Pastor
tradicional quer campos de concentração para gays
Julio
Severo
A grande mídia esquerdista,
embalada pela mídia gay, vem dando destaque a um pastor tradicional dos EUA
que, em sua pregação de 13 de maio, sugeriu a construção de uma grande cerca eletrificada
de 155 a 233 km para confinar os homossexuais de tal forma que não possam
escapar.
O pastor é o Rev. Charles Worley,
da Igreja Batista Providence Road, nos EUA.
Os holofotes não foram jogados sobre
o Rev. Charles porque sua pregação representa os cristãos em geral ou os
cristãos tradicionais em particular.
A mídia o escolheu como exemplo
porque sabe que os cristãos não têm esse pefil. Afinal, o Rev. Charles não está
recebendo aplausos das igrejas cristãs. Ele está recebendo críticas.
Portanto, o exemplo do Rev. Charles
é um caso isolado.
Se a grande mídia esquerdista e a
mídia gay quiserem encontrar casos não isolados, o mundo islâmico fornece
abundância de exemplos. Qualquer chefe de mesquita que pregasse exatamente o
que o Rev. Charles pregou seria aplaudido e aclamado por multidões islâmicas.
Aliás, um chefe de mesquita que pregasse a pena de morte para gays seria ovacionado
como herói.
A mídia conhece tais pregações
vindas do mundo islâmico, mas abafa cuidadosamente. Nem mesmo os supremacistas
gays ousam incomodar os islâmicos quando, com o poder do Estado islâmico,
torturam e matam gays.
Portanto, a preocupação da mídia não
é salvar os gays de campos de concentração, mas unicamente atacar os cristãos
sob quaisquer pretextos, até mesmo usando e abusando de casos isolados.
A mídia escolheu o Rev. Charles porque
o exemplo dele fornece a arma perfeita para desestimular os cristãos que lutam
contra a agenda gay.
No Brasil, falsos apologetas,
inclusive o tabloide sensacionalista Genizah, usaram o exemplo do Rev. Charles
não para atacar os cristãos tradicionais, mas para apontar o dedo de acusação
para os cristãos que lutam contra o PLC 122. Por esse e outros motivos, o
Genizah é amplamente celebrados por cristãos esquerdistas e até
por pastores gays.
Os falsos apologetas, que usam todo
e qualquer caso para atacar os pentecostais e neopentecostais, não ousaram usar
o Rev. Charles para apontar o dedo para os tradicionais.
Da parte do Genizah, é um
comportamento previsível, pois seu dono, Danilo Fernandes, se gaba de ser
calvinista. Contudo, dificilmente Calvino, se estivesse vivo, não concordaria
com o Rev. Charles, apenas com uma adição: como ministro do Evangelho, Calvino
teria recomendado capelães nos campos de concentração e a oportunidade de os gays
saírem dali se abandonassem o estilo de vida gay.
Rev. Fred Phelps, um pastor tradicional que prega: “Deus Odeia as Bichas”
O Genizah também omite o fato de
que o
maior pastor antigay do mundo é um “cristão” tradicional. O Rev. Fred
Phelps, da Igreja Batista Westboro, é famoso por fazer piquetes com cartazes
dizendo “Deus Odeia as Bichas”. Uma investigação de LifeSiteNews anos atrás
revelou que Phelps é membro de carteirinha do Partido Democrático, o mesmo partido
de Obama e outros políticos pró-homossexualismo dos EUA. Phelps já concorreu cinco
vezes em eleições por esse partido e “fez campanha em favor do Senador Al Gore
na campanha presidencial de 1988, o que lhe trouxe a oportunidade de ser um dos
convidados na posse do Presidente Clinton e seu vice Gore”.
Portanto, as ligações do Rev. Fred
Phelps são nitidamente esquerdistas. Mas o exemplo dele é convenientemente
usado pela mídia esquerdista e gay não para atacar os evangélicos esquerdistas,
mas para debochar dos cristãos conservadores que se opõem à agenda gay. Ele é a
bomba evangélica esquerdista para explodir evangélicos conservadores.
Danilo o Calvinista tem muita sorte
de não haver um Genizah pentecostal ou neopentecostal. O Rev. Charles e o Rev. Fred,
que são do mundo gospel tradicional, dariam o exemplo perfeito para debochar e
zombar dele e outros tradicionais.
Deixando de lado a hipocrisia do
calvinista Danilo, os supremacistas gays não têm moral para atacar o Rev. Charles
Worley. Adolf
Hitler, um dos maiores líderes homossexuais que o mundo já viu, condenou 6
milhões de judeus e outras pessoas, inclusive pastores e padres, aos campos de
concentração. Ele também condenou alguns milhares de gays, por não se
encaixarem no perfil que ele tinha de homossexual forte e másculo.
Com um Hitler gay no comando de um
país, até mesmo gays desmunhecados não escapam de campos de concentração.
Num país de maioria cristã, os
supremacistas gays (e os falsos apologetas!) podem acusar os cristãos de
tentarem impor uma ditadura “assassina”.
Até mesmo Barack Obama, um cristão
tradicional liberal, faz muito bem tais acusações, enquanto promove
descaradamente a agenda gay, o aborto e o islamismo.
Sob impacto de
doença degenerativa, pai da psiquiatria moderna muda opinião sobre pessoas
que saem da homossexualidade
Julio
Severo
Em 2003, o psiquiatra Robert
Spitzer publicou um estudo na revista “Archives of Sexual Behavior” que revelou
que as pessoas podem sair da homossexualidade através de terapia, que consistia
em um método “reparador” com a ajuda espiritual.
O estudo teve como base o testemunho
de mais de duzentas pessoas que haviam deixado a homossexualismo, especialmente
casos envolvendo a fé em Jesus Cristo.
Contudo, depois de resistir às
implacáveis pressões do supremacismo gay, Spitzer sucumbiu. Em carta recente enviada
à “Archives of Sexual Behavior”, ele escreveu: “Eu acredito que devo desculpas
à comunidade gay por meu estudo trazer alegações não comprovadas da eficácia da
terapia reparadora”.
Sua mudança de opinião parece ter
como base sua doença.
Robert Spitzer: mudança de opinião provocada por degeneração mental?
Spitzer, que completa 80 anos nesta
semana, vem sofrendo da doença de Parkinson, que provoca degeneração e morte
celular dos neurônios. É uma doença que se evidencia por distúrbios nos
domínios emocional, cognitivo e psicossocial, destacando-se: depressão,
ansiedade, prejuízos cognitivos e, em particular, a demência.
É possível esperar coerência e
lucidez de um homem nesse estado?
Spitzer ficou conhecido porque em 1973,
sob pressão intensa dos supremacistas gays, ele foi um dos responsáveis pela
remoção da homossexualidade da lista de desordens mentais da Associação
Americana de Psiquiatria. Até aí, tudo bem — para os autores das pressões. Desde
essa data, eles andavam muito felizes com ele.
Os supremacistas gays só foram se
enfurecer com ele depois de seu estudo, 20 anos mais tarde, reconhecendo que as
pessoas podem sair do homossexualismo. Nesse ponto, nada mais estava bem. Spitzer
passou a ser malvisto pelas elites e, por incrível que pareça, conseguiu
resistir durante 10 anos.
Não fosse pela doença de Parkinson,
os supremacistas gays estariam ainda roendo as unhas de raiva.
Não deve ter sido fácil para ele,
que é considerado o pai da moderna psiquiatria, ficar isolado e descartado
pelos grandes meios de comunicação durante uma década inteira. No mundo
politicamente correto da mídia, onde um dos Dez Mandamentos parece ser “Amarás
a Sodomia Acima de Todas as Coisas”, é um pecado mortal se desviar de seus
deuses e dogmas.
Todos os que não demonstram “bom
comportamento” (repetindo os mantras das elites) perdem os holofotes. Diga algo
negativo sobre o homossexualismo, e expulsam você do “clube” dos privilegiados.
Graças à doença de Parkinson, Spitzer
voltou ao “clube”. Ele se retratou da reversão homossexual. E a grande mídia o
acolheu de braços — e holofotes — abertos. O jornal esquerdista New York Times e outros grandes veículos
de comunicação dos EUA não perderam tempo em festejar a “lucidez” do velhinho doente
e sua mudança de opinião.
À medida que a degeneração mental
evoluir em Spitzer, os supremacistas gays poderão esperar declarações mais
bombásticas do psiquiatra doente, tais como a homossexualidade é normal,
maravilhosa, inigualável, etc.
Nessa altura, os ativistas gays brasileiros
(que têm uma preferência danada pelas religiões afro-brasileiras e suas
entidades amantes da sodomia) devem estar rezando para que a doença de
Parkinson afete todos que acreditam que um homem pode deixar as práticas
homossexuais.
Somente sob o efeito de uma degeneração
mental, moral e espiritual é possível ver a homossexualidade com naturalidade.
Onde o supremacismo gay ou tal doença não pressiona as pessoas a expressar
opiniões malucas, o povo é livre para dizer o que pensa sobre o homossexualismo.
Uma pesquisa
de opinião pública na Rússia em 2010 revelou que 74 por cento dos russos
disseram que os homossexuais são “moralmente depravados ou aleijados” e
acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental amoral”.
Em tempos passados, antes de sua
doença degenerativa, Spitzer pôde comprovar, mediante seu estudo, que há pessoas
que conseguem sair do estilo de vida homossexual, que os russos chamam de
depravação moral ou perversão mental e que Deus chama de abominação.
Independente dos grandes
especialistas mortais deste mundo e de suas opiniões e mudanças de opiniões
provocadas por degeneração mental, Jesus Cristo que liberta, cura e salva é o
mesmo ontem, hoje e eternamente.
Com
informações do WND, New York Times e site homossexual A Capa.
Por inspiração
de Obama, senadora homossexualista quer de volta PLC 122 do jeito da senadora
derrotada Fátima Cleide
Julio
Severo
Cansada da resistência do povo
brasileiro, mas animadíssima com o recente mau
exemplo de Obama apoiando o “casamento” gay,
a senadora petista Marta Suplicy tomou a decisão, em 15 de maio, de retomar o
texto do PLC 122 que havia sido proposto pela ex-senadora Fátima Cleide, a
antiga relatora do PLC 122 que foi facilmente derrotada em seu estado
exatamente por defender o supremacismo gay.
PLC 122: Gaystapo ataca de novo
Com a derrota de Fátima nas
eleições de 2010, o PLC 122 foi sepultado no Senado, sendo desenterrado em
seguida por Suplicy, que esperava que seu ativismo radical pudesse dar para o
projeto supremacista gay o avanço que Fátima nunca conseguiu dar. Suplicy
tentou de tudo, até mesmo dar uma concessão especial para que padres e pastores
não fossem punidos se pregassem contra o homossexualismo dentro de suas
igrejas.
Marta reconheceu publicamente que o
texto de Fátima, o qual agora ela está trazendo de volta, condenava à prisão
toda pessoa que dissesse qualquer coisa contra o homossexualismo. Por isso, ela
havia criado uma isenção, conforme ela disse neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g
Antes dessa generosa concessão, as
velhas palavras do PT e Fátima Cleide garantiam ao povo brasileiro que o PLC
122 jamais traria nenhuma perseguição aos cristãos. O projeto, segundo eles,
visava exclusivamente proteger gays inocentes de supostas turbas “homofóbicas” que
patrulham as ruas do Brasil à procura de estranhos com trejeitos para
assassinar.
Os evangélicos ficaram desconfiados
com as garantias de Fátima e do PT. Afinal, em 2002 o candidato Lula havia se
comprometido com líderes evangélicos tradicionais, pentecostais e
neopentecostais que seu futuro governo jamais promoveria o aborto e o
homossexualismo. Mas o governo dele foi exatamente o contrário do que ele prometeu.
(Alguém, com certeza, deve ter se gabado nos bastidores: “Enganei um monte de
bobo na casca do ovo!”)
A desconfiança dos evangélicos com
as promessas de Fátima produziu uma campanha de igrejas para derrotar a reeleição
dela. Mas eis que vem como substituta Marta Suplicy, considerada a rainha dos
gays.
Livro “O Movimento Homossexual”
Só não conhece Suplicy quem não
quer. Ela já vinha sendo denunciada desde meu livro “O
Movimento Homossexual”, publicado pela
Editora Betânia em 1998. Ela é uma antiga defensora de toda prática sexual
anormal, tendo sido treinada, nas décadas de 1960 e 1970, em universidades dos
Estados Unidos. Ninguém no mundo consegue formar melhor um PhD em depravação do
que uma grande universidade americana.
Obama: inspiração para Marta Suplicy e supremacistas gays do mundo inteiro
A motivação de Marta está muito
longe de preocupações com homossexuais. Anos atrás, vendo que estava perdendo a
eleição para a prefeitura de São Paulo, ela insinuou, na propaganda de sua
campanha, que o candidato opositor era homossexual. Foi uma jogada estratégica:
sabendo que a
população é em grande parte contra o homossexualismo,
Marta se aproveitou e tentou tirar a força o outro candidato do armário, a fim
de que o povo reagisse contra ele e a favor dela.
Em seu oportunismo, Suplicy não
hesitou em usar sua máquina de propaganda política para fazer bullying e
perseguição contra um homossexual, fazendo de tudo para puxar o tapete dele.
Se a defesa dela da agenda gay não
é movida por amor aos homossexuais, então qual é a motivação? Como esquerdista,
Marta crê na “luta de classes”, conceito de Karl Marx para provocar uma
revolução na sociedade que, no fim, traga a ditadura comunista.
Tendo essa ideologia como princípio
de vida, é missão de Marta e outros esquerdistas fortalecer determinadas classes
e categorias, dando-lhes poder para entrar em choque especialmente com os
padrões morais da sociedade, a fim de produzir o caos social, que será a
desculpa perfeita para a implantação de um feroz controle tirânico sobre todos
os cidadãos.
A volta de Marta ao PLC 122 de
Fátima Cleide nada mais é do que a volta ao projeto do caos e da mentira.
Ouviremos novamente a ladainha, dita um milhão de vezes por Fátima, de que o
PLC 122 não trará perseguição aos cristãos.
Marta Suplicy quer PLC 122 do jeito que Fátima Cleide havia proposto
Minha luta recebeu atenção
internacional, dando-me a oportunidade de dar entrevistas para veículos de
comunicação dos EUA e Canadá.
Enquanto isso, no Brasil jornais e
revistas evangélicos, em grande parte nas mãos de esquerdistas, tentavam lidar
com o PLC 122 de forma “imparcial”, respeitando a palavra de Fátima Cleide de
que o projeto supremacista gay não representava ameaça aos cristãos.
A ameaça do PLC 122, que hoje é corretamente
entendida como um perigo grave, foi tratada, em 2009, como mera ilusão ou até
mesmo paranoia pela revista Cristianismo
Hoje. Outras mídias evangélicas, como o tabloide sensacionalista Genizah,
tratam os opositores do PLC 122 quase como doentes mentais. Essa
atitude progressista lhes rende elogios e aplausos dos ativistas gays.
Mais recentemente, Danilo
Fernandes, o dono do Genizah cuja ficha corrida está realmente crivada de
escândalos judiciais, entrevistou Caio Fábio na revista Cristianismo Hoje. (O nome oficial completo do Danilo consta aqui.)
A entrevista não dispensou deboche algum a ele, que foi tratado como um homem
que, depois de sofrer inocentemente e ser “martirizado”, é elevado a sublimes alturas
celestiais reservadas a um número restrito de santos esotéricos.
A única verdade importante que se
aproveitou da entrevista foi Caio reconhecer, ainda que lamentando, que o
explosivo crescimento das igrejas neopentecostais na década de 1980 atrapalhou
a união das outras igrejas que estava acontecendo em torno da Teologia
da Missão Integral (TMI) — que é, nas
palavras de Ariovaldo Ramos, a vertente protestante da Teologia da Libertação.
Geralmente, os adeptos da TMI têm
uma visão esquerdista da luta contra o PLC 122. A visão deles se traduz em apatia
ou deboches, que Cristianismo Hoje e Genizah
fazem muito bem, em sua perfeita
comunhão espiritual e ideológica. Para eles, a ameaça do PLC 122 é pura
suposição ou “moinhos de vento” na cabeça de alucinados. Os não alucinados,
para eles, são os que têm a TMI na cabeça.
Cristianismo
Hoje e Genizah nunca insinuaram que Marta
Suplicy, Fátima Cleide, Lula, Dilma Rousseff e o PT são um bando de alucinados
ou têm a mente cheia de moinhos de vento. Pelo contrário, Lula, Dilma, Obama e
seus descarados apoiadores evangélicos foram muitas vezes celebrados em suas
páginas. Qualquer mídia evangélica que festeje tais criaturas fatalmente
debochará de genuínos seguidores de Jesus Cristo.
Quando iniciei a luta contra o PLC
122 no meio evangélico, a grande mídia evangélica, encharcada até a alma com a TMI,
só enxergava o lado mais positivo que Fátima Cleide apresentava. Eu vi o lado realista,
que por acaso era sombrio e negativo. Essa não foi a primeira vez que vi
perigos que muitos não viam. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi
lançado, muitos o julgaram “exagerado” por denunciar que os ativistas
homossexuais chegariam ao ponto de exigir a doutrinação das crianças nas
escolas. A resposta geral era: “Isso nunca vai acontecer no Brasil!”
Trabalhei, na década de 1990 (e
posteriormente), como
uma voz que clama no deserto.
Quem leu meu livro naquela época, hoje me chama de profeta. Quem leu na década
de 1990, sem ver o que ocorreria hoje, me achava um alucinado.
As ameaças dos ativistas gays não são ficção
No início da luta contra o PLC 122,
muitos me viam da mesma forma. Dá para entender quando o povo não compreende. Mas
os líderes muitas vezes têm outras motivações. Um grande líder evangélico que,
num artigo da revista Ultimato,
atacou os cristãos que lutam contra o PLC 122 tinha uma motivação particular:
viajando o Brasil inteiro para ministrar para milhares de pessoas, deixava
filhos pequenos e cônjuge abandonados. O resultado: os filhos acabaram se
envolvendo com o estilo de vida homossexual.
O que não é de surpreender são as
ligações desse líder com Caio Fábio, revista Ultimato e Genizah. Mas em que sua raiva contra os cristãos
anti-PLC 122 poderia ajudar seus filhos que entraram no homossexualismo por
causa de seu sobrecarregado trabalho de ministrar em todo o Brasil? Destroem
suas famílias e depois querem, na maior cara de pau, posar de guardiões de uma
ética cristã hipócrita que se opõe a uma genuína defesa da família. Em que seus
ataques e deboches aos cristãos anti-PLC 122 poderiam ajudá-lo a resgatar seus
filhos do homossexualismo?
Graças a Deus, a visão progressista
da TMI, que pinta os opositores do PLC 122 como paranoicos, está perdendo
força. Um número cada vez maior de pessoas está enxergando as horrendas
consequências que a sociedade brasileira sofrerá se o se o projeto de
supremacismo gay for aprovado.
Para a volta ao texto do PLC 122 de
Fátima Cleide, Marta se apoia nas palavras de Toni Reis, presidente da ABGLT,
que disse: “Mais de três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos
últimos anos. Mas o projeto ainda não foi aprovado”.
Ele também garantiu que “o projeto
não afeta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o
homossexualismo”.
Voltaremos assim às desculpas (e
mentiras) de sempre — com o apoio de líderes evangélicos negligentes que
facilitam a entrada de seus filhos no homossexualismo e depois procuram bodes
expiatórios para seus próprios pecados.
Se o PLC 122 “não afeta a liberdade
de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”, então por que,
mesmo sem esse projeto, Toni
Reis pressionou o Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia?
Mesmo antes dessa ação da ABGLT, a própria Associação da Parada do Orgulho Gay
de São Paulo já havia feito queixa contra mim no MPF em 2006.
Por conta da minha luta contra o
PLC 122, uma mobilização gayzista na rede social do Orkut levou um grande
número de ativistas gays a pressionar o Google a fechar meu blog em 2007. O
Google só o reativou depois da pressão de muitas pessoas, inclusive do filósofo
Olavo de Carvalho, vários advogados e um procurador em Brasília.
Esse procurador telefonou para o
Google perguntando sobre o fechamento do meu blog, recebendo como resposta que
meus textos promovem violência contra os homossexuais. O procurador declarou ao
advogado do Google que ele era assíduo leitor do meu blog e nunca havia visto
um único texto meu de ódio ou violência contra os homossexuais. Em seguida, não
vendo justificativa legal para manter meu blog encerrado e censurado, o Google
o liberou.
Entretanto, as pressões gayzistas
nunca cessaram. Mensagem interceptada de comunicação interna da ABGLT em 2010 mostra
Toni Reis orientando os grupos homossexuais do Brasil a procurarem minha
localização no exterior. Mais recentemente, por incitação de ativistas
homossexuais do Brasil, AllOut, uma das mais ricas organizações homossexuais
dos EUA, me incluiu numa campanha para pressionar o PayPal a fechar a conta de
dez importantes organizações cristãs. WND,
um dos maiores sites conservadores dos EUA, denunciou a campanha contra mim.
Entretanto, muito diferente do que
esperavam os militantes gays do Brasil e dos EUA, meu ministério de alerta
prossegue. E prosseguem as tentativas deles de me censurar, bloquear,
localizar, processar e, sim, até prender.
Pressões da Gaystapo brasileira e americana são uma ameaça constante ao Blog Julio Severo
Se mesmo não havendo nenhuma lei
anti-“homofobia” no Brasil, meu blog já sofre todo esse patrulhamento, o que
ocorreria depois da aprovação do PLC 122?
Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT, a
Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo e outros grupos gays radicais não
se limitariam a fazer queixas, mas iriam diretamente para a exigência de prisão
para mim e outros que denunciam o pecado homossexual, com a alegação criminosa
de que essa denúncia é a causa de assassinatos de homossexuais em ambientes de
drogas, prostituição e brigas de parceiros ou clientes sexuais.
Marta Suplicy fará tudo para que a
luta de classes se torne realidade no Brasil, com a garantia de que o PLC 122
não trará nenhuma perseguição aos cristãos. Como reforço, a grande mídia
evangélica esquerdista garantirá que a luta dos cristãos contra o PLC 122 é
pura ilusão, é “luta contra moinhos de vento”. É a união perfeita do inútil com
o desagradável. É um eco inconfundível da percepção da própria grande mídia
secular do Brasil.
Sempre que lhe for ideologicamente
conveniente, Suplicy continuará elogiando, adulando e defendendo os ativistas
gays — a menos, é claro, que ela descubra que um concorrente político é
homossexual.
Clodovil
Vale lembrar que provavelmente o
maior inimigo de Suplicy era Clodovil Hernandes, que era homossexual assumido,
mas inteligente o suficiente para se opor ao supremacismo gay por entender que
a conduta homossexual não é natural. Clodovil
não tinha receio de contrariar radicais ativistas gays.
Numa entrevista publicada na
revista Veja, feita poucos dias antes
de sua morte, o repórter perguntou: “Por que o senhor não apresentou nenhum
projeto defendendo o direito dos homossexuais?”
Clodovil
respondeu: “Deus me livre. Quais direitos?
Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem”.
Clodovil: Não tinha orgulho de transar com homem e era o maior inimigo de Marta Suplicy
Se Suplicy e sua volta da mentira
do PLC 122 tiverem êxito, a legalização do que não é natural e não é motivo
nenhum de orgulho para ninguém produzirá opressão e injustiças na sociedade
brasileira.
Clodovil chegou a reconhecer que
queria uma mudança. Tal mudança o PLC 122 nunca poderá dar, mesmo que o
governo, tirando dinheiro de nosso bolso, pague caríssimas operações de mudança
de sexo.
Pena que não haja ainda operações de
mudança de cérebro.
Transplantar o cérebro de Clodovil
para Suplicy faria muito bem ao Brasil.
Revelação irá abafar
escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante
décadas?
Julio
Severo
No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos
sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia
Sua declaração forte trouxe uma
alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que
tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto
em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”,
que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
Xuxa vem travando uma batalha
judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama,
não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a
exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno
filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino
A trajetória de Xuxa, com suas
recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto
previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava
de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos”
não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
Qualquer homem moralmente são teria
dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez
ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com
nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças
vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas
pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro
Xuxa não só tinha essa visão, mas também
chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa,
a Playboy. O que era “natural” para
ela acabou também virando fonte de renda.
Mesmo com esse histórico moralmente
turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa
primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com
trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e
audiência. Ela passou de coelhinha da Playboy
à rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso
alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo
ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma
família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa
encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em
Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e
mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos
filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse
mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças
possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim
estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância
sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo
que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato
num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais
reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua
vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse
obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai
ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela
escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente
da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de
abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os
direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso
de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme
hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se
limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as
crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também
incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em
seus lares.
E ela poderia também aproveitar e
aparecer novamente no Fantástico para
pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”,
onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda
pró-pedofilia.
No Fantástico, Xuxa diz que sofreu abuso sexual
-
*Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando
sua vida e carreira durante décadas?*
No programa *Fantástico* de domingo pass...
Estados Unidos: entre Gaylandia y Mahomalandia
-
Estados Unidos: entre Gaylandia y Mahomalandia La mayor nación evangélica
del mundo todavía no sabe si se vuelve Sodoma o Arabia Saudí
*Julio Severo*
En la...
Vacinas realmente causam autismo?
-
Vacinas realmente causam autismo? “Cientistas não deveriam ter medo de
investigar qualquer teoria plausível”
*Dave Tombers*
Abril foi o Mês de Conscientiza...