4 de junho de 2020

Trump e uma Bíblia na mão em frente de uma igreja protestante esquerdista que o rejeita


Trump e uma Bíblia na mão em frente de uma igreja protestante esquerdista que o rejeita

Julio Severo
Em meio a violentos protestos e bardenas esquerdistas em Washington DC, a Igreja Episcopal de São João (St. John Episcopal Church) sofreu um incêndio em 31 de maio de 2020 e no dia seguinte o Presidente Donald Trump, com uma Bíblia na mão, tirou uma foto na sua frente, em ato de solidariedade.
A Igreja Episcopal de São João, datada de 1815, é uma das mais antigas igrejas protestantes da capital dos Estados Unidos. Fica muito perto da Casa Branca. Portanto, Trump precisou apenas dar uma curta caminhada da Casa Branca para ir à igreja antiga.
Seu apelido é “A Igreja dos Presidentes,” porque desde James Madison, em 1816, todos os presidentes dos EUA, exceto Richard Nixon, assistiram aos cultos na Igreja de São João pelo menos uma vez. O culto de oração do Dia de Posse de Trump foi realizado na Igreja Episcopal de São João em 2017, e Trump e membros de sua família já estiveram nessa igreja várias vezes.
A congregação faz parte da Diocese Episcopal de Washington, uma denominação liberal que adota a agenda LGBTQ, soleniza “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo, defende o socialismo sem desculpas e promove ideias ambientalistas. Em outras palavras, é o tipo de igreja esquerdista que os cristãos conservadores aconselhariam alguém a sair e nunca ir.
É estranho que Trump tenha escolhido fazer sua oração de inauguração nessa igreja esquerdista.
É estranho que ele tenha escolhido levantar uma Bíblia em frente dessa igreja.
No entanto, não é estranha a reação da pastora dessa igreja. A bispa Mariann Edgar Budde disse:
“O Presidente acabou de usar uma Bíblia e uma das igrejas da minha diocese como pano de fundo para uma mensagem antitética aos ensinamentos de Jesus e a tudo o que nossa igreja representa… Estou indignada. O presidente não orou quando chegou a São João.”
Ou seja, a bispa da Igreja Episcopal de São João escolheu ficar do lado dos manifestantes esquerdistas.
Contudo, ela está certa sobre a oração. Com uma Bíblia na mão, Trump não mencionou nenhum versículo da Bíblia e não fez nenhuma oração. Aliás, se Trump fosse um cristão de oração, ele nunca iria a uma igreja esquerdista. Se ele fosse um cristão de oração, ele nunca permitiria que sua oração de posse acontecesse em uma igreja esquerdista.
Entretanto, e quanto a Mariann? Ela é uma mulher de oração? Se ela fosse uma mulher de oração, ela oraria por Trump, que apesar de ter nascido na Igreja Presbiteriana, não sabe a diferença entre uma igreja conservadora e uma igreja esquerdista.
Se Mariann fosse uma mulher de oração, ela nunca se envolveria em ativismo político apoiando causas gays e manifestantes esquerdistas.
Se ela fosse uma cristã de oração, ela ministraria a homossexuais e terroristas esquerdistas da maneira que Jesus fez: curando doenças (incluindo doenças ideológicas) e expulsando demônios (inclusive ideologias demoníacas). Acima de tudo, ela pregaria a eles o Evangelho do Reino de Deus.
Se ela fosse uma cristã de oração, ela veria como uma honra ter o Presidente Trump na frente de sua igreja, apesar de sua tentativa de usar sua presença lá para obter vantagens políticas. Mas qual presidente já fez alguma coisa nas igrejas sem vantagem política? Ela deveria apenas orar por ele.
A Igreja Episcopal de São João não nasceu esquerdista há mais de 200 anos. Foi seqüestrada por ativistas esquerdistas disfarçados de cristãos. A Igreja Episcopal de São João nasceu honrando a Bíblia e agora está rejeitando a Bíblia.
Alguns poderiam argumentar que se grandes igrejas protestantes tradicionais estão rejeitando Trump, ele deveria frequentar a Igreja Católica. Em 2 de junho de 2020, Trump agendou uma visita ao Santuário Nacional São João Paulo II, em Washington. O arcebispo Wilton D. Gregory, o primeiro arcebispo afro-americano da arquidiocese de Washington, condenou a visita, dizendo que ela “viola nossos princípios religiosos.”
O Rev. James Martin, um destacado padre e escritor jesuíta, disse em um comunicado:
“Usar a Bíblia como suporte enquanto se fala sobre o envio de militares, se gabar de como seu país é o maior do mundo e zombar publicamente das pessoas diariamente, é praticamente o oposto de tudo o que Jesus representava.”
Ele acrescentou:
“Deixe-me esclarecer. Isso é revoltante. A Bíblia não é um suporte. Uma igreja não é uma oportunidade para ser fotografado por jornalistas. A religião não é uma ferramenta política. E Deus não é um brinquedo.”
O arcebispo e o jesuíta são apenas uma pequena amostra da enorme praga socialista entre os católicos. O Papa Francisco, o chefe supremo da Igreja Católica, é um defensor da Teologia da Libertação.
Enquanto protestantes e católicos liberais reclamam que Trump mistura Bíblia e governo, eles não se queixam do Vaticano, que é a sede da Igreja Católica e ao mesmo tempo uma nação.
Se Trump não orou e mencionou a Bíblia quando estava em frente da Igreja Episcopal de São João, o que ele fez? Ele simplesmente disse:
“Temos um ótimo país. Esse é o meu pensamento. Melhor país do mundo. Ótimo e vamos torná-lo ainda maior e não vai demorar muito. Não vai demorar muito. Veja o que está acontecendo. Está voltando. Está voltando forte. Será maior do que nunca.”
A antiga América, fundada por George Washington e outros americanos, era uma nação que engrandecia a Bíblia. Antigos presidentes americanos liam a Bíblia, inclusive em seus idiomas hebraico e grego originais. Esses antigos presidentes que liam a Bíblia, em sua sociedade que lia a Bíblia — uma sociedade onde 98% da população era protestante —, engrandeceram os Estados Unidos.
As igrejas protestantes na antiga América eram conservadoras.
No entanto, como Trump espera que a América seja maior quando as igrejas protestantes na América estão deixando o conservadorismo e a Bíblia para abraçar o estranho evangelho do socialismo?
Como Trump espera que a América seja maior quando ele não conhece a Bíblia nem em inglês, sem mencionar em hebraico e grego?
Como Trump espera que a América seja maior quando ele equipara igrejas cristãs a mesquitas muçulmanas?
Como Trump espera que a América seja maior quando seu governo lançou uma campanha para engrandecer a sodomia em todo o mundo?
Com as igrejas na América em estado de apostasia, não é de admirar que pastores e bispos não leiam e sigam a Bíblia. Portanto, não é surpresa que o próprio presidente não leia a Bíblia.
Se eu fosse Trump, eu nunca iria à Igreja Episcopal de São João. Eu nunca permitiria que minha oração de posse acontecesse lá, porque sou um evangélico conservador que lê a Bíblia inteira pelo menos duas vezes ao ano.
Se eu fosse o bispo da Igreja Episcopal de São João, eu nunca apoiaria ativistas homossexuais e terroristas esquerdistas disfarçados de “manifestantes.” Mas eu os amaria plenamente para pregar o Evangelho a eles, para curá-los e expulsar seus demônios, em nome de Jesus.
E se Trump freqüentasse minha igreja, eu honraria suas visitas e trabalharia para fazer dele um discípulo de Jesus Cristo, ensinando-o a obedecer a tudo o que Jesus ordenou (ver Mateus 28:19-20).
E mesmo se eu fosse apenas um conselheiro para ele, eu o ajudaria a alcançar esse objetivo espiritual.
Assim, ele estaria muito preparado para manter a Bíblia na mão e apontar o que a Bíblia diz para a América atual, terroristas esquerdistas e igrejas apóstatas.
Já que a Igreja Episcopal de São João renunciou à sua autoridade bíblica de expulsar demônios de terroristas esquerdistas, um verdadeiro cristão poderia expulsar os demônios esquerdistas dos líderes dessa igreja.
Com informações do Facebook de Rob Schenck, Facebook da bispo Mariann Edgar Budde, NBCNews e CBSNews.
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2 de junho de 2020

“Eles precisam reinventá-la”: Fãs de Margaret Sanger trabalham para limpar seu passado racista


“Eles precisam reinventá-la”: Fãs de Margaret Sanger trabalham para limpar seu passado racista

Charlene Aaron
Como fundadora da Liga Americana de Controle de Natalidade, que mais tarde se tornou a Federação de Planejamento Familiar, Margaret Sanger foi sem dúvida uma figura controversa, com opiniões perturbadoras sobre eugenia, raça e controle populacional.
Margaret Sanger
Alguns argumentam que ela queria exterminar a raça negra, enquanto outros estão tentando apagar essa parte do passado dela.
“Aos olhos de alguns, Margaret Sanger tem sido uma heroína,” disse o âncora Mike Wallace em uma entrevista de 1969 com Margaret. “Aos olhos dos outros, ela tem sido uma força destrutiva.”
Em suas próprias palavras, Margaret lutava por uma sociedade que limitasse os nascimentos daqueles que ela considerava indignos de ter filhos.
“Eu acho que o maior pecado do mundo é trazer crianças para o mundo que têm doenças de seus pais, que não têm chance no mundo de serem seres humanos úteis; delinqüentes, presos, todo tipo de coisa, apenas marcados quando eles nascem,” disse Margaret a Wallace.
Em 1916, Margaret abriu a primeira clínica de controle de natalidade dos EUA. E como membro da Sociedade Americana de Eugenia, ela defendia a melhoria da “composição genética dos seres humanos através da reprodução controlada de diferentes raças e classes.”
Ela costumava escrever sobre o assunto na revista que ela fundou, chamada The Birth Control Review (Análise do Controle da Natalidade).

Crenças de Margaret Sanger sobre raça e eugenia expostas

Em 1919, em um artigo chamado “Controle de natalidade e melhoramento racial,” ela escreveu: "Pessoalmente, acredito na esterilização dos indivíduos de mente fraca, insanos e que tenham sifilis.”
E em 1921, em um artigo chamado “O Valor Eugênico da Propaganda do Controle da Natalidade,” ela disse: “O problema mais urgente hoje é como limitar e desencorajar a fertilidade excessiva dos deficientes mentais e físicos.”
Muitos apontam para uma entrevista do jornal New York Times de 1923 como prova dos motivos racistas e eugênicos de Margaret, nos quais ela se referia a alguns grupos de pessoas como “ervas daninhas humanas.”
“O controle da natalidade não é uma contracepção praticada indiscriminadamente e sem pensar,” disse ela no artigo. “Significa a liberação e o cultivo dos melhores elementos raciais em nossa sociedade, e a supressão, eliminação e extirpação [destruição] gradual eventual de populações defeituosas — aquelas ervas daninhas humanas que ameaçam o desabrochar das melhores flores da civilização americana.”
Hayden Ludwig, pesquisador investigador do Centro de Pesquisa Capital, estudou extensivamente a vida e os escritos de Margaret.
“Ela falou sobre a necessidade de melhorar a raça através do controle dessas ervas daninhas, pessoas basicamente indesejáveis,” disse Ludwig ao noticiário da Rede de Televisão Cristã dos EUA.

Cantando os elogios de Margaret e ignorando seu histórico

Em 1939, depois de abrir outra clínica no Harlem, a ativista de controle de natalidade lançou o Projeto Negro, uma iniciativa apoiada por líderes negros como o ativista de direitos civis W.E.B Dubois.
Os críticos afirmam que o programa usou a pretensão de melhorar a saúde e o planejamento familiar para negros pobres no Sul dos EUA como uma tentativa de limitar a raça negra.
Ludwig diz que alguns da esquerda lidam com o passado de Margaret e como interpretar seu legado.
“Eles sabem que quando ela escreve sobre ervas daninhas, eles sabem que é repulsivo,” explicou Ludwig. “Eles sabem que é nojento. A esquerda nunca abandonará Margaret Sanger porque ela é a base de muitas de suas opiniões,” continuou ele.
Certa vez, Margaret compartilhou sua visão de uma raça preferida em um ramo feminino da Ku Klux Klan, escrevendo na página 366 de sua autobiografia: “Sempre, para mim, qualquer grupo incitado era um bom grupo.”
Apesar dessas opiniões, os esquerdistas elogiam o trabalho de Margaret enquanto ignoram seu histórico.

Hillary Clinton: “Estou realmente maravilhada com ela”

Em 2009, Hillary Clinton recebeu o prêmio Margaret Sanger da Federação de Planejamento Familiar. Durante um discurso de aceitação, ela elogiou a fundadora dessa organização.
“Admiro enormemente Margaret Sanger, sua coragem, sua tenacidade, sua visão,” disse Hillary. “Estou realmente maravilhada com ela,” continuou ela.
Ryan Bomberger, fundador da organização pró-vida Radiance Foundation, diz que os defensores do aborto estão trabalhando para limpar o passado de Margaret e o que ela defendia.
“Eles precisam reinventá-la toda vez que falam sobre ela para justificar sua celebração,” explicou Bomberger.

Especialistas da indústria do aborto “treinados” para fazer vista grossa às opiniões racistas de Margaret

A ex-diretora da Federação de Planejamento Familiar, Abby Johnson, disse que os profissionais da indústria do aborto são treinados para fazer vista grossa às opiniões racistas de Margaret.
“Eles davam respostas como: ‘Olha, quero dizer, sim, Margaret Sanger era racista, mas todo mundo era racista naquela época.’ “Você aceita porque ela é sua heroína e ela tem que ser sua heroína e você não pode questionar a Federação de Planejamento Familiar,” disse Abby.
Em 1997, Steven Mosher, do Instituto de Pesquisa Populacional, escreveu sobre a campanha para dar uma nova embalagem para Margaret Sanger em um artigo no Wall Street Journal.
“A razão pela qual chamo de nova embalagem para Margaret Sanger é porque depois que o regime nazista destruiu a legitimidade da eugenia para sempre, eles voltaram e disseram: ‘Oh, ela foi apenas uma das primeiras feministas. Ela foi apenas uma das primeiras defensoras do planejamento familiar,’” disse Mosher.
Ele continuou dizendo: "Não, ela não era. Não, ela apoiava testes de QI para as pessoas. Ela era a favor do uso desses testes para decidir quem deveria ser esterilizado e quem deveria ter filhos.”
Em uma resposta, intitulada “A demonização de Margaret Sanger,” Alexander Sanger, seu neto e presidente da Federação de Planejamento Familiar na época, considerou o editorial de Mosher injusto. No mesmo artigo, Esther Katz, diretora do Projeto Margaret Sanger Papers da Universidade de Nova Iorque, alegou evidências reveladoras: “…Margaret não racionalizou seu apoio ao controle da natalidade por motivos racistas, que ela nunca defendeu políticas genocidas voltadas para raças, etnias ou grupos religiosos, e que ela, aliás, acreditava que o acesso ao controle de natalidade beneficiaria, não eliminaria populações minoritárias.”
A Dra. Esther recusou nosso pedido de entrevista, escrevendo: “Nosso objetivo sempre foi oferecer acesso completo, preciso e acessível a todo o volume do que ela escreveu… acredito que suas palavras e ações, representadas com precisão, falam por si.”
Em 1942, a Liga Americana de Controle de Natalidade de Margaret Sanger tornou-se a Federação de Planejamento Familiar, que mudou para cumprir os objetivos de sua fundadora, auxiliados grandemente pela decisão da Suprema Corte dos EUA em Roe versus Wade, [que legalizou o aborto desde concepção até o dia do parto em 1973].
“Sob o véu do engano e da mentira, mais de 60 milhões de bebês não nasceram porque foram abortados legalmente desde 1973,” disse Alveda King, sobrinha do Dr. Martin Luther King Jr. “Um terço dessa população pertencia à comunidade negra americana.”
É um número assustador e revelador, considerando que os negros representam apenas 13% da população dos EUA.
Dan Gainor, do Centro de Pesquisa da Mídia, diz que a verdadeira missão de Margaret permanece viva e bem em toda a indústria atual do aborto.
“Basta olhar para os mapas, ver onde estão as clínicas de aborto: elas estão perto de lugares onde as pessoas são marginalizadas, as pessoas são pobres, as pessoas são uma minoria e esse é o seu mercado-alvo,” disse Gainor.
Por causa de aliados na mídia e nos meios acadêmicos, Gainor também aponta como o discurso de conservadores e outros sobre o passado de Margaret, as práticas da Federação de Planejamento Familiar e o aborto são frequentemente classificados como discurso de ódio.
Ele disse: “Não há nada tão próximo a um sacramento na mídia quanto o aborto. É uma escritura sagrada que o aborto é protegido. E qualquer um que se oponha a isso, qualquer organização, qualquer empresa, qualquer pessoa, a mídia cai em cima como um enxame.”
E o mesmo acontece com plataformas de mídia social como o Facebook e o Twitter.
“A nova diretoria de supervisão do Facebook — e isso é realmente preocupante — tem quatro co-presidentes,” explicou Gainor. “Eles serão a diretoria de apelação de conteúdo. Um dos quatro membros da diretoria de supervisão está na diretoria de uma organização pró-aborto. Não há nenhum representante pró-vida ali.”
Os conservadores dizem que também é um problema que existe nas universidades dos EUA
“Lembro que na Universidade de Harvard, riam quando eu falava sobre a história da eugenia e diziam que isso não importa,” disse Bomberger. “A Federação de Planejamento Familiar não é como era nos dias de Margaret Sanger.”
Aqueles que se opõem às opiniões dela dizem que isso não é verdade e têm o compromisso de expor o passado dela para as gerações futuras.
“Infelizmente, eles foram muito eficazes em remodelar quem é Margaret Sanger. Mas continuamos falando a verdade. É por isso que somos uma pedra no sapato deles,” disse Bomberger.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã: 'They Have to Reinvent Her': Margaret Sanger's Fans Work to Clean Up Her Racist Past
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1 de junho de 2020

Evangelista Franklin Graham pede que igrejas nos EUA orem por paz durante protestos


Evangelista Franklin Graham pede que igrejas nos EUA orem por paz durante protestos

Andrea Morris
O evangelista Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham e Samaritan’s Purse, pede que as igrejas orem pelos EUA durante esses dias sombrios.
Com protestos em todas as partes dos EUA irrompendo depois da morte de George Floyd, Graham está pedindo aos pastores que tenham um tempo especial durante o culto de domingo pela manhã, onde oram por paz, perspectiva, paciência e um derramamento de Sua sabedoria pelos líderes que lidam com essa crise.
Graham compartilhou a seguinte oração em uma postagem no Facebook:
Como cristãos, a maior arma e a defesa mais poderosa que temos é a oração. Nosso país precisa de oração de maneira crítica.
Amanhã é domingo e peço às igrejas que tenham um tempo especial de intercessão por nossa nação em seus cultos de domingo, seja pessoalmente ou online. Você vai orar e compartilhar isso com seu pastor?
Precisamos orar pela PAZ, porque “a ira do homem não produz a justiça de Deus” (Tiago 1:20).
Ore por PERSPECTIVA, porque “a sabedoria do alto é primeiro pura, depois pacífica, gentil, aberta à razão, cheia de misericórdia e bons frutos, imparcial e sincera” (Tiago 3:17).
Ore por PACIÊNCIA, por causa da “bondade, domínio próprio e paciência” de Deus para com todos nós (Romanos 2:4).
E ore por um derramamento de Sua sabedoria e orientação por nossos líderes e autoridades que estão lidando com essa crise. Peça a Deus que mude corações e cure essa divisão em nossa nação.
Uma dúzia de capelães da equipe de Resposta Rápida Billy Graham, os quais estão equipados para lidar com crises como essa, estão servindo em Minneapolis, Minnesota, onde Floyd morreu na segunda-feira passada.
Esses capelães viram os líderes da igreja local de luto — clamando a Deus por ajuda enquanto a devastação continua a se expandir.
Anne Graham Lotz, irmã de Franklin Graham, também está pedindo que outras pessoas participem da oração, especialmente as mulheres. Anne organizou um evento de oração de uma hora chamado “Recorra a Jesus: Chamando as Mulheres para Orar,” começando às 20h (horário de Brasília).
Nossa nação está precisando desesperadamente de oração neste momento. Como cristãos, é nossa responsabilidade usar essa poderosa arma contra a adversidade que nosso país está sentindo.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã dos EUA: Evangelist Franklin Graham Calls For Churches Across America to Pray For Peace During Protests
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29 de maio de 2020

Ministro da Educação com raízes judaicas no governo Bolsonaro foi criticado pelo governo israelense e organizações judaicas por comparar batidas da Polícia Federal contra aliados à perseguição nazista contra judeus


Ministro da Educação com raízes judaicas no governo Bolsonaro foi criticado pelo governo israelense e organizações judaicas por comparar batidas da Polícia Federal contra aliados à perseguição nazista contra judeus

Julio Severo
O ministro da Educação do Brasil recebeu críticas do governo israelense e de organizações judaicas nos EUA e no Brasil por comparar batidas da Polícia Federal contra aliados do presidente Jair Bolsonaro a Kristallnacht — o início da perseguição nazista contra judeus.
Abraham Weintraub
“Hoje foi o dia da infâmia, VERGONHA NACIONAL, e será lembrado como a Noite dos Cristais brasileira,” tuitou em 27 de maio de 2020 Abraham Weintraub, cujos avós paternos judeus fugiram dos nazistas.
“Profanaram nossos lares e estão nos sufocando. Sabem o que a grande imprensa oligarca/socialista dirá? SIEG HEIL!” continuou o ministro em seu tuíte, acrescentando uma foto que mostra o boicote às lojas judaicas na Alemanha em 1933.
Kristallnacht, ou a Noite dos Cristais Quebrados, refere-se à perseguição nazista de 1938 que marca o início do Holocausto.
Weintraub nasceu de uma mãe católica e um pai judeu cujos membros da família foram mortos em campos de concentração nazistas. Ele geralmente é confundido com judeu devido ao seu nome, mas, de acordo com a Agência Telegráfica Judaica, ele não se identifica como judeu.
Organizações judaicas nos EUA e no Brasil criticaram duramente seus comentários.
“A comparação é totalmente descabida e inoportuna, minimizando de forma inaceitável aqueles terríveis acontecimentos, início da marcha nazista que culminou na morte de 6 milhões de judeus,” disse Fernando Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil, a organização judaica mais importante do Brasil.
“Basta! O uso repetida da linguagem do Holocausto como arma política por parte de funcionários do governo brasileiro é profundamente ofensivo aos judeus do mundo e um insulto às vítimas e sobreviventes do terror nazista. Isso precisa parar imediatamente,” tuitou o Comitê Judaico Americano, a organização judaica mais importante dos EUA.
Embora o governo Bolsonaro seja aliado de Israel, especialmente porque os evangélicos, a base política mais importante de Bolsonaro, são apoiadores tradicionais de Israel, o governo israelense também criticou a comparação de Weintraub.
O cônsul-geral de Israel em São Paulo, Alon Lavi, disse:
“O Holocausto, a maior tragédia da história moderna, onde 6 milhões de judeus, homens, mulheres, idosos e crianças foram sistematicamente assassinados pela barbárie nazista, é sem precedentes. Esse episódio jamais poderá ser comparado com qualquer realidade política no mundo.”
Com o mesmo tom crítico, a Embaixada de Israel no Brasil divulgou um comunicado:
Houve um aumento da frequência de uso do Holocausto no discurso público, que de forma não intencional banaliza sua memória e também a tragédia do povo judeu, que terminou com o extermínio de 1/3 do nosso povo por ódio e ignorância dos nazistas e seus colaboradores.
Em nome da amizade forte entre nossos países, que cresce cada vez mais há 72 anos, requisitamos que a questão do Holocausto como também o povo judeu ou judaísmo fiquem à margem do diálogo político cotidiano e as disputas entre os lados no jogo ideológico.
Essa é a primeira vez que diplomatas de Israel criticaram de forma pública o governo Bolsonaro. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, viajou ao Brasil para participar da posse do presidente brasileiro em 2019. Na época, Netanyahu disse: “Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica, e a comunidade evangélica não tem melhor amigo no mundo do que o Estado de Israel.”
Em janeiro de 2020, o secretário da Cultura Roberto Alvim, um adepto de Olavo de Carvalho, foi demitido por imitar um discurso nazista. Na época, o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, falou diretamente com Bolsonaro para expressar a preocupação de Israel com o discurso de Alvim, que havia publicado um vídeo no qual ele fez uso de trechos de um discurso de Joseph Goebbles, ministro da Propaganda na Alemanha de Hitler. Logo depois, Alvim foi demitido.
Houve também outros conflitos entre grupos judeus e o governo Bolsonaro. Em abril de 2020, o Comitê Judaico Americano exigiu um pedido de desculpas do chanceler Ernesto Araújo, que comparou o isolamento social para conter o COVID-19 a campos de concentração nazistas. Foi uma comparação descabida, pois até mesmo Israel usou o isolamento social para conter o COVID-19.
A comparação de Weintraub foi feita depois que em 27 de maio de 2020 a Polícia Federal usou mandados de busca e apreensão contra vários aliados do presidente Bolsonaro como parte de uma investigação sobre ameaças aos ministros do Suprema Tribunal Federal e a disseminação de notícias falsas.
Os aliados políticos foram dignos da comparação de Weintraub? As ações da Polícia Federal afetaram vários indivíduos, inclusive Sara Winter, Allan dos Santos e Bernardo Kuster.
Sara Winter tornou-se conhecida internacionalmente depois que LifeSiteNews, o mais importante site pró-vida católico internacional, publicou uma reportagem em 2015 sobre ela, apresentando sua suposta conversão ao Catolicismo. A reportagem disse:
Sara Fernanda Giromini se tornou conhecida no Brasil e no mundo sob o pseudônimo “Sara Winter” em 2012, quando se tornou membro fundadora da Femen Brasil, e liderou um trio de moças em vários protestos topless que atraíram muita atenção da mídia. No entanto, apenas três anos depois, a jovem ativista fez uma reviravolta e declarou guerra ao feminismo e ao aborto, e está se desculpando com os cristãos por seu comportamento ofensivo.
Ela continua usando seu apelido, Sara Winter, que é a forma portuguesa de “Sarah Winter,” uma apoiadora nazista britânica e membro da União Britânica de Fascistas.
Num vídeo de 27 de maio de 2020, Sara disse que desejaria “trocar soco” com um ministro do Supremo Tribunal e afirmou que esse ministro “nunca mais vai ter paz na vida.” Ela disse:
Você me aguarde, senhor Alexandre de Moraes. Nunca mais vai ter paz na sua vida. A gente vai infernizar sua vida, vamos descobrir os lugares que o senhor frequenta, a gente vai descobrir quem são as empregadas domésticas que trabalham para o senhor… A gente vai descobrir tudo da sua vida até o senhor pedir para sair. Hoje o senhor tomou a pior decisão da sua vida.
Sara Winter é lider do grupo autointitulado “300 do Brasil,” que acampou em frente ao STF. O grupo, cujos membros vestem roupas camufladas parecidas com as roupas do Exército e portam armas, já foi chamado de “milícia armada” pelo Ministério Público do Distitro Federal e Territórios. Faz lembrar um grupo paramilitar.
Sara Winter
Em entrevista ao serviço noticioso em português da BBC de Londres, Sara disse que a presença de armas em seu acampamento é “para a proteção dos próprios membros.” A BBC disse:
Sara Winter gosta de publicar fotos segurando armas e diz nas redes sociais que “atira muito bem.”
Ela dá várias versões para os “300 do Brasil.” Ela diz que foi ideia de Olavo de Carvalho, que é o guro dela. Ela também diz, talvez para agradar a grupos diferentes, que o nome foi escolhido baseado nos “300 de Gideão,” do Antigo Testamento da Bíblia. Ela também diz que foi baseado nos “300 de Esparta.”
Sara também dá outras explicações para uma tatuagem em seu ombro de uma cruz de ferro, símbolo germânico que se tornou popular durante o regime nazista e era a principal condecoração nazista de guerra. Sara diz que a tatuagem era uma homenagem aos “cavaleiros templários da idade média,” mas a pesquisadora alemã Carina Book confirmou que é a cruz de ferro.
Sobre o acampamento dos “300 do Brasil” em frente do STF, ela disse: “Quem me pediu pra fazer tudo isso foi o professor Olavo.”
Não é de estranhar então que em 28 de maio de 2020, Olavo pediu a pena de morte para o ministro que pediu a ação da Polícia Federal contra Sara e outros. Mas se ele defende a pena de morte para o ministro que busca tirar o direito de expressão de Sara, então por que ele é o maior negador da Inquisição no Brasil? A Inquisição tirava de suas vítimas não somente seu direito de expressão, mas também suas propriedades e vidas.
Em algumas ocasiões Sara Winter declarou que recebeu treinamento na Ucrânia e que ela quer “ucranizar” o Brasil, uma postura difícil para os conservadores entenderem, pois a revolução ucraniana foi em grande parte financiada por George Soros, o governo de Obama e os neocons.
Nos treinamentos promovidos por Sara para seu “300 do Brasil,” são proibidos fotos e vídeos e exige-se roupa adequada para um treinamento físico de combate.
Sara Winter com sua máscara de caveira, de acordo com o site jornalístico A Publica
Numa foto do “300 do Brasil,” Sara Winter aparece com outros militantes, usando uma máscara de caveira. A máscara é muito popular na Europa e nos Estados Unidos entre neonazistas. “A máscara de caveira virou uma estética universal fascista,” escreve o jornalista Jake Hanrahan no Twitter.
Grupo neonazista Atomwaffen Division e suas máscaras de caveira
No filme “A Vida de Sara”, um documentário biográfico produzido pela plataforma Lumine, apelidada de “Netflix conservadora,” Sara Winter diz que a FEMEN mandou dinheiro para que ela fosse treinada na Ucrânia e levasse esse treinamento ao Brasil.
O filme foi produzido por Matheus Bazzo, que também produziu o documentário sobre Olavo de Carvalho, “O Jardim das Aflições.”
No filme, Sara conta que que já se prostituiu e ela aparece atirando e manipulando armas de fogo.
Tal quadro parece problemático para a imagem dos cristãos conservadores que lutam contra a agenda de aborto e homossexualidade.
Entre os apoiadores do “300 do Brasil” estão o jornalista do Terça Livre Allan dos Santos e o psiquiatra Ítalo Marsilli, que declarou em um de seus vídeos que mulheres não deveriam votar pois são fáceis de seduzir. Ele disse:
“Na democracia grega, a única do mundo que funcionou, não estava previsto o voto feminino. Quando o voto passa ser pleno, ou seja, mulheres e todo mundo pode votar, a gente vê que tem uma crise na regência do Estado. É muito fácil você convencer mulher de votar, é só você seduzi-la.”
Quanto a Bernardo Kuster, que junto com Sara e Santos foi também alvo da batida da Polícia Federal, ele abandonou a Igreja Evangélica para seguir o catolicismo sincrético de Carvalho. Hoje Kuster promove a ideia de que a Inquisição foi um tribunal de misericórdia — uma postura fortemente contestada pelo governo de Israel e pelos judeus. Aliás, em 2013, em visita ao Vaticano, Netanyahu deu ao Papa Francisco um exemplar de um volumoso livro contra a Inquisição escrito por seu pai.
Na próxima visita de Netanyahu ao Brasil, ele deveria dar um exemplar desse livro a cada membro do governo Bolsonaro. Alguns deles, que seguem Carvalho, acreditam que a Inquisição foi mentira, embora ela tenha também torturado e matado judeus no Brasil.
O que impede Olavo e seus adeptos, que fazem revisionismo descarado da Inquisição, de um dia também fazerem revisionismo do Holocausto? Afinal, as principais vítimas de ambos eram justamente os judeus.
É impossível entender esse quadro caótico sem compreender que Olavo de Carvalho, que tem um histórico ocultista, é membro da Escola Tradicionalista. Recentemente, o escritor judeu americano Benjamin R. Teitelbaum lançou o livro “War for Eternity” (Guerra pela Eternidade), publicado por HarperCollins, a maior editora dos EUA. O livro faz um mapa da Escola Tradicionalista e seus principais representantes em vários países. O representante para o Brasil é Olavo. Teitelbaum apresenta a Escola Tradicionista como uma seita ocultista.
Por sua própria natureza, o ocultismo traz caos.
Apesar das repreensões do governo de Israel e de organizações judaicas nos EUA e Brasil, o ministro da Educação Abraham Weintraub não voltou atrás em sua comparação. Aliás, ele a defendeu, em nome da liberdade de expressão. Ele disse em um tuíte de 28 de maio de 2020:
Não falem em nome de todos os cristãos ou judeus do mundo. FALO POR MIM! Tive avós católicos e avós sobreviventes dos campos de concentração nazistas (foto). Todos eram brasileiros. TENHO DIREITO DE FALAR DO HOLOCAUSTO! Não preciso de mais gente atentando contra MINHA LIBERDADE!
Sim, ele tem direito de falar do Holocausto. Mas já que ele tem avós que sobreviveram ao Holocausto, por que ele não condena os sinais de fascismo no movimento que ele está apoiando?
Olavo de Carvalho é o maior defensor brasileiro da Inquisição, que torturou e matou milhares de judeus. Os adeptos católicos de Carvalho apoiam e propagam a radical postura dele de que a Inquisição foi mito e lenda.
Se Weintraub sabe confrontar Israel e os judeus na sua postura teimosa de comparar o Holocausto com as ações da Polícia Federal contra Sara Winters e outros adeptos de Carvalho, por que ele não sabe ou não consegue confrontar Carvalho sobre a Inquisição? Por que ele não sabe confrontar os sinais de fascismo e ocultismo em Carvalho e seus adeptos?
Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores abertamente louva Olavo de Carvalho, René Guénon e Julius Evola. Guénon é o mestre islâmico ocultista seguido pelos membros da Escola Tradicionalista, cujo membro mais proeminente foi Evola, guru do ditador fascista italiano Benito Mussolini. Evola era radicalmente contra o marxismo e escreveu livros defendendo a ideologia direitista, o ocultismo e a magia negra.
Por que Weintraub não questiona e confronta isso?
E com relação à sua defesa da liberdade de expressão, essa defesa é total ou limitada? Em 2019, usando mentiras e difamações, Olavo de Carvalho, considerado o Rasputin de Bolsonaro, apelou para que a Polícia Federal me investigasse, num desejo descarado de ver a máquina estatal silenciando minha voz e meus artigos evangélicos contra o ocultismo e a Inquisição. Você pode conferir tudo aqui: http://bit.ly/2RTonDx
Na época, Weintraub nada disse contra o desejo ditatorial de Olavo de me censurar.
Mas hoje Weintraub, confrontando Israel e grupos judaicos, fala contra a Polícia Federal agindo contra uma ativista de apelido nazista treinada na Ucrânia por grupos financiados por George Soros.
Weintraub também defendeu o canal Terça Livre, que defende a Inquisição e já me atacou, xingou e difamou. Confira aqui: http://bit.ly/2eCxaG7
A liberdade de expressão que Weintraub defende é para todos ou somente para quem usa apelidos nazistas e para quem xinga e difama?
Como ficaria um escritor evangélico nessa defesa? Não sei, pois quando Olavo apelou para a Polícia Federal contra mim, não vi Weintraub defendendo liberdade de expressão. Mas o irmão dele, o Arthur Weintraub, que também tem cargo importante no governo Bolsonaro, ao se deparar com um tuíte meu criticando Olavo, me bloqueou no Twitter.
Para eles, até Israel pode ser confrontado. Mas criticar Olavo, o defensor da Inquisição, é inaceitável.
Weintraub busca defender contra o STF Sara e outros na pura lógica de liberdade de expressão, mas o comportamento do grupo de Sara andar armado e seu uso de símbolos tão ligados ao fascismo não seriam sinais de alerta suficientes de que suas ameaças podem acabar se tornando violentas?
Há três fases na história de Sara nos últimos dez anos. Ela estava ligada ao FEMEN no início da década de 2010. Em meados dessa década, ela já estava aparentemente mudada, se tornando uma personalidade católica pró-vida em LifeSiteNews. E há a Sara mais recente, que está ligada a Olavo e treinando um grupo que tem características paramilitares. Essa é uma Sara que usa uma máscara fascista, xinga, usa armas e ameaça ministros do STF.
Como é que Weintraub não confronta isso, mas confronta o governo de Israel e organizações judaicas? Como é que ele encara isso só como mera opinião, não como sinais de perigo?
Com informações de Jewish Telegraphic Agency, Notícias R7, Istoé, Yahoo, CONIB, Correio Braziliense, Estado de Minas, A Publica, BBC, LifeSiteNews, Revista Forum e UOL.
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