23 de julho de 2018

Cantores gospel fazem mega-show para entidade do Rev. Moon


Cantores gospel fazem mega-show para entidade do Rev. Moon

Julio Severo
Não é fácil colocar os famosos cantores gospel André Valadão, Aline Barros, Priscilla Alcântara e Thalles Roberto todos juntos no mesmo show, mas a Dra. Hak Ja Han Moon conseguiu tal proeza.
Em 4 de agosto de 2018 ocorrerá no Allianz Parque em São Paulo o “Festival Família 2018,” que será um evento internacional para “celebrar a paz e os valores familiares.” A entidade da Dra. Moon já realizou semelhantes eventos na Coreia do Sul, Áustria, Estados Unidos, Senegal e Japão.
Quem é exatamente a Dra. Hak Ja Han Moon, que é a grande responsável pelo “Festival Família 2018”?
De acordo com a Wikipédia:
Hak Ja Han se casou com o Rev. Sun Myung Moon em 11 de abril de 1960, logo após ele completar 40 anos, numa cerimônia chamada Casamento Santo. Han é chamada de “Mãe” ou “Mãe Verdadeira.” Ela e Moon juntos são mencionados como os “Verdadeiros Pais” pelos membros da Igreja da Unificação e sua família como a “Família Verdadeira.” Jesus era divino, mas não Deus; ele deveria ser o segundo Adão que criaria uma família perfeita unindo-se à esposa ideal e criando uma família pura que teria iniciado a libertação da humanidade de sua condição pecaminosa. Quando Jesus foi crucificado antes de se casar, ele redimiu a humanidade espiritualmente, mas não fisicamente. Essa tarefa foi deixada para os “Verdadeiros Pais” — Moon e Han — que ligariam os casais e suas famílias a Deus.
Querendo ou não, conscientemente ou não, Priscilla Alcântara, André Valadão, Aline Barros e Thalles Roberto estarão fazendo propaganda para o movimento de um dos maiores falsos messias que o mundo já conheceu.
Não foi por falta de aviso. Jesus disse:
“Porque muitos vão aparecer fingindo ser eu e dizendo: ‘Eu sou o Messias!’ E enganarão muitas pessoas.” (Mateus 24:5 NTLH)
O Rev. Moon era muito mais prepotente do que os falsos messias que afirmam ser Jesus. Ele alegava ser melhor do que Jesus. Ele foi verdadeiramente o rei dos falsos messias. Mas diferente de Jesus, a quem ele julgava como um messias imperfeito, Moon morreu, em 2012, e não ressuscitou.
Como foi que Priscilla Alcântara, André Valadão, Aline Barros e Thalles Roberto se deixaram enganar tão fácil?
Aparentemente, esses cantores gospel, por amor aos cachês, estão ignorando o alerta muito simples que Jesus deu:
“Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito, com certeza, está preparado, mas a carne é fraca.” (Mateus 26:41 KJA)
A prática de vigiar e orar não deixa ninguém cair em tentação. Mas quando essa prática está ausente, a carne sofre todas as tentações do bolso ganancioso, e o espírito vigilante vira espírito vacilante.
Não só de engano e carne fraca vivem cantores gospel, mas também de cachês elevados, e o movimento do Rev. Moon é conhecido por pagar cachês bem gordos para as estrelas de seus eventos.
Não é de hoje que líderes evangélicos caem no conto do vigário do rei dos falsos messias e seu movimento que tem uma linda fachada pró-família, direitista, anticomunista, antimarxista e conservadora. Mas por trás da fachada, o rei dos falsos messias está de braços abertos (e putrefados) enganando com seu falso evangelho.

Bispo Manoel Ferreira e Marisa Lobo

Em 2008, conforme denunciei no meu artigo “As tolices de grandes líderes evangélicos com os anticristos,” o Bispo Manoel Ferreira, que era o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, se encontrou pessoalmente com o Rev. Moon em Washington. Essa foi a primeira grande denúncia que desencadeou muitas outras denúncias de diferentes fontes. Ferreira ganhou do Rev. Moon o título de “Embaixador da Paz,” que lhe rendeu ainda uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz. Isso mostra o tremendo poder do movimento do rei dos falsos messias de beneficiar quem se envolve com seus eventos.
Bispo Manoel Ferreira
Por amor a essas tentações, Ferreira chegou a viajar para a Coreia do Sul para ver, em primeira mão, o Rev. Moon realizar seus casamentos místicos de multidões de ludibriados. Ferreira teve oportunidade de participar da mega-cerimônia abençoando os casais da seita.
Manoel Ferreira abençoando casamento em massa de Rev. Moon na Coreia do Sul em 2010
Mais recentemente, em 2017, Marisa Lobo, que tem se destacado em sua luta como psicóloga contra a ditadura gay no Conselho Federal de Psicologia, também foi alcançada por uma grande graça do movimento do Rev. Moon: Ela recebeu o título de “Embaixadora da Paz.” Esse caso, igualmente escandaloso, foi denunciado no artigo “Marisa Lobo, Embaixadora da Paz de Quem?
Marisa Lobo assinando filiação à Associação de Mulheres para a Paz Mundial em 2014
Contudo, muito antes de Marisa ganhar o título de “Embaixadora da Paz,” ela já tinha ligações com entidades do Rev. Moon. Ela assinou oficialmente ficha de filiação à Associação de Mulheres para a Paz Mundial em Curitiba, conforme consta em foto dessa entidade publicada em 20 de outubro de 2014.
Marisa Lobo confirmando ligação com a Associação de Mulheres para a Paz Mundial
Em seu próprio Facebook, Marisa mais tarde confirmou sua ligação com a entidade do Rev. Moon.
Só os mais inocentes, como eu, então creram que o título de “Embaixadora da Paz,” concedido anos depois, caiu inesperadamente do céu sem nenhuma ligação anterior dela com o movimento do Rev. Moon.
Marisa ganhou um grande título participando desse movimento. E os cantores Priscilla Alcântara, André Valadão, Aline Barros e Thalles Roberto, que adoram gordos cachês, o que estão ganhando? É fato que o movimento do Rev. Moon ganha destaque com a participação desses cantores gospel, mas não está claro os reais ganhos financeiros e espirituais deles ajudando a dar uma boa imagem para um evangelho falso e uma seita enganadora.
Mais de uma vez eu mesmo fui convidado, em ofertas tentadoras, para fazer parte do movimento do rei dos messias falsos, mas recusei por causa das implicações espirituais.
Nem o Bispo Macedo nem Marisa Lobo se arrependeram de seu envolvimento. Mas talvez os cantores gospel possam tomar uma atitude diferente. Para ajudá-los, publico a seguir fatos (com informações da Enciclopédia Popular de Apologética, de Ed Hindson, e do livro Christianity, Cults & Religions) sobre a Igreja da Unificação, fundada pelo Rev. Moon, pois todas as iniciativas, eventos e entidades do Rev. Moon visam a espalhar a Igreja da Unificação.

Rev. Moon e sua Igreja da Unificação

Com base na atenção de mídia dada a ela durante as décadas de 1970 e 1980, alguns ainda pensam na Igreja da Unificação como a seita que, de acordo com ex-membros e familiares de membros, fez lavagem cerebral em jovens recrutas e isolou-os de amigos e familiares.
Tal como acontece com tantas empresas hoje, a imagem é tudo, e parece que o foco da Igreja da Unificação mudou para atividades que trazem uma atenção mais positiva. A Igreja constrói, promove e mantém a sua imagem pública através de uma rede de organizações de fachada religiosa, social, humanitária e política e através das suas muitas participações comerciais e ligações como os jornais direitistas The Washington Times e a United Press International.
Muitas dessas empresas e organizações de fachada não são promovidas ou geralmente reconhecidas pela Igreja como ligadas a ela; porém, mesmo assim essas entidades direitistas trazem valor aos esforços de recrutamento da Igreja, fazendo-a parecer mais relevante e credível para o público em geral e desviar a atenção de algumas das crenças e práticas mais polêmicas da Igreja.
O fundador da Igreja da Unificação é Sun Myung Moon. Ele nasceu em Pyungan Buk-do, localizado na atual Coreia do Norte, em 1920. Sua família se converteu ao Cristianismo quando ele era menino e, em 1936, com a idade de 16 anos, ele afirmou ter sido visitado por Jesus na manhã de Páscoa. Deste evento ele escreveu:
No início da minha vida, Deus me chamou para uma missão como Seu instrumento. Eu me comprometi ininterruptamente na busca da verdade, buscando as colinas e os vales do mundo espiritual. O tempo veio de repente para mim quando o céu se abriu, e tive o privilégio de me comunicar diretamente com Jesus Cristo e o Deus vivo (God’s Warning to the World, Sun Myung Moon, p. 10).
Moon acreditava que seu chamado era cumprir a missão de Jesus. Como Damian Anderson escreveu no Unification.net,
“[Moon] veio como o Messias, o salvador, aquele que vem para cumprir a missão de Jesus de construir o Reino de Deus e criar uma família global de amor verdadeiro.”
Em 1954, Moon iniciou formalmente sua igreja em Seul, Coréia do Sul. Foi chamada de Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, mais tarde abreviada para Igreja da Unificação. Obviamente, nem todos concordaram com os ensinamentos de Moon. Um dos que não concordaram foi sua primeira esposa, que o deixou nessa época porque ela não concordava com o que Moon andava ensinando. Em 1960, Moon se casou com sua atual esposa, Hak Ja Han Moon.
Não desanimado pelos críticos, Moon continuou a desenvolver sua teologia e, em 1957, publicou seu livro mais importante, Princípio Divino, estabelecendo os ensinamentos e entendimentos teológicos da Igreja da Unificação.
A mudança de Moon para o Ocidente começou em 1º de janeiro de 1972, quando Moon disse que Deus apareceu novamente para ele — dessa vez instruindo-o a ir para os EUA. Como resultado, a Igreja comprou uma grande propriedade perto de Tarrytown, Nova Iorque, e estabeleceu sua primeira base de operações nos EUA. Moon também se mudou para aos EUA e começou a implementar a mesma estratégia que comprovou ser um sucesso para a Igreja da Unificação na Coréia do Sul.
Jovens membros eram ativamente recrutados, doutrinados e enviados para espalhar a mensagem. Comícios em massa eram realizados em grandes locais públicos, como o Madison Square Garden, em Nova Iorque. A seita gerou uma quantidade enorme de atividade, o que atraiu uma quantidade desproporcional de atenção da mídia, o que fez o grupo parecer maior do que realmente era. A mídia apelidou os membros de Moonies.

Seita com fachada de empresa direitista

Outra parte importante da estratégia de Moon nos Estados Unidos (repetindo uma lição aprendida na Coréia do Sul) foi desenvolver aliados na direita política. Dando prosseguimento à sua posição anticomunista, Moon tornou-se uma líder de torcida estridente na direita em defesa dos Estados Unidos e um forte defensor do então presidente direitista Richard Nixon. Ele reuniu seus seguidores e realizou comícios pró-Nixon nos degraus do Capitólio dos EUA e em outras cidades. Os resultados foram positivos, não só para Nixon, mas para Moon. O falso messias exaltou a direita e a direita o exaltou. Moon acabou se encontrando com praticamente todos os grandes presidentes direitistas dos EUA, inclusive Reagan e Bush.
De acordo com Rory O’Connor no artigo “Media, Money and Sun Myung Moon” (Mídia, Dinheiro e Sun Myung Moon), publicado no Huffington, “com uma combinação hábil de dinheiro, mídia e promoção sistemática de uma agenda política conservadora, um autointitulado messias e um criminoso condenado rapidamente se reinventou” e logo era celebrado nas presidências de governos conservadores dos EUA. Na inauguração de Reagan, Moon foi convidado de honra. Ele acabou se tornou um grande financiador da elite conservadora dos EUA.
Moon passou a se envolver com outras figuras políticas e celebridades direitistas. Uma maneira pela qual ele a alinhava a si e sua Igreja da Unificação com as personalidades direitistas foi pagando-lhes elevados cachês para participarem de eventos da Igreja da Unificação (geralmente, esses eventos eram mantidos não sob o nome direto da Igreja, mas sob o nome de uma das muitas organizações de fachada da Igreja) — muitas vezes como palestrantes. Moon divulgava e usava a participação deles em seus eventos para dar mais credibilidade aos eventos.
Dinheiro nunca falou à seita dele. Só na década de 1980, as organizações do Rev. Moon tiveram, de acordo com O’Connor, os seguintes gastos nos EUA:
* mais de US$ 800 milhões no jornal direitista Washington Times;
* centenas de milhões em jornais conservadores americanos;
* dezenas de milhões em mídia eletrônica;
* pelo menos US$ 40 milhões em jornais de Nova Iorque;
* mais de US$ 10 milhões em uma editora de Nova Iorque;
* milhões em reuniões e conferências da World Media Association;
* mais milhões injetados em organizações direitistas, inclusive a Coalizão de Liberdade Americana;
* bem mais de US$ 100 milhões em imóveis, incluindo o New Yorker Hotel no centro de Manhattan;
* pelo menos US$ 40 milhões em operações de pesca comercial;
* e pelo menos US$ 75 milhões em projetos relacionados…
Portanto, o movimento do Rev. Moon tem demonstrado ampla capacidade de injetar fortunas e influenciar entidades direitistas e conservadoras.

Teologia da Unificação

A Igreja da Unificação usa muitos termos semelhantes aos termos encontrados no Cristianismo bíblico. Seus significados, porém, são bem diferentes. Essa não é uma prática incomum entre grupos ou seitas pseudocrístão. Aliás, é inerente ao engano que, por sua própria natureza, tenta disfarçar aquilo que o torna diferente, fazendo com que pareça tão semelhante ao original quanto possível.
Por exemplo, considere a seguinte instrução de Moon:
Já que Deus tem conduzido Sua dispensação através da igreja cristã, Ele e nós somos responsáveis por transmitir esta mensagem aos cristãos primeiro. Até que nossa missão para a igreja cristã esteja completa, devemos citar a Bíblia e usá-la para explicar o Princípio Divino. Depois de tomarmos posse da igreja cristã, estaremos livres para ensinar sem a Bíblia. Agora, porém, nossa principal missão é testemunhar para a igreja cristã (O Mestre Fala — Perguntas e Respostas com Sun Myung Moon, março-abril de 1965, capítulo 7).
Em sua discussão sobre Deus no Princípio Divino, Moon apela não apenas para a Bíblia, mas também ao Livro das Mudanças, também conhecido como I Ching (que ele reconhece ser a base da filosofia do Leste Asiático):
…A origem do universo é o Grande Último (Último Vazio). Do Grande Último surgiram yang e yin, de yang e yin surgiram os Cinco Agentes — metal, madeira, água, fogo e terra — e dos Cinco Agentes todas as coisas vieram à existência. Yang e yin juntos são chamados de Caminho (Tao)… O Caminho é tradicionalmente definido como a Palavra… podemos supor que o Grande Último, como a fonte harmoniosa de yang e yin ou a Palavra, não é outro senão Deus (Exposição do Divino Princípio, 1996 ed., Pp 20-21).
Aqui Moon observa a mistura do relato bíblico com o taoísmo. Na verdade, a visão de Deus que Moon tinha é muito mais semelhante à visão religiosa oriental conhecida como panteísmo: a criação é deus. Assim, devemos concluir que o deus da Igreja da Unificação não é o Deus da Bíblia.
Como o primeiro Adão, Jesus não completou Sua missão — Ele foi crucificado antes de se casar e ter filhos. Mais uma vez o plano de Deus foi frustrado — desta vez pelo homem. Outro Messias era necessário, e Moon se viu preenchendo esse papel.
Assim, o Jesus da Igreja da Unificação é um Jesus diferente do Jesus do Cristianismo. A Igreja da Unificação também nega que Jesus tenha realizado a salvação através da Sua morte na cruz, por isso se apega a um evangelho diferente. Se a salvação não vem através do sacrifício de Jesus em favor do homem, então como alguém se torna salvo, de acordo com a Igreja da Unificação?
A doutrina dos Verdadeiros Pais é o princípio central da teologia da Unificação, pois a restauração do plano original de Deus pode vir somente através dela. Moon ensinava que somente sendo enxertado nesses Verdadeiros Pais, a pessoa pode obter a salvação completa. Através deles, os casais podem trazer filhos sem pecado ao mundo. Essa é a base das cerimônias de casamento em massa orquestradas por Moon. Através desses casamentos, os participantes são trazidos para a Família Verdadeira.
O próprio Moon afirmou o seguinte em um discurso proferido no Dia dos Verdadeiros Pais, 18 de abril de 1996:
Dentro deste mundo não há indivíduo a quem Deus ame mais do que o Reverendo Moon. Não há mais ninguém que conheça a Deus mais do que o Reverendo Moon (Unification News, junho de 1996, p. 3).
Isso está em forte contraste com o evangelho de Jesus, que proclamou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14: 6). Além disso, Jesus não viu sua obra na cruz como incompleta. Em vez disso, Ele declarou: "Está consumado" (João 19:30). E Ele não disse a Seus seguidores que procurassem outro messias, mas prometeu: “Eu voltarei e receberei vocês para Mim mesmo, para que onde eu esteja, vocês também possam estar” (João 14: 3).
Ao longo de sua história, a igreja cristã não esperou um messias diferente.
Em vez disso, a igreja tem clamado: “Vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20). E assim será sempre para aqueles que confiam no verdadeiro Jesus para serem salvos.

Resumo da Igreja da Unificação e seu fundador:

Principais Escritos

Princípio Divino de Sun Myung Moon, considerado o “Testamento Completo.” Outline of the Principle, Level 4.

Quem é Deus?

Deus é positivo e negativo. Deus criou o universo a partir de si mesmo; o universo é o “corpo” de Deus. Deus não conhece o futuro, está sofrendo e precisa do homem (Sun Myung Moon) para fazê-lo feliz. Não existe Trindade.

Quem é Jesus?

Jesus foi um homem perfeito, não Deus. Ele é o filho de Zacarias, não nascido de uma virgem. Sua missão era unir os judeus em torno dele, encontrar uma noiva perfeita e começar uma família perfeita. A missão dele falhou. Jesus não ressuscitou fisicamente. A segunda vinda de Cristo se cumpre em Sun Myung Moon, que é superior a Jesus e terminará a missão de Jesus.

Quem é o Espírito Santo?

O Espírito Santo é um espírito feminino que trabalha com Jesus no mundo espiritual para levar as pessoas a Sun Myung Moon.

Como ser salvo

Obediência e aceitação dos Verdadeiros Pais (Moon e sua esposa) eliminam o pecado e resultam em perfeição. Aqueles que são casados por Moon e sua esposa bebem um vinho sagrado especial contendo 21 ingredientes (inclusive o sangue dos Verdadeiros Pais).

O que acontece depois da morte?

Depois da morte, a pessoa vai para o mundo espiritual. Não há ressurreição. Os membros avançam convencendo outros a seguir Sun Myung Moon. Todos serão salvos, até mesmo Satanás.

Outros fatos, crenças ou práticas

Ênfase na mediunidade (canalização) para fazer contato com os mortos, “libertar” as almas dos ancestrais. Casamentos em massa, baseados em diferentes origens raciais, organizados e realizados por Moon. Esforços para persuadir as igrejas a remover suas cruzes. Crença de que Jesus se curva ao Rev. Moon, que é o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e o Cordeiro de Deus.

O que fazer?

A grande força estratégica da seita do Rev. Moon foi apoiar a direita americana e captar e canalizar influências direitistas para fortalecer seu próprio movimento pseudocrístão.
Cristãos com posturas conservadoras ou direitistas deveriam recusar ser usados para promover, mesmo que através de entidades de fachadas atraentes, o rei dos falsos messias, rejeitando cachês, participações e outras vantagens oferecidas pela seita do Rev. Moon.
Se a esquerda tem suas armadilhas típicas para pegar inocentes e desavisados, a direita tem armadilhas diferentes — na forma de ocultistas oportunistas infiltrados — para pegar outros inocentes e desavisados. A seita do Rev. Moon soube fazer uso extenso da direita para se expandir nos EUA. Agora, com tal experiência, as entidades e eventos do Rev. Moon alcançam a direita brasileira, principalmente entre evangélicos, que são a maior força conservadora do Brasil.
Quando Jesus alertou contra messias falsos, ele não especificou diretamente os esquerdistas e poupou os direitistas. O único messias é Jesus e todos os outros messias, sejam de esquerda ou de direita, são falsos e enganadores.
Cabe aos pastores avisar seus membros e seus próprios cantores gospel que por trás da fachada de “valores pró-família” e várias causas direitistas pode estar um ou vários ocultistas messiânicos oportunistas.
Com informações da Enciclopédia Popular de Apologética, Christianity, Cults & Religions e Huffington.
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22 de julho de 2018

Cem muçulmanos concorrem a cargos nesta eleição nos EUA


Cem muçulmanos concorrem a cargos nesta eleição nos EUA

Art Moore
Cerca de 100 muçulmanos entraram com pedido de candidatura para cargos estaduais ou nacionais neste ciclo eleitoral nos EUA, um número recorde que supera em muito a dúzia que existia em 2016.
Muitos dos candidatos dizem que foram motivados pela “política e retórica antimuçulmana do presidente Trump,” afirmando que os EUA estão experimentando um crescente sentimento antimuçulmano, informou a Rádio Pública Nacional.
A estimativa de candidatos muçulmanos veio da organização de direitos civis muçulmana Emgage, disse a NPR, observando que cerca de 50 já estão em disputa avançada.
Saima Farooqui disse que está concorrendo para se tornar a primeira deputada muçulmana na câmara estadual da Flórida “porque senti uma extrema necessidade de ajudar a comunidade.”
“[Trump] meio que estimulou as minorias a ficar juntas e defenderem juntas umas as outras e fazer a diferença,” disse ela à NPR.
A ordem executiva do presidente Trump, impedindo a entrada de alguns países produtores de terror, inclusive dois que não são majoritariamente muçulmanos, tem sido caracterizada como fanatismo, embora se aplique a menos de 10% da população muçulmana do mundo. A ordem foi confirmada pelo Supremo Tribunal dos EUA no mês passado.
Após a decisão, o deputado democrata Keith Ellison, um dos dois muçulmanos no Congresso, tuitou que a Suprema Corte “ratificou a ‘total e completa proibição de Donald Trump’ da entrada dos muçulmanos nos Estados Unidos.”

“Alimentado por sentimentos de ódio”

No momento, há menos de 300 muçulmanos em cargos políticos nos Estados Unidos, de acordo com a Jetpac, uma organização sem fins lucrativos de Massachusetts que apoia candidatos muçulmanos americanos.
Nove muçulmanos ainda estão em disputa por vagas no Congresso, pelo menos 18 buscam vagas em Assembleias Legislativas estaduais e outros 10 estão em campanha para outros cargos estaduais ou locais, como governador ou prefeito, segundo a Jetpac.
Muitos, de acordo com a AP, são democratas que buscam tirar vantagem da onda de ativismo progressista, provocada pela impressionante virada nas eleições primárias de Alexandria Ocasio-Cortez contra o desafiante Joe Crowley, de Nova Iorque.
Em Michigan, com a maior comunidade muçulmana nos EUA, pelo menos sete muçulmanos americanos estão concorrendo nas primárias de 7 de agosto, inclusive Abdul El-Sayed, que pode se tornar o primeiro governador muçulmano eleito dos EUA.
O WND informou que Sayeed tem o apoio total da poderosa rede de organizações islâmicas ligadas à Irmandade Muçulmana dos EUA, inclusive o Conselho de Relações Americano-Islâmicas, ou CAIR. Logo após o atentado de 11 de setembro de 2001, o WND fez reportagem sobre uma iniciativa do CAIR de mobilizar os eleitores muçulmanos, observando declarações explícitas de líderes da Irmandade Muçulmana de que eles pretendem ajudar a tornar os Estados Unidos uma nação muçulmana, independentemente de quanto tempo isso leve.
Ellison, que tem muitos laços da Irmandade Muçulmana, está concorrendo ao procurador-geral de Minnesota.
Farooqui disse à NPR que “sentimentos ou declarações de ódio” direcionadas aos muçulmanos nos EUA “são como fumaça e combustível para mim que… realmente me levam a fazer ainda mais e me esforçar ainda mais.”
“Eu quero representar a todos e a cada um, independentemente do que eles acreditam, de quem eles amam, de onde vieram,” disse ela.

Muçulmanos americanos enfrentando um holocausto?

No ano passado, como informou o WND, o diretor-executivo do CAIR, Nihad Awad, afirmou num discurso que muçulmanos e outras minorias religiosas nos Estados Unidos enfrentam fanatismo que poderia levar a um holocausto semelhante ao que matou 6 milhões de judeus.
Awad apontou para um relatório do CAIR afirmando que 2016 foi o pior ano já registrado para os muçulmanos americanos “quando se trata de crimes de ódio, atos de vandalismo, discriminação, ataques a nossos direitos civis e humanos.”
No entanto, as últimas estatísticas do FBI, divulgadas no final do ano passado, mostraram que crimes de ódio antissemitas são duas vezes mais comuns do que crimes de ódio contra muçulmanos, apontou Robert Spencer, que também notou que muitos dos relatórios se revelaram falsos ou falsificado pelos próprios muçulmanos.
A entidade esquerdista Southern Poverty Law Center publicou um relatório em novembro de 2016 que compilou 867 supostos incidentes de “assédio e intimidação” nos 10 dias que se seguiram à eleição de Trump. Mas muitos desses relatórios acabaram comprovando ser falsos, e a maioria dos incidentes na lista do SPLC, embora deploráveis se realmente aconteceram, não incluiu violência física, o que significa que o uso do termo “ataque” era enganoso.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): 100 Muslims run for office this election
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21 de julho de 2018

Governo do PT na Bahia financia exposição gay “Cu É Lindo”


Governo do PT na Bahia financia exposição gay “Cu É Lindo”

Julio Severo
O governo da Bahia está patrocinando, no Instituto Goethe de Salvador, uma mostra chamada Devires, que tem como uma de suas atrações a exposição gay “Cu É Lindo”.
A exposição focada no ânus retrata a jornada de um homem homossexual para aceitar seu… ânus, num trampolim para falar também das relações entre sexo e sua dimensão fake: gênero
De acordo com o site Dois Terços, a proposta do “Cu É Lindo” é tratar da “abjeção do Cu, do silêncio histórico da homofobia, da moral social, do fundamentalismo religioso…”
A Bahia é o lugar ideal, do ponto de vista homossexual, para ver beleza no ânus:
* A Bahia sofre de uma influência forte de religiões afro-brasileiras, cujos espíritos aceitam muito bem as práticas homossexuais, inclusive levando seus adeptos a essas práticas.
* A Bahia abriga Luiz Mott, o decano do movimento homossexual do Brasil. Ele é o rei do ânus gay. Quando o movimento homossexual nadava em dinheiro de impostos no governo Lula, Mott estava nas alturas ameaçando a tudo e a todos. Seu sonho era me ver condenado pelo Ministério Público Federal e preso numa cela com pervertidos de Sodoma. Agora, com a crise econômica, a fonte de impostos secou, e Mott e outros ativistas pararam seu bullying contra mim e outros.
* A Bahia é governada pelo PT, que usa e abusa do dinheiro de impostos para financiar aberrações homossexuais.
Quem vive aprisionado no vício das práticas homossexuais inevitavelmente vê beleza no ânus e na defecação. Esse é o caso de Mott e outros.
Quem vê beleza nas práticas homossexuais inevitavelmente vê o ânus como o centro do corpo e do universo, e beleza no ânus e na defecação. Esse é o caso do PT e outros esquerdistas.
Ter o ânus como foco nos pensamentos e na linguagem não é saudável. É sintoma de podridão extrema no coração. Nesse sentido, dá para entender o estado fecal em que estão os ativistas gays e o PT.
Mas não são só esses dois que estão nesse estado fecal. A suposta direita também tem seus pecados a confessar. Talvez ninguém use mais termos anais como centro de sua linguagem e filosofia do que o autoproclamado filósofo e historicamente comprovado astrólogo Olavo de Carvalho. Se o refrão do astrólogo Walter Mercado na TV era “Ligue Djá,” o refrão do astrólogo brasileiro é… o ânus.
Falar de ânus, a não ser numa base estritamente médica, só evidencia a decadência moral de quem o coloca no centro de sua vida e suposta arte e filosofia. A defecação moral é sempre o resultado inevitável. Não é lindo. É nojento, seja de quem vier, da esquerda e da direita, quer do pomposo Instituto Goethe, quer de um pomposamente autoproclamado filósofo.
Como Jesus disse, a boca fala do que o coração está cheio. Se está cheio de conteúdo fecal, vai falar do quê? De flores e moralidade? Não. Vai falar só de ânus e filosofia fecal.
O que a esquerda mimizenta, birrenta e maldizente tacha de “moral social e fundamentalismo religioso” deve continuar repudiando toda tentativa de enfoque anal como lindo e aceitável, seja de quem for — de ativistas gays fazendo “exposição artística” gay, do PT financiando-a com dinheiro de impostos ou de um astrólogo despejando os detritos de seu próprio ânus pela sua boca ostentosamente filosófica. 
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20 de julho de 2018

Putin está matando milhões de americanos!


Putin está matando milhões de americanos!

Ann Coulter
Comentário de Julio Severo: Neste artigo, a escritora americana Ann Coulter zomba dos esquerdistas fazendo muitas piadas com base no próprio histórico deles. Ela mistura, com pesadas pitadas de humor, conhecimento de história com o histórico de desonestidade deles.
Ann Coulter
Não sei o que Trump disse durante aquelas duas horas em que ele se encontrou em privado com o presidente russo Vladimir Putin, mas como muitos na mídia, sei o que espero que ele disse: Sr. Putin, preciso que você admita publicamente sua cumplicidade no problema que os EUA têm com estrangeiros ilegais.
Somente se Putin confessar que é culpado de mobilizar uma vasta rede de agentes russos para dirigir pessoalmente os movimentos de milhões de estrangeiros ilegais através do Deserto de Sonora, através de dezenas de postos de controle e outros meios para entrar nos EUA, em cumprimento de seu plano mestre de atacar a viabilidade financeira, segurança e perspectivas futuras dos EUA, a mídia, o Partido Democrata e os republicanos chegarão emergir de sua letargia e admitirão que os EUA têm um enorme problema em sua fronteira sul.
Os imigrantes ilegais já mataram muito mais americanos do que a Rússia em toda a sua história — ou poderia algum dia esperar matar, mesmo com uma bomba nuclear bem colocada.
Mas nada será feito, a menos que possamos provar que Putin está por trás disso.
Os meios de comunicação e o governo dos EUA querem que você se fixe na anexação da Crimeia pela Rússia como o grande problema que os EUA enfrentam, esperando que os americanos esqueçam o buraco enorme na sua fronteira.
Não contei para ver quantos americanos morreram como consequência da ação de Putin readquirindo a Criméia — sim, fiz a contagem! NENHUM. Enquanto isso, traficantes de drogas mexicanos matam mais americanos a cada semana do que a União Soviética comunista matou quando derrubou o voo 007 da Coréia por voar em seu espaço aéreo, quase iniciando uma guerra nuclear.
Obcecados com problemas irrelevantes e insolúveis em partes remotas do mundo, é como os esquerdistas americanos provam que são intelectuais. Coréia do Norte, Síria, Rússia — é com isso que os americanos precisam se importar, segundo eles. Não o próprio país deles. Somente os compradores do Wal-Mart se importam com o próprio país.
Seria como se, em 1939, quando a ameaça nazista se aproximava, os jornais britânicos discutissem apenas os incêndios florestais lá longe em Victoria, na Austrália. Quantos morreram? Eles precisam da nossa ajuda? O que devemos fazer? Qual é a postura do primeiro ministro da Inglaterra?
Com a Rússia, os esquerdistas recebem um bônus extra por baterem em Trump sobre sua conivência inexistente com a Rússia — o maior inimigo dos EUA desde muito, muito recentemente.
Pelo menos nenhum presidente democrata jamais chegou a abraçar publicamente um ditador russo, enquanto entregava a ele toda a Europa Oriental em Yalta, de modo que a consciência da esquerda americana está limpa!
Na verdade, não. Até que todas as estátuas de Roosevelt sejam derrubadas, os esquerdistas precisam se fixar na Rússia. Pelo menos Trump não está chamando Putin de “tio Vlad” e dando a ele um terço da Europa, enquanto ele está sendo aconselhado por dois espiões russos.
Embora eu tenha certeza de que a invasão da Ucrânia pela Rússia e a anexação da Criméia fossem uma grave ameaça para todos os homens, mulheres e crianças nos Estados Unidos, Putin também deveria ser responsabilizado pelo estupro e assassinato de milhares de americanos no próprio território americano todos os anos, como resultado da imigração ilegal aparentemente impossível de ser parada. (Quem sabia que um muro na fronteira dos EUA era um feito de engenharia tão inconcebível?)
Onde mais colocar a culpa por esse ataque monstruoso, senão em Putin, o homem mais maligno desde Hitler?
É verdade que os esquerdistas passaram décadas fazendo lobby por um fluxo interminável de estrangeiros ilegais. Mas isso não deveria ser um problema. Eles também passaram décadas defendendo ditadores russos.
Abandonar todas as posições que eles já tiveram para atacar Trump é um procedimento operacional padrão nos dias de hoje.
Além de Trump não desafiar Putin em uma briga de socos em Helsinque, os meios de comunicação foram à loucura pelo fato de ele ter citado as revelações das agências de inteligência dos EUA — mas depois acrescentou que Putin negou as acusações.
ELE ACREDITA EM PUTIN ACIMA DAS PRÓPRIAS AGÊNCIAS DE INTELIGÊNCIA DOS EUA? Equivalência moral! Traição! Altos crimes e contravenções! Kristallnacht! Trump poderia muito bem ter pisado num retrato de George Washington. (Ou, já que estamos falando de esquerdistas, Stálin.)
Mas do jeito que me lembro, democratas eleitos — até mesmo candidatos democratas à presidência — criticaram as agências de inteligência dos EUA de forma feroz, particularmente em relação à Guerra do Iraque.
A mídia transformou o palhaço Joe Wilson num herói nacional por ridicularizar as revelações das agências de inteligência dos EUA.
No início da guerra, a inteligência dos EUA, a inteligência britânica e o Comitê de Inteligência do Senado concluíram que Saddam Hussein estava buscando enormes quantidades de urânio do Níger.
Mas Joe Wilson foi enviado por sua esposa, uma agente não-secreta, informal e insignificante da CIA, para uma viagem ao Níger, onde ele olhou diretamente nos olhos dos funcionários do governo e perguntou: Saddam enviou emissários para este país esquecido que não tem nada para vender, exceto urânio, a fim de comprar urânio? Sejam honestos! Eu não tenho absolutamente nenhuma maneira de saber se vocês estão mentindo, e nações poderosas com armas nucleares ficarão realmente bravas com vocês se vocês disserem “sim.”
Foi com base nessa conversa que Wilson concluiu, como escreveu no jornal New York Times: “Não tenho muita escolha a não ser concluir que parte da inteligência relacionada ao programa de armas nucleares do Iraque foi distorcida para exagerar a ameaça iraquiana.”
Longe de condenar esse desengonçado antipatriótico por cagar nas agências de inteligência dos EUA, a mídia fez dele uma estrela! Apenas um tolo como George W. Bush acreditaria nas ineptas agências americanas de inteligência sobre a palavra de um funcionário do governo do Níger.
Então, fazer uma meia-volta volver em cima de uma posição anterior de longa data não é problema para os esquerdistas, desde que sirva ao propósito maior de pegar Trump.
Não sei se os esquerdistas perceberam, mas tentar colocar o público em uma onda de raiva inflamada por causa da anexação da Criméia por Putin não tem sido um grande sucesso.
Além do fato de que quem é dono da Crimeia não tem absolutamente nenhum interesse de segurança nacional concebível para os Estados Unidos, a Crimeia é parte da Rússia desde sempre. (Tecnicamente, desde 1783 — quando eles a tomaram dos muçulmanos.)
Busque no Google “Vila Potemkin.” A história diz que Grigory Potemkin, um assessor da imperatriz russa Catarina II, tentou impressioná-la com sua mais nova possessão territorial, estabelecendo aldeias falsas ao longo de sua rota. Local e data da história: Criméia, 1787.
A esquerda precisa de algo um pouco mais pretencioso para nos deixar furiosos com a Rússia — e a imigração ilegal é apenas o bilhete de entrada! A única coisa com a qual os esquerdistas se preocupam é a Rússia, mas a única coisa com a qual a maioria dos americanos se preocupa é o seu próprio país.
A solução está nos encarando bem no meio da cara. Convencer Putin a admitir que ele é responsável pelos milhões de invasores estrangeiros que se infiltram nos EUA, abaixando os salários em um bom dia, estuprando garotinhas e cometendo assassinatos repugnantes nos dias ruins.
Em troca, os EUA darão a Putin Bill Browder e George Soros.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Putin is killing millions of Americans!
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19 de julho de 2018

A verdade sobre a Cúpula Trump-Putin


A verdade sobre a Cúpula Trump-Putin

Mike Evans
O mundo ocidental esperou ansiosamente na segunda-feira que o presidente Donald Trump castigasse Vladimir Putin e exigisse respostas do presidente russo. Isso não aconteceu de um jeito que deixasse a mídia satisfeita.
Não é segredo que o presidente Trump tem desejado promover um relacionamento com Putin como um passo para resolver questões problemáticas em todo o mundo. O assessor de Segurança Nacional, John Bolton, disse que Trump acreditava “fortemente” que era hora de uma nova maneira de cooperação entre os dois líderes mundiais. De acordo com Bolton, “Tanto o presidente Trump quanto o presidente Putin pensam que podem encontrar soluções construtivas. Eu gostaria de ouvir alguém dizer que é uma má ideia.”
O Sr. Bolton certamente conseguiu o que queria. Parece que há poucos, se é que há, que consideraram a cúpula uma boa ideia, apesar das questões apocalípticas que precisam ser abordadas, ou seja, a guerra civil na Síria, a situação nuclear desastrosa na Coréia do Norte e, claro, o Irã. Anderson Cooper, da CNN, chamou a interação de “vergonhosa” e acrescentou seus próprios efeitos visuais dramáticos para uma boa medida. Até mesmo Brit Hume, analista político sênior da Fox News, disse do presidente, “Trump não consegue enxergar além de si mesmo, ele vê a investigação de intromissão russa como única sobre ele.”
O senador Rand Paul foi um dos poucos a dizer algo positivo sobre a cúpula. “Ficou tão ridículo que alguém tenha de se levantar e dizer que precisamos tentar envolver até nossos adversários e abrir nossas linhas de comunicação.”
O que o presidente Trump fez foi, na minha opinião, absolutamente genial. Considerando que as três maiores crises que o mundo enfrenta são a Síria, a Coréia do Norte e o Irã, Putin tem a capacidade de ajudar na resolução de todas elas. O que os odiadores de Trump queriam que ele fizesse? Abrisse a coletiva de imprensa insultando Putin? Como é possível que isso seja do interesse nacional dos Estados Unidos? Na verdade, isso tornaria Putin ainda mais obstinado em sua interação com os líderes mundiais.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o presidente Franklin Roosevelt chocou o mundo ao desenvolver uma aliança com o russo Josef Stalin para um único propósito: vencer a guerra. Não há possibilidade de que o Sr. Trump não compreenda todos os fatos relativos a Putin. Usar o charme ofensivo é brilhante. Você pode dizer que o presidente Trump é “burro como uma raposa.” Ele sabe exatamente quais são seus objetivos.
A mídia, correndo para atacar o presidente, parece ter convenientemente esquecido um acontecimento em Seul, Coréia do Sul, em março de 2012. O presidente Barack Obama e o presidente russo Dmitry Medvedev foram pegos num momento improvisado de microfone aberto. Obama garantiu ao russo: “Deixe-me ser reeleito primeiro,” disse ele, “então terei uma chance melhor de fazer algo acontecer… em todas essas questões, mas particularmente na defesa antimísseis… isso pode ser resolvido , mas é importante para ele me dar espaço… esta é a minha última eleição. Depois da minha eleição tenho mais flexibilidade.” A referência foi aparentemente ao presidente russo, Vladimir Putin.
A mídia esquerdista parece estar tentando provocar uma multidão furiosa para transformar a investigação eleitoral de Robert Mueller numa fogueira. Poucas pessoas parecem lembrar a interferência de Barack Obama na política israelense na tentativa de remover Benjamin Netanyahu em 2015. Certamente, um número limitado consegue relembrar a interferência de Bill Clinton na política israelense em 1996.
Nenhuma evidência foi descoberta para apoiar alegações de que hackers russos mudaram o rumo da eleição de 2016. O próprio Obama disse: “Nenhuma pessoa séria sugeriria de alguma forma que você pudesse fraudar as eleições americanas.”
Se um coro de anjos anunciasse a inocência do presidente Trump, os esquerdistas, e agora alguns membros de seu próprio partido, certamente continuariam a zombar e castigá-lo em novas tentativas de tirá-lo do cargo em desgraça.
Mike Evans é o escritor número 1 de best-sellers no jornal New York Times, com 89 livros publicados. Ele é o fundador do Museu Amigos de Sião em Jerusalém e atua na Iniciativa da Fé Evangélica Trump.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: The Truth About the Trump-Putin Summit
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