente o trabalhador mais humilde.
É fato que em um país sob censura (como ocorre na Argentina e na Venezuela), o povo demora muito mais para saber a real situação econômica de seu país. Veja os benefícios para um governo socialista ter a mídia amordaçada:
* É mais fácil esconder os atos de corrupção do governo
* É mais fácil esconder temporariamente os indicadores econômicos ruins
* É mais fácil, enfim, distorcer quase todos os fatos a favor do governo
Enfim, com a censura sutil implementada de maneira formal, o povo demora muito mais para reagir à crise. E, em consequência, vai sofrer muito mais, como está acontecendo na Venezuela e na Argentina. Eles só chegaram nessa situação por que foi fácil para seus governos socialistas esconderem a crise por um bom tempo a partir da censura à imprensa.
Se o PT, o PCdoB e o PSOL estão tão dedicados à implantar a censura no Brasil, é claro que chegou a hora deles roerem o osso e levarem o país ao mesmo destino que Venezuela e Argentina. A única coisa que pode evitar esse colapso é sabermos da situação real da economia, da segurança e de outros fatores a partir de uma imprensa livre. É por isso que ter uma imprensa livre é tudo que o governo não quer.
Em síntese, é preciso criarmos um senso de urgência mostrando que não há agenda mais importante do que demolir as pretensões totalitárias do PT e seus aliados. Pretensões estas que serão mais facilmente alcançadas se eles conseguirem censurar a mídia.
Rachel Sheherazade se torna um exemplo vivo disto que afirmei. O PT e seus aliados continuam não dando a mínima para quase 60.000 assassinatos ocorridos por ano no Brasil. Mas agora a vida deles ficou mais fácil pois eles conseguiram censurar Rachel Sheherazade, uma das raras jornalistas que se preocuparam com a segurança dos cidadãos humildes.
Agora, com Rachel calada, muito provavelmente outros terão medo de criticar a violência excessiva cometida contra civis. Agora quem sabe o povo só se rebele quando o Brasil tiver, vá lá, uns 50% de todos os assassinatos do mundo. Aí nesse momento não vai ter censura de imprensa que esconda o fato. Até por que quando chegarmos neste estágio quase toda família humilde terá uma pessoa vítima de um latrocida ou estuprador, por exemplo.
Será que você quer deixar a coisa chegar nesse ponto? Se não quer, você pode ajudar divulgando para o máximo de pessoas quanto possível a urgência de lutarmos contra a censura governamental sobre a mídia.
Fonte: Luciano Ayan
Divulgação: www.juliosevero.com
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A democracia do Brasil corre perigo, diz Malafaia denunciando censura imposta sobre Rachel Sheherazade


A democracia do Brasil corre perigo, diz Malafaia denunciando censura imposta sobre Rachel Sheherazade

Para o pastor evangélico hoje o governo conseguiu calar uma jornalista e amanhã estará calando os pastores

Leiliane Roberta Lopes
Comentário de Julio Severo: A jornalista Rachel Sheherazade, que fala o que o governo nunca gosta de ouvir (mas precisa), está sendo alvo da censura de “publicidade.” Isto é, se o SBT não a colocar na linha, perderá grandes patrocínios do governo. Não é de hoje que o governo petista tem esse controle “persuasivo” da boca das TVs brasileiras e seus jornalistas. Conforme eu disse em 2009 no artigo “O preço da elevada popularidade de Lula”: “O governo Lula gastou em publicidade entre 2003 e 2008… uma cifra exorbitante de R$ 6,3 bilhões. Sem esse elevadíssimo investimento, o papel da imprensa mudaria de propagandista e beneficiária do governo para entidade livre para criticar ou elogiar os atos do governo. Além disso, o governo tem seus truques para remover do caminho jornalistas críticos, fazendo da imprensa ‘livre’ do Brasil meramente uma classe de aproveitadores e sugadores que não trabalham desatrelados dos interesses e dinheiro do governo. No estado em que estão, acomodados e bem pagos, os meios de comunicação do Brasil não têm estímulo nenhum para cumprir um papel de legítima imprensa livre.”
O Brasil precisa de milhares de Rachels Sheherazade, mas o patrocínio estatal que o governo esfrega no focinho das emissoras de televisão é uma tentação maior do que o desejo de preservar a liberdade de bons jornalistas denunciarem o que precisa ser denunciado.
Aqueles que quiserem assinar um abaixo-assinado para ajudar a Rachel, é só seguir este link: http://citizengo.org/pt-pt/6458-pela-liberdade-expressao-rachel-sheherazade-no-sbt-brasil
Eis agora o artigo do GospelPrime:
O pastor Silas Malafaia falou sobre a decisão do SBT em cancelar o quadro de opinião dos apresentadores do SBT Brasil.
A medida foi tomada após parlamentares entrarem com uma representação criminal junto à Procuradoria-Geral da República pedindo o cancelamento da verba pública repassada à emissora paulista.
Os deputados, liderados pela deputada Jandira Feghali (PSOL-RJ) afirmam que a jornalista Rachel Sheherazade estaria usando uma concessão pública para fazer apologia ao crime.
“Que vergonha! Que ridículo! O SBT ceder às pressões de partidos, tais como PSOL, PC do B e do PT. Partidos esses, que idolatram Fidel Castro, o governo da Venezuela e suas ideologias baseadas em Marx”, escreveu Malafaia.
O pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo entende que a pressão dos deputados mostra que eles não estão em defesa da democracia ao impedir a liberdade de expressão.
“A democracia do Brasil corre grande perigo!”, diz Malafaia fazendo um alerta ao povo brasileiro: “Uma jornalista, na maior cara de pau, é silenciada. Liberdade de expressão para todo mundo falar a mesma coisa é ditadura da opinião”.
Malafaia continuou seu artigo explicando que verbas públicas garantem anualmente milhões de reais às emissoras e que ao calar uma jornalista independente o governo estaria impedindo que ela o criticasse.
“Imagine Sheherazade agora falando da roubalheira da Petrobras. É o governo silenciando a jornalista!”, disse em seu site, Verdade Gospel. Malafaia também se mostra desconfortável com a situação e afirma que “hoje estão silenciando uma jornalista, amanhã vão querer silenciar os pastores”.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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15 de abril de 2014

Editora evangélica americana publicará livro de ativista gay “evangélico”


Editora evangélica americana publicará livro de ativista gay “evangélico”

Julio Severo
A Editora WaterBrook Multnomah lançará, por meio de seu selo editorial liberal Convergent Books, um livro intitulado “God and the Gay Christian: The Biblical Case in Support of Same-Sex Relationships” (Deus e o Cristão Gay: O Argumento Bíblico em Apoio dos Relacionamentos de Mesmo Sexo).
O mundo evangélico dos EUA mal acaba de se refazer de seu choque com a polêmica da Visão Mundial nessa mesma questão, e agora uma editora evangélica americana entra de cabeça no apoio ao problema?
O autor do livro, Matthew Vines, é um ativista homossexual “evangélico.” Ele é também um revisionista da Bíblia, conhecido por manipular a terminologia cristã para avançar a agenda homossexualista anticristã.
Vines faz uso frequente de uma linguagem evangélica, e dirige uma organização apóstata que ele chama de “Projeto da Reforma.” Mas a “Reforma” que ele quer nada tem a ver com a Reforma iniciada por Martinho Lutero. É uma “Reforma” iniciada por um ativista gay “evangélico” para mudar a visão evangélica sobre seu pecado favorito.
O Projeto Reforma, que realizará uma conferência de ativistas homossexuais “evangélicos” na capital dos EUA em novembro, encoraja seus membros a formarem grupos de estudos bíblicos, marcharem nas paradas gays e darem palestras, a partir de sua perspectiva, sobre Bíblia e homossexualidade.
A declaração de fé do Projeto Reforma reconhece, como todo evangélico faz, a inspiração da Bíblia como Palavra de Deus, a Trindade e outros aspectos importantes das doutrinas centrais da Reforma. Claro que se o Credo Apostólico ou alguma grande doutrina cristã central mencionasse a homossexualidade, Matthew Vines e seus seguidores não estariam tão à vontade com uma declaração de fé que “honra” a Deus somente da boca para fora.
Depois da Reforma protestante, Vines quer agora uma “Reforma” gay.
Vines tem publicamente declarado que sua meta é “reformar” os ensinos das igrejas evangélicas sobre orientação sexual e identidade de gênero. O livro dele estreará oficialmente em 22 de abril de 2014, mas a editora já está vendendo-o para os compradores que o adquirirem por encomenda antecipada.
Multnomah é um nome há muito tempo de confiança no mundo editorial evangélico dos EUA. Durante os anos, a editora já publicou livro de cristãos conservadores como Randy Alcorn, Kay Arthur e até mesmo Madre Teresa de Calcutá.
Ao publicar um livro de um ativista homossexual “evangélico,” Multnomah espera pegar uma fatia do mercado evangélico que anda apaixonado por teólogos progressistas como Brian McLaren, Philip Yancey e outros.
A Visão Mundial recentemente havia adotado uma postura favorável ao “casamento” gay, mas teve de recuar depois de muitas pressões de evangélicos conservadores.
Multnomah pretende agora fortalecer essa postura de apostasia evangélica favorável a um “casamento” pirata criado conforme a imagem e semelhança dos supremacistas gays?
O mundo editorial evangélico nos EUA está cada vez mais descambando em conexões perigosas ou até mesmo apostasia. Em 2011, a Editora Thomas Nelson nos EUA foi comprada pela editora secular HarperCollins, que publica a Bíblia Satânica.
HarperCollins é também dona da Editora Zondervan, que é, em rivalidade com a Thomas Nelson, a maior editora evangélica do mundo. Com a Thomas Nelson e a Zondervan em suas mãos, a HarperCollins é agora dona das duas maiores editoras evangélicas do mundo.
O que esperar então da Multnomah, uma editora evangélica muito menor, se as grandes editoras evangélicas dos EUA já estão comprometidas?
Grande parte da literatura evangélica do Brasil vem de fontes americanas. Pouquíssimos livros realmente conservadores chegam ao Brasil. Mas livros progressistas, ou esquerdistas, chegam aos montes. Evangélicos progressistas como Brian McLaren, cujos livros têm sido traduzidos para o português, defendem aspectos da agenda gay sem que isso incomode minimamente suas editoras nos EUA e Brasil. Recentemente, McLaren assinou uma carta-manifesto que lamenta a decisão da Visão Mundial de não mais contratar “cristãos” envolvidos com “casamento” gay.
McLaren também provocou polêmica ao “casar” o próprio filho com um homossexual. Mas enquanto seus livros continuarem vendendo e rendendo, suas editoras nos EUA e no Brasil não estão preocupadas, pois estão focadas apenas em abocanhar fatias do mercado evangélico infectado pela mentalidade esquerdista na sociedade.
Os livros de McLaren, e os livros de outros evangélicos progressistas americanos, continuam jogando as sementes das grandes futuras apostasias nos EUA e Brasil.
É esse clima editorial liberal e progressista entre evangélicos que abre portas para ativistas gays “evangélicos” como Matthew Vines.
Com informações de Matt Barber no Barbwire.
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14 de abril de 2014

Plano Nacional de Educação irá aprofundar doutrinação no ensino


Plano Nacional de Educação irá aprofundar doutrinação no ensino

No país do analfabetismo funcional, novo plano de educação negligencia o mérito, põe a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica

José Maria e Silva
Durante uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, realizada em 22 de outubro do ano passado, o economista e professor Cláudio de Moura Castro, ao término de sua palestra, resolveu apresentar uma proposta ao Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Professor visitante de renomadas universidades estrangeiras, Ph.D. em Economia pela Vanderbilt University, nos Estados Unidos, e conceituado pesquisador da educação, com vários livros publicados, Moura Castro, com um ligeiro sorriso no rosto, anunciou: “Já que todo mundo botou um negócio no plano, um artiguinho, eu também quero propor um artiguinho no plano: um bônus para as caboclinhas de Pernambuco e do Ceará conseguirem se casar com os engenheiros estrangeiros, porque aí eles ficam [no País], e aumenta o capital humano no Brasil, aumenta a nossa oferta de engenheiros”.
Cláudio de Moura Castro
A declaração provocou um manifesto de repúdio de cerca de 50 entidades de todo o País, desde a União Nacional dos Estudantes até o Instituto Paulo Freire, passando pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, um movimento que congrega cerca de 200 entidades, entre elas o indefectível Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que, por mais estranho que pareça, é um de seus coordenadores. Para essas entidades, a declaração de Moura Castro é “inadmissivelmente machista e discriminatória” e “manifesta um preconceito regional e racial inaceitável”, inclusive sugerindo a subjugação das mulheres por estrangeiros. Elas exigiram uma retratação do professor e prometeram recorrer até a Dilma Rousseff, como se já vivêssemos numa ditadura totalitária e a presidente tivesse poder para autorizar ou não o livre pensamento.
O humor pode não ser o forte do professor Cláudio de Moura Castro e sua declaração revela certo mau gosto. Como carioca, ele poderia propor o bônus para as calipígias passistas das escolas de samba que se expõem muito mais ao olhar estrangeiro do que as caboclinhas do sertão nordestino, poupando Pernam­buco e Ceará de uma referência gratuita. Mas é um exagero considerar uma mera frase infeliz como discriminatória, preconceituosa e machista, até ameaçando o professor com processo judicial, sobretudo quando se conhece o contexto em que foi formulada. Essas entidades participaram da audiência pública no Senado e sabem que Cláudio de Moura Castro, com seu chiste, queria apenas mostrar o quanto o Plano Nacional de Educação não passa de uma absurda colcha de retalhos, que carreou para dentro de si os particularismos dos mais diversos guetos ideológicos, que nada têm a ver com a sociedade brasileira, muito menos com a sala de aula.

Marxismo avança até nas engenharias

O Brasil herdou o ensino retórico de Portugal, calcado nas humanidades, e não consegue formar profissionais técnicos em número suficiente para atender sua indústria. Uma forma de enfrentar esse problema seria priorizar as ciências naturais e exatas no ensino básico, formando nos jovens um espírito prático, voltado para os fatos e não para a retórica, mas esse não é o caminho adotado pelo ensino atual; muito pelo contrário, a educação brasileira é cada vez mais conceitual, afetada, metalinguística, encarquilhada sobre si mesma, num quase completo desprezo pela realidade em torno, salvo quando essa realidade se presta a devaneios ideológicos, como a “resistência” dos sem-terra, a “tradição” dos quilombolas, a “cultura” das favelas, o “empoderamento” dos drogados, entre outras minorias de estimação nas quais se proteja a utopia de boa parte da elite intelectual.
Hoje, mesmo os cursos técnico-profissionalizantes são profundamente contaminados pela retórica ideológica da esquerda. Em grande parte das faculdades de Engenharia, por exemplo, as disciplinas de ciências humanas são calcadas numa bibliografia marxista ou neomarxista, privando o aluno de uma visão plural, que incorpore, também, pensadores liberais ou conservadores. Isso ocorre, sobretudo, nas faculdades de Enge­nharia Ambiental, em que a bibliografia da parte de humanidades do curso parece destinada a inculcar no aluno que o capitalismo é o inimigo por excelência do meio ambiente, esquecendo-se que os regimes totalitários, como o stalinismo ou a Revolução Cultural de Mao Tsé-Tung, não têm motivo algum para respeitar a natureza bruta, uma vez que não são capazes de respeitar nem a natureza humana.
É no contexto de uma educação que tenta transformar em instrumento ideológico até as engenharias que Cláudio de Moura Castro saiu-se com seu gracejo sobre os engenheiros e as caboclinhas. Foi uma forma que encontrou de atacar também o holismo obsessivo do ensino brasileiro, que professa uma suposta visão integral de cada fenômeno social e humano, buscando dominar o homem e a natureza por todos os poros e átomos no afã de construir o outro mundo possível, em que tudo deve ser planejado nos mínimos detalhes, como queria a União Soviética no esplendor de sua utopia totalitária. A pedagogia de Paulo Freire é herdeira dessa utopia holística, que transforma o professor em aprendiz e o aluno em mestre, sob o falso pretexto de que o ensino jamais pode ser transmissão de conteúdo e deve dar à embrionária vivência de um adolescente o mesmo peso que o conhecimento acumulado pela humanidade adquiriu em séculos.
Não poderia haver ironia melhor – até em face da teoria de gêneros que se tenta impor na educação, negando os sexos biológicos – do que associar o aumento do número de engenheiros no País à cadeia hormonal das caboclinhas, estimulada pela intervenção holística do Estado através da concessão de bônus. O Plano Nacional de Educação está cheio desse tipo de associação indevida entre aprendizado e fatores sociais diversos, como se aprender a ler e contar fossem atividades indissociáveis da vida cotidiana e não pudessem ser ensinadas sem que antes se revolucionasse todo o contexto social da criança. É esse tipo de mentalidade holística que faz com que o Plano Nacional de Educação se ocupe de ninharias tão absurdas que, já em sua Meta 2, uma das estratégias preconizadas é a renovação e padronização da frota rural de veículos escolares, como se prescrever o modelo e a cor desses veículos, desde a Amazônia aos Pampas, passando pelo Cerrado, fosse tão importante quando dispor de uma boa metodologia de ensino da tabuada, por exemplo.

Plano é “advocacia em causa própria”

É esse tipo de problema que levou o professor Claudio de Moura Castro, em sua palestra no Senado, a chamar o novo Plano Nacional da Educação 2011-2020 de “equivocado e inócuo”. Acertadamente, ele observa que o PNE é um somatório das idiossincrasias de diversos grupos advogando em causa própria, o que resultou num conjunto de mais de 2 mil propostas para a educação, muitas vezes incompatíveis entre si e quase sempre impossíveis de serem postas em prática. Entre as medidas que considera impossíveis, Moura Castro citou uma das estratégias da Meta 12, que pretende elevar para 90% o porcentual de conclusão dos cursos de graduação do ensino superior, quando se sabe que, mesmo nos Estados Unidos, o índice de evasão nas universidades chega a 50%. Outra meta que considerou irreal é a proposta de erradicação do analfabetismo absoluto até 2020, sobretudo – acrescento eu – porque a própria escola construtivista, regida pela aprovação automática, é uma usina de produção de analfabetos que, com alguma sorte, se tornam analfabetos funcionais quando chegam à universidade.
Parafraseando o delírio de Brás Cubas, do célebre romance de Machado de Assis, pode-se dizer que o Plano Nacional de Educa­ção é “uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da ideologia”. O PNE 2011-2020 já é sintoma de uma das mais graves doenças da era lulo-petista: o conferencismo – versão oficial do assembleísmo que o PT levou para as entranhas do Estado ao chegar ao poder em 2002. Se­gundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), desde que Getú­lio Vargas convocou a primeira conferência nacional no Brasil, sobre saúde, no início da década de 40, já foram realizadas 115 conferências nacionais, das quais 74 (64,3%) ocorreram no governo Lula, envolvendo cerca de 10 milhões de pessoas. E com um diferencial: antes, as conferências quase sempre se restringiam a setores como a saúde; com Lula, passaram a contemplar os mais variados setores, sobretudo as minorias.
O PNE é fruto da I Con­fe­rência Nacional de Educação, realizada em 2010 e precedida por conferências municipais e estaduais, contabilizando, no seu sistema de relatoria, 5.300 registros de inserção com propostas dos segmentos participantes. Já o documento-base da II Conferência Nacional de Educação, a ser realizada em novembro deste ano, contabiliza 11.488 registros de inserção, o que significa aproximadamente 30 mil emendas. Como se vê, não é por falta de palpiteiros que a educação brasileira vai mal. Essa segunda conferência estava programada para fevereiro deste ano e já foi precedida de conferências municipais e estaduais, mobilizando a militância de esquerda travestida de movimento social espontâneo. Mas o MEC acabou adiando sua realização para novembro próximo, fato que gerou indignação entre as entidades envolvidas. Segundo elas, o objetivo do adiamento foi esvaziar o poder de pressão da conferência, que iria coincidir com a votação do Plano Na­cional de Educação no Congresso. As entidades defendem o projeto aprovado na Câmara e acusam o governo de apoiar a revisão feita pelo Senado, que excluiu, por exemplo, a polêmica questão de gênero.
O projeto de lei do Plano Na­cional de Educação foi enviado pelo então presidente Lula ao Congresso em dezembro de 2010, com a proposta de “ampliar progressivamente o investimento pú­blico em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do PIB” – mas sem data para se concretizar. Em 2012, o projeto foi aprovado na Câmara dos De­pu­tados, que, dominada pelo petismo mais radical, se encarregou de piorar o que já era ruim, estabelecendo um investimento de 7% do PIB em educação até o quinto ano de vigência do plano e, no mínimo, 10% do PIB ao final de dez anos. Com a ressalva: esse investimento seria feito exclusivamente na educação pública, deixando de fora entidades filantrópicas e assistenciais. O Senado manteve esses índices, mas suprimiu a restrição aprovada na Câmara, permitindo o investimento público em entidades assistenciais, entre as quais, é bom lembrar, encontram-se as Apaes, que prestam um relevante serviço para as crianças com deficiência mental.

Ideólogos criam guerras de raça e gênero

Outro ponto polêmico do plano é a questão de gênero, que já constava do projeto original do Executivo, mas de forma menos radical, falando apenas em “implementar políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação à orientação sexual ou à identidade de gênero, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão”. Na Câ­mara, acrescentou-se a esse texto a discriminação racial. Como se não bastasse a incitação à guerra de raças, os deputados tornaram o texto mais prolixo, acrescentando novas diretrizes ao plano, entre elas a “superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. Percebem a brutal diferença? Não se trata mais de combater a possível discriminação de um aluno homossexual, mas de promover a “igualdade de gênero”, o que significa igualar ao sexo biológico as mais variadas fantasias de desajustados se­xuais, perseguindo o que os ideólogos chamam pejorativamente de “heteronormatividade”, isto é, o sexo papai-e-mamãe, que deve ser discriminado na escola em nome das relações homem-com-homem, mulher-com-mulher, trans-com-todos etc.
Para se ter uma ideia da importância que a maioria petista da Câmara dá à questão, essa diretriz é a terceira, logo depois da “erradicação do analfabetismo” (primeira) e da “universalização do atendimento escolar” (segunda) e à frente de “melhoria da qualidade da educação” (quarta) e “formação para o trabalho e a cidadania” (quinta). O Senado bem que tentou corrigir essa insanidade e, onde a Câmara falava em preconceito de gênero e raça, os senadores falam em “políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito”. Já no trecho em que a Câmara falava em “promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”, o Senado, agindo com bom senso, sintetizou: “com ênfase na promoção da cidadania”. Agora que o Plano Nacional de Educação voltou à Câmara, o relator do substitutivo oriundo do Senado, deputado Angelo Va­nho­ni (PT-PR), já recomendou, em seu relatório, que o texto aprovado na Câmara seja restabelecido, com a ênfase na questão de gênero – pa­ra gáudio das minorias de estimação do PT e desespero da bancada evangélica, talvez o único setor da sociedade a perceber, até agora, o grande perigo da ditadura gay.

Instituindo a novilíngua orweliana

O preciosismo ideológico da maioria petista na Câmara é tanto que o projeto do Executivo foi reescrito na novilíngua orwelliana: sempre que apareciam expressões como “os estudantes”, “os alunos”, “os profissionais da educação”, foram acrescentadas as partículas “os/as”, tornando o texto ilegível: “os(as) estudantes”, “os(as) alunos(as)”; “os(as) profissionais de educação”. O Senado, primando pela boa técnica legislativa e pelo bom senso antropológico, suprimiu todos esses penduricalhos feministas do texto, para indignação do deputado Ângelo Vanhoni, que, em seu relatório, já recomendou a recomposição da vulgata feminista da Câmara. Caso o Plano Nacional de Educação seja aprovado, em definitivo, com essa redação sexista (isso mesmo: sexista), a nação brasileira corre o risco de ter sua língua sequestrada pelos ideólogos de esquerda. Não tardam e hão de querer revisar o texto da própria Constituição para adicionar-lhe esses penduricalhos de mau gosto.
Um ideólogo nunca é apenas antiético – é também ilógico. Como dizia Durkheim, um mínimo de lógica exige um mínimo de moral e vice-versa. Não adianta lutar contra a natureza da língua, que, mesmo se realizando nos seus falantes, é muito maior do que eles. De que adianta escrever “alu­no(a)”, achando que assim se evita o suposto machismo da língua portuguesa, sem perceber que o gênero masculino do substantivo (“aluno”) aparece como a palavra principal, da qual o gênero feminino é apenas um apêndice, feito uma Eva linguística retirada da costela masculina do idioma? Qual seria a solução para evitar isso? Escrever “aluna(o)”, “amiga(o), “irmãs(os)? Nem as feministas têm coragem suficiente para fazer essa inversão, tanto que os grupos mais radicais preferem subverter completamente a língua, es­crevendo impronunciáveis “a­lunxs”, “amigxs”, “namoradxs”, muito mais para agradar o sexo cambiante dos gays do que para valorizar, de fato, as mulheres.
Uma opção seria variar o gênero da palavra principal. Mas como decidir os critérios para essa escolha? Contabilizando quantos homens e mulheres há na categoria mencionada e optando pelo gênero que fosse a maioria? Ainda assim, o suposto machismo não iria desaparecer – apenas mudaria de lugar, transferindo-se da língua para a sociologia. As funções e profissões socialmente valorizadas, nas quais os homens são a grande maioria, continuariam sendo escritas primeiramente no masculino: neurocirurgião(ã), engenheiro(a), ministro(a), juiz(a); enquanto para as mulheres sobrariam: “doméstica(o)”, “enfermei­ra(o)”, “educadora(or)”. Isso mostra que a língua é complexa demais para caber na lógica mecanicista da luta de classes ou no ressentimento maniqueísta das minorias de estimação.
Ao querer neutralizar as palavras de suas eventuais cargas negativas, a esquerda revela seu espírito totalitário, pois uma língua que não soubesse exprimir desigualdade, preconceito e ódio não seria uma linguagem humana e mataria seus falantes de angústia. A propósito, os ideólogos que não acreditam nas determinações sociais do sexo biológico e acham que tudo é construção de gênero saberiam me dizer se o masculino de “babá” é “babão”? Como se vê, um Plano Nacional de Educação que, no país do analfabetismo funcional, negligencia o mérito, incita a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica, nada tem a ver com ensino – é apenas uma doutrinação totalitária que tenta fazer da escola uma incubadora de subversões.
Divulgação: www.juliosevero.com
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13 de abril de 2014

É sobrenatural: Experiências da Nova Era


É sobrenatural: Experiências da Nova Era

Programa de Sid Roth, que é exibido semanalmente na TV WND, entrevista L. A. Marzulli, que numa vida envolta em movimentos da Nova Era teve uma experiência sobrenatural com Deus!
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12 de abril de 2014

Parada do Orgulho LGBT será financiada com dinheiro público


Parada do Orgulho LGBT será financiada com dinheiro público

Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal investirão milhões para promover evento gay.

Michael Caceres
Segundo informação do colunista Lauro Jardim do Radar Online da Veja, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo deste ano será patrocinada mais uma vez com dinheiro público.
Os gastos com o evento gay serão custeados pela Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal. No ano passado, o custo do evento foi de 2,2 milhões de reais. A Petrobras teria destinado 200 000 reais e a Caixa 50 000 mil reais para apoiar a Parada LGBT.
Em 2012 a Marcha para Jesus do Rio de Janeiro, comandada pelo pastor Silas Malafaia, teve o apoio da prefeitura que investiu cerca de 2,48 milhões de reais no evento evangélico. Na época Malafaia devolveu uma grande parte deste montante aos cofres públicos, R$ 410 mil. Foi a primeira vez que a prefeitura ajudou financeiramente na organização de um evento evangélico na cidade.
Na época Malafaia informou que a Associação Vitória em Cristo, presidida por ele, também colaborou financeiramente com o evento. Apesar de concordar com a ajuda financeira a Parada Gay, Malafaia foi irônico: “Quero ver parada gay devolver algum dinheiro de evento”, disse.
Os valores exorbitantes investidos pelo Governo para promover o evento gay em São Paulo tem sido duramente criticado. O ativista cristão Júlio Severo chegou a denunciar em um dossiê os gastos públicos do Governo Federal para a organização deste tipo de evento.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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11 de abril de 2014

Peter LaBarbera é detido ao entrar no Canadá para dar palestra sobre homossexualidade


Peter LaBarbera é detido ao entrar no Canadá para dar palestra sobre homossexualidade

Numa violação da liberdade de expressão e consciência, o líder conservador americano Peter LaBarbera foi detido ao entrar no Canadá.
Aeroporto Internacional de Regina
A viagem de LaBarbera para o Canadá para dar uma palestra sobre a homossexualidade sofreu oposição vociferante dos ativistas gays canandenses, que montaram uma campanha para foçar a conferência anual da Associação Pró-Vida de Saskatchewan a cancelar o convite que haviam feito para LaBarbera.
LaBarbera, fundador e presidente de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade (AFTH, em inglês), disse para o site noticioso BarbWire que a polícia de fronteira o estava esperando no aeroporto quando o voo dele chegou tarde na quinta-feira e fez uma busca completa.
“Quando passei pela alfândega canadense, fizeram uma busca em todos os meus pertences, inclusive notebook e telefone, para coletar informações como ‘prova’ de ‘propaganda de ódio,’” LaBarbera disse na sexta-feira de manhã.
LaBarbera, um proeminente líder no movimento de defesa do casamento tradicional nos Estados Unidos, disse que ele estava agendado para dar palestra no domingo na cidade de Weyburn “sobre as ligações da agenda pró-aborto com a agenda gay.”
LaBarbera disse que estava levando vários livros que criticam o movimento homossexual nos Estados Unidos, inclusive o livro do Dr. Michael Brown “A Queer Thing Happened to America.” “Eu estava planejando mencionar esses livros na minha palestra,” disse LaBarbera.
“O julgamento inicial da polícia de fronteira é não permitir que eu entre no Canadá com base em alegada violação da lei de ‘propaganda de ódio,’” disse LaBarbera.
LaBarbera disse ao BarbWire que o policial de fronteira Darren Bannick o informou de que ele havia descoberto evidência de que LaBarbera estava “mirando” um grupo com base em sua “orientação sexual.” De acordo com LaBarbera, Bannick fez questão de visitar o site dele, que declara que o ministério dele é uma “organização nacional dedicada exclusivamente a desmascarar e refutar a agenda da militância homossexual.”
Expor os perigos morais e médicos da conduta sexual, que é a principal ênfase de LaBarbera, é considerado crime de “ódio” no Canadá. Ministérios evangélicos de rádio têm sido forçados a cortar e censurar seus ensinos sobre a natureza iniqua da atividade homossexual na sua programação no Canadá.
Depois de ser detido pela polícia canadense no Aeroporto Internacional de Regina em Saskatchewan, LaBarbera foi liberado e entregue para a custodia de Bill Whatcott, um proeminente defensor da moralidade tradicional no Canadá.
Bill Whatcott e Peter LaBarbera no aeoroporto canadense
“O Canadá não respeita a liberdade de expressão,” Whatcott disse para BarbWire. “Até mesmo as escolas canadenses ensinam explicitamente contra a liberdade de expressão. Peter não fez nada de ilegal. Toda a atividade ilegal veio dos ativistas homossexuais. No Canadá, é ilegal insultar as pessoas, mas os ativistas gays têm violado essa lei milhares de vezes.
“Tenho sido chamado de ‘o principal homófobo do Canadá,’ e ‘o principal promotor de ódio no Canadá,’ pois prego o Evangelho. Não defendo violência contra gays, e creio que gays podem ser redimidos.”
De acordo com Whatcott, “no Canadá, é crime dizer que gays não nasceram desse jeito e dizer que a conduta homossexual é pecado.”
LaBarbera brincou: “Não tenho certeza se o governo de Obama me deixará voltar para os Estados Unidos. Acho que precisarei pedir asilo em Moscou.”
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo do BarbWire “Breaking: American Moral Crusader Arrested, Denied Entry into Canada.”
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