11 de dezembro de 2019

Igrejas fechando e mesquitas sendo abertas nos Estados Unidos


Igrejas fechando e mesquitas sendo abertas nos Estados Unidos

Julio Severo
Mais de 70% dos cidadãos dos EUA afirmam ser cristãos. Mesmo assim, 6.000 a 10.000 igrejas morrem a cada ano nos EUA — e esse número está crescendo. A maioria das denominações está em declínio como resultado de uma população cristã em declínio. É um problema tão sério que o jornal The Atlantic produziu a manchete “Epidemia de igrejas vazias nos EUA.”
Presidente republicano direitista americano Dwight D. Eisenhower inaugura grande mesquita em Washington DC em 1957
Enquanto as igrejas cristãs estão fechando na maior nação evangélica do mundo, mais e mais mesquitas estão sendo abertas. Havia cerca de 100 mesquitas nos EUA em 1970, mas a imigração islâmica levou à construção de centenas mais. Em 2000, havia 1.209 mesquitas nos EUA, que subiram para 2.106 em 2010 — um aumento de 74%.
Por que as igrejas estão fechando e mesquitas estão sendo abertas?
Dados do recenseamento dos EUA de 1850, quando os EUA tinham uma população de mais de 90% de evangélicos, mostram que as famílias tinham geralmente de seis a nove filhos. Hoje, as famílias dos EUA geralmente têm 1 ou 2 filhos, enquanto os imigrantes muçulmanos têm mais de 3 filhos.
Como as igrejas dos EUA vão parar de fechar se suas famílias não estão tendo bebês suficientes por décadas? Como as mesquitas islâmicas vão parar de crescer se suas famílias estão tendo muitos bebês?
Alguns poderiam culpar o presidente democrata esquerdista Barack Hussein Obama pela islamização dos EUA, mas a facilitação da islamização começou antes. Embora seu nome seja 100% islâmico, ela não começou com ele. Não começou também com o presidente republicano direitista George W. Bush, embora depois do atentado de 11 de setembro de 2001 ele tenha tratado o islamismo como “religião da paz.”
Provavelmente, começou com o presidente republicano direitista Dwight D. Eisenhower, que participou da cerimônia de inauguração de uma mesquita em Washington DC em 1957. Em seu discurso, Eisenhower falou sobre a beleza do islamismo e a liberdade religiosa nos EUA. Agora, o islamismo está desfrutando da liberdade religiosa dos EUA para se expandir na América e, em troca, os americanos estão desfrutando da “beleza” do islamismo: o 11 de setembro e muitos outros atentados terroristas islâmicos.
Eisenhower foi o primeiro presidente dos EUA a entrar em uma mesquita. Ele tirou os sapatos ao entrar. Esse é um ato de submissão, e o islamismo significa exatamente isso: submissão.
Tirar os sapatos é uma demonstração de respeito profundo. Só Deus, não o islamismo, merece tal respeito. Deus disse a Moisés:
“Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é uma terra santa.” (Êxodo 3:5 King James Atualizada)
Uma mesquita não é terra santa e a presença de Deus não está naquele lugar. Uma mesquita é um lugar de islamismo, e islamismo é uma ideologia religiosa de violência.
Você pode tirar seus sapatos onde Deus está. Mas tirar seus sapatos num lugar onde Deus é ofendido é uma afronta a Deus. Um cristão jamais deveria tirar seus sapatos num lugar em que o islamismo é adorado.
Daniel na Babilônia mantinha um elevado cargo governamental sem “tirar seus sapatos” para outros deuses. O islamismo é outro deus, e se os presidentes americanos acham que o islamismo e o evangelicalismo americano são a mesma coisa, eles estão fazendo o que Daniel não fez: vendendo seu Cristianismo por amor de interesses comerciais dos EUA.
Daniel nunca vendeu seu Deus por amor dos interesses comerciais da Babilônia.
Em seu discurso na mesquita, o Centro Islâmico, Eisenhower disse:
É um privilégio participar desta cerimônia de inauguração. Encontrando-me com vocês agora, em frente a um dos prédios mais novos e mais bonitos de Washington, é apropriado que nos redediquemos ao progresso pacífico de todos os homens sob um único Deus.
E gostaria de garantir a vocês, meus amigos islâmicos, que, de acordo com a Constituição dos EUA, sob a tradição americana, e no coração dos americanos, esse Centro, esse local de culto, é tão bem-vindo quanto seria bem-vindo um prédio semelhante de qualquer outra religião. Aliás, os EUA lutariam com todas as forças pelo direito dos muçulmanos terem aqui sua própria igreja e adoração de acordo com sua própria consciência.
Esse conceito é na verdade uma parte importante dos EUA e, sem esse conceito, os americanos seriam algo que não são.
Os países que patrocinaram e construíram este Centro Islâmico contribuíram durante séculos para a construção da civilização. Com suas tradições acadêmicas e cultura rica, os países do islamismo acrescentaram muito para o avanço da humanidade. Inspirados por um senso de fraternidade, comum às nossas crenças mais íntimas, podemos aqui juntos reafirmar nossa determinação de garantir o fundamento de uma paz justa e duradoura.
A civilização deve ao mundo islâmico algumas de suas ferramentas e conquistas mais importantes. Das descobertas fundamentais da medicina aos mais altos mapas da astronomia, a genialidade muçulmana acrescentou muito à cultura de todos os povos. Essa genialidade tem sido um manancial de ciência, comércio e artes e proporcionou a todos nós muitas lições de coragem e hospitalidade.
Considero uma grande honra pessoal e oficial inaugurar o Centro Islâmico.
Eisenhower era um direitista profundamente anticomunista. Se você quiser saber o que um presidente direitista dos EUA pensa sobre o islamismo, basta ler as palavras de Eisenhower. Ou você também pode ler as palavras do presidente dos EUA, George Bush, que imediatamente depois do atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 visitou o mesmo Centro Islâmico para fazer um discurso para dizer ao público americano e aos muçulmanos ao redor do mundo de que os terroristas islâmicos sauditas que atacaram os EUA não representam o verdadeiro islamismo. Ele disse:
A tradução para o inglês não é tão eloquente quanto o árabe original, mas permita-me citar o próprio Alcorão: “A longo prazo, o mal extremo será o fim daqueles que praticam o mal. Por isso eles rejeitaram os sinais de Alá e os levaram ao ridículo.”
A face do terrorismo não é a verdadeira fé do islamismo. Não é disso que se trata o islamismo. Islamismo é paz.
Quando pensamos no islamismo, pensamos em uma fé que traz conforto a um bilhão de pessoas em todo o mundo — bilhões de pessoas encontram conforto, consolo e paz.
Se os muçulmanos e sua religião representam a paz, quem não representa a paz? De acordo com Bush em seu discurso no Centro Islâmico, os americanos que se opõem ao islamismo “não representam o que é de melhor nos Estados Unidos. Eles representam o pior da humanidade e deveriam se vergonhar desse tipo de comportamento.”
Portanto, nessa definição, se você se opõe ao islamismo, você é antiamericano. Eu seria rotulado de “antiamericano” por dizer que o islamismo é o maior perseguidor de cristãos do mundo? Eu seria rotulado de “antiamericano” por dizer que o islamismo está por trás da maioria dos atentados terroristas no mundo?
Bush terminou seu discurso assegurando que os muçulmanos “amam os EUA tanto quanto eu.”
Depois de ler como os presidentes direitistas Eisenhower e Bush louvaram o islamismo e os muçulmanos como “pacíficos,” por que se preocupar com o que o presidente esquerdista Obama disse sobre o islamismo? Obama foi apenas o resultado natural da tolice de Eisenhower e Bush, a qual pode produzir muitos outros muçulmanos proeminentes na política dos EUA, inclusive presidentes.
O fundamento da islamização dos EUA se encontra na tolice direitista de Eisenhower.
Se o terrorismo, a violência e a perseguição maciça de cristãos não representam o islamismo, então por que, há mais de 100 anos, Winston Churchill descreveu sobre o islamismo a mesma realidade que vemos hoje? Ele disse,
“A religião muçulmana aumenta, em vez de diminuir, a fúria da intolerância. Foi originalmente propagada pela espada e, desde então, seus devotos têm sido sujeitos, acima do povo de todos os outros credos, a essa forma de loucura… Quão terríveis são as maldições que o islamismo lança sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso em seres humanos quanto a hidrofobia em cães, existe essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Hábitos desleixados, sistemas de agricultura desleixados, métodos de comércio lentos e insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores de Maomé governem ou morem.”
Quem mentiu? Eisenhower e Bush viam o islamismo como uma fonte de paz e progresso, mas Churchill via o islamismo como uma fonte de violência e decadência. Pelos padrões de Eisenhower e Bush, Churchill seria rotulado como “antiamericano.”
Pergunto-me por que Eisenhower, como presidente direitista, “abençoou” a inauguração de uma mesquita na capital do governo dos EUA. Presidentes de nações islâmicas nunca participam da inauguração de igrejas cristãs. Eles nem tentam, muitas vezes, impedir a perseguição maciça de cristãos em suas nações.
O prédio do Centro Islâmico em Washington DC foi financiado pela Turquia e outras nações islâmicas. Nunca vejo presidentes islâmicos tirando os sapatos para entrar em uma igreja cristã e inaugurá-la. Nunca vejo presidentes islâmicos louvando o Cristianismo e abençoando a inauguração de uma igreja cristã em suas próprias nações, apenas como uma retribuição justa aos louvores pró-islamismo de Eisenhower e Bush. Aliás, nunca vejo o presidente da Turquia devolvendo aos cristãos Hagia Sophia, a mais antiga catedral cristã do mundo, e centenas de igrejas armênias tomadas por muçulmanos.
Enquanto os presidentes dos EUA louvam o islamismo e seu crescimento nos EUA, os presidentes islâmicos não louvam o Cristianismo e fazem tudo o que podem para impedir seu crescimento. Então, quem é verdadeiramente submisso? Enquanto os muçulmanos estão tornando os ocidentais submissos ao islamismo, os próprios ocidentais estão aceitando ser submissos.
Vejamos a matemática que trouxe a islamização para os EUA: direitista pró-mesquita Eisenhower + direitista pró-mesquita Bush = esquerdista pró-mesquita Obama. Os presidentes direitistas pró-mesquita conseguiram o que pediram: um presidente esquerdista pró-mesquita.
Portanto, os direitistas não podem se queixar da islamização dos EUA. Eles são a parte fundamental do problema. Eles, não os esquerdistas, foram pioneiros em atitudes pró-mesquita.
Os evangélicos, que desde os peregrinos eram a força fundamental no nascimento dos EUA, são a verdadeira esperança dos EUA na crença de que somente Jesus Cristo e Sua poderosa Palavra podem ajudar os EUA. Os evangélicos, mais do que direitistas e esquerdistas, podem recuperar o antigo padrão americano da Bíblia como o centro da cultura.
No entanto, como os evangélicos conseguirão ajudar os EUA se eles não estão cuidando de seu próprio futuro e do futuro de suas igrejas tendo o mesmo número de bebês que as famílias evangélicas americanas tinham 150 anos atrás?
O mesmo Eisenhower que foi o primeiro presidente americano a louvar o islamismo dentro de uma mesquita também pediu controle de natalidade a todos ao redor do mundo. E o controle da natalidade é a chave para o islamismo avançar no Ocidente. Eisenhower não percebeu que estava implementando as medidas exatas que estão facilitando a expansão islâmica nos EUA e em outras nações ocidentais.
Com o presidente democrata americano Harry Truman, Eisenhower atuou como co-presidente de um comitê de Planned Parenthood. Planned Parenthood é a maior organização de planejamento familiar e aborto do mundo.
Felizmente, o presidente republicano conservador dos EUA Ronald Reagan não tinha o mesmo amor de Eisenhower por Planned Parenthood. Reagan removeu o financiamento à organização do aborto em todo o mundo. Para o governo Reagan, mais pessoas significavam mais idéias, mais produtividade e mais consumidores.
Embora Reagan tenha se destacado em posturas pró-vida e anticomunistas, houve uma grande tragédia: sob seu governo direitista os EUA começaram a importar muçulmanos da Somália.
A “glória” de louvar o islamismo e “abençoar” a inauguração da primeira e maior mesquita da capital dos EUA não pertence a um presidente esquerdista. Pertence a um presidente direitista. Quando Eisenhower louvou o islamismo e “abençoou” a inauguração de uma mesquita em Washington DC, os EUA acolheram o islamismo e seus espíritos assassinos.
Jesus deu a seus discípulos a autoridade para expulsar demônios. Como a maior nação evangélica do mundo, os EUA deveriam saber como lidar com espíritos islâmicos. Mas também existem medidas não espirituais. Proibir a imigração islâmica, uma promessa (não-cumprida) de Trump em 2016, é uma boa medida.
O problema da imigração aumentou porque as famílias americanas não estão tendo bebês suficientes. Onde a população não está se reproduzindo em número suficiente, a imigração é necessária.
Portanto, por não ter de 6 a 9 filhos por família cristã, os EUA estão vendo menos e menos bebês cristãos por ano, fechando milhares de igrejas por ano, acolhendo milhares de imigrantes islâmicos por ano e vendo um aumento ininterrupto de bebês e mesquitas islâmicos.
O islamismo louvado por Eisenhower está abrindo mesquitas nos EUA. O controle da natalidade louvado por ele está fechando as igrejas cristãs reduzindo as famílias cristãs nos EUA. Se você louva a tolice, você colhe a tolice.
Com informações de The Atlantic, White House History, Oldest, WND, New York Times, Marie Claire, Wikipedia e Quartz.
Leitura recomendada:

9 de dezembro de 2019

Bancada evangélica se sacrifica para tentar obter apenas 2 cargos no governo Bolsonaro, enquanto olavistas recebem dezenas dos melhores cargos sem um pingo de suor e capacidade


Bancada evangélica se sacrifica para tentar obter apenas 2 cargos no governo Bolsonaro, enquanto olavistas recebem dezenas dos melhores cargos sem um pingo de suor e capacidade

Julio Severo
“Emissários da bancada evangélica no Congresso fizeram chegar aos ouvidos do presidente Jair Bolsonaro a seguinte proposta: em troca de dois ministérios de peso numa futura reforma, se comprometeriam a filiar ao partido Aliança pelo Brasil pelo menos 5 milhões de pessoas. Bolsonaro ainda não respondeu,” disse a revista Crusoé através do Antagonista.
Essa não é a primeira vez que a Frente Parlamentar Evangélica se sente com pouco espaço no governo Bolsonaro. Em março de 2019, houve a mesma queixa. No meu artigo “Líderes evangélicos desabafam críticas ao governo Bolsonaro por lhes dar pouquíssimo espaço,” eu disse:
Descontente com o fato de que o governo não tem dialogado com líderes evangélicos e tem dado pouquíssimo espaço para evangélicos em seus ministérios, a Frente Parlamentar Evangélica, tradicionalmente a força mais conservadora no Congresso Nacional, decidiu apoiar o governo Bolsonaro apenas em questões éticas como aborto e agenda gay. Deputados eleitos com apoio das igrejas evangélicas não estão poupando o presidente Jair Bolsonaro, que ajudaram a eleger, de críticas públicas nas redes sociais.
O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) disse que, “ideologicamente, jamais” a bancada irá “sabotar o governo”, mas alertou que “política se faz com diálogo ou cada um vai cuidar do seu mandato.”
Sóstenes, que é ligado ao televangelista assembleiano Silas Malafaia, acrescentou, com tristeza: “A bancada (evangélica) nunca teve espaço, mas agora está pior.”
Em resposta a essa queixa, logo depois Bolsonaro colocou o deputado federal Marco Feliciano, que é pastor assembleiano, como uma espécie de articulador especial de seu governo para os evangélicos, mas só depois que Feliciano fez uma romaria vergonhosa à casa do astrólogo Olavo de Carvalho para dizer em vídeo que aquele que ele nunca atacou os evangélicos.
Obviamente, depois de meses como assessor de Bolsonaro, Feliciano não satisfez à bancada evangélica, por atender muito mais aos interesses de si e Carvalho do que aos interesses dos evangélicos. Aliás, embora critique muito o socialismo e elogie muito Carvalho, Feliciano cometeu um erro que só um socialista cometeria: Ele usou 157 mil reais de dinheiro de impostos para pagar uma despesa dentária pessoal.
Seja como for, a bancada evangélica parece não se sentir representada por Feliciano, que representa muitíssimo bem as ambições do olavismo. Quando o General Santos Cruz chamou Carvalho de “vigarista profissional” em audiência no Congresso Nacional Feliciano prontamente defendeu Carvalho contra palavras “torpes,” sendo que há anos Carvalho emprega palavras torpes e palavrões contra todos, inclusive contra os evangélicos.
A presença de Feliciano hoje no governo só tem utilidade para o olavismo. Enquanto no passado ele era um idiota útil da esquerda, hoje ele é um idiota útil do olavismo.
Eu me senti representado por Feliciano em 2013 quando ele enfrentou o movimento homossexual ao ser nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados. Enquanto a esquerda e até evangélicos o atacaram, fui um dos únicos a apoiá-lo. Hoje, Feliciano já não representa os evangélicos. Cobrei dele pelo Twitter sua vergonhosa atuação como pastor assembleiano servindo aos interesses do olavismo. Cobrei também sua atitude socialista de gastar uma fortuna em seu tratamento dentário pessoal. Sua reação foi me bloquear no Twitter.
Bolsonaro percebe que os evangélicos estão atrás de cargos — enquanto os evangélicos parecem não perceber que ele continua dependendo do apoio deles para sobreviver politicamente. No final de novembro de 2019, ele fez uma visita a um grande templo da Assembleia de Deus prometendo indicar um ministro evangélico para o Supremo Tribunal Federal, enquanto sua equipe colhia assinaturas de seu partido ali mesmo no templo.
Logo depois da visita, Bolsonaro distribuiu gratuitamente mais cargos aos olavistas — como são conhecidos os adeptos de Olavo de Carvalho, conhecido como Rasputin de Bolsonaro. Ele deu cargos estratégicos e importantes para olavistas desqualificados e despreparados. Aos evangélicos, ele dá um ou duas promessas. Aos olavistas, ele é mais prático, distribuindo cargos a rodo.
Enquanto evangélicos se sacrificam e quase imploram de joelhos que Bolsonaro lhes dê um ou dois cargos, Bolsonaro vai dando de bandeja cargos e mais cargos para olavistas, sem que eles precisem fazer um único sacrifício.
Sou, com minha esposa, eleitor de Bolsonaro, mas não estou satisfeito com o modo como ele vem privilegiando, premiando e designando para cargos importantes olavistas às custas do sacrifício de evangélicos. Se os eleitores evangélicos de Bolsonaro não orarem, seu apoio e votos, no final das contas, vão servir apenas para fortalecer o olavismo no governo, que se tornou um grande cabide de empregos para a sanha oportunista dos adeptos de Olavo de Carvalho.
Leitura recomendada:

8 de dezembro de 2019

Saudita que matou três e feriu oito havia condenado os EUA como “nação do mal” em manifesto cheio de ódio poucas horas antes do atentado. Seis outros sauditas foram presos, inclusive três que filmaram o atentado. Mas inicialmente o FBI “não sabia” se era um atentado terrorista


Saudita que matou três e feriu oito havia condenado os EUA como “nação do mal” em manifesto cheio de ódio poucas horas antes do atentado. Seis outros sauditas foram presos, inclusive três que filmaram o atentado. Mas inicialmente o FBI “não sabia” se era um atentado terrorista

Julio Severo
O militar saudita que lançou um ataque armado em uma sala de aula em uma base aérea naval da Flórida em 6 de dezembro de 2019, matando três e ferindo oito antes de ser morto a tiros por policiais, condenou os Estados Unidos como uma “nação do mal” em um manifesto online.
Mohammed Saeed Alshamrani, que era um aviador da Força Aérea Saudita em um programa de treinamento de voo para militares estrangeiros na Base Aérea Naval de Pensacola, Flórida, EUA, postou um pequeno manifesto no Twitter, onde afirmou ser “contra o mal.” Ele explicou que esse mal era os EUA.
“Os EUA como um todo se transformaram em uma nação do mal,” disse ele.
De acordo com o SITE, um grupo que monitora a mídia jihadista, Mohammed, que é uma grafia do nome do fundador do islamismo, escreveu nesse manifesto que “odeia” os americanos por seus supostos crimes contra muçulmanos e a “humanidade.”
“Não sou contra vocês por serem americanos, não os odeio por suas liberdades, odeio vocês porque todos os dias vocês apoiam, financiam e cometem crimes não apenas contra muçulmanos, mas também contra a humanidade,” escreveu ele.
O manifesto também condenou o apoio dos EUA a Israel e incluiu uma citação de Osama bin Laden, saudita que foi o fundador e líder da Al-Qaeda.
Seis outros cidadãos sauditas foram presos perto da base logo depois do atentado. Três dos seis foram vistos filmando o atentado inteiro, que a mídia chamou de “incidente.”
Em suas respostas iniciais, o FBI e outras agências policiais dos EUA não sabiam dizer se o “incidente” foi um atentado terrorista.
As autoridades dos EUA não são livres para acusar a Arábia Saudita, mesmo quando um de seus oficiais militares esteve diretamente envolvido no atentado, porque a Arábia Saudita é o comprador mais importante de armas dos EUA e envia milhares de sauditas militares por ano para treinamento nos Estados Unidos.
Para 2019, a Arábia Saudita enviou 3.150 militares para treinamento nos EUA, a um custo de mais de US$ 100 milhões. No entanto, o verdadeiro lucro dos EUA vem com a compra saudita de armas americanas. Apenas em 2017, em sua primeira viagem à Arábia Saudita, o presidente dos EUA, Donald Trump assinou um contrato extraordinário no valor total de 350 bilhões de dólares para um período de dez anos.
Tais acordos comerciais militares enormes podem explicar a hesitação das autoridades americanas em chamar o atentado de ato de terrorismo.
O atentado saudita a uma base militar americana na Flórida não foi a primeira vez que sauditas atacaram nos EUA. Dos 19 muçulmanos envolvidos nos atentados de 11 de setembro de 2001, 15 eram sauditas e alguns deles frequentaram uma escola de aviação na Flórida. O idealizador desse atentado foi o saudita Osama bin Laden.
Embora as famílias das vítimas tenham aberto ações judiciais contra a ditadura islâmica da Arábia Saudita, o governo dos EUA bloqueou essas ações legais.
Curiosamente, o aviador saudita e alguns dos sequestradores do 11 de setembro foram treinados em Pensacola, e a Base Aérea Naval de Pensacola, a qual sofreu o atentado, é conhecida como o “berço da aviação da Marinha dos EUA.” A repetição do mesmo problema no mesmo lugar mostra que os EUA se tornaram extraordinariamente vulneráveis ao terrorismo islâmico.
Mohammed Saeed al-Shamrani organizou um jantar com outros três sauditas para assistir a vídeos de matanças em massa dias antes do atentado.
Oficiais da Força Aérea Saudita selecionados para treinamento militar nos Estados Unidos são submetidos a intenso exame pelos dois países. Mesmo assim, eles não puderam impedir Mohammed e sua profunda lealdade ao islamismo de contornar o exame extremo para executar seu ato de terrorismo islâmico.
Apesar das características padrões de terrorismo, as autoridades americanas iniciaram suas respostas com a explicação padrão de que não há evidência de que o atentado foi terrorista. O maior problema de se falar a verdade nesse caso é que a verdade, novamente, incrimina a Arábia Saudita, capital mundial do islamismo e do terrorismo islâmico.
O maior “problema” que nações fechadas, como nações comunistas e islâmicas, enfrentam com cristãos entrando em seus países é a ocultação de seu motivo: pregação do Evangelho, para falar do amor de Jesus. Não há casos de cristãos entrando num país muçulmano ou comunista com a motivação secreta de cometer um ato terrorista para matar comunistas e muçulmanos. Por exemplo, Billy Graham visitou a União Soviética no final da década de 1950 e sua oração ali foi para que as portas fossem abertas para a pregação do Evangelho.
Mesmo que surgisse apenas um único caso de um cristão com motivação terrorista, seria o caso de um louco isolado, pois todos os anos milhares de missionários evangélicos, principalmente americanos, entram em outros países para falar do amor de Jesus sem nenhum ato terrorista.
Contudo, no caso dos muçulmanos, por mais que os governos façam uma triagem cuidadosa para peneirar todos os que tenham a mais leve inclinação terrorista, sempre aparecem muçulmanos para cometer atentados e matar inocentes. Esses não são caso isolados. A “religião da paz,” como o islamismo é tratado por presidentes — inclusive Bush e Obama — de nações ocidentais, teima em produzir terroristas e assassinos no mundo inteiro. É, aliás, a religião que mais mata cristãos no mundo. São cerca de 100 mil cristãos martirizados todos os anos.
O islamismo que moveu o militar saudita a matar na base americana não foi uma forma isolada de islamismo. Mais de 100 anos atrás, Winston Churchill disse:
“A religião muçulmana aumenta, em vez de diminuir, a fúria da intolerância. Foi originalmente propagada pela espada e, desde então, seus devotos têm sido sujeitos, acima do povo de todos os outros credos, a essa forma de loucura… Quão terríveis são as maldições que o islamismo lança sobre seus devotos! Além do frenesi fanático, que é tão perigoso em seres humanos quanto a hidrofobia em cães, existe essa apatia fatalista terrível. Os efeitos são evidentes em muitos países. Hábitos desleixados, sistemas de agricultura desleixados, métodos de comércio lentos e insegurança da propriedade existem onde quer que os seguidores de Maomé governem ou morem.”
O maior problema que países islâmicos enfrentam com a entrada de cristãos é cristãos levando Bíblias e o amor de Jesus para compartilhar. O maior problema que nações cristãs enfrentam com a entrada de muçulmanos é muçulmanos levando atentados e o ódio de Maomé. A diferença clara entre Cristianismo e islamismo é que enquanto milhares de cristãos espalham o amor de Jesus em todos os países, milhares de muçulmanos espalham o ódio de Maomé em todos os países.
O que os EUA e outras nações ocidentais estão ganhando recebendo milhões de imigrantes muçulmanos? Terrorismo. O que as nações ganharam recebendo os missionários americanos? Evangelho, cultura evangélica, cultura de paz e civilidade.
Os países ocidentais, para seu próprio bem, deveriam banir o islamismo, que é a principal ideologia que move milhares de terroristas no mundo inteiro.
Contudo, é tarde demais. Eles estão chamando de “religião da paz” o próprio câncer que está corroendo suas civilizações.
Com informações do DailyMail, Fox News e WorldNetDaily.
Leitura recomendada:

6 de dezembro de 2019

Maomé é um dos 10 principais nomes de bebês pela primeira vez na história dos EUA


Maomé é um dos 10 principais nomes de bebês pela primeira vez na história dos EUA

Julio Severo
Pela primeira vez na história dos Estados Unidos, Maomé entrou para a lista dos 10 principais nomes de bebês de 2019, de acordo com o site para pais de bebês BabyCenter, que divulgou sua lista anual dos 100 nomes de bebês mais populares para meninas e meninos nos Estados Unidos.
O site online para pais e gestantes compilou os nomes de bebês nascidos com cerca de 600.000 usuários registrados nos EUA em 2019. Sua pesquisa revelou um aumento em nomes islâmicos, com Maomé para meninos e Aaliyah para meninas chegando aos 10 primeiros pela primeira vez.
Maomé é considerado o nome mais popular do mundo, e o site de notícias britânico Independent diz que foi “dado a cerca de 150 milhões de homens e meninos.”
“Maomé está subindo nas principais listas de nomes de bebês do mundo todo, por isso sabíamos que logo chegaria entre os 10 principais nomes nos EUA,” disse Linda Murray, editora-chefe global do BabyCenter, em comunicado à imprensa. “As famílias muçulmanas geralmente escolhem Maomé como primogênito para honrar o profeta e trazer bênçãos à criança. O nome também tem várias grafias, e isso ajuda um nome a entrar entre os 10 principais.”
Em 2018 e 2017, Maomé ficou em 14º lugar na lista do BabyCenter nos Estados Unidos. O nome Maomé entrou pela primeira vez na lista dos 100 principais nomes de bebês nos Estados Unidos em 2013 e vem subindo desde então. Agora, não há como voltar atrás. Maomé avançará furiosamente até atingir o número 1 entre os dez primeiros.
O aumento da popularidade de Maomé como nome de bebê nos Estados Unidos está diretamente ligado ao aumento natural de famílias e imigrantes islâmicos. Enquanto as famílias dos EUA geralmente têm dois bebês, as famílias e os imigrantes islâmicos têm muito mais bebês.
As famílias islâmicas são menos propensas a usar o controle de natalidade. As famílias cristãs são mais propensas a usar o controle de natalidade, embora haja versículos específicos na Bíblia sobre famílias numerosas e muitos filhos como bênçãos. Existe até mesmo um mandamento específico de Deus para aumentar e ser frutífero.
A consequência de os cristãos dos EUA não aumentarem o suficiente é que eles estão deixando os muçulmanos aumentarem mais do que o suficiente.
O aumento de imigrantes islâmicos e bebês islâmicos traz outras consequências. Desde 2014, a Pesquisa de Comunidades Americanas da Agência de Recenseamento vem revelando que o árabe é o idioma que mais cresce nos EUA entre mais de 60 milhões de residentes que não falam inglês.
Em muitos estados dos EUA, o islamismo é considerado a segunda religião mais dominante. Essa é uma realidade totalmente nova para os EUA. Enquanto no passado o evangelicalismo era dominante nos EUA e o catolicismo era frequentemente a segunda religião mais importante, agora o islamismo atinge cada vez mais o segundo lugar e, se os americanos continuarem rejeitando bebês e amando a contracepção e o aborto, os muçulmanos derrotarão os americanos apenas pelo grande número de seus bebês.
Os cristãos dos EUA também não entendem que a Estátua da Liberdade é um poderoso símbolo islâmico.
O nome Maomé está crescendo não apenas entre os bebês nos EUA, a maior nação evangélica do mundo. É muito popular também entre os bebês de Berlim, a capital da Alemanha, porque os cristãos alemães adotaram o controle de natalidade. E Maomé agora é o nome de bebê mais popular na Grã-Bretanha, uma nação tradicionalmente protestante.
As famílias islâmicas entendem que os bebês são o futuro de uma nação, civilização e religião. Quanto mais melhor. As famílias cristãs dos EUA simplesmente não entendem essa realidade. Para eles, quanto menor, melhor. Eles simplesmente não veem que o controle da natalidade destrói o futuro das famílias, nação, civilização e religião.
Os bebês são o futuro. O controle da natalidade destrói o futuro. Os muçulmanos estão apenas tirando proveito dessa realidade. Os cristãos dos EUA estão tolamente entregando o futuro dos EUA para aqueles que têm mais bebês.
Não é o islamismo que ameaça o futuro cristão dos EUA. É a rejeição americana de bebês através do controle de natalidade.
Se hoje os cristãos americanos tivessem tantos bebês quanto os peregrinos e os americanos da geração dos fundadores dos EUA tinham — cerca de oito filhos por família —, o nome Moamé nunca estaria entre os 100 principais nomes de bebês nos EUA, que não mais teriam necessidade de importar milhões de imigrantes, inclusive muçulmanos, que estão desfigurando os EUA em suas próprias origens, raízes e fundamentos espirituais.
Com informações de San Francisco Gate e WND.
Leitura recomendada:

4 de dezembro de 2019

Donald Trump restaura tarifas sobre importações de metais do Brasil e Argentina, criticados por ele por tirarem vantagem do dólar americano


Donald Trump restaura tarifas sobre importações de metais do Brasil e Argentina, criticados por ele por tirarem vantagem do dólar americano

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump disse em 2 de novembro de 2019 que restauraria imediatamente tarifas sobre as importações que os EUA fazem do aço e alumínio do Brasil e da Argentina.
Trump também exortou o Banco Central dos EUA a impedir que esses países tirem vantagem econômica dos EUA por meio da desvalorização de suas moedas.
“O Brasil e a Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para nossos agricultores. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio que esses países enviam para os EUA,” disse Trump em um tuíte.
“O Brasil e a Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para nossos agricultores. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio que esses países enviam para os EUA,.”
“O Banco Central também deve agir para que países, dos quais existem muitos, não tirem mais vantagem de nosso dólar forte,” tuitou Trump.
“O Banco Central também deve agir para que países, dos quais existem muitos, não tirem mais vantagem de nosso dólar forte.”
Essencialmente, Trump tratou o Brasil e a Argentina como tirando vantagem dos EUA.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, um fã declarado de Trump que vem ativamente buscando laços mais estreitos com o presidente dos EUA, havia expressado esperança de que Trump mostrasse misericórdia à economia brasileira de commodities.
Bolsonaro disse que também discutiria a declaração de Trump com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Vou ligar para ele para que ele não nos penalize,” disse Bolsonaro. “Nossa economia vem basicamente de commodities, é o que temos. Espero que ele entenda e que ele não nos penalize com isso, e tenho quase certeza de que ele vai nos ouvir.”
Trump ofereceu o “apoio total e completo” dos EUA ao presidente Bolsonaro em agosto. Obviamente, Trump não pode agora apoiar ações específicas quando seus serviços de inteligência provavelmente o informaram sobre a desvalorização deliberada de moeda para tirar vantagem da economia dos EUA.
Trump está certo. Ele foi eleito para engrandecer os EUA, não o Brasil e a Argentina. Toda vez que questões econômicas colidirem com a meta dele, ele tem todo direito de privilegiar os EUA em detrimento de quaisquer outras nações.
Desvalorizar a moeda brasileira pode ser bom para algumas empresas brasileiras. Mas, como Trump mostrou, não é bom para as empresas americanas. Não é bom também para os brasileiros que trabalham duro, porque com uma moeda desvalorizada, eles sofrem economicamente mais.
Depois da eleição de Bolsonaro em 2018, os brasileiros esperavam que a desvalorização do real parasse — mas isso nunca aconteceu.
A desvalorização maciça da moeda se equipara a crise econômica maciça.
A desvalorização deliberada da moeda é um problema muito sério. Mas a desvalorização maciça da moeda é um problema extremamente sério.
Bolsonaro deveria ser exortado a aceitar a repreensão de Trump como um bom conselho e finalmente parar a desvalorização insana da moeda brasileira.
Se me permitirem dar um conselho econômico a Bolsonaro, o qual agradaria muito a brasileiros e investidores americanos, eu o aconselharia a fazer uma enorme redução de impostos. Impostos altos são o principal problema que prejudica os trabalhadores, a economia e os investidores.
Com informações do DailyMail.
Leitura recomendada: