24 de setembro de 2018

O que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, tem contra mim?


O que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, tem contra mim?

Julio Severo
O Observatório da Direita (em inglês, Right Wing Watch), uma grande organização socialista dos EUA, tem por diversas vezes, desde 2014 (veja: “Crítica esquerdista perturbada de People for the American contra um conservador brasileiro”), colocado na lista negra meus artigos publicados no portal conservador americano BarbWire, e tem exposto-os para sua audiência esquerdista nos EUA por opiniões politicamente incorretas.
Muitos nomes conservadores proeminentes dos EUA estão na lista negra do Observatório da Direita. Meu lugar na lista deles está aqui.
Meu artigo do BarbWire mais recente colocado na lista negra do Observatório da Direita tem o título de “The Transcendent Power of Neoconservatism in the U.S. Media and among Left-Wingers and Right-Wingers” (cuja versão em português é “A força transcendente do neoconservadorismo na mídia e entre esquerdistas e direitistas dos EUA”). O Observatório da Direita disse em 21 de setembro de 2018:
 “Finalmente, Julio Severo lamenta que ‘Infelizmente, [John] McCain não foi morto em uma das muitas guerras que ele ajudou a provocar. Mas muitos cristãos morreram.’”
Curiosamente, o Observatório da Direita está se condoendo por um belicista do Partido Republicano. Tal defesa confirma meu argumento de que os esquerdistas e os direitistas americanos estão unidos sob a ideologia neocon. McCain ajudou a provocar muitas guerras que deixaram um número incontável de cristãos estuprados, torturados e massacrados. Se pessoas inocentes sofreram por causa dos pecados ele, por que ele não poderia sofrer por seus próprios pecados?
Dá para imaginar membros esquerdistas do Partido Democrático amando um membro supostamente direitista do Partido Republicano? Os esquerdistas, inclusive Obama, adoravam McCain.
Por que o Observatório da Direita não acha que o neoconservadorismo é uma ameaça e expõe meu ataque a ele?
Em um tuíte de 21 de setembro de 2018, o Observatório da Direita disse: “Bônus: Alex Jones banido do PayPal, ‘Não é de forma alguma um elogio,’ e o lamento de Julio Severo.” Um canal de esquerda lamenta que eu não lamentei a morte de um neocon, mas na verdade lamento que milhares de cristãos morreram como resultado do belicismo dele.
Eu respondi por tte:
“Afinal, o que o Observatório da Direita tem contra mim e outros conservadores? Você é um Golias de esquerda bem financiado, e eu sou apenas um pequeno Davi nas mãos de Deus. Que Deus livre você da sua ilusão esquerdista.”
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, Family Research Council (Conselho de Pesquisa da Família), Steve Strang (da revista Charisma), Fay Voshell (de LifeSiteNews) e Alex Jones (de InfoWars) apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Esse não foi meu único artigo colocado por eles em sua lista negra. Meses atrás, eles colocaram na lista negra “Religious Exemption: How Homosexuality Is Transforming U.S. Christianity into a Ghetto” (cuja versão em português é “Isenção religiosa: como o homossexualismo está transformando o Cristianismo dos EUA num gueto”). O Observatório da Direita disse em 8 de junho de 2018:
Julio Severo está menos impressionado com a decisão do Masterpiece Cakeshop: “Na década de 1980, os evangélicos conservadores dos EUA lutaram contra a sodomia. Em seguida, contra o ‘casamento’ gay no final da década de 1990 e 2000. Agora eles só lutam pela isenção religiosa. Em seguida, eles estarão vivendo em um gueto ou na cadeia? É isso que eles interpretam como ‘vitória’?”
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, Linda Harvey, Lee Duigon e os Ministérios Kenneth Copeland apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Em 15 de junho de 2018, O Observatório da Direita disse:
Julio Severo também não é fã do Mês do Orgulho Gay: “Ninguém se orgulha de um grupo de adoradores de sexo anal celebrando o sexo homossexual!”
O texto completo em português está aqui: Google impõe propaganda de “orgulho” homossexual nos usuários.
Como eu poderia ser fã de um mês que celebra orgulho em atos sexuais anal considerados como perversão por Deus na Bíblia?
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, Tucker Carlson, David Limbaugh e Judson Phillips apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Não apenas o Observatório da Direita reclamou da minha postura conservadora contra o Mês do Orgulho Gay, mas o site ativista LGBTQ Nation, em um artigo intitulado “Aqui estão algumas das coisas horríveis que ‘cristãos amorosos’ estão dizendo sobre o Orgulho Gay deste ano,” disse:
Julio Severo, escrevendo no Barbwire, um site conservador de direita dirigido por Matt Barber, compartilhou opiniões semelhantes. Severo expressou sua frustração com o Google mostrando seu apoio ao Mês do Orgulho Gay em seu próprio site.
“Eu estava pesquisando no Google na semana passada quando a página do Google relampejou no meu rosto: ‘Celebrate Pride Month’ #ThisIsFamily. Tradução: ‘Celebre o Mês do Orgulho’ #IstoÉFamília,” disse Severo.
O site apresentava três emojis de bandeiras no pequeno aviso na parte inferior de sua página principal, com bandeiras do orgulho transgêneros e bissexual ao lado da bandeira do arco-íris clássico.
“Um mês inteiro para celebrar… o sexo homossexual pervertido e perverter o significado de família para o benefício da agenda homossexual,” declara Severo. “O Google não pode dedicar um mês inteiro para a comemoração da família natural?”
Ele continua: “Pessoas normais não têm orgulho do sexo anal. Elas têm orgulho da família natural: um homem, uma mulher e filhos. Ninguém se orgulha de um grupo de adoradores de sexo anal celebrando o sexo homossexual!”
No entanto, LGBTQ Nation se esqueceu de mencionar isso no contexto que coloquei: Neoconservadorismo.
É dever do governo dos EUA intervir contra ameaças à sua segurança nacional. A família não é tal questão de segurança nacional?
O Google sugeriu que o orgulho no sexo anal é “família.” Os fundadores dos Estados Unidos viam os adoradores do sexo anal como “família”? Eles eram adoradores de depravações homossexuais? Eles defendiam que o orgulho do sexo homossexual representa a família? Então, por que o governo dos EUA não faz nada para impedir essa profanação de seu recurso nacional mais importante, a família?
Por ameaças menores, os EUA intervêm militarmente nos assuntos de outras nações. Por que não uma intervenção militar também no Google?
Se os EUA podem enviar tropas para nações distantes para resolver questões sem relação com a segurança nacional americana, por que os EUA não podem enviar suas tropas para a sede do Google e suspender seus abusos contra seus usuários e a família americana?
Abandonar a própria família para se intrometer em assuntos de nações longínquas não é patriotismo. É trair os valores mais importantes de uma pátria.
Por que travar guerras estúpidas em nações longínquas se os EUA não conseguem travar a guerra mais importante em seu próprio território e proteger a integridade da família contra empresas gananciosas que têm ultrapassado seus limites?
Se o governo dos EUA não pode intervir no Google, por que intervir em nações distantes? O petróleo é mais importante do que a família? Proteger e armar pesadamente a ditadura islâmica da Arábia Saudita é mais importante do que proteger a família?
No entanto, como o governo dos EUA pode intervir no Google se o seu próprio Departamento de Estado, liderado por um cristão evangélico, também declarou junho como o Mês do Orgulho LGBTI?
Em 4 de janeiro de 2018, O Observatório da Direita disse:
Julio Severo está muito transtornado que Trump reconheceu Kwanzaa: “Não há dúvida de que o FBI criou uma criatura marxista bastante estúpida. Por que celebrá-la?”
Por que o Observatório da Direita quer defender Trump, que é um evangélico, em sua atitude não conservadoras de reconhecer um feriado marxista? Especificamente, por que essa poderosa organização esquerdista quer defender Trump de um evangélico conservador brasileiro? Para entender a razão por que achei errado Trump celebrar um feriado marxista, leia meu artigo: “Trump deseja Feliz… Kwanzaa, por amor à ideologia politicamente correta.”
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, Ann Coulter e a neopentecostal Paula White apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Outros líderes conservadores proeminentes frequentemente atacados pelo Observatório da Direita são: Scott Lively, Pat Robertson, Peter LaBarbera, Tony Perkins, Matt Barber, Linda Harvey, Bill Federer, Michael Savage, Joseph Farah, Jerry Falwell Jr., Jane Chastain, Erik Rush, Bryan Fischer, Michele Bachmann, James Dobson, Dinesh D’Souza, Barbara Simpson, Mat Staver, Cindy Jacobs, Lou Engle, Lance Wallnau, Rick Joyner, David Horowitz, Larry Klayman e muitos outros.
O que o Observatório da Direita, cujo dono é a entidade People for the American Way, quer?
De acordo com o WND, um dos maiores sites conservadores do mundo, People for the American Way (PFAW) é “uma organização socialista ateísta que, por meio de publicações como seu ‘Right Wing Watch’ [Observatório da Direita] se dedica à destruição dos conservadores em geral.” 
De acordo com seu site, o Observatório da Direita tem uma missão especial de atacar conservadores que se opõem à agenda gay, ao aborto e à ideologia muçulmana.
O que os conservadores americanos dizem sobre o Observatório da Direita?
Pat Robertson, do Clube 700, disse: “Uma organização nojenta.”
Peter LaBarbera, da entidade Americanos pela Verdade da Homossexualidade, disse: “Deveriam chamá-los de Povo pelo Jeito Homossexual.”
Matt Barber, fundador do portal conservador BarbWire, disse: “Uma agenda secularista radical… uma agenda socialista… promovendo a cultura da morte.”
Por que o Observatório da Direita tem focado nos meus artigos?
Qual é a intenção deles?
Em 2011, o WND havia feito uma reportagem (a versão em português está neste link) sobre a monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA contra meu blog. Qual era a intenção deles?
No mesmo ano, o WND fez uma reportagem, que se tornou manchete (a versão em português está neste link), sobre o PayPal cortando minha conta depois da campanha de uma organização homossexual nos EUA.
Por que o Golias (Observatório da Direita, Ministério de Segurança Nacional dos EUA, etc.) monitora e se preocupa com um pequeno Davi?
Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:
Leitura recomendada sobre censura do Facebook:
Outra leitura recomendada:

23 de setembro de 2018

Falar em línguas é uma arma de guerra?


Falar em línguas é uma arma de guerra?

David Ravenhill
Dos nove dons do Espírito que estão numa lista em 1 Coríntios, poucos questionariam o fato de que o dom de línguas é de longe o mais controverso. Se os dons fossem comparados a uma família, as línguas seriam aquele membro da família que ninguém quer reconhecer ou ter ligação. Esse é o único membro de quem nos sentimos envergonhados de ter um parentesco e sobre o qual temos ainda mais relutância em falar. O que há nesse dom que é tão desagradável para tantos crentes? Por anos, certas denominações têm alertado seu povo sobre se aproximar de pessoas que falam em línguas para que eles mesmos não se tornem demonizados ou dementes.
Já que todo dom bom e perfeito vem de Deus, inclusive o dom de línguas, então precisamos nos perguntar: O que realmente está acontecendo?
Algumas denominações mantêm uma crença cessacionista, que basicamente ensina que os dons foram removidos nesta dispensação e, portanto, não são mais relevantes. Por trás desse ensinamento está o diabo, que promove essa mentira a fim de fortalecer sua própria agenda. Que melhor maneira de minar o propósito de Deus do que eliminar os próprios meios de equipar o povo de Deus com força e discernimento espiritual?
Permita-me explicar. A Bíblia nos ensina que quando falamos em línguas edificamos a nós mesmos. Essa palavra “edificar” é a palavra grega usada para construir ou edificar uma habitação. Todos nós assistimos a um edifício sendo edificado ou construído. Dia a dia, vemos a mudança na forma e propósito para o qual o proprietário e o arquiteto planejaram. O dom de línguas, da mesma forma, é um dos métodos de Deus para fortalecer e edificar nossa casa espiritual. Assim como nosso corpo físico precisa ser fortalecido pela comida, nossos espíritos também precisam ser fortalecidos e edificados.
Pessoalmente acredito que Deus queria que o dom de línguas funcionasse como uma porta para todos os outros dons. Ao edificar seu espírito, você se torna mais consciente da esfera espiritual em que Deus deseja que todos nós operemos. Agora, se eu fosse o diabo, eu faria todo o possível para desacreditar esse dom por essa mesma razão.
Uma língua tem também outros propósitos. Um deles é a capacidade sobrenatural de poder se comunicar em uma língua desconhecida para quem fala, mas entendida por quem ouve. Sabemos também pela Palavra de Deus que o dom de línguas, quando interpretado, pode edificar aqueles que ouvem de maneira semelhante ao dom da profecia.
Agora deixe-me compartilhar com você outra possibilidade sobre o uso do dom de línguas. Repare que usei a palavra “possibilidade.” A Palavra de Deus nos diz que é a glória de Deus esconder um assunto e a glória dos reis para sondá-lo.
Com isso em mente, permita-me juntar essa possibilidade. Qual é o propósito de uma língua? Uma língua é usada para se comunicar com outra pessoa.
Quando quero me comunicar com minha esposa, uso o inglês, pois é a única língua que conheço. Se eu fosse capaz de falar em chinês, minha esposa não entenderia uma palavra do que eu estava dizendo, já que ela não fala chinês. O apóstolo Paulo nos diz em 1 Coríntios 13 que podemos falar nas línguas dos homens ou dos anjos. Se as línguas são usadas para se comunicar, então falar em uma língua angélica significa dizer algo ou comunicar algo a um anjo ou anjos. Ora, sabemos, de acordo com a Palavra de Deus, que não devemos adorar anjos. João se prostrou diante de um anjo e ouviu: “Não faça isso; eu sou seu companheiro de trabalho” (veja Apoc. 19:10).
O papel de um servo é servir. Hebreus 1:14 nos diz que os anjos são espíritos ministradores enviados em favor daqueles que são herdeiros da salvação. Em outras palavras, uma de suas funções é servir-nos conforme a direção que o Senhor dá. Sabemos que quando falamos em uma língua desconhecida, não é algo que podemos fazer naturalmente, mas é o Espírito de Deus falando através de nós e nos capacitando. Com isso em mente, não há uma boa probabilidade de que quando falamos em línguas, o Espírito de Deus está dando ordens através de nós para a Sua multidão angélica de servos?
Lembra quando Jerusalém foi cercada pelos exércitos de Senaqueribe? O rei Ezequias orou com o profeta Isaías. A resposta de Deus à oração deles foi enviar um anjo que destruiu 185.000 assírios. O salmista nos lembra que o trono de Deus está nos céus e Sua soberania governa sobre todos. Nós lemos que ao redor do Seu trono estão anjos esperando para servir e cumprir Suas ordens.
Com esse conceito em mente, é de admirar, então, que o diabo odeie o dom de línguas? Se o povo de Deus pode fazer parceria com o Espírito Santo, orando em línguas e, assim, obtendo vitória após vitória; não é de admirar que ele busque difamar, menosprezar e impedir que as pessoas busquem esse dom bom e perfeito (ver Tiago 1:17).
Deus providenciou ao Seu povo armas para a guerra espiritual, as quais incluem Seu nome, Sua Palavra, Seu sangue e, sim, até mesmo línguas. Encorajo você a manter essa arma em seu arsenal e usá-la junto com todas as outras.
David Ravenhill tem servido ao Senhor por mais de 40 anos como missionário, pastor, professor e pastor itinerante, tendo trabalhado com o falecido evangelista David Wilkerson, Jovens Com Uma Missão, pastor Mike Bickle e o falecido evangelista Steve Hill. Ele é o autor de vários livros, inclusive For God’s Sake, Grow Up! e Welcome Home.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Is Speaking in Tongues a Weapon for War?
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22 de setembro de 2018

Judeus ortodoxos vandalizam Congregação Messiânica de Asdode, Israel


Judeus ortodoxos vandalizam Congregação Messiânica de Asdode, Israel

Ron Cantor
Não é pouca coisa, em Israel, judeus messiânicos comprarem ou construírem seu próprio templo. Os salários são baixos e o custo dos imóveis é alto. O pastor Israel Pochter é de Asdode, onde os judeus ortodoxos têm incomodado a eles e sua congregação por muitos anos. Não muito tempo atrás, os 300 membros da congregação Beth Hallel (Casa de Louvor) inauguraram seu novo templo.
No começo da semana, dois judeus ortodoxos pintaram pichações em todo o templo. Eles escreveram as mesmas palavras em todos os lugares: “Missionários são um perigo nacional.” É claro que não somos missionários, mas sim cidadãos israelenses exercendo nosso direito de culto a Yeshua e espalhar Sua mensagem. Eles procuram nos retratar como trabalhadores estrangeiros que vêm aqui para converter as pessoas, não como realmente somos: israelenses judeus espalhando a mensagem do Messias de Israel.
A polícia geralmente reluta em investigar tais assuntos, mas Pochter tem evidências de câmeras de vigilância do vandalismo real. Além disso, um soldado que vai à congregação os flagrou em ação e os expulsou, o que também foi filmado.
Embora esses ataques possam ser frustrantes (até mesmo assustadores), devemos lembrar que essas são as pessoas que esperamos alcançar. Saulo de Tarso era um indivíduo violento e contra o Messias — até que ele conheceu Yeshua. Além disso, somos chamados a nos regozijar no meio da perseguição (Mt 5:10-12). Pochter não quer prestar queixa na polícia, mas simplesmente quer que os criminosos consertem os danos. Ore para que, através disso, a mensagem de Yeshua prospere.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Orthodox Jews Vandalize Ashdod Messianic Congregation
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21 de setembro de 2018

Facebook está construindo “centro de comando de guerra contra notícias falsas” dentro de sua sede para combater informações conservadoras durante as próximas eleições americanas e brasileiras


Facebook está construindo “centro de comando de guerra contra notícias falsas” dentro de sua sede para combater informações conservadoras durante as próximas eleições americanas e brasileiras

Julio Severo
Em uma reportagem intitulada “Facebook está construindo um ‘centro de comando de guerra contra notícias falsas’ dentro de sua sede na Califórnia para coordenar sua batalha contra a disseminação de desinformação durante as próximas eleições americanas e brasileiras,” o jornal britânico DailyMail disse, “Funcionários do Facebook estão aumentando seus esforços para impedir a disseminação de ‘notícias falsas.’”
É muito fácil identificar o que o Facebook considera notícias falsas e desinformação: opiniões conservadoras.
Os conservadores são as vítimas favoritas do Facebook para a censura.
Quando não há quase nenhuma queixa dos usuários esquerdistas de Facebook sobre censura de seus pontos de vista, queixas do movimento conservador são generalizadas.
“O Google, o Twitter e o Facebook estão realmente pisando em território muito problemático e precisam tomar cuidado. Não é justo para grandes parcelas da população,” o Presidente Donald Trump disse no mês passado, de acordo com a Fox News, observando que seu governo tem “literalmente milhares e milhares de reclamações chegando” sobre as práticas das empresas de tecnologia.
Há tendenciosidade pró-esquerda e tendenciosidade anticonservadora no Facebook. No ano passado, por exemplo, o Facebook contratou Joel Benenson, principal assessor de Barack Obama e estrategista principal de Hillary Clinton.
O que o Facebook está prometendo agora é mais censura aos conservadores, especialmente em sua livre escolha para usar o Facebook para divulgar suas ideias conservadoras. Tal pressão está provocando um resultado: 1 em 3 conservadores deixou ou está considerando deixar o Facebook.
Posso falar pela minha própria experiência. Nos últimos 14 meses, o Facebook impôs várias vezes ao meu perfil bloqueios de 30 dias. Numa reportagem sobre censura, o WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, incluiu meu caso em sua manchete “Liberdade de expressão é a grande questão de nossa época: Gigantescas empresas tecnológicas provocam revolta conservadora.”
A reportagem do DailyMail disse:
A empresa revelou que terá um “centro de comando de guerra” em pleno funcionamento em seu campus de Menlo Park a tempo das eleições dos EUA e do Brasil.
Os executivos do Facebook afirmam que a empresa tem várias equipes atualmente trabalhando para melhorar sua resposta a qualquer tentativa de manipular o conteúdo do Facebook para favorecer qualquer candidato ou partido específico.
As eleições gerais brasileiras estão marcadas para 7 de outubro para eleger o presidente e vice-presidente, o Congresso Nacional, os governadores e vice-governadores dos Estado e do Distrito Federal, as Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
As eleições estaduais dos Estados Unidos serão realizadas em 6 de novembro de 2018. Essas eleições considerarão todas as 435 vagas na Câmara dos Deputados e 35 das 100 vagas no Senado dos Estados Unidos contestados.
A alegada preocupação do Facebook é que sua plataforma foi usada para eleger Trump. Eu me pergunto se o Facebook estaria preocupado se sua plataforma tivesse sido bem-sucedida, como tentou fazer, em eleger a esquerdista Hillary Clinton.
O Facebook quer que o público acredite, como disse William Murray, que “um punhado de ‘trolls russos’ que deixaram comentários nas páginas do Facebook alteraram os resultados das eleições americanas de 2016.”
O Facebook está usando a desculpa de trolls russos — russos e seu atual conservadorismo — como bodes expiatórios para aumentar sua censura aos conservadores.
Assim, o Facebook mata dois coelhos com uma cajadada só: culpa a Rússia por interferir nas eleições dos EUA e desvia a atenção de seus próprios esforços para ajudar a eleger candidatos de esquerda.
Independentemente do conservadorismo russo, a maioria dos usuários do Facebook é conservadora. Essa é a única explicação para o fato de que, apesar da tendenciosidade pró-esquerda em massa do Facebook, a vontade da maioria prevaleceu. Um número incontável de usuários foi colocado na prisão do Facebook por apenas dizer que a homossexualidade é perversão. O Facebook chegou a remover minha citação de Levítico 18:22, onde Deus disse: “Não minta com um homem como se deita com uma mulher; isso é detestável .”
A maioria dos eleitores de Trump era evangélica, e essa é a razão pela qual o Facebook impôs tanta censura aos evangélicos conservadores. Da mesma forma, a principal base de votação de um promissor candidato de direita no Brasil são os evangélicos.
O centro de comando de guerra do Facebook não é contra notícias falsas. É contra notícias conservadoras. É contra os evangélicos nos EUA e no Brasil.
A batalha do Facebook não é contra desinformação. É contra informação conservadora e evangélica.
Sei por experiência, porque sou evangélico e tenho estado sob censura e bloqueios de 30 dias do Facebook.
Se pudesse, o Facebook mandaria todos os evangélicos americanos e brasileiros para Gulags virtuais. O primeiro passo já foi dado: censura implacável de opiniões evangélicas acerca da agenda homossexual.
A esquerda está repleta de notícias falsas e desinformação. Se tivesse seriedade em combater tais ameaças, o Facebook imporia aos extremistas de esquerda a mesma censura que vem impondo aos conservadores há anos.
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